domingo, 22 de fevereiro de 2015

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1



Pat Condell põe os pontos nos ii

Os islamistas, os neo-nazis, a extrema-esquerda, e outros anti-semitas, insistem, maliciosamente, em apelidar os judeus de colonos, ocupantes, e coisas piores. A "Autoridade Palestina" incita à violência contra os israelitas, e a Imprensa global legitima o terrorismo anti-Israel, com a sua narrativa MENTIROSA e deliberadamente instiladora de ódio aos Judeus.
(Ver por exemplo PALIESTINE, HONEST REPORTING e DE OLHO NA MÍDIA)
O mundo está dividido entre pessoas que acreditam que Israel é a Pátria do povo judeu e  pessoas que acreditam que os judeus invadiram aquela terra e expulsaram à força o verdadeiro povo palestino. Quem está certo?
Meios de comunicação como a CNN, BBC, CBS, em Portugal muito especialmente o odioso Al-Público, e muitos, muitos outros, continuam a contar uma história trágica sobre os "palestinos", coitadinhos, que foram expulsos da sua terra natal, e da vida dura em que se encontram os refugiados, que vivem sob opressão brutal. 
Os opressores são os Sionistas diabólicos, os muitos milhares de judeus que teriam, segundo essa brilhante teoria, fabricado uma "história" sobre um Holocausto, a fim de habitar a terra "palestina". 
A alegação é que os Sionistas não têm direito à terra, porque a abandonaram há 2000 anos, expulsos pelo ocupante Romano. Sionistas são os partidários de que Israel tem o direito de existir, entenda-se.
As pessoas que defendem que os judeus não têm qualquer ligação com a "Palestina" são as mesmas que se referem ao  Holocausto como "Holohoax" ("Holofraude") e que retratam Hitler como um herói. Isto já diz muito sobre a consistência das teorias pró "Palestina"...
Acresce que os muçulmanos foram colaboradores activos de Hitler e do Nazismo, na II Grande Guerra, como este blogue tem exaustivamente demonstrado, com vídeos inclusive. São aliados naturais, portanto. E ao comboio junta-se a extrema-esquerda, cujo ódio a Israel também tem sido aqui inúmeras vezes demonstrado.
Quando confrontadas com provas arqueológicas da conexão judaica com Israel, eles dizem que os judeus de hoje não são os mesmos que o povo judeu que ali viveu há mais de 2000 anos. Onde estão então os judeus? Mortos? Assimilados? As respostas variam.
Lidamos com estas falsas histórias todos os dias. Ouvimos mensagens de ódio e anti-semitismo horríveis. Ultimamente, a narrativa milenar antissemita embarcou nas teorias hippie new age dos lagartos do Espaço, que seriam, entre outros a família Rothschild, a família real Inglesa, a família Bush, e... os judeus todos, obviamente, que eles estão em todas! Gente doente, muito doente...
A narrativa da "Palestina" árabe, manufacturada pela extinta União Soviética, tem a simpatia da Imprensa e da Academia (dominadas pelas Esquerdas), e acaba por atingir uma população desinformada, mas que bebe num inconsciente colectivo forjado em séculos de ódio e perseguição aos judeus.
Dantes os judeus eram queimados em fogueiras, hoje ardem em lume brando na fogueira de uma opinião pública que nunca viu um judeu, não sabe onde fica Israel, desconhece a sua História e Geografia, nem sabe rigorosamente NADA sobre o conflito que opõe Israel ao Mundo Islâmico.
A Origem da Palestina
Em primeiro lugar, a terra é Israel. Não "Palestina". Sejamos claros sobre isto, desde já.
Por um período de tempo, a Terra de Israel foi designada como Palestina. Neste vídeo, poderá conhecer a origem da Palestina, de onde o veio esse nome veio e como as nações árabes originalmente reagiram a essa designação: DESPREZANDO-A!


Temos pena de não ter uma versão traduzida ou legendada.
Contra FACTOS não há ARGUMENTOS!
Infelizmente, há mentes doentias que preferem acreditar em patranhas do que conhecer a verdade.
A generalidade dos odiadores de Israel é incapaz de o localizar num mapa. E sobretudo de fazer uma estimativa das suas dimensões. Com os seus modestos 20.770 km², Israel é menor que o Alentejo português, é do tamanho do Estado de New Jersey, da República de El Salvador ou do Estado de Sergipe, no Brasil.
Antes da restauração da independência de  Israel, o país cedeu uma migalhinha de 88% do seu território aos Árabes, que não queriam viver com judeus. Esses 88% chama-se hoje Jordânia. E os Árabes querem apenas mais uma migalhinha para fazerem o tal Estado Árabe palestino, que nunca existiu. Essa migalhinha é apenas TUDO!

O Médio Oriente é 660 vezes maior que Israel. Os auto-proclamados "palestinos" já tiveram, para além da Jordânia, diversas ofertas para construírem o seu Estado, que continuam a exigir, apesar de já o terem! É claro que recusam. Porque o problema não é de território. É de ambição de acabar o que Hitler começou!
Se Israel - o único país livre e democrático do Médio Oriente - fosse tão mau, seria natural que os muçulmanos fugissem de lá e fossem habitar qualquer dos paraísos islâmicos que cobrem meio planeta!
Aconselhamos também: 

Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL
Se o amigo leitor tem honestidade intelectual e boa-fé, não deixe de se informar. Ninguém o obriga a "gostar" dos judeus e de Israel. Pode até odiar a ambos. Mas se for uma pessoa íntegra, pelo menos assuma o ódio pelo ódio, e não se escude em MENTIRAS.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O Mapa da Palestina em 1939




Este é um exemplar do famoso Dicionário Larousse, do ano de 1939. No apêndice do dito dicionário pode-se encontrar as bandeiras todas do mundo, por ordem alfabética. Repare, na página da esquerda, em cima, na bandeira da Alemanha, que era então a bandeira nazi, com a respectiva cruz suástica. 

Continuando a folhear a dita obra, encontramos uma bandeira da... Palestina. 

E como era, em 1939, a bandeira da Palestina? 

Era assim:



Surpreendido? Só se estiver alheado da História. Se assim for, é provável que compre, ingenuamente, a PROPAGANDA islamista, comunista e neo-nazi, de que a Palestina era um Estado soberano Árabe ou Turco, Islâmico, e que os mauzões dos Judeus se lembraram um belo dia, por algum estranho capricho, de ali desembarcar e de roubar a terra toda aos pobrezinhos.



Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade, portanto. Onde esteve alguma vez algum país árabe islâmico chamado Palestina?

Entre 1920 e 1948, o Estado da Palestina existiu, com esse nome, sob administração da Liga das Nações, na sequência da queda do Impérico Turco (os Turcos foram aliados da Alemanha na I Grande Guerra, e foram derrotados com ela). Esse Estado, e todas as suas instituições, eram JUDAICOS, e jamais Árabes, Turcos ou Muçulmanos.

Até aos anos 60 (quando os soviéticos inventaram a patranha "Palestina", operacionalizada pelo mega-terrorista Yasser Arafat), o termo "Palestina" não evocava terroristas cheguevaras de keffieh, como hoje, mas apenas Judeus e a sua Terra.

A Orquestra Sinfónica da Palestina, em 1936. Na imagem podemos ver o seu fundador, Bronislaw Huberman, e o compositor Toscanini. Em 1948 a orquestra mudou o nome para Orquestra Filarmónicade Israel. Não conseguimos divisar turbantes ou keffiehs na orquestra. O Islão, aliás, de um modo geral, proibe a Música.

Terra de Israel, Terra Santa, Palestina, ou simplesmente 'A Terra' (como os Judeus lhe chamam), eram SINÓNIMOS da nação de mais de 4 mil anos, Pátria do Povo Judeu. Da Terra de Abraão, Isaac, Jacob, de Moisés, dos Reis Saul, David e Salomão, de Isaías e dos profetas todos que conhecemos, de Yeshua, vulgo Jesus Cristo e dos seus Apóstolos.

O Mandato da Palestina foi um instrumento legal da Liga das Nações, até que Israel restaurasse a sua independência. A Liga das Nações não "criou" Israel, como a PROPAGANDA antissemita proclama. 

Mas é claro que a História é uma coisa um tanto aborrecida. E dá muito trabalho ESTUDAR. E sobretudo é frustrante, quando vai contra as teorias da conspiração que alimentam o ego de quem gosta de se sentir diferente e mais esclarecido que o vulgo, e para tal se alimenta de David Icke, dos seus lagartos espaciais illuminati do centro da Terra, e de outros produtos de mentes doentias.

Qualquer dia aparece alguém a dizer que Portugal nunca existiu, que os Lusitanos nunca existiram, e que a Península Ibérica sempre foi muçulmana. E haverá teóricos da conspiração a bater palmas e a gritar "Allah Akbar!"



Portugal caminha para 1000 anos de História. Israel tem mais de 4000. Deslegitimar Israel faz 4 vezes menos sentido que deslegitimar Portugal. E por acaso as bandeiras até eram parecidas, o que me toca especialmente o coração, na minha qualidade de monárquico, patriota e amigo de Israel.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

United With Israel - 3 milhões!






Israel é uma gota de água no oceano, um território pequenino, que cabe quatro vezes dentro de Portugal (e ainda sobra espaço), e uma população menor que a nossa. Contudo, não há jornal ou noticiário de TV ou Rádio, que não tenha a sua farpazinha para lhe espetar.

Uma obsessão global que nos faz pensar seriamente na complexidade do comportamento humano. A difamação constante de Israel, e o branqueamento do terrorismo islâmico, são uma regra não escrita da Imprensa nacional e internacional. Este blog nasceu, como tantas outras iniciativas, para remar contra essa maré de ódio e perseguição contra as vítimas e contra a veneração aos terroristas.

Não somos um blog judaico. Não nos conhecemos pessoalmente uns aos outros. Não sabemos a cor de pele, etnia, religião, orientação sexual, número de calçado, filiação partidária, clube de futebol, ou outras características dos nossos companheiros de blogue. Não é relevante para qualquer um de nós. É relevante o amor pela Verdade e pelo Bem.

Não é nossa ambição termos muitas visitas. O que ambicionamos é ser um ponto de partida para que muitos, como nós, se atrevam a aprofundar o seu conhecimento de Israel e a tratar de saber da VERDADE, dos FACTOS, da HISTÓRIA, do DIREITO INTERNACIONAL. E não embarquem no ódio atávico aos judeus, nem na propaganda antissemita promovida pelos media e por certas forças políticas.

UNITED WITH ISRAEL (UNIDOS COM ISRAEL) é um movimento global de apoio a Israel. Atingiu ontem 3 milhões de seguidores e amigos. Eis as celebrações:



3 milhões podem parecer pouca coisa. E até são, em termos relativos. Há biliões de pessoas em todo o globo que vivem e respiram ódio a Israel e aos judeus. Mas a VERDADE não se mede em número de adeptos. A VERDADE não é relativa. A VERDADE é objectiva. 

Não é fácil lutar numa proporção tão desigual. Mas se você é dos que amam a VERDADE e não se vergam aos sentimentos inferiores do ódio, da cobardia, da perseguição contra os mais fracos, se você não é dos que optam pela omissão, pelo comodismo, então está de parabéns, por esta pequena, mas tão significativa vitória.

 

Israel é do tamanho do Estado de Sergipe, Brasil (a encarnado no mapa acima)


Israel é a guarda avançada do Mundo Livre, é a única democracia do Médio Oriente, e é o alvo que as forças islamistas e comunistas têm em mira, para a partir daí acederem à Europa e às democracias ocidentais. Israel é importante também por isso.

Convidamos os nossos amigos a subscreverem a newsletter do United With Israel.  Parte dos artigos são traduzidos em Espanhol. E agora até há ferramentas de tradução de texto, para os que tenham mais dificuldade no Inglês. Basta escrever o seu email no canto superior direito, e passará a receber os destaques noticiosos. Convidamo-lo a visitar o site da United With Israel, cujos artigos aqui traduzimos tantas vezes.

Sem ofensa para os ateus que nos leiam, nós acreditamos que um dia todos responderemos perante o nosso Criador. Pelas nossas acções mas também pelas nossas omissões. Ninguém pode acudir a todas as causas, é bem certo. Mas se esta lhe fala ao coração, não tema ser mais um, Unido com Israel.

Enquanto os governos do Mundo Livre, por obra e graça de S. Petróleo, se juntam ao Mundo Islâmico na luta pela destruição de Israel, os apoiantes do pequeno país crescem. Atreva-se a ser um David contra todos os Golias deste mundo! 

Eu não sou judeu. E não é preciso ser-se judeu para se ser amigo de Israel, ou de qualquer povo ou grupo perseguido. Já me perguntaram porque é que defendo Israel, se sou português e cristão. Um israelita relativamente famoso tem a resposta:

"E se saudardes apenas os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não o fazem também os pagãos? Portanto, sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito."

Mateus 5


QUE VIVA ISRAEL!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Umas pedrinhas de nada! - 3

Umas pedrinhas de nada! - 1

Umas pedrinhas de nada! - 2



Adelle Biton morreu ontem, depois de 2 anos em coma, após ter sido apedrejada por colonos árabes, em Israel. 

Falámos algumas vezes neste blog da pequena Adelle Biton. No post Purim: Apoie as Vítimas do Terror, por exemplo. Falamos de uma ou outra vítima do terrorismo islâmico, porque não nos seria possível mencionar todas. Nem uma pequena parte, sequer.



"Há poucos dias Israel libertou uma rapariga palestiniana de 14 anos detida por "lançar pedras". A imprensa portuguesa glorificou tal jovem mártir, qual ícone de resistência à opressão. A jovem terrorista foi para casa, enquanto a pequena Adelle morreu."

A esta declaração do ALI apenas juntamos que "palestinianos" deve vir sempre entre aspas, porque não existe nem nunca existiu nenhum Estado Árabe chamado Palestina. O Estado Árabe que levou 88% do território de Israel é a Jordânia, inventada para alojar os colonos muçulmanos que acorreram a Israel quando lhes cheirou que a restauração da independência estava para breve. É bom que se sublinhe sempre, pois a luta pela "Palestina Livre" é um completo logro, uma arma de propaganda para destruir Israel e os judeus.

Adelle morreu porque os políticos do mundo continuam a achar que é bom negócio sacrificar Israel, entregando o seu povo ao genocídio, para ser sacrificado pelos muçulmanos. E para isso continuam a ter apoiar política e financeiramente os terroristas do Hamas e da Fatah, a considerar interlocutores válidos terroristas como Yasser Arafat ou Abu Mazen.

Adelle morreu porque a Imprensa internacional apresenta os invasores de Israel, os terroristas, os colonos árabes, como as vítimas. Porque a Imprensa internacional OMITE e MENTE. E assim vai dando o palco ao terrorismo. Porque a Imprensa internacional glorifica terroristas como os apedrejadores de judeus.

Adelle morreu. Os responsáveis materiais e morais por esta e por todas as vítimas inocentes, sacrificadas no altar do anti-semitismo, terão uma pesada factura a liquidar.

Que Deus receba a pequenina Adelle. Que os seus pais, familiares e amigos possam ter consolo.

Que as pessoas de  Bem abandonem a timidez e façam ouvir as suas vozes, para que este pesadelo acabe. Até porque os europeus e outros cidadãos do Mundo Livre já experimentam o terrorismo islâmico na pele.

Ser judeu em Paris... e em Jerusalém!





Ser judeu em Paris
Com tsitsit e kipá *, um correspondente da NRG foi filmado deambulando por Paris durante 10 horas. Este vídeo mostra a realidade no terreno para o povo judeu em Paris - abusos, insultos e ataques verbais.
* - Tsitsit são aquelas "cordinhas" à cintura e "kipá" é o chapelinho redondo.

A situação em Paris é muito desagradável para os judeus. Este correspondente da NRG passou as 10 horas de caminhada em silêncio ao redor da cidade e parece milagre não ter sido atacado, ou pior. Este vídeo é verdadeiramente chocante. Ódio e preconceito como estes não deveriam ser tolerados em nenhum lugar do mundo. Porque há-de um homem  ser cuspido, insultado, ameaçado ou atacado, apenas por ser judeu? Ou de qualquer religião?

Só em França, foram registados 851 ataques anti-semitas  no ano passado. Sem dúvida, muitos mais aconteceram que não foram relatados. Também digno de nota é o facto de que a maioria do ódio que este vídeo mostra vem de moradores muçulmanos de Paris. Não é apenas ódio a Israel; é anti-semitismo puro.
United With Israel
Mas ser judeu em Israel (no pequenino território que hoje é Israel, já que 88% de Israel foi dado de mão beijada aos Árabes e chama-se hoje Jordânia) não é muito diferente. Veja como são tratados os judeus nas ruas de Jerusalém:


Perguntamos: que outro país do mundo permitiria oferecer 88% do seu território de mão beijada em troca de uma paz que nunca veio, andar décadas a negociar com aldrabões terroristas, e manter colonos hostis e terroristas no seu território?
Só Israel!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

"Quanto tempo durará ainda este pesadelo?"

ACTUALIZADO
 
Estávamos ontem pacatamente, em espírito carnavalesco, a digitalizar e a postar as magníficas aventuras do profeta Moisés e das suas calças sem fundilhos, quando nos chega a notícia de mais um ataque islamista na Europa.


Escrevíamos, no final do nosso artigo, que a  linha que separa o Mundo Livre do Mundo Islâmico é que se alguém desenhar uma história sobre Moisés ou Jesus de rabo à mostra,  o pior que poderá acontecer serão reacções de desagrado. Mas se alguém ousar fazer o mesmo com Maomé, estará de imediato a assinar a sua sentença de morte. É por isso que o conceituado artista sueco Lars Vilks vive há anos sob custódia policial. Por ter ousado desenhar Maomé, como tinha desenhado outras figuras religiosas. 


No Islão não existe arte, não existe cultura, não existe criatividade, não existe alegria. Só existe medo, sofrimento e fanatismo. O Islão é inconciliável com a Democracia, a Liberdade e a Dignidade Humana, pilares da nossa Civilização!

FOSSO CIVILIZACIONAL


O Islão declarou guerra global. Como sempre fez.
 
Por mais que os intelectuais de esquerda e os políticos afirmem que não é uma guerra de Civilizações, é exactamente do que se trata. Todos os dias, em todo o Mundo. O Islão está actualmente na "Casa da Guerra". É assim há 1400 anos. É a natureza Islão: conquistar e submeter.

Em Outubro de 2013 fizemos um post chamado O Fosso Civilizacional Ocidente x Islão. Lembramos também de novo esta passagem do tirano e líder religioso aiatolá Khomeini:

"Alá não criou o homem para que ele pudesse divertir-se. O objectivo da criação foi a Humanidade a ser posta à prova por meio de sofrimento e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os campos. Não há piadas no Islão. Não há humor no Islão. Não há diversão no Islão. Não pode haver diversão e alegria no que é grave" 
Aiatolá Khomeini

Meditem nisto os que pretendem desculpar estes ataques, em nome de uma mentalidade infantil que compara a sátira, o humor, a arte, a cultura, com "gozo".


COMPREENDER A MENTALIDADE MUÇULMANA

Lars Vilks foi atacado numa Universidade, na Suécia, apenas por ter mostrado uma imagem (não era sequer uma caricatura) de Maomé. A histeria e a fúria assassina estalaram de imediato, e a Polícia viu-se em palpos de aranha para evitar mortes:




É este o tamanho do fosso civilizacional que nos separa. Não é, como alguns idiotas apregoam, que o Charlie ou outra publicação estejam a "gozar" com a religião de ninguém.

 DEBATE DE IDEIAS À MODA DO ISLÃO


 - Quanto tempo durará ainda este pesadelo? - pergunta uma testemunha do massacre. Nós respondemos: enquanto tivermos muçulmanos na Europa.

Por esta altura já toda a gente sabe que ontem, na Dinamarca, o terrorismo islâmico ceifou mais duas vidas e deixou um rasto de sangue. Estes ataques foram reportados porque ocorreram aqui na Europa, bem nas nossas barbas. Se tivesse sido em Israel ou na Nigéria, dois pobres diabos abatidos em nome do Islão não seria notícia.

O primeiro ataque, repetiu o  massacre do Charlie Hebdo em Paris no mês passado. O alvo foi um café em que decorria a conferência "Arte, Blasfémia e Liberdade de Expressão". O Embaixador francês, Francois Zimeray estava no evento, e elogiou o apoio da Dinamarca à liberdade de expressão, na sequência dos ataques terroristas muçulmanos no mês passado, em que 16 pessoas foram assassinadas.

A contribuição islâmica para o debate de ideias consistiu numa saraivada de tiros de metralhadora (50 tiros, ao que dizem), que ceifou uma vida (um homem de 55 anos) e deixou três feridos.

O terrorista estava de há muito referenciado pela Polícia e tinha registo criminal, mas o politicamente correcto impediu as autoridades de agirem como deveriam.




Poucas horas depois, um homem armado abriu fogo contra uma sinagoga não muito longe do café, matando Dan Ozen, 37 anos, membro da comunidade judaica e segurança voluntário na sinagoga. Dois policias foram atingidos a tiro, um no braço e outro na perna. A "colheita" só não foi tão proveitosa como o terrorista ambicionava, porque a Polícia já estava em alerta, junto da sinagoga, em vista do sucedido em Paris.

Começa a ser um padrão: os islamistas fazem um massacre contra a liberdade de expressão, e depois rematam com outro de judeus.  

Dois crimes igualmente graves segundo o Islão: ser artista e ser judeu! Mas o que é que não é crime no Islão? No dia anterior, a Polícia canadiana desmontou o planeado Massacre de S. Valentim.

Amar, viver, ser feliz, é pecado capital no Islão.


 
  
 
A polícia dinamarquesa lançou uma caça ao homem. Helicópteros foram ouvidos nos céus e veículos blindados foram vistos patrulhando as ruas. Um terrorista abriu fogo contra a Polícia em Copenhaga e foi abatido. As forças de segurança dinamarquesas permanecem em alerta máximo. 

O ISLÃO É O MESMO


Não há diferenças ideológicas entre os terroristas do ISIS, Hamas, Al-Qaeda, Boko-Haram, Hezzbollah, Fatah, etc., etc., etc.. Combatem todos pelo domínio global do Islão. Cumprem todos os mandamentos islâmicos e a lei sharia.

O Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, classificou como "tragédia" mais este "ataque terrorista brutal contra os valores e liberdades fundamentais, incluindo a liberdade de expressão."

Brent Lexner, ex-rabino-chefe  da Dinamarca, disse que a comunidade não se surpreendeu

 O PRIMEIRO PAÍS MUÇULMANO DA EUROPA

Na Dinamarca, como em Israel, os colonos muçulmanos não se acanham em impor a sua lei medieval e em mostrar a sua ambição de submeter os seus hóspedes.

Para que conste, há 8 mil judeus na Dinamarca. Os muçulmanos na Dinamarca já serão 270 mil - 4.8% numa população total de 5 milhões e 600 mil.  Em Setembro de 2014 os muçulmanos dinamarqueses já avisavam que a Dinamarca se tornaria em breve o primeiro país muçulmano da Europa.

 REACÇÕES DO MUNDO LIVRE



Avigdor Lieberman e Benjamin Netanyahu


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, exortou os judeus europeus a emigrarem para Israel em massa.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Avigdor Liberman, respondeu declarou que estes ataques voltam a "demonstrar o que afirma há anos: Israel e o povo judeu têm sido vítimas deste horror porque estão na vanguarda da guerra que o terrorismo move contra o Ocidente e contra todo o mundo livre ".

Liberman
observou: "A comunidade internacional não deve satisfazer-se com as declarações e manifestações contra o terrorismo, deve ir além dos limites do que é politicamente correcto e travar uma guerra para acabar com o terror islâmico".


Muçulmanos franceses celebrando o massacre de editores do Charlie Hebdo e de judeus, há cerca de em mês.

Tal como aconteceu na sequência do massacre de Paris, as celebrações islâmicas globais por mais este acto de terrorismo e supremacismo, não devem tardar.

 ENCRUZILHADA PARA A EUROPA

O que está a passar-se na Europa não é imigração. É INVASÃO. Os muçulmanos vêm para nos colonizar, para nos suplantar em número, e para nos submeter. É assim há 1400 anos. O Islão não mudou. Os FACTOS falam por nós.



Com mais de 50 milhões de muçulmanos na Europa (uma verdadeira invasão, promovida pela esquerda) os nossos governantes estão agora perante uma encruzilhada:

- Começa a ser evidente para todos que as leis que temos, desenhadas para uma população que aceita os valores democráticos, são inadequadas para bárbaros, terroristas e invasores

- Em nome da liberdade e da democracia, estes indivíduos procuram por todos os meios acabar com a liberdade e com a democracia. Massacram, pregam o ódio nas ruas e possuem verdadeiros arsenais de armamento letal. A qualquer momento um muçulmano pode entrar em "modo jihad" e massacrar cidadãos inocentes.
- A Polícia e as Forças Armadas assumem que não podem estar em todo o lado, proteger todos os alvos potenciais e ter sob controlo todos os muçulmanos. 

Na Europa, como em Israel e em todo o mundo não islâmico a única solução para a sobrevivência dos nativos é a deportação dos invasores, leia-se dos muçulmanos. Geert Wilders tem sido difamado, perseguido, punido judicialmente e ameaçado de morte por afirmar essa evidência. Quando reconhecerem que ele tem razão, o pesadelo acabará.



Não é por uma ideologia nefasta ostentar o título de religião que deve ser tolerada. 


P.S. - Já se fala abertamente sobre a inevitabilidade de os judeus deixarem a Europa, porque imposição dos muçulmanos, que nem mortos os toleram.

Tal como em Israel, os judeus é que são perseguidos e assassinados pelos islamistas, mas os judeus é que devem partir. Devem partir não se sabe bem para onde, porque os muçulmanos não os querem na terra de que são os nativos - Israel - nem os querem lado nenhum onde estejam muçulmanos. E os muçulmanos já estão em todo o lado!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Moisés e Suas Calças Sem Fundilhos


Moisés atravessando o Mar Vermelho... de rabo à mostra!


Quando publicámos o post "O Profeta José Vilhena", que por qualquer motivo bateu todos os recordes de visualizações, prometemos vasculhar a nossa colecção de revistas satíricas e compartilhar convosco alguns dos resultados. Nunca tínhamos olhado para as nossas revistas dessa forma, e ficámos abismados com a quantidade de humor que se faz com temas religiosos e sagrados. Com a  excepção do Islão, obviamente. E todos sabemos porquê. O massacre no Charlie Hebdo mostrou-o eloquentemente.

Uma das pérolas que achámos consta do número 169 da revista britânica VIZ, e chama-se  "Moisés e Suas Calças Sem Fundilhos". As calças sem fundilhos a que a história se refere são a peça que em Portugal é conhecida como safões, usada por pastores e cavaleiros para proteger do frio sem dificultar as necessidades orgânicas. A ideia foi exportada para as Américas, onde se tornaram um "must" para os cow-boys, os motociclistas e os membros mais extrovertidos da comunidade gay...

A história é esta:



 Vamos contá-la em tiras, sumariamente (pode clicar para ampliar):

 - Envergando as suas calças sem fundilhos (sem nada por baixo!!!), Moisés dirige-se ao faraó, queixando-se da escravatura a que os israelitas eram sujeitos, e exige-lhe, em nome do Deus único, que deixe partir o seu povo. O faraó fica horrorizado quando o profeta se vira e evoca as pragas que Deus fará cair sobre o Egipto:


 - Nesta original versão do Êxodo, o faraó, ante a visão do traseiro do profeta, deixa que os hebreus partam sem lhes pôr obstáculos. Na travessia do deserto, os hebreus não ficam menos chocados com a horrenda visão, e até prescindem do maná e das codornizes, pois ficam sem apetite:

 

- As coisas complicam-se durante a travessia do Mar Vermelho, pois Moisés insiste para que rastejem, dado o fundo ser escorregadio. "Parece um donut de geleia que deixou crescer uma barba!" - exclama um hebreu. Na subida para o Monte Sinai, Moisés pede que o empurrem, mas os israelitas fogem:


 - Enquanto Moisés grava os Dez Mandamentos, os hebreus conjecturam sobre se ele terá uma motocicleta, ou se será gay. Pensam em quotizar-se para lhe comprarem papel higiénico. Mas o pior é quando o profeta desce da montanha e faz alongamentos para recuperar. Alguns hebreus preferem regressar ao Egipto!


 - Os israelitas vêem as suas provações perto do fim (leia-se terem de olhar para o rabo do seu líder), quando a Terra Prometida desponta no horizonte. Contudo, em vez de os ter levado de regresso à Terra de Israel, Moisés conduziu-os ao "Ginásio Canaã", onde os frequentadores usam peças fetiche de cabedal. Últimas palavras de Moisés para o recepcionista: "Ainda está em vigor aquela promoção em que oferecem a inscrição a quem trouxer 600 000 novos membros?":


Pode não ter graça, pode ser de mau gosto, pode ser blasfémia, pode ser isso tudo e muito mais. No entanto, esta sátira, e outras bem mais ousadas, são publicadas regularmente, e não houve judeu ou cristão que entrasse nas instalações de qualquer revista e desatasse a disparar sobre os seus trabalhadores.  

É essa a linha, perfeitamente nítida, que separa as duas Civilizações - a nossa e a islâmica. Enquanto essa linha existir, a convivência é impossível.


CONISRA - Comitê Internacional pró-Israel Theodor Herzl




CONISRA - Comitê Internacional pró-Israel Theodor Herzl é uma organização não governamental brasileira, cujo Facebook aconselhamos vivamente. Esta página de Facebook, como tantas outras que defendem Israel, está a ser alvo de ataques constantes por parte de islamonazis. As páginas islamonazis, por sua vez, prosperam, divulgando aldrabices e propaganda da pior espécie.

Os "crimes" cometidos pelo CONISRA são mostrar os FACTOS. Por exemplo, o que se passa NA REALIDADE dentro das mesquitas que enxameiam o Mundo Livre:




O trabalho de defesa de Israel e do Mundo Livre em geral, na Internet, é árduo, e feito por indivíduos como nós, que trabalham, e que dedicam parte dos seus tempos livres a estas boas causas. Do outro lado, temos profissionais, pagos em petrodólares.  

Segue uma selecção de iniciativas da autoria do blogue nosso amigo  Lei Islâmica em Ação:

DIVULGUE E PRESTIGIE:

Blogs: 
Lei Islâmica em Ação: http://infielatento.blogspot.pt/
Expondo a  Jihad http://expondoajihad.blogspot.com
Monitor da Mídia Árabe http://midiaarabe.blogspot.com 
Rafik Responde ao Islam http://rafik-rafikresponde.blogspot.com

YouTube: 
Breoleo https://www.youtube.com/user/breoleo  
Calatrava Bansharia https://www.youtube.com/user/CalatravaBansharia
Fconst https://www.youtube.com/user/fconst42
Israel na Web https://www.youtube.com/user/IsraelnaWeb 
Midiaarabe https://www.youtube.com/user/midiaarabe
Real Islam TV https://www.youtube.com/user/REALISLAMTV 

Páginas do Facebook: 
Grupos:

Expondo a  Jihad http://expondoajihad.blogspot.com
Monitor da Mídia Árabe http://midiaarabe.blogspot.com 
Rafik Responde ao Islam http://rafik-rafikresponde.blogspot.com

YouTube: 
Breoleo https://www.youtube.com/user/breoleo  
Calatrava Bansharia https://www.youtube.com/user/CalatravaBansharia
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E já que estamos pelo Brasil, relembramos que Israel, o país acusado de ser uma terrível potência expansionista, é do tamanho do Estado de Sergipe, no Brasil. Um pedacinho de terra do tamanho do Alentejo português, 12% do território original de Israel, onde os judeus aceitaram viver, é o motivo da obsessão preferida do Mundo!