Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
O Hamas destrói Gaza em nome do seu ódio implácavel
Depois dos raptores assassinos, dos bombistas e dos mísseis, o Hamas agora lança a população civil sobre Israel, numa operação de propaganda global, com a cumplicidade de jornalistas e governos.
Pode ser que esta bebé de 3 meses morra, e haverá festa - para os pais, para os terroristas e para os jornalistas!
Este post fica arquivado na nossa secção HAMAS. Consulte-a caso queira saber a VERDADE sobre o que está a passar-se na fronteira de Gaza com Israel.
A
Faixa de Gaza, que tinha o potencial de se tornar um centro de
prosperidade árabe, foi transformada numa prisão gigante dirigida pelo
grupo terrorista Hamas.
No Verão de 2005,
Israel saiu da Faixa de Gaza, deixando os seus residentes árabes com
as infra-estruturas e a ajuda necessária para construir uma sociedade
autónoma estável. Dois anos depois, o Hamas
tornou-se o partido governante e, em vez de construir infraestruturas
para os seus cidadãos, usa a ajuda internacional para transformar a Faixa no foco de
actividades terroristas que é hoje.
Assista e
veja como o território, com o potencial de se tornar um centro de
prosperidade árabe, foi transformado numa prisão gigante dirigida por
terroristas:
A indústria de PALLYWOOD volta a atacar. Além dos "palestinos" que promovem a agenda do
Hamas e exploram mulheres e crianças, enviando-os para a frente de batalha, eles
também tentam manipular a comunidade internacional para promover a sua
agenda terrorista através da mentira.Se a causa deles é justa, porque precisam de mentir?
Doentio: "Palestina" arrasta bebé de três meses para a violência de Gaza
Enquanto
o grupo terrorista Hamas continua a semear o caos na fronteira entre Israel e
Gaza, a TV "palestina" exalta uma mãe que trouxe a filha bebé para a cena
caótica, violenta e cheia de fumo de pneus queimados.
Esta peça da TV da "Autoridade Palestina" concentra-se em Maryam Abu
Qandil, uma bebé de três meses de idade, forçada a suportar os tumultos da erroneamente chamada "Marcha do Retorno".
Na TV da AP, a sua mãe,
Nasrin Abu Yusuf, gaba-se de ter levado a bebé para os tumultos, e jura que “permanecerá fiel às vontades dos mártires, que foram
escritos com o seu sangue puro”.
Embora a pivot faça uma pergunta superficial sobre a preocupação com a
segurança da bebé, no meio da violência e do caos que se desenrola
não muito longe, a peça não deixa de glorificar a mãe por
incluir a sua bebé na tentativa em massa de romper a barreira de segurança e invadir Israel.
Imagens do ataque (acima). O artigo abaixo é uma tradução do artigo do Times of Israel. Para que conste, não há da parte deste vosso modesto tradutor qualquer sentimento de alegria ou triunfo em relação a este ataque. Há alívio por não ter havido baixas de nenhuma das partes e esperança de que Assad não volte a usar armas químicas sobre inocentes. E há cepticismo: se Assad sair (lembramos que esta situação foi despoletada por Obama, que apoiou, financiou e armou a al-Qaeda contra Assad) o povo sírio, ficará melhor? Não cremos.
Preocupante também, na nossa óptica, é que os Estados Unidos, a França e o Reino Unido ficam longe da Síria, e Israel tem fronteira com esse país, que está cheio de terrorista do Hezzbollah e de soldados do regime terrorista iraniano. E agora a Rússia tem mais pretextos para intensificar o armamento da Síria.
Fotos de satélite mostram alvo sírio totalmente arrasado após os ataques liderados pelos EUA
Empresa israelita diz que a análise de imagens revela os três edifícios
principais do centro de pesquisa de Barzeh, perto de Damasco,
completamente destruídos pela campanha de bombardeamento ocidental.
Uma
imagem de satélite mostra os três edifícios do centro de pesquisa de
Barzeh, perto de Damasco, na Síria, supostamente usados para
desenvolver armas químicas, em 2013 (esquerda) e destruídos após o ataque dos
EUA, Grã-Bretanha e França em 14 de Abril de 2018. (ImageSat
International )
Imagens de satélite distribuídas no final deste sábado por uma empresa
israelita de imagens revelaram a destruição de uma instalação de
pesquisa síria alvejada pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França no
fim de semana. Os mísseis aliados atacaram o coração de um arsenal de armas químicas da
Síria, numa demonstração de força, e resolveram punir o governo de Assad
por um suspeito ataque de gás venenoso contra civis.
Os
alvos incluíram o local de pesquisa e desenvolvimento de armas químicas
em Barzeh, na área de Damasco, que os EUA afirmam ter sido o centro de
pesquisa, desenvolvimento, produção e testes de tecnologia de guerra
química e biológica na Síria.
Fotos analisadas pela ImageSat International mostram três prédios no coração da instalação completamente destruídos.
Uma imagem de satélite mostra a instalação de pesquisa de Barzeh, perto de
Damasco, na Síria, supostamente usada para desenvolver armas químicas,
com os três edifícios destruídos após um ataque dos EUA, Grã-Bretanha e
França em 14 de Abril de 2018. (ImageSat International)
A empresa israelita disse que as estruturas são os três "principais edifícios" do local, baseados em análises de informações.
Antes
de uma reunião do Pentágono no sábado, autoridades disseram
que bombardeiros estratégicos B-1B da Força Aérea Americana lançaram mísseis JASSM pela primeira vez em combate, evitando as defesas
aéreas sírias. No total, a Marinha lançou pouco mais de 100 mísseis de cruzeiro Tomahawk a partir de destróieres no Mar Mediterrâneo.
"Um ataque perfeitamente executado", twittou o presidente dos EUA, Donald
Trump, no sábado, após a sua segunda decisão em dois anos de disparar
mísseis contra a Síria. “Não poderia ter tido um resultado melhor. Missão cumprida!".
Em entrevista colectiva no Pentágono, ao lado do Secretário de
Defesa Jim Mattis e com oficiais militares britânicos e franceses ao seu
lado, para enfatizar a união aliada, o general Joseph Dunford,
chefe do Estado-Maior Conjunto, disse que os ataques visavam
principalmente três alvos no oeste da Síria.
Dunford disse que os mísseis atingiram a instalação de pesquisa de Barzeh. O segundo alvo era uma instalação de armazenamento de armas químicas a oeste de Homs. Ele disse que se acredita que este seja o principal local de produção de sarin e afins da Síria.
O terceiro alvo era uma instalação de armazenamento de equipamentos de
armas químicas e um importante posto de comando, também a oeste de
Homs, disse Dunford.
O ataque visou dissuadir o possível uso futuro de tais armas, embora o
Pentágono tenha admitido no sábado que o regime sírio mantém a
capacidade de armas químicas após a campanha liderada pelos EUA.
Os principais aliados da Síria, Rússia e Irão, consideraram o uso da
força pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França como um "crime
militar" e um "acto de agressão", com o potencial de piorar a crise
humanitária após anos de guerra civil.
"As
boas almas não serão humilhadas", twittouo presidente sírio, Bashar
Assad, enquanto centenas de sírios se reuniram em Damasco, a capital,
onde exibiram sinais de vitória e acenaram bandeiras em cenas de desafio
após o bombardeio de uma hora lançado na noite de sexta-feira).
O céu de Damasco iluminado por mísseis, quando os EUA lançaram o ataque contra a Síria
visando diferentes partes da capital, no sábado, 14 de Abril de 2018 (AP
Photo / Hassan Ammar)
Um
grupo global de vigilância de guerra química disse que a sua missão de
investigação seguiria como planeado em Douma, onde o aparente uso de
gás venenoso contra civis em 7 de Abril, que matou mais de 40 pessoas
e forçou os aliados ocidentais a atacar. A Síria negou a acusação.
Mas
o Ministro dos Negócios Estrangeiros da França disse que "não há dúvida"
de que o governo de Assad foi responsável e ameaçou atacar novamente as
armas químicas, como fez o secretário da Defesa dos EUA, Jim Mattis, que
disse que o ataque foi um "um tiro isolado", contanto que armas químicas não sejam usadas novamente.
Autoridades
do Pentágono disseram que os ataques, realizados por aeronaves
tripuladas e navios que lançaram mísseis de cruzeiro no Mar
Mediterrâneo, visaram o coração dos programas de Assad para desenvolver e
produzir armas químicas.
As Forças Armadas da Rússia disseram que unidades de defesa aérea
síria derrubaram 71 dos 103 mísseis de cruzeiro disparados pelos
aliados.
Apoiantees do presidente
sírio, Bashar al-Assad, protestam contra o ataque da coligação liderada
pelos EUA na Síria, em 14 de Abril de 2018, em Los Angeles, Califórnia. (David McNew / Getty Images / AFP)
Mattis disse que não há relatos de baixas, no
que ele descreveu como um ataque pesado, mas cuidadosamente limitado.
Trump
disse que os EUA estão preparados para sustentar as pressões
económicas, diplomáticas e militares sobre Assad até que ele termine o
que Trump chamou um padrão criminoso de matar o seu próprio povo com armas
químicas internacionalmente proibidas. Isso não significa que os ataques militares continuem. De facto, Dunford disse que nenhum ataque adicional estava planeado.
Míssil Tomahawk atinge o alvo, no sábado, 14 de Abril de 2018, como parte da resposta militar
ao uso de armas químicas pela Síria (tenente Matthew
Daniels / US Navy via AP)
O
líder russo Vladimir Putin reafirmou o cepticismo do Kremlin sobre a
alegação dos Aliados, dizendo que os especialistas militares
russos não encontraram nenhum vestígio do ataque. Ele criticou os EUA e seus aliados por lançarem o ataque sem esperarem que inspectores internacionais visitassem a área.
Mas
a primeira-ministra britânica, Theresa May, citou relatos de que o governo sírio usou grandes contentores cheios de
combustível, explosivos e pedaços de metal - para lançar os produtos
químicos. "Nenhum outro grupo" poderia ter realizado esse ataque, disse ela,
acrescentando que o uso da força pelos aliados era "correcto e legal".
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que a resposta do Ocidente foi "necessária e apropriada".
Mattis
revelou que os EUA ainda não confirmaram que o ataque a Douma - o mais
recente ataque suspeito de armas químicas na Síria, em 7 de Abril -
incluiu o uso de gás sarin. Ele disse que pelo menos um produto químico foi usado - o cloro, que
também tem uso industrial legítimo e não provocou antes uma resposta
militar dos EUA.
Ele disse que os alvos foram seleccionados pelos oficiais norte-americanos,
britânicos e franceses para minimizar as baixas civis.
Um soldado sírio filma os
danos do Centro de Pesquisa Científica Síria que foi atacado pelos EUA, Inglaterra e França para punir o presidente Bashar
Assad por suspeita de ataque químico contra civis, em Barzeh, perto de
Damasco, Síria, sábado, 14 de Abril de 2018 ( AP Photo / Hassan Ammar)
"Isto é difícil de fazer numa situação como esta", disse ele, tendo em conta a volatilidade dos agentes químicos.
A líder britânica May disse em Londres que o Ocidente tentou "todos os
meios possíveis" para impedir que Assad usasse armas químicas. "Mas os nossos esforços foram repetidamente frustrados" pela Síria e pela Rússia, disse ela. "Portanto,
não há alternativa viável ao uso da força para impedir o uso
de armas químicas pelo regime sírio", disse May. “Isto não é intervir numa guerra civil. Não é operar uma mudança de regime”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou em comunicado que o
alvo do ataque era o "arsenal químico clandestino" do governo sírio.
O governo sírio negou repetidamente qualquer uso de armas proibidas.
Esta imagem
fornecida pelo Departamento de Defesa foi apresentada como parte de um
slide informativo no briefing do Pentágono no sábado, 14 de Abril de
2018, e mostra uma foto de uma avaliação preliminar de danos do Bunker
de Armas Químicas Him Shinshar na Síria, que foi atingida pormísseis
da coligação liderada pelos EUA, em resposta ao uso de armas químicas
pela Síria em 7 de Abril. (Departamento de Defesa via AP)
Talentosos artistas
de todo o mundo foram colher inspiração no esplendor da Terra de Israel, aproveitando a visita para plantar árvores no coração
bíblico.
Um dos eventos musicais mais populares do
mundo continua a ser, ano após ano, o Festival Eurovisão da Canção/Eurovision Song Contest, que reúne
artistas de todo os continentes.
Este
ano, alguns dos competidores da Eurovisão visitaram a Israel e plantaram
árvores nas belas colinas da Judeia.
Venha connosco para um passeio como estas estrelas em ascensão, que não hesitaram em sujar as mãos na terra, no meio da paisagem deslumbrante!
Lembram-se de quando as maiores polémicas e cuidados na Europa eram o Festival Eurovisão?...
Quando eu era miúdo gostava de ver as caricaturas de líderes israelitas como Golda Meir e Moshe Dayan nos jornais, e de ouvir as canções de Israel no Festival Eurovisão.
Estavam sempre entre as favoritas e ganharam por três vezes (ver os três vídeos abaixo).
A VERDADE sobre o suposto jornalista morto em Gaza
Na sexta-feira passada, após a violenta manifestação na Faixa de Gaza,
os terroristas do Hamas deram a conhecer ao mundo uma grande mentira
que hoje é revelada.
O
Hamas argumenta que um jornalista, Yasser Murtaja, indiferente ao
conflito entre Israel e o Hamas, foi baleado por um franco-atirador. Instantaneamente, Israel recebeu críticas de metade do mundo, especialmente de vários fóruns de jornalistas.
Aqui está a verdade, revelada há poucos minutos pelo Ministro da Defesa de Israel, Avigdor Liberman:
"O alegado fotógrafo é um terrorista do braço militar do Hamas. Tem uma patente equivalente à de capitão. É pago regularmente desde 2011 e usou um drone para reunir informações sobre as forças do IDF na frente de combate.
Espero
que esses mesmos jornalistas e meios de comunicação que ficaram tão
indignados e falaram sobre o 'pobre jornalista que simplesmente realiza
o seu trabalho com lealdade' publiquem os factos reais. Eu reitero: ele é um membro do braço militar do Hamas, onde tem uma
posição equivalente à de capitão, que actua no Hamas há muitos anos.
Ele usava todos os distintivos de um jornalista, entre outros, um colete PRESS. Mais uma vez, vemos como o Hamas usa a Imprensa, ambulâncias e
pacientes, incluindo pacientes com câncer que são enviados para
hospitais em Israel, e que, por razões humanitárias e compassivas, nós
tratamos. Os manipuladores do Hamas atribuíram-lhe missões terroristas. É por isso que não devemos cair em erro. Não espero a objectividade da comunidade internacional, mas espero que o
povo de Israel, incluindo os jornalistas que cobrem as actividades das
Forças de Defesa de Israel, tenham uma mente aberta e não se envolvam em
equívocos".
Forte, certo? Uma vez contada a verdade, é nossa responsabilidade compartilhar esta mensagem com os nossos contactos.
O lado israelita de Gaza - que os jornalistas não mostram, pois são apoiantes fervorosos dos terroristas islâmicos.
A esquerda odeia Israel porque Israel é o principal travão, juntamente com os Estados Unidos, à expansão do Comunismo global e do Islão.
Os tais "mortos e feridos" de que os jornalistas falam; veja como são produzidos.
Este é ano 70 da Restauração da Independência de Israel, e esta é a semana da Recordação das Vítimas e Heróis do Holocausto. Consequentemente, os JORNALISTAS, os islamistas, os seus aliados comunistas (e os seus irmãozinhos nazis), andam a espumar pela boca.
Na rádio comunista, pró-islamista e anti-semita (paga pelo contribuinte) Antena 1, o jornaleiro ALDRABÃO (passe a redundância) Francisco Sena Santos arrancava os cabelos hoje de manhã, porque Israel abateu um terrorista do Hamas.
Sena Santos, na sua Torre de Marfim. Esta coisa repulsiva é paga com o dinheiro dos contribuintes.
O referido terrorista do Hamas estava a operar um drone sobre Israel, integrado na tentativa de invasão, para dar informações aos outros terroristas que lhes permitissem atacar os soldados israelitas.
A tropa israelita abateu-o, como qualquer tropa do mundo abate qualquer terrorista em acção hostil contra o respectivo território.
O Chiquinho escudou-se na propaganda anti-Israelita do New York Times. É uma estratégia comum dos jornalistas: citam-se uns aos outros para justificaram as mentiras que propagam.
Não é por o New York Times, a BBC, a CNN, etc., etc., dizerem uma coisa, que esta passa a ser um facto. Nos tempos que correm, à excepção da FOX News, o jornalismo mainstream é LIXO.
O New York Times é aliás conhecido por ser ferozmente ALDRABÃO (passe a redundância) e ferozmente inimigo de Israel.
Neste vídeo, a sacrossanta CNN encenando uma "manifestação de muçulmanos contra o jihadismo", após mais um massacre muçulmano no Reino Unido:
Os Chiquinhos são pagos para aldrabar. Outros, como nós, expõem as suas aldrabices, sem ganhar um tostão.
Estas "Marchas" de Gaza, marcadas para as sextas-feiras à tarde, quando começa o Shabat, Dia Santo dos judeus, são mais uma tentativa desesperada dos terroristas destruírem Israel.
Os líderes do Hamas mandam homens, mulheres e crianças atacar os soldados israelitas e invadir Israel, para terem mártires para mostrar ao Mundo. Os Chiquinhos são seus cúmplices na disseminação global da propaganda neo-nazi.
Veja os posts indicados no final deste artigo. São apenas alguns dos que já fizemos sobre a nova estratégia terrorista de destruição de Israel. Poderíamos ter feito dezenas deles. Só não vê quem não quer.
Os Chiquinhos (o da Antena 1, o do Correio da Manhã, etc., etc.) riem-se e batem na barriga quando os judeus são assassinados pelos terroristas islâmicos naIntifacada.
Os Chiquinhos são agentes activos da propaganda jihadista e neo-naziPallywood.
Os Chiquinhos são cúmplices na estratégia dos terroristas doHamas .
Mas preferimos vê-los a aldrabar, ou a espumarem pela boca porque os terroristas seus camaradas foram abatidos, do que a chorarem lágrimas de crocodilo caso o seu sonho se realizasse e os judeus fossem finalmente exterminados.
O jornalista "palestino" morto na sexta-feira na fronteira com Israel era, na verdade, um agente de informações do Hamas, informou a Walla News, de Israel, citando o pessoal de segurança israelita.
O vídeo de Yasser Murtaja, 30 anos, baleado e morto na fronteira na sexta-feira, tornou-se viral, provocando a condenação generalizada de Israel. A Imprensa internacional relatou que Murtaja era um jornalista cobrindo os protestos. Na verdade, ele era um membro activo do serviço de segurança interna do Hamas.
"Estamos a falar de alguém que actuava diariamente no serviço de informações do Hamas e que fez muito para ajudar os terroristas", disse a fonte.
Falando à Rádio Israel no domingo, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Liberman, disse que “não há pessoas inocentes na Faixa de Gaza [área fronteiriça]. Não há lá manifestantes. O Hamas [no passado] usou jornalistas e ambulâncias para realizar ataques terroristas dezenas de vezes. Quem quer que sobrevoe as forças do IDF - não vamos arriscar. Nós avisamos a todos antecipadamente. Nós emitimos avisos em árabe, hebraico e inglês. Quem põe em perigo a sua vida fá-lo conscientemente ”.
O IDF disse que atirou apenas contra "instigadores" envolvidos em ataques a soldados e estava a investigar a morte de Murtaja. "O IDF usa meios como avisos, meios de dispersão de tumultos e, como último recurso, dispara de maneira precisa e ponderada".
Israel destacou que o Hamas está a explorar as marchas de massa na sua fronteira sul como cobertura para atacar a fronteira, e prometeu impedir uma violação a todo custo. O IDF disse que na sexta-feira os manifestantes lançaram vários artefactos explosivos e bombas incendiárias, usando o fumo da queima de pneus para cobrir as tentativas fracassadas de romper a cerca.
No Dia da Recordação do Holocausto, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa, de visita à Universidade al-Azhar,
escreveu mais um capítulo abjecto na sua história de submissão ao
Islão, não dispensando uma tirada anti-semita completamente a
despropósito, mas necessária para mostrar obediência...
"O Presidente da República admitiu esta quinta-feira, no Egito, culpas de
"todos" pelo crescimento do autoproclamado Estado Islâmico e defendeu
que Portugal, ao contrário dos EUA, jamais transferirá a sua embaixada
para Jerusalém" -24sapo.
Clique no título acima para aceder ao site do ex-terrorista islâmico e hoje cristão e Amigo de Israel, Walid Shoebat. Clique, veja o vídeo (CUIDADO!!!!!!) e veja o que a mais alta autoridade do Islão aprova - porque é Islão.
Marcelo é uma personagem da estirpe do Obama ou do Papa Francisco. É simpático, o povo adora-o, sabe falar ao coração das massas, mas, como disse Paulo Portas, é diabólico. E já vendeu Portugal aos maometanos.
O que fizeram os cristãos para “provocar” os migrantes muçulmanos? Absolutamente nada. Os migrantes atacaram-nos pelo crime de serem cristãos. Este
é o futuro da Europa, assim como do Canadá e dos EUA, se a esquerda
seguir o seu caminho e continuarmos a ser inundados por migrantes
muçulmanos.Não há razão para acreditar que eles se comportarão diferentemente aqui de como se comportaram em todos os outros lugares.O
presidente Trump está a tentar impedir o fluxo de migrantes e é
criticado como “racista” e “intolerante”. Essa história mostra a
realidade.
Quarta-feira
à noite, cerca de 20 imigrantes muçulmanos atacaram uma congregação
cristã na igreja de Santa Maria durante a liturgia em
Leukosia, relata a Pronews da Grécia.
A
maioria dos cristãos estava dentro da igreja quando 20 muçulmanos de
repente chegaram ao pátio do templo e começaram a gritar, insultar e espancar os fiéis.
De acordo com
declarações dadas por moradores locais no noticiário ao vivo da Sigma,
um dos muçulmanos estava acenando com um enxadão e tentou usá-lo contra
membros da congregação.Os muçulmanos desapareceram depois de a Polícia, chamada pelos crentes aterrorizados, ter aparecido.
.........................
No Dia da Recordação do Holocausto, escolhemos este, dentre MILHARES de casos que poderíamos ter escolhido.Escolhemos este caso para lembrar que está a decorrer O MAIOR HOLOCAUSTO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, O DOS CRISTÃOS ÁS MÃOS DOS MUÇULMANOS: