segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Binyamin tinha 19 anos

 
O jovem Binyamin Yakobovich, de 19 anos, agente da Polícia Fronteiriça de Israel, morreu, na sequência dos graves ferimentos recebidos quando foi atropelado em mais um ataque terrorista.

Pedimos as vossas orações para este valente jovem e para a sua família - pai, mãe, irmão e duas irmãs - e pedimos que ajudem a honrar a sua memória e o seu exemplo de abnegação no cumprimento do dever.
O The Times of Israel deu a notícia do ataque, ocorrido a 4 de Novembro. 

Marissa Newman, no The Times of Israel, relata como o jovem foi atropelado por um terrorista árabe, em Halhul, perto de Hebron:
Binyamin Yakobovich ficou gravemente ferido a 4 de Novembro quando um árabe atirou o seu carro contra ele, em Halhul, perto de Hebron. Os guardas fronteiriços abateram o atacante. Yakobovich foi pronunciado morto este domingo pelos médicos do Hospital Ein Kerem, de Jerusalém.
Com esta morte, eleva-se a uma dúzia o número de israelitas assassinados em perto de dois meses de violência, com ataques diários à facada e por atropelamento.
A família Yakobovich anunciou a sua intenção de doar os órgãos do jovem.


A IMPRENSA E O ÓDIO MAIS ANTIGO DO MUNDO

Este rapaz, que morreu a defender a sua Pátria e o Mundo Livre, era um ser humano, tinha uma família, uma vida, amava e era amado. Como você que nos lê, como os seus filhos ou os seus irmãos. Acredite-se ou não, os judeus são pessoas como as outras.

A Imprensa mundial, os pacifistas, a extrema-esquerda, a extrema-direita e os muçulmanos de todo o mundo, estão naturalmente indignados com a morte do terrorista. Na opinião dessas pessoas, a guarda fronteiriça deveria ter permitido que o terrorista continuasse a atropelar judeus, livremente. 

Se ele estivesse a atropelar pessoas, seria inadmissível. Mas atropelar judeus faz parte da sua cultura e nós temos que respeitar, não é?...

O assassínio por atropelamento do jovem Binyamin não só não comove ninguém, como é até visto como um acto meritório, nobre e heróico. As supracitadas ideologias (e a Imprensa acima de todas) continuam a perpetuar o mito de que os judeus resolveram aparecer em Israel um belo dia, por acaso, e "roubar a terra aos pobrezinhos dos árabes".


Se para os nazis, os islamistas e os comunistas, não há muitas esperanças de que alguma vez venham a ter alguma decência e inteligência (essas ideologias sempre divinizaram os assassinos), o mesmo não acontece com a população de pessoas normais, honestas e decentes, a quem a Imprensa ENGANA diariamente, retratando os israelitas como agressores e os colonos terroristas islâmicos como vítimas.

Nas últimas décadas, os meios de comunicação de massas deram precioso contributo para a educação e sensibilização das populações, em muitas áreas. A TV, a Rádio, os Jornais, colaboraram meritoriamente na divulgação de iniciativas de solidariedade com vítimas de catástrofes, de doenças, de epidemias, da fome; promoveram a tolerância e combateram preconceitos como o racismo ou a homofobia; incentivaram à participação cívica nas mais diversas áreas; influenciaram positivamente milhões de pessoas para a preservação do meio ambiente, recursos naturais e biodiversidade; denunciaram as atrocidades como as cometidas pelo Nazismo, pelo Comunismo, pelas ditaduras sul-americanas, pelos islamistas indonésios em Timor - e nunca teria sido possível a Timor ter rechaçado os invasores sem a ajuda da Imprensa! Etc., etc., etc..

Persiste, contudo, um último reduto de preconceito e ódio. A Imprensa só tem consideração pelos judeus que foram mortos pelo Nazismo. Os que foram mortos pelo Comunismo e pelo islamismo, e os que continuam a ser chacinados diariamente pelos terroristas islâmicos, em Israel, são para a Imprensa um joguete de desinformação e propaganda anti-semita.

Todos sabemos porquê, e já o referimos muitas vezes. Mas não está certo. A batalha da opinião pública só poderá ser ganha se a Imprensa deixar de alinhar com os terroristas. A morte deste jovem de 19 anos, e a de tantos outros inocentes, evitar-se-ia, se os islamistas em Israel deixassem de poder capitalizar estes actos a favor da sua causa demoníaca. O seu instrumento de eleição é a Imprensa.


Mãe de um terrorista islâmico, de um suicida que assassinou judeus e se fez matar para ir para o paraíso de Alá fornicar perpetuamente, celebra a morte do filho distribuindo doces, e deseja que os irmãos lhe sigam o exemplo. Já perto do final da entrevista, tem uma mensagem para Israel, o alvo do seu ódio e sua única razão de viver:

(VÍDEO CENSURADO PELO LÓBI ISLAMISTA)
Como pode a Imprensa sugerir alguma espécie de equidade moral entre os invasores-colonos-supremacistas-terroristas islâmicos - iguais em tudo aos do ISIS, da Al-Qaeda ou do Boko-Haram - e as suas vítimas, pessoas que apenas desejam viver em paz, na SUA terra ancestral, tal como nós?

domingo, 8 de novembro de 2015

Cá Vamos Cantando e Rindo

A simpática senhora árabe pede indicações a um segurança, retira um facalhão da mala e tenta assassiná-lo.


O segurança sacou da pistola e alvejou a terrorista.

Foi mais um ataque da presente ofensiva terrorista em Israel..

Os cabeludos do Bloco de Esquerda, os Estalinistas do Partido Comunista, as jornaleiras da Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público, os cripto-nazis do pasquim "O Diabo", os cabeças-rapadas nazis, e a Imprensa em geral, gritaram em coro indignado: "MULHER ÁRABE É ATACADA A TIRO POR ISRAELITA".

E as pessoas incautas de todo o mundo resmungaram, enquanto engoliam mais uma garfada de comida: "Lá estão os malvados dos judeus a matar gente inocente...".

O mega-terrorista e oligarca corrupto Mahmoud Abbas foi mais uma vez rosnar que se tratou de mais um "crime de guerra de Israel". E a ONU apoiou-o.

E lá vamos, cantando e rindo. Pimenta no rabo dos judeus é refresco.

P.S. - Vimos casualmente há poucos minutos a notícia na CM-TV (Bravo! Estamos a fazer progressos! Só esperamos que não castiguem o redactor do noticiário...). A terrorista afinal não foi abatida. Está hospitalizada, num hospital israelita. Caso se salve, voltará para o fazer explodir e matar crianças, como sempre.

O que a CM-TV disse também foi que já foram mortos não sei quantos "palestinos" que foram "acusados de assassinarem israelitas". Eles não foram "acusados" de. Este vídeo mostra em que condições a Polícia ou o Exército tiveram que intervir. Como qualquer força de segurança no mundo o faz.

Visite Israel no JewTube


 

Mais vídeos como este no JewTube.

sábado, 7 de novembro de 2015

História de Israel - A Dinastia dos Hasmoneus‏


Os Macabeus (do Hebraico מכבים ou מקבים, makabim ou maqabim, significando "martelos", foram a famosa milícia judaica que expulsou os ocupantes Gregos. O seu membro mais conhecido foi Judas Macabeu, assim apelidado devido à sua força e determinação.

A Dinastia dos Hasmoneus‏
A Dinastia dos Hasmoneus começa com a famosa história de Hanukkah. Na sequência da conquista  da Terra de Israel por Alexandre, o Grande, que anexou a maior parte do Mundo Antigo, a Terra Santa ficou sob o controle dos governantes Gregos Selêucidas. Os Selêucidas proibiram o estudo da Torá e profanaram o Templo Sagrado, na tentativa de erradicar a religião e a cultura judaicas. Os gregos queriam que os judeus se vestissem, comessem e pensassem como eles.

No entanto, o povo judeu revoltou-se, em 166 A.E.C., sob a liderança do heróico Judas Macabeu da família dos Hasmoneus. Apesar de muito inferiores em número, em poderio militar e em organização, os judeus foram bem sucedidos na sua revolta e conseguiram repelir o domínio grego. Entraram no Templo para o purificar, mas só encontraram uma vasilha com azeite suficiente para acender a Menorah (candelabro) por uma noite. Diz a lenda que a menorá esteve acesa durante oito noites. O Festival de Hanukkah, ou Festival das Luzes, celebra esse milagre.
Após esse retorno triunfal a Jerusalém, começou o período do governo Hasmoneu. Seguiram-se mais vitórias dos judeus, que, combinadas com um enfraquecimento da autoridade Selêucida, garantiram a restauração da soberania judaica na Terra de Israel.

Os Hasmoneus governaram a Terra de Israel por quase um século. Acreditavam que  a sua Dinastia era a continuação da Era dos Shoftim (Juízes) e dos Reis, dos primórdios de Israel, e consolidaram o poder judicial, religioso, político e militar. Também expandiram as fronteiras físicas da Terra, restaurando quase todas as fronteiras da Era de Salomão. A vida judaica floresceu sob a liderança dos Hasmoneus.
Este aqueduto da Era da Dinastia dos Hasmoneus‏ esteve em uso até ao domínio Britânico da Terra Santa.

Essa época feliz da História de Israel viria a chegar ao fim, com a invasão do Império Romano e a submissão imposta  pelo imperador romano Herodes, o Grande, em 37 A.E.C..

O legado da poderosa dinastia dos Hasmoneus fez com que Herodes casasse com uma princesa Hasmoneana a fim de reforçar a sua legitimidade como governante.

E estamos quase na época de Hanukkah...
    

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Como foi o seu Outubro?



Como foi o seu mês de Outubro? Passeou no parque e apreciou as árvores a perderem as folhas? Já acendeu a lareira? Saboreou as estreias dos novos programas de TV? Esperamos que sim.

Em Israel, durante o mês de Outubro, os terroristas islâmicos perpetraram 48 esfaqueamentos, 5 atropelamentos, 5 ataques a tiro, mataram 11 israelitas e feriram 132.


Terroristas árabes em acção

O senhor Avraham Asher Chasno, por exemplo, seguia tranquilamente no seu carro, a caminho do trabalho, quando foi atacado por terroristas árabes. Para não sofrer o mesmo destino de tantos outros israelitas que acabam por se despistar e morrer em consequências dos  apedrejamentos a condutores, Avraham saiu do carro com um pau para os confrontar.
Eis que entra então em cena um outro árabe que o atropelou com o seu camião:



Nenhum árabe dos que presenciaram a cena prestou qualquer tipo de socorro à vítima.


Chaim Rubin, um médico israelita que socorreu Avraham Chasno no local, descreveu as reaCções horríveis por parte dos transeuntes árabes, assim que declarou o israelita morto. Os árabes aplaudiram, gritaram, tiraram fotografias e celebraram com "uma crueldade que é difícil conceber em seres humanos".

Avraham Chasno era pai de 7 filhos e avô de 9 netos. Residia em Kiryat Arba e era conhecido por ser um membro activo da sua comunidade.

O jornal Ynet deu conta da habitual distribuição de doces e dos festejos que sempre marcam os assassínios cometidos pelos terroristas:
 
Na cidade de Durah, próxima do local de assassínio, os colonos árabes festejaram a morte de Avraham Asher Chasno. 
Os colonos árabes tiraram fotografias e celebraram postando-as nas redes sociais:



O jornal Daily Mail divulgou a notícia, as fotos e um vídeo. A United With Israel também deu esta notícia. Poucos são os meios de comunicação que têm a coragem de mostrar o terrorismo islâmico, sobretudo quando é contra os israelitas. No entanto, graças à Internet, cada vez mais pessoas podem tomar conhecimento de que a Imprensa MENTE, retratando os terroristas como vítimas.

Ajude as vítimas divulgando a VERDADE. Ajude-as também com as suas orações. A organização STAND FOR ISRAEL divulga uma lista detalhada de todos os ataques e de todas as vítimas.

10 EM CADA 10 ADEPTOS DE IDEOLOGIAS TOTALITÁRIAS E GENOCIDAS ODEIAM ISRAEL E APOIAM OS TERRORISTAS ISLÂMICOS.

Certas ideologias precisam de heróis, e os heróis de certas ideologias são assassinos e terroristas. De Hitler a "Che" Guevara, de Yasser Arafat a Stalin, os maiores terroristas e genocidas da História gozam de legiões de fãs. Ao passo que as pessoas de bem e de trabalho, são consideradas desinteressantes.


Como actualmente o Comunismo e o seu filhote Nazismo não andam a matar por aí além, a extrema-esquerda e a extrema-direita suspiram de amores pelos terroristas islâmicos. Sobretudo pelos que matam judeus:

Falando num comício em Gaza, o ex-Ministro do Interior do Hamas, o terrorista Fathi Hammad, disse que "Alá criou o Homem apenas com o intuito de fazer a jihad (guerra santa muçulmana), avançar e cravas facas nos pescoços e nas barrigas dos inimigos". Este eloquente discurso foi transmitido a 19 de Outubro de 2015 pela Al-Aqsa TV. Com esta lavagem ao cérebro, do berço à tumba, o resultado é o que seria de esperar. 


Como foi o seu Outubro?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Pela primeira vez o Egipto vota por Israel na ONU‏

Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assirios, uma bênção no meio da terra; porquanto o Senhor dos exércitos os tem abençoado, dizendo: Bem-aventurado seja o Egipto, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.
Isaías 19
 
 
A delegação do Egipto na ONU na semana passada votou a favor da candidatura de Israel para ser membro da Comissão das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (UNOOSA). É a primeira vez que tal sucede, desde que Israel foi admitido como membro das Nações Unidas, em 5 de Novembro de 1949.

A aceitação de Israel na comissão foi aprovada por 117 países membros, com 21 abstenções, e o voto contra da Namíbia. Os países que se abstiveram incluíram o Qatar, a Tunísia, a Síria, a Mauritânia, Marrocos, a Arábia Saudita, o Iémen,  o Kuwait, o Iraque e a Argélia.

Fontes israelitas revelaram a aceitação veio depois de "esforços diplomáticos intensos" em muitos níveis diferentes. Note-se que Danny Danon, o enviado de Israel na ONU, foi ministro em Israel: da Ciência, Tecnologia e... do Espaço.

Antes da votação, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio não quis comentar a decisão histórica da sua delegação. Mas, mais tarde, confrontado com indignação no seu país, explicou que foi necessário o voto por Israel, a fim de garantir a adesão de alguns Estados árabes da comissão. Escusado será dizer que o Presidente al-Sisi (um muçulmano realmente moderado, que tem desenvolvido esforços assinaláveis de combate ao extremismo) foi duramente criticado pelos media radicais egípcios.
 
Via UWI
 
A propósito da acção do presidente al-Sisi, não perca o artigo:
Do excelente blogue MUHAMMAD E OS SUFIS.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

"Israel em Papel"



Por mil, mil e mil anos já o era,
o seu povo enfrentou toda a fera.
Expulsos e em números reduzidos,
sempre lá voltaram em coro de rugidos.
Agora, voltou às mesmas mãos,
as do corpo a que Israel pertence o coração.

Região derrotada,
agora levantada.
Gente tão mansa,
para viver não descansa.
Todo o problema resolvido,
inteligência que faz o antídoto.

Hoje as sirenes fazem-se soar,
acordam povo que nem a dormir pode descansar.
Quando não se chega aos refúgios que protegem,
aumentam os casos que o país entristecem.
Por eles devemos ter simpatia,
ao neles pensar, alegria.

Os ataques não vêm só pelo ar.
Também pelo chão, o inferno vem assustar.
Que não estão seguros para viver,
a muitos nós falta perceber.
Contra estes, grandes propagandas elaboram,
disfarçam em ambíguas reportagens, que outros comemoram.

Aqueles que os atacam aparecem tanto,
normalmente em grande e ruidoso pranto.
Pallywood em grandes produções,
de terroristas e apoiantes, chorões.
Quem nisto acreditar em tudo acredita.
Sorte tem quem no primeiro de abril lhe minta.

Haifa, Tel-Aviv, Jerusalém,
mil belezas cada tem.
Praias, mares e jardins,
a beleza não se encontra fins.
Uma civilização construída por valores,
no Oriente a civilização rufa seus tambores.

Belezas por descobrir,
do outro lado mentiras a encobrir.
Exemplo de prosperidade,
do outro lado fugiu a verdade.
A entrada para o Oriente,
do outro lado, alto muro nega o Ocidente.

Algo todo o mundo chega a concordar:
na natureza do Homem vive mentir e matar.
Parecemos no entanto acreditar em imunidade,
confiando que televisões e jornais contam a verdade.
Mas estes não são imunes,
e, das escolas que aprenderam, mantêm os costumes.

É este Israel,
como descrevo no papel.
É esta a mentira,
que o prestígio lhe retira.


Fenix Felix, 30/10/2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O terrorismo vai à bola


E se amanhã, durante o Maccabi Tel Aviv X F.C. Porto, o comentador da TV israelita começasse a amaldiçoar e a incitar ao assassínio de portugueses?

Um comentarista de futebol de Gaza vai recheando o relato do jogo com louvores e incitamento aos ataques terroristas que continuam a fustigar Israel.

Não há conexão lógica entre ataques terroristas e desporto, mas isso não impediu o Mu'ammar de tentar, durante este jogo realizado em Gaza.

Se fossem apenas ameaças e incentivos, já seria grave, mas diariamente, desde há quase 2 meses, a "intifada das facas" ceifa vidas inocentes israelitas. Há quem goste. Há sectores políticos que sempre idolatraram assassinos.

O que podemos testemunhar neste vídeo (que infelizmente não está legendado em Português) é o grau em que o ódio e o terrorismo estão entranhados na cultura dos colonos árabes. O pilar central da vida desta gente é o ódio: aos "infiéis", aos israelitas, e sobretudo aos judeus:


O relator-terrorista, entre outras atrocidades, diz a certa altura:

"OH NETANYAHU, UM FILHO DE HEBRON ESTÁ A CHEGAR PARA ACABAR CONTIGO ... A FACA DO FILHO DE HEBRON VAI A CORTAR TUA CABEÇA!"


 Benjamin Netanyahu e Mariano Rajoy
Imaginemos que durante um jogo de futebol na TV portuguesa o comentador se punha a gritar: "OH MARIANO RAJOY, UM FILHO DE VILA NOVA DE GAIA ESTÁ A CHEGAR PARA ACABAR CONTIGO ... A FACA DO FILHO DE VILA NOVA DE GAIA VAI CORTAR A TUA CABEÇA!".
Mariano Rajoy é o Chefe de Governo aqui dos nossos vizinhos espanhóis, para quem não sabe. Ainda que não exista nenhuma "intifada" contra os nuestros hermanos, se uma coisa destas acontecesse, no mínimo, o comentador seria sujeito a um sério exame psiquiátrico. 
Mas vamos imaginar que a tirada do comentador se devia às disputas territoriais entre Portugal e Espanha sobre o Concelho de Olivença. Ainda assim, não é um comportamento que se espera de uma pessoa normal.
Mas já é admissível se se tratar de colonos árabes e de israelitas. PORQUÊ?
"Porque os árabes são pobrezinhos e vivem numa linguazinha de terra, ao passo que os judeus são ricos, chegaram lá, roubaram-lhes a terra toda, e todos os dias alargam o seu vasto império em milhares de quilómetros e matam milhares de crianças árabes tenrinhas para se divertirem!" acredite-se ou não, é esta a ideia que vive nas cabeças da esmagadora maioria das pessoas que se manifestam contra Israel.
É uma forma de discriminação positiva, que acha admissível que os árabes e muçulmanos façam barbaridades que não se admitem a qualquer outro povo.
Se essas pessoas se atrevessem a entrar neste blog e ver o vídeo acima, ficariam deveras surpreendidas por haver jogos de futebol em Gaza. Na imaginação delas, Gaza é descampado lamacento, uma espécie de campo de treino para a Aviação israelita treinar tiro ao árabe.
Já experimentei por diversas vezes pegar num mapa-mundi e pedir a essas pessoas que me apontem Israel. Não conseguem encontrar.
Israel (a azul) e o mundo árabe.
Não sabem onde fica Israel, nem sabem absolutamente NADA sobre a História passada e contemporânea desta região.Mas odeiam. De forma mais aberta, ou com uma fina capa de verniz de politicamente correcto, odeiam. E assistirão de bom grado a um novo Holocausto, se tal se vier a verificar. E contribuirão para ele, se tiverem oportunidade.
E no entanto, mesmo para o intelecto e cultura limitados dessas pessoas, é simples:
Os Portugueses são de Portugal. Os Brasileiros são do Brasil. Os Britânicos são das Ilhas Britânicas. Os Timorenses são de Timor. Os Israelitas são de Israel. Os Árabes são da Arábia.

 A explicação ilustrada.
Os Árabes invadiram Israel em 1920, como noutros tempos invadiram a Europa, o Norte de África, todo o Médio Oriente e a Índia.
A "Palestina", enquanto nação Árabe ou muçulmana, NUNCA EXISTIU:



 INVENTANDO A PALESTINA E OS PALESTINOS -3

Os Árabes simplesmente não admitem um Estado não-muçulmano no meio do vasto império árabe-islâmico. O tamanho de Israel é uma anedota. Israel é 0,5% do Médio-Oriente em área e 0,02% do mundo islâmico! Israel já cedeu mais de 2/3 do seu território em troca de paz. Mas nunca chega. Só a extinção de Israel e dos judeus satisfará os árabes e os muçulmanos em geral, em número de 1 bilião e 600 milhões, contra 13 milhões de judeus.


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

História de Israel - O Primeiro Exílio


Separados dos seus irmãos que não foram deportados, os judeus da Diáspora produziram neste período reflexões preciosas, narradas em diversas obras, nomeadamente na Bíblia. Foi uma dura prova, no entanto espiritualmente fértil.

O Primeiro Exílio
Apenas algumas gerações após o período de glória e prosperidade sob o rei Salomão, os israelitas conheceram a derrota às mãos dos Assírios, e, em seguida, após 200 anos, dos Babilónios. Dois países vizinhos e hostis, situados a Norte, onde hoje é a Síria e o Iraque, respectivamente.

O Templo (Beit HaMikdash, em Hebraico) foi destruído, os seus santos objectos saqueados, e os judeus exilados. Este foi o início da Diáspora judaica, uma época que viu as comunidades judaicas e estudo da Torá florescerem fora da Terra Santa.
No entanto, não importa o quão bem sucedidos espiritualmente os judeus se tornaram nas suas comunidades em solo estrangeira (principalmente na Babilónia), a sua conexão com a Terra de Israel nunca desapareceu. Um dos mais famosos salmos, o salmo 137, eloquentemente, descreve o povo judeu chorando junto aos rios da Babilónia, jurando que nunca iria esquecer a cidade santa de Jerusalém, tão crucial para a sua identidade como a própria mão direita:

1 Junto aos rios da Babilónia
nós nos sentamos e choramos
com saudade de Sião.
2 Ali, nos salgueiros,
penduramos as nossas harpas;
3 ali os nossos captores pediam-nos canções,
os nossos opressores exigiam
canções alegres, dizendo:
"Cantem para nós uma das canções de Sião!"
4 Como poderíamos cantar
as canções do Senhor
numa terra estrangeira?
5 Que a minha mão direita definhe,
ó Jerusalém, se eu me esquecer de ti! 
6 Que me grude a língua ao céu da boca,
se eu não me lembrar de ti
e não considerar Jerusalém
a minha maior alegria!


A cena celebrizada pelo Salmo 137

O exílio foi um evento traumático na História judaica. De uma só vez, o povo judeu perdeu a sua independência, o seu Templo, e a sua terra natal.
Depois de o Reino do Norte de ter sido exilado, cerca de 200 anos antes, o exílio do Reino de Judá foi um duro golpe na presença judaica completa em Israel.
Nabucodonosor, Rei de Babilónia, tinha permitido apenas que as pessoas mais pobres permanecessem em Jerusalém. O período do cativeiro babilónico na Terra Santa antes da destruição do Templo teve efeitos profundos na religião e cultura judaica.


Outra cena famosa do cativeiro na Babilónia: o profeta Daniel interpreta o sonho de  Nabucodonosor.

O actual alfabeto hebraico foi adoptado por aqueles que permaneceram em Israel, substituindo o alfabeto israelita tradicional. Foi o último período de intensa profecia divina, principalmente por meio do profeta Ezequiel. E foi nesse momento que a Torá começou a ser compilada pelos principais estudiosos da Grande Assembleia que permaneceram em Jerusalém.
A divisão em"tribos" perdeu-se, com excepção da tribo de Levi, que continuou a ter o seu papel único como servidores do Templo.
Esta foi também a primeira vez, desde o reinado do Rei Saúl, que o povo judeu se viu sem um líder.

Ruínas da Babilónia, descobertas por pesquisadores europeus no início do século XX.

Sábios e estudiosos começaram a emergir como líderes, com destaque para Ezra e Neemias, sábios exilados que viriam a liderar o regresso do povo judeu à sua terra natal, desde a Babilónia.


Neemias impulsionou a reedificação do Templo

Gedalias, o líder judeu nomeado por Nabucodonosor como governador dos restantes judeus indigentes de Jerusalém, começou a revitalizar a cidade e, com ela, as esperanças do povo. No entanto, Gedalias foi assassinado por um judeu que se ressentia da sua proximidade com a regência da Babilónia, e as restantes famílias judias, temendo represálias dos babilónios, fugiram para o Egipto.
Só pelo decreto do Rei Ciro da Pérsia (actual Irão), em 538 A.E.C., é que os judeus foram finalmente autorizados a regressar à sua Terra Santa.


 


O actual Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem lembrado esta antiga ligação entre as duas nações, e têm-se registado iniciativas israelitas de apreço pela Pérsia, nomeadamente a conhecida "ISRAEL AMA O IRÃO". Que foi teve resposta imediata através de "O IRÃO AMA ISRAEL":





 

domingo, 1 de novembro de 2015

Tragédia no Sinai


224 pessoas morreram ontem, após a queda do avião em que viajavam, sobre a Península do Sinai.  Acidente, ataque com mísseis ou bomba a bordo, as causas da tragédia são ainda desconhecidas.

Excertos da notícia do Washington Post sobre a tragédia de ontem:
CAIRO - Um avião russo que transportava mais de 200 passageiros caiu na Península do Sinai, no Egipto, disseram as autoridades egípcias e russas este sábado, levando duas operadoras a desviarem os voos na área depois de os militantes do Estado Islâmico/ISIS terem afirmado que abateram a aeronave.
A Lufthansa da Alemanha e a Air France-KLM passaram a evitar o espaço aéreo do Sinai, fazendo crescer a preocupação internacional com o alcance bélico dos jihadistas na região, ainda que as autoridades e os  especialistas em aviação tenham negado as reivindicações dos terroristas. 
As autoridades egípcias e russas negaram no sábado que os jihadistas tenham abatido o avião, que voava a 31.000 pés antes de se ter despenhado. Mísseis terra-ar normalmente  só conseguem abater aeronaves que voem abaixo de 10.000 pés, dizem os analistas.
O trajecto da aeronave

O voo charter dirigia-se para a cidade russa de São Petersburgo e era operado pela transportadora russa Metrojet. "Desapareceu" logo após a descolagem do resort egípcio de Sharm al-Sheikh, no
Mar Vermelho, um destino popular entre os turistas russos, disse a Agência de Transporte Aéreo Federal da Rússia.
Os 217 passageiros e sete tripulantes sobrevoavam uma região remota no centro de Sinai, informou o Ministério da Aviação Civil egípcia. Não houve sobreviventes, disseram as autoridades egípcias e a Embaixada da Rússia no Cairo. (...)

Este mapa mostra os ataques da coligação ocidental e os da Rússia, na guerra civil em curso na Síria:

Duas das maiores companhias aéreas da Europa disseram que não iriam sobrevoar o Sinai, que é palco de uma insurgência islâmica violenta, até os investigadores determinarem a causa do acidente. A filial do Estado Islâmico/ISIS no
Sinai reivindicou este sábado que os seus combatentes derrubaram o Airbus A320 para vingar os ataques russos sobre os insurgentes na Síria, mas o grupo não disse como derrubou o avião. 
A Rússia está a fazer uma intervenção militar na Síria para apoiar o seu aliado, o presidente sírio Bashar al-Assad, que enfrenta uma guerra civil devastadora. Aviões de guerra russos têm realizado centenas de ataques aéreos e mataram dezenas de civis na Síria ao longo do mês passado.
Os jihadistas do Sinai juraram lealdade ao Estado Islâmico/ISIS no ano passado e têm realizado centenas de ataques contra as forças de segurança. Especialistas em segurança dizem que os militantes são conhecidos por terem mísseis terra-ar  que podem abater aeronaves voando a baixa altitude.
A Airbus, de propriedade francesa, disse em comunicado que o avião que caiu foi construído em 1997 e tinha acumulado mais de 56.000 horas de voo. A Metrojet adquiriu-o em 2012, disse a Airbus.(...)


 Sharm al-Sheikh

Turistas russos visitam a Península do Sinai no Egitpto todos os anos, pois aí as temperaturas permanecem altas durante todo o Inverno. A parte sul do Sinai, ao longo da costa do Mar Vermelho, não é atormentada pela mesma violência islâmica no norte do Sinai, que faz fronteira com a Faixa de Gaza. Os veraneantes procuram as praias imaculadas do Sul do Sinai, mas o turismo tem sofrido com a violência e os tumultos na esteira da Primavera Árabe.
 
No início deste ano, o ministro do Turismo egípcio Khaled Abbas Rami disse que cerca de 3 milhões de turistas russos viajaram para o Egipto em 2014, principalmente para visitar resorts no Mar Vermelho. 
O governo egípcio disse este sábado que entre os passageiros mortos estavam três cidadãos ucranianos. Os restantes passageiros eram cidadãos russos, incluindo 17 crianças.

O nosso breve comentário: acidente ou ataque terrorista, o Estado Islâmico/ISIS, cujo fim foi anunciado por Barack Obama, ganha terreno em todo o globo, de dia para dia, está a mudar as vidas de toda a gente e continua o seu genocídio implacável. A inacreditável incompetência da actual geração de líderes assim o tem permitido.