domingo, 15 de abril de 2018

Doentio: Mãe leva bebé de 3 meses para invadir Israel


 

P. S. - Vídeo traduzido pelos




Mãe muçulmana e mãe israelita. Eis a diferença.


O Hamas destrói Gaza em nome do seu ódio implácavel 

Depois dos raptores assassinos, dos bombistas e dos mísseis, o Hamas agora lança a população civil sobre Israel, numa operação de propaganda global, com a cumplicidade de jornalistas e governos.
Pode ser que esta bebé de 3 meses morra, e haverá festa - para os pais, para os terroristas e para os jornalistas!
Este post fica arquivado na nossa secção HAMAS.  Consulte-a caso queira saber a VERDADE sobre o que está a passar-se na fronteira de Gaza com Israel. 
 


A Faixa de Gaza, que tinha o potencial de se tornar um centro de prosperidade árabe, foi transformada numa prisão gigante dirigida pelo grupo terrorista Hamas.

No Verão de 2005, Israel saiu da Faixa de Gaza, deixando os seus residentes árabes com as infra-estruturas e a ajuda necessária para construir uma sociedade autónoma estável.

Dois anos depois, o Hamas tornou-se o partido governante e, em vez de construir infraestruturas para os seus cidadãos, usa a ajuda internacional para transformar a Faixa no foco de actividades terroristas que é hoje.

Assista e veja como o território, com o potencial de se tornar um centro de prosperidade árabe, foi transformado numa prisão gigante dirigida por terroristas:


Via UNITED WITH ISRAEL


O canal LEI ISLÂMICA EM AÇÃO mostra o que é Gaza:



PALLYWOOD NA FRONTEIRA COM GAZA
A indústria de PALLYWOOD volta a atacar. Além dos "palestinos" que promovem a agenda do Hamas e exploram mulheres e crianças, enviando-os para a frente de batalha, eles também tentam manipular a comunidade internacional para promover a sua agenda terrorista através da mentira. Se a causa deles é justa, porque precisam de mentir?



Doentio: "Palestina" arrasta bebé de três meses para a violência de Gaza




Enquanto o grupo terrorista Hamas continua a semear o caos na fronteira entre Israel e Gaza, a TV "palestina" exalta uma mãe que trouxe a filha bebé para a cena caótica, violenta e cheia de fumo de pneus queimados.

Esta peça da TV da "Autoridade Palestina" concentra-se em Maryam Abu Qandil, uma bebé de três meses de idade, forçada a suportar os tumultos da erroneamente chamada "Marcha do Retorno".

Na TV da AP, a sua mãe, Nasrin Abu Yusuf, gaba-se de ter levado a bebé para os tumultos, e jura que “permanecerá fiel às vontades dos mártires, que foram escritos com o seu sangue puro”.

Embora a pivot faça uma pergunta superficial sobre a preocupação com a segurança da bebé, no meio da violência e do caos que se desenrola não muito longe, a peça não deixa de glorificar a mãe por incluir a sua bebé na tentativa em massa de romper a barreira de segurança e invadir Israel. 

Aliados arrasam centro de produção de armas químicas na Síria


Imagens do ataque (acima). O artigo abaixo é uma tradução do artigo do Times of Israel. Para que conste, não há da parte deste vosso modesto tradutor qualquer sentimento de alegria ou triunfo em relação a este ataque. Há alívio por não ter havido baixas de nenhuma das partes e esperança de que Assad não volte a usar armas químicas sobre inocentes. E há cepticismo: se Assad sair (lembramos que esta situação foi despoletada por Obama, que apoiou, financiou e armou a al-Qaeda contra Assad) o povo sírio, ficará melhor? Não cremos.
Preocupante também, na nossa óptica, é que os Estados Unidos, a França e o Reino Unido ficam longe da Síria, e Israel tem fronteira com esse país, que está cheio de terrorista do Hezzbollah e de soldados do regime terrorista iraniano. E agora a Rússia tem mais pretextos para intensificar o armamento da Síria.
ACTUALIZAÇÃO: Houve mais ataques e morreram soldados iranianos.

Fotos de satélite mostram alvo sírio totalmente arrasado após os ataques liderados pelos EUA
Empresa israelita diz que a análise de imagens revela os três edifícios principais do centro de pesquisa de Barzeh, perto de Damasco, completamente destruídos pela campanha de bombardeamento ocidental.

Uma imagem de satélite mostra os três edifícios do centro de pesquisa de Barzeh, perto de Damasco, na Síria, supostamente usados ​​para desenvolver armas químicas, em 2013 (esquerda) e destruídos após o ataque dos EUA, Grã-Bretanha e França em 14 de Abril de 2018. (ImageSat International )

Imagens de satélite distribuídas no final deste sábado por uma empresa israelita de imagens revelaram a destruição de uma instalação de pesquisa síria alvejada pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França no fim de semana.

Os mísseis aliados atacaram o coração de um arsenal de armas químicas da Síria, numa demonstração de força, e resolveram punir o governo de Assad por um suspeito ataque de gás venenoso contra civis.


200 sírios mortos em ataque químico; EUA furiosos com relatos "horripilantes"



Os alvos incluíram o local de pesquisa e desenvolvimento de armas químicas em Barzeh, na área de Damasco, que os EUA afirmam ter sido o centro de pesquisa, desenvolvimento, produção e testes de tecnologia de guerra química e biológica na Síria.
Fotos analisadas pela ImageSat International mostram três prédios no coração da instalação completamente destruídos.


Uma imagem de satélite mostra a instalação de pesquisa de Barzeh, perto de Damasco, na Síria, supostamente usada para desenvolver armas químicas, com os três edifícios destruídos após um ataque dos EUA, Grã-Bretanha e França em 14 de Abril de 2018. (ImageSat International)


A empresa israelita disse que as estruturas são os três "principais edifícios" do local, baseados em análises de informações.
Antes de uma reunião do Pentágono no sábado, autoridades disseram que bombardeiros estratégicos B-1B da Força Aérea Americana lançaram mísseis JASSM pela primeira vez em combate, evitando as defesas aéreas sírias. No total, a Marinha lançou pouco mais de 100 mísseis de cruzeiro Tomahawk a partir de destróieres no Mar Mediterrâneo.
"Um ataque perfeitamente executado", twittou o presidente dos EUA, Donald Trump, no sábado, após a sua segunda decisão em dois anos de disparar mísseis contra a Síria. “Não poderia ter tido um resultado melhor. Missão cumprida!".
Em entrevista colectiva no Pentágono, ao lado do Secretário de Defesa Jim Mattis e com oficiais militares britânicos e franceses ao  seu lado, para enfatizar a união aliada, o general Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto, disse que os ataques visavam principalmente três alvos no oeste da Síria.
Dunford disse que os mísseis atingiram a instalação de pesquisa de Barzeh. O segundo alvo era uma instalação de armazenamento de armas químicas a oeste de Homs. Ele disse que se acredita que este seja o principal local de produção de sarin e afins da Síria.
O terceiro alvo era uma instalação de armazenamento de equipamentos de armas químicas e um importante posto de comando, também a oeste de Homs, disse Dunford.
O ataque visou dissuadir o possível uso futuro de tais armas, embora o Pentágono tenha admitido no sábado que o regime sírio mantém a capacidade de armas químicas após a campanha liderada pelos EUA. 
Os principais aliados da Síria, Rússia e Irão, consideraram o uso da força pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França como um "crime militar" e um "acto de agressão", com o potencial de piorar a crise humanitária após anos de guerra civil.
"As boas almas não serão humilhadas", twittou o presidente sírio, Bashar Assad, enquanto centenas de sírios se reuniram em Damasco, a capital, onde exibiram sinais de vitória e acenaram bandeiras em cenas de desafio após o bombardeio de uma hora lançado na noite de sexta-feira).


O céu de Damasco iluminado por mísseis, quando os EUA lançaram o ataque contra a Síria visando diferentes partes da capital, no sábado, 14 de Abril de 2018 (AP Photo / Hassan Ammar)

Um grupo global de vigilância de guerra química disse que a sua missão de investigação seguiria como planeado em Douma, onde o aparente uso de gás venenoso contra civis em 7 de Abril, que matou mais de 40 pessoas e forçou os aliados ocidentais a atacar. A Síria negou a acusação.
Mas o Ministro dos Negócios Estrangeiros da França disse que "não há dúvida" de que o governo de Assad foi responsável e ameaçou atacar novamente as armas químicas, como fez o secretário da Defesa dos EUA, Jim Mattis, que disse que o ataque foi um "um tiro isolado", contanto que armas químicas não sejam usadas novamente.
Autoridades do Pentágono disseram que os ataques, realizados por aeronaves tripuladas e navios que lançaram mísseis de cruzeiro no Mar Mediterrâneo, visaram o coração dos programas de Assad para desenvolver e produzir armas químicas.
As Forças Armadas da Rússia disseram que unidades de defesa aérea síria derrubaram 71 dos 103 mísseis de cruzeiro disparados pelos aliados. 

 Apoiantees do presidente sírio, Bashar al-Assad, protestam contra o ataque da coligação liderada pelos EUA na Síria, em 14 de Abril de 2018, em Los Angeles, Califórnia. (David McNew / Getty Images / AFP)

Mattis disse que não há relatos de baixas, no que ele descreveu como um ataque pesado, mas cuidadosamente limitado. 
Trump disse que os EUA estão preparados para sustentar as pressões económicas, diplomáticas e militares sobre Assad até que ele termine o que Trump chamou um padrão criminoso de matar o seu próprio povo com armas químicas internacionalmente proibidas. Isso não significa que os ataques militares continuem. De facto, Dunford disse que nenhum ataque adicional estava planeado.


Míssil Tomahawk atinge o alvo, no sábado, 14 de Abril de 2018, como parte da resposta militar ao uso de armas químicas pela Síria (tenente Matthew Daniels / US Navy via AP)

O líder russo Vladimir Putin reafirmou o cepticismo do Kremlin sobre a alegação dos Aliados, dizendo que os especialistas militares russos não encontraram nenhum vestígio do ataque. Ele criticou os EUA e seus aliados por lançarem o ataque sem esperarem que inspectores internacionais visitassem a área.
Mas a primeira-ministra britânica, Theresa May, citou relatos de que o governo sírio usou grandes contentores cheios de combustível, explosivos e pedaços de metal - para lançar os produtos químicos. "Nenhum outro grupo" poderia ter realizado esse ataque, disse ela, acrescentando que o uso da força pelos aliados era "correcto e legal".
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que a resposta do Ocidente foi "necessária e apropriada". 
Mattis revelou que os EUA ainda não confirmaram que o ataque a Douma - o mais recente ataque suspeito de armas químicas na Síria, em 7 de Abril - incluiu o uso de gás sarin. Ele disse que pelo menos um produto químico foi usado - o cloro, que também tem uso industrial legítimo e não provocou antes uma resposta militar dos EUA.
Ele disse que os alvos foram seleccionados pelos oficiais norte-americanos, britânicos e franceses para minimizar as baixas civis.


Um soldado sírio filma os danos do Centro de Pesquisa Científica Síria que foi atacado pelos EUA, Inglaterra e França para punir o presidente Bashar Assad por suspeita de ataque químico contra civis, em Barzeh, perto de Damasco, Síria, sábado, 14 de Abril de 2018 ( AP Photo / Hassan Ammar)
 

"Isto é difícil de fazer numa situação como esta", disse ele, tendo em conta a volatilidade dos agentes químicos.
A líder britânica May disse em Londres que o Ocidente tentou "todos os meios possíveis" para impedir que Assad usasse armas químicas. "Mas os nossos esforços foram repetidamente frustrados" pela Síria e pela Rússia, disse ela.

"Portanto, não há alternativa viável ao uso da força para impedir o uso de armas químicas pelo regime sírio", disse May. “Isto não é intervir numa guerra civil. Não é operar uma mudança de regime”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou em comunicado que o alvo do ataque era o "arsenal químico clandestino" do governo sírio. 
O governo sírio negou repetidamente qualquer uso de armas proibidas.


 Esta imagem fornecida pelo Departamento de Defesa foi apresentada como parte de um slide informativo no briefing do Pentágono no sábado, 14 de Abril de 2018, e mostra uma foto de uma avaliação preliminar de danos do Bunker de Armas Químicas Him Shinshar na Síria, que foi atingida por mísseis da coligação liderada pelos EUA, em resposta ao uso de armas químicas pela Síria em 7 de Abril. (Departamento de Defesa via AP)

sábado, 14 de abril de 2018

Participantes do Eurovisão 2018 plantam árvores em Israel!

Talentosos artistas de todo o mundo foram colher inspiração no esplendor da Terra de Israel, aproveitando a visita para plantar árvores no coração bíblico.

Um dos eventos musicais mais populares do mundo continua a ser, ano após ano, o Festival Eurovisão da Canção/Eurovision Song Contest, que reúne artistas de todo os continentes.

Este ano, alguns dos competidores da Eurovisão visitaram a Israel e plantaram árvores nas belas colinas da Judeia.

Venha connosco para um passeio como estas estrelas em ascensão, que não hesitaram em sujar as mãos na terra, no meio da paisagem deslumbrante!


Via UNIDOS COM ISRAEL.

https://unitedwithisrael.org/es/

Lembram-se de quando as maiores polémicas e cuidados na Europa eram o Festival Eurovisão?... 
Quando eu era miúdo gostava de ver as caricaturas de líderes israelitas como Golda Meir e Moshe Dayan nos jornais, e de ouvir as canções de Israel no Festival Eurovisão.
Estavam sempre entre as favoritas e ganharam por três vezes (ver os três vídeos abaixo).
Infelizmente:

Israel deixa a Eurovisão no dia da vitória de Portugal




 

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A VERDADE sobre o suposto jornalista morto em Gaza


A VERDADE sobre o suposto jornalista morto em Gaza

Na sexta-feira passada, após a violenta manifestação na Faixa de Gaza, os terroristas do Hamas deram a conhecer ao mundo uma grande mentira que hoje é revelada. 
O Hamas argumenta que um jornalista, Yasser Murtaja, indiferente ao conflito entre Israel e o Hamas, foi baleado por um franco-atirador. Instantaneamente, Israel recebeu críticas de metade do mundo, especialmente de vários fóruns de jornalistas.
Aqui está a verdade, revelada há poucos minutos pelo Ministro da Defesa de Israel, Avigdor Liberman:
    "O alegado fotógrafo é um terrorista do braço militar do Hamas. Tem uma patente equivalente à de capitão. É pago regularmente desde 2011 e usou um drone para reunir informações sobre as forças do IDF na frente de combate.
    Espero que esses mesmos jornalistas e meios de comunicação que ficaram tão indignados e falaram sobre o 'pobre jornalista que simplesmente realiza o seu trabalho com lealdade' publiquem os factos reais. Eu reitero: ele é um membro do braço militar do Hamas, onde tem uma posição equivalente à de capitão, que actua no Hamas há muitos anos.
    Ele usava todos os distintivos de um jornalista, entre outros, um colete  PRESS. Mais uma vez, vemos como o Hamas usa a Imprensa, ambulâncias e pacientes, incluindo pacientes com câncer que são enviados para hospitais em Israel, e que, por razões humanitárias e compassivas, nós tratamos.

   Os manipuladores do Hamas atribuíram-lhe missões terroristas. É por isso que não devemos cair em erro. Não espero a objectividade da comunidade internacional, mas espero que o povo de Israel, incluindo os jornalistas que cobrem as actividades das Forças de Defesa de Israel, tenham uma mente aberta e não se envolvam em equívocos".


Forte, certo? Uma vez contada a verdade, é nossa responsabilidade compartilhar esta mensagem com os nossos contactos.
Por: 4IL, Ministério de Assuntos Estratégicos e Diplomacia Pública e Unidos com Israel
Actualizado em 14.4.2018


O lado israelita de Gaza - que os jornalistas não mostram, pois são apoiantes fervorosos dos terroristas islâmicos.


A esquerda odeia Israel porque Israel é o principal travão, juntamente com os Estados Unidos, à expansão do Comunismo global e do Islão.


Os tais "mortos e feridos" de que os jornalistas falam; veja como são produzidos.

Este é ano 70 da Restauração da Independência de Israel, e esta é a semana da Recordação das Vítimas e Heróis do Holocausto. Consequentemente, os JORNALISTAS, os islamistas, os seus aliados comunistas (e os seus irmãozinhos nazis), andam a espumar pela boca.
Na rádio comunista, pró-islamista e anti-semita (paga pelo contribuinte) Antena 1, o jornaleiro ALDRABÃO (passe a redundância)  Francisco Sena Santos arrancava os cabelos hoje de manhã, porque Israel abateu um terrorista do Hamas.


Sena Santos, na sua Torre de Marfim. Esta coisa repulsiva é paga com o dinheiro dos contribuintes.


O referido terrorista do Hamas estava a operar um drone sobre Israel, integrado na tentativa de invasão, para dar informações aos outros terroristas que lhes permitissem atacar os soldados israelitas.
A tropa israelita abateu-o, como qualquer tropa do mundo abate qualquer terrorista em acção hostil contra o respectivo território. 

Agora mesmo (16 horas, sexta-feira, 13 de Abril de 2018), os  amigos do Sena Santos estão a tentar rebentar a cerca de fronteira com explosivos.

O Chiquinho escudou-se na propaganda anti-Israelita do New York Times. É uma estratégia comum dos jornalistas: citam-se uns aos outros para justificaram as mentiras que propagam. 
Não é por o New York Times, a BBC, a CNN, etc., etc., dizerem uma coisa, que esta passa a ser um facto. Nos tempos que correm, à excepção da FOX News, o jornalismo mainstream é LIXO.
O New York Times é aliás conhecido por ser  ferozmente ALDRABÃO (passe a redundância) e ferozmente inimigo de Israel.

Neste vídeo, a sacrossanta CNN encenando uma "manifestação de muçulmanos contra o jihadismo", após mais um massacre muçulmano no Reino Unido:

 

Os Chiquinhos são pagos para aldrabar.  Outros, como nós, expõem as suas aldrabices, sem ganhar um tostão. 
Estas "Marchas" de Gaza, marcadas para as sextas-feiras à tarde, quando começa o Shabat, Dia Santo dos judeus, são mais uma tentativa desesperada dos terroristas destruírem Israel. 
Os líderes do Hamas mandam homens, mulheres e crianças atacar os soldados israelitas e invadir Israel, para terem mártires para mostrar ao Mundo. Os Chiquinhos são seus cúmplices na disseminação global da propaganda neo-nazi. 
Veja os posts indicados no final deste artigo. São apenas alguns dos que já fizemos sobre a nova estratégia terrorista de destruição de Israel. Poderíamos ter feito dezenas deles. Só não vê quem não quer.
Os Chiquinhos (o da Antena 1, o do Correio da Manhã, etc., etc.) riem-se e batem na barriga quando os judeus são assassinados pelos  terroristas islâmicos na Intifacada.  
Os Chiquinhos são agentes activos da propaganda jihadista e neo-nazi Pallywood .
Os Chiquinhos são cúmplices na estratégia dos terroristas do   Hamas .
Mas preferimos vê-los a aldrabar, ou a espumarem pela boca porque os terroristas seus camaradas foram abatidos, do que a chorarem lágrimas de crocodilo caso o seu sonho se realizasse e os judeus fossem finalmente exterminados.
Nos entretantos, o trabalho dos Chiquinhos dá os seus frutos podres: o anti-semitismo cresce e os judeus são perseguidos, espancados e assassinados.  
Mas essas contas hão-de eles prestá-las a quem acima de tudo odeiam: ao Deus de Israel. E ao que consta, Ele não brinca em serviço...

Clique nos logótipos e descubra a VERDADE que lhe escondem:



A quem queira dizer alguma coisa à Antenoviskaya 1: 


rui.pego@rtp.pt, ricardo.soares@rtp.pt, di.radio@rtp.pt, jp.baltazar@rtp.pt, maria.sao.jose@rtp.pt, jose.guerreiro@rtp.pt, paulo.sergio@rtp.pt


Um "palestino" morto na fronteira com Israel era um agente do Hamas, e não um jornalista como afirmado anteriormente. 

O jornalista "palestino" morto na sexta-feira na fronteira com Israel era, na verdade, um agente de informações do Hamas, informou a Walla News, de Israel, citando o pessoal de segurança israelita. 
O vídeo de Yasser Murtaja, 30 anos, baleado e morto na fronteira na sexta-feira, tornou-se viral, provocando a condenação generalizada de Israel. A Imprensa internacional relatou que Murtaja era um jornalista cobrindo os protestos. Na verdade, ele era um membro activo do serviço de segurança interna do Hamas.
"Estamos a falar de alguém que actuava diariamente no serviço de informações do Hamas  e que fez muito para ajudar os terroristas", disse a fonte.
Falando à Rádio Israel no domingo, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Liberman, disse que “não há pessoas inocentes na Faixa de Gaza [área fronteiriça]. Não há lá manifestantes. O Hamas [no passado] usou jornalistas e ambulâncias para realizar ataques terroristas dezenas de vezes. Quem quer que sobrevoe as forças do IDF - não vamos arriscar. Nós avisamos a todos antecipadamente. Nós emitimos avisos em árabe, hebraico e inglês. Quem põe em perigo a sua vida fá-lo conscientemente ”.
O IDF disse que atirou apenas contra "instigadores" envolvidos em ataques a soldados e estava a investigar a morte de Murtaja. "O IDF usa meios como avisos, meios de dispersão de tumultos e, como último recurso, dispara de maneira precisa e ponderada".
Israel destacou que o Hamas está a explorar as marchas de massa na sua fronteira sul como cobertura para atacar a fronteira, e prometeu impedir uma violação a todo custo. O IDF disse que na sexta-feira os manifestantes lançaram vários artefactos explosivos e bombas incendiárias, usando o fumo da queima de pneus para cobrir as tentativas fracassadas de romper a cerca.






Como Reportar de Israel Mudou a Minha Visão do Mundo para Sempre


Israel e Estados Unidos são o maior obstáculo à Nova Ordem Mundial:


quinta-feira, 12 de abril de 2018

"Marcelo Rebelo de Sousa: Deus deu-lhe a inteligência, o Diabo deu-lhe a maldade"



 Com a ajuda do Marcelo, a Península Ibérica vai ser islâmica...


"Marcelo Rebelo de Sousa é filho de Deus e do Diabo. Deus deu-lhe a inteligência, o Diabo deu-lhe a maldade."
Paulo Portas

No Dia da Recordação do Holocausto, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa, de visita à Universidade al-Azhar, escreveu mais um capítulo abjecto na sua história de submissão ao Islão, não dispensando uma tirada anti-semita completamente a despropósito, mas necessária para mostrar obediência...

"O Presidente da República admitiu esta quinta-feira, no Egito, culpas de "todos" pelo crescimento do autoproclamado Estado Islâmico e defendeu que Portugal, ao contrário dos EUA, jamais transferirá a sua embaixada para Jerusalém" - 24sapo.

Marcelo Rebelo de Sousa descreve Alcorão como "fascinante" e "inspirador"

De como Marcelo Rebelo de Sousa foi submeter-se ao Islão


Enquanto os cristãos são exterminados, Marcelo vai fazer salamaleques a quem os extermina:

Islão - 1 Cristão Massacrado a cada 5 minutos


Visite o site do cristão egípcio RAYMOND INBRAHIM. 




"Fascinante e inspirador", não é?:


E QUANDO ENCONTRARES OS INFIÉIS, CORTA-LHES A GARGANTA" - ALCORÃO, 47:4
Clique no título acima para aceder ao site do ex-terrorista islâmico e hoje cristão e Amigo de Israel, Walid Shoebat. Clique, veja o vídeo (CUIDADO!!!!!!) e veja o que a mais alta autoridade do Islão aprova - porque é Islão.

Marcelo é uma personagem da estirpe do Obama ou do Papa Francisco. É simpático, o povo adora-o, sabe falar ao coração das massas, mas, como disse Paulo Portas, é diabólico. E já vendeu Portugal aos maometanos.

 Submissão é especialidade de Marcelo.

A Universidade de al-Azhar, uma espécie de Vaticano do Islão, recusa-se a considerar o ISIS não-muçulmano:



Islão - O que o Ocidente Precisa Saber


LEI ISLÂMICA EM AÇÃO








CANAIS YOUTUBE:

O TERRORISMO GLOBAL

Noite de terror para cristãos no Chipre após ataque de imigrantes muçulmanos


O que fizeram os cristãos para “provocar” os migrantes muçulmanos? Absolutamente nada. Os migrantes atacaram-nos pelo crime de serem cristãos. Este é o futuro da Europa, assim como do Canadá e dos EUA, se a esquerda seguir o seu caminho e continuarmos a ser inundados por migrantes muçulmanos. Não há razão para acreditar que eles se comportarão diferentemente aqui de como se comportaram em todos os outros lugares. O presidente Trump está a tentar impedir o fluxo de migrantes e é criticado como “racista” e “intolerante”. Essa história mostra a realidade.
Pamela Geller


“Noite de terror para os cristãos em Chipre após o ataque de migrantes muçulmanos”
Voz da Europa, 7 de Abril de 2018:

     Quarta-feira à noite, cerca de 20 imigrantes muçulmanos atacaram uma congregação cristã na igreja de Santa Maria durante a liturgia em Leukosia, relata a Pronews da Grécia.

     A maioria dos cristãos estava dentro da igreja quando 20 muçulmanos de repente chegaram ao pátio do templo e começaram a gritar, insultar e espancar os fiéis.

     De acordo com declarações dadas por moradores locais no noticiário ao vivo da Sigma, um dos muçulmanos estava acenando com um enxadão e tentou usá-lo contra membros da congregação. Os muçulmanos desapareceram depois de a Polícia, chamada pelos crentes aterrorizados, ter aparecido.

 .........................

No Dia da Recordação do Holocausto, escolhemos este, dentre MILHARES de casos que poderíamos ter escolhido.Escolhemos este caso para lembrar que está a decorrer O MAIOR HOLOCAUSTO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, O DOS CRISTÃOS ÁS MÃOS DOS MUÇULMANOS:

Islão - 1 Cristão Massacrado a cada 5 minutos


Especialista do Holocausto dos Cristãos é o cristão egípcio RAYMOND INBRAHIM. 


Islão - O que o Ocidente Precisa Saber





LEI ISLÂMICA EM AÇÃO