Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
"Se os poderes em 1942 tivessem agido ..., poderiam ter salvo 4
milhões de judeus e milhões de outras pessoas", afirmou Netanyahu na
cerimónia oficial do Dia do Memorial do Holocausto no Yad Vashem. No seu discurso no domingo à noite na cerimónia oficial de Estado que
marcou o início do Dia do Memorial do Holocausto no Museu do Holocausto/Yad Vashem, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu denunciou a inacção
dos Aliados durante o Holocausto e o seu fracasso em salvar os judeus. Referindo-se a documentos da ONU recentemente divulgados mostrando que
os Aliados compreenderam a situação terrível dos judeus da Europa já em
1942, Netanyahu enfatizou a importância de um forte Estado judeu. "Se os poderes em 1942 tivessem agido contra os campos de extermínio -
e tudo o que era necessário era bombardearem-nos repetidamente - se
tivessem agido, poderiam ter salvo 4 milhões de judeus e milhões
de outras pessoas", disse ele.
Cerimónia integral:
"Os poderes sabiam, e não agiram", afirmou. "Quando crimes terríveis estavam a ser cometidos contra os judeus,
quando os nossos irmãos e irmãs estavam a ser enviados para os fornos, os
poderes sabiam e não agiram".
"Temos de ser capazes de nos defender"
Netanyahudeclarou três causas para o abate organizado de judeus: anti-semitismo
generalizado, indiferença global e a fraqueza do povo judeu na Diáspora.
A lição é clara, continuou ele, enfatizando a importância de um forte Estado de Israel e da sua capacidade de se defender.
"Temos de ser capazes de nos defendermos sozinhos contra qualquer ameaça e contra qualquer inimigo", declarou. "De um povo indefeso, nós transformámo-nos numa nação robusta. De uma nação indefesa, nós transformámo-nos num país poderoso, que pode defender-se, com um dos exércitos mais fortes". Netanyahu disse que essa lição o guia "todas as manhãs e todas as noites".
Israel transformou-se numa nação forte, com uma das "mais fortes
forças defensivas do mundo", acrescentou Netanyahu, alertando que
"aqueles que buscam destruir-nos, colocar-se-ão em perigo de destruição".
O
líder israelita também condenou a "hipocrisia" das Nações Unidas
(ONU), que , disse, transfere o seu "ódio aos judeus em ódio ao Estado
judeu".
- Tal como no Holocausto, hoje Mundo sabe do extermínio dos Tibetanos pela China comunista e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos na Coreia do Norte e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos e dos animistas no sul do Sudão, e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos (1 cristão e assassinado a cada 5 minutos) e de outras minorias no mundo islâmico, e nada faz. Daqui a uns anos também iremos dizer hipocritamente que "nunca mais"?
Em discurso no Dia da Memória do Holocausto, o secretário-geral da
ONU condenou o "tremendo crime e o erro mais estúpido" que o seu país cometeu, na
expulsão dos seus judeus no final do século XV.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, prometeu estar na
vanguarda da luta contra o anti-semitismo ao dirigir-se à Assembleia
Plenária do Congresso Judaico Mundial no domingo à noite, na véspera do
Dia da Memória do Holocausto.
"Como secretário-geral das Nações Unidas, estarei na linha de frente na luta contra o anti-semitismo", afirmou Guterres. "O anti-semitismo nunca morreu apesar do choque do Holocausto". Guterres reconheceu que a oposição ao direito de Israel de existir equivale ao anti-semitismo contemporâneo. "A forma moderna de anti-semitismo é a negação da existência do Estado de Israel", disse ele. "Israel tem um direito inegável de existir e de viver em paz e segurança com seus vizinhos".
O
Secretário-Geral também aproveitou a oportunidade para condenar os
pontos negros da História de seu país natal, Portugal, sobre o
anti-semitismo. Apontando para a "política sistemática de discriminação dos judeus na
Idade Média", referiu-se à decisão de Portugal pouco depois da
Inquisição espanhola, de expulsar os judeus, que ele descreveu como "um
crime tremendo e o erro mais estúpido cometido em Portugal".
Outras autoridades da ONU que participaram do evento incluíam a
directora-geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação,
Ciência e Cultura), Irina Bokova, a embaixadora dos EUA Nikki Haley e o
embaixador israelita na ONU, Danny Danon.
O presidente dos EUA, Donald Trump, também se dirigiu à Assembleia por
vídeo, apelando a "acabar com o preconceito e o anti-semitismo onde
quer que seja encontrado".
Na manhã de Yom
HaShoah,o Dia da Lembrança do Holocausto, os israelitas em todo o país suspenderam o que estavam a fazer e ficaram em silêncio, em memória dos seis milhões de vítimas assassinadas no
Holocausto, enquanto uma sirene soou durante dois minutos, marcando o início
das cerimónias oficiais do memorial.
O ataque terrorista deste domingo em Tel Aviv ficou documentado pelas câmaras de segurança do hotel onde um "palestino" de 18 anos esfaqueou dois homens e uma mulher. O terrorista esfaqueou depois uma quarta vítima - um homem - na praia defronte do hotel:
Pessoas com poucos conhecimentos em matérias de segurança e contra-terrorismo, tendem a desvalorizar os ataques com objectos cortantes ou perfurantes (facas, machados, cutelos, chaves de fendas, etc.), considerando que apenas as armas de fogo são graves. Na verdade, não é assim. Em mãos hostis, esses objectos são tão letais como uma pistola. Perguntem a quem sabe.
Mas os que verberam os israelitas por estes não se deixarem passivamente esfaquear, atropelar e queimar vivos pelos terroristas, decerto que teriam outra opinião se fossem eles mesmos os alvos. O Holocausto, os pogroms comunistas, e outras formas de extermínio dos judeus, vivem no inconsciente colectivo e perpetuam-se no financiamento dos terroristas dedicados a exterminar judeus.
A "Autoridade Palestina" -o bando terrorista que o Mundo aceita como se fosse uma instituição normal - apelou a que os muçulmanos atacassem os judeus por todos os meios (facas, carros, fogo, etc.). A "Autoridade Palestina" é subsidiada pelo Mundo inteiro(tal como os terroristas do Hamas, que dominam Gaza e atacam atacam sistematicamente Israel).
Ver INTIFACADA. P.S. - Este terrorista entrou em Israel inserido num grupo de "pacifistas" árabes muçulmanos denominado NATURAL PEACE TOURS. É esta a paz do Islão: depois de eliminados os infiéis, é a paz dos cemitérios.
É o escândalo do momento! Com a eleição de Donald Trump, previam-se campos de concentração para homossexuais, a eliminação sistemática de toda a população não-branca, marchas nazis na Brodway, etc., etc..
Como Trump fez mais em 80 dias do que o indivíduo que o antecedeu fez em 8 anos, como Trump está a ser um sucesso (com a Economia a acelerar, o desemprego a cair, o Mundo Livre a responder finalmente ao terror islâmico, etc.), a Esquerda revelou um caso CHOCANTE, que, na nossa opinião, deve levar à demissão imediata de Trump:
Kid Rock, Sarah Palin e Ted Nugent, foram convidados para a Casa Branca e tiveram o descaramento de posar de uma forma brincalhona em frente ao retrato oficial de Madame Clinton, ex-braço direito do Terrorista em Chefe, companheira sentimental e sexual da terrorista Huma Abedin, Esposa do casto Bill, etc., etc..
Mas o que escandalizou deveras a Esquerda foi que estes rednecks ("saloios", "caipiras") NÃO TIRARAM O CHAPÉU!!!!!!!!!!
E a gente a pensar que para a Esquerda era uma virtude ser-se do Povo...
Palin foi chamada asshole("olho do c*", em Português) pelo Buzzfeed, e Nugent e Kid Rock foram obviamente chamados "racistas".
Agora, e para que se entenda que a Esquerda e apenas a Esquerda é a proprietária exclusiva de toda virtude, aqui vai um serão típico de Obama e da Esquerda na Casa Branca, com os convidados do Terrorista em Chefe:
Por ocasião de uma noite gay na Casa Branca, organizada pelo amigo Obama, o director nacional de uma coisa chamada
'Soluções para o Progresso', Matthew Hart, posou na frente do retrato de Ronald
Reagan com os dedos como a imagem documenta:
E ficou tão orgulhoso da sua realização fotográfica, que a postou no Facebook com a legenda, "FUCK REAGAN" (Em Português, "QUE SE F*** O REAGAN!").
O educadíssimo e inteligentíssimo activista gay acrescentou:
"Sim, que se f*** o Reagan. Ronald Reagan tem sangue nas mãos. Ele estava na Casa Branca quando a AIDS explodiu, e ele ficou feliz por ver muitos homens gay e pessoas homossexuais morrerem. Ele era um louco assassino, e eu não tenho nenhum problema em dizer isso. Não me convidem de novo. Não me importo."
CLAP! CLAP! CLAP! PALMAS PARA O INTELECTUAL! Raciocínios destes só estão ao alcance dos Eleitos da espécie humana!
O gesto foi imitado pela simpática e distinta fotógrafa Zoe Strauss:
Você, que é burro como nós (ou não estaria a ler isto), deve estar a pensar: "E se algum convidado de Trump fizesse estes gestos em frente ao retrato de Obama?".
Lá está! É DIFERENTE! Porque quando é a Esquerda a fazer, é bom e puro! Mas quando é a Direita, é mau e sujo!
Lembra-se dasfotos de nudez da Melania Trump ou da mãe da Marine Le Pen? São fotos porcas, e elas são umas ordinárias, porque uma é casada com Donald Trump e a outra é mãe de Marine. Já asfotos de nudez da Isabel Moreira ou da mãe do Obama, são de nudez pura, boa e revolucionária, porque é gente de Esquerda!
Mas o momento alto desta trepidante noitada, tipicamente Obamesca, foi esta sessão de farrobodó entre a Zoe Strauss e outra senhora, bem debaixo do retrato de Reagan:
Que respeito! Que elevação! Isto sim, é refinamento! Não é cá como se o atrasado mental do Kid Rock se pusesse ali no esfreganço com uma qualquerpobretona, empregadota de bar, white trash, por debaixo do retrato dadeusa Hillary! Isto é gente que bebe do fino! Isto é a fina-flor! Isto é a Esquerda!
Assassino de estudante britânica vai receber pensão do governo 'palestino'
Hannah Bladon
O
terrorista 'palestino' acusado de matar uma estudante britânica na semana
passada receberá cerca de 1.000 dólares por mês do governo
'palestino'. Para
colocar isto em perspectiva: um trabalhador 'palestino' médio ganha cerca de 450 dólares por mês, o que significa que, em recompensa por um dia de
terror, o assassino de Hannah Bladon receberá mais do dobro do salário
'palestino' típico, a tempo inteiro, a cada mês, para o resto da sua vida ... ou pelo menos até que o mundo finalmente ponha fim a esta prática.
O
governo da'Autoridade Palestina', desafiando a pressão internacional,
está a aumentar o seu orçamento para salários dos terroristas:
em 2016 era de até 180 milhões de dólares. Esse
orçamento é financiado em parte pelo Reino Unido, que fornece 25
milhões de libras (cerca de 32 milhões de dólares) por ano em ajuda externa.
Por
outras palavras, os contribuintes do Reino Unido estão a pagar um salário ao terrorista que assassinou um dos seus próprios
cidadãos.Esta
questão cresceu em visibilidade após o quase assassinato do cidadã britânicaKay Wislon, cujos supostos assassinos recebem 9.000 libras por ano. Wilson sobreviveu apenas porque os terroristas acreditaram que ela já estava morta.
No
caso de você ter perdido a história quando ela saiu pela primeira vez:
Na semana passada Jamil Tamimiesfaqueou uma estudante de intercâmbio do Reino Unido até à morte no metro de superfície de
Jerusalém. A
vítima, de 21 anos, Hannah Bladon, era uma estudante universitária de
Birmingham e estava a fazer um programa de intercâmbio na Universidade
Hebraica de Israel.
Kay Wilson sobreviveu a um brutal ataque terrorista islâmico. A sua amiga cristãKristine Luken, foi assassinada no mesmo ataque.
Alguém consegue conceber o mundo inteiro a enviar dinheiro para o ISIS, para a Al-Qaeda, para o Boko-Haram, para qualquer grupo terrorista?
Pois bem: os grupos terroristas como o Hamas ou a Autoridade "Palestina", que matam judeus, recebem dinheiro de todo o mundo, para continuarem o seu Holocausto. E Israel é pressionado pelo mundo inteiro a "dialogar" com eles.
Alguém consegue conceber por exemplo a França a "dialogar" com os terroristas que fizeram os massacres do Charlie, do Ba-Ta-Clan, etc..?
Na nossa secção INTIFACADA tentamos fazer um pequeno acompanhamento desde fenómeno. Mas os ataques a judeus são permanentes. Ainda agora, mais um ataque terrorista em Tel Aviv, causando quatro feridos. As autoridades conseguiram deter o terrorista sem o matarem. Se o tivessem abatido (como sucederia em qualquer outro país do mundo) Israel seria acusado de "assassinar um inocente". Assim, o senhor vai preso, e Israel vai ser acusado de ter feito um "mais um prisioneiro político".
Enquanto isso, a família e o terrorista, quando em breve for libertado, vão receber uma choruda pensão. Que VOCÊ paga!
Sempre que são assassinados Israelitas, os "palestinos" celebram, em delírio. E os nazis, os jornalistas e a esquerda em geral também!
Eu sou um indígena da tribo Métis, do norte da Alberta, Canadá. Meu
pai, Mervin Bellerose, foi o co-autor da lei sobre os Métis em 1989, que
foi aprovada pelo Tribunal Legislativo de Alberta, em 1990, e fortaleceu os nossos
direitos sobre a terra. Fundou a organização "Canadianos pela Responsabilização", um grupo de defesa dos direitos indígenas; e eu sou um dos organizadores e participantes do movimento "Nós Já Não Estamos Passivos", na cidade de Calgary.
E sou um Sionista.
Porque os judeus são um povo indígena de Israel e porque os palestinos não são.
O Estatuto de Indígena
Em primeiro lugar, devemos reconhecer que não há nenhuma regra que estipule que a terra não pode ter senão um povo indígena.Esta não é uma operação de soma zero em que se um grupo é considerado indígena e outro não é.Dizer que os judeus são um povo indígena não exclui a possibilidade de que os palestinos sejam também.
No entanto, existem regras muito claras para identificar um povo indígena. É
um pouco complexo, mas pode ser resumido na lista de características
abaixo, desenvolvida pelo antropólogo José R. Martínez Cobo (ex-Relator
Especial da Subcomissão para a Prevenção da Discriminação e Protecção das
Minorias nas Nações Unidas).
Nativos americanos sob a bandeira de Israel
Esta lista de critérios foi desenvolvida para que os direitos dos indígenas começassem a ser respeitados em todo o globo. Este reconhecimento é extremamente importante porque, graças a ele, como indígenas, não podemos permitir que os povos não-indígenas produzam falsas alegações, que, em última análise, poderiam prejudicar os nossos próprios direitos.
Israel é o primeiro estado indígena do mundo moderno A criação e a declaração da nação soberana de Israel marca a primeira vez em toda a História, em que as pessoas indígenas conseguiram recuperar o controle da sua terra ancestral e construir um Estado-nação. Como tal, é extremamente importante para os povos indígenas,reconhecer e apoiar Israel, que é um excelente exemplo a imitar pelos nossos povos.
A
definição de trabalho actual do conceito de "povos indígenas" para
cumprir os objectivos apresentados neste ensaio, é a desenvolvida pelo
antropólogo José R. Martínez Cobo, mencionado acima. Ao tomá-la como ponto de apoio, vou dar detalhes de porque é que os judeus são os nativos de Israel e porque é que os palestinos não são.
A pesquisa
de Martinez-Cobo sugere que as comunidades, os povos indígenas e as nações
são aqueles que, tendo uma continuidade histórica com as sociedades
anteriores à invasão e colonização, que se desenvolveram nos seus
territórios, consideram-se ainda assim distintos de outras franjas que prevalecem agora nesses territórios, ou em partes deles. Eles
formam hoje sectores não-dominantes da sociedade e estão determinados a
preservar, desenvolver e transmitir às gerações futuras os seus territórios
ancestrais e a sua identidade étnica, como a base da sua sobrevivência
como povos, de acordo com os seus próprios padrões culturais, instituições sociais e sistemas legais.
Esta continuidade histórica deve assegurar a continuidade, por um longo período, até ao período actual, de um ou mais dos seguintes factores:
- A ocupação de terras ancestrais, ou pelo menos uma parte delas.
As 12 Tribos de Israel e seus territórios.
- A ancestralidade comum com os ocupantes originais dessas terras.
- A cultura em geral e eventos específicos (como a religião, o facto de viverem num sistema tribal, pertença a uma comunidade indígena, roupas, hábitos, estilo de vida, etc. ...).
- A Língua (se usado como a única Língua em vigor, a Língua materna como meio usual de comunicação em casa ou na família, ou como a Língua principal, preferida, habitual, geral ou normal).
Manuscritos do Mar Morto
- Habitação em certas partes do país ou em determinadas regiões do mundo.
- A religião, que afirma o lugar decisivo de conexão espiritual com as terras ancestrais.
- A quantidade de sangue - que corresponde à quantidade de sangue que se tem de um povo específico - que permite a alguém identificar-se com este. Este conceito foi desenvolvido pelos colonialistas, a fim de determinarem o que são as raças indígenas.
Um rápido olhar sobre os judeus. Até que ponto eles correspondem a esta definição?
• A terra foi ocupada, primeiro pelos Romanos e depois pelos Árabes no século VII.
• Eles compartilham um ancestral comum com os ocupantes originais, como identificaram vários estudos genéticos.
• Pode rastrear-se directamente a sua cultura no Levante, onde se têm
desenvolvido, através do que é hoje conhecido como a "cultura judaica". Enquanto
várias comunidades judaicas têm tradições ligeiramente diferentes,
todas elas compartilham as mesmas raízes culturais e mantêm-se
inalteradas ao longo do tempo. Eles reviveram a sua Língua tradicional, e embora muitos ainda falem
Yiddish e Ladino, o Hebraico tornou-se novamente a língua predominante. • Eles estabeleceram uma conexão espiritual com a sua terra, que desempenha um papel essencial nas suas tradições como povo.
Apesar de todos os argumentos relativos aos judeus "europeus", eles satisfazem, na verdade, todos os critérios estabelecidos por Martínez Cobo. Mesmo que Israel seja o primeiro Estado nativo moderno, ainda há territórios ocupados por estrangeiros na Cisjordânia (Judeia e Samaria). Estas são terras ancestrais, que muitas pessoas sentem que devem ir para os povos indígenas, no que diz respeito à auto-determinação.
O reverso da medalha
Os palestinos têm o que se pode chamar "direitos por presença de longa data" e, embora sejam direitos legítimos, eles não substituem os direitos indígenas. A verdadeira natureza da "presença de longa data" significa que, apesar de terem vivido lá há muito tempo, eles não têm o direito de ocupar ou controlar os povos indígenas.
O argumento de que os palestinos são os indígenas é impreciso por várias razões:
•
Aproximadamente 50% dos árabes palestinos não são capazes de traçar a
árvore genealógica dos seus antepassados sequer até aos seus bisavós. Muitos são descendentes de árabes levados para o Levante pelos Britânicos, para construírem infra-estruturas após a 1ª Guerra Mundial.
• A grande maioria dos palestinos são muçulmanos Língua árabe; o árabe é a língua nativa da Península Arábica, como é a religião muçulmana. Os lugares mais sagrados do Islão não são encontrados no Levante, mas na cidade de Meca, localizada na Península Arábica. Eles não têm cultura especificamente "palestina", que possa ser completamente datada como palestina, antes de 1960; na verdade, antes desse período, a maioria deles identificava-se como moradores da "Grande Síria".
•
Alguns palestinos compartilham um ancestral comum com os povos
indígenas, mas eles nunca seguiram as tradições indígenas, nem se identificam
com os povos indígenas. Eles não compartilham nem a Lingua nem a religião com eles. A quantidade de sangue, por si só, é insuficiente para transmitir o estatuto de Indígena.
• Os árabes do Médio Oriente incluem várias populações nativas, mas nenhum grupo se torna indígena no lugar dos povos submetidos.Estes invasores conquistaram toda a região e propagaram a sua própria Língua, costumes e religião. Este é um facto histórico.
Agora você pode perguntar porque é que tudo isto é tão importante. Isto
é importante para os povos indígenas, porque não podemos permitir o
argumento de que os conquistadores podem tornar-se nativos. Se o permitirmos, como povos indígenas, esse argumento torna-se
aceitável, e então nós deslegitimamos os nossos próprios direitos e
desapareceremos.
Se
os conquistadores puderem tornar-se indígenas, os brancos europeus
que invadiram as minhas terras ancestrais na América do Norte, poderiam
agora proclamar-se nativos. Os brancos europeus da Austrália e da Nova Zelândia poderiam reivindicar-se como indígenas.Se, nem que seja apenas uma vez, nós permitirmos que este argumento se torne
aceitável, os Direitos Indígenas serão abruptamente desvalorizados e
desprovidos de qualquer significado. É
muito estranho que aqueles que argumentam pelos "direitos indígenas" dos
palestinos também sejam geralmente aqueles que têm menos compreensão da História e nenhuma compreensão da verdade do princípio dos Direitos Indígenas.
Zion Karasanti, Yitzhak Yifat e Haim Oshri, junto ao Muro das Lamentações, em Jerusalém, após a libertação pela Guerra dos Seis Dias, em 7 de Junho de 1967, à esquerda; e 40 anos mais tarde, a 16 de Maio de 2007.
Se você for confrontado com o argumento de que os conquistadores podem tornar-se nativos de uma região, em virtude dos direitos de conquista, pode colocar este artigo sob os narizes de quem o afirmar e ajudá-los a compreender não só porque é que esse argumento é falso, mas porque é tão perigoso para todos os povos indígenas, em qualquer lugar.
Muita gente se põe a opinar sobre o conflito Israelo-Árabe, mas pouca gente se dispõe a estudar. Muitos tomam partido com base na emoção, na manipulação mediática anti-semita.
Mas, curiosamente, são as pessoas que vivem em terras ROUBADAS aos povos indígenas, que mais odeiam que Israel seja independente de novo. Desde logo os muçulmanos, que dizimaram populações inteiras aos milhões, no Norte de África, Sul da Europa, Médio Oriente, Ásia. Veja-se o Egipto, onde sobrevivem os verdadeiros egípcios, os coptas, sempre sob cerrada perseguição.
Mas também outros colonos, como os europeus, os actuais habitantes das Américas, da Austrália, ou da Nova Zelândia. Veja este post, sff: