segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Massacre de Jersey: Conexão Islâmica/Supremacista Negra

Na sequência de:

Novo massacre de judeus em Jersey, EUA

Jersey: Afro-americanos festejam massacre de judeus



 TERRORISTAS DE JERSEY, INSTIGADOS PELA "NAÇÃO DO ISLÃO", PLANEAVAM MATAR 5O CRIANÇAS JUDIAS NA YESHIVA* LOCAL.

Os media culpam Trump por tudo. Mas quando um queridinho da Esquerda está por trás de um assassinato em massa - nem piam!

     O terrorista Anderson ouvia continuamente gravações em áudio do antissemita Louis Farrakhan.


 Os terroristas David Andetosn e Francine Graham.


     O tema permanente das conversas de Anderson era como a sua era a única fé verdadeira, enquanto as outras - especificamente o Catolicismo e o Judaísmo - eram falsas.
* Uma yeshiva é uma escola religiosa judaica, o equivalente a um seminário, para quem tem formação cristã, como nós.


Louis Farrakhan é um admirador de Hitler, apela regularmente a que os gays sejam decapitados e expressa publicamente o seu desejo de que os Estados Unidos sejam completamente arrasados. Repete os libelos anti-semitas dos Protocolos dos Sábios do Sião e, especialmente por isso, é simplesmente adorado pela esquerda norte-americana, pela extrema-esquerda e pelos neo-nazis.

Terroristas de Jersey City planeavam matar 50 crianças judias na Yeshiva local

Por Yeshiva World, 13 de Dezembro de 2019:

Apenas a uma porta do Supermercado JC Kosher, palco do ataque terrorista em Jersey City, está o Cheder local, com aproximadamente 50 crianças. Muitos especularam que os terroristas tinham munições mais do que suficiente para matar algumas pessoas num supermercado, e temiam que o alvo pretendido fosse a escola.

Esse medo passou a confirmação na manhã de sexta-feira, como o presidente do município de Jersey City, Fulop, twittando:

"A minha opinião é que, à medida que forem surgindo mais informações, ficará cada vez mais claro que o alvo eram as 50 crianças na Yeshiva que fica pegada a essa loja. Nós nunca saberemos 100%, mas a porta para a yeshiva estava a 3 pés de distância e o terrorista vai nessa direcção primeiro.

É uma tragédia horrível, mas mesmo na escuridão e com vidas perdidas, há alguma luz porque, sem dúvida, a bravura/resposta rápida da Polícia evitou que as pessoas tivessem ficado encurraladas na loja, pois poderia ter sido muito pior. ”
Nos vídeos pode ver-se as imagens dos terroristas captadas pelas câmaras de segurança :




As investigações vão desvendando a conexão entre islamistas e supremacistas Negros em mais este massacre dirigido a judeus nos Estados Unidos:

Ahmed A-Hady, muçulmano de Nova Jersey, preso em conexão com assassinato em massa no mercado judeu em Jersey City

Ahmed A-Hady foi preso quando as autoridades expandiram a sua investigação sobre o ataque na cidade de Jersey City, agora visto como um acto de terrorismo doméstico. Pouca ou nenhuma cobertura da Imprensa, é claro...  
Ahmed A-Hady, 35 anos, de Keyport, foi encontrado na posse de 10 armas ilegais e 400 cartuchos de munição.

    USA Today: Um operador de uma loja de penhores foi preso por uma acusação de posse ilegal de armas e uma carrinha foi apreendida numa cidade a 16 quilómetros de distância, enquanto as autoridades expandem a investigação sobre a violência na cidade de Jersey City, na semana passada, agora vista como um acto de terrorismo doméstico.

    A carrinha branca recuperada na cidade de Orange em Nova Jersey, a 16 quilómetros a noroeste de Jersey City, está a ser examinada em busca de evidências relacionadas com o ataque que deixou seis pessoas mortas, incluindo os atiradores, informou o FBI. A carrinha não é a da U-Haul que os assassinos levaram para o local.

    Também neste sábado, Ahmed A-Hady, 35 anos, foi preso por posse ilegal de uma arma de fogo. O Procurador dos EUA, Craig Carpenito, disse em comunicado que o FBI apreendeu várias armas e mais de 400 cartuchos de munição durante buscas no local de trabalho e na casa de A-Hady.


Adeptos do grupo supremacista Negro "Hebreus Israelitas Negros".


A seita Nação do Islão e a seita Hebreus Israelias Negros primam por um antissemitismo visceral. São mutuamente exclusivas, pois, segundo o Islão, os judeus são as piores das pessoas e só merecem a morte, enquanto que segundo a seita Hebreus Israelitas Negros, são eles os "verdadeiros judeus". Duas ideologias incoerentes e uma colaboração incoerente entre as duas - que o ódio comum justifica.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Derrota estrondosa de Corbyn, promotor da jihad e da islamização

Nos Jogos Olímpicos de 1972, um comando terrorista "palestino" assassinou 12 atletas israelitas, após as habituais torturas, que envolveram castração, arranque de olhos e outras costumeiras práticas islâmicas.

Este post fica arquivado na nossa secção:

 Reino Unido
Vale a pena visitá-la. Tem leitura para muitas horas, e a televisão não lhe mostra nada disto!

O comunista, pró-islamista, pró-jihadista, antissemita,  defensor de pedófilos, Jeremy Corbyn, chegou à liderança do Partido Trabalhista com o apoio da comunidade muçulmana do Reino Unido, dos velhos comunistas e dos jovens ignorantes e facilmente manipuláveis.
Ao longo destes anos temos ilustrado com alguma regularidade o declínio do Reino Unido sob o poder crescente da extrema-esquerda e dos colonos muçulmanos.
Mostrámos os ataques terroristas jihadistas; mostrámos os gangues de estupro de crianças (1 milhão de crianças estupradas pelos muçulmanos em 10 anos, perante o silêncio das autoridades); mostrámos os colonos muçulmanos a destruirem o país e a espancarem cidadãos totalmente impotentes, pois se se diz ou se se faz alguma coisa é-se "racista"; mostrámos as pessoas despedidas por de alguma forma poderem eventualmente ter melindrado muçulmanos; mostrámos as ruas tomadas por hordas de comunistas e muçulmanos urrando vivas ao Islão e morte aos judeus; mostrámos tudo isto e muito, muito-muito-muito mais.
Sob a invasão muçulmana, e com Sadiq Khan, muçulmano seguidor do ISIS, eleito mayor de Londres,  a capital do Reino Unido tornou-se a capital mundial dos ataques à facada e com ácido, questionar o terrorismo islâmico passou a ser proibido, e pregar o Cristianismo passou a ser motivo para prisão:


Felizmente nestas eleições (e apesar do voto islâmico), Jeremy Corbyn, antissemita, comunista, apoiante da jihad e da islamização da Europa, foi derrotado! Os jornaleiros e os comentadeiros políticos, o Sistema, em suma, choram baba e ranho!

Eleições na Grã-Bretanha: um bofetada memorável para o antissemita Corbyn


No comando do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn sonhava com um Reino Unido esquerdista e abertamente "anti-sionista". Ele recusou pronunciar-se sobre o Brexit e permitiu que o Partido Trabalhista desenvolvesse um antissemitismo fétido. Corbyn agora está de saída: Boa Viagem !!


Os comentários sobre esta derrota estrondosa estão por toda parte na Imprensa, e fala-se muito sobre os problemas causados ​​pela neutralidade de Corbyn no Brexit.
 
O que me interessa hoje é lembrar como este antissemita deixou o seu partido desintegrar-se e permitiu que um antissemitismo fedorento o invadisse. 
Aqui está um trecho de um excelente artigo publicado há alguns dias no Le Monde:
 
"Eles estão reunidos nesta manhã de domingo para o lançamento do livro Forced Out ("Expulsos") e o documentário com o mesmo nome, que trata das demissões de membros judeus e não judeus do Partido Trabalhista, alegando estarem traumatizados pelo antissemitismo no partido."
 
“… Uma dúzia de ex-membros do Partido Trabalhista, judeus, como Dany Louise, vereadora em Hastings, ou Dame Louise Ellman, ex-deputada, mas também não-judeus como Joan Ryan e Ian Austin, também ex-deputados, explicam-nos porque foram forçados a desistir do seu compromisso político. As palavras são duras, os testemunhos comoventes. Assédio online, parlamentares e conselheiros acusados ​​de serem "sionistas", colegas de partido "intoxicados de ódio anti-Israel", no caso de Dame Louise Ellman, o partido a persegui-la continuamente para ela prestar contas sobre a política israelita. A deputada, que estava no cargo desde o final dos anos 90, renunciou em Outubro, não suportando mais ser chamada "racista".


Dame Louise Ellman


"O Comité Nacional para a Igualdade e os Direitos Humanos lançou uma investigação em Maio sobre uma possível "institucionalização" do antissemitismo no partido. As suas descobertas ainda não foram divulgadas, mas testemunhos do Movimento Trabalhista Judaico (JLM, a principal organização judaica do partido) vazaram no início de Dezembro, e isso é edificante. 
O partido deixou de ser "um espaço seguro" para os judeus "desde que Jeremy Corbyn passou a liderá-lo, tornando-o um antro de antissemitas", assegura (relatório apresentado no preâmbulo). Setenta testemunhos sob juramento foram compilados, listando uma série de abusos, incluindo essas expressões "sionista" ou "zio", usadas como insulto, que se tornaram "comuns" durante as reuniões locais do partido. A JLM, filiada no Partido Trabalhista há um século, decidiu não apoiar o partido durante as eleições. 
"Corbyn é bastante claro: ele odeia Israel, mas não odeia judeus, ele apoia o Hamas, mas não gosta de antissemitismo. O problema é que nem todos são tão sofisticados no partido", disse David Hirsch." 
Esclarecedor. Mas a Imprensa jamais dirá que Corbyn está a pagar um preço muito alto pelo seu anti-semitismo.

Linha Tubiana


Tradução livre de:

https://www.europe-israel.org/2019/12/elections-en-grande-bretagne-une-claque-memorable-pour-lantisemite-corbyn/


A 28 de Agosto de 2015, o nosso blogue deicava ao comunista/islamista/antissemita Jeremy Corbyn a postagem abaixo. Hoje festejamos a sua partida.

CAI A MÁSCARA DO ANTI-SIONISMO
Corbin e outros membros da extrema-esquerda sentem a vida vazia quando as coisas melhoram. Como já não podem protestar contra o apartheid na África do Sul, inventaram um Israel "racista", para terem que fazer.

Cai a Máscara do Anti-Sionismo
Aby Ben Cohen / JNS.org

No primeiro sábado de Setembro a selecção nacional de futebol de Israel jogar em Cardiff, capital do País de Gales, numa qualificação crucial para o Campeonato Europeu do próximo ano, em França. Como se está a tornar norma quando atletas israelitas viajam para o exterior, a equipa enfrentará protestos fora do campo, liderados por activistas que acreditam que Israel não tem o direito de competir internacionalmente.
Um dos palestrantes agendados para o comício anti-Israel fora do estádio de futebol é Jeremy Corbyn, um membro de extrema-esquerda do Parlamento do Reino Unido, eleito pela oposição Trabalhista, e, mais importante, o principal candidato na batalha pela liderança daquele partido.
Se Corbyn ganhar a corrida, desencadeada pela renúncia do ex-líder Ed Miliband, na sequência do seu fraco desempenho nas eleições gerais do Reino Unido no início deste ano, teremos um apoiante entusiástico do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) à frente de um dos mais augustos partidos de esquerda da Europa.



 Hippie velho não aprende nada

Corbyn é um padroeiro da Campanha de Solidariedade
pró-Palestina BDS do Reino Unido, que é bem conhecida pela sua orientação anti-semita e contra Israel, através das suas constantes comparações do Estado judeu com a Alemanha nazi e com a época do apartheid na África do Sul. Mas isso, sem dúvida, é o de menos.
Durante a última semana, Corbyn tem sido confrontado nos meios de comunicação sobre as suas ligações com um negador do Holocausto, sediado em Londres e activista da "solidariedade com a Palestina" chamado Paul Eisen. No passado, Corbyn defendeu Ra'ed Salah, líder do Movimento Islâmico em Israel, apesar do endosso de Salah ao libelo de sangue anti-semita e da sua afirmação de que os judeus foram avisados ​​com antecedência das atrocidades terroristas da al-Qaeda a 11 de Setembro de 2001.
Quando Salah entrou numa disputa legal com as autoridades britânicas durante uma estadia prolongada no Reino Unido, Corbyn pediu um inquérito parlamentar sobre a influência do "lobby pró-Israel" na política do governo. Esta sinistra declaração foi feita depois de o CST, um corpo profissional e altamente respeitado que lida com a segurança da comunidade judaica do Reino Unido, ter fornecido elementos de prova dos pontos de vista tóxicos de Salah ao Governo.
Agora, Corbyn é quem aparentemente vai liderar o ataque contra a presença britânica da equipa que o futebol israelita, que, ironicamente, só joga nas competições europeias porque o Estado judeu foi expulso da Confederação Asiática de Futebol em 1974, graças ao diktat da Liga Árabe no boicote a Israel.


Um bonezinho à Lenine e um amor desmedido aos ditadores 


Desde sempre Corbyn é um entusiasta de ditadores, como o agora morto Hugo Chávez na Venezuela, e o ainda vivo Vladimir Putin na Rússia, pelo que não vai incomodá-lo que o boicote árabe tenha sido imposto por alguns dos piores violadores dos Direitos Humanos da História. Na verdade, ele não vai descansar até que Israel esteja completamente isolado, e não apenas no Médio Oriente, mas em todos os cantos do globo.

Não admira, então, que uma pesquisa do jornal Jewish Chronicle de Londres revele que quase 70 % dos judeus britânicos estão "preocupados" com a perspectiva de Corbyn vir a ser o líder do Partido Trabalhista, com uma esmagadora percentagem de 83 % expressando alarme na descrição infame que Corbyn faz do Hamas e do Hezbollah como "nossos amigos."

O que é que isto nos diz? Desde logo, que a grande maioria dos judeus britânicos não estão a "comprar" o absurdo que o anti-sionismo não é anti-semitismo, e de  que estes movimentos distinguem
entre judeus e israelitas.
Grande parte da multidão que vai apoiar as estrelas de futebol de Israel será composta por judeus britânicos que expressam a sua afinidade emocional e cultural com o Estado judeu. E porque eles se atrevem a fazer isso, serão perseguidos por uma multidão latindo slogans sobre supostos crimes de guerra e supostas ideologias racistas de Israel; uma multidão liderada por um homem que aspira a tornar-se primeiro-ministro da Grã-Bretanha.


Ideias de "vanguarda": Em 1992, Corbin fechou os olhos às redes pedófilas que actuavam no seu círculo eleitoral, alegando (ele e os seus camaradas) que os pedófilos "amavam as crianças" e estavam a "libertá-las sexualmente". Ver DAILY MAIL.

Corbyn claramente não se sente excessivamente perturbado pela evidência de que anti-sionismo é anti-semitismo; quando o Jewish Chronicle lhe dirigiu uma série de perguntas, ele, em vez de pegar no telefone, como faria qualquer político que se importasse com os sentimentos da comunidade judaica, nomeou um porta-voz para responder por email.
Foi assim que os leitores ficaram a saber que "Jeremy" considera  "a negação do Holocausto vil e errada", embora em nenhum momento "Jeremy" condene qualquer dos negadores do Holocausto e e dos teóricos da conspiração (entre eles os seguidores de Lyndon Larouche, um líder americano de extrema-direita) com quem ele se tem associado. Corbyn pode tomar essa atitude relaxada porque sabe que os seus partidários consideram as acusações de anti-semitismo como uma mancha política sem importância. Este ponto de vista é comum entre os progressistas na América também.

Por outro lado, o termo "anti-sionismo", abraçam-no calorosamente, considerando-o como parte integrante da sua matriz de valores e metas progressistas, ao lado da oposição à austeridade política, do activismo ambiental, da "solidariedade" com os regimes "progressistas" no mundo em desenvolvimento, da hostilidade implacável a quaisquer acções militares levadas a cabo por governos democráticos, e assim por diante.

Apoiante confesso dos bandos terroristas Hamas e Hezbollah

Significativamente, a pesquisa do Jewish Chronicle inclui uma pergunta inteligente que os pesquisadores judaicos na América deveriam também fazer: "Como é que se sente quando um político se descreve a si mesmo como 'anti-sionista'?". O jornal revelou que "mais de 44 % dizem pensar 'sempre' que tal declaração significa realmente "anti-semita", com mais de 27 % dizendo que 'muitas vezes' acham que essa afirmação  é anti-semita na sua intenção."
"No total, quase 90 % dos judeus sentem que 'anti-sionista' é usado pelos políticos como eufemismo para 'anti-judeu'."

Devagar, devagar, assistimos à queda da máscara: o anti-semitismo tem-se disfarçado de anti-sionismo. Vimo-lo graficamente na Espanha esta semana, quando um festival de reggae desconvidou o cantor Americano-Judaico Matisyahu, depois de ele se recusar a condenar Israel. De forma encorajadora, o facto de que o festival voltou atrás depois de uma onda de protestos, restabelecendo o convite a Matisyahu, mostra que há muitos não-judeus que têm uma visão semelhante à dos judeus.

Temos de desmascarar os anti-sionistas como Jeremy Corbyn: absterem-se de ataques aos judeus enquanto judeus não é suficiente para os absolver da acusação de intolerância anti-judaica. Substituírem a palavra
"judeu" por "sionista", ou consorciarem-se com anti-semitas activos (e, em seguida, distanciarem-se deles se esses encontros se tornarem do conhecimento público), é um truque gasto, e eles até são mais espertos do que isso.
Crucialmente, entendemos que o alvo imediato dos ocidentais anti-sionistas não é Israel, mas os judeus que, nos seus próprios países, se identificam com Israel.
Antes de encerrar, eu deveria responder a qualquer leitor que se pergunte se Jeremy Corbyn poderá realmente acabar por ser o primeiro-ministro britânico. Dado que muitos especialistas estão a prever que o Partido Trabalhista se irá dividir se ele ganhar a liderança, e que o partido tem sido invariavelmente inelegível quando se inclina muito para a esquerda, é de pensar que as chances são pequenas. Mas, mesmo como líder da oposição, ele vai ganhar um púlpito com que só poderia ter sonhado há apenas uma década.

Ben Cohen, editor sénior de TheTower.org escreve uma coluna semanal para a JNS.org sobre assuntos judaicos e política do Médio Oriente. Os seus escritos foram publicados no Commentary, New York Post, Haaretz, The Wall Street Journal, e muitas outras publicações. Ele é o autor de  “Some of My Best Friends: A Journey Through Twenty-First Century Antisemitism”  (Critic Edition, 2014).

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Jersey: Afro-americanos festejam massacre de judeus

O nosso mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0:

Na sequência de:

Novo massacre de judeus em Jersey, EUA

Os terroristas David Anderson e Francine Graham.

Um gangue de terroristas racistas Negros da seita "Israelitas Hebreus Negros", atacou um supermercado judaico em Nova Jersey, massacrando quantos judeus conseguiu. A reacção espontânea dos transeuntes Negros foi festejar - e culpar os judeus (!). 
Porque se houve um massacre de judeus, a culpa é, naturalmente, dos judeus! Se não houvesse lá judeus não haveria massacres de judeus! ÓBVIO!
Isto não é nada de novo. Os pogroms e o Holocausto também são ao mesmo tempo negados, festejados,  considerados culpa dos judeus (que os "mereceram") e um enorme incómodo... causado pelos judeus!

 Os auto-denominadados "Israelitas Hebreus Negros" nada têm de Israelita, de Hebreu ou de Cristão. São um grupo racista e terrorista.

Até agora, esta seita dos "Israelitas Hebreus Negros" só tinha agredido judeus e vandalizado sinagogas. Ainda não tinham realizado ataques terroristas tão abertos como este. Contamos falar deste grupo em breve.



‘Judeus mortos? Isso é óptimo': Transeuntes espalham ódio anti-semita depois do ataque em Nova Jersey


Na sequência do ataque anti-semita mortal, surgiu um vídeo de moradores de Jersey City na cena do crime, protestando contra os judeus e expressando prazer pela carnificina. 
Menos de 24 horas depois de os terroristas terem assassinado várias pessoas num supermercado kosher em Jersey City, Nova Jersey, o ex-membro da Assembleia Municipal de Nova Iorque, Dov Hikind, fundador do Americans Against Anti-Semitism, postou na Internet imagens arrepiantes, captadas nas horas após o ataque. 
Num dos vídeos, um jovem pergunta a um socorrista judeu: “Quatro [judeus] estão mortos, certo? Se eles estão mortos e levaram um tiro, isso é óptimo." 
Outro espectador comenta: “Eu culpo os judeus! Nós nunca tivemos uma coisa destas antes de eles virem para aqui.” 
"Mas agora não se pode matar judeus?", acrescentou, referindo-se ao massacre como "as confusões dos judeus"
Outra pessoa pode ser ouvida gritando: “Tirem os filhos da puta dos judeus daqui! Tirem os judeus da merda de Jersey City". 

O vídeo:



VÍDEO CHOCANTE: Enquanto os corpos dos judeus ainda jaziam no chão, alagados em sangue, depois de terem sido assassinados por terroristas em Jersey City, um representante da @AmericansAA capturou acusações anti-semitas espontâneas culpando os judeus poeloseu próprio assassinato e aplaudindo!
Anti-semitismo, um problema maior do que parece.
  
Durante o ataque na terça-feira, seis pessoas foram mortas, incluindo dois membros da comunidade hassídica local, Mindel Ferencz, 33, e Moshe Deutch, 24, além do detective Joe Seals, policial de Jersey City, veterano da polícia e pai de cinco filhos. 
O presidente de Jersey City, Steven Fulop, anunciou na quarta-feira que o supermercado kosher havia sido alvo específico. 

 Moshe Deutsch, 24 anos, à esquerda, foi um dos mortos no ataque.


Após o tiroteio, o New York Times relatou que um dos autores, identificado como David Anderson, postou conteúdo anti-semita e anti-polícia online e era filiado no movimento "Hebreus Israelitas Negros", um grupo de ódio que, apesar do nome, promove conspirações virulentamente antissemitas e defende a violência. 
Os  "Hebreus Israelitas Negros" não são de forma alguma filiados em qualquer corrente do judaísmo ou na comunidade judaica.

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300 carregadores de munições e três bombas encontradas na carrinha dos terroristas.


A doutrina racista dos "Israelitas Hebreus Negros"e as suas acções terroristas não têm sido reprimidas devido à cor da pela dos protagonistas:

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Massacre de Judeus em Jersey, EUA

Supermercado judaico “visado” no banho de sangue de Jersey City, 6 mortos incluindo um agente da Polícia

Seis pessoas, incluindo um polícia, foram mortas em Jersey City, Nova Iorque, esta terça-feira, numa série de tiroteios que trouxeram morte e destruição a um supermercado kosher. "Centenas" de tiros foram disparados durante o ataque.

James Shea, director de segurança pública da cidade de Jersey, disse que não há indicação de que o incidente esteja relacionado com terrorismo. O chefe da Polícia de Jersey City, Michael Kelly, disse que o veículo da firma de aluguer U-Haul roubado pelos atiradores "pode conter dispositivos incendiários" e foi levado para exame pelo esquadrão anti-bomba.
Geller Report



Os recentes massacres de judeus nos Estados Unidos foram cometidos por neo-nazis solitários, frequentadores de fóruns conspiracionistas na Internet. Neste caso parece evidente a motivação antissemita (embora ainda não se possa afirmar com certezas), e o processo de usar uma carrinha aponta para jihadistas, mas não há ainda informação disponível para o afirmar com certezas. Que eles estão a festejar na Internet, isso estão. É sempre assim.

Ontem, em Paris, um jovem israelita foi espancado por um grupo de muçulmanos africanos, no metro, por estar a falar Hebraico com o seu pai, em Israel.
Berlim, hoje.

Há poucos dias, um rabino foi espancado em Berlim, Alemanha, por um grupo de muçulmanos árabes. Foi apenas mais um incidente, naquela que já é a capital dos ataques antissemitas na Europa, tendo ultrapassado Malmo, na Suécia, uma cidade também já conquistada pelo Islão.
A chegada em massa de muçulmanos à Europa e às Américas fez aumentar os ataques antissemitas em 30% em todo o mundo. O antissemitismo é parte integrante da ideologia islâmica.
Os judeus estão a ser mortos pelos muçulmanos, hoje, na Europa e nas Américas, como têm sido no Médio Oriente durante os últimos 1400 anos, desde que Maomé começou a fazê-lo com as suas próprias mãos (o pacífico Profeta decapitou perto de mil judeus de uma vez).
http://www.islamonline.com/cgi-bin/news_service/fatwah_story.asp?service_id-449



As elites políticas e religiosas importam muçulmanos aos milhões e proíbem sequer que se aponte a influência do Islão na onda de terrorismo e crime que eles espalham no Mundo Livre.
As massas continuam mesmerizadas pelo Islão, permanentemente exaltado como "uma ideologia pacífica, que alguns equivocados não sabem compreender, e é por isso que andam por aí a matar, estuprar, torturar, assaltar, ocupar e destruir". Há 1400 anos que não sabem compreender o Islão e nem Maomé sabia, pois ele deu todos esses exemplos e muitos mais.
Os muçulmanos conquistam o Mundo Livre ante a complacência dos idiotas úteis para quem o maior problema é evitar toda a informação que possa "provocar o ódio". Eles matam, nós "evitamos o ódio", com flores, velas, cantigas do John Lennon e postagens no Facebook.

Os jornalistas promovem a islamização, fazendo lavagem cerebral de massas.
Os judeus são os primeiros a sofrer com a islamização, mas ainda há gente que culpa os judeus e os acusa de "mandarem os muçulmanos para cá".


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Uma onda de ataques antissemitas varreu os Estados Unidos em 2019. Eis os que foram captados em vídeo:



Dos dois lados do Atlântico, onde os muçulmanos chegam, os judeus são os alvos primordiais, os primeiros a morrer.
Aqui é no Reino Unido, uma cena comum hoje em dia, grupos de colonos muçulmanos gritam ameaças de morte aos judeus:




segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Congressita que chamou filho da p*** a Trump pode apanhar 5 anos

Congressista racista muçulmana Rashida Tlaib pode apanhar 5 anos por corrupção
No seu primeiro acto público após ter sido eleita, Rachida Tlaib chamou "FILHO DA PUTA" ao Presidente Trump:



RachidaTalib é uma muçulmana eleita para o Congresso dos Estados Unidos pelo Partido Democrata. Apoiante assumida da jihad e da lei islâmica sharia, esta agente da islamização do Mundo Livre tem debitado propaganda antissemita em cada oportunidade. Declarou publicamente que o Holocausto lhe dá "uma sensação calmante".
O caudal de atrocidades desta integrante do grupo de extrema-esquerda islamista do Partido Democrata conhecido como "O Esquadrão"/"The Squad" e do grupo islamo-nazi BDS é  de tal monta, que não faríamos mais nada se o fôssemos reportar.
Logo na inauguração do seu lugar, e logo depois de pendurar no seu gabinete um mapa do Médio Oriente sem Israel, o seu primeiro acto público foi chamar "filho da puta" ao Presidente Trump.

Dignidade na tomada de posse. Até parece uma deputada do CDS.

Se um deputado republicano chamasse "filho da puta" ao Obama, seria destituído e processado. Mas a estas Joacines Katar das Américas, tudo é permitido. E é essa precisamente a ideia: se alguém levantar um dedo contra elas, é "racismo".
É isso que a vai safar de apanhar os 5 anos de cadeia que merece.


Congressista anti-Israel Rashida Tlaib sob investigação por crime federal
"Não roubarás". 
Êxodo 20:13 



A congressista estreante Rashida Tlaib (Partido Democrata, Michigan) está a ser investigada pelo Gabinete de Ética do Congresso (OCE) depois de supostamente usar fundos de campanha para uso pessoal de maneira ilegal. As violações do financiamento de campanhas são um crime federal punível com até 5 anos de prisão

O OCE iniciou a investigação contra Tlaib “porque há uma razão substancial para acreditar que a congressista Tlaib usou fundos de campanha para o Congresso para uso pessoal e que o comité de campanha de Tlaib gastou fundos destinados apenas a campanhas ou propósitos políticos de boa-fé”. 
Na sua denúncia contra Tlaib, o relatório do OCE observa que os regulamentos federais realmente permitem que um candidato receba salários dos fundos da campanha, desde que cumpram um conjunto específico de condições. Tlaib afirma que cumpriu essas condições, "no entanto, vários documentos fornecidos ao representante do OCE pela congressista Tlaib sugerem o contrário", afirma o relatório do OCE
Tlaib, o seu tesoureiro, o seu gerente de campanha e os funcionários da campanha, recusaram cooperar com a investigação do OCE
Desde que assumiu o cargo, Tlaib tem sido uma oponente aberta de Israel. Após o seu discurso de inaguração, onde ela disse que vai exonerar Trump, a quem chamou "filho da p**a", a família de Tlaib foi registada por diversas vezes louvando terroristas. Ela provocou controvérsia quando disse numa entrevista de rádio que o Holocausto lhe dava uma "sensação calmante"

A família de Rashida Tlaib elogiando terroristas e vendendo mentiras antissemitas. Mais uma exposição do canal Israel Advocacy Movement:

 


Tlaib também planeou uma viagem a Israel como uma plataforma para dar credibilidade à sua agenda anti-Israel, em Agosto. Ela foi posteriormente banida de Israel devido ao seu envolvimento nas actividades do grupo BDS. E embora ela e Jerusalém finalmente tenham concordado com um conjunto de termos e condições para a sua visita, Tlaib acabou por desistir. Ela então realizou uma conferência de imprensa conjunta com Ilhan Omar, membro d' "O Esquadrão", onde as duas atacaram Israel por causa da sua guerra contra a jihad no Médio Oriente.


https://www.breakingisraelnews.com/140210/israel-hater-rashida-tlaib-under-investigation-federal-crime/?goal=0_bb2894f273-0380e761ff-46348057&mc_cid=0380e761ff&mc_eid=7b7cd7fc90