segunda-feira, 18 de março de 2013

'Denegrindo Israel de novo'



Por Alan Johnson 
The Telegraph

Há dias o Facebook foi agitado com a história de que "Israel admitiu que proporcionou aos imigrantes etíopes injecções anticoncepcional sem o seu consentimento". A história é falsa, e a forma como se difundiu essa falsidade deve ser examinada com atenção, uma vez que fazem parte de um padrão preocupante.Em primeiro lugar, os fatos da história:

Dezenas de milhares de judeus da Etiópia emigraram a Israel nos últimos 30 anos, a maioria deles em duas pontes aéreas em 1984 e 1991. A sua adaptação à vida israelita não foi fácil, mas muito se destacou a sua participação no exército e os dois novos membros etíopes dentro do partido centrista Yesh Atid após as últimas eleições. Uma pesquisa de um canal de notícias da televisão israelita causou sensação há alguns meses. Tratava-se de um relatório que tratava de determinar por que a taxa de fecundidade entre as mulheres etíopes tinha caído em 20% na última década. À primeira vista, isso não parece ser um fenômeno terrivelmente misterioso. Cada grupo de imigrantes provenientes da África ou da Ásia que chega a um país desenvolvido experimenta uma queda na taxa de fertilidade proporcional à mudança do seu padrão de vida e, sobretudo, após a mudança das noções dominantes sobre o papel social das mulheres. Isso já aconteceu em Israel com os imigrantes yemenitas e os imigrantes do norte da África, e também está acontecendo com os árabes que vivem em Israel.

O que a pesquisa da televisão israelita descobriu é que 35 mulheres etíopes disseram ter sido pressionadas para que tomassem Depo Provera, uma injeção anticoncepciona que actua durante três meses. Às mulheres dísseram-lhes bruscamente que era pouco saudável ter muitos nascimentos e algumas acharam que era possível que não se lhes permitisse ficar a Israel a não ser que tomassem a injecção..Não é difícil imaginar a tensão e 

a confusão num campo de trânsito dos imigrantes, e as diferenças culturais entre os médicos israelitas que, entre outras coisas, provavelmente administraram mesmo as vacinas às pobres mulheres etíopes num dos períodos mais traumáticos de suas vidas. Estas lacunas só puderam ser agravadas pela falta de uma linguagem comum, e pelo tema muito íntimo da saúde reprodutiva. É por isso, que após a emissão deste relatório e depois da sua própria investigação interna do assunto, o Ministério da Saúde de Israel emitiu uma diretriz inequívoca na semana seguinte não permitindo receitar Depo Provera sem uma norma muito estrita que assegurasse a informação e o consentimento.

 Esta foi a primeira acção oficial de Israel sobre o assunto, e a primeira coisa que fez o próprio Estado sobre o assunto, e no entanto, não é assim que a história se espalha. O The Independent publicou o habitual e provocador artigo sobre Israel onde dizia que se admitiu que tinha forçado o controle de nascimentos na Etiópia, e o eco resultante é agora citado como base para outro artigo no The Guardian "sobre uma esterilização forçada" que, inverosímilmente, coloca o programa de saúde de Israel no contexto dos esforços de Israel para manter uma maioria judaica em frente a uma minoria árabe em crescimento.

Há um padrão muito preocupante em tudo isso: um certo tipo de "história" sobre Israel continua aparecendo uma e outra vez. Houve uma investigação israelita sobre velhas práticas não reguladas a partir da década de 1990 no Instituto de Patologia Abu Kabir em Tel Aviv que descobriu que se recolhe córneas sem consentimento de soldados mortos do IDF e outras pessoas para transplantes, e isso foi retorcido e convertido em artigo do The Guardian como "Israel admite a extracção de órgãos palestinianos".  

Posteriormente, o The Guardian publicou uma lacônica nota, mencionando que se cometeu um "grave erro de edição". Um ano mais tarde, uma baronesa do partido liberal democrata exigiu uma investigação sobre a possível roubo de órgãos por parte dos soldados israelitas que levavam a cabo uma grande operação de resgate e médicos após o terremoto do Haiti de janeiro de 2010. E agora chega esta história.

Neste ponto, podemos dizer com segurança que há um padrão nessas mentiras, e como eu não acho que exista uma conspiração que guie todas estas calúnias, penso que podemos concluir que a credulidade com que essas mentiras se manifestam e a celeridade com que se propagam em alguns lugares do Reino Unido, revélam-nos muito mais sobre as atitudes e crenças existentes em certas mentalidades que qualquer coisa que se possa dizer sobre Israel e dos israelitas. 


Três características se destacam em cada uma destas histórias. Em primeiro lugar, qualquer ação - verdadeira, distorcida ou sem fundamento, que pudesse ser atribuída a uma pessoa ou organização israelita torna instantaneamente uma acção oficial de Israel e do Estado como um todo. Muitas vezes, o verbo "confessar, admitir" é importante. "Israel admite" fazer algo horrível. Para observar a estupidez de tudo isso, trate de imaginar coisas similares dirigidas contra outros países. Uma história sobre a actuação de um médico em França (para além de falsas acusações contra um médico em França) seriam reproduzidas como "França admite ..." nos jornais.

Uma questão importante: Houve um problema de tradução em 27 de Janeiro no artigo do Haaretz que foi o que alertou a imprensa do Reino Unido e que se reproduziu com enganoso título de "Israel admite que as mulheres etíopes receberam injeções anticoncepcional", em si mesmo uma tradução infiel do já de seu jornal titular do Haaretz em hebraico. O titular em hebraico usava o verbo modeh no sentido de um "reconhecimento" por causa da publicação da estrita directiva requerendo informações e um consentimento explícito por parte do Ministério da Saúde, mas tacitamente reconhecia que o "problema" radicava em que nem todos os médicos haviam aderido sempre a esta rigorosa norma. Por outro lado, a sua redacção em inglês fazia com que se visse como uma "admissão pela própria administração de Israel de uma política deliberada e forçada" de controle da natalidade. Mais uma vez, não havia nada no artigo que dissesse nada disto, mas o ministro parecia sublinhá-lo
. Isso depois foi utilizado cinicamente por aqueles jornais europeus predispostos a acreditar que Israel é um país louco com horríveis políticas raciais. O Haaretz, posteriormente, publicou um contundente artigo apontando que a história, tal como tinha sido contada, tornou-se uma farsa.

O segundo motivo é a presença dos malévolos médicos israelitas e/ou de alguns outros profissionais israelitas relacionados com a medicina que participam em algum tipo de «indecência sangrenta e sanguinária» com as partes íntimas dos corpos de pessoas indefesas.


E o terceiro elemento é outro recorrente motivo, ou seja, seria uma expressão da superioridade racial que espreita por trás dessa suposta malfeitoría israelita. Nesses precisos momentos, as comparações com os nazis por regra geral apenas se insinuam no texto, e é no painel de comentários on-line do artigo onde se pratica sem reparos a conclusão óbvia que respeitados autores desses artigos preferem não usar.

 No entanto, com a pressa para dar a entender que Israel é uma espécie de entidade maligna, algumas perguntas óbvias são ignoradas:

Por exemplo, se Israel se mostra tão desejoso de aumentar sua população judia contra a sua população árabe, por que não desejaria explorar essa alta fecundidade dos judeus etíopes?
Relacionado com o anterior, se os médicos israelitas fossem meros e entusiastas mercadores da esterilização baseada na ideologia, por que não nos deparamos com histórias em que as vítimas fossem árabes ou beduínos?

 E se Israel estivesse tão empenhado na redução da população de cor, por que gastou tantos esforços na hora de transportar dezenas de milhares de etíopes para Israel? Não seria mais fácil que Israel reagisse à grande fome da Etiópia em 1984 como o fez o resto do mundo, já que foi o único país do mundo que transportou a dezenas de milhares de famintos refugiados para um lugar mais seguro?
Ou talvez Israel devesse limitar-se a organizar, em vez desse transporte aéreo, um grande show "solidário" de rock?

sexta-feira, 15 de março de 2013

Isto é Israel





Vídeo comemorativo do 64 º aniversário da Independência do Estado de Israel
Israel é uma ponte entre a África, Ásia e Europa.
Um lugar para sentir o pulsar da vida urbana.
Onde a natureza é respeitada.
Rota 500 milhões de aves migratórias.
Com grande variedade de recursos naturais.
Um mundo de cores no mar.
Um pequeno país de beleza estonteante.
Milhares de anos de história fascinante.
Um arco-íris de culturas e tradições.
Uma experiência renovadora para os sentidos.
Uma cena cultural vibrante.
Líder de inovação em tecnologia e ciência.
Agro tecnologias de ponta.

 
Fotógrafo e Editor: Eyal Bartov
Fotos adicionais: Samuel Magal
Sequelas: Gili Ittah
Música: Israel Kasif

quinta-feira, 14 de março de 2013

'Israel em Portugal' - Facebook



Aconselhamos uma visita ao facebook de Israel em Portugal, onde recolhemos este poema:



Em terra de Lusitanos
E do líder Viriathus
Resistiam aos Romanos
 

Emboscados em escarpados

Chamaram-lhe a Lusitânia
Os Romanos do império
A península era a Hispânia
Por vontade e Desidério

Os hebreus já cá viviam
Vindos de Jerusalém
Como Sefarade a viam
Tinham a terra por mãe

Setenta depois de Cristo
Arrasada Jerusalém
Mais cativos de Tito
Para Sefarade vêm

Nesta terra de adoção
Buscando de D’us o favor
Praticando em devoção
A torah, lei do Senhor

Do Gharb chegou Tariq
Derrotando o Rei dos Godos
Caiu toledo e Rodric
Diante do Islão e seus povos

Do Andaluz ao Al Gharb
Os costumes do Islão
Trazidos desde o Magreb
Por Califas. o Alcorão

Cinco séculos cá viveram
Árabe, Judeu e Cristão
Em Alfamas coabitaram
Sem grande consternação

Mesclando, culturas e povos
Seus hábitos, e linguagens
Forçados a Cristãos-novos
Por perseguições e chantagens

No final do século quinze
Sai o édito de expulsão
Aos não católicos se exige
Que abandonem a nação

Queria o rei cair em graça
Por Maria de Aragão
Manuel I, foi desgraça
Para Judeus e pra Nação

Instalou-se a inquisição
Tribunal do santo Ofício
Sua principal intenção
Malévola desde o início

Torturavam e queimavam
Os tais filhos de Abraão
Suas riquezas confiscavam
Quer confessassem ou não

De uma só vez em Lisboa
Pelas bandas do Rossio
Se massacrou gente boa
Num completo desvario

Em mil quinhentos e seis
Na Igreja de S. Domingos
Rezavam p ’la peste os fiéis
Havendo ali cristãos novos

Alguém disse: é um sinal
Jurando ter visto uma luz
Numa imagem em pedestal
Representando Jesus

E o marrano explicou
Não é milagre nenhum
Um raio de luz entrou
É uma coisa tão comum

Herege! Todos gritaram
Este renegou Jesus
E ali mesmo o lincharam
Só por um raio de luz

Saídos daquele lugar
Foi iniciada a chacina
Com sermões a inflamar
Por dois frades de batina

E a barbárie foi tanta
Por três dias se seguiu
Nunca se viu tal matança
Mesmo à beira do Rossio

E também muitas crianças
Foram aos pais retiradas
Pra ilhas noutras andanças
Em S.Tomé desterradas

Tamanhas atrocidades
Foram ali cometidas
Anjos em tenras idades
Pagaram com suas vidas

E foram expulsos os sábios
E os doutores de medicina
Até quem trouxe astrolábios
Não escapava da chacina

Foi assim uma tal sangria
De cérebros nesta nação
Que a ciência regredia
Em total escuridão

Pra onde iam prosperavam
Levavam a bênção consigo
E logo que se instalavam
Porque D’us é Pai amigo

A Holanda os recebeu
E a Alemanha também
Ao Brasil desenvolveu
E aos “States” mar, além

Após vinte e cinco anos
Primeira tragédia em Lisboa
Fica a cidade em escombros
Castigo de Deus se apregoa

Dois Séculos e meio depois
Uma nova destruição
O Mundo se estarreceu
Com tremor e compaixão

Dizia-se: castigo divino
E continuava, a suspeita
O sefardita ladino
Era motivo de espreita

Teria sido castigo?
Talvez, mas p’ la inquisição!
D’ús tem neste povo antigo
Grande amor e afeição

Também Jesus era Hebreu
E Maria a sua mãe
Foi morto p ’lo povo seu
No Gólgota, Jerusalém

Isaías cinquenta e três
Mostra o servo sofredor
Yeshua de uma só vez
Nos resgatou por amor

Portugal deve a Israel
Tudo isto e muito mais
Lá nos nasceu Emmanuel
Yeshua cumpriu os sinais

Disse D’us a Abrão:
Quem te abençoar terá
Motivo pra galardão.
Mas, maldição recairá

Sobre quem amaldiçoar
Os teus filhos ó varão!
Em ti, Eu vou bendizer
Toda a Terra sem exceção

Já no tempo do holocausto
Houve um justo em Sefarade
Salvou este, o povo exausto
Vítima de tanta maldade

As ordens contrariou
Era cônsul em Bordéus
E Salazar decretou
Represálias sobre os seus

Aristides Sousa Mendes
Foi o nome desse justo
Se orgulham os Portugueses
Deste herói do holocausto

Salvação vem dos judeus.
Disse à mulher de Samaria
No poço de Jacó., Jesus
Por volta do meio-dia

Era de si que Ele falava
À mulher samaritana
O Messias ali estava
Terá ela dito Hossana?

Sefarade e Israel
Estão ligados pela história
Antes de haver Portugal
Sefarade era memória


Pedro Eme - 2012



Do mesmo site, aqui vai uma surfada em Israel. Podia ser em Portugal.



Matisyahu: Um perfil


 

Matisyahu acompanhou-nos ao longo dos 10 MITOS SOBRE ISRAEL e tem sido presença assídua neste blog. Somos admiradores da sua música e da sua mensagem universalista, que exalta a Paz por oposição às tristes divisões que ainda assolam o nosso planeta. Ansiamos pelo dia em que em qualquer parte deste mundo religiões, nacionalidades, cores de pele, culturas, não sejam motivo de ódio ou violência. 


terça-feira, 12 de março de 2013

MITO 10 - «O Templo de Salomão não é judeu»

 


Desmontámos assim os 10 principais mitos sobre Israel, sempre convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».


«Este mito é um dos mitos que foram criados para roubar a História dos judeus, na tentativa de apagar a ligação deste povo ao Médio Oriente . Quando a Autoridade Palestiniana foi estabelecida em 1994, começou imediatamente uma campanha para deslegitimar Israel e reescrever a História com a intenção de negar o direito de Israel de existir. Entre outras falsas alegações avulta a de que os restos do Templo de Salomão - o Muro Ocidental - são de fato os restos da mesquita de Al-Aqsa. A Mesquita de Al-Aqsa foi deliberadamente construída em cima do Templo depois da conquista muçulmana para humilhar os vencidos.

Nota do nosso amigo João Monteiro, com quem muito aprendemos e de cuja sabedoria ambicionamos um dia possuir uma fracção:

Sobre o mito de Jerusalém ser a terceira cidade santa do Islão, ele tem origem em 691 quando o Califa Abd el-Malik ibn Marwan, cujo califado durou de 685 a 705, constrói o Domo da Rocha (a mesquita da cúpula dourada) no Monte do Templo em Jerusalém, onde antes estiveram os Primeiro e Segundo Templos Judeus. Procurando consolidar a sua liderança e o estabelecimento de um local de culto para os seus seguidores na altura em que o anti-Califa Abdullah ibn Zubayr controlava Meca, Abd el-Malik proibiu as peregrinações a Meca, tendo declarado que foi do Monte do Templo que Maomé fez a sua ascensão ao Céu no seu cavalo alado Al Burak. Para além da alegação mitológica, não existe qualquer documento histórico que prove que, alguma vez, sequer, Maomé tenha estado em Jerusalém que não é mencionada uma única vez no Corão. Em 701 é concluída a construção da mesquita de Al-Aksa, também no Monte do Templo (“al-aksa” – “a mais afastada”) cujo nome foi atribuído por Abd el-Malik em alusão a um versículo do Corão que refere a fuga de Maomé de Meca para Medina e com o objectivo da consolidação do seu poder político ao dar importância a Jerusalém em detrimento de Meca e Abdullah ibn Zubayr. Por aqui se ficou a “importância” de Jerusalém para o Islão, o que foi bem demonstrado em 18 de Fevereiro de 1229, durante a Sexta Cruzada, quando após um acordo entre o Sultão egípcio al-Kamil e o Imperador do Sacro Império Romano Frederico II, em que aquele entregou a este, entre outros, o domínio de Jerusalém, o Sultão afirmou, a propósito de Jerusalém e justificando a sua entrega, que não tinha cedido nada mais que igrejas e ruínas. Jerusalém só volta a ter importância para os Árabes a partir de 1967, após a reconquista da cidade por Israel na Guerra dos Seis Dias e apenas como arma política contra Israel. De facto, desde aquela data e nos últimos tempos com uma cada vez maior desfaçatez a partir do momento em que a “Palestina” foi aceite como membro da UNESCO em violação flagrante dos estatutos daquela organização da ONU, os Árabes “palestinianos” procuram apropriar-se de tudo o que é pertença do Povo Judeu (o Túmulo dos Patriarcas em Hebron, o Túmulo de Raquel, o Muro Ocidental, o próprio Monte do Templo, apenas para mencionar alguns e não há quem ponha cobro a este descarado roubo cultural, histórico e de território!

Ao longo destes 10 mitos acompanhou-nos a música do Matisyahu, norte-americano convertido ao Judaísmo, que com a sua música propaga uma mensagem de paz e concórdia. Acabamos com um espectáculo transmitido pelo youtube. Lembramos, como sempre, que nada nos move contra os árabes, contra os muçulmanos, ou contra quaisquer outros. O que nos move é o desejo de paz e da verdade.





O Muro das Lamentações em directo, com possibilidade de enviar uma prece, que será impressa e lá colocada: aqui.

domingo, 10 de março de 2013

MITO 9 - «O Corão descreve Jerusalém como lugar santo do Islão»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».

«O Corão não menciona Jerusalém, porque Maomé nunca pisou sequer a cidade. Jerusalém foi conquistada pelos exércitos muçulmanos em 636, após a morte de Maomé. Os Jihadistas muçulmanos afirmam que o Corão menciona "a mesquita distante" - Al-Aqsa, em árabe - e que isso é uma referência corânica a Jerusalém. Isso é uma mentira. A Mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém não tinha sido construída quando o Alcorão foi escrito, então a referência é para alguma outra (ou qualquer outra) "mesquita mais distante." Em contraste, Jerusalém é e sempre foi uma cidade sagrada para os judeus. As orações diárias dos judeus estão focados em Jerusalém. A Bíblia hebraica menciona Sião e Jerusalém um total de 809 vezes.»

quinta-feira, 7 de março de 2013

MITO 8 - «Os judeus têm escassa ligação histórica com Israel»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».

Os judeus viveram continuamente na terra de Israel por mais de 3000 anos, os árabes chegaram através de múltiplas invasões, a partir do século VII. No ano 70, quando a civilização judaica contava mais de 1000 anos, os romanos forçaram a maioria dos judeus da Judéia e Samaria (Cisjordânia agora) ao exílio. Até o final do século XIX, a maioria da população de Jerusalém era judia.



quarta-feira, 6 de março de 2013

MITO 7 - «Israel comete crimes de guerra por matar civis»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».

Esta é a GRANDE MENTIRA, vinda como vem de alguns palestinianos que fizeram dos ataques terroristas contra civis a sua arma de eleição. E que consideram os bombistas suicidas como mártires e heróis nacionais.

A Faixa de Gaza foi base para 7,000 ataques com rockets contra escolas e cidades em Israel antes de os israelitas responderem, em 2007. Durante os ataques aéreos de Israel contra bases de lançamento de mísseis em Gaza houve uma morte de civis para cada 30 terroristas. Por outro lado, um estudo de 2001 pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha concluiu que a proporção de morte de civis para a de militares nas guerras travadas desde meados do século XX tem sido de 10 para 1 - 10 civis mortos para cada morte de soldado. 

Em outras palavras: as acções de defesa israelitas fazem todo o possível para proteger os civis, o que se traduz numa escala 300 vezes maior do que qualquer outro exército nacional. Como Professor Alan Dershowitz, da Harvard Law School, observa: "Nenhum exército na História jamais conseguiu melhores resultados no preservar de vidas de civis".

De salientar que as baixas civis que Israel infelizmente não pode evitar devem-se em muito à abominável prática dos terroristas de usarem escudos humanos.


Atenção: As imagens que a seguir reproduzimos servem para exemplificar o que os terroristas chamam a «filosofia da morte». Não pretendemos com elas despertar sentimentos de rancor para com estas pessoas. Esperamos que um dia troquem o terror pela paz.
 




E os votos de que da escuridão nasça a luz:

domingo, 3 de março de 2013

MITO 6 - «Israel é a Causa do problema dos refugiados»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».



«Os palestinianos alegam que existem 5 milhões de refugiados palestinianos que fugiram de Israel durante a guerra de 1948. Isso é falso. Havia apenas 500 mil refugiados árabes da guerra de 1948 - uma guerra não provocada que o Egipto e outros quatro Estados árabes tinham lançado contra o recém-criado Estado de Israel. No rescaldo da guerra, 500.000 refugiados judeus foram expulsos dos países árabes do Médio Oriente.  

Não há refugiados judeus hoje, sessenta anos depois, porque Israel os realojou. Então por que há ainda refugiados árabes? Foram dadas biliões de dólares aos regimes árabes por Israel e pelos Estados Unidos para realojar os seus refugiados. Mas os árabes ainda estão em campos de refugiados.  

Enquanto em Israel os refugiados  judeus foram realojados, nenhum país árabe recebeu os "palestinianos", que foram confinados em acampamentos e mantidos pelos regimes árabes para despertar o ódio contra os judeus.  

A "questão" dos refugiados foi criada pelos regimes árabes como uma arma em sua guerra contra os judeus. Deve ser resolvida realojando os habitantes dos campos de refugiados na Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia) e Gaza, onde quase todos viveram toda a sua vida.»

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MITO 5 - «A vedação de segurança de Israel é 'apartheid'»

Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade», foi deitado abaixo, mas há muitas outras fontes. Nomeadamente MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

«Este mito é um verdadeiro «dois em um». 

A vedação é segurança da "Cisjordânia" é uma vedação e não um muro. 97% da cerca é feita de rede metálica (como as dos campos de ténis). Os restantes 3% são de cimento projectado, capaz de repelir ataques de franco-atiradores.

A vedação foi construída em 2003 em resposta a milhares de atentados suicidas e ataques com mísseis contra cidadãos israelitas por terroristas 'palestinos', patrocinados e armados pela Autoridade Palestina e pelo Hamas.  

A vedação foi construída para impedir a entrada de terroristas, e não de árabes.

Nos anos desde a construção da vedação, os ataques terroristas diminuíram em mais de 90%. A vedação é legítima defesa de Israel contra um agressor cruel, amoral e terrorista».




Este vídeo mostra o que descrevemos acima:



E este é mais um vídeo do Matisyahu, que tem o bónus de ser traduzido:




Nota muitíssimo oportuna do nosso amigo AM: Mais do que o direito a construir o muro, é obrigação de um Estado proteger a sua população. O muro construído por Israel, é uma versão «light» do muro feito pelo Egipto. Acresce que o muro que separa Gaza e o Egipto, é mais antigo do que o separa Gaza de Israel. Pese embora estes dois atributos, o muro feito pelos egípcios, nunca foi objecto de qualquer polémica. Mais: a maior parte dos detratores do muro construído por Israel, desconhece em absoluto a existência do muro feito pelos egípcios!!! Não obstante estar ao alcance de um click poderem confirmar que ele está lá através do Google Earth.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MITO 4 - «O Holocausto é o problema da Europa; os palestinos não tiveram nenhum papel nele»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade», foi deitado abaixo, mas há muitas outras fontes. Nomeadamente MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

«O pai do nacionalismo 'palestinano', Haj Amin Al-Husseini, planeou campos de morte para os judeus no Médio
Oriente.  

Haj Amin Al-Husseini, era um seguidor devoto de Hitler, passou a guerra em Berlim, recrutou uma legião árabe para a causa nazi e planeou a "Solução Final" para os judeus do mundo árabe. 

A Irmandade Muçulmana, que criou o Hamas e que governa Gaza, traduziu para o árabe o 'Mein Kampf' em 1930 e pediu a destruição do Estado judaico logo no seu nascimento

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

MITO 3 - «Os Árabes querem a Paz e um Estado na 'Cisjordânia'»

Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade» , está sob ataque informático, como acontece mais tarde ou mais cedo a quem enfrenta as forças do Mal.

NOTA: A "Cisjordânia" é o nome dado pelos anti-semitas à Judeia e Samaria, a terra, respectivamente, dos judeus e dos samaritanos (que também professam a religião judaica.


«Os países árabes rejeitaram a paz e um Estado na Cisjordânia, primeiro em 1948, quando foi oferecido a eles pela ONU e, em seguida, em 2000, quando lhe foi oferecido pelos presidentes Clinton e Barak. Em 1949, a 'Cisjordânia' e a Faixa de Gaza, que a ONU havia designado como uma pátria para os árabes, foram anexados, respectivamente, pela Jordânia e pelo Egipto. Quando a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) foi formada em 1964 a liderança da OLP declarou que seu objectivo era "empurrar os judeus para o mar". Hoje a "libertação da 'Palestina' do rio ao mar" ainda é o objectivo do Hamas e da Autoridade Palestina (AP). A guerra no Médio Oriente é sobre o desejo das nações árabes e muçulmanas de destruir Israel, não é sobre o desejo de um Estado 'palestino'.

1,4 milhão de árabes a viver em Israel com direitos civis que são a inveja do mundo árabe. Árabes israelitas votam nas eleições de Israel, têm representantes no Parlamento israelita, assento em tribunais israelitas e no Supremo Tribunal de Israel, e servem como professores efectivos em escolas e universidades israelitas. Os cidadãos árabes de Israel têm mais direitos, e desfrutam de mais liberdade, educação e oportunidades económicas do que os habitantes de qualquer país árabe ou muçulmano.»

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

MITO 2 - «Israel pratica o Apartheid»




Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade» (actualmente inactivo). 

«O termo Apartheid refere-se à segregação de grupos com base na etnia ou raça, e à negação de direitos civis básicos para o grupo segregado. 
Não há essa separação em Israel. Aos árabes são concedidos todos os direitos civis sob a lei israelita, que proíbe a discriminação com base em raça, credo ou sexo. 
Os Árabes participam plenamente na sociedade israelita e no governo. Os cidadãos árabes de Israel votam nas eleições nacionais, têm representantes no Parlamento israelita, assento nos tribunais israelitas e no Supremo Tribunal de Israel, e servir como professores efectivos de ensino em faculdades e universidades israelitas. 
Os cidadãos árabes de Israel têm mais direitos, e desfrutam de mais liberdade, educação e oportunidades económicas do que os árabes de qualquer Estado Árabe.»

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MITO 1 - «Israel ocupa a Palestina Árabe»



Fiéis à máxima de que «uma mentira mil vezes repetida para por verdade», alguns detractores de Israel têm construído uma narrativa falsa, composta de mitos destinados a ludibriar a opinião pública. Vamos desmontar os 10 mitos mais comuns, um por um, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».


«Esta é uma reivindicação genocida feita pelos grupos pró-árabes. É genocida porque oblitera o Estado Judaico. Se Israel é realmente "Palestina ocupada", então não há nenhum estado legítimo no  Médio Oriente. 
No tempo dos Romanos já os Filisteus estavam extintos. Outrora haviam habitado a região em torno do Jordão (de Filisteus vem o nome "Palestina"), mas nunca houve uma entidade política - nem uma província ou um Estado - chamado "Palestina" e ninguém falava em tal coisa até bem depois de as Nações Unidas terem reconhecido a independência de Israel - e da Jordânia - em 1948. 
O território em que Israel foi criado pela ONU também foi usado pelas potências coloniais para criar Síria, Iraque, Líbano e Jordânia. Era terra que tinha pertencido à Turquia por 400 anos. Os turcos não são "palestinos" e não são sequer árabes.

Nunca houve um país árabe chamado "Palestina" ou habitados por "palestinos".
 
Antes da criação da Organização de Libertação da Palestina, em 1964, 16 anos após o nascimento de Israel, nenhuma entidade político árabe foi chamado por esse nome. 





Nota do nosso amigo João Monteiro

Os Filisteus já não existiam no tempo dos Romanos nem alguma vez habitaram a região em torno do Jordão. Eram um povo originário da área do mar Egeu, nomeadamente de Creta, portanto, europeu, que migrou para a parte sudoeste de Canaã e se fixou na área que hoje corresponde sensivelmente à Faixa de Gaza. Neste território fundaram as cidades de Gaza, Gath, Ashdod, Asquelon e Ekron. Após o Êxodo do Povo Judeu do Egipto para Canaã, os Filisteus foram um constante e feroz inimigo dos Israelitas mas nunca prevaleceram contra estes e acabaram por desaparecer no decurso da História. A relação entre os Romanos e os Filisteus (estes já tinham desaparecido vários séculos antes daqueles terem conquistaram a Terra de Israel) é apenas esta: após a vitória dos Romanos sobre os Judeus na Segunda Revolta Judaica em 135, O Imperador Adriano alterou o nome da Terra de Israel (as províncias da Judeia, Samaria e Galileia) para Siria Palestina com o objectivo claro da erradicação do nacionalismo judaico e de humilhar o Povo Judeu ao associar a Terra de Israel ao povo antigo e feroz inimigo de Israel, os Filisteus de onde a palavra “Palestina” deriva, procurando eliminar da terra todos os traços da sua herança histórica judaica (curiosamente, o mesmo que os Jordanos procuraram fazer quando dominaram a parte oriental de Jerusalém de 1948 a 1967, e os Palestinianos procuram fazer agora). O nome latino de Palestina acabou por ficar ligado à Terra de Israel e tem origem na palavra hebraica “peleshet” (cuja raiz é “palash”, um termo genérico para “movimento” ou “migração”) nome pelo qual os Israelitas conheciam os filisteus que tinham vindo do mar e fazia referência a essa sua origem. Este nome de Palestina foi retomado e institucionalizado pelos Britânicos após o derrube do Império Otomano em 1917 e, finalmente, aproveitado pelos Árabes da região a partir de 1967 para a criação do seu estado de ficção, como lhe chamou Golda Meir.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Não me ocorre...

Camarões: Sete franceses raptados: o rapto foi feito por "um grupo terrorista conhecido", da Nigéria.

Terá sido um grupo Budista? Católico? Judaico?  Protestante? Ateísta? Bahá'í? Hare Krishna? Xintoísta? Agnóstico? Anglicano? Gnóstico? Rosacruciano? Martiniano? Mórmon? Ebionita? Racionalista Cristão? Espírita? Hinduísta? Rastafari? Umbandista? Candomblecista? Confucionista? Taoista? Do Santo-Daime? Teosofista? Dos milhares de religiões e filosofias existentes no mundo, parece-me que há uma que tem por hábito raptar pessoas (e matar, e torturar, e etc.). Mas não me ocorre agora... 

 (Só ontem, só mortos foram 11, e é todos os dias assim)

Curiosamente, não encontro a notícia no infeável Al-Público, que em compensação muito se espanta por um país em guerra  guardar para si informações confidenciais  de interesse militar, para protecção dos seus cidadãos - e dos enxames de terroristas que por lá circulam, aproveitando as liberdades da única democracia do Médio-Oriente. Talvez Israel devesse convocar os terroristas e dar-lhas em dossiers de capinha verde, com a cara do Bin Laden ou do Arafat.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

5 euros por dia em gelados! HORROR!

5 euros por dia gasta a família do Primeiro-Ministro de Israel gasta em gelados. Ó horror! Não deve haver nada mais grave para se noticiar, do que quatro pessoas gastarem essa quantia em gelados... Ainda hoje foram raptados mais sete estrangeiros na Nigéria. Certa Imprensa interessa-se por trivialidades, sempre para o mesmo lado, e não faz uma informação fidedigna sobre questões mais sérias. É mais fácil, por exemplo, mostrar funerais de crianças muçulmanas sem mencionar que são usadas como escudos humanos e bombistas suicidas.


As imagens contêm alguma violência, infelizmente, mas ilustram o que afirmamos:




sábado, 16 de fevereiro de 2013

O David da Verdade contra o Golias do ódio


O artigo mantém-se em alta, em grande destaque, e quem o lê, neste jornal e nos jornais ao redor do mundo, olha para a imagem a e fica a pensar que Israel  lá «assassinou» mais duas crianças.

Israel continua a ser o pequeno David, que luta contra o poderoso Golias da desinformação, ou da informação truncada. Para não dizer pior.

Israel é uma nação democrática e respeitadora das leis internacionais e dos Direitos Humanos. E está cercada e infiltrada por terroristas que não hesitam em mandar os filhos fazer-se explodir em nome de uma ideia de exclusivismo religioso e ódio aos «infiéis». É muito triste mas é verdade.

Quando os bombistas suicidas matam crianças israelitas não há consternação alguma. Há até em alguns casos alegria, como a desta jovem que se alegra ao saber que em vez de 3 crianças morreram 8 no atentado que coordenou. Aí  não há World Press Photo que se interesse.


As imagens contêm alguma violência, infelizmente, mas ilustram o que afirmamos:


É Israel que mata crianças ou são os pais que as educam para se fazerem explodir? Além das que são usadas como escudos humanos (ver post anterior).


Como se ensina o ódio:



Como nos programas infantis se ensina as crianças a odiar os judeus:


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Escudos humanos até dão prémios!

Os «palestinianos» usam escudos humanos sempre que Israel se farta de bombardeamentos e atentados e resolve ripostar contra instalações militares dos terroristas. Usam sobretudo crianças. que também são ensinadas a «amar a morte como as outras pessoas amam a vida».  E as fotografias ainda ganham concursos.

As imagens contêm alguma violência, infelizmente, mas ilustram o que afirmamos:




 




Uma nota importantíssima do amigo João Monteiro:  

Sobre este assunto, aconselho o artigo de Giulio Meotti “Western Journalism Awards Palestinian Arab Terrorists” em http://www.israelnationalnews.com/Articles/Article.aspx/12886#.USVTpaXIa39 

Gostaria apenas de acrescentar o seguinte: Os media ocidentais continuam a legitimar o sacrifício das crianças de um povo no “altar” do deus Alá, numa suposta luta contar a “injustiça” da “opressão” do “pérfido” Israel, glorificando os perpetradores e demonizando as vítimas, dando aso ao profundo sentimento de antissemitismo que os move e são premiados por isso. De facto, os “palestinianos” usam as suas crianças, mesmo as da mais tenra idade, como escudos humanos na luta sem quartel que lançaram ao Povo Judeu e educam-nas desde cedo no ódio e a tornarem-se bombistas suicidas. É repugnante vermos mães a demonstrarem o seu orgulho pela oferta dos seus filhos neste “altar” da “causa de Alá” e como esse é o principal objetivo e dever da sua maternidade. Claro que os palestinianos há muito que perceberam como apelar ao “sentimento” do Ocidente com estas encenações. Usam as crianças tanto na vida, como na morte, apenas como objeto útil de arma de arremesso contra Israel! No entanto, aqui na Europa e nos Estados Unidos, tudo isto é branqueado e querem fazer-nos crer que é Israel o responsável por toda esta barbárie. Esta prática hedionda e bárbara do sacrifício de crianças era já habitual nos povos cananeus da antiguidade, vizinhos dos Israelitas, que as ofereciam a Moloch, prática essa que era abominável a Deus, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Israel) que a condenou (ver Deuteronómio 18:10-12). Mais de três mil anos depois, veja-se em que estado está a condição humana…

POST-SCRIPTUM: A FOTO AFINAL FOI MAIS UMA ENCENAÇÃO PALYWWODESCA!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

'Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém'

«Da mesma forma, na cerimónia de casamento, o noivo parte um copo em sinal de pesar pela destruição dos dois Templos e recita os versículos 5 e 6 do Salmo 137: Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria.2 Sião, um dos montes de Jerusalém, o símbolo e sinónimo da cidade e até da Terra de Israel, continuou a dar inspiração à vontade indomável de independência e liberdade do Povo Judeu.»

in Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes - Parte 1, por João Monteiro


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Grandes cabeças...

Escreveu para aqui uma enxurrada de lugares comuns uma leitora que sofre da síndrome do politicamente correcto. To cut a long story short, a tese é: na questão do conflito israelo-árabe, estar de um lado ou de outro é apenas uma questão de opinião. 

Para que nos entendamos, vamos a um exemplo simples e claro como água:


Na Segunda Grande Guerra, e nessa ordem de ideias, os nazis foram tão bons quanto os Aliados. E os Aliados naturalmente que foram tão maus como os nazis e seus apaniguados.

Os ingleses, os americanos, os franceses, os belgas, os israelitas, os mexicanos, os australianos, e tantos outros que pereceram no conflito a lutar contra o Hitler, estarão então moralmente ao mesmo nível das SS, da Gestapo e dos outros monstros todos!

Grandes cabeças estas...

E que tal, por exemplo, equipararmos os tibetanos, vítimas de genocídio por parte do Partido Comunista Chinês, aos torcionários que os abatem como animais? Imagino que se os tibetanos batessem o pé aos chineses e os vencessem, passariam a ser tão demonizados quanto os israelitas...

Poderíamos estar aqui até à noite a enumerar conflitos em que houve e há agressores e agredidos.

Em Israel temos uma nação que desde o início que quer a paz e a solução de dois Estados, e uma aliança árabe que desde o início ambiciona apenas a extinção dos Judeus e a ocupação total da sua terra. Israel é uma parcela ínfima do Médio-Oriente e ainda mais do mundo árabe. Israel tem cedido terra em troca de paz, apesar da guerra sem tréguas que lhe movem. Os «palestinianos», essa nacionalidade inventada nos anos sessenta do século XX, não têm entre os seus apoiantes quem lhes dê um palmo de terra. É Israel que eles querem, até ao último milímetro quadrado.

Quem no Mundo Livre apoia o Hamas, o Hezbollah, a Al-Qaeda e outras organizações terroristas, quem apoia o fundamentalismo islâmico e conspira contra a democracia, deve, urgentemente, e por uma questão de coerência, deixar o mundo democrático que odeia e juntar-se aos seus irmãos de fé. Reitero que se trata de traidores, que, como os neo-nazis, usam a liberdade democrática para combater a Liberdade e a Democracia.

Só grandes cabeças não entendem isto. Se vivessem em Israel e tivessem que conviver diariamente com os bombistas suicidas, os atentados, os snipers, os bombardeamentos, as guerras movidas pelo mundo árabe em peso, depressa mudariam de opinião. Se o Eixo do Mal triunfar e Israel deixar de ser o tampão que se opõe à expansão do terrorismo islâmico, depressa compreenderão.

Dizer as coisas assim, claramente, não é deixar de ser contra o ódio e pela paz para todos. Não é por falar através de eufemismos e floreados que se é mais pela paz.