quinta-feira, 26 de novembro de 2015

KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 2


(Não deixe de reler)


Tenho um amigo que odeia Israel porque afirma que o país "rouba a água aos árabes para eles passarem sede". Na Idade Média, os judeus eram acusados de envenenar os poços. Agora, são acusados de roubar água. Nada mudou.
Acresce a isto a pobreza chocante dos árabes que vivem na dependência de organizações terroristas milionárias como o Hamas ou a Fatah, que gastam os seus milhões em armamento para matar judeus, em treino e prémios para os terroristas e em vida faustosa dos seus líderes. Não vos vamos bombardear com hiperligações, mas o blogue está cheio de provas do que afirmamos. 
O mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina, tem diversos palácios, aviões particulares e mansões em todo o Mundo. Obriga o seu povo a viver na miséria para poder acusar os judeus. A estratégia resulta. O meu amigo, um ilustre médico com várias licenciaturas, vê as imagens das criancinhas vergadas ao peso dos jerricans de água e passa-se dos carretos. Culpa os judeus. Enviei-lhe este artigo. Deixou de me falar.


Uma tese de pós-graduação de um estudante suíço disseca uma realidade chocante: A Autoridade Palestina usa a água como arma política contra Israel.

Artigo completo em Missing Peace (via Israel Matzav).


O texto completo da dissertação de Burkart pode ser descarregado no final deste artigo. A tese inclui muitos documentos originais.

Entre eles, as actas das reuniões e os acordos assinados pelo comité conjunto judaico e árabe para a gestão da água.

Até agora grande parte da literatura sobre o conflito israelo-árabe sobre a água adoptava o discurso da "Palestina" (grande maioria) ou o discurso israelita (pequena minoria).

A tese intitulada "A Politização dos Acordos de Oslo sobre a Água", escrita por Lauro Burkart, um graduado suíço do Instituto de Estudos de Desenvolvimento Internacional, de Genebra, dá uma imagem mais precisa e imparcial do tema da escassez de água da "Autoridade Palestina".

Burkart entrevistou muitos actores-chave no conflito sobre a água, palestinos e israelitas, bem como representantes de ONG's e países doadores. Também examinou vários documentos originais, tais como as actas das reuniões da Comissão Conjunta de Águas Israelo-Palestina (JWC).

É espantoso o que acontece quando uma terceira parte, de forma objectiva e independente, pesquisa a verdade: um suíço fez uma tese sobre o uso da água na Judeia e Samaria, e descobriu que a Autoridade Palestina usa a água como arma política contra Israel!

 Aqui estão algumas das conclusões mais importantes da tese de Burkart:

CONCLUSÕES

As metas dos segundos acordos sobre a água de Oslo foram alcançadas em relação às quantidades de água fornecida à população palestina (178 milhões de metros cúbicos / ano em 2006). Os acordos de água de Oslo estimaram que as necessidades acabariam por ser de 200 milhões de metros cúbicos por ano. A Comissão Mista da água funcionou bem nos primeiros anos seguintes à assinatura do acordo, mas desde 2008 a cooperação vive num impasse.

Os factos divulgados pelos palestinos e pelas organizações doadoras internacionais sobre as causas da escassez de água na Cisjordânia estão incorretos.


Burkart escreve: "Não é a política de ocupação israelita, mas a resistência política palestina contra a gestão e cooperação conjunta que é responsável pelo desenvolvimento relativamente lento do sector da água palestino e pela deterioração da situação dos direitos humanos nos territórios palestinos" e "Há provas convincentes de má gestão no âmbito da Autoridade Palestina da Água (PWA)".


Ele cita a ONG pró-palestina AMAN, que concluiu que "não há separação jurídica clara entre os níveis político e executivo no âmbito das instituições palestinas de água. Até o momento não há nenhuma lei da água em funcionamento real. Além disso, o Conselho Nacional da Água não está a cumprir o seu papel e não funciona bem".
Embora a PWA tenha embarcado num processo de reforma institucional em reação aos críticos internacionais como o Banco Mundial, isso não resolveu o problema de má gestão no âmbito da instituição.
O chefe do grupo palestino Hydrology classificou a reforma como um "mecanismo de captação de recursos". A PWA também não conseguiu ganhar o controle sobre muitos municípios (onde Israel não tem nenhum controle) devido à maneira autocrática e antidemocrática em que eles são geridos.
Esses detentores do poder não querem perder o controle dos sistemas de água, uma vez que é um dos principais serviços prestados pelos municípios. Como resultado, o abastecimento de água não é centralizado e a perfuração ilegal é galopante.
O facto de que a AP paga para a maioria das contas de água da população palestina não dá nenhum incentivo para a poupança e conduz a uma utilização excessiva de água na esfera doméstica, bem como no sector agrícola.

 SHADAD ATTILI

Shaddad Attili com o mega-terrorista e multimilionário Mahmoud Abbas

Burkart também entrevistou Dr. Shaddad Attili, chefe da PWA (Autoridade Palestina da Água), que foi nomeado em 2008. Attili, um membro do Fatah, é responsável pelo fim de facto da cooperação com Israel, a fim de reforçar as reivindicações palestinas de direitos de água. Attili forçou o fim da cooperação para reforçar a posição da Fatah após a vitória do Hamas nas eleições palestinas.
Esta política é conduzida à custa da população palestina marginalizada e periférica, que está a sofrer de falta de água. Burkart escreve que a abundância de dinheiro dos doadores permitiu a Atilli continuar a estratégia de não colaboração que levou a uma completa estagnação das negociações da água durante os últimos cinco anos.
Esta política é conduzida à custa da população palestina marginalizada e periférica, que está a sofrer de falta de água. Burkart escreve que a abundância de dinheiro dos doadores permitiu a Atilli continuar a estratégia de não colaboração que levou a uma completa estagnação das negociações da água durante os últimos cinco anos.
 
 DESPERDÍCIO DE ÁGUA

A população árabe sob a jurisdição da Autoridade Palestina é usada como os escudos humanos em Gaza pelo Hamas. É sacrificada em prol da propaganda anti-Israel.
 
Um dos resultados da recusa em colaborar com Israel é que a quase totalidade das águas residuais (52 milhões de metros cúbicos) geradas pela população palestina fluem sem tratamento em Israel e na Cisjordânia, onde contaminam os recursos hídricos subterrâneos comuns. No entanto, os palestinos afirmam que Israel está a bloquear as suas infra-estruturas de águas residuais. Os factos são que a maioria dos projetos palestinos de tratamento  e reutilização de águas residuais receberam financiamento estrangeiro e foram apoiados por Israel.

A AP, porém, não tomou medidas suficientes para executar esses projectos. Ao invés, a AP alega que Israel está a exigir um nível excessivamente elevado de tratamento (BOD 10/10). Contudo, um memorando de entendimento  da JWC de 2003, que foi assinado por ambas as partes, atesta que estas chegaram a acordo sobre um processo gradual para atingir este padrão (começando com BOD 20 / 30).

Após uma reunião em Novembro de 2011 entre o coronel Avi Shalev da administração civil e funcionários da PWA  sobre a implementação dos projectos de água palestinos, Israel ofereceu-se para financiar os projetos de água e de águas residuais  que sirvam comunidades palestinas na Cisjordânia. Outra solução que poderia resolver a crise da água na AP é a dessalinização da água do mar. Na verdade, Israel fez uma oferta aos palestinos para construir uma unidade de dessalinização em Hadera, a sul de Haifa, e bombear a água dessalinizada para o norte da Cisjordânia. Os palestinos rejeitaram esta solução, uma vez que iria colocar Israel numa posição de prestígio na Cisjordânia.

DESSALINIZAÇÃO
Outra razão para essa rejeição tem a ver com os direitos da água, uma vez que os palestinos reivindicam os aquíferos de montanha.

O próprio Attili retirou uma equipa de peritos da PWA de um programa de dessalinização israelita, usando o argumento de que Israel unilateralmente destruiu um número de poços ilegais na Cisjordânia. Isto provou-se ser outro exemplo da campanha de propaganda do Attili.Israel respondeu após Attili ter reclamado sobre o fecho dos poços, numa carta dirigida à comunidade internacional.


A decisão de encerrar esses poços foi feita pelo Comité Misto de Água. Depois que vários lembretes enviados para a PWA, que reiterou a sua intenção de executar a decisão da comissão conjunta, a JWC. Nada aconteceu entretanto. Quatro anos após a decisão ter sido tomada, Israel decidiu executá-la, já que a perfuração ilegal diminui a quantidade de água produzida por poços legais e causa danos aos principais aquíferos.

A ÁGUA COMO ARMA

É óbvio que a estratégia de não cooperação de Attili está ligado à mudança geral na estratégia da AP em relação a Israel desde 2008. A água tornou-se uma arma contra a chamada ocupação israelita.

SODASTREAM chegou a Portugal


 Scarlett Johansson é a embaixadora global da SODASTREAM

Sabia que a SODASTREAM chegou a Portugal? É verdade. Trata-se de um sistema inovador que lhe permite fazer os seus refrigerantes preferidos em casa. Saudável e ecológica, a SODASTREAM veio revolucionar o mercado das bebidas. Saiba mais visitando o site da SODASTREAM.
A fresca inovação vem da terra das inovações - Israel. Mas, como vem de  Israel, não escapou à ira dos neo-nazis do BDS, uma malta bizarra e atroz, dentre a qual sobressai o neo-nazi Roger Waters, que passa a vida a vociferar contra o Capitalismo e os seus dois satãs - os Estados Unidos e Israel - mas que vive nos Estados Unidos, na sua milionária mansão, e nunca deu nada a ninguém.

Festa de lançamento da SODASTREAM em Portugal - reportagem no CORREIO DA MANHÃ
 No post

'Terrorismo e gasosas' - O "Caso" SodaStream

abordámos o assunto do boicote neo-nazi à SODASTREAM e transcrevemos um excelente artigo de Alberto Gonçalves no Diário de Notícias, precisamente com esse título.
 No post

A situação na Síria e a ajuda de Israel

falámos - entre outras coisas - da oferta de empregos a 1100 refugiados sírios por parte da SODASTREAM.
A fábrica da SODASTREAM teve que sair da Judeia e Samaria a.k.a. Cisjordânia

Devido à pressão dos neo-nazis do BDS e dos seus velhos líderes hippies (aqueles cujas opiniões políticas foram forjadas pelo LSD), a SODASTREAM teve que deslocar a sua fábrica para fora da Judeia e Samaria, a que os anti-Israelitas e os incautos chamam "Cisjordânia"
No processo, centenas de árabes e outros israelitas ficaram sem emprego. Os neo-nazis da  BDS afirmaram que "valeu a pena".
O que não admira. Nada os preocupa menos do que a sorte dos árabes ou de quaisquer outras pessoas. A BDS é apenas um veículo de ódio aos judeus.
"A BDS afirma que só quer o melhor para os 'palestinos', não importa quantos deles tenha que magoar" - Stu Bykofsky, colunista do Philadelphia Daily News, em 26 de Janeiro de 2014.

Fighting BDS é uma página de Facebook que combate o grupo neo-nazi BDS.


Entretanto isso, o lunático Roger Waters lá continua, na sua torre de marfim, contente de si mesmo, convencido de que é o salvador da Humanidade, o messias do anti-capitalismo que vai finalmente destruir os Estados Unidos, Israel e os judeus, e implantar o Reino do Comunismo na Terra. Na sua mansão nos Estados Unidos, acendendo charutos de Havana com notas de 100 dólares, o lunático crê-se o portador da Igualdade, e primeiro e maior entre os Homens.
O neo-nazi Roger Waters interpreta a canção auto biográfica "Danos Cerebrais":



Leia também o interessante artigo:

CEO da SodaStream conta como transformou um anúncio vetado no Super Bowl em ouro de marketing

É por causa destas e de outras que as pessoas mal formadas e invejosas odeiam os judeus, e as pessoas normais os admiram.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Ken Buda e o seu Joelho Pneumático



Eu bebo cerveja!


Viram no post anterior o pobre do Miguel Guilherme a admitir que a sua companhia de Teatro se voluntariou para pagar a jiziyya (ou lá como se escreve essa merda*), para não levarem um tiro? É o estado em que o Mundo está. Tão dramático que parece comédia.


Eu sou um neo-conservador. O que vem a ser isso? Pedindo emprestada a imagem a Olavo de Carvalho (pausa para as pessoas que pensam por slogans levantarem o cartaz "Olavo acredita em Astrologia"), um conservador é alguém que acha que é boa ideia conservar um membro doente e recuperá-lo, em vez de o amputar só porque está doente.

Um conservador é alguém que compreende que a estrutura civilizacional das sociedades é uma construção milenar, e que é arriscado atirar as instituições todas para o caixote do lixo em nome de slogans vagos como "Revolução", "Igualdade", "Relativismo Moral", e afins. Sobretudo quando se sabe, comprovadamente, que dá asneira.

Um neo-conservador é alguém que muito possivelmente já foi atraído pelas utopias da esquerda, mas que tomou consciência de que o Che Guevara foi um psicopata assassino, de que o Comunismo causou mais de 100 milhões de mortos no século XX, e de que os comunistas e a extrema-esquerda em geral são a espécie realmente perigosa de conservadores - porque conservam membros completamente gangrenados e amputam os sãos.


Um neo-conservador é alguém que tem alergia a hippies. Àqueles estilo "Okupa" e Festa do "Avante!" porque são criminosamente burros, cheiram mal e são hipócritas. Aos das elites do Bloco de Esquerda e do PAN, porque são criminosamente burros, cheiram mal e são hipócritas.


Um neo-conservador é um verdadeiro "comunista" na acepção mais pura do termo - é alguém que não faz o favor de "tratar todos por igual, até a empregada doméstica", como dizem as elites da esquerda,  porque é alguém que sabe que todos são iguais. 

O que chateia um neo-conservador são pequenas coisas, pormenores dispiciendos como haver ideologias que matam, torturam, estupram, sequestram, crucificam, queimam e enterram pessoas vivas. Minudências desse género.

Tipo Islão. Mas o Comunismo e o Nazismo não são melhores. E eu acho que os três deviam ser proibidos. Quem no Mundo Livre quisesse impor o Islão, seria imediatamente enviado para o Irão ou para o Iémen. Quem quisesse impor o Comunismo, seria largado (com pára-quedas, claro) na Coreia do Norte. E quem quisesse impor o Nazismo ganharia uma viagem paga, só de ida, para prisão perpétua com trabalhos forçados.

Eis o quão estúpido e abrutalhado eu sou! Pois se eu nem aceito os códigos morais de outras culturas que as mandam decapitar-me porque sou cristão - uma desgraça nunca vem só; além de conservador, ainda sou cristão! Pior que tudo: não sou anti-semita e até gosto de Israel!

 Vamos fazer uma pausa para os hippies vaiarem...

 - BOOOOOO!!!! BOOOOOOO!!!! BOOOOOOO!!!! PORCO FÁSSSSISTA!!!! ASSASSINO!!!! CAPITALISTA!!!!!


(Pronto, já acalmaram e já estão a acender outra broca...Não façam barulho senão eles acordam e desatam a falar da dentadura do puletariado e assim).
E também tomo banho todos os dias (às vezes mais que uma vez) e quando ouço a canção do "brilhozinho nos olhos" ou a do "cachimbo de água" e do "astrolábio dos beduínos", ou quando vejo guedelhudos a berrarem que querem "mais dinheiro pá cultura, pá!", dá-me vontade de pegar numa caçadeira e desatar aos tiros contra as paredes (mas não o faço, porque sou conservador e estimo as paredes).

Pois a noite vai ligeira, meus semelhantes, no último quarto de hora parece que a Religião da Paz não fez nenhum massacre, só uma decapitaçãozita aqui e um estuprozito colectivo ali, de modo que estamos num post ameno. E eis pois um top de três provas evidentes de que o politicamente correcto e essas coisas, enlouqueceram o Mundo.

- Porquê precisamente TRÊS? - pergunta uma pessoa imaginária.

Porque é a conta que Deus fez, respondo eu, para irritar ainda mais os Bloquistas, os PANistas e outros, que são todos ateus (menos em relação ao Islão, claro!).


***** NÚMERO 1 *****

- Combate ao terrorismo. Itália vai dar €500 a cada jovem para gastar em cultura



"Segundo a edição de hoje do jornal "Financial Times", o Executivo italiano vai mobilizar um total de dois mil milhões de euros e ações de combate ao terrorismo. Metade desse valor será aplicado em medidas de segurança e defesa. Os restantes mil milhões de euros serão investidos em programas culturais.

Esse programa será dedicado nomeadamente a bairros de periferia de grandes cidades onde existem problemas de desinserção social. Além disso, serão distribuidos cheques no valor de €500 a jovens de 18 anos, que poderão ser gastos em museus, concertos e teatros. A ideia de Renzi é reforçar o sentimento de estes jocens serem "guardiões" do património cultural italiano. 

"Eles imaginam terror, nós respondemos com cultura. Eles destroem estátuas, nós amamos a arte. Eles destroem livros, nós somos o país das livrarias", afirmou o primeiro-ministro italiano, citado pelo Financial Times, referindo-se aos terroristas do Daeshm o autoproclamado Estado Islâmico, que perpetraram os atentados de Paris."
- EXPRESSO, 25/11/2015

***** NÚMERO 2 *****

Encontro de irmãos muçulmanos:  Ahmed 'Clockmed' Mohamed e Barack Hussein.
O malandrete construiu uma réplica de uma bomba-relógio igualzinha à que os terroristas islâmicos usam, levou-a para a escola, fez todo o possível para causar um alarme de bomba, conseguiu-o, recebeu desculpas oficiais, convites para a Casa Branca, para sessões solenes nas principais instituições norte-americanas, foi inundado de presentes por parte das mais famosas companhias de Informática, foi adulado pelo planeta inteiro, foi recebido em glória pelo terrorista da Casa Branca, mas isso não lhe chegou.
Quatro posts recheados de informação foram quantos dedicámos a este caso nauseabundo:

Mohamed e a Bomba - 1

Mohamed e a Bomba - 2

Mohamed e a Bomba - 3

 Mohamed e a Bomba - a Bomba final


***** NÚMERO 3 *****

Almohammad (na imagem) é mais um dos terroristas do Massacre de Paris que se descobriu ter entrado na Europa como "migrante", tendo recebido todo o apoio dos otários, perdão, dos europeus.

Na sequência deste escândalo, a Suécia (vice-campeã mundial de estupros de mulheres e crianças - adivinhem quem os comete) resolveu abrandar um bocadinho o ritmo da invasão islamista.

A Vice Primeira-Ministra da Suécia (que não deitou uma lágrima pelas vítimas do terrorismo islâmico), do Partido Verde, desfez-se em lágrimas quando fez a triste comunicação:



Invasão Islâmica: o Fim da Europa 

A Invasão que eles escondem

 Os Cagalhões Desprezíveis


Estas lágrimas significam muita coisa - complexos de culpa burguesa, complexos de inferioridade ocidental, desejos ocultos de submissão e outras coisas Freudianas; mas significam, num plano prático e imediato, que o novo "proletariado" - os muçulmanos - que são votos garantidos à esquerda, vão demorar mais a ajudar a demolir o edifício capitalista e decadente da "sociedade patriarcal e reaccionária do 'Homem Branco'". Pá.

Para a senhora Ministra e para os hippies, eis os códigos éticos diferentes dos nossos, porém não menos válidos:

BÓNUS

 

Como já deve ter reparado, o Mundo está alerta de terrorismo há quase duas semanas. Não nos referimos a paísezecos como Israel, o Mali, a Síria, o Iraque ou a Tunísia, que são todos os dias pasto do terrorismo islâmico. Falamos Europa, onde vivem seres humanos de primeira classe, como a senhora vice Primeira-Ministra da Suécia, como a Marisa Matias, como o Chico Louçã.

O que faz a ONU? 

Tem preparadas para a próxima segunda-feira 20 resoluções contra Israel. 

Nós também achamos que é um escândalo que os israelitas não se deixem matar como deve ser!

(Não diga a ninguém, mas a ONU, hoje em dia, é uma associação de malfeitores, dominada pelas ditaduras islamistas e comunistas - o UN MOVIE é cada vez mais difícil de encontrar, porque é retirado por essa máfia (sem ofensa para a italiana, que ao pé desta são meninos de coiro).

ESCLARECIMENTO ADICIONAL


Não sabe o que são "Ken Buda e o seu Joelho Pneumático"? Então não é um neo-conservador. Os neo-conservadores gostam muito de Ken Buda e do seu Joelho Pneumático: 



E também de Brian Islam e Brucie.

Se você acha que todos os gajos que têm pinta nas Artes são da esquerda psicótica, olhe que não. O John Cleese dos Monty Phyton diz aqui duas verdades - óbvias, mas tem a coragem de as dizer:

- Londres já não é inglesa (é islâmica).
Você votou no Bloco, e consequentemente trocou o seu cérebro por um haxe libanês ou um pin do Che Guevara ou um bilhete para o Manu Chao? Então veja este vídeo a partir do minuto 2:45, que apareço eu, em pessoa, a explicar o meu ponto de vista de forma resumida:

"O Meu Vizinho é Judeu" - Uma peça para rir, a sério.

(AOS 3:45 DO VÍDEO - VER MAIS ABAIXO - MIGUEL GUILHERME FALA DA JYZIYYA, QUE ELE NÃO SABE O QUE É. MAS PAGA, COITADO...).


"Miguel Guilherme é o judeu. Bruno Nogueira, o vizinho. "O Meu Vizinho é Judeu" passa-se em Paris e reflete sobre a diferença, a redenção e o preconceito, sempre com muito humor.
Beatriz Batarda é a encenadora desta peça que chega agora ao Casino do Estoril. Uma peça para rir, a sério.


"O Meu Vizinho é Judeu" está em cena no Auditório do Casino do Estoril de quinta-feira a sábado às 21:30 e domingo às 17:00."

TSF



O Meu Vizinho É Judeu

Estreia 25 Novembro


“Num prédio, vivem vários casais sem filhos, algumas pessoas sós, poucas famílias, uns entram pelas Escadas A e outros pelas Escadas B. A ignorância encontra a curiosidade, quando um vizinho ingénuo, atordoado pela obsessão da sua mulher pelo povo Judeu, interpela o  vizinho de baixo questionando a sua identidade.

Bruno Nogueira interpreta um homem sob a influencia do poder invisível das mulheres. Desesperadamente, procura satisfazer a sua mulher trazendo-lhe respostas curtas para perguntas demasiado grandes.

Miguel Guilherme carrega a nota biográfica do autor, um judeu ateu massacrado pelos preconceitos daqueles que vêm na diferença o perigo e a ameaça.
Com muito humor abrem-se as portas à discussão sobre questões sérias, e as personagens riem-se, também elas, mascarando a dor, do desencontro e das pequenas contradições que as tornam mais humanas.  Jean-Claube Grumberg , alfaiate, actor e escritor francês,  é autor de cerca de 50 obras dramatúrgicas, argumentista dos realizadores François Truffaut e Costa-Gravas, e premiado por diversas vezes com o Prix Moliére, Grand Prix da Academie Française, entre outros.
Ciclicamente, voltam os tempos de crise de ideiais e de valores propícios ao ressurgir do conflito “nós e os outros”, despertando o impulso primário e reactivo a situações alimentadas pelo medo e a ansiedade. O autor, desconstrói o preconceito com um humor caustico, surpreendendo o espectador com um volte de face tão absurdo quanto a realidade atua.
Em O Meu Vizinho é Judeu encontramos dois vizinhos anónimos numa grande cidade, entre a escada e a porta da rua, e assistimos ao crescer de um conflito antigo que nos faz rir do medo sem medo, e recuperar alguma fé na humanidade.”
Texto: Jean-Claube Grumberg
Encenação: Beatriz Batarda
Tradução: Diogo Dória
Cenário: Wayne dos Santos
Figurinos: José António Tenente
Desenho de Luz: Nuno Meira
Sonoplastia: Sérgio Milhano
Produção: Força de Produção
Interpretação: BRUNO NOGUEIRA e  MIGUEL GUILHERME

M/12
Horário: 5ª a Sábado 21h30 e dom 17h
Preço único: €16
Reservas: 21 466 77 08 ou através do email: reservas@artfeist.pt


TODO ESTE BLOG NUM POST E NUMA IMAGEM

Andamos há 3 anos a tentar explicar o que esta imagem e este texto explicam em duas penadas. Programámos cessar as publicações regulares no nosso 3º aniversário, a 1 de Dezembro próximo. Este post é capaz de ser o ideal para encerramos.

Checkpoints para prevenir o terrorismo é apartheid! BOICOTEMOS ISRAEL!

Oh, espera aí... Isto é na Bélgica? Então tudo bem...

APLICAR A FRANÇA O QUE APLICAM A ISRAEL

Se aplicarmos lei igual, deve-se tratar a França agora como os franceses e europeus tratam Israel. Isto seria:


1. Toda esta semana nos fazermos de idiotas com os atentados. Que não saia (a notícia) em nenhum jornal.
 
2. Quando a França responder, aí começaremos a falar. Mas a falar mal da França, não do ISIS. 
3. Organizamos uma marcha contra a embaixada francesa pela desproporcionalidade em sua resposta. Cartazes com legendas “França imperialista”, “Fora franceses da França”, são de uso obrigatório. 
4. Exortamos Hollande a que se sente na mesa de negociações com o ISIS imediatamente para ouvir seus pedidos. 
5. Apoiamos o Conselho de Direitos Humanos da ONU em sua reunião de urgência após a condenável reação francesa, quando sancionar o país europeu por não se medir. 
6. Repetimos nos jornais e televisão uma história fraudulenta de que os muçulmanos viviam na França antes dos franceses. 
7. Exigimos ao Estado francês que mude sua bandeira, hino e demais simbologias nacionais porque não são representativas de todas as culturas que há na França e ofende os muçulmanos. 
8. Faremos documentais financiados pelo resto da Europa e Arábia Saudita sobre a pobre vida que os jovens magrebes vivem na França, e os trataremos como “vítimas do sistema”. 
9. Exigimos que a França seja repartida em duas: uma parte vai para os muçulmanos. “Dois Estados para dois povos”, como agrada aos europeus pró-palestinos. 
10. Paris deve ser divida em Paris ocidental em Paris oriental, esta última exclusiva para muçulmanos, e a primeira de matiz cosmopolita. 
11. Todo francês que viver no novo Estado, Al-França Jihadistão, deve ser assinalado como um colono invasor e transferido, até pelo próprio exército francês. Os produtos franceses neste lado devem ser etiquetados para que as pessoas saibam que estão consumindo imperialismo. 
12. Todo muçulmano que queira viver na França ocidental poderá fazê-lo em igualdade de condições. 
13. Denunciaremos a França como um regime apartheid, por estabelecer precauções de segurança para evitar futuros atentados provenientes da Al-França Jihadistão. 
14. Exigiremos da França a abertura total de fronteiras para o livre trânsito de muçulmanos. Exigiremos que não haja postos de controle nas fronteiras. 
15. Condenaremos o governo francês se ele decidir demolir as casas dos terroristas. 
16. Pediremos boicote, desinvestimentos e sanções contra a França se os franceses construírem casas do lado muçulmano. Os muçulmanos podem construir do lado francês sem problema. 
Creio que, com isto, a França vai ser julgada corretamente, com o mesmo padrão que usam para Israel, não? Se lhes ocorrer outras, acrescentem. Não podemos permitir que a França se mova um centímetro do caminho, embora alegue auto-defesa.

(Graça Salgueiro: Midia sem Máscara)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Onde estão os lamentos pelos judeus?

Jerusalém - Dor imensa no funeral de Yaakov Litman e seu filho Netanel, vítimas do terror, poucas horas antes dos atentados de Paris na sexta-feira à noite. (Tsafrir Abayov / AP) - Fizemos um post sobre estas duas vítimas do terrorismo em Israel. Todos os dias há novos ataques e novas vítimas.

ONDE ESTÃO OS LAMENTOS PELOS JUDEUS? 

Onde está a solidariedade para com os judeus vítimas do terrorismo islâmico? Quando fechamos os olhos às acções dos terroristas em Israel, estamos a dar uma aprovação implícita às suas tácticas bárbaras em outros lugares.   
Abri a o jornal canadiano National Post na segunda-feira de manhã e li estas palavras de Harriet Alida Lye, uma romancista e escritora freelancer que vive em Paris e no Canadá: 
"Ao contrário do ataque ao Charlie Hebdo em Janeiro passado, eu só queria informações em primeira mão – saber notícias de todos os meus amigos - porque tudo o resto me parecia inacreditável, anárquico.” 

"Em Janeiro, as coisas pareciam mais tangíveis. Os agressores tinham razões concretas, embora terríveis, para atacar as pessoas que atacaram. Desta vez, eu estava com medo de ler as notícias, porque agora se passa algo de incontrolável. Parte de algo muito maior. Desta vez, os alvos foram pessoas como eu e os meus amigos: jovens normais que gozam das liberdades normais". 
Sério? "Desta vez, os alvos eram pessoas como eu?". Quem eram eles em Janeiro? Apenas alguns islamófobos e alguns judeus?  
"Eles" não eram dos dela. Mas o terrorismo em Janeiro não foi diferente do terrorismo que Paris viveu esta sexta-feira, 13 de Novembro. Ou do terrorismo que atingiu Toulouse em Março de 2012, quando três estudantes judeus - Aryeh, de 6 anos; Gabriel, de 3 anos; e Miriam Monsonego, de  8 anos de idade - juntamente com o rabino Jonathan Sandler e três pára-quedistas, foram assassinados. 
Na época, François Hollande, que ainda não era primeiro-ministro da França, disse.
"Ninguém pode matar crianças no território da República [França] sem ser responsabilizado."  
O Estado Islâmico alertou para que os ataques de sexta-feira noite em Paris foram apenas "o começo da tempestade."  
França está a recuperar e a responder aos horrores do terrorismo e a acordar finalmente para a realidade. "Agora, os franceses comuns estão a começar a entender como nós, judeus, temos vivido nos últimos anos, e a realidade em Israel", disse Samuel Sandler, o pai do rabino Jonathan Sandler.  
O colunista Eric Reguly também disse que estes ataques em Paris foram diferente dos de Janeiro:  
"Estes ataques - seis no total, em diversos pontos de Paris – não foram como o assalto de Janeiro aos escritórios da revista satírica francesa Charlie Hebdo. Matthieu Da Rocha, de 25 anos, que trabalha em marketing digital disse: 'O ataque ao Hebdo foi um ataque direccionado contra uma única publicação e os seus meios de expressão... Mas este novo ataque foi contra todos e qualquer um, contra jovens parisienses ... O que nos deixa loucos com o que aconteceu é que este tipo de ataques não pode ser evitado'". 

Reguly lembra que o editorial de domingo do Libération - o jornal Parisiense co-fundado pelo filósofo do século XX Jean-Paul Sartre - pediu galhardia, dizendo:  
"Virar as costas aos nossos valores é começar a fugir à frente dos terroristas".  
Infelizmente, a França, assim como muitos dos países da União Europeia, viraram há muito tempo as costas aos seus valores de "liberdade e igualdade e fraternidade" . Durante a Segunda Guerra Mundial a França foi derrotada na sua Linha Maginot e sacrificou todos os seus judeus para apaziguar os nazis. Não entregou apenas os judeus estrangeiros; aproveitou a chance para reunir cidadãos franceses judeus e enviou-os para os fornos de Auschwitz. 

Leis anti-semitas em França, para agradar aos nazis. Muitos franceses usaram voluntariamente uma estrela amarela com a inscrição "AMIGOS DOS JUDEUS".


FALTA DE CORAGEM MORAL

Em Janeiro passado, a França - mais precisamente as suas lideranças - continuou a demonstrar falta de coragem moral. Hollande desrespeitou, humilhou e denegriu o primeiro-ministro de Israel, que tinha vindo para compartilhar sinceras condolências de Israel, não só para com os ataques ao Charlie Hebdo, mas para com os judeus que foram atacados e abatidos no supermercado kosher. Netanyahu fez mais visitas Shiva [a casas de luto] na vida do que Hollande vai fazer depois deste ataque.
Netanyahu tinha vindo para compartilhar a dor - dor com a qual Israel está muito familiarizado. No entanto, Hollande não toleraria isso. Ele expressou a preocupação de que a presença de Netanyahu no desfile, que incluiu 40 chefes de Estado, seria "divisiva". Porquê? Porque, aos olhos dos franceses, e tal como é propalado pelos seus meios de comunicação, o terrorismo em Israel deriva de uma disputa política. É por culpa de Netanyahu que não há paz no Médio Oriente, porque os judeus não querem sacrificar ainda mais terra por paz. 
Hollande, então, convidou presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e adicionou ao insulto o anúncio de uma reunião com ele. Abbas, o homem que incita a matar judeus em Israel - como se os terroristas muçulmanos fossem diferentes por serem do ISIS ou do Hamas ou da al Nusra ou da al Qaeda ou do Boko Haram ou de todos os outros que matam em nome do Islão.  
Agora Hollande diz que defende a protecção dos valores ocidentais - mas não em Israel, a luz da democracia no meio da miséria do Médio Oriente. Hollande aprovou a rotulagem dos produtos israelitas "originários de colonatos israelitas além das fronteiras de Israel antes de 1967". Hollande também está a liderar os esforços diplomáticos internacionais para pressionar uma resolução da ONU que levaria à criação de um Estado palestino independente dentro de dois anos

A França tem sido rápida a atacar Israel por defender as suas fronteiras. No ano passado, durante a Operação Protecção-Limite, o Ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian disse: 

"França apela a um cessar-fogo imediato ... para garantir que cada lado começa a falar com o outro, para evitar uma escalada que seria trágica para esta parte do mundo". 
Mas agora que o terrorismo atingiu a França de muito perto, Hollande grita:  
"É um acto de guerra que foi cometido por um exército terrorista, um exército jihadista, o Daesh [ISIS], contra a França. É um acto de guerra que foi preparado, organizado e planeado a partir do estrangeiro, com a cumplicidade do interior, que a investigação vai ajudar a estabelecer". 

"A França vai ser implacável com os bárbaros do Daesh", acrescentou. 
Agindo dentro da Lei, a França irá responder com "todos os meios necessários, e em todos os terrenos, dentro e fora, em coordenação com os nossos aliados".

NETANYHAU: NÃO HÁ "TERRORISTAS BONS"
Lola foi assassinada em Paris no dia 13. Adar foi assassinada em Israel no dia 22. Não há diferença entre terrorismo e  terrorismo.

Mais uma vez Israel apresentou as suas condolências ao povo da França. 
Netanyahu disse: "Um ataque a qualquer um de nós deve ser visto como um ataque contra todos nós ... O terrorismo é o ataque deliberado e sistemático a civis. Ele nunca pode ser justificado ... Não se pode lutar contra oterrorismo de forma selectiva. Não se pode dizer que estes são os bons terroristas e estes são os terroristas maus. Todos os terroristas são maus". 
Mas eu pergunto: Onde está o luto, o lamento, o rasgar da roupa, o canto do povo da França pelos judeus mortos em Israel? Como Netanyahu declarou: "Assim como temos condenado actos assassinos ao redor do mundo, eu também esperava que fossem emitidas condenações contra os assassinatos que ocorreram ontem [sexta - feira 13 de Novembro] de Ya'akov e Netanel Litman." 
Poucos dias antes das suas núpcias, apenas algumas horas antes dos ataques na França, uma noiva enterrou o seu pai, o rabino Yaakov Litman, e o seu filho Netanel, de 18 anos, que foram assassinados por terroristas covardes que odeiam o Ocidente, odeiam a liberdade e odeiam os judeus.
Onde estão as hordas de jornalistas para cobrir os ataques repugnantes em Israel? Nunca pode haver justificativa para assassinar pessoas que andam pelas ruas, que estão sentadas em cafés ou pizzarias, deitadas numa praia, conduzindo os seus carros, apanhando um autocarro, assistindo a concertos ou eventos desportivos. Quando fechamos os nossos olhos aos terroristas em Israel, nós damos aprovação implícita às suas tácticas bárbaras em outros lugares, e permitimos que se espalha a banalidade do Mal, só possível graças à cegueira voluntária ou ignorantia affectata. E isso acontece porque a vida de judeus não parece ter o mesmo valor que a vida dos outros. 
Vou terminar esta peça com as palavras da colunista canadiana Christie Blatchford no National Post: "Na manhã após os ataques de Paris, uma loja na esquina da minha casa inscreveu uma pequena frase na calçada: "L'amour est la réponse' "[O amor é a resposta]".
Blatchford então cita uma história, escrita pela jornalista americana Marie Brenner, descrevendo os distúrbios em Paris, em 26 de Julho de 2014, numa manifestação pró-Palestina (com alguns cartazes do Estado Islâmico, a preto e branco), que culminou com milhares de manifestantes cantando "Mort aux Juifs! Mort aux Juifs!" -  que significa "Morte aos judeus". 
A história fala sobre muito mais assuntos, é claro, mas o seu tema central foi que este motim, ou qualquer um dos outros dos que Brenner chamou o 'Verão do Ódio', foi o ponto de inflexão para muitos judeus franceses, que deixaram o país para irem para Israel. Os judeus são os canários na mina de carvão da Humanidade. Se l'amour est la réponse, então amar os judeus é uma das condições inabaláveis​. 

A Intifada é o pogrom do século XXI. As leis contra Israel são as leis anti-semitas do século XXI.  O terrorismo islâmico é o nazismo do século XXI. DE QUE LADO ESTÁ VOCÊ?




Este é um artigo da autoria de  É capelã hospitalar inter-fé, vive no Canadá, nos arredores de Toronto. Escreve sobre religião e saúde mental no seu blog, "The Middle Ground: The Agora of the 21st Century". É autora do livro "De Regresso à Ética, Recuperando os Valores Ocidentais", que será publicado em breve pela Mantua Books.