quinta-feira, 6 de abril de 2017

Jihad automóvel em Israel volta a matar


Elhai Taharlev, de 20 anos, foi hoje assassinado por um terrorista, em Israel.

Um terrorista "palestino" assassinou um soldado das Forças de Defesa de Israel e feriu outro, num ataque terrorista com veículo automóvel na Samaria.

Um terrorista "palestino" atingiu com o seu carro soldados do IDF numa estação de autocarros perto da comunidade israelita de Ofra, na região de Binyamin, na Samaria, matando um e ferindo outro.
O terrorista teria conduzido naquela estrada à procura de vítimas. Passou pela paragem de autocarros, e, depois de ver os soldados, deu meia-volta e lançou o carro para cima deles.O terrorista foi preso por outros soldados presentes no local e levado sob custódia.
O soldado assassinado, Elhai Taharlev, de 20 anos, da Brigada Golani, foi declarado morto no local depois de uma equipa médica ter sido incapaz de salvar a sua vida. O outro soldado, que sofreu ferimentos ligeiros nas pernas, foi evacuado para um hospital de Jerusalém para tratamento.

A Imprensa "palestina" identificou o terrorista como sendo Malek Ahmad Mousa Hamed, de 21 anos, da cidade vizinha de Silwad.
Nachum Bienenfeld, um voluntário da United Hatzalah que correu para o local do ataque, disse que encontrou "uma situação muito trágica e difícil".
"O veículo 'palestino' tinha subido o passeio e atropelado um grupo de soldados que estavam de pé perto da paragem dos autocarros. O veículo continuou e só se deteve numa vala ao lado da estrada. Equipas médicas do IDF trataram os feridos no ataque.



O testemunho do paramédico.
 
Barreiras de segurança que haviam sido montados perto da paragem de autocarros devido a um ataque anterior impediram ferimentos nos civis que estavam de pé no local", contou o socorrista.
Os serviços de segurança de Israel alertaram que as organizações terroristas "palestinas" tentarão realizar ataques antes do feriado da Páscoa, que será comemorado na segunda-feira.

O grupo terrorista Hamas elogiou o ataque mortal.



Funeral: Família e amigos homenageiam Elhai Taharlev.

Taharlev era filho do Rabi Ohad Taharlev, um conhecido rabino, e de Avital, residentes em Talmon, na Samaria. Taharlev tinha seis irmãos.
Este incidente é o mais recente de uma longa série de ataques terroristas "palestinos", que atormentam os israelitas há mais de um ano, tirando a vida de 46 vítimas e ferindo mais de 650.

Via UNITED WITH ISRAEL

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  A INTIFACADA

Fustigado durante décadas pela jihad islâmica, fruto de uma religião que não tolera a existência de não-muçulmanos (mas sobretudo de judeus e cristãos), Israel construiu uma cerca de segurança, que tem, com sucesso, impedido a infiltração de terroristas do exterior.

Perante a eficácia desse sistema, e perante a eficácia das forças policiais e militares, que diariamente desmontam células terroristas (tal como nós somos agora aqui na Europa) o líder terrorista Mammoud Abbas apelou a que os árabes muçulmanos atacassem judeus com armas improvisadas (facas, machados, carros, etc.). Daí que tenhamos chamado a esta nova intifada a "intifacada".

O site United With Israel mantém uma cronologia actualizada da matança de judeus em Israel (patrocinada pela União Europeia e outras organizações e países ocidentais, que financiam a organização terrorista "Autoridade Palestina" e afins).
Ataque contabilizados: 
- 273 esfaqueamentos e tentativas de esfaqueamento.
- 133 ataques a tiro.
- 55 ataques com carros. 
- 1 ataque à bomba contra um autocarro.


Só estão aqui os ataques com vítimas. Os motins anti-semitas, os ataques à pedrada, os blocos de cimento atirados dos viadutos para cima dos carros em andamento, etc.., são constantes. E as pessoas atingidas são seres humanos, como todos os que em todo o mundo são atacados em nome da mesma religião, a Religião da Paz...
Em Setembro de 2015, por ocasião do Ano Novo Judaico, o mega-terrorista Mammoud Abbas - absolutamente amado pelo Ocidente - declarou mais uma Intifada, mais uma guerra para assassinar judeus de todas as idades.

Para o Ocidente, Mammoud Abbas diz que é uma campanha pacífica... Em Israel, convida os muçulmanos (sobretudo os jovens e as crianças) ao "martírio", matando judeus. Consulte a nossa secção INTIFACADA.

A Esquerda islamófila, os nazis e os islamistas argumentam que "morreram mais muçulmanos" nesta campanha terrorista. Ou seja: argumentam que Israel não tem razão porque foram abatidos mais terroristas. 
Talvez Israel deva deixar que os demónios como esta mulher que atacou um infantário em Hebron, deva esfaquear crianças até igualar o número. Estaria bem assim, Chico Louçã, Marisa Matias, Fernando Nobre, Ritinha Ferro?
Talvez aqui na Europa devamos fazer as mesmas contas, e, caso os terroristas abatidos sejam mais do que os nativos assassinados, Vossas Excelências queiram chegar-se à frente para equalizar os números...
"Mas os terroristas islâmicos, coitadinhos, só têm pedrinhas!!!" - clamam estes e outros corações chorosos. Vão dizer isso, por exemplo, aos pais da pequena Adelle Biton, que morreu, depois de 2 anos em coma, após ter sido apedrejada pelos românticos colonos muçulmanos, esses cheguevaras que tanto admirais:

E tantos, tantos outros inocentes:
• Junho de 2016, 279 ataques terroristas: 5 pessoas mortas e 32 feridos.
• Maio de 2016, 264 ataques terroristas: cinco ataques à facada, um ataque com carro, 186 ataques por apedrejamento, 38 por cocktails molotov e 4 por explosivos, 28 casos de fogo posto.
• Abril de 2016, 203 ataques terroristas: 7 ataques ou tentativas de ataque à facada, 3 ataques a tiro, 136 ataques por apedrejamento ( são por vezes fatais, nomeadamente quando os terroristas deixam cair blocos de cimento sobre os carros) e 37 por cocktails molotov.
• Março de 2016, total de 240 ataques terroristas: 19 tentativas de agressões ou agressões, 7 ataques a tiro, 3 com carro, 163 ataques por arremesso de pedras, 35 por cocktails molotov.
• Fevereiro de 2016, total de 337 ataques terroristas: 28 agressões ou tentativas de agressão, 11 ataques a tiro, um ataque com carro, 8 ataques por arremesso de pedras, 56 cocktails molotov.
• Janeiro de 2016, total de 396 ataques terroristas: 28 agressões ou tentativas de agressão, 15 ataques a tiro, 3 ataques com carro, 274 ataques por arremesso de pedras, 61 cocktails molotov.
• Dezembro de 2015, total de 400 ataques terroristas: 37 agressões ou tentativas de agressão, 22 ataques a tiro, 14 ataques com carro, 250 ataques arremesso de pedras, 62 cocktails molotov.
• Novembro 2015, total de 272 ataques terroristas: 44 agressões ou tentativas de agressão, 18 ataques a tiro, 13 ataques com carro, 153 ataques por arremesso de pedras, 33 ataques com cocktails molotov.
 • Outubro de 2015, total de 141 ataques terroristas: 55 agressões ou tentativas de agressão, 14 ataques a tiro, 8 ataques com carro, 55 ataques à pedrada, 13 ataques com cocktails molotov.
. Setembro de 2015: carro apedrejado perto de Jerusalém na véspera do Ano Novo judaico, causou a morte do condutor Alexander Levlovitz. Quatro jovens "palestinos" foram presos.

Vale a pena continuar?... Pela minha parte já estou agoniado. Se quiser ver em maior detalhe, consulte sff o artigo em permanente actualização: "Cronologia dos Ataques Terroristas "Palestinos" contra Israelitas"





A razão da guerra santa dos colonos muçulmanos contra Israel é mesma que os move contra as outras nações:

Alcorão: 8:39 - "Faz a guerra contra os não-muçulmanos e mata-os, até que eles se submetam e a única religião seja o Islão".

Israel vai ajudar os sobreviventes dos ataques com gás na Síria

Na sequência de:

Casa Branca: Fraqueza de Obama levou a ataques com gás na Síria



Rivlin: Israel vai "fazer tudo o que puder" para ajudar os sobreviventes do ataque com gás na Síria.

O presidente Reuven Rivlin prometeu que Israel "fará todo o possível" para ajudar os sobreviventes do ataque com armas químicas do regime de Assad contra civis sírios.

Os líderes de Israel emitiram uma dura condenação do ataque químico perpetrado pelo regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, na terça-feira, contra cidadãos da província de Idlib, que mataram dezenas de pessoas, exigindo que o mundo tome medidas contra essas atrocidades.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse estar "chocado e indignado" com as imagens das vítimas e exortou a comunidade internacional a "remover total e definitivamente essas horríveis armas da Síria".

O presidente Reuven Rivlin afirmou que o incidente é "uma mancha para toda a Humanidade", exigindo que a comunidade internacional, "na sua totalidade", se una para pôr fim a "essa loucura assassina e garantir que tais cenas nunca serão repetidas em qualquer lugar".

"Exorto os líderes da comunidade internacional - e entre eles as principais potências - a agirem agora, sem demora, para pôr fim a estes actos criminosos e assassinos que têm lugar na Síria pela mão do regime de Assad e para trabalharem urgentemente para remover todos os stocks de armas químicas do território sírio", afirmou.

Rivlin prometeu que Israel, "um povo que sobreviveu às maiores atrocidades e ressurgiu das cinzas para ser uma nação forte e segura", fará tudo o que puder para continuar a ajudar "os sobreviventes dos horrores na Síria".

"Sabemos muito bem quão perigoso pode ser o silêncio, e não podemos ficar mudos", concluiu.

Bennett pede reunião de gabinete de segurança de emergência

O ministro da Educação, Naftali Bennett, pediu a Netanyahu que convoque uma reunião de emergência do gabinete de segurança sobre a situação. O uso de armas químicas na vizinha Síria contra civis deve forçar Israel a "repensar a sua postura", disse, acrescentando a importância de examinar as "implicações de segurança na região", bem como o "genocídio sistemático" na Síria.

O ministro da Justiça, Ayelet Shaked, pediu aos líderes mundiais proeminentes para usarem a sua influência para promover acções.

"Nós, judeus, temos a obrigação de, pelo menos, gritar às nações do mundo, em particular ao Presidente Trump, que tomem medidas e detenham o horrível massacre que dura há seis anos, usando armas convencionais e não convencionais", afirmou.


"Outro Ataque Químico e o Mundo Permanece Silencioso"

O embaixador israelita nas Nações Unidas, Danny Danon, disse que "o mundo não pode ficar calado diante do horrível massacre na Síria e permitir que esta devastação se repita". Ele convidou a ONU a agir "imediatamente" para pôr um fim no uso de qualquer arma química, e assegurar a sua remoção da Síria.

"Este é o verdadeiro propósito da ONU e deve cumprir essa responsabilidade fundamental", afirmou.

Israel tem repetidamente advertido contra os perigos colocados pelo regime de Assad, sustentando que o projecto de encerrar as suas capacidades de produzir armas químicas não era confiável. Um ex-chefe das informações militares, Amos Yadlin, disse que o uso de armas químicas pelo regime de Assad contra civis é uma linha vermelha, e até sugeriu que Israel deveria destruir aviões sírios envolvidos em tais ataques.

Assad deve "pagar pelos seus crimes de guerra", disse ele, acrescentando: "outro ataque químico e o mundo permanece em silêncio".

Via World Israel News.

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Certos produtores de notícias (como é o caso da rádio estatal Antena 1, de Portugal), falam de um "alegado ataque com armas químicas". Se é certo que o regime sírio e os seus aliados russos têm negado terem sido eles os autores, e culpando os terroristas que se opõem a Assad, parece-nos incontestável que houve mais um ataque com armas químicas:



Uma prudência que os jornalistas não têm quando se trata de notícias sobre países não alinhados com as suas ideologias...

De vez em quando noticiamos a ajuda israelita às vítimas da guerra na Síria:

Israelitas em missões secretas na Síria para salvar vidas

Israel trata sírios feridos na guerra

A situação na Síria e a ajuda de Israel

Antes do Yom Kippur, israelitas oram pelos vizinhos sírios

Casa Branca: Fraqueza de Obama levou a ataques com gás na Síria




A Casa Branca criticou a recusa do governo Obama em avançar com um ataque militar contra a Síria após um ataque com armas químicas em 2013.

A Casa Branca acusou a administração anterior de falhas que levaram ao ataque com armas químicas na província de Idlib, na Síria, na terça-feira, que matou dezenas de pessoas, incluindo crianças.

"O ataque químico de hoje na Síria contra pessoas inocentes, incluindo mulheres e crianças, é repreensível e não pode ser ignorado pelo mundo civilizado", disse o Secretário de Imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, na terça-feira. "Essas acções hediondas pelo regime de Bashar al-Assad são uma consequência da fraqueza e irresolução do governo anterior".

"O presidente (Barack) Obama disse em 2012 que estabeleceria uma linha vermelha contra o uso de armas químicas, e depois não fez nada", afirmou.

Spicer referia-se à decisão do governo Obama de não avançar com um ataque militar contra a Síria após um ataque de gás sarin perto de Damasco em 2013, que terá vitimado mais de 100 pessoas. 

Obama recuou depois de a Rússia se ter oferecido para remover o arsenal de armas químicas da Síria.



Sean Spicer


"Os Estados Unidos estão com os seus aliados em todo o mundo na condenação deste acto intolerável", afirmou Spicer.

Israel pede intervenção da ONU

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, exigiu uma intervenção internacional.

"O mundo não pode ficar em silêncio diante do horroroso massacre na Síria e permitir que esta devastação se repita. A ONU deve agir imediatamente para pôr fim à utilização de quaisquer armas químicas e assegurar a sua retirada do território sírio. Este é o verdadeiro propósito da ONU e a organização deve cumprir essa responsabilidade fundamental".

Os aliados tradicionais dos EUA na Europa condenaram o ataque no início do dia, colocando a culpa principalmente no regime sírio.

"Hoje as notícias são terríveis", disse Federica Mogherini, chefe da política externa da União Europeia.

"Este é um lembrete dramático de que a situação no terreno ainda continua a ser dramática em muitas partes da Síria", continuou ela. "Obviamente, há uma responsabilidade primária do regime porque tem a responsabilidade primária de proteger o seu povo".

A França pediu uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU para responder ao ataque de terça-feira. O Exército sírio, no entanto, negou ter qualquer papel no ataque.

"Negamos completamente o uso de qualquer material químico ou tóxico na cidade de Khan Sheikhoun hoje, e o Exército não fez nem fará tal coisa, em qualquer lugar ou tempo, nem no passado nem no futuro", afirmou o Exército sírio.

Por: Jonathan Benedek, World Israel News


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Quando o pessoal médico chegou para socorrer as vítimas, foi também atacado com armas químicas:


Não se sabe ao certo se foi mesmo o regime de Assad, ou os aliados Russos, quem fez o ataque, mas para as vítimas é irrelevante.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Massacre de S. Petersburgo - a nova "normalidade"



Mais um ataque por bombista suicida com grande exposição mediática. Desta vez foi na Rússia, em S. Petersburgo. Até agora, 14 mortos. Dos 50 feridos, quantos morrerão, quantos ficarão com sequelas graves? Crianças, mulheres, gente inocente. Gritos, sangue, desespero. O Oráculo de Delfos jornalístico proclama que "nada podemos fazer" e que temos de deixar entrar mais terroristas.

Nas televisões, os comentadores e os jornalistas fingem não ver o descomunal elefante na sala e "põem a possibilidade de se tratar de atentado terrorista". Estamos em pleno reino do absurdo. A velha história d'O Rei Vai Nu é ultrapassada pela realidade. 

Confirmado que se tratou de um atentado terrorista (O que mais poderia ter sido? Foguetes de São João?) os comentadores e jornalistas são unânimes: "Ou foram separatistas chechenos ou foram ucranianos!". Timidamente, acrescentam que até pode ter-se dado o caso de "infelizmente" (sic) se ter tratado de mais uma acção do Daesh.

Daesh é o novo nome Estado Islâmico/ISIS, para parecer que é outra coisa. O ISIS é um dos braços armados da Irmandade Muçulmana. A Irmandade Muçulmana é o organismo coordenador da jihad global. A jihad é a essência do Islão, é a guerra santa pela conquista do Mundo para o deus Alá, que causou já centenas de milhões de vítimas inocentes desde o século 7.

Quando os islamistas bombardearam um comboio em Madrid, os jornalistas e os comentadores juravam que tinha sido a ETA. Quando bombardearam o metro de Londres, juravam que tinha sido o IRA. Quando bombardearam a Maratona de Boston, juravam que tinha sido a NRA (National Rifle Association).

 NRANational Rifle Association, aliás, não é uma associação terrorista, é uma associação legal, de possuidores de armas, que luta contra o desarmamento forçado da população, e é universalmente condenada pelos media, pelos opinion-makers, pelos jornalistas, pelos académicos, pelos bem-pensantes e por todos os que querem parecer inteligentes. O Islão é universalmente aplaudido pelos mesmos.




 
E continua a "cobertura jornalística" do ataque terrorista de S. Petersburgo, com os especialistas a jogarem ao "ignorar o óbvio" e a balbuciarem continuamente as mesmas inanidades estafadas. Nunca pronunciam a palavra Islão, que é a única motivação para mais este massacre. 

A partir do momento em que se confirma que o ataque foi cometido em nome do Islão, é o silêncio. ENSURDECEDOR.

OS LÍDERES ISLÂMICOS NÃO CONDENARAM O ATAQUE. COMO DE COSTUME. E NÃO PODE SER DE OUTRA MANEIRA, PORQUE AQUILO A QUE NÓS CHAMAMOS TERRORISMO, PARA ELES É APENAS O ISLÃO EM ACÇÃO. É A JUSTA PUNIÇÃO DOS INFIÉIS POR NÃO SE CONVERTEREM AO DEUS ALÁ (VEJA OS VÍDEOS ABAIXO).

P.S. - Há minutos, a notícia de que os poucos muçulmanos que condenaram o ataque estão a ser condenados pela comunidade muçulmana global. Por cada muçulmano que se manifesta contra a violência, há uma multidão que se manifesta pela violência. Os muçulmanos são 1/4 da Humanidade.


A 3 de Março de 2016, uma muçulmana, de burqa, na Rússia, decapitou a menina de que tomava conta, meteu a cabeça desta num saco e foi para rua exibir a cabeça decapitada, a gritar "Allahu Akbar" e a declarar que tinha sacrificado a criança como vingança por a Rússia estar a bombardear posições dos terroristas do ISIS na Síria. Foi declarada inimputável. "Nada teve a ver com o Islão" - é a versão oficial. Como agora. Como sempre.


Hoje, o atentado islamista não mereceu grande destaque nos jornais. 14 mortos e 50 feridos caiu na rotina. São apenas vítimas descartáveis da geo-estratégia, da necessidade ocidental de petróleo  e do politicamente correcto. 






NÃO SÃO NÚMEROS! SÃO PESSOAS:

- Desde o 11 de Setembro de 2001, registaram-se, até este momento, 30565 ataques terroristas islâmicos. 
- 94% dos ataques terroristas no Mundo são cometidos por muçulmanos, em nome do Islão. 
Desde o 11 de Setembro de 2001, não houve um único dia sem ataques terroristas islâmicos. 
- No mês de Março findo, foram cometidos 136 ataques terroristas em nome do Islão. Os mortos foram 1018. Os feridos 1266. Os ataques suicidas foram 26. Os países atingidos foram 23. 
- Na semana de 25 a 31 de Março registaram-se 40 ataques terroristas em nome do Islão. 227 mortos e 337 feridos. 6 ataques suicidas. 10 países.
Tudo isto (e muito mais!) pode ser confirmado em detalhe no site The Religion of Peace. Entre outros.
Tudo isto (e muito mais!) acontece TODOS OS DIAS, TODOS OS MESES, TODOS OS ANOS, TODOS OS SÉCULOS, DESDE A CRIAÇÃO DO ISLÃO.

Estas estatísticas são apenas de ataques terroristas. Não contabilizam o estupro em massa, a tortura, as mutilações, as decapitações, as crucificações, as pessoas enterradas e queimadas vivas, as penalidades brutais da lei sharia, o extermínio sistemático dos cristãos (é assassinado 1 cristão a cada hora em média, em nome do Islão).

O Holocausto dos cristãos (e dos judeus e dos yazidis e dos budistas e dos hindus e de todos os não-muçulmanos) não tem qualquer eco nos media, que continuam a manipular a opinião pública com os "refugiados", uma patranha grosseira e obscena, destinada a mascarar a invasão e colonização do Mundo Livre pelas hordas islâmicas. 

Qualquer destes sites que temos na barra lateral - e muitos milhares de outros - reportam o horror islâmico diário:




Estamos em guerra. E não é por nos recusarmos a admiti-lo que estamos menos em guerra. E não é porque os cabeças de abóbora gritem que somos "belicistas""alarmistas" e "racistas", por dizermos que estamos em guerra, que estamos menos em guerra.

São os próprios líderes islâmicos, os próprios clérigos islâmicos, que nos dizem que estão em guerra connosco para nos submeterem ou exterminarem. 

Aconselhamos vivamente os seguintes vídeos, dos mais esclarecedores que é ainda possível encontrar.  

CONFIRME! E não se fique pelos vídeos (ainda que eles sejam concludentes). Estude atentamente todas as fontes, acorde e PENSE!

"Sequência de vídeos que mostram o pensamento globalista de líderes islâmicos, no intuito de estabelecer um Califado (governo islâmico) mundial. Com o enfraquecimento da sociedade ocidental (e suas estruturas como a religião, família, etc) produzida por grupos globalistas e de esquerda (como os socialistas), isto se torna bastante viável. Mais informações sobre a expansão islâmica no mundo e o califado mundial": 


Os "refugiados" são homens jovens em idade militar, são conquistadores, que trazem algumas mulheres e crianças para fazer figuração para os jornalistas ocidentais complacentes:





O dogma politicamente correcto de que o Islão é pacífico e apenas alguns muçulmanos são terroristas é uma grosseira MENTIRA. O Islão é inerentemente violento, terrorista, genocida, e sempre o foi:



A verdade é tão horrível, tão inconcebível para o Ocidente da Democracia, da Liberdade, dos Direitos Humanos, que as pessoas fuzilam o mensageiro, chamam louco a quem mostra a VERDADE, recusam-se a ver até os vídeos, repetem vacuidades sobre "paz e amor", e vão a correr mudar a bandeirinha no perfil do Facebook após cada ataque terrorista:





A esmagadora maioria dos muçulmanos apoia a jihad:

Escola de Nova Iorque pede aos alunos para defenderem o Holocausto



Uma escola da área de Nova Iorque pediu aos estudantes para apresentarem argumentos a favor do extermínio dos judeus.

Um professor do condado de Oswego, Nova Iorque, em Fevereiro, estabeleceu como tarefa que os alunos discutissem a favor do extermínio dos judeus, tendo tal atitude gerado tumulto.

O professor, Michael DeNobile, deu a tarefa como parte do programa New Vision de Oswego, de acordo com a notícia do American Thinker.

De acordo com a repórter local Julie McMahon, os alunos foram convidados a "porem-se no lugar dos líderes nazis e argumentarem a favor ou contra a 'solução final' de exterminar o povo judeu".

MaryHellen Elia, comissária de educação de Nova Iorque, defendeu as acções do professor esta quinta-feira.

Apenas dois alunos, ambos não judeus, ficaram perturbados com atarefa atribuída: Jordan Abril e Archer Shurtlif. Abril e Shurtliff manifestaram a sua preocupação ao professor DeNobile, à direcção da escola, e à Liga Anti-Difamação (ADL). O objectivo das duas alunas era "garantir que nenhum outro estudante fosse  novamente convidado a discutir em favor de matar judeus".




As duas alunas também pediram - sem sucesso - ao programa New Vision para retirar a tarefa. Depois das suas queixas, toda a turma teve a oportunidade de escolher o seu próprio projecto, mas apenas três estudantes a aproveitaram, incluindo Abril e Shurtliff.

MaryHellen Elia reiterou o seu apoio à tarefa pedida pelo professor Michael DeNobile, citando o pensamento crítico como suposta ferramenta de aprendizagem. "Eu acho que é certamente uma questão em que queremos que os alunos pensem em ambos os lados e analisem ... qual a posição que vão tomar", afirmou.

A aluna Archer Shurtliff, numa entrevista separada, declarou: "É uma opinião estabelecida ... Você não pode dizer que os judeus merecem morrer. Deve ser uma coisa estabelecida”.

Julie McMahon revelou que um dos pontos da apresentação do trabalho dizia que este "não exigia que se fosse simpático ao ponto de vista nazi. ... Em última análise, este é um exercício para expandir o seu ponto de vista, saindo da sua zona de conforto e treinando o seu cérebro para encontrar logisticamente a evidência necessária para provar um ponto, mesmo que este seja existencial e filosoficamente contra o que você acredita".

Ensinar alguns adultos seriamente equivocados

A directora de educação da ADL, Beth Martinez, disse que o incidente é "profundamente perturbador", acrescentando que os alunos nunca deveriam receber uma tarefa "que sugere que eles sejam os ‘dois lados’ da "Solução Final".

Martinez disse que foi notificada por Roseann Bayne, superintendente assistente para o programa CiTi, de que a tarefa foi atribuída juntamente com uma alternativa.

Martinez citou o núcleo comum como um catalisador para levar os alunos a argumentar a partir de uma perspectiva a partir da qual eles discordam. "Parece benigno à primeira vista - até você ver um exemplo como este, onde um aluno é convidado a justificar o assassinato em massa como parte de uma experiência de aprendizagem. Só se pode esperar que tal coisa fique fora da ‘zona de conforto’ da maioria das pessoas e permaneça lá", escreveu Susan Harris para a AT.

"A luta definitivamente não acabou para duas raparigas de 17 anos que tiveram coragem de assumir uma tarefa monumental: ensinar alguns adultos seriamente equivocados que o pensamento crítico não significa abandonar toda a decência humana na porta da escola", concluiu.




Jordan April e Archer Shurtliff são alunas séniores da escola e foram as únicas que se opuseram.


Antes do Holocausto, toda a gente pensava que seria impossível a implantação da "Solução Final". E no entanto, ocorreu. Os sinais estão de novo todos aí, infelizmente. Em tempos de crise, os judeus são sempre os bodes expiatórios dos problemas da Humanidade.
Durante a administração Obama, o anti-semitismo foi cultivado com zelo nos Estados Unidos. Aqui, podemos ver uma delegação terrorista enviada a uma escola para doutrinar os alunos no ódio a Israel:

domingo, 2 de abril de 2017

“OH! VEJAM! UMA GALINHA!” - o curso universitário



Não é apenas nos Estados Unidos, mas sob o reinado teocrático do deus-Obama, a campanha de imbecilização da juventude atingiu graus inéditos. Julgue por si:

OS CURSOS UNIVERSITÁRIOS MAIS ESTÚPIDOS (E REAIS!!!)

Os cursos universitários mais inconcebíveis e rudimentares são ministrados nas universidades mais respeitadas. Desde as coisas que toda a gente sabe fazer, como vestir-se (um curso da Universidade de Princeton ) até aprender a argumentar com personalidades de televisão como a Juíza Judy (um curso da Universidade da Califórnia, Berkeley ), estes cursos universitários ensinam competências que garantem ZERO empregabilidade.

A Ohio State University oferece um curso sobre como assistir a desportos, a Montclair State University oferece um curso sobre como ver televisão. O Bates College oferece um curso sobre a carreira de Whoopi Goldberg. A Universidade do Texas ensina a falar Klingon. A Appalachian State University  ensina como determinar se Harry Potter é um personagem fictício ou real.

Sérios candidatos ao prémio do curso mais absurdo são a Matemática Aplicada às Lutas de Rua ou o curso intitulado A Alegria do Lixo.

VESTIR-SE



Da Universidade de Princeton: "O curso é um inquérito sobre a importância social do vestuário e um exame atento da relação entre vestuário e identidade na América do século 20. Para explorar essa conjuntura, os alunos mantêm um caderno de anotações no qual registam as suas observações sobre a forma como a roupa entra em jogo nas notícias, nos seus bairros e nas suas próprias vidas. O curso ajuda os alunos a aprimorarem os seus poderes de observação e a aprenderem habilidades-chave para examinar o mundo”.

COMO GANHAR UM CONCURSO DE BELEZA


Do Oberlin College: "Este curso examina os desfiles de beleza desde a década de 1920 até ao presente. O nosso objectivo será analisar os concursos de beleza como um cenário único para a interacção de raça, género, classe, sexualidade e nacionalidade. Vamos aprender sobre estudos culturais, história cultural, análise crítica do discurso, leitura de proximidade, etnografia, e usar esses métodos para entender a mudança da identidade dos EUA ao longo do tempo. Este curso inclui uma visita de campo a um concurso em Ohio”.

COMO VER TELEVISÃO



De Montclair State University: "Este curso, aberto a profissionais e não-profissionais de televisão, é sobre a análise da televisão nas formas e extensão em que precisa ser entendida pelo seu público. O objectivo é que os alunos avaliem criticamente o papel e o impacto da televisão nas suas vidas, bem como na vida cultural. O meio para atingir esse objectivo é uma abordagem que combina a teoria dos meios de comunicação e a crítica com a educação para os media".



SERÁ HARRY POTTER REAL?



Da Universidade Estadual Apalaches: "Este curso envolverá os alunos com perguntas sobre a própria natureza da história. Quem decide o que é a história, quem decide como é usada ou mal utilizada, e como esse uso ou uso indevido nos afecta? A imaginação, a literatura e a fantasia - como pode a fantasia remodelar a forma como olhamos a história? Os romances e filmes de Harry Potter são terreno fértil para explorar todas essas questões mais profundas: ao olhar para a geografia real dos romances, os eventos históricos reais e imaginados retratados, os romances, as reacções dos estudiosos de todas as ciências sociais aos romances e o frenesi mundial por eles inspirado, os alunos examinarão questões de raça, classe, género, tempo, lugar, usos do espaço e do movimento, o papel do multiculturalismo na história, e aprenderão a ler um romance e a ler ensaios académicos por forma a tirarem o máximo proveito deles”.

A ARTE DE ANDAR



Do Center College: "A Arte de Andar pede aos alunos para pararem de se concentrar em fazer constantemente e se concentrarem ainda mais em simplesmente experimentar. É um tipo diferente de atmosfera intelectual do que eles costumam experimentar durante longos períodos".

LÍNGUAS INVENTADAS: O KLINGON E MAIS ALÉM


Da Universidade do Texas: "Porque é que alguém iria querer aprender Klingon? Quem já fala Esperanto? Poderia haver uma linguagem inteiramente baseada em escalas musicais? Usando linguagens construídas/inventadas como um veículo, vamos tentar responder a estas perguntas enquanto discutimos ideias actuais sobre a teoria linguística, especialmente ideias em torno da interacção da linguagem e da sociedade. Por exemplo, a estrutura da Língua Klingon e o que faz com que pareça tão "alienígena"? Como é que a Europa do início do século 20 gerou tantas línguas chamadas "universais"? Uma linguagem pode ser inerentemente sexista? Consideraremos linguagens construídas/inventadas a partir de uma variedade de pontos de vista, tais como linguagens criadas como tramas ficcionais, para debates filosóficos, para servir uma função internacional e Línguas criadas para a diversão privada. Não iremos aprender uma linguagem específica, mas vamos aprender sobre a arte, ideias e objectivos por trás de idiomas inventados usando fontes diversas da literatura, a Internet, filmes, jogos de vídeo e outros aspectos da cultura popular".

A SOCIOLOGIA DE MILEY CYRUS: RAÇA, CLASSE SOCIAL, GÉNERO E MEDIA



Do Skidmore College de Nova Iorque: "De jovem actriz da Disney a máquina de 'twerking', a professora assistente Carolyn Chernoff assegura-nos que este curso "fornecerá ricos exemplos para analisar aspectos de identidades intersectoriais e representação dos media". Chernoff disse: "Eu criei o curso como uma maneira criativa e rigorosa de olhar para o que é relevante sobre a sociologia e a teoria da sociologia".

DISCUTINDO COM A JUÍZA JUDY



Da Universidade da Califórnia, Berkeley: "Neste programa de televisão, extremamente popular nos últimos 3-5 anos, um aspecto fascinante de um ponto de vista rectórico é a argumentação usada pelos litigantes, que é totalmente ilógica ou perverte a lógica padrão, e ainda assim é usada continuamente. Por exemplo, quando lhes perguntam: "Você bateu no queixoso?", os réus costumam responder: "Se lhe tivesse batido, ele estaria morto!". Esta resposta evita responder ao "sim" ou ao "não", apresentando uma forma pervertida da estratégia lógica chamada "a fortiori" em Latim. O seminário identificará tais falácias aparentemente populares e discutirá porque tais estratégias são tão difundidas. Não é um curso sobre lei ou 'raciocínio legal'. Estudantes interessados ​​em lógica, argumento, TV e cultura popular americana, provavelmente estarão interessados. Eu enfatizo que não é sobre a aplicação da lei ou sobre o funcionamento do sistema judicial em geral".

A BOMBA GOLDBERG: FABRICANDO WHOOPI 



Do Bates College: "Os participantes aprenderão sobre a carreira de Whoopi Goldberg, incluindo ‘Alien Whoopi: Star Trek e a Geração Goldberg’, ‘Renaissance Whoopi: Elizabeth Regina e 'O Que A Tia Jemima Poderia Dizer se Saísse Dessa Caixa: O Paradoxo que é Whoopi Goldberg’”.


“OH! VEJAM! UMA GALINHA!”



Da Universidade de Belmont: "Este curso vai ensinar [Olha! Um carreiro de formigas que vão e vêm de um pedaço de bolo que está em cima da mesa!] o que significa ser um distraído [Eu poderia decerto desfrutar de uma sanduíche de manteiga de amendoim agora]  bem como [Meu Deus! Tenho que ir à praia este Verão!] desenvolver uma consciência [Preciso de cortar as unhas…] dos seus sentidos. O curso é ministrado numa escola de música, [estarei a ouvir uma torneira a pingar?] e assim haverá um elemento relacionado com o tema [As aranhas são animais incríveis!] do curso. [Olha, há um tanque de peixes atrás de mim!] Aqueles que se inscreverem poderão até aprender a fazer malabarismos".


O FALO




Do Occidental College: "Levantamento das teorias do falo de Freud e Lacan através dos pontos de vista feministas e homossexuais. Os tópicos incluem a relação entre o falo e o pénis, o significado do falo, falologocentrismo, o falo lésbico, o falo judeu, o falo latino e a relação do falo e do fetichismo".


OS ZOMBIES NOS MEDIA



Da Universidade de Columbia: "Este curso explora a história, o significado e a representação do zombie como personagem em textos de horror e fantasia. A instrução segue um calendário intenso, usando a teoria crítica e os media de origem (literatura, quadradinhos e filmes) para estimular a discussão e explorar as muitas encarnações da figura. As tarefas diárias focam-se na reflexão e comentário, enquanto os projectos finais fomentam conexões possíveis entre as disciplinas estudantis e a figura do zombie".

DESPORTO PARA O ESPECTADOR




Da Ohio State University: "Desenvolva uma apreciação do desporto como um espetcáculo, evento social, actividade recreativa, de negócios e de entretenimento. Desenvolva a capacidade de identificar questões que afectam o desporto e o comportamento do espectador".

A FILOSOFIA DOS PHISH



Da Universidade Estadual de Oregon e ministrado por uma ávida fã dos Phish, a Dr.a Stephanie Jenkins: "As grandes teorias filosóficas sobre a arte e seu significado, desde a Antiguidade até os tempos modernos Como os filósofos compreenderam beleza, imaginação, arte e conhecimento, arte e lazer, arte e emoção, através da lente de Phish", oferecido on-line enquanto a Dr.a Jenkins segue a banda na sua digressão de Verão, as aulas são dadas enquanto a docente anda na estrada.





Dr.a Stephanie Jenkins, num concerto dos Phish.


Dr.a Stephanie Jenkins, a pensar nos Phish.

Nota: estes são apenas alguns dos maravilhosos "cursos universitários" em que os nossos jovens zombies hoje podem hoje gastar o dinheiro arduamente ganho pelos pais, enquanto gritam contra Trump, pela islamização do Mundo Livre, pelo Hezzbollah e pelo Hamas, partem e queimam tudo porque não suportam ouvir a verdade*, ou levam a cabo a encantadora campanha anti-semita "Punch a Zionist Today" ("Esmurre um Sionista Hoje") que por enquanto ainda não é disciplina universitária. Tudo isto e muito mais, nos intervalos das manifestações racistas anti-Brancos e pró-terroristas anti-Trump.

* - Walter Williams: "A esquerda empenha-se em baixar os seus padrões de comportamento"

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