Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
É muito popular entre nazis, bandalhos e imbecis, a criminosa alegação de que "os judeus se fizeram massacrar no Holocausto para terem um pretexto para roubar a terra aos 'palestinos'".
A ex-candidata presidencial, ex-militante do MRPP e avençada do nazi George Soros, (que controla 1/3 do parlamento Europeu), a inefável Ana Gomes, anda pelas televisões a fazer uma acusação análoga: a de que Israel é que criou o grupo islamista e nazi Hamas (defendendo assim, implicitamente, o Massacre de 7 de Outubro)!
Professor desmascara a hipocrisia dos movimentos de esquerda e explica por que eles protestam contra Israel enquanto se omitem em relação ao massacre de cristãos no Oriente Médio.
Esse flerte de nossa esquerda com o islamismo radical é algo impressionante, e mostra como o fanatismo pode unir grupos distintos pelo ódio comum ao "imperialismo estadunidense", ao qual #Israel é sempre associado. Saiba mais em: http://goo.gl/jq4BMn
Emmanuel Macron diz que nova lei da imigração é "um escudo" de que França precisa: "Há um problema de imigração neste país"
Emmanuel Macron defende lei da imigração, que Le Pen reclamou como "vitória ideológica". Macron reconhece pontos que não o "entusiasmam", mas diz que respostas não podem ser apenas da extrema-direita.
Os vídeos que mostram a realidade do Islão não costumam durar muitos dias no Youtube.
Isto é o que acontece quando se junta um QI baixíssimo com uma ideologia supremacista e bárbara. Para o Islão, "o sangue as propriedades dos infiéis são pertença dos muçulmanos" (ver vídeo no final deste post). De modo que estas atitudes são vistas como normalíssimas. Eles estão cá para nos conquistar, escravizar e matar:
Muçulmano na Holanda urina na seção de carne de porco do supermercado, ““Nós não comemos carne de porco!”
A islamofobia nunca acabará?
Migrante muçulmano na Holanda URINA na seção de carne de porco de um supermercado enquanto o migrante que o filma diz “Nós não comemos carne de porco”.
A mocidade extrema-esquerdista que anda aí a berrar "Palestina Livre", não tem paciência, capacidade ou honestidade intelectual, para querer saber a verdade.
Os mitos antissemitas mudam consoante as épocas.Na Idade Média acusava-se os judeus de espalharem a Peste Negra. A Inquisição acusava-os de deicídio. Os soviéticos acusavam-nos de serem agentes do Capitalismo. Os nazis acusavam-nos de serem agentes do Comunismo. Os muçulmanos sempre os acusarem de serem porcos e macacos sob forma humana.
Hoje, a frente unida Comunismo-Islamismo, acusa os judeus de roubarem a "Palestina", uma nação que NUNCA existiu.Para antissemitas de má-fé, qualquer narrativa serve.
Bandeira do Mandato Britânico da Palestina no Larousse de 1939 (note a Estrela de David).
Nunca existiu um lugar chamado Palestina, nem um povo chamado Palestino.
Houve a província romana da Síria Palestina do início do século II ao final do século IV EC. Foi assim chamada para obscurecer a natureza judaica da região. A sua capital era a Cesareia Marítima, na Judeia.
Após a Primeira Guerra Mundial e o colapso do Império Otomano, os vencedores estabeleceram mandatos para serem governados pela Grã-Bretanha e pela França até que a Palestina, o Líbano, a Síria, o Iraque e a Transjordânia pudessem ser auto-sustentáveis. A Palestina seria uma pátria para os judeus, o Líbano para os cristãos e os outros seriam muçulmanos.
Durante o mandato, a população árabe duplicou pela imigração de países vizinhos. A migração judaica foi dificultada pelos britânicos e pelo líder árabe local, Haj Amin al-Husseini. Os britânicos deram-lhe o título de Grande Mufti de Jerusalém, mas o seu coração estava em Berlim. Ele era um nazi.
Aliados: Hitler e o "Grande Mufti" Haj Amin al-Husseini
O Mufti lançou pogroms contra os judeus do Médio Oriente entre as décadas de 1920 e 1940. Ele passou a Segunda Guerra Mundial na Alemanha, onde criou a 13ª Divisão de Montanha Waffen Muçulmana da Bósnia da SS Handschar. Ele interveio pessoalmente para enviar 4.000 crianças judias húngaras para as câmaras de gás.
Ele tinha a permissão de Hitler para estender o Holocausto ao Médio Oriente assim que os exércitos de Rommel expulsassem os britânicos, mas Rommel foi derrotado em El Alamein, a oeste do Cairo.
O "Grande Mufti" e as tropas nazis-muçulmanas.
Se o mandato dos árabes tinha alguma característica unificadora, era como colaboradores e simpatizantes nazis. Eles recusaram ser governados por Dhimmi (infiéis) britânicos ou judeus.
A partir da década de 1920, apenas os judeus foram chamados palestinos. Os árabes foram identificados com as suas famílias, tribos ou local de origem.
Em 1964, a União Soviética planeou uma campanha de propaganda magistral para diminuir a influência do Grande Satã. Eles criaram a Organização para a Libertação da Palestina. Eles simplesmente renomearam Israel como “Palestina” e todos os árabes que lá viviam como “Palestinos”. Yasser Arafat, um egípcio tornou-se palestino e presidente da OLP.
Bucareste, 1974: o terrorista egípcio Arafat e o ditador comunista Ceasescu.
O seu modus operandi era o terror para trazer sua mensagem para o centro das atenções. Explodiu aeroportos, sequestrou aeronaves, assassinou tripulantes e passageiros, atacou um navio de cruzeiro, massacrou atletas olímpicos e atacou postos diplomáticos. O seu principal alvo era Israel, o pequeno Satanás, e prometeu “atirar os judeus todos ao mar”.
Como eram na sua maioria jordanos, a OLP tentou assumir o controle do Reino Hachemita. No que ficou conhecido como Setembro Negro, os jordanos mataram milhares de combatentes da OLP e expulsaram o resto.
Deveria ter sido inconcebível que Israel concordasse com os acordos de Oslo de 1993-95 com a OLP. Israel e o Ocidente acreditavam que poderiam alcançar a paz se a OLP conseguisse algumas terras para chamar de suas. Arafat garantiu aos seus apoiantes que o acordo com Israel era como a traição do Profeta contra os judeus coraixitas. Todos ouviram, mas acreditaram que a OLP iria mudar: – não mudaram.
Se o povo a que hoje chamamos palestinos algum dia tiver um Estado, isso será graças à generosidade de Israel. O que o 7 de Outubro ensinou a Israel é que as suas fronteiras nunca devem ser inseguras. As manifestações islâmicas em todo o mundo deveriam servir de aviso às nações ocidentais de que também elas estão a ser alvo.
7.Pode citarpelo menos umlíder palestinoantes deArafat?
8.APalestina alguma vez foi reconhecida comoum país cujaexistência, entãoou agora, não deixa margemainterpretação?
9.O queera a línguada Palestina? 10.Qual eraa religião predominanteda Palestina? 11.Qual era o nomede sua moeda? Escolhauma dataqualquerna história ediga qualeraa taxa de câmbioda moedapalestinianaem relação ao dólardos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ouaoyuanchinês na referida data. 12.E, finalmente,dadoque este paísnão existe actualmente, queé o que causouo seu desaparecimentoe quando éque ocorreu? Você que lamenta o"afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f,quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?
Zion Karasanti, Yitzhak Yifat e Haim Oshri, junto ao Muro das Lamentações, em Jerusalém, após a libertação pela Guerra dos Seis Dias, em 7 de Junho de 1967, à esquerda; e 40 anos mais tarde, a 16 de Maio de 2007.
Israel está a sacrificar os seus jovens para salvar vidas de "civis" que elegeram o Hamas, celebraram a chacina e participaram activamente nela. Mesmo assim, o Mundo quer obrigar Israel a um "cessar-fogo"!!!
Nenhum Exército do Mundo observa os padrões morais das Forças de Defesa de Israel. Mesmo assim, o Mundo exige que Israel não reaja aos ataques terroristas e deixe chacinar a sua população.
A proporção de vítimas civis versus combatentes em Israel é a melhor do mundo.
Muitas pessoas não sabem que a Guerra da Independência de Israel em 1948 durou quase 10 meses. A actual guerra de Israel contra o Hamas, que foi apelidada de Segunda Guerra da Independência de Israel, está agora no seu terceiro mês. A maioria dos analistas militares acredita que serão necessários pelo menos mais três meses para terminar o trabalho.
Parte da razão pela qual Israel está agora a travar a sua terceira grande guerra terrestre contra o Hamas é que nunca lhe foi permitido completar a tarefa em 2008 e 2014. No entanto, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse na semana passada: “Quero que [Israel] se concentre em como salvar vidas de civis – não parar de perseguir o Hamas, mas ter mais cuidado.” As manchetes dizem coisas como “EUA querem que Israel reduza a escala de ataque em Gaza.”
Dezenas de milhares de palestinos do norte da Faixa de Gaza caminham por um corredor humanitário até à segurança do sul de Gaza, 10 de Novembro de 2023. Foto de Majdi Fathi/TPS. (Fonte: JNS)
Isso é inaceitável. Israel tem de ser autorizado a fazer o que tem de fazer para sobreviver. Caso contrário, as ameaças do Hamas de repetir o massacre de 7 de Outubro irão, Deus me livre, concretizar-se.
Nenhum Exército no mundo faz mais do que o de Israel para proteger os civis. Os soldados literalmente sacrificam as suas vidas para fazer isso. Evitar baixas civis é ainda mais difícil porque o Hamas sabe que as Forças de Defesa de Israel (FDI) são um exército humano. Assim, o Hamas utiliza rotineiramente escudos humanos. No entanto, o “rácio de baixas civis” das FDI – o rácio de baixas civis vs. baixas de combatentes – é o melhor do mundo.
A proporção de vítimas civis dos EUA na Segunda Guerra Mundial foi de aproximadamente 2:1. Isso significa que para cada combatente morto, dois civis morreram. Na Guerra do Iraque, estima-se que entre 2003 e 2023 aproximadamente 174.000 civis foram mortos contra 39.900 combatentes. Isso é próximo de 4,5:1. A Guerra do Iraque foi semelhante em muitos aspectos à actual guerra de Israel contra o Hamas. No entanto, o rácio de baixas civis de Israel em Gaza é muito melhor do que o dos EUA no Iraque. No máximo, é cerca de 2:1 se aceitarmos números provavelmente inflacionados do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
Os EUA fariam bem em imitar a abordagem de Israel aos civis localizados em zonas de combate, especialmente em áreas urbanas. Ninguém quer ver civis morrerem na guerra, mas apontar Israel por uma suposta indiferença às vidas de civis é injusto e baseado em mentiras.
Israel tem muito trabalho pela frente. A guerra dos túneis, em particular, é o tipo de guerra mais difícil de travar. Mas Israel está a fazer progressos constantes. No devido tempo, se Deus quiser, será vitorioso. A pressão da América não ajuda. Deixem Israel terminar o trabalho.
"NÓS OS ÁRABES, ESTAMOS MUITO PREOCUPADOS COM OS NOSSOS IRMÃOS EM GAZA. MAS NÃO O SUFICIENTE PARA OS TRAZERMOS E SALVAR-LHES AS VIDAS" - Elder of Zyion.
Médicos sem Fronteiras, Cruz Vermelha, ONU, etc., - todos ajudam!
Para as redes sociais e para a Velha Imprensa, tudo quanto venha do Estado democrático de Israel (o mais escrutinado do mundo) é mentira, e tudo quanto venha dos terroristas do Hamas é verdade e dispensa quaisquer averiguações.
Alguns exemplos:
A linda menina que "os malandros dos judeus mataram em Gaza", não morreu (felizmente), nem vive em Gaza, nem tem nada a ver com esta guerra - é uma menina russa e está bem de saúde, graças a Deus:
O heróico menino "palestino" que foi "assassinado pelos malandros dos judeus em Gaza", é apenas uma cena do filme "Kingdom of Ants", reciclada pelo Hamas para efeitos de propaganda:
Aqui, infelizmente, é uma meia verdade, pois as crianças retratadas estão em sofrimento. Mas a imagem é do governo do Iémen e nada tem que ver com Israel -mas, como não há judeus para culpar, ninguém no mundo se interessa minimamente por estas crianças:
Aqui, desgraçadamente, outra meia verdade. Esta criança foi abatida, sim, mas por terroristas islâmicos, no Iémen, em 2020 - e nada teve a ver com Israel:
Aqui, temos um vídeo que correu as televisões do mundo, de um menino que foi detido pelas forças policiais em Israel (certamente por ter ajudado uma velhinha a atravessar uma rua). O menino queixou-se de que "os malandros dos judeus o magoaram na mão", mas, por milagre de Alá, a dor passou assim que as câmaras começaram a afastar-se:
Outro poster de propaganda que tem levado as multidões antissemitas ao rubro do ódio: "numa casa em ruínas, uma pobre mãe foge dos malandros dos judeus com o filhinho ao colo".
Na verdade, a imagem é da Síria e já tem 2 anos. Mas as crianças que sofrem a perseguição do governo sírio ou dos terroristas que actuam no país, não despertam a falsa compaixão de ninguém:
Mais crianças mortas, para alimentar o velho mito antissemita de que "os judeus matam crianças". Só que a foto foi publicada em 2019 e refere-se a um ataque terrorista islâmico de uma seita rival, no último dia do Ramadão, que vitimou 5 pessoas:
Mais uma foto reciclada. Como se não bastassem os bebés-manequins que aparecem nas notícias e os sacos de cadáveres falsos, a propaganda antissemita vai buscar fotos de crianças mortas, como esta, da Síria, publicada pelo National Geographic e que nada tem a ver com Israel:
Também não poderia faltar a clássica justaposição de brinquedos e casas destruídas. A foto não tem nada a ver com Gaza nem com Israel, foi publicada pela AFP em 2019. Se tivesse sido tirada pelo Nuninho Lobitinho numa casa em ruínas na Brandoa, teria um ursinho de peluche:
E, para terminarmos este triste cacharolete de propaganda nazi, nada melhor que o famoso Mister Fafo, o actor que faz todos os papéis em Gaza (até lhe chamam o Jorge Corrula de Gaza, pelo seu antissemitismo, talento e versatilidade).
Vai uma destruição e um caos tão grande em Gaza, a perseguição das Forças de Defesa de Israel aos civis é de tal monta, que o nosso actor fez umas férias no Qatar e regressou a Gaza, carregado de prémios e presentes, parafazer mais propagandas:
Como seria bom que os jornalistas voltassem a fazer jornalismo, em vez de fazerem propaganda a favor de quem lhes paga...
O que passa nas televisões e nos jornais, o que circula na Internet sem ser verificado pelos famosos "verificadores de factos" é esta nojenta propaganda nazi.
E ainda há quem diga que "os judeus controlam a informação"...
Alguns posts sobre a propaganda islamonazi na guerra em curso: