quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Israelitas resgatam náufragos sírios e iraquianos


Um grupo de navegadores israelitas deparou por acaso com um grupo de refugiados sírios e iraquianos que tinham naufragado ao largo da costa grega, e rapidamente os resgataram ao que teria sido uma morte certa.

Os refugiados mostraram-se muito agradecidos e não se mostraram contrariados por terem sido salvos por israelitas (os quais são ensinados a odiar, desde o berço). Na verdade, até beijaram os seus salvadores.

Dos onze refugiados, quatro
eram crianças e, infelizmente, uma criança já morta, a quem a mãe enlutada embalou nos seus braços toda a noite.

Alguém viu alguma coisa nos media? se não fosse este blogue ou outra fonte análoga, você saberia que este episódio aconteceu?

O povo de Israel não se envolve em actos de bondade na esperança de receber o reconhecimento dos media. Apenas faz o que todos os seres humanos deveriam fazer - estender a mão e ajudar os necessitados.
Pode ser que estes refugiados não o sejam verdadeiramente, e façam parte de uma maioria que aproveita para vir para a Europa, numa aventura (para não lhe chamar invasão). Mas o que fazer numa situação destas? Deixá-los morrer no mar?
Sem que detenham o exclusivo, os judeus foram pioneiros na descoberta da Consciência, na delimitação do Bem e do Mal, na consagração do que hoje chamamos os Direitos Humanos. O Judaísmo, e o seu Livro, a Torá, mais as obras subsidiárias como o Talmud ou o Midrash, são o código moral que marcou a Civilização Ocidental e o Mundo inteiro.
Além disso, os judeus sabem o que custa a perseguição e o sofrimento. É por isso que os vemos tratar nos hospitais de Israel os terroristas que acabam de assassinar os seus compatriotas. O caminho do Bem não é o mais fácil. Mas é o correcto.
Só é pena que acusem os israelitas de serem agressores, quando na verdade eles são as vítimas do terrorismo islâmico, como nós aqui no Ocidente começamos também a ser. É pena que os media mintam descaradamente e difamem Israel, com o mesmo zelo com que escondem episódios como este que hoje vos trazemos.
Está nas SUAS mãos mudar isso.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A Luta Continua! Terrorista para a Rua!

No nosso post TERRORISMO, MENTIRAS E VÍDEO já tínhamos exposto a propaganda anti-semita e pró-terrorista deste jornaleiro. Agora pedimos que ajudem a correr com ele de Israel.

Esta segunda-feira, a NBC pediu desculpas por ter divulgado o que chamou "informações factualmente erradas", mais precisamente um gráfico de propaganda anti-Israel, que apresenta o moderno Estado Judaico como tendo sido construído em terra "usurpada" a uma imaginária "Palestina" Árabe:

(Este tipo de MENTIRA suja é muito usado na Imprensa anti-semita, filo-islamista e jihadista, nomeadamente no Al-Público. Se bem que o Al-Público seja ainda mais aberto no seu apoio ao TERRORISMO. E a pomposa Entidade Reguladora da Comunicação continua a limpar o rabo às nossas queixas).

A credibilidade da NBC ainda está em risco. A NBC continua a permitir que um repórter anti-Israel faça a cobertura do terrorismo em Israel.

No meio da campanha mediática global que culpa Israel por se defender,  o repórter Ayman Mohyeldin, da MSNBC, disse aos telespectadores que as forças de segurança de Israel tinham abatido um homem que não levava nenhuma arma nas mãos. Mas não era verdade. O homem era um terrorista que estava a atacar inocentes com uma faca na mão.
Os telespectadores da MSNBC (e os que recebem como boas as "notícias" deste indivíduo)  não estão a ter acesso aos factos. Estão apenas a receber propaganda anti-Israel.



Mohyeldin tem uma longa história de negação dos horrores do terrorismo.
• Durante a guerra de 2014 contra o Hamas, Mohyeldin foi o autor da patranha que correu mundo, de que Israel tinha atacado um hospital de Gaza e causado mortos civis. Na verdade, foi um míssil da Jihad Islâmica que causou essa tragédia.
Mohyeldin foi criticado por ser um "porta-voz do Hamas" depois de ter repetido a negação de que o Hamas usou civis como escudos humanos - apesar de o  Ministério do Interior do Hamas apelar aos civis para actuarem como escudos humanos (documentámos vastamente essa actividade neste blogue, inclusive com vídeos, basta que reveja o nosso marcador Operação Protecção-Limite).
Mohyeldin criticou os Estados Unidos por não terem relações diplomáticas com o Hamas, um grupo terrorista oficialmente reconhecido como tal, e apontou os Estados Unidos como culpados pelo domínio dos terroristas sobre Gaza.

Estes são apenas alguns exemplos da actividade de Mohyeldin como jornalista-terrorista nas suas reportagens sobre Israel. Qualquer um deles deve ser o suficiente para a NBC retirar este indivíduo de Israel, se quiser restaurar o que resta da sua credibilidade.
Alguns artigos que descrevem a constante actividade pró-terrorista deste jornaleiro:

Os detractores de Israel naturalmente que não gostarão destas petições. Cripto-nazis como os que reptam no bolorento pasquim "O Diabo", dirão cinicamente, como de costume, que retiraram o jornalista porque "os judeus não gostaram". A esquerda em peso baterá o pezinho e bolsará mais umas inanidades típicas da sua desgraçada condição mental. Não dê valor às atoardas dessa gentalha de má-fé. Este jornaleiro deve sair de Israel.
Esperamos que este caso se torne um marco. Israel não pode continuar a ser o único país do Mundo a permitir terroristas dentro das suas fronteiras - mesmo que disfarçados de jornalistas!

Euronews defende Hitler


 
Dissemos noutro dia que a Euronews faz sombra a Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda de Hitler:
 
 
E não é de agora:
 
 
Mensagem de um leitor na nossa caixa de comentários:
A Euronews, o canal de notícias que eles dizem ser "o mais visto em toda a Europa", é mais um desses meios racistas anti-semitas que fomentam o ódio contra Israel e amenizam e desculpam os terroristas islâmicos. Ver aqui o sentido de distorção demagógica desta notícia: http://pt.euronews.com/2014/03/22/israel-mata-mais-3-na-limpeza-etnica-nos-territorios-palestinianos/
Concordamos, e convidamos os leitores a denunciarem sempre estes abusos no site HonestReporting.
Agora mesmo, a referida cadeia de propaganda, a propósito das declarações de Benjamin Netanyahu sobre a colaboração islâmica no Holocausto e no Nazismo, a Euronews titula:

 
 
Esperemos que esta obscenidade não fique sem resposta. Da nossa parte não vai ficar.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

ONU - "ESFAQUEEMOS OS CÃES SIONISTAS"



Hani Al Ramahi, que se identifica no Facebook como "Assistente de Projectos da UNRWA" - da ONU, portanto - postou a imagem acima no dia 8 de Outubro. "ESFAQUEEMOS OS CÃES SIONISTAS", diz a legenda. Mas há muitos mais exemplos. A ONU defende o incitamento dos seus funcionários ao massacre de judeus.

Periodicamente falamos aqui das famosas "escolas" da ONU em Gaza e nos territórios sob autoridade dos colonos árabes em Israel. O termo "escolas" ou "universidades", quando aplicado a essas instituições, é necessariamente para colocar entre muitas aspas, pois, na realidade, trata-se de centros de doutrinação em terrorismo, Nazismo, jihad, martírio e ódio. 

O lugar de honra do "currículo" vai para o assassínio de judeus. E os resultados são estes:


Um excelente trabalho de recolha e tradução de vídeos está a ser feito pelo canal de youtube "Palestina Livre".

O que se aprende na infância e na adolescência marca-nos indelevelmente. Há quem passe anos no divã do psiquiatra para se ver livre dos traumas de uma educação inadequada. Agora imagine-se estes jovens, que nascem e crescem num meio em que a norma é o terror e o ódio. 

Imagine que os seus filhos, em vez de irem à escola aprender Geografia, Línguas, Matemática, Ciências Naturais, iam diariamente aprender a esfaquear, alvejar, fazer bombas, fazerem-se explodir. Não é menos inaceitável por estas crianças serem árabes.


Dois terroristas "palestinos", Ahmed Manasra (13 anos) e o seu primo Hassan (15 anos) esfaquearam duas pessoas no dia 12/10/2015. Uma das vítimas é um menino de 13 anos que estava a andar de bicicleta. Jovens como o do vídeo acima juntam-se à matança.

Para não vos maçarmos muito, lembramos apenas estes três posts, que desmontam a actividade terrorista que é a única "matéria" que se estuda nestas escolas:

As "Escolas" de Gaza

Os mísseis vão à escola

Israel ataca escola da ONU, ou as tretas do costume

 

Os jornalistas ocidentais fazem o mesmo jogo de ódio e mentira:


A ONU - dominada pelas ditaduras islamistas e comunistas - está de conluio com o terrorismo anti-semita e insiste que "não há provas". Estes locais de doutrinação e instrução terrorista, estas bases militares terroristas, são financiadas pelos governos do Ocidente.

Os "professores" da ONU (os terroristas que ensinam a criançada a fazer-se explodir e a matar judeus), continuam a apelar ao massacre, mesmo fora da "escola". É habitual vê-los a apedrejar judeus, nas estradas e nas ruas, mas não se fazem rogados em usar as redes sociais para espalharem a sua diabólica ideologia. É que nos conta a organização UN WATCH, em mais uma actualização que nos chegou no correio:

Empregados da UNRWA incitam ao assassínio no Facebook
Pelo menos dez funcionários da UNRWA estão a usar as redes sociais para incitar ao esfaqueamento e ataque a tiro dos "palestinos" contra os judeus israelitas, com um apelo no Facebook para "MATAR OS CÃES SIONISTAS À FACADA", de acordo com um novo relatório da UN Watch
O Reino Unido acaba de banir um professor de Londres da sala de aula depois de este ter postado apelos anti-semitas no Facebook. Em contrapartida, a UNRWA recusa-se tomar medidas em relação aos professores que postam material anti-semita e fazem apelos abertos à violência.

Quando interrogado na sexta-feira sobre o relatório de UN Watch, o porta-voz da ONU respondeu que "continua por provar" se os funcionários da UNRWA estão envolvidos no incitamento. O mesmo organismo mundial que faz estalar condenações contra Israel, sem quaisquer provas, agora opta por ignorar o que todos podem ver com os próprios olhos.
Os maiores financiadores da ONU e da UNRWA, como é o caso do Governo dos Estados Unidos, devem agir imediatamente e despedir os funcionários que incitam ao anti-semitismo e ao assassínio, e alimentam assim a pandemia mortal de ataques "palestinos" contra os judeus israelitas, que têm reclamado vidas de inocentes, homens, mulheres e crianças, com idades entre 13 e 78, até agora.


Apesar da promessa da UNRWA, na sequência do relatório anterior do UN Watch, de agir e julgar os autores do incitamento, não houve quaisquer prestação de contas.

Ibrahim Ali, que vive em Hebron e se identifica como um empregado da UNRWA, postou na sua página de Facebook um vídeo que glorifica os horríveis ataques terroristas, incluindo tiroteios e esfaqueamentos de judeus israelitas:





Hiba Miari, professor da UNRWA, comemorou os recentes ataques "palestinos" por esfaqueamento contra os judeus israelitas com desenhos humorísticos de um terrorista a tocar violino com uma faca gigante, do tipo utilizado no esfaqueamento:

  

Um Karam, professor da UNRWA, em comemoração dos assassinatos, postou o vídeo infame de um conhecido sermão no qual o Sheikh Abu Rajab puxou de uma faca e exortou os "palestinos" a assassinarem judeus em nome do Islão:



Mohammed Assaf, Jovem Embaixador da ONU, vencedor do "Arab Idol", e financiador chave da organização, tem vindo a utilizar o seu imprimatur das Nações Unidas para glorificar a violência na sua cronologia do Facebook. O seu novo vídeo de música incentiva a actual epidemia de motins, esfaqueamento e ataques a tiro contra israelitas: "Lutem até derrotarem o agressor", diz uma das suas cantigas, acompanhada de cenas de glorificação e incitamento à violência:


O relatório da UN Watch é exaustivo, e pode lê-lo AQUI. A versão em Francês pode ser lida AQUI.

À luz de que princípio, de que ideologia, de que moderno relativismo moral, é que é aceitável substituir a educação das crianças por terrorismo e ódio, substituir professores por terroristas enraivecidos?  

Outro "professor" árabe incita a sua filha bebé a esfaquear judeus:


E se fosse um não muçulmano a fazer uma barbaridade destas?

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Terrorismo, Mentiras e Vídeo


O vídeo abaixo mostra Ayman Mohyeldin, um repórter da MSNBC, em directo, alegando que os israelitas abateram a tiro um "palestino" desarmado, enquanto a transmissão mostra o terrorista brandindo uma faca.
A actual onda de terrorismo islamista em Israel está a beneficiar deste escandaloso conluio entre jornalistas mentirosos terroristas. 

A par do incitamento ao assassínio de israelitas, a "Autoridade Palestina"  alega falsamente que Israel está a assassinar vítimas desarmadas, quando na realidade as forças de segurança têm abatido terroristas que se precipitam a tiro e à facada sobre a multidão inocente.
Metade da guerra contra o terrorismo islâmico consiste em consciencializar a opinião pública.  Infelizmente, os jornalistas não fazem a sua obrigação e não contam a VERDADE ao Mundo. 

Fora da Imprensa israelita, é difícil encontrar uma cobertura decente desta onda de terrorismo.

Aqui e ali já vamos vendo alguns sinais de que  pressão funciona, e alguma Imprensa já é menos parcial. Quem é pela VERDADE, deve continuar a exigir verdadeiro Jornalismo, e a louvar os passos positivos que se vão dando.

Alguns exemplos de acontecimentos recentes em Israel que a Imprensa lhe distorce ou omite, por não encaixarem na "narrativa oficial":

Ontem à noite, mais um assassínio: um terrorista árabe entrou na estação central de autocarros no sul da cidade de Beersheba e começou a alvejar e esfaquear pessoas. O atacante estava armado com uma pistola e uma espingarda, bem como de diversas facas, de acordo com relatos dos sobreviventes, e abriu fogo em dois pontos diferentes do terminal.



O terrorista assassinou um soldado israelita e abriu fogo sobre um grupo de polícias, dos quais quatro foram feridos. No tumulto, um eriteru foi confundido com um terrorista e foi abatido pelas forças de segurança. Ao todo, este ataque causou dois mortos e 10 feridos.

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60 segundos de terror que resumem a semana passa em Israel. Se estes 60 segundos passassem nos noticiários, muita coisa mudaria:


Quando não culpam Israel, a generalidade dos políticos e analistas estabelece uma falsa equidade moral entre terroristas e vítimas. Fora de Israel, os ataques jihadistas são qualificados como "actos isolados de pessoas desequilibradas", "reacção da juventude ao desemprego" e outras alarvidades.

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Na sexta-feira, um terrorista disfarçado de jornalista (ou um jornalista mesmo, ainda não se sabe ao certo) desatou a esfaquear um soldado israelita, em Hebron. Um oficial do IDF (Forças de Defesa de Israel) abateu-o de imediato:





As carpideiras da AmnIstia Internacional, da ONU, dos terroristas islâmicos, da extrema-esquerda, da extrema-direita, como de costume, ficaram em estado de histeria, acusando Israel de "uso desproporcionado de força".

São todos livres de fazerem a experiência em qualquer país do Mundo: ponham-se a esfaquear um soldado de quaisquer forças armadas, um polícia de qualquer corporação, e verão o que vos acontece.

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Na sexta-feira, uma centena de colonos muçulmanos árabes, armados com cocktails molotov, incendiaram o Túmulo de José (o famoso José do Egipto, da Bíblia). 

O último ataque ao local sagrado tinha sido há um mês, quando tentaram assassinar os judeus que lá estavam em oração. A Imprensa referiu de passagem um incêndio, sem precisar a origem. Alguns jornaleiros conseguiram dar voltas ao texto de modo a culpar... os judeus!


 


No estado de delírio demente em que decorre a vida dos islamistas, alguns afirmaram que o incêndio do Túmulo de José foi "uma resposta à destruição da Mesquita de al-Aqsa, em Jerusalém"! A tal mesquita que esteve ao abandono durante séculos, que foi erguida no Monte do Templo, numa profanação típica do Islão, e que agora serve de pretexto aos muçulmanos para reivindicarem que Jerusalém é deles.


 

Muçulmano pontapeia carrinho de bebé de um judeu, em Jerusalém.


Nem judeus nem quaisquer outros infiéis podem entrar na dita mesquita! Os únicos que a destroem são os muçulmanos, que regularmente arrancam o pavimento para atirarem as pedras aos judeus que tentam visitar o seu lugar mais sagrado: o Monte do Templo!


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Este menino tentou assassinar judeus à facada. Mahmoud Abbas, para além de ser o responsável pela onda de violência em curso, incitando o assassínio de judeus e premiando os assassinos e as famílias com pensões milionárias vitalícias, usou a sua tribuna permanente na Imprensa global, vestiu a sua máscara de vítima, e afirmou que a Polícia israelita tinha "executado uma pobre criança, sem qualquer motivo"





Afinal, e para seu grande desapontamento, o rapazinho está vivo, e lá se foi mais uma história que teria arrebatado corações antissemitas por este mundo de Alá... Mais tarde o rapazinho regressará para fazer explodir o hospital, como é costume nestes casos.


Se Israel, os Estados Unidos, ou qualquer país do Mundo Livre fizessem uma alegação destas, o que não iria por aí de indignação! Assim, é apenas uma mentirola que se aceita com bonomia. Uma traquinice do Mahmoud Abbas.

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E por falar em indignação: o Conselho de Estado norte-americano veio a público condenar Israel  por "uso excessivo da força", pela voz de John Kirby. Um outro John, o Kerry, já tinha vindo basicamente culpar Israel pela onda de terror. Obama, esse é abertamente hostil a Israel, mas isso não é novidade...

Os Estados Unidos, que mandam drones pulverizar posições da Al-Qaeda no Paquistão e no Afeganistão, causando tantas vítimas civis inocentes, vêm falar de "força excessiva" quando a Polícia israelita abate terroristas que estão a disparam sobre a multidão!



  
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Experimentemos fazer o exercício de "E SE FOSSE AO CONTRÁRIO?": e se fosse Israel, ou Portugal, o Brasil, a Alemanha, o Japão, qualquer país do Mundo Livre, a divulgar vídeos apelando à matança de inocentes, como faz o senhor Mahmoud Abbas e outros «moderados»?
Uma amostra da propaganda que incita os colonos a odiarem e massacrarem judeus, desde o berço. Estas crianças são geradas para matarem judeus e morrerem em nome de Alá:



Tutorial de "como matar judeus": 


 

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Vozes árabes muçulmanas têm condenado o permanente incitamento ao ódio. A repórter árabe-israelita Lucy Aharish acusou a liderança "palestina" de destruir o futuro dos jovens "palestinos" por espalhar mentiras cruéis e incitamento.

A liderança "palestina" tem vindo a fazer todo o possível para atiçar as chamas do terrorismo, encorajando os "palestinos" a sacrificarem tudo em ordem a assassinarem mais judeus.

O que a liderança "palestina" está a fazer é destruir um potencial futuro de paz e as vidas de jovens árabes - já para não falar nas das suas vítimas.

 


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Longe das propagandas do ódio e do frenesim sangrento da matança de judeus, em alto mar,  navegadores israelitas resgataram 11 náufragos sírios e iraquianos, perto da costa da Grécia. 

"Nós percebemos que eram da Síria e do Iraque. Demos-lhes água e telefones celulares para que eles pudessem entrar em contato com suas famílias, contou Asaban. "Depois,  dissemos-lhes que somos judeus de Israeleles beijaram-nos e disseram: 'Obrigado'".


Foi ontem que esta tripulação israelita resgatou náufragos árabes muçulmanos. 

Esta história fez-nos lembrar as declarações de um colono árabe muçulmano em Israel, o senhor  Khalil, que, apesar de toda a propaganda, consegue entender que os seus líderes não se preocupam minimamente com o bem-estar do próprio povo:


 "Os israelitas fazem mais pelo povo palestino nas nossas áreas do que a nossa própria liderança em Ramallah. Alá seja louvado, que podemos viajar com os judeus!" 

Diferentes em crenças, costumes, tradições, filosofias, os seres humanos são por natureza IRMÃOS. Em nome de interesses dos mais egoístas e sórdidos, aqueles que deveriam ser verdadeiros Mensageiros da VERDADE, traem a sua missão. Os jornalistas têm o poder para mudar a opinião pública, mostrando-lhe FACTOS. Infelizmente, optam pela PROPAGANDA. 

Estamos certos de que estas pessoas responderão pelos seus actos. E aí, pobres deles, haverá choro e ranger de dentes.


A indústria da MENTIRA:


Ruben Salvadori é um foto-jornalista que teve um rebate de consciência e contou a VERDADE, apesar da reacção hostil dos seus colegas:

"Estou em constante mudança e evolução no que diz respeito à minha identidade como fotógrafo (...)  Uma obra que representa o que eu estou a viver agora é uma série de fotos a que chamei "MATANDO A MENTIRA", que é uma espécie de autocrítica sobre o fotojornalismo, e que me ajudou a decidir o que eu não quero ser "quando crescer".
A indústria dos media requer estritamente imagens dramáticas, forçando os  fotojornalistas a procurarem o drama, e, por vezes, a adicionarem dramatização à imagem em si mesma quando a situação carece dela. Além disso, o público é diariamente sobrecarregado com fotografias de áreas de conflito, mas não percebe que há um factor que está em cena: o fotógrafo.
Nesta série eu tentei quebrar o tabu do "fotógrafo invisível", a fim de incluir todos os factores no cenário. Isso provoca uma eliminação do drama, mostrando o "por trás das cenas" de como a imagem é produzida.

(...) É triste ver como a indústria faz com que muitos colegas optem por um modelo de publicar-ou-perecer que não deixa tempo para pensar sobre como a nossa própria presença influencia os acontecimentos que testemunhamos e como as nossas imagens estão muitas vezes sobre-dramatizadas, a fim de ser consideradas pelo mercado dos media.


Nós, que muitas vezes lidamos com os piores problemas do mundo; não nos podemos dar ao luxo de deixar de pensar. "

domingo, 18 de outubro de 2015

Terroristas - o melhor de dois mundos


Danon deixou cair uma bomba de VERDADE no Conselho de Segurança da ONU quando divulgou o guia de instruções "palestino" intitulado "Como Esfaquear Um Judeu"!

O novo embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, deu uma conferência de imprensa durante a qual denunciou o incitamento 'palestino'. Danon acusou Abbas e a liderança "palestina" de "sujeitarem os seus filhos a lavagem cerebral com incitamento e ódio."
Enquanto a ONU permanece silenciosa, civis israelitas, incluindo crianças, estão a ser esfaqueados, bombardeados, atropelados, apedrejados e mortos. É o que a ONU quer!


 Matar e ver morrer judeus, a razão de viver de 1/4 da Humanidade - pelo menos!

Antes de mais, o nosso agradecimento aos que, como nós, têm insistido com os media e com os políticos para que não sejam cínicos e reconheçam que os judeus também são gente. Se nada fazem por Israel e pelo seu povo nativo, pelo menos que se moderem a culpar as vítimas e a glorificar os assassinos! Tenham um pouco de VERGONHA NA CARA!



"Se houvesse alguém com uma faca nas ruas em Lisboa, o que faziam?


Entrevista da Embaixadora de Israel em Portugal ao DN. Se puder, deixe lá um comentário de apoio, para compensar a chuva de alarvidades comunistas e neo-nazis.


Os órfãos israelitas e os festejos dos bárbaros. NENHUM outro país no Mundo, jamais, suportou uma horda de estrangeiros assassinos dentro do seu território! Muito menos a difamação global, que culpa as vítimas pelos actos dos assassinos!

Nas duas últimas semanas, temos divulgado alguns vídeos da onda de terrorismo islâmico com que os colonos muçulmanos estão a castigar os nativos em Israel. Poderíamos ter divulgado dezenas, centenas mais. Quem saiba navegar na Internet, pode dar uma vista de olhos pelos canais youtube e pelos sites que divulgam notícias e vídeos sobre o que se passa em Israel.

Este dois canais do Youtube, por exemplo, dedicam-se a divulgar vídeos dos colonos muçulmanos a assassinarem judeus:

Palestina Livre

Palestinians Killing Jews

Grupos de Facebook como estes, fazem a cobertura possível da onda de terrorismo islamista em Israel:

A dificuldade está apenas na escolha. Vamos a postar um vídeo, mas vemos dezenas de outros. Que critério usar? Os media mostram apenas a reacção das forças de segurança de Israel.

Acresce que os muçulmanos são 25% da Humanidade, e sistematicamente denunciam os vídeos na Internet, alegando que são "violentos". Nós divulgamos aqui um vídeo, passadas umas horas, os protestos de milhões de muçulmanos deitam-no abaixo.  

Por um lado, regozijam-se com a matança de judeus. Por outro, dizem ao Mundo que eles é que estão a ser atacados, quando Israel responde!

Algumas notícias últimos dias, sublinhando que isto é uma pequena amostra do que se tem passado, servindo para dar uma pincelada da realidade em Israel e para motivar os nossos amigos a buscarem mais informação:

Adelle Banita, foi tratada no Hospital Hadassah e já se reuniu com a sua filha de dois anos de idade, que sofreu um ferimento de bala na perna direita. O marido, Aharon Banita, foi assassinado no mesmo ataque que vitimou o rabino Nechemia Lavie




A intervenção do rabino evitou que o terrorista Muhannad Halabi (ver post anterior), matasse mais inocentes. Este ataque deixou 8 filhos sem pai.

Os terroristas que assassinaram Eitam e Naama Henki em frente aos filhos do casal, foram capturados pelas Forças de Defesa de Israel (OBRIGADO, IDF!). Os quatro filhos ainda crianças, escaparam à morte porque um dos terroristas foi ferido acidentalmente, precipitando a fuga:


Milhares de pessoas estiveram presentes no funeral do casal:


Um dos filhos do casal assassinado diz a prece fúnebre pelos seus pais:



Netanyahu prometeu fazer face à onda de terrorismo, mas os media e os políticos do Mundo continuam a censurar Israel, fazendo de conta que os ataques terroristas não existem: 





Enquanto os jornaleiros e os politiqueiros impingem aos ocidentais uma falsa igualdade moral entre os terroristas e as vítimas, as forças que no Ocidente têm fama de "moderadas" continuam a incitar ao extermínio dos judeus e ao regresso dos ataque suicidas:



Esta terrorista foi abatida pela Polícia:




A Amnistia Internacional e outras forças da extrema-esquerda (que se rebolam de gozo quando os judeus são assassinados), têm reagido com "indignação" quando os terroristas se suicidam. Exactamente: quando se suicidam. Quando você está a matar pessoas na via pública, armado, e a Polícia o avisa para largar a arma e você insiste em não largar e continua a matar, está a cometer suicídio.

Os terroristas islâmicos obtêm assim o melhor de dois mundos: matam judeus, que é a sua única razão de viver, e quando chega a Polícia fazem-se matar, para irem para ter com o Alá ao paraíso dos terroristas.


APOIE ISRAEL! APOIE O BEM CONTRA O MAL! 



 Hino Nacional em coro, a resposta israelita a mais um ataque terrorista:


Equidade moral entre os israelitas e os terroristas é como equidade moral entre os nazis e os que morreram nas câmaras de gás!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Mãe de terrorista abatido canta de alegria


A encantadora senhora que podeis contemplar no vídeo abaixo, cantando, jubilosamente, é a mãe do terrorista Muhannad Halabi, que assassinou à facada dois israelitas na Cidade Velha.

As vítimas foram rabino Neemias Lavi, 41 anos, pai de sete filhos, e Aaron Bennett, 24 anos, pai de um. Adelle Bennet, a Esposa, ficou ferida no ataque.



MERECE ESTA CRIATURA O SAGRADO NOME DE "MÃE"?

Qualquer ser humano normal, provido de senso-comum, com conhecimento mínimo da vida e do mundo real, poderia parar a leitura deste post por aqui, e ficaria esclarecido. Nem as mães dos soldados tombados nas guerras contra as piores tiranias do mundo festejam. O que dizer de uma mãe que se alegra pela morte e pelos actos diabólicos do seu filho?

Mas a extrema-esquerda e a extrema-direita (tal como os terroristas islâmicos) aplaudem em delírio a "coragem da jovem mãe, que sacrificou o próprio filho na resistência à opressão", etc., etc..
O simples facto de os adeptos das ditaduras comunistas e das ditaduras nazis-fascistas (que se odeiam uns aos outros) estarem de acordo no apoio ao terrorismo islâmico, já deve pôr qualquer pessoa normal de sobreaviso.

Aaron Bennett e Neemias Lavi foram assassinados à facada  por Halabi 

A seguir aos esfaqueamentos mortais, o terrorista Muhannad Halabi roubou a arma de uma das vítimas e abriu fogo contra a multidão de turistas, pelo que foi abatido pela Polícia.

A Imprensa mundial (e com ela a opinião pública) ignoraram os mortos e os feridos judeus, ignoraram o próprio ataque terrorista, e condenaram Israel, por ter abatido um jovem, "coitadinho, que não fez mal nenhum, só ia a passar, na sua vidinha"...

O rabino Neemias Lavi perdeu a vida e deixou viúva e 7 órfãos ao tentar acudir. Repare-se na satisfação com que o árabe saboreia o seu refrigerante e a matança de judeus:

 
 


Acresce, no barómetro das emoções baratas e enviesadas, que o jovem tinha 19 anos, e um rosto fresquinho, como todos os rapazes e raparigas de 19 anos:


O terrorista Muhannad Halabi enternece o coração do mundo...


Hitler também usou terroristas suicidas. E isso não fez dele e do Nazismo aceitáveis. Mas os terroristas abatidos pelas forças de segurança de Israel são vistos com simpatia pelo vulgo, e alvo de um culto religioso em certos sectores políticos ocidentais - os mesmos que cultuam deuses como Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Castro, a Dinastia Kim da Coreia do Norte, o messias Che, e tantos outros assassinos psicopatas, terroristas e genocidas.
(A propósito: a jornaleiragem a soldo dos terroristas anda a propalar a notícia falsa de que a Polícia de Israel abateu um garoto de 13 anos. O anjinho em questão foi apenas detido quando estava a esfaquear umas pessoas. Se num país muçulmano um garoto judeu fizesse o mesmo seria assado em fogo vivo ali mesmo no local!).


O jovem "executado" pela Polícia (segundo a patranha do aldrabão terrorista Mahmoud Abbas, na TV), está de boa saúde, para quem morreu! Valeu a pena a descasca que demos ao Luke Baker!!!

Quem não comove corações nem é notícia, são os órfãos israelitas que os terroristas islâmicos causam. 
A 19 de Abril deste ano, o Primeiro-Ministro de Israel recebeu órfãos de soldados assassinados pelos terroristas islâmicos.

A FALÁCIA DOS "POBREZINHOS"


Para a Imprensa e para o público Ocidental, os órfãos israelitas não merecem compaixão. São considerados inerentemente maus, privilegiados, usurpadores, enquanto que os terroristas são considerados pobrezinhos e oprimidos.

Esta falácia romântica merece uma pequena análise. Damos a palavra a :

«(...) Estes jovens (terroristas árabes que têm assassinado judeus nos últimos dias)  aproveitaram o seu estatuto de residentes permanentes em Israel para assassinar judeus. Todos eles tinham bilhetes de identidade israelitas que lhes permitiam viajar livremente dentro de Israel, e até mesmo possuir e conduzir veículos com placas israelitas. Também tinham direito a prestações sociais e cuidados de saúde gratuitos concedidos a todos os cidadãos israelitas, independentemente da sua fé, cor ou etnia.

Nenhum dos jovens 'palestinos' envolvidos nos recentes ataques terroristas vivia numa casa de barro, numa tenda, ou até mesmo num apartamento alugado. Todos eles viviam em casas de propriedade de suas famílias, e tinham acesso ilimitado à Internet. Todos eles tinham smartphones e partilhavam os seus pontos de vista no Facebook e Twitter, que usavam, entre outras coisas, para promover o incitamento ao ódio contra Israel e os judeus.



O terrorista Muhannad Halabi em sua casa: estas pessoas vêm viver para a única democracia do Médio-Oriente, e dedicam-se a assassinar os nativos.

Por exemplo: se formos a casa de Muhannad Halabi, o 'palestino' que matou dois judeus na Cidade Velha de Jerusalém na semana passada, veremos que o seu pai é um homem de negócios bem sucedido, que comercializa sistemas de ar condicionado e tem o seu próprio negócio em Ramallah. A casa da família, na aldeia de Surda na periferia norte de Ramallah, parece que saiu de um filme rodado em San Diego.
Os parentes de Muhannad Halabi disseram que ele era um jovem mimado que tinha tudo o que pedia. Estudava Direito na Universidade Al-Quds, perto de Jerusalém, e conduzia livremente entre Ramallah e o campus. Mas a boa vida de Muhannad não o impediu de se juntar à Jihad Islâmica e assassinar dois judeus. Ele queria matar judeus, porque tinha sofrido uma lavagem cerebral por parte dos nossos líderes e dos nossos media, e foi impulsionado pelo ódio - ele não vivia na miséria nem sofria privações.(...)»

Comício nazi na "Universidade" que o terrorista frequentava  - assim são as actividades curriculares na pomposamente chamada Universidade Al-Quds, e nas famosas "escolas" de Gaza - que também servem de bases terroristas e depósitos de armas e munições. Os "jovens" que estão a protagonizar o morticínio de israelitas são "educados" desta forma.
Estes assassinos que estão diariamente a ceifar vidas israelitas são árabes muçulmanos que vêm viver para Israel, beneficiam dos privilégios que a única democracia do Médio-Oriente lhes oferece, e retribuem com ódio e terrorismo. Exactamente o que se passa na Europa ou nas Américas, onde os muçulmanos são acolhidos, alimentados, alojados, e nos dedicam um ódio visceral, brindando-nos diariamente com ataques terroristas, estupros, espancamentos, roubos, desordem pública.
Convém também que se diga que o que mais se estuda nas "escolas" como a Universidade Al-Quds, que este terrorista frequentava, é Islão, Jihad e Nazismo.

EM ISRAEL, COMO EM TODO O MUNDO...

Dentre os milhares de ataques terroristas islâmicos da última década e meia, os da Maratona de Boston foram dos mais visíveis - o que é um dos objectivos da jihad, aterrorizar o mais possível os infiéis antes de os submeter.



Os dois terroristas, os irmãos Tsarnaev (e o seu cúmplice saudita, que foi mandado por Obama para o seu país), quando puseram estas bombas, quando mataram e estropiaram estas pessoas, fizeram exactamente o que os terroristas árabes fazem em Israel. Os motivos foram os mesmos: ódio aos infiéis e ânsia de conquista islâmica. 

Os irmãos Tsarnaev, dois dos bombistas da Maratona de Boston

 
Passavam necessidades, os irmãos Tsarnaev? Pelo contrário, viviam uma vida regalada nos Estados Unidos. A mãe, a encantadora Zubeidat Tsarnavea, já tinha sido recambiada para o Quirguistão, por diversos roubos cometidos no país de acolhimento, e a irmã, a não menos encantadora Ailina Tsarnaev, já era conhecida da Polícia por repetidas ameaças de bomba.

Tamerlan, um homem com tendências depressivas (mas também um calaceiro que mandava a mulher trabalhar enquanto ele ficava em casa a estudar terrorismo) já tinha assassinado três judeus, os seus melhores amigos nos Estados Unidos.

Se quiser saber mais dê uma vista de olhos no nosso marcador Atentados de Boston.

Numa memorável série de actuações dramáticas para a Imprensa, dignas de um Óscar, a senhora Zubeidat Tsarnaeva chorou, gritou, esbracejou, jurou a inocência dos filhos e afirmou que não existiram quaisquer atentados, que tudo não passou de uma encenação. E por estranho que pareça, a tese de que os ataques terroristas são encenações, colhe adeptos entre muitos maluquinhos da Internet e extremistas políticos.

Mas em breve deixaria cair a máscara e mostraria todo o seu orgulho nos ataques terroristas cometidos pelos filhos e no seu "martírio" - "Allahu Akbar", como ela orgulhosamente proclama:

  

Eram tanto "pobrezinhos" e "injustiçados", os Tsarnaev, como são os jovens portugueses que vão para o ISIS decapitar, crucificar, queimar e enterrar vivos aos infiéis, e estuprar as infiéis antes de lhes darem o mesmo destino.

CULTURA DE MORTE 
Cultura de morte: Líderes terroristas "palestinos" declaram que o seu povo ama a morte como os outros povos amam a vida: 
Um Nidal, também conhecida como "Fábrica de Bombas", declara que o dia da morte do seu filho (bombista suicida) foi o melhor da sua vida. Este monstro continua  a parir bombas humanas e a regozijar-se:
 

Programação infantil "palestina": "o martírio é melhor que este mundo":

Mãe muçulmana leva o filho bebé a um hospital israelita para ser tratado gratuitamente. Acabam de SALVAR A VIDA DO SEU FILHO. O seu maior desejo? Que o menino venha a ser um bombista suicida:


ESTA LISTA PODERIA IR RAPIDAMENTE ÀS CENTENAS DE VÍDEOS.


REPETIMOS: Os motivos para o massacre de judeus em Israel, cristãos na Síria e no Iraque e "infiéis" em todo o Mundo, são os mesmos: ódio aos infiéis e ânsia de conquista islâmica.
  
E não esqueçamos que a seguir a Israel, eles querem a Península Ibérica.

Mas é assim, cada qual tem as suas simpatias.