sábado, 25 de janeiro de 2020

Quem matou Giovani e a guerra racial em curso


6. O QUE SE PASSOU AFINAL EM BRAGANÇA?
Mamadou Ba e seus sequazes afirmam que se tratou de um crime racista. Onde terão eles as provas? Ainda não as vimos. Em compensação, quem estava no local do espancamento que viria a determinar a morte do jovem Giovani, revela o que se passou e porque é que as autoridades tardam em contá-lo:


A morte de Luís Giovani dos Santos Rodrigues, estudante cabo-verdiano, de 21 anos, da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo do Instituto Politécnico de Bragança, em 20 de dezembro de 2019, na cidade de Bragança. tem sido mal contada. Por motivo da investigação policial? Não. Pois, de outro modo a polícia não se apressaria a informar os média que o crime “estava associado a um motivo fútil e não a ódio racial... Então, porque não se conta a história toda? Por o crime não se enquadrar na narrativa politicamente correta.

É morto um jovem cabo-verdiano numa cidade do interior portuguesa, Bragança, de Trás-os Montes. Racismo! - protestam o Bloco de Esquerda e o Livre. A narrativa da esquerda politicamente correta era simples: Giovani, um jovem cabo-verdiano, mulato, saíra à noite com amigos do Instituto Politécnico também cabo-verdianos e, no bar Lagoa Azul, um deles fora acusado de se ter metido com a namorada de um deles, tendo-lhe o presumido ofendido na honra e o seu conjunto mais numeroso feito no exterior uma espera, da qual resultou o homicídio de Giovani...

Porém, alegadamente, foi assim:
  1. Um amigo cabo-verdiano de Giovani foi empurrado propositadamente no bar Lagoa Azul, na cidade de Bragança, contra uma rapariga por um elemento de um grupo de rapazes ciganos, que têm provocado desacatos na cidade.
  2. A rapariga não fazia parte do grupo dos rapazes ciganos.
  3. Simulando ‘defender’ a honra da rapariga face ao rapaz cabo-verdiano, por um suposto apalpão, que não ocorrera, um outro rapaz cigano confrontou o presumido abusador.
  4. Um segurança do bar interveio e afastou-os.
  5. No exterior do bar, um grupo de cerca de quinze rapazes ciganos, armados de paus, cintos e facas, fez uma espera ao grupo dos quatro rapazes cabo-verdianos.
  6. E o grupo de rapazes ciganos começou a agredir o rapaz cabo-verdiano que havia sido vítima da armadilha do bar.
  7. Este, já por terra e encolhido para se defender das pancadas, gritou para os seus amigos fugirem.
  8. Porém, Giovani voltou para trás para pedir que parassem de bater no amigo e sucumbiu a uma paulada, vindo a  falecer já no hospital.
Alegadamente, um rapaz do Bangladesh já havia sido vítima de uma armadilha semelhante pelo mesmo grupo de rapazes ciganos. (...)
DO PORTUGAL PROFUNDO
As notícias que chegam a conta-gotas (e omitindo a identidade dos agressores de Giovani) parecem dar razão a este relato:
(...) « os detidos (e os outros) são pessoas que a comunidade a que pertence “conhece de vista” por “frequentar alguns dos mesmos lugares” — são pessoas que vêm de “estruturas sociais mais baixas” que são bem conhecidas por “procurar problemas”. Exatamente por serem pessoas conhecidas, Óscar Monteiro diz que muitos estranharam a “demora nas detenções porque não estava a acreditar que era tão difícil assim para os agentes da PJ identificarem os indivíduos”.»
OBSERVADOR

A "Política de Identidade", uma das novas modas da extrema-esquerda, estabelece que apenas as pessoas Brancas podem ser culpadas de alguma coisa. Quando alguma pessoa Negra, Árabe, Cigana ou outra, cometem algum crime, a culpa é sempre do capitalismo (só do capitalismo Branco), do colonialismo (só do colonialismo Branco), do racismo (só do Racismo Branco), etc., etc..
Daí que a extrema-esquerda e todo o Sistema que ibedece a essa narrativa, estejam tão pouco interessados em que se saiba quem matou Giovani. Se se suspeitasse de que tinham sido pessoas consideradas Brancas*, teríamos o Mamadou, as manas Mortágua, a legião de jornaleiros e opinadeiros e toda a malta da esquerda aos saltos e aos berros a exigir que se divulgasse as identidades e que os bandidos fossem punidos.
Assim, não interessa nada... Talvez nem nunca se saiba.
* Não sabemos porque raio os ciganos não são considerados Brancos; conhecemos ciganos louros e de olhos azuis.




7. ISTO É MUITÍSSIMO TRISTE
Giovani e Pedro foram mortos por bandidos. Ambos mereceriam que não os transformassem em argumentos para programas políticos repugnantes.
Já houve racismo institucional em Portugal, como houve em tantos outros países - e ainda há, na maior parte dos países islâmicos, mas isso, claro está, também não interessa nada...
O Bloco de Esquerda, o Livre, a extrema-esquerda  e arredores, estão apostados numa guerra racial.




Comentário de Youtube:
Fodasse mas ta tudo maluco?Ela disse gentalha referindo-se ao otário do mamadou ba,e a joacine por eles estarem a aproveitar-se de um acontecimento trágico ,para ganharem visibilidade ,so um burro nao consegue entender isto.

8. A GUERRA RACIAL É O OBJECTIVO DA EXTREMA-ESQUERDA




- CONTINUA - 

Macron DESPREZÍVEL em Jerusalém

 Completando a postagem anterior:

As figuras tristes do socialista Macron fizeram-nos lembrar as figuras tristes de Mário Soares. Os socialistas/comunistas detestam a Polícia:




Mas o Macron foi mais venenoso que o Soares, que apenas manifestou a sua proverbial azia.

Macron, que se considera Chirac, faz um escândalo ridículo em Jerusalém ... Um golpe premeditado e bem preparado (Vídeo)


Antes do seu encontro com as autoridades israelitas, Emmanuel Macron armou um pequeno escândalo à moda de Chirac durante a sua visita à Basílica de Sainte-Anne, propriedade da França em Jerusalém.

A escolta policial israelita, que garante a sua segurança, queria entrar no local, algo que não agradou ao serviço policial do presidente, que fez um grande birra de criançola para envergonhar Israel.
 
Contexto

O presidente francês Emmanuel Macron pediu com insistência à Polícia israelita na quarta-feira que o deixasse entrar na Igreja de Santa Ana em Jerusalém, quando um membro das forças de segurança israelitas quis primeiro verificar a segurança do local.


    #Macron fica furioso com a Polícia israelita em Jerusalém. Nos passos de Chirac em 1996 pic.twitter.com/DKP5ICThTK

    - Ava Djamshidi (@AvaDjamshidi) 22 de janeiro de 2020


    "Não gostei do que você fez na minha frente", gritou Macron a um polícia israelita que estava na frente dele na entrada da igreja.

   "Vá lá para fora, se faz favor, ninguém tem que provocar ninguém, entende?", diz Macron com um sotaque inglês deplorável.

    "Fiquemos calmos, fizemos um passeio maravilhoso, você fez um bom trabalho na cidade e eu aprecio isso, mas por favor respeite as regras estabelecidas há séculos, elas não vão mudar comigo, posso garantir-lhe", acrescentou.


    "Aqui é a França, e todo o mundo conhece a regra", disse o Chefe de Estado, ainda em Inglês lamentável.

Antecedente Chirac

Foi exactamente neste bairro de Jerusalém que Jacques Chirac teve o seu célebre ataque de nervos e ficou furioso em 1996 contra os soldados israelitas que garantiam a sua segurança, lançando em Inglês muito rude com um sotaque que envergonharia a sua Professora de Inglês, a frase que ficou famosa no mundo árabe:
"Do you want me to go back to my plane?" (“Vocês querem que eu volte para o meu avião?”), antes de exigir que os soldados deixem a área de Saint-Anne.

A frase tornou Chirac imensamente popular no mundo árabe, e como Macron não queria perder a oportunidade de se tornar mais popular, às custas de humilhar os judeus, fez cópia e colagem.

Uma jogada premeditada

A Basílica de Santa Ana, construída pelos cruzados no século XII e doada pelo Império Otomano à França em 1856, é um dos quatro territórios franceses em Jerusalém. Israel garante a segurança da sua capital, incluindo lugares pertencentes à França, um esconderijo ideal para um terrorista. Macron sabe disso.

Então ele decidiu, durante o seu passeio pela Cidade Velha, visitar a igreja de Sainte-Anne para provocar um escândalo.
Emmanuel Macron conhece bem episódio de Chirac, e repetiu-o: ele já o havia parodiado durante uma debandada no G7 em Taormina. Ele sabia que a situação se repetiria e preparou o seu golpe.

© Christian Larnet para Dreuz.info.

Em 23 de Outubro de 1996, enquanto visitava Jerusalém, Chirac humilhou, ao vivo e em todos os canais de televisão do mundo, os polícias israelitas encarregados da sua segurança, tornando-se por isso imediatamente muito popular no Médio Oriente, no mundo árabe-muçulmano e (pensava ele) nos subúrbios islâmicos franceses, que já estavam a começar a ficar fora de controle.
Muitas ruas foram nomeadas em homenagem a Chirac em diversos países árabes. Hoje, Macron fez a mesma coisa novamente e, sem dúvida, é possível que pelas mesmas razões. É um incidente planeado, não acredito que seja uma coincidência. Isto nunca acontece com qualquer Presidente de qualquer país visitando qualquer outro país, mas aconteceu, como se fosse por acaso, com dois Presidentes franceses em Israel, com a mesma arrogância e o mesmo semblante altivo e desdenhoso.


    Dizer que o comportamento de Macron é desprezível é um eufemismo


Dizer que o comportamento de Macron é desprezível é um eufemismo. É ainda pior do que Chirac, que pelo menos invocou a diplomacia de forma astuciosa e vilã.
Macron não apenas o imitou com precisão, na forma e no conteúdo, como também fez uma escolha premeditada, no 75º aniversário da libertação do campo de Auschwitz, na tentativa de humilhar Israel e, através dele, os judeus, para garantir um aumento da popularidade meteórica no Médio Oriente e, pensa ele como pensava Chirac, nos subúrbios franceses ainda mais incontroláveis.

Esta jornada já começara mal desde que Macron, na comemoração do maior crime planeado na História da Humanidade e não numa incursão diplomática, decidira visitar Mahmoud Abbas, o que já reduziu o alcance de seu gesto. Tanto mais que o "líder palestino" é um negador do Holocausto que, em 1982, apresentou uma tese de doutoramento sobre o assunto no Instituto de Estudos Orientais de Moscovo.
Macron aproveitou esta oportunidade para cuidar dos seus interesses, para tentar melhorar a sua popularidade à custa de Israel.

Eu nunca acreditei nos seus discursos calmantes sobre anti-semitismo no CRIF ou em outros lugares e agora ele perdeu a pouca credibilidade que lhe restava quando falou desse flagelo. O que também é triste nesta história é que uma pessoa tão inconsistente e desdenhosa esteja à frente da França.

Um pedido de desculpas a posteriori não diminui de modo algum o alcance do seu gesto, uma vez que o público a quem esse escândalo foi endereçado não será informado e não o levará em consideração.
 © Eber Haddad

EUROPE-ISRAEL

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Macron arma escândalo premeditado em Israel

Macron vive para a popularidade: quando não está a receber embaixadas gay no Eliseu, está a humilhar judeus em Israel.

Macron está em Israel, com muitos outros Chefes de Estado, para as comemorações da Libertação de Aushwitz, por ocasião do Dia da Lembrança do Holocausto. Antissemita empenhado e apoiante fervoroso dos regimes islâmicos (sobretudo do Irão), Macron não só se apressou a ir prestar vassalagem ao mega-terrorista Mammoud Abbas, instigador implacável do terrorismo jihadista; a visitar o Monte do Templo (o lugar mais sagrado do Judaísmo) sem dar cavaco a Israel;  como protagonizou uma cena lamentável em que deixou transparecer todo o ódio que o anima. Uma cena habilmente preparada para ganhar popularidade no mundo islâmico, como fez Chirac há alguns anos.
Já demos conta de inúmeros episódios da presença oficial francesa em Israel, como o da diplomata francesa Marion Fesneau-Castaing, que atacou um soldado israelita, ou o tráfico de armas para fornecer os terroristas que matam judeus:

Como sempre faz, a Imprensa mundial, extrema-esquerdista e paga pelos potentados islâmicos,  omitiu as agressões aos soldados e mostrou apenas a antissemita demente a espojar-se no chão, para os fotógrafos PALLYWOOD:



 Veja também, por exemplo:


Imaginemos o que iria por esse mundo se diplomatas israelitas esmurrassem soldados franceses em França, se traficassem armas para terroristas que matam franceses, ou se Netanyahu fosse a França gritar com a Polícia francesa...


A velha França colonialista, chauvinista e antissemita, não aprende... 

O "segredo" por trás do motivo pelo qual o Presidente da França tentou expulsar a Polícia israelita de uma igreja de Cruzados em Jerusalém 

Naquele dia eu irei aniquilar todas as nações que se levantaram contra Yerushalayim. 
Zacarias 12: 9 

Macron grita com a polícia israelita (cortesia: Shutterstock)

Menos de dois meses depois de o presidente francês Emmanuel Macron ter proclamado orgulhosamente que "os judeus são e fazem a França", o Presidente francês parece que está a fazer todo o possível para estragar o espírito do que deveria ser uma visita comemorativa da libertação de Aushwitz, no Estado judeu.  
Depois de Macron ter desembarcado em Israel, seguiu directamente para Jerusalém. Lá chegado, o homem que disse que governaria a França como Júpiter, o rei romano dos deuses, visitou a Igreja de Santa Ana, que é considerada propriedade francesa em Jerusalém. A Polícia israelita, encarregada de assegurar a segurança de Macron, ficou surpresa quando o Presidente francês resolveu fazer uma birra e tentou obrigar os agentes a saírem da igreja. 


Veja o confronto no vídeo abaixo. 



A polícia israelita recusou-se a deixar o local e por isso Macron recuou e saiu do edifício. 
Enquadramento histórico
A França, sob Napoleão, ajudou os Turcos Otomanos durante a Guerra da Crimeia. Em gratidão, o Sultão otomano deu à França a igreja da era dos Cruzados. 
Circularam rumores de que Macron havia pedido desculpas à Polícia israelita pela sua explosão colérica. No entanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da França esclareceu a questão afirmando que não houve tal pedido de desculpas. 
A verdadeira razão 
Amit Barak, fundador da 'Documentar e monitorizar actividades não autorizadas' (DMU), uma organização voluntária que expõe actividades ilegais de activistas anti-Israel em Israel com vistos de turista, afirma que sabe a verdadeira razão pela qual Macron quer manter a Polícia israelita fora da igreja histórica. 
Segundo Barak, dentro da igreja, há uma operação ilegal contra Israel ocorrendo num complexo interno, propriedade da Igreja de Santa Ana, com a cobertura do governo francês. Qualquer pessoa que tente entrar no complexo é imediatamente instruída a sair pelas autoridades francesas no local. Além disso, um veículo diplomático fica de guarda do lado de fora do complexo durante o horário de visitas.

Um membro da EAPPI, vestindo o colete bege da organização, tentando censurar fotografias (crédito: DMU)

Isto porque este complexo é a sede da EAPPI em Israel, uma organização do Conselho Mundial de Igrejas que se envolve em actividades do BDS e anti-Israel, disse Barak à Breaking Israel News. A organização é ilegal, pois não obteve as permissões adequadas para operar em Israel. "É por isso que eles trocam voluntários a cada 3 meses, pois esse é o limite para o visto de turista", explicou Barak. 
Por ser propriedade francesa, o governo israelita não entra no complexo. De acordo com Barak, essa imunidade não oficial permite que os activistas da EAPPI rastreiem e registem movimentos do IDF (Força de Defesa de Israel) em Hebron - "algo ilegal para os turistas", acrescentou Barak. 
De acordo com Barak, a EAPPI é “conhecida por ser antissemita e os seus activistas foram surpreendidos a espalhar propaganda antissemita nas redes sociais também. Eles mudaram-se para este local há seis anos e é a primeira vez que um Presidente francês o visita desde que a EAPPI se mudou para a Igreja de Santa Ana.”
Para um entendimento profundo de como a EAPPI opera, veja o vídeo abaixo.


(Lamentamos que não esteja traduzido)




Está a piorar 
Macron visitou o Monte do Templo como convidado do Waqf jordano, os custodiantes não oficiais financiados pela Jordânia. Não havia delegação oficial israelita presente durante a sua visita ao local sagrado. Isso deixou o Presidente francês sujeito a uma narrativa muçulmana unilateral que não foi contestada por ninguém presente.
De acordo com a Imprensa árabe, o guia Waqf referiu-se ao rei Abdullah da Jordânia como o "defensor dos locais sagrados cristãos de Jerusalém", apesar do acordo de paz com a Jordânia se referir exclusivamente aos locais sagrados muçulmanos. Além disso, a sua visita foi coordenada entre o consulado francês e o Waqf jordano sem envolver ou mesmo informar qualquer canal diplomático israelita.
Abaixo está uma notícia mostrando Macron sendo recebido pela Waqf no Monte do Templo.



Mau momento 
E, embora Macron supostamente tenha chegado a Israel para comemorar o 75º aniversário da libertação de Aushwitz, ele encontrou-se com o negador do Holocausto e Presidente da AP Mahmoud Abbas na quarta-feira, no seu palácio em Ramallah. 



Dejá Vu 
Curiosamente, em 1996, o Presidente francês Jacques Chirac teve um confronto semelhante com o pessoal de segurança israelita enquanto visitava Jerusalém, onde também qualificou o trabalho dos agentes responsáveis pela sua segurança como uma "provocação".


quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Giovani, Mamadou e a Guerra Racial

NOTA: As coisas estão assim: quem se atreva a falar deste caso sem ser para assinar por baixo a versão da extrema-esquerda, é de imediato catalogado como "racista" e em breve arriscará até prisão. No resto da Europa já é assim. Eis a ditadura a que chegámos.

1 . O QUE SE PASSOU
Ainda há não muito tempo ouvíamos alguém dizer: "Os justiceiros sociais já chegaram a Portugal!". Foi mais rápido do que pensávamos. Rapidamente, a Realidade é suplantada pelo discurso da extrema-esquerda, como se viu mais uma vez neste caso que passamos a descrever:
Pedro Fonseca, de 24 anos, engenheiro de profissão, foi assassinado à facada, antes do Natal, em Lisboa, por ter resistido a um assalto. Os assassinos foram três jovens guineenses.


 Pedro Fonseca e o pai.


Os três guineenses que mataram Pedro Fonseca.


Pedro Fonseca era filho de um inspector da Polícia Judiciária, já reformado. Os autores do assassinato foram capturados pela Polícia.
Também antes do Natal, foi barbaramente espancado por um grupo de "desconhecidos", em Bragança, Giovani Rodrigues, de 21 anos, cabo-verdiano a estudar em Portugal. Giovani viria a falecer no hospital passados alguns dias. Os suspeitos foram também capturados e levados a Tribunal.


 Giovani Rodrigues.


2. COMO REAGIRAM AS PESSOAS AO ASSASSINATO DE PEDRO FONSECA


Pedro Fonseca.


A população portuguesa lamentou as duas mortes, como sempre lamenta, ainda mais porque as vítimas não fizeram nada de mal e eram dois jovens pacatos e exemplares.
Não vimos manifestações, abaixo-assinados, intervenções de figuras públicas e de políticos, por causa da circunstância de Pedro Fonseca ser Branco e os seus assassinos serem Negros.

(Esclarecemos que usamos a palavra "Negros" porque, conforme ouvimos há muitos anos às pessoas africanas, esse termo é nobre, ao passo que "Pretos" é pejorativo. E concordamos; Eusébio, por exemplo, é conhecido como O Pantera Negra e não O Pantera Preta).





Cientes de todos os seus amigos Negros, cientes de um convívio de muitos séculos com pessoas de todas as cores, cientes do sangue mestiçado que lhes corre nas veias, e que em muitos casos também é Negro, os portugueses de todas as pigmentações de pele, não reagiram ao assassinato de Pedro Fonseca culpando as pessoas africanas ou de origem africana.
Se os (felizmente ainda poucos) neo-nazis portugueses resmungaram que "os pretos mataram um branco", não é menos verdade que ser filho de um polícia valeu desde logo a Pedro Fonseca a antipatia da extrema-esquerda, que, como sabemos, odeia a Polícia, a Ordem, a Justiça, a Autoridade.

3. COMO REAGIRAM AS PESSOAS AO ASSASSINATO DE GIOVANI RODRIGUES

  
 Giovani Rodrigues.

Houve até hoje em Portugal (tanto quanto sabemos) um assassinato por motivos racistas. Na véspera de um já distante 10 de Junho, em 1995, Alcindo Monteiro, cabo-verdiano, preparava-se para regressar a casa após um dia de trabalho, quando foi espancado por um grupo de nazis, entre os quais estava o conhecido Mário Machado. O grupo celebrava o 10 de Junho "insultando, perseguindo e agredindo negros".
O gangue de neo-nazis foi capturado, julgado e condenado. A Polícia desde então tem vigiado de perto as actividades nazis em Portugal, tem capturado criminosos desses grupos e impedido iniciativas nazis (aliás proibidas por Lei), nomeadamente congressos internacionais de nazis.
No caso das agressões fatais contra Giovani Rodrigues não foi ainda divulgado quem foram os autores ou qual a sua motivação.  Se Giovani foi espancado por causa dos seus genes africanos, ou se o foi por outro motivo, está para se saber.
Se o motivo foi racismo, a opinião pública reagirá ainda com mais horror e desdém pelos agressores, como no caso de Alcindo Monteiro, um jovem trabalhador e ordeiro, assassinado por uma matilha de meninos-bem nazis, por ser Negro.


 Alcindo Monteiro.



4. COMO REAGIRAM OS JUSTICEIROS SOCIAIS A AMBAS AS MORTES
Os Justiceiros Sociais não esperaram pelas conclusões da investigação. Para eles e para a sua agenda, sempre que uma pessoa não-branca é atacada, é "racismo". Mas quando uma pessoa "branca" é atacada, nunca é racismo.

O muçulmano senegalês Mamadou Ba, de lenço à jihadista ao pescoço e cravo vermelho ao peito.

Mamadou Ba, o lider da associação racista anti-Brancos SOS Racismo, voltou a capitanear a extrema-esquerda numa onda de manifestações racistas, afirmando que:
- o jovem Giovani foi morto por ser Negro (não há quaisquer indícios de que tenha sido assim);
- a Polícia não investigou o caso porque a vítima foi um Negro (uma mentira escandalosa);
- Portugal é um país racista e os portugueses são racistas (uma tremenda aldrabice e estupidez).


5. MAMADOU & COMPANHIA
Mamadou Ba é um ex-militante do Bloco de Esquerda que já teve a o gigantesco atrevimento e pouca-vergonha de afirmar, por exemplo, que "a  Europa é uma prisão a céu aberto".



Este foi, aliás, um dos primeiros embates dos portugueses com a moda da "política de identidade". Alguns portugueses, indignados com as acusações de racistas e genocidas proferidas pelo Mamadou, sugeriram que ele se libertasse da "prisão" e regressasse à sua terra. Receberam de imediato um coro de acusações de... "racismo". E foi assim que os portugueses aprenderam que, hoje em dia, quem se atreva a discordar de uma pessoa não-Branca, é "racista".
Há anos que o Mamadou e Companhia tentam provocar uma guerra racial em Portugal. Veja por exemplo as nossas postagens:



Neste último caso (imagem acima) os assassinos ficaram impunes, porque, além de serem Negros, eram muçulmanos, o que constitui a acumulação de duas santidades e portanto a impunidade.




O comportamento fascista de Mamadou, o colono islamista, comunista, racista, pró-jihadista, que vive à custa dos portugueses e  nos odeia a todos:



 Mamadou farta-se da mamar: 
 



Um comentário no Youtube:
br3menPT
vem para o nosso país semear ódios e criar agitação..Vive À custa dos nossos impostos!!! VERME!!!


Como já tínhamos visto, por exemplo, no caso dos polícias que se defenderam quando foram atacados por pessoas Negras no Bairro da Jamaica, voltámos a ver multidões de extrema-esquerdistas e de pessoas Negras manipuladas pela extrema-esquerda, nas ruas, a protestar.
O Mamadou mobilizou a sua tropa e as ruas foram tomadas pelas manifestações "contra o racismo", transmitidas para todo o Mundo, para que todo o Mundo saiba que em Portugal os nativos andam pelas ruas a matar Negros:






E foi assim que os portugueses aprenderam que a vida de uma pessoa Negra tem valor, mas a vida de uma pessoa Branca, não vale nada.
Giovani era Negro. Foi espancado e morreu, pelo que todo um país é acusado de racismo.
Pedro Fonseca foi assassinado à facada. Era Branco. Ainda por cima era filho de um "bosta de um bófia". Foi bem feito.

O muçulmano senagalês Mamadou Ba (que saca milhões aos "racistas" dos portugueses), sente-se "aprisionado" neste país "racista". Mas não vai embora!

A Esquerda esteve-se nas tintas para o Branco assassinado à facada e acusou o Portugal inteiro de racismo, porque um Negro foi morto à pancada.
A Direita lamentou igualmente ambas as mortes, porque TODAS AS PESSOAS TÊM O MESMO VALOR.
A estratégia da Esquerda é a do ódio e da divisão.  E ai de quem ponha em causa esta desigualdade de tratamento! É logo verberado e escorraçado, acusado de "racismo"!


A classe artística, massivamente Bloquista, correu a sinalizar a sua virtude e a sua superioridade moral, cantando para Giovani, **gando para Pedro. Segundo a ideologia racista da extrema-esquerda, Negro é sagrado, Branco é escumalha.



- CONTINUA -

Cuspir em judeus, a nova moda em Israel


Um novo passatempo da juventude islâmica em Israel:  cuspir em judeus e postar as imagens nas redes sociais.
 Fonte:

WORLD ISRAEL NEWS

Já perdemos a conta das vezes em que mostrámos a triste realidade de Israel, onde o povo nativo, os Judeus, continua a ser humilhado, perseguido e assassinado pelos colonos árabes, com o apoio e o financiamento entusiástico do mundo inteiro.
Nem sempre é terrorismo, claro. A última moda é "apenas" passar de carro, insultar e  cuspir nos judeus:



No imaginário colectivo, fruto de décadas de difamação PALLYWOOD, Israel é um vasto império, onde judeus implacáveis, riquíssimos (como todos os judeus!!!), maltratam árabes muito pobrezinhos. Toda a gente "sabe" que é assim, porque a Televisão diz que é assim.
Quando perguntamos a esses sabichões onde fica Israel, não conseguem sequer apontá-lo no mapa (o que não admira, porque Israel é uma migalhinha que cabe quatro vezes dentro de Portugal). 
À ignorância geográfica junta-se a total ignorância histórica (imaginam que os malandros dos judeus, a seguir ao Holocausto, "invadiram" uma terra habitada pelos "palestinos", para descarregarem a fúria em alguém). Os malandros!
E de nada serve apresentar todas as provas e mais algumas de que Israel, terra sucessivamente ocupada por muitos povos, entre os quais os Árabes, é a Pátria Eterna dos Judeus, onde estes vivem ininterruptamente desde há quase 4 mil anos, invadida de novo pelos Árabes no século 20, quando lhes cheirou que os Judeus iriam reconquistar a sua independência, com o fim do Império Otomano.
Após a Guerra da Independência, declarada pelos Árabes, há 70 anos, os burros dos judeus convidaram os invasores muçulmanos a regressar, para viverem em paz. O milhão de judeus que foi expulso ou assassinado nos 57 países muçulmanos (dos quais Israel é 0,02% em área), não tiveram tal sorte...
Para a opinião pública, implacavelmente doutrinada pelos media, os árabes só podem ter razão, porque são os "pobrezinhos" da história.
Em Israel, os colonos árabes, além de terem muito mais direitos que os judeus (não são obrigados a servir nas Forças Armadas, não pagam impostos, não pagam assistência médica, não pagam pela educação, têm tratamento preferencial por parte do Estado, etc., etc.), gozam de um nível de vida muito superior ao dos árabes nos países árabes, e muito superior à média dos judeus.
Em Israel há ainda muita gente pobre (como em qualquer país), inclusive sobreviventes do Holocausto. Mas aos Árabes nada falta. Quem conheça minimamente Israel sabe do que falamos, conhece a impunidade de que os árabes gozam, mesmo que estejam metidos em negócios escuros, está habituado a vê-los passar em carros de luxo, de onde agora cospem nos judeus. Assim se paga o Bem.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Parceria entre judeus e cristãos: a vontade do Pai Celestial

O Rabino David Rosen falando com o Cardeal Pietro Parolin, no Congresso que reuniu líderes judeus e cristãos, a 28 de Outubro de 2019.


Declaração rabínica ortodoxa sobre o Cristianismo - "Fazendo a vontade do Pai Celestial: rumo a uma parceria entre judeus e cristãos"
Abade Alain René Arbez


Durante a apresentação no Vaticano do novo documento da Santa Sé sobre o judaísmo, Os dons e o chamamento de Deus são irrevogáveis ​​(Romanos 11, 29), em 10 de Dezembro de 2015, o rabino David Rosen aludiu a uma "Declaração Rabínica Ortodoxa sobre o Cristianismo", de 3 de Dezembro, enfatizando a sua importância. Chama-se a declaração: "Fazendo a vontade do Pai Celestial: rumo a uma parceria entre judeus e cristãos".

Esta parceria implica um chamamento à santidade e à melhoria do mundo
, sublinha o texto.  
O próprio rabino Rosen é um dos rabinos signatários.

Aqui está uma tradução em Francês desta Declaração, de Menahem Macina. Confirma uma importante evolução nas relações do judaísmo com o cristianismo.

Fonte: Centro de Entendimento e Cooperação Judaico-Cristã (CJCUC)
.


Fazendo a vontade do pai celestial: rumo a uma parceria entre judeus e cristãos

Depois de quase dois milénios de hostilidade e alienação mútuas, nós, rabinos ortodoxos responsáveis ​​por comunidades, instituições e seminários em Israel, Estados Unidos e Europa, reconhecemos a oportunidade histórica que se apresenta perante nós. Procuramos fazer a vontade do nosso Pai Celestial, aceitando a mão que nos é estendida pelos nossos irmãos e irmãs cristãos. Judeus e cristãos devem trabalhar juntos, como parceiros, para enfrentar os desafios morais do nosso tempo.

O Holocausto terminou há 70 anos. Foi o culminar de séculos de desprezo, opressão e rejeição dos judeus e a subsequente hostilidade que se desenvolveu entre judeus e cristãos. Em retrospectiva, é evidente que o fracasso em tentar quebrar esse desprezo e iniciar um diálogo construtivo para o bem da Humanidade enfraqueceu a resistência às forças do mal do antissemitismo que mergulharam o mundo em assassinato e genocídio.

Reconhecemos que desde o Concílio Vaticano II, os ensinamentos oficiais da Igreja Católica sobre o judaísmo mudaram fundamental e irrevogavelmente. A promulgação da Nostra Aetate, há cinquenta anos, iniciou o processo de reconciliação entre as nossas duas comunidades.
Nostra Aetate e os documentos oficiais subsequentes da Igreja que ela inspirou, rejeitam inequivocamente o antissemitismo, confirmam a Aliança Eterna entre Deus e o povo judeu, rejeitam o deicídio e enfatizam a relação única entre cristãos e judeus, chamados "os nossos irmãos mais velhos" pelo Papa João Paulo II e "os nossos pais na fé" pelo Papa Bento XVI.
Com base nisso, católicos e outros líderes cristãos mantiveram um diálogo honesto com os judeus, que cresceu constantemente nas últimas cinco décadas.
Agradecemos a afirmação por parte da Igreja do lugar único de Israel na História Sagrada e na redenção final do mundo. Hoje, os judeus experimentaram amor sincero e respeito de muitos cristãos, expressos em várias iniciativas de diálogo, reuniões e conferências em todo o mundo.
Como fizeram Maimónides e Yehuda Halevi, reconhecemos que o Cristianismo não é um acidente nem um erro, mas o resultado da vontade divina e um presente para as nações.
Ao separar o Judaísmo e o Cristianismo, Deus queria uma divisão entre os parceiros, dotada de diferenças teológicas significativas, e não uma separação entre inimigos. O rabino Jacob Emden escreveu que "Jesus trouxe um duplo benefício ao mundo. Por um lado, ele fortaleceu majestosamente a Torá de Moisés ... e nenhum dos nossos Sábios expressou tanta empatia ao falar da imutabilidade da Torá. Por outro lado, ele extirpou a idolatria das nações e impôs-lhes as Sete Leis de Noé, para que não se comportassem como animais e incutissem firmemente nelas características morais ... Os cristãos constituem congregações que trabalham por amor do Céu, que estão destinadas a durar, que caminham para os Céus e cujas recompensas lhes serão concedidas.
O rabino Samson Raphael Hirsch ensinou-nos que os cristãos "aceitaram a Bíblia judaica do Antigo Testamento como uma revelação divina. Eles proclamam a sua fé no Deus do Céu e da Terra, como proclamado na Bíblia, e reconhecem a soberania da Divina Providência”.
Agora que a Igreja Católica reconheceu a Aliança Eterna entre Deus e Israel, nós, judeus, podemos reconhecer a validade construtiva contínua do Cristianismo como nosso parceiro na redenção do mundo, sem nenhum medo de que tal possa ser explorado para fins missionários. Conforme declarado pelo rabino-chefe da Comissão Bilateral entre Israel e a Santa Sé, sob a liderança do rabino Shear Yashuv Cohen, "já não somos inimigos, mas parceiros inequívocos na expressão dos valores morais essenciais para o sobrevivência e bem-estar da Humanidade”. Nenhum de nós pode cumprir a missão divina sozinho.

Os judeus e os cristãos têm uma missão comum de aliança para aperfeiçoar o mundo sob a soberania do Todo-Poderoso, para que toda a Humanidade use o seu nome e para que as abominações sejam retiradas da Terra. Entendemos a relutância de ambas as partes em afirmar essa verdade e exortamos as nossas comunidades a superar esses medos, a fim de estabelecermos uma relação de confiança e respeito.
O rabino Hirsch também nos ensinou que o Talmude coloca os cristãos "no que diz respeito aos direitos entre o homem e o próximo, exactamente no mesmo nível que os judeus. Eles podem reivindicar os benefícios de todos os direitos, não apenas em questões de justiça, mas também em questões de amor fraterno humano activo".
No passado, os relacionamentos entre cristãos e judeus eram vistos através do relacionamento conflituoso entre Esaú e Jacó. No entanto, o rabino Naftali Zvi Berliner (Netsiv) já havia entendido, no final do século 19, que judeus e cristãos eram dedicados por Deus a serem parceiros amorosos: "No futuro, quando os filhos de Esaú forem trazidos por uma mente pura para reconhecer o povo de Israel e suas virtudes, também seremos levados a reconhecer que Esaú é nosso irmão".

Nós, judeus e cristãos, temos mais em comum do que aquilo que nos divide: o monoteísmo ético de Abraão; o relacionamento com o Único Criador do Céu e da Terra, que nos ama e cuida de todos nós; as sagradas escrituras judaicas; fé numa tradição que nos une; e nos valores da vida, família, justiça compassiva, justiça, liberdade inalienável, o amor universal e a paz mundial máxima.
O rabino Moses Rivkis (Be'er Hagoleh) confirma isso escrevendo que "os Sábios referiam-se apenas ao idólatra do seu tempo que não acreditava na criação do mundo, no Êxodo, nos milagrosos actos de Deus e no dom divino da Lei. Por outro lado, as pessoas entre as quais estamos dispersos acreditam em todos esses elementos fundamentais da religião”. 
A nossa parceria de forma alguma subestima as diferenças persistentes entre as duas comunidades e religiões. Acreditamos que Deus usa muitos mensageiros para revelar a Sua verdade, reafirmando as obrigações éticas básicas que todas as pessoas têm diante de Deus e que o Judaísmo sempre ensinou, por meio da aliança universal Noética.

Ao imitar a Deus, judeus e cristãos devem oferecer modelos de serviço, amor incondicional e santidade. Todos somos criados à Santa Imagem de Deus, e judeus e cristãos permanecerão dedicados à Aliança, desempenhando juntos um papel activo na redenção do mundo.

Os signatários iniciais (por ordem alfabética):
 
     Rabino Jehoshua Ahrens (Alemanha)
     Rabino Marc Angel (Estados Unidos)
     Rabino Isak Asiel (Rabino Chefe da Sérvia)
     Rabino David Bigman (Israel)
     Rabino David Bollag (Suíça)
     Rabino David Brodman (Israel)
     Rabino Natan Lopez Cardozo (Israel)
     Rav Yehudah Gilad (Israel)
     Rabino Alon Goshen-Gottstein (Israel)
     Rabino Irving Greenberg (Estados Unidos)
     Rabino Marc Raphael Guedj (Suíça)
     Rabino Eugene Korn (Israel)
     Rabino Daniel Landes (Israel)
     Rabino Steven Langnas (Alemanha)
     Rabino Benjamin Lau (Israel)
     Rabino Simon Livson (Rabino Chefe da Finlândia)
     Rabino Asher Lopatin (Estados Unidos)
     Rabino Shlomo Riskin (Israel)
     Rabino David Rosen (Israel)
     Rabino Naftali Rothenberg (Israel)
     Rabino Hanan Schlesinger (Israel)
     Rabino Shmuel Sirat (França)
     Rabino Daniel Sperber (Israel)
     Rabino Jeremiah Wohlberg (Estados Unidos)
     Rabino Alan Yuter (Israel)

Novos signatários:
    Rabino Herzl Hefter (Israel)
    Rabino David Jaffe (Estados Unidos)
    Rabino David Kalb (Estados Unidos)
    Rabino Shaya Kilimnick (Estados Unidos)
    Rabino Yehoshua Looks (Israel)
    Rabino Ariel Mayse (Estados Unidos)
    Rabino David Rose (Reino Unido)
    Rabino Zvi Solomons (Reino Unido)
    Rabino Yair Silverman (Israel)
    Rabino Daniel Raphael Silverstein (Estados Unidos)
    Rabino Lawrence Zierler (Estados Unidos)


Oração por judeus e cristãos

Oro pelo povo judeu, o portador da aliança com o Deus verdadeiro.
 

Não estou a orar para que os judeus se convertam ao Cristianismo.

Oro para que os judeus aprofundem o seu Judaísmo.

Não estou a rezar para que os judeus se convertam a Jesus.


Oro para que eles se convertam ao Deus de Israel, pai do povo judeu de ontem e hoje e pai de Jesus, que era judeu.


Oro pelos cristãos, associados à aliança de Deus com Israel.


Não estou a orar para que eles se apropriem do Judaísmo, de onde veio a sua fé.


Oro para que eles respeitem e honrem o Judaísmo que lhes deu Jesus, Maria, os apóstolos e os primeiros mártires, todos judeus.
Oro para que os cristãos rejeitem todoo  anti-judaísmo, todo o anti-semitismo e todo o anti-sionismo, ou qualquer outro pretexto para odiar "irmãos mais velhos".Oro para que os judeus e os cristãos se reconheçam com amor como da mesma família, que se reconheçam fraternalmente como semelhantes e diferentes.

Similares na sua conexão com a aliança que Deus fez com o seu povo escolhido, para iluminar todas as nações,

diferentes pelos caminhos de salvação e realização desejados por Deus e que são os das suas tradições,
mas todos se alimentam da mesma fonte da verdade para produzir o mesmo reino de Deus.


© Abade Alain René Arbez, padre católico, comissão judaico-católica da conferência dos bispos suíços e da federação suíça de comunidades judaicas, para Dreuz.info
- Via EUROPE-ISRAEL

 https://www.eglisecatholique-ge.ch/actualites/eglise-pleine-pour-le-dies-judaicus-dimanche-17-mars/