domingo, 10 de abril de 2022

A verdade sobre o terrorista da Universidade de Lisboa


Toda a gente se lembra do ataque terrorista planeado para a Faculdade de Ciências, que foi evitado a tempo pela Polícia.

Os media apressaram-se a afirmar que o terrorista não tinha motivos religiosos ou políticos, e que era apenas um pobre rapaz um tanto ingénuo, que jogava demasiados jogos de computador e que na tudo não passara de um delírio, uma fantasia inconsequente. 

Falou-se até de uma "vingança" contra um professor que não aceitara um trabalho plagiado, mas o denominador comum era que tudo não passava de uma brincadeira. 

E de caminho culpava-se a América, por causa dos tiroteios nas escolas de lá.

Nesta notícia, contudo, o Correio da Manhã (que repete o vídeo que "inocentava" o terrorista), revela que havia Nazismo na jogada: 

 


Afinal o "jovem inocente" era apaixonado por uma rapariga nazi, e tinha planeado um massacre contra um alvo judaico. A Sábado conta a história.

 


O terrorista continua preso, certamente porque representa um perigo real para a sociedade. 


"O meu João é tão meigo e carinhoso. Nem habilidade tem para cortar um kiwi. Até sou eu que lhe faço a barba.” 
Segundo os pais de João, o filho e Micaela prepararam um atentado à Sinagoga de Lisboa em novembro de 2021 que não se concretizou por desistência dele.

"Pensei que não era o meu filho, o menininho inocente sem maldade"
Cristina Real, Mãe

"tinha medo de mexer em facas. a mãe é que lhe cortava o pão"
Carlos Carreira, Pai
CORREIO DA MANHÃ


 

Em 11 de Fevereiro, o TOTAL NEWS AGENCY, em artigo assinado por João Lemos Esteves, já tinha revelado que o terrorista Rafael R. é um nazi e que o motivo do ataque foi a sua ideologia. 

O que certamente não iremos ver nos media é que foram os serviços secretos dos Estados Unidos e de Israel que alertaram a Polícia portuguesa. O "Grande Satã" e o "Pequeno Satã" são os ódios de estimação da nossa Imprensa totalmente fidelizada à extrema-esquerda:

 

Ayatollahs em Portugal já não é conspiração: como a Hagana Security & Intelligence Global Services e o FBI evitaram ataque terrorista em Portugal 
Por João Lemos Esteves- Especial Total News Agency-TNA 
Foi uma grande operação que salvou centenas de vidas: é nestes dias, após o desalento da observação da fragilidade humana e do desperdício do exercício do livre-arbítrio para o mal, que percebemos a relevância da segurança nacional e do tributo de que somos devedores a todos os que servem os seus povos nas agências de Segurança e Defesa. A eles devemos a nossa vida e a nossa liberdade – não só pelo trabalho visível materializado na prevenção de um ataque terrorista no coração da cidade universitária de Lisboa, mas sobretudo pelo trabalho diário, a priori , invisível que exige uma diligência, uma atenção e um rigor plenos, que é difícil de descrever. 
Mais uma vez, Portugal junta-se aos países europeus que beneficiam do extraordinário trabalho realizado pelas agências de law enforcement dos EUA e de Israel – depois dos casos da detenção de criminosos como Hugo Carvajal “El Pollo”, Paulo Murta (ligados ao narcotráfico com base na Venezuela), de Alex Saab e de muitos outros (muitos não chegam a ser divulgados pela comunicação social). 
Desta vez, o trabalho do FBI (com a CIA e uma intervenção inicial da DEA, que chamou a atenção para várias questões relevantes que fizeram tocar os alarmes sobre o target português) e dos serviços de Informações de Israel é ainda mais valioso – significou a salvação de vidas. 
Significou o primado da dignidade da pessoa humana contra ideologias odiosas. Contra actos terroristas bárbaros. 

 

 

Quem é o autor da tentativa de ato terrorista? É um jovem português, (Rafael R.) de dezoito anos, que se assume como nacionalista , defensor de valores “místico-tradicionalistas”, admirador de Adolf Hitler e do seu regime. 
Este jovem era, em termos políticos portugueses, um seguidor de Mário Machado, um neo-nazi português, já condenado por vários crimes, incluindo por homicídio motivado por ódio racial. 
Já participou em vários eventos neo-nazis organizados na Ucrânia e na Polónia e cultiva relações – pela dark web, mas não só – com grupos extremistas destes países. 
Assume-se como um “lobo solitário” e pertence a grupo com designação homónima da Ucrânia. 
Importa aqui notar que Mário Machado beneficiou, como denunciou a jornalista Valentina Marcelino em 2007, de ajuda financeira do Irão e viajou diversas vezes para Teerão com o fito de, por exemplo, aí participar em conferências negacionistas do Holocausto. 
O jovem que planeava atentado terrorista tinha uma bandeira do Hezbollah e defendia Hassan Nasrallah como a “última salvação contra os sionistas” e “reestabelecer a unidade do Líbano”. 
A rede de interações sociais deste jovem hoje detido incluem membros da claque ULTRAS do clube de futebol espanhol Real Madrid, já monitorizados pelo seu activismo político neo-nazi. 
De acordo com informações de J.S., agente do FBI/USA, a motivação para a prática do crime tem natureza xenófoba: o jovem auto-arrogava-se no direito de ter acesso gratutito ao ensino superior e ajudas do Estado para estudar contra benefícios dados a “gente de fora”. 
O jovem queria defender os jovens e as famílias portuguesas que “nada têm” contra “os estrangeiros que têm tudo”. É uma pessoa reservada, fria, calculista, segundo o perfil psicológico que se pode traçar com os dados de que dispomos. 
Há vários escritos xenófobos, de apologia a Adolf Hitler e a Mário Machado no seu diário, para além de citações (algumas em código) retiradas do “Mein Kampf”, o livro de ódio de Hitler, escritos na dark web e em redes sociais russas, bem como apontamentos que fazia numa espécie de diário pessoal. 
Estas informações permitiram que se actuasse depressa, com o FBI (que tem uma agência de inteligência própria) trabalhando com a inteligência de Israel a alertar a Polícia Judiciária portuguesa (para além do CNI, por várias razões, incluindo a ligação deste jovem de 18 anos aos ULTRAS do Real Madrid). 
Mário Machado e os “Lobos Solitários” da Ucrânia têm sido financiados pelo regime dos Ayatollahs do Irão; em 2007, a jornalista Valentina Marcelino denunciou o financiamento iraniano aos neo-nazis portugueses, especificamente sustentando Mário Machado. 
Na altura, a Embaixada dos EUA reagiu energeticamente; alguns em Portugal, movimentaram-se rapidamente (e brutalmente) para silenciar o assunto. 
Como se iniciou esta operação? Esta operação – que foi realizada em termos muito céleres e eficazes – foi desencadeada pelo alerta dado pela empresa de Israel HAGANA SECURITY &INTELLIGENCE GLOBAL SERVICES à inteligência dos EUA e de Espanha. 
A HAGANA colabora com MOSSAD/ DEA/CIA/FBI (bem como com o CNI de Espanha, o que permite maximizar a eficiência da atuação de todos estas entidades, minimizando os custos de transação da necessária comunicação e articulação entre todas) em diversas operações contra o tráfico humano/pedofilia, narcotráfico, e o branqueamento de capitais/financiamento de terrorismo – foi numa destas operações que foi possível identificar, na dark web e em grupos de redes sociais russas, o target português que iria materializar o atentado em Lisboa. 
Os comportamentos suspeitos e os indícios da determinação deste jovem em consumar o acto criminoso eram muitos: rapidamente, foram rastreadas, a partir de um centro operativo (“special cyber room”, como é tratado) localizado em lugar secreto de Madrid, as interacções do jovem português. De imediato, as conclusões obtidas foram reportadas. 
Duas notas muito curiosas: 
. Este jovem é um profundo conhecedor da obra de Alexandr Dugin, o ideólogo russo, um dos homens mais perigosos à face da Terra, que também foi o inspirador do neo-nazi autor do atentado terrorista de Oslo. 
. Há uma estranha coincidência entre estes “grupos neo-nazis”, grupos de contestação à NATO e o seu financiamento por gente que está ligada a redes de tráfico humano proveniente do continente africano e do Médio Oriente.

 


O guru de Putin


Portugal vai ter um grave problema migratório e de segurança face à deslocação massiva de pessoas desde Marrocos para o sul de Portugal e para a Madeira, como, aliás, o Professor Rui Pereira já começa a reconhecer. Podemos adiantar que a HAGANA passou informações muito detalhadas sobre esta matéria a partidos políticos portugueses.


Transcrito de:


 

Esta postagem fica arquivada na secção TOTALNEWS.

terça-feira, 5 de abril de 2022

Klaus Schwab apela a um Governo Global (Quarto Reino de Daniel)

Purmerend, Holanda - Fevereiro de 2022: Um cartaz com o director do Fórum Económico Mundial, Klaus Schwab, está pendurado em vários lugares da Holanda. A Grande Reinicialização/ O Grande 'Reset' (Shuttesrsock) 


Durante um discurso na quarta-feira, o dia de abertura da Cimeira de Governos Mundiais (WGS2022) no Dubai, o presidente executivo do WEF (Fórum Económico Mundial), Klaus Schwab, pediu aos líderes mundiais que se unam para abordar questões globais como mudanças climáticas, comércio e disrupção económica. Ele enfatizou que esse governo mundial deve ser formado o mais rápido possível. 

 




O GRANDE ‘RESET’ 

“O impacto da Quarta Revolução Industrial acelera a mudança global de uma maneira muito mais abrangente e rápida do que as revoluções industriais anteriores”, disse Schwab aos líderes mundiais reunidos: 

“Apesar de todos os desafios, temos que manter a responsabilidade que temos em relação à próxima geração, por meio de colaborações a nível nacional e global. Os nossos futuros estão intrinsecamente conectados e isso requer respostas colaborativas.” 

“O mundo precisa superar os danos causados às nossas economias e sociedades pelo COVID-19. Também precisa enfrentar as repercussões de um confronto perigoso entre as principais potências globais”, disse Schwab durante a sessão. 

O QUARTO REINO 

Yosef Berger, o rabino do Túmulo do Rei David no Monte Sião, observou que não foi por acaso que Schwab adoptou o conceito da Quarta Revolução Industrial para unificar os governos e corporações mundiais. 
 


Yosef Berger 


O rabino citou o Livro de Daniel: Ele disse o seguinte: ´ 

‘O quarto animal [significa] — haverá um quarto reino sobre a terra que será diferente de todos os reinos; ele devorará toda a terra, a pisoteará e a esmagará. 


 

“Como muitos antes dele, essa pessoa quer governar para sua própria glória e com a sua própria glória. 

Ele entende que Daniel foi um grande profeta, e essa pessoa, que não desejo citar, quer perverter as palavras de Daniel para seu propósito”. 

“Tenho visto grandes líderes virem a Jerusalém ao longo dos anos. Os líderes que buscam a glória de Deus, que sabem que o seu mandato como governante vem do Rei David e do Deus de Israel, são bem-sucedidos e trazem luz ao mundo. Outros rejeitam Jerusalém, e inevitavelmente trazem escuridão ao mundo”. 

“Se essa pessoa quer ajudar os outros, é simples e está escrito na Bíblia. Ele é rico, enquanto há pessoas pobres no mundo que passam fome. Ele não se importa com a moral. Ele adora a si mesmo.” 

“Se ele realmente quer trazer luz ao mundo, convido-o a vir a Jerusalém. Vou apresentá-lo ao Rei David. Vou apresentá-lo a Jerusalém. 

Agora, como a Páscoa está prestes a começar, é a hora.” 


COVID COMO “OPORTUNIDADE” 

 O COVID é um assunto favorito de Schwab. Ele escreveu um livro intitulado ‘Covid-19: The Great Reset’, descrevendo a pandemia como uma oportunidade rara. 

“No momento em que escrevo (Junho de 2020), a pandemia continua a piorar globalmente”, escreveu Schwab no seu livro. “Muitos de nós pensam quando é que as coisas voltarão ao normal. A resposta curta é: nunca. Nada voltará ao senso de normalidade 'quebrado' que prevalecia antes da crise, porque a pandemia de coronavírus marca um ponto de inflexão fundamental na nossa trajectória global. 

No centro da agenda está o conceito de Klaus de “capitalismo de partes interessadas”, uma ideia que Schwab defende há décadas, e que resultaria na atribuição de mais poder às corporações sobre a sociedade. 

Os governos eleitos seriam apenas uma das partes interessadas num modelo multi-sectorial de governança global. As corporações seriam partes interessadas oficiais na tomada de decisões globais, enquanto os governos são relegados a ser uma das muitas partes interessadas. E as partes interessadas nas corporações ficariam em segundo plano, pois os executivos corporativos recebem total autonomia. 

BIDEN E A NOVA ORDEM MUNDIAL 

Alguns podem achar perturbador notar que no seu livro, Schwab cunhou o termo “Reconstruir melhor”, que foi adoptado pelo presidente Biden antes da sua posse como lema da sua estrutura legislativa. 

 


Slogan de Biden copia o de Klaus Schwabe 

 

Como Schwab, Biden tem uma longa história de defesa aberta da Nova Ordem Mundial. Recentemente, ele saiu do roteiro e apelou abertamente a uma Nova Ordem Mundial, num discurso na Reunião Trimestral do CEO da Business Roundtable. 
A Business Roundtable é uma forte defensora do ‘Great Reset’. Biden foi imediatamente empurrado para fora do palco pela sua equipa. 




Os críticos alegaram que a “Lei de Infraestrutura” de Biden trata do avanço da agenda do Grande 'Reset', eliminando o uso privado de criptomoedas descentralizadas para substituí-las por “Moedas Digitais do Banco Central” centralizadas e rastreadas. 

SCHWAB: UM MISTÉRIO PROBLEMÁTICO 

Em 1971, Schwab fundou o que se tornaria o Fórum Económico Mundial WEF), onde atualmente actua como presidente executivo, pelo qual recebe um salário de cerca de 1 milhão de dólares. 

Ele é frequentemente criticado na Imprensa por isso, ao mesmo tempo que declarou que os salários excessivamente altos da administração “não eram mais socialmente aceitáveis”. 

Além disso, o WEF não paga nenhum imposto federal. O WEF também é criticado pela falta de transparência nos seus relatórios financeiros. 

Schwab também atraiu ira por misturar as finanças do WEF sem fins lucrativos e outros empreendimentos comerciais com fins lucrativos, frequentemente para seu benefício financeiro. 

Schwab afirmou que um mundo globalizado é melhor administrado por uma coligação auto-seleccionada de corporações multinacionais, governos (incluindo o sistema da ONU) e organizações da sociedade civil seleccionadas (OSCs). 

Ele argumenta que os governos já não são “os actores predominantemente no cenário mundial” e que “chegou a hora de um novo paradigma de governança internacional de accionistas”. 

Ele também defendeu a engenharia genética. No seu livro de 2018, Shaping the Fourth Industrial Revolution, Schwab escreve: “Seremos mais capazes de manipular os nossos genes e os de nossos filhos. Esses desenvolvimentos levantam questões profundas: onde traçamos a linha entre o humano e a máquina? O que significa ser humano?” 
A vida pessoal de Schwab é enigmática e poucos detalhes são conhecidos. Os seus pais mudaram-se para Ravensburg, na Alemanha, depois de o Partido Nazi assumir o poder. Ele nasceu lá e é um cidadão da Alemanha. A Gestapo monitorizava a família de Schwab, e em 1944 também interrogou a sua mãe (que era de Zurique) por usar sotaque suíço em público. 
Depois disso, a família foi mandada de volta para a Suíça, onde vive até hoje. No entanto, ele tem três avós suíços e dois irmãos suíços, e a sua cidadania foi negada quando se candidatou. O seu património líquido exacto não é conhecido. A sua religião não está disponível na Internet. No entanto, o Papa Francisco esteve envolvido em vários eventos do FEM.


 

domingo, 3 de abril de 2022

A Suástica Arco-Íris - Introdução

 

 



Notas do Autor B"H 12/00 - Kislev 5761

Este artigo apareceu originalmente como "Mestres da Luz Cegante: O que o Povo Judeu Deve Saber Sobre o Movimento da Nova Era", publicado na Web em 3/97 (Adar Bet 5757) cortesia da União de Estudantes Judaicos, Universidade do Colorado.

Uma cópia foi arquivada naquele momento nos arquivos do Centro Sassoon para o Estudo do Antissemitismo (Universidade Hebraica, Jerusalém).

Foi removido do servidor da Universidade do Colorado em 10/99, sem aviso ou explicação. Mas para os interessados, ele ainda pode ser encontrado em outros sites.

Esta é uma versão mais recente com muitas adições importantes, bem como factos atualizados e melhores links. Como antes, todo o material desta série é extraído directamente dos próprios líderes da Nova Era, seja como citações directas ou resumos de fontes primárias.

Só ocasionalmente recorri a informações em segunda mão (alguém escrevendo sobre a Nova Era de fora); estes são devidamente anotados e estão limitados a fontes neutras ou favoráveis ​​à filosofia da Nova Era.

Citações não documentadas foram consideradas boatos e não foram usadas. [Qualquer um dos meus próprios comentários ou opiniões estão entre aspas como estas, para distingui-los do relatório objectivo.]

Se alguém tiver outras evidências documentadas referentes a qualquer assunto abordado aqui, sinta-se à vontade para entrar em contacto comigo.

*NOTA:* Não há restrições de direitos autorais para qualquer parte deste material, no que me diz respeito. Você pode citá-lo, reproduzi-lo e distribuí-lo sob duas condições:

(1) que você o deixe como está - não "coloque palavras na minha boca" ou exclua o texto sem deixar claro que você o fez; e (2) que seja oferecido gratuitamente.


Mas primeiro, algumas palavras para os diferentes leitores que visitam estas páginas. 

Todo o material deste ponto até a Parte A são naturalmente as minhas próprias percepções. Mas elas são baseados em quatro anos de absorção intensiva da mentalidade da Nova Era, e eu apresento-os com a confiança de que eles são precisos.


Notícias para judeus envolvidos em grupos da Nova Era: 

Em poucas palavras, a 'Nova Era' é um movimento político/religioso que busca unir o mundo sob a orientação de espíritos não humanos, no processo destacando o judaísmo - e eventualmente o povo judeu - para destruição.

Uma das "novas" coisas sobre a "nova" era é uma raça humana expurgada de toda presença judaica.

"Isso é ridículo!..." você dirá automaticamente. Se "Nova Era" significa alguma coisa, significa uma nova era de igualdade esclarecida para todos os povos e todas as religiões. Você está disposto a testar essa afirmação? Se for verdade, então podemos encontrar líderes da Nova Era em todos os lugares ensinando que o judaísmo histórico - o judaísmo que sobreviveu e se desenvolveu por mais de 4.000 anos, conhecido hoje como "judaísmo ortodoxo" - é uma religião tão esclarecida quanto qualquer outra no planeta, certo? Ops. 

"Bem, tudo bem - há o povo judeu, e depois há o judaísmo." O facto de que o judaísmo ortodoxo é alvo de eliminação na nova era vindoura será um choque para alguns envolvidos em grupos da Nova Era que pregam 'tolerância para todas as religiões do mundo'.

Outros estão cientes disso, mas sentem que o judaísmo é realmente uma religião separatista e arrogante, baseada num código antiquado e estreito chamado Torá, que restringe desnecessariamente a Humanidade; é claro que tem que desaparecer, ou pelo menos ser revisto até que os seus traços distintivos sejam removidos.

Mas no que diz respeito à hostilidade em relação à identidade étnica judaica, a maioria dos adeptos da Nova Era dirá com confiança: "De jeito nenhum! Os judeus são totalmente aceites nos círculos da Nova Era".

Se você acredita nisso, você foi enganado!

Duas coisas para pensar: 

 

1. Um ataque ao judaísmo é uma tentativa de eliminar os judeus. 

Correndo o risco de afirmar o óbvio, se não houve realmente Abraão, Isaac e Jacob; nenhum evento na história chamado Êxodo; nenhuma experiência no Sinai, ou "Terra Prometida", ou "povo escolhido"; e especialmente nenhum "Deus de Israel" que fez a escolha e a promessa... então não há base legítima para continuar sobre descendentes chamados "judeus".

Nesse quadro, a herança judaica pode sem dúvida ser apreciada pelas suas fábulas edificantes. Mas a herança judaica não pode intrometer-se na política do mundo real, no consenso religioso ou na consciência social – mais do que Capuchinho Vermelho pode apresentar acusações de agressão num tribunal contra o Lobo Mau.

Se a Bíblia judaica não narra uma história real dos judeus, então tudo o que temos são pessoas vivendo em delírios de identidade e insistindo que o resto do mundo colabore. (Isso é exatamente o que a arquitecta da Nova Era, Alice Bailey, concluiu.)



Alice Bailey


Como um indivíduo perturbado que não consegue separar a fantasia da realidade, os judeus são, na melhor das hipóteses, disfuncionais e possivelmente perigosos para si mesmos e para os outros. Ao lidar com aqueles que se recusam a abrir mão da fantasia, o isolamento e o confinamento podem ser necessários para o bem de todos.

Você acabou de ter um vislumbre da lógica interna do "Plano" (o título despretensioso que os líderes da Nova Era deram à sua agenda). 

O povo judeu, quer saiba ou não, é um segmento disfuncional da Humanidade. Quem quer que o trate bem, não está a fazer nenhum favor a eles ou ao mundo. A sua reabilitação deve começar eliminando a religião que lhes deu essas ilusões - uma religião tão poderosa que infelizmente infectou outras religiões e povos com a crença no D'us Único, conforme revelado a Israel. 

Para acertar as coisas, parte da "transformação da sociedade" da Nova Era envolve espalhar desinformação sobre a religião judaica. Não há preocupação aqui com a exactidão factual. A verdade é irrelevante para a arte de moldar a opinião pública numa Guerra de Entidades (como a Nova Era e o líder da ONU Robert Muller a descreveu). 
O objectivo por trás da deslegitimação dessa religião é remover a sua influência em outros sistemas espirituais (especialmente do cristianismo, a religião filha do judaísmo e a mais "corrompida" por ele). Se possível, o objetivo é remover os judeus da sua influência também; e aqueles que desejam ser aceites pelo mundo irão ajudá-los a destruir o Judaísmo... e o seu povo junto com ele. Quanto aos judeus que se recusam a desistir dessa ilusão de "identidade", O Plano tem uma solução final (benevolente, é claro). 

Se você apoia a ideia "progressista" de que os judeus têm um futuro sem o judaísmo da "velhice", ouse testá-la. Saia e veja se consegue encontrar crianças judias criadas sem lealdade à Torá, que ainda se preocupam em se identificar como judeus. Você encontrará alguns - mas depois procure pelos seus filhos... 

Fale com os muitos que deixaram o rótulo judaico para trás como irrelevante, e você os achará inteligentes e brutalmente honestos. Eles simplesmente enfrentaram a verdade mais directamente do que os seus pais: "o novo judaísmo" não pode justificar-se para a próxima geração. (Isso não deve ser confundido com aqueles que rejeitam o judaísmo por hipocrisia, adoração morna, arrogância racial, todos os quais são pecados contra a Torá - esta é uma questão completamente diferente que é legítima e será discutida em outro lugar. Judaísmo" que rejeita a própria Torá como o pecado.)

 

2. A Nova Era é fundada no racismo espiritual. 
Se você acredita que os judeus serão aceites como iguais na próxima Era de Aquário, você está desinformado sobre a doutrina do "karma racial". Este é um ensinamento básico da Teosofia, a mola mestra do Movimento da Nova Era, e é expandido nos escritos de Alice A. Bailey. 
Limita todos os judeus a um status espiritual inferior, independentemente do seu "comportamento iluminado". Nunca ouviu falar? 
Esta série de artigos é dedicada a familiarizá-lo com este e outros ensinamentos fundamentais da filosofia da Nova Era que são "esquecidos" em cursos para buscadores, seminários para servidores mundiais e iniciações de baixo nível em escolas e sociedades esotéricas. 
A veracidade de minhas afirmações pode ser verificada por qualquer pessoa com acesso às obras integrais dos principais líderes da Nova Era citados na série.

 

Factos para Debunkers e Cépticos: 
1. "Esta é outra teoria da conspiração histérica?" 
O seu cepticismo é compreensível e necessário. No entanto, que eu saiba, esta é a primeira conspiração que orgulhosamente se autodenomina e veio a público com detalhes da sua agenda. 
Os líderes mostram uma confiança e uma abertura que dizem claramente (com ou sem razão) que ninguém pode detê-los. O que é mais perturbador, eles estão convencidos de que ninguém em sã consciência vai QUERER para detê-los. Nem mesmo os judeus. O seu antissemitismo é apresentado como uma correcção benevolente que será adoptada pelos próprios judeus – uma vez que eles realmente entendam a sua necessidade. 
Deixe-me ser claro aqui: os adeptos da Nova Era geralmente NÃO odeiam os judeus. Mas isso torna o plano deles não menos antissemita... e muito mais perigoso. 
"The Rainbow Swastika" é uma descrição condensada da filosofia e dos planos desse chamado Iluminismo - das suas próprias fontes. Tudo o que é mencionado nesta série é distribuído publicamente por vários grupos de New Age. 
Você pode verificar cada afirmação por si mesmo. Como afirmei acima, o material é citado directamente ou resumido a partir de explicações dos principais porta-vozes da Nova Era e seus discípulos - não o que os outros dizem sobre eles. 
Citações directas são anotadas com a fonte, e as fontes para os meus resumos podem ser fornecidas. Essas fontes que eu sei que estão disponíveis na Internet são vinculadas para sua conveniência. Quaisquer comentários meus ou de fontes não pertencentes a New Age estão entre [aspas]. Apenas a última parte (Uma Resposta Judaica) é completamente extraída dos meus próprios pensamentos. 

 

2. "Quem está preocupado com um grupo marginal lunático?" 
Como você verá mais tarde, Alice Bailey foi uma das ocultistas mais antissemitas deste século. Para aqueles que insistem que a doutrina de Bailey é seguramente marginalizada entre ocultistas obscuros, será um choque descobrir que ela recebeu indirectamente o Prémio de Educação para a Paz da UNESCO em 1989 e que os seus ensinamentos já estão incorporados em escolas de todo o mundo, incluindo os Estados Unidos - escolas públicas (por meio do programa "Metas 2000"). 
"Lunáticos", talvez. "Uma franja"? Já não. 
Especialmente com a estrela global Robert Muller promovendo abertamente os seus ensinamentos. A "Conspiração Benevolente" (como a líder da Nova Era Marilyn Ferguson a chamou, em 1980) teve tanto sucesso que hoje é o padrão de aceitação social, política e religiosa. 

 

"Temos de caminhar rapidamente para um governo global, uma religião global, sob um líder global"

- Rober Muller


 

É conscientemente apoiado por um número surpreendente de figuras públicas proeminentes e grupos de base (embora nem todos estejam cientes do antissemitismo), e seus ensinamentos estão são absorvidos sem saber por muitos mais. Por essas razões, é urgente que sejamos informados sobre a sua plataforma. Ouvi de cépticos que não duvidam da existência de uma conspiração da Nova Era (benevolente ou não), e que reconhecem o perigo para o povo judeu, mas que estão certos de que tal movimento nunca terá o apoio mundial para realizar a sua agenda. 
Eles apontam para os repetidos adiamentos das previsões da Nova Era de um Instrutor do Mundo emergindo numa determinada data para guiar a Humanidade numa 'iniciação planetária (Luciférica)', um governo mundial e uma "nova era". Esses atrasos são na verdade o resultado do veto divino - por enquanto - que os da Nova Era indirectamente reconhecem e que eles não conseguem contornar. 
Atribuir essas falhas a um movimento desorganizado é perigoso e ignora o facto de que o crescimento da influência da Nova Era em todo o mundo está a solidificar-se exponencialmente a cada ano. Leia antes de zombar, por favor. "Você não pode generalizar sobre o Movimento da Nova Era; é muito amplo e variável para que todos esses grupos sejam agrupados com Alice Bailey."  
Se eles nomeiam Bailey como a fonte das suas crenças não é importante - o teste é se eles abraçam a sua filosofia. 
Ainda não encontrei um grupo que se autodenomine "Nova Era" que não antecipe e dê as boas-vindas ao fim da "Velha Idade". 
A maioria não questiona quem estabeleceu os parâmetros para o "velho" que terá de ser abolido, eles não se atrevem a desafiar a "Sabedoria Antiga". 
Se eles estão a recitar A Grande Invocação, confiando em guias espirituais para a iluminação, denunciando o "separatismo" como o grande mal do mundo e/ou denegrindo o Judaísmo como "um sistema espiritual ultrapassado", então eles são discípulos de Bailey ensinando os credos de Bailey. [Para outras semelhanças, veja abaixo]

 

Notas para opositores do ensino da Nova Era: 

É raro um indivíduo hoje em dia que não tenha um amigo ou parente hipnotizado pela conversa fiada de luz e amor da Nova Era.

Se você fizer isso, você sabe como é doloroso ver alguém próximo a você perdendo a sua estabilidade psicológica, abandonando as suas responsabilidades e relacionamentos normais, e escorregando para uma busca egocêntrica pela divindade do faça-você-mesmo (destinada a falhar novamente e novamente).

As informações vinculadas abaixo aumentarão a sua angústia - especialmente se você e/ou seu amigo forem judeus. Mas você também ganha uma visão de como alguém pode apaixonar-se por promessas e contradições tão vazias.

Esse insight pode dar-lhes alavancagem para ajudá-los a voltar ao terreno sólido. Se você tem fé no D'us de Israel, você o achará um aliado interessado e indispensável em resgatar as pessoas com quem você se importa.

Mesmo que você não conheça pessoalmente alguém que foi virado de cabeça para baixo pelo pensamento da Nova Era, se você é judeu e/ou ama o povo judeu, você tem interesse em preservar a comunidade judaica e defendê-la contra conspirações para eliminá-los.

Mas você não pode lutar contra o que não entende. Então, quaisquer que sejam suas motivações, aqui estão alguns factos básicos para equipá-lo:


1. Diferentes novos ramos, mesmas velhas raízes: 

As premissas da Nova Era (doravante NA), às vezes chamada de Nova Ordem Mundial, são mais claramente mapeadas numa sociedade religiosa chamada Teosofia (fundada em 1875 por Helena Blavatsky), que cunhou muitas das as "palavras-código" encontradas neste material e que continuam sendo uma fonte primordial para montar as fundações de NA.


Helena Blavatsky


A maioria, se não todos, os conceitos de NA são anteriores à Teosofia, como o seu fundador admitiu livremente. Eles tomaram emprestado pesadamente do hinduísmo clássico e do budismo tibetano, com grandes doses de gnosticismo, astrologia e outras buscas de poder ocultistas.

Então, apesar do nome "Nova" Era, estamos pesquisando um antigo sistema de adoração, encontrado em várias formas ao redor do mundo (Babilónico, Egípcio, Nórdico, Atlante, Pan/animista, Índio Americano e outras religiões dependentes da capacitação de vários espíritos-guias).

É por isso que o ensino da Nova Era é tão facilmente adaptado a tantas culturas. Alice Bailey, a próxima grande líder de NA, “canalizou” as extensas diretrizes para a estrutura da Nova Era – o que ela chamou de Nova Ordem Mundial – e também aderiu totalmente à Teosofia.


2. Lógica não necessária: 

O leitor perspicaz notará algumas declarações de NA que contradizem outras, especialmente em relação ao bem e ao mal, destino e escolha, igualdade e elitismo, verdade e falsidade, e as origens de Maitreya/Lúcifer. Apontar essas contradições para os adeptos da Nova Era não os fará duvidar.

Uma vez que eles aceitaram a visão de mundo hindu de que a verdade, o bem e a realidade são o que cada um encontra dentro de si (em qualquer momento), eles responderão pacientemente que a sua exigência de consistência em qualquer um deles é arbitrária, sem imaginação e desnecessariamente estreita.

Não espere que análises lógicas, observações empíricas ou argumentos comparativos sejam levados a sério, pois os New Agers respeitam apenas a experiência subjectiva (e, mesmo assim, apenas para quem a experimentou em primeira mão).

Há também algumas contradições sobre a origem dos judeus, mas curiosamente não há contradições sobre o destino daqueles que insistem em manter a fé deos seus pais.


3. Enigmas deliberados: 

pronunciamentos públicos e ensinamentos dos líderes da Nova Era, embora geralmente em Inglês, podem parecer uma língua estrangeira - termos reconhecíveis são usados ​​em contextos ininteligíveis ou dadas associações contraditórias.

Estes são conhecidos nas sociedades esotéricas como 'cegos' ou palavras de código - enigmas deliberadamente codificados para transmitir informações ainda classificadas sobre as cabeças dos observadores não iniciados ou hostis.

As cortinas usadas na Nova Era são muitas, e combinam com as usadas no ocultismo (por Helena Blavatsky, _The Secret Doctrine_, p.435).

Assim, nós, do lado de fora, podemos saber apenas o que os porta-vozes de NA acharem adequado dizer-nos; como em todos os grupos ocultistas, algumas informações são presumivelmente compartilhadas apenas com iniciados de alto nível.

No entanto, os enigmas estão a ser desvendados publicamente com frequência cada vez maior de forma voluntária, mostrando que a NA vê sua base de poder como suficiente para resistir a qualquer hostilidade à sua agenda.

Em outros casos, há "vazamentos" de líderes de alto escalão que abandonaram o barco, mostrando que mesmo os leais à NA são propensos à desilusão após anos de realidade criada por eles mesmos.

 

4. Explorando idealistas ingénuos: 

Pela minha experiência pessoal, descobri que há um número surpreendente de pessoas aplaudindo a "Nova Ordem Mundial", "A Era de Aquário", a "nova Humanidade" ou a "Sabedoria Antiga", que são lamentavelmente desinformados de onde tudo isso veio e para onde vai.

Isso ocorre muitas vezes porque eles optaram por apoiar uma questão atraente de NA sem verificar os fundamentos do Movimento, ou porque não verificaram uma série de fontes de NA.

A maioria desses apoiantes está nas camadas mais baixas, muitos deles trabalhando arduamente pelas suas causas, na convicção de que a NA realmente tornará o mundo um lugar melhor para todos, incluindo os judeus.

É do interesse da liderança superior promover essa ilusão e impedir que os trabalhadores da Nova Era se apeguem à agenda real, já que muitos se recusariam a cooperar se soubessem.

Mesmo assim, já se fala bastante sobre 'expurgos globais', destinados a exterminar 80% ou mais da população mundial, para deixar claro que não apenas os judeus, mas muitos "servidores mundiais" dedicados serão julgados impróprios para a Nova Era, uma vez que a estrutura de poder da elite esteja instalada.

Leva tempo para esses dedicados "trabalhadores da luz" digerirem o facto de que estão a ser usados ​​e enganados, e às vezes há um período de negação, mas eles merecem saber a verdade.

Portanto, recomendo passar esta informação não apenas aos oponentes da Nova Era, mas também a seus apoiantes – e duplamente se forem judeus ou casados ​​com judeus.

A série começa imediatamente abaixo, com links para todos os segmentos no final. O feedback, é claro, é bem-vindo e até esperado - seja sua resposta de apreciação, dúvida ou indignação.

O meu único pedido é que você leia tudo antes de responder. -- HN


Fonte


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