quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Ataque antissemita na Bahia

  Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:  


"Uma comerciante de Arraial d'Ajuda, na Bahia, foi vítima de um ataque antissemita dentro da própria loja. A denúncia foi feita pela Confederação Israelita do Brasil depois que o vídeo da agressão começou a circular nas redes sociais."



Não existe ninguém no mundo que se assuma antissemita. Todos dizem que "não têm problema algum com os judeus, e apenas discordam que exista um Estado judeu".
Ainda que Israel jamais tenha colonizado ou invadido ou declarado guerra a ninguém, so contrário dos países que acusam Israel desses pecados; ainda que seja apenas um Estado judeu, comparado com 57 Estados islâmicos;ainda que nunca tenha existido um Estado "palestino" em Israelainda que Israel seja o povo nativo;ainda que Israel seja minúsculo;  ainda que a "Palestina" árabe tenha sido apenas uma criação recente da propaganda soviética; ainda que os árabes recusem reparir Israel com os judeus e queiram simplesmente matá-los a todos; etc., etc., etc..
No entanto, após o Massacre de 7 de Outubro, judeus estão a ser atacados em todo o mundo. 
Mas se esta comerciante vive a 9.432,20 km de Jerusalém, como é que ela pode ser "acusada" do enorme pecado de não oferecer Israel e os seus habitantes judeus aos terroristas? 
Como é que ela pode ser acusada pelo enorme pecado de Israel, que é abater os terroristas, como fazem TODOS OS PAÍSES DO MUNDO?

 A Bahia fica a a 9.532,20 km de Jerusalém.


A dona da loja está, pois, a cumprir o que os "anti-Sionistas" ordenam!!! 

Agora uma pergunta a esta senhora chilena: 

 Esta senhora antissemita é INDÍGENA?   

É Mapuche, Aymara, Colla, Quechua, Rapa Nui, Yagán, Pehuenches, Huichilles, Kawashkar ou Alacalufe?

 Se não é, é descendente dos colonos europeus que massacraram os povos nativos! 

 Se não é, VOLTE PARA A ESPANHA!

Os judeus são povo nativo de Israel. (E os árabes da Arábia).

 

-------------------------------------------------------------

"Neste vídeo, mergulhamos profundamente na resposta judaica a um recente episódio de antissemitismo, destacando a força, a fé e a resiliência da comunidade judaica diante do ódio. Através de uma análise detalhada, exploramos como os ensinamentos da Torah e os valores judaicos fornecem uma base sólida para enfrentar e superar o preconceito e a inveja.

Abordamos a importância de manter a cabeça erguida e usar cada oportunidade, mesmo as mais infelizes, para expressar nossa identidade e opiniões. Este vídeo é um chamado à ação para todos, incentivando a expressão ativa nas redes sociais e em conversas do dia a dia, mostrando que a indiferença não é uma opção.

Além disso, discutimos o aspecto místico da Torá e como o recebimento da mesma pelo povo de Israel veio acompanhado do ódio de muitos povos, um fenômeno conhecido como "Sinat Chinam" (ódio gratuito). Este ódio, muitas vezes infundado e irracional, é contrastado com a luz e a sabedoria contidas nos ensinamentos judaicos, que têm o poder de enriquecer a vida de todos, judeus e não judeus."



Note-se que a amizade do actual governo comunista ilegítimo do Brasil com os terrroristas islamo-nazis do Hezzbolah, do Hamas e outros; e o antissemitismo do governo brasileiro (que rivaliza com o antissemitismo do governo português) e dos jornalistas de todo o mundo, também contribuíram bastante para este e outros actos antissemitas.


A senhora que atacou a dona da loja apoia o Hamas:


Kanye West compara-se a Hitler e insulta os judeus

  Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:  



De vez em quando trazemos aqui algumas das tropelias antissemitas de Kanye West, um dos maiores instigadores do antissemitismo nos Estados Unidos. 

Kanye é um bilionário que odeia os judeus porque alguns judeus são quase tão ricos como ele. 

Neste post explicamos a razão do ódio do Kanye: 


Kanye West elogia Hitler e assume-se nazi. Porquê?


Muita gente, sobretudo na comunidade afro-descendente, segue figuras como Kanye e também culpa os judeus pelas contrariedades que tem na vida. 
Diga-se de passagem que, como em todos  os movimentos sociais, o número de judeus que participaram, ao lado de Martin Luther King Jr., na luta contra a segregação racial dos Negros nos Estados Unidos, foi desproporcional. A gratidão por essa participação desinteressada tem sido vastamente dispensada aos judeus...

 

Kanye West compara-se a Hitler e insulta os judeus num discurso filmado


 

No discurso filmado, o rapper criticou várias vezes os ‘manos judeus’ e comparou-se a Jesus e Hitler num discurso inflamado contra os seus patrocinadores.

Por Batya Jerenberg, World Israel News

O rapper e magnata da moda Kanye West lançou um discurso de 10 minutos entre um grupo de amigos, oferecendo teorias de conspiração ligando escolas americanas a “sionistas”, “Rothschilds” e “negros judeus”.

Num pequeno quarto de hotel em Las Vegas, no meio de uma pequena multidão, alguns dos quais transmitiram o seu monólogo ao vivo, o famoso rapper e estilista conhecido como Ye falou rapidamente, num fluxo de pensamento muitas vezes incoerente.

“É o nosso dinheiro, mano. É o nosso país, mano. Eles roubaram-no a nós – são as pirâmides, mano. São pirâmides. Louis, Missouri... são os negros judeus... Eles colocaram-nos na escola, os Rothschilds.”

Num ponto diferente do discurso de dez minutos, ele disse: “”Todos vocês, negros ricos, colocaram os vosso filhos nessas escolas sionistas”, sem nomear nenhuma instituição em particular.

 

O VÍDEO:

 

West afirmou que existem 60 milhões de judeus em todo o mundo – em comparação com os 14 milhões reais.

“”Não precisamos nos curvar diante dessa merda. Somos 60 milhões de nós na América, 60 milhões de judeus no mundo.”

Não está claro a quem se referiam os “60 milhões” de americanos do Ocidente.

Ele também seguiu imediatamente essa linha, dizendo: “Cinquenta por cento das nossas mortes são aborto. Vinte e cinco por cento estão na prisão”, ambas questões de grande preocupação na comunidade negra, embora mais uma vez os seus números estivessem errados.



Ye também se defendeu no passado contra acusações de ser antissemita, dizendo que era judeu negro.

Ye, que é bipolar, também atacou os judeus quando disse: “Não quero ouvir merda nenhuma de nenhum desses manos judeus: ‘Oh, ele está a ter um episódio’”.

A natureza desconexa do discurso cheio de raiva, que também incluiu alvos como sua ex-esposa, Kim Kardashian, e o ex-presidente Donald Trump, traz à tona a possibilidade de que ele estivesse sem tomar os medicamentos quando falou.

 

Kanye e as sua Esposa.

 

Outros que despertaram a sua ira particular foram ex-parceiros de negócios como Balenciaga, que o dispensou no ano passado depois de ele ter feito declarações antissemitas venenosas e elogiado os nazis e Adolf Hitler em vários fóruns online, incluindo podcasts e no X.

Hitler voltou ao seu discurso neste contexto, quando aparentemente se comparou ao líder alemão, dizendo: “Quem ficou com os hospitais? Esses sionistas, manos. Jesus Cristo, Hitler, sim. Terceiro. Patrocinem isso…. Tragam patrocínios para isso.

 

Traduzido de:


 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

PAN é a favor do abate ritual islâmico

 Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:  

As coisas que uma pessoa fica a saber quando assiste a um debate televisivo entre André Ventura e a dupla de extrema-esquerda Inês Sousa Real do PAN e João Adelino Faria jornaleiro amestrado anti-Chega!

O PAN, que é tão encarniçadamente anti-touradas, é  fervorosamente a favor das fronteiras abertas, da invasão islâmica e até do ABATE RITUAL ISLÂMICO!!!

E não pense que são apenas os muçulmanos que comem animais abatidos desta forma HORRENDA! Quem come carne, come carne halal, porque os muçulmanos assim exigem - e desejos de muçulmanos, na Europa, são ORDENS! 

 

"Este vídeo começa mostrando o método humanitário ocidental "Bolt Gun" de abate instantâneo. O restante do vídeo mostra o método islâmico Halal de abate. Halal é o método prescrito pela Lei Sharia de matança ritual que envolve cortar a garganta dos animais e deixá-los sangrar até à morte. Os produtos de origem animal abatidos Halal estão a ser empurrados para a produção de produtos de origem animal e adoptados por empresas como o Mc Donnalds e outros estabelecimentos de fast food bem conhecidos. Você está a comer de acordo com a Lei Sharia do Islão sem o seu conhecimento? Contém conteúdo gráfico e perturbador. Por favor, não deixe as crianças assistirem." 

Para ver no Youtube, clique AQUI (está CENSURADO para incorporação, claro!) 


Nota: neste blogue não somos, de modo algum, aficionados da tourada. 

Este post fica na nossa secção ANIMAIS.

Polícia francesa protagoniza actos antissemitas contra judia ortodoxa idosa

 

Uma mulher judia ortodoxa em França apresentou uma queixa contra a Polícia, alegando conduta violenta, antissemita e machista dos agentes durante a sua prisão, conforme relatado pela BFMTV.

O incidente, divulgado inicialmente pela Mediapart, ocorreu em Junho passado em Créteil, um subúrbio de Paris. A mulher de 67 anos foi levada a uma esquadra de Polícia após um suposto descumprimento de instruções durante uma operação-stop.

Um vídeo compartilhado no X mostra-a no chão da esquadra, algemada a uma cadeira, gritando, enquanto os polícias exigem que ela tire a peruca e fazem comentários depreciativos sobre ela e a sua fé judaica:


 

Também em Português.

O bom e velho antissemitismo francês... A França teve um governo colaboracionista nazi e enviou voluntariamente muitos judeus para serem assassinados nos campos de extermínio. A triste chama continua acesa. 
Se os agentes tivessem feito coisa parecida a uma muçulmana, a França já estaria outra vez em guerra civil, como no Verão passado.

Aline na FRONTEIRA

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   


No próprio dia 7 de Outubro (e como sempre acontece a cada massacre antissemita), irromperam por todo o mundo celebrações efusivas da matança e ao mesmo tempo a negação da mesma. 
"Nunca aconteceu, é mentira e é bem feito e devia ter sido pior". O costume. Tudo acompanhado pelos ataques (alguns mortais) contra judeus.

Israel tem convidado jornalistas e parlamentares de todo o mundo para visitarem os locais do Massacre de 7 de Outubro e para visualizarem as imagens (nomeadamente as provenientes das câmaras corporais dos terroristas do Hamas, que transmitiram em directo, para todo o mundo islâmico desfrutar dos assassinatos, torturas, estupros e mutilações horrendas de judeus de todas as idades). 

“O QUE EU VI”: Imprensa estrangeira exibe vídeos horríveis de atrocidades (muito gráficos para divulgação pública) colectados do Hamas 

Quem visualiza essas imagens fica a precisar de apoio psicológico, tamanho é o horror. Ainda que se trate apenas de judeus e não de seres humanos propriamente ditos, sempre causa uma certa impressão ver retalhar genitais, arrancar olhos, estuprar mães em frente aos filhos e vice-versa, queimar gente viva, assar bebés no forno, etc., etc..

Também tem havido exibições públicas das filmagens das atrocidades, com aviso expresso ao público da natureza limte das mesmas, apesar dos ataques dos muçulmanos, dos extrema-esquerdistas, que em privado se regozijam com o massacre, mas odeiam que se saiba a verdade sobre o Islão.

Visite a fronteira entre Israel e Gaza, entre Civilização e Barbárie e confira o rasto de morte e destruição; com a Aline: 









Visite o canal YouTube do IDF (Forças de Defesa de Israel).

Para acompanhar a situação militar em Israel, aconselhamos o MUNDO EM REVOLUÇÃO.

Para acompanhar a situação militar, política e social em Israel, aconselhamos o RENATO SANTOS.

Para excelentes vídeos traduzidos, aconselhamos o Adriano Rolim

sábado, 3 de fevereiro de 2024

UNRWA é uma agência TERRORISTA

"Em 2022, as contribuições globais anuais só para a UNRWA, fora as doações diretas às agências governamentais 'palestinas', como o Hamas e a Autoridade Nacional Palestina, e as inúmeras ONGs e demais agências de ajuda especificamente 'palestinas', de 68 nações doadoras, entre elas a Santa Sé, foi de US$1,1 bilhão de dólares."



Estados Unidos, Canadá, Austrália, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, Holanda, Suíça, Finlândia, Estónia, Japão, Áustria e Roménia, são alguns dos países que deixaram de enviar milhões para os terroristas do Hamas através da UNRWA, que não passa de uma agência de terrorismo encapotada e que participou activamente no Massacre de 7 de Outubro. Mas o Costa e o seu gangue, fazem questão de continuar a apoiar o terrorismo islâmico.


A UNRWA é uma organização terrorista

Deve ser processada e desmantelada.

A agência da ONU está alinhada com a força da jihad.

As Nações Unidas foram fundadas há mais de setenta anos, na sequência do Holocausto, para garantir “nunca mais”. As democracias, tanto nascentes como bem estabelecidas, compreendiam a maioria das nações fundadoras da ONU. A América estava confiante de que a ONU seria uma organização que trabalharia em conjunto com os interesses nacionais americanos na promoção do bem-estar da Humanidade e dos direitos básicos de cada espírito humano.

A UNRWA tornou-se exactamente aquilo que foi fundada para derrotar.

Tal como a Liga das Nações foi dissolvida porque falhou no seu objectivo principal de evitar a guerra mundial, as Nações Unidas falharam no seu objectivo principal e deveriam ser desmanteladas

GELLER REPORT


 Atreva-se a conhecer a VERDADE sobre a UNRWA:


Como a UNRWA Prepara os Terroristas

por 


Mais de 50% do orçamento anual da UNRWA, de 1,6 bilhão de dólares, é dedicado ao financiamento de escolas palestinas. Estas escolas têm fomentado o ódio belicista contra Israel e contra os judeus em geral, ao mesmo tempo em que produzem, previsivelmente, o seu produto final: terroristas e simpatizantes de terroristas. Foto: uma foto do documentário "Jihad Camp", que mostra uma colônia de férias em Gaza patrocinada e financiada pela UNRWA. (Imagem: Centro Nahum Bedein para Pesquisa de Políticas do Oriente Médio)

No início, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) era uma pequena agência cujo mandato era prover ajuda humanitária básica aos palestinos, incluindo a votação para a renovação a cada três anos. Após setenta e três anos e quatro gerações, com mais de 30 mil funcionários, um orçamento anual de mais de um bilhão de dólares, por incrível que pareça, ela virou uma das maiores agências da ONU.

Na Faixa de Gaza governada pelo Hamas, a UNRWA funciona, há muito tempo, como governo de fato. Ao dispor de inúmeros serviços aos moradores da Faixa de Gaza, a UNRWA dispensou o Hamas das suas responsabilidades de órgão governamental, como a criação de uma economia funcional que pagaria a educação e a saúde pública, possibilitando, ao contrário do esperado, investir os recursos na construção de túneis e fabricação de armas. Se a UNRWA não existisse, o Hamas teria sido forçado a preencher o vazio e, por exemplo, construir hospitais e escolas e encontrar soluções para os problemas econômicos, incluindo o desemprego e a miséria.

Conforme salientou Mousa Abu Marzouk, membro do alto escalão do Hamas, ao explicar porque nenhum cimento poderia ser cedido dos túneis terroristas para construir abrigos antiaéreos para os gazenses:

"os túneis foram construídos para proteger os combatentes do Hamas dos ataques aéreos israelenses. Como se sabe, 75% dos residentes da Faixa de Gaza são refugiados. É de responsabilidade das Nações Unidas proteger os refugiados."

O que o Hamas estava dizendo com propriedade era: somos responsáveis pelo que acontece debaixo da superfície, ao passo que a UNRWA é responsável pelo que acontece em cima da superfície.

Além de evoluir para uma gigantesca agência, a UNRWA também se transformou numa incubadora muito dispendiosa para o terrorismo. As escolas administradas pela UNRWA enfatizam e promovem o "direito de retorno", um eufemismo para inundar Israel com milhões de palestinos e transformar o país num Estado islamista de maioria muçulmana apoiado pelo Irã.

Mais de 50% do orçamento anual da UNRWA, de 1,6 bilhão de dólares, é dedicado ao financiamento de escolas palestinas. Estas escolas têm fomentado o ódio belicista contra Israel e contra os judeus em geral, desde a mais tenra idade quando são mais impressionáveis, ao longo dos anos escolares, ao mesmo tempo em que produzem, previsivelmente, o seu produto final: terroristas e simpatizantes de terroristas.

"Eles, (da UNRWA) nos ensinam que a Mesquita Al-Aqsa pertence a nós (muçulmanos), que a Palestina nos pertence", ressaltou Atif Sharha, estudante de uma escola da UNRWA no campo de refugiados de Shuafat, ao norte de Jerusalém.

"Odeio os judeus", disse Yousef, outro estudante de uma escola da UNRWA no campo de refugiados de Kalandia, ao sul de Ramala.

"Sim, eles nos ensinam que os sionistas são nossos inimigos", disse Nur Taha, outro estudante de Kalandia. "Devíamos realizar uma operação (terrorista) contra eles (sionistas)."

Marcus Sheff, CEO do Instituto de Monitoramento da Paz e da Tolerância Cultural na Educação Escolar (IMPACT-se), que estuda essas políticas do ódio, lamenta:

"os exames de admissão palestinos se tornaram uma escola de aperfeiçoamento do extremismo. É como se a Autoridade Nacional Palestina estivesse inserindo o máximo de ódio possível nos testes, para garantir que os doze anos anteriores de doutrinação irão acompanhá-los na vida adulta."

A UNRWA então insere novamente muitas destas pessoas, já cheias de ódio, em suas instituições, perpetuando assim o que a ONU faz questão de culpar Israel: "o ciclo de violência".

Em inúmeras ocasiões as escolas da UNRWA têm sido alvo de minuciosas avaliações conduzidas pela mídia. Os livros escolares da UNRWA, compilados pela Autoridade Nacional Palestina, vêm recebendo pesadas críticas pelos materiais sedutores, provocadores de ódio e incitadores ao terror, como por exemplo "um exercício de gramática que incentiva os palestinos a 'sacrificarem seu sangue para libertar Jerusalém'".

Os livros escolares dos palestinos produzidos pela UNRWA contêm "passagens antissemitas, odiosas e violentas", segundo o IMPACT-se. Algumas destas passagens em um exercício de educação islâmica rotulam os judeus de inerentemente traiçoeiros. Um poema que fazia parte do conteúdo educacional glorificava o assassinato de israelenses e retratava a morte de mártires que matavam israelenses de "hobby".

Em um exercício de gramática, fica implícito que os judeus são impuros e que supostamente contaminam a mesquita de Al-Aqsa. (Isto não é verdade. Os judeus percorrem pacificamente o lado externo, chamado Monte do Templo, um planalto onde hoje fica a mesquita de Al Aqsa. Trata-se do terceiro lugar mais sagrado do Islã, e o mais sagrado do judaísmo. No planalto havia dois templos judaicos, mencionados na Bíblia, antes de serem destruídos, o primeiro foi destruído pelo rei da Babilônia Nabucodonosor em 586 a.C., o segundo pelo Império Romano em 70 dC).

Apesar de anos de considerável condenação dos livros escolares, as novas edições, aprovadas pela UNRWA, são exponencialmente piores.

"As atividades terroristas perpetradas contra civis israelenses também fazem parte da luta contra a ocupação sionista da Palestina. Assim, os novos livros exaltam os terroristas palestinos que participaram de ações terroristas. Por exemplo, Dalal al-Mughrabi, morta num ataque terrorista liderado por ela mesma contra um ônibus de passageiros... no qual foram assassinados mais de 30 homens, mulheres e crianças, aparece hoje em quatro livros, todos fazem parte do currículo nas escolas da UNRWA. Em todos eles ela é retratada como heroína e mártir da Palestina".

De acordo com os livros escolares utilizados nas escolas da UNRWA, os judeus não têm nenhum direito, nem status legítimo em Israel. A presença judaica no país é negada nos livros de história, geografia e de religião. Nenhuma referência é feita nos livros quanto à história dos judeus em toda a região, seja nos tempos bíblicos ou romanos. Também é negada qualquer ligação dos judeus à sua antiga capital, Jerusalém, apresentada como cidade árabe desde a sua criação há milhares de anos. A presença dos judeus em Jerusalém hoje é apresentada desconcertadamente nos livros como uma agressão contra o caráter árabe da cidade.

E não para por aí, nos livros escolares, tanto os administradores como os professores da UNRWA demonstraram orgulhosamente a sua aprovação ao terrorismo e ao ódio em inúmeras ocasiões, incluindo o recente massacre do Hamas, em 7 de Outubro, de acordo com um relatório publicado pela UN Watch, organização não governamental de direitos humanos independente, bem como o IMPACT-se.

Outro exemplo, Adnan Shteiwi, professor de matemática da UNRWA, enalteceu Diaa Hamarsheh, autor do ataque a tiros em Bnei Brak, em março de 2022, no qual ele assassinou quatro civis israelenses e um policial, como "mártir" cujo nome deveria "permanecer eternamente em letras de fogo, poder e magnificência."

A Escola Secundária Asma para Meninas da UNRWA encorajou as estudantes a "libertarem a pátria sacrificando 'seu sangue', em busca da jihad".

Roni Krivoi, um dos reféns israelenses recentemente libertado do cativeiro do Hamas, relatou que foi mantido prisioneiro num sótão por mais de um mês e meio, a maior parte do tempo passou fome, sem receber tratamento médico. O carcereiro era professor da UNRWA.

Em Gaza, tal qual aconteceu com Ahmad Kahalot, Diretor do Hospital Kamal Adwan, que admitiu ser o equivalente a um general de brigada do Hamas e que 16 funcionários do hospital também eram "agentes terroristas do Hamas", a rede do Hamas e a UNRWA também é ilustrada no conhecido caso do Dr. Suhail al-Hindi.

Al-Hindi serviu tanto como diretor de uma escola de ensino fundamental da UNRWA quanto presidente do sindicato dos funcionários da UNRWA em Gaza. Em 2017, a UNRWA suspendeu al-Hindi depois de receber a informação de que ele tinha acabado de ser eleito para o politburo do Hamas. A UNRWA anunciou que al-Hindi não trabalhava mais para a agência, mas não disse se ele havia renunciado ou sido demitido. Primeiro Al-Hindi disse que "renunciou" da UNRWA, mas depois esclareceu que se tratava de aposentadoria precoce.

O caso de al-Hindi e de outros funcionários da UNRWA suspeitos de apoiar o terrorismo mostra que a UNRWA é "o dinheiro", enquanto criminosos grupos terroristas como o Hamas são "o poder".

A UNRWA tenta manter público o papo-furado de que está de mãos limpas, assumindo uma postura beligerante, porém defensiva contra estas e outras acusações, afirmando publicamente que conduz uma "política de tolerância zero ao ódio".

O site de notícias israelense Ynet, no entanto, escreveu recentemente sobre um relatório do UN Watch:

"No artigo, há cerca de 47 casos documentados do corpo docente promovendo material antissemita, uma vez que aqueles funcionários de escolas violam flagrantemente a política oficial da UNRWA..."

"Há apenas dois anos a UNRWA pediu desculpas devido a ocorrência de casos semelhantes, ela alegou que houve erro e que não ocorrerão no futuro, mas visto este último relatório, a promessa foi feita só para inglês ver."

Um funcionário da UNRWA retratou Adolf Hitler de uma forma favorável: "acorde Hitler, ainda há pessoas para serem queimadas."

Além disso, conforme bem documentado, a UNRWA permitiu que os suas edificações escolares fossem utilizadas pelo Hamas como armazéns de foguetes e outros armamentos, túneis para os terroristas, além de abrigar terroristas jihadistas. O Hamas e outras organizações terroristas apostaram no frenesi mediático que se seguiria se as forças israelenses atacassem uma instituição da ONU (ou um hospital, uma mesquita ou mesmo uma igreja) que estaria sendo usada para fins militares. O Hamas vem lançando foguetes contra Israel de locais que ficam ao lado de escolas da UNRWA e, sempre que possível, disparam do interior das escolas, aproveitando assim o santuário que uma instituição da ONU, especialmente sendo um "espaço protegido" como uma escola, principalmente nestas circunstâncias.

Na semana passada, houve um corre-corre na mídia no tocante à condenação das Forças de Defesa de Israel por elas terem explodido uma escola da UNRWA, apesar da divulgação de que a escola tinha sido usada como depósito de armas e de que foram encontrados túneis terroristas em seu espaço.

Os jardins de infância da UNRWA foram descobertos contendo armas escondidas dentro de brinquedos e até em sacos plásticos da UNRWA, e funcionários da ONU são acusados de serem cúmplices no cativeiro de reféns, apesar dos protestos em contrário. Ao que tudo indica, a "tolerância zero" virou "supervisão zero".

Quando, no passado, eram descobertos foguetes nas escolas da UNRWA, a agência garantia a todos que eles tinham sido entregues às "autoridades locais". Essas autoridades, claro, eram o Hamas, que muito provavelmente as transferia para outro local igualmente inapropriado.

De vez em quando, os funcionários da UNRWA montam um pequeno alarido ou fazem de conta que estão chocados e contrariados perante os doadores ou a mídia, mas ao que consta não fazem nada no sentido de mudar as coisas na prática. Nos altos escalões da gestão da UNRWA, têm havido acusações de graves violações da ética nas formas de nepotismo, intimidação, má gestão de fundos, bem como falta de prestação de contas.

Isto não é coisa de somenos, considerando que em 2022, as contribuições globais anuais só para a UNRWA, fora as doações diretas às agências governamentais palestinas, como o Hamas e a Autoridade Nacional Palestina, e as inúmeras ONGs e demais agências de ajuda especificamente palestinas, de 68 nações doadoras, entre elas a Santa Sé, foi de US$1,1 bilhão de dólares.

Exaustivos relatórios divulgados pela UN Watch e pela IMPACT-se destacaram a influência maligna de organizações terroristas como o Hamas, a Fatah e a Jihad Islâmica palestina sobre as instituições da UNRWA que fingem ignorância ou são entusiasmados cúmplices. As repercussões destas revelações estão se tornando um vergonhoso papelão.

Recentemente o parlamento da Suíça votou pela suspensão do financiamento da UNRWA (US$21 milhões anuais), e classificou o Hamas como organização terrorista e o baniu por unanimidade. "Os brutais ataques terroristas do Hamas contra Israel exigem uma posição clara da Suíça", salientou o parlamento.

Em 2018, a Administração Trump chamou a UNRWA de uma "operação irremediavelmente viciada", e cortou completamente a doação anual de US$300 milhões dos EUA. A ajuda foi restabelecida pelo presidente Joe Biden quase que imediatamente após a sua posse.

Muitos questionaram a própria concepção da UNRWA, uma vez que a ONU já tinha uma agência especificamente designada para refugiados: o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

A UNRWA continua sendo uma organização para refugiados distintamente separada do ACNUR, baseada em duas premissas: primeira, que os palestinos "regressarão" às suas casas em Israel por meio do "direito de retorno", segunda, que nunca haverá uma resolução de não "retorno", tornando assim estes refugiados uma pedra no sapato para Israel.

A primeira premissa efetivamente destruiria Israel ao impor uma mudança demográfica: inundar o país com milhões de palestinos, comprovadamente nada voltados para a paz, para o interior de Israel.

A segunda premissa seria, e vem sendo, efetivamente escravizar os palestinos a exemplo do rostos lacrimejantes que mantêm a "esmola da compaixão" internacional fluindo para os cofres da liderança palestina e da UNRWA.

Talvez esta possa ser pelo menos uma resposta à razão pela qual, quando a UNRWA clamou recentemente por mais dinheiro de ajuda aos palestinos, se descobriu que a organização tinha um armazém inteiro com alimentos que já estavam"saindo pelo ladrão". Quando os habitantes de Gaza tomaram de assalto o armazém em outubro, eles descobriram grandes quantidades de arroz, lentilhas, farinha e óleo de cozinha.

Quaisquer que sejam as esperanças que alguém pudesse alimentar em relação à idoneidade da UNRWA já caducaram há muito tempo e provavelmente já eram descabidas desde o começo. A UNRWA, em seu estado atual, provou ser irremediavelmente problemática, inviável e mais uma mancha enorme na já escandalosamente manchada ONU (clique aquiaquiaquiaqui e aqui). A agência perpetuou a questão dos "refugiados" mantendo-os em campos e fornecendo-lhes apenas e tão somente os serviços básicos.

Pior do que isso, a UNRWA criou deliberadamente novas gerações de "refugiados", insistindo que os descendentes dos refugiados herdassem o estatuto de "refugiado", o que logo de cara é uma baboseira. Já está mais do que na hora da comunidade internacional e aqueles que realmente desejam um futuro melhor para os palestinos acabarem com a UNRWA e tomarem medidas que realmente ajudem os palestinos a avançarem para uma vida que vale a pena ser vivida.

Bassam Tawil, é árabe muçulmano, radicado no Oriente Médio.


Hillel Neuer na ILTV: Grupo de Telegram expõe funcionários da UNRWA

Hillel Neuer apareceu na ILTV para discutir a resposta da ONU à revelação de que mais de 3.000 funcionários da UNRWA celebraram o Massacre do Hamas em 7 de Outubro.

TODA A GENTE EM GAZA É TERRORISTA - a começar pela UNRWA, que não passa de um braço do Hamas.



 UNRWA: PROFESSORES DE TERRORISMO!



Coisas permitidas e coisas proibidas no Martim Moniz

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:  


Foi proibida uma manifestação anti-islamização marcada para a Praça de Martim Moniz, que a tradição consagrou como Herói da Reconquista de Lisboa ao invasor Maometano. 

A manifestação terá sido convocada por um grupo de neo-nazis, segundo a Imprensa, o que levou à proibição e ao fecho do espaço pela Polícia. 

Compreendemos a preocupação. Afinal, o Nazismo é uma ideologia violenta, cuja proposta de sociedade é uma ditadura feroz, exclusivista e supremacista, com a eliminação física e/ou escravização de todos quantos não a aceitem de bom grado, ou sejam considerados de "categoria inferior".

No entanto:

O Islão pugna exactamente pela mesma coisa que o Nazismo! 

Nazismo, Comunismo e Islamismo são ideologias de tirania, violência e genocídio. Proibir uma e estender o tapete vermelho às outras, não é coerente.

 

Tão ou mais mortífero e tirânico que o Nazismo e o Comunismo juntos, o Islão (tal como o Comunismo) é acarinhado e financiado em Portugal: 

"'Pode dizer-se que a rua é nossa', diz o presidente da Comunidade Islâmica do Bangladesh."



Maria 
(...) António Costa ainda na Câmara de Lisboa, doou 3 milhões para construir Mesquita na Mouraria, mas a ditadura da mentira e dos fact-checkers vêm dizer que é falso, porque os 3 milhões não foram para a mesquita apenas, mas também para expropriar as pessoas que viviam nos terrenos que a câmara quer oferecer à comunidade muçulmana. 
FACT CHEKERS DA FALSIDADE, ao serviço dos corruptos. Os portugueses indignam-se e assustam-se com as noticias pelo mundo fora dos ghettos islâmicos, onde se unem pessoas, muitas vezes, fanáticas pela mesma religião e pelo espírito anti cristão e anti ocidental... Querem tudo menos a integração. 
Portugal finge que os quer integrar, e gasta milhões nisso, mas depois financia esta forma de desintegrar. Por todo o mundo já há países a travarem esse tipo de ghettos que começaram a sair do controle da Polícia e passaram a ser dominados pelos moradores como um micro país dentro do país. 
Uma das formas de alimentar o fanatismo, para além da união no mesmo espaço, é a construção de símbolos e templos religiosos... que já estão a ser demolidos em vários países na Europa. O caso de França, Inglaterra, Alemanha, Suécia e outros mais. Em Portugal não só não se travam como se alimentam esses ghettos, e pior ainda, sustentam com o nosso dinheiro, os símbolos e templos. 
António Costa é muito generoso a distribuir dinheiro do povo para Mesquitas e outros monumentos onde pedem a Alá a morte dos INFIÉIS? 
Lisboa prepara-se para a construção de espaço de culto islâmico, no centro da cidade. A sul do Tejo e no Porto também se sonha com um edifício próprio. Falta um terreno. O projecto está feito, o espaço adjudicado, falta libertar os terrenos e demolir os prédios para que nasça a Praça da Mouraria, entre as ruas da Palma e do Bem Formoso. 
"Pode dizer-se que a rua é nossa", diz o presidente da Comunidade Islâmica do Bangladesh e vice-presidente da Associação Europeia do Bangladesh. Isto porque porta sim, porta sim há uma loja de imigrantes originários da Ásia: telecomunicações, mercearias, talhos, restaurantes, roupas, souvenirs, artigos orientais, jornais e revistas. 
"A Mesquita Central fica na Praça de Espanha e estamos no Martim Moniz. É muito longe, tem de se ter o passe. Aqui há muitos muçulmanos, vivemos aqui e trabalhamos aqui. Fazemos cinco orações diárias, não dá para ir à Praça de Espanha." Razões de Mohd Mohabub, 44 anos, comerciante (roupa e souvenirs) e que chegou a Portugal há dois anos. 
As novas comunidades de imigrantes alteraram a sociologia dos muçulmanos residentes em Portugal, estimados em 50 mil e que já foram entre 60 e 70 mil. Mas continuam em maioria os originários de Moçambique e da Guiné-Bissau, quem têm dinamizado a religião em Portugal. E com o apoio financeiro dos governos e empresários países árabes mais ricos. E em Palmela há uma escola que forma imãs. (...)
Trata-se, acrescenta o gabinete de Manuel Salgado, «do realojamento de um equipamento já existente, onde se acrescentam outras valências importantes para a respectiva integração social desta comunidade, numa zona cuja história remete para a manutenção da presença islâmica na cidade após a reconquista cristã». (...)
- DESCRIÇÃO COMPLETA NESTE POST. 
Esta nova mesquita, a erigir em local simbólico (para nós, portugueses, em local sagrado) é mais uma "indemnização" aos muçulmanos pelo incómodo que lhes demos em tê-los expulsado da nossa Terra. 

 


COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

A elite esquerdista precisa do voto islâmico, precisa da tropa de choque islâmica, e é facílima de comprar pelos potentados islâmicos do petróleo, que também nos enviam os colonos maometanos em hégira - como temos aqui demonstrado vezes sem conta. 
Depois vêm a guerra demográfica, o terrorismo, os territórios perdidos e finalmente a conquista islâmica. 
Falem com qualquer muçulmano: eles são unânimes em que Portugal e Espanha (tal como Israel) lhes pertencem, porque nos invadiram e submeteram no século 7.

 

Manifestações supremacistas islâmicas no local de Lisboa que leva o nome do Herói da Reconquista de Lisboa aos invasores islâmicos - não é por acaso que eles ocuparam esse local e querem lá uma mega-mesquita paga pelo infiel:



Os muçulmanos fazem questão de rezar ao deus Alá em locais públicos de grande significado para os "infiéis", com o intuito expresso de provocar, afrontar a fé dos nativos e assinalar o domínio islâmico sobre a terra que estão em processo de conquista:



Gonçalo Sousa e Bruno Nunes no Martim Moniz:




Mais um bocadinho de supremacismo e provocação islâmica (nos países islâmicos são PROIBIDAS manifestações públicas de outras religiões, ou são proibidas outras religiões por completo):


Mas nem só de supremacismo islâmico vive o Martim Moniz! Também há muito comércio:


TRANSLATED BY FOUSESQUAWK:

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

E em quem irão elas votar?

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:  

 

O vídeo é do SenaPT e as imagens não são de Carachi. São de Lisboa. 

Repare no estado em que as mulheres "infiéis" saem do "Comboio do Costa":

Estes novos portugueses são quase todos homens jovens e desacompanhados. Muitos são muçulmanos *. 

* Os muçulmanos consideram as mulheres infiéis como prostitutas, apenas apropriadas para escravatura sexual (conforme aqui demonstrado e ilustrado milhares de vezes, ver p. ex. a nossa secção MULHERES). 

Podemos imaginar ao que terão sido sujeitas as mulheres nesta agradável e pitoresca viagem. O semblante delas diz tudo. 

Se as mulheres que viajaram neste comboio se abstiverem ou forem votar na Esquerda (PS, PSD, BE, etc.), então o nosso Portugal não tem mesmo salvação!

 

Mulheres e Crianças estão a ser VIOLADAS em Portugal, mas...

 

Em boa verdade, não são APENAS os muçulmanos: 



Já cá temos 2 milhões destes alegras compinchas, que o PS convidou!