sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Deputado cristão sul-africano arrasa BDS


Nazis do BDS levam a pior com Matisyahu


Vimos recentemente como a organização antissemita BDS mostrou a sua verdadeira face em Espanha, ao boicotar a presença do cantor Matisyahu num festival de reggae, por este ser judeu. 


A BDS recorre frequentemente à propaganda de estilo nazi, sem quaisquer escrúpulos. Uma das estratégias é acusar Israel de apartheid, e nem se coíbe de usar o Photoshop para produzir medíocres montagens de Mandela com um lenço à moda do terrorista Arafat, a dizer mal de Israel. Tão ridículo... 



De apartheid percebia também Martin Luther King, um homem de Paz, um herói e um grande Amigo de Israel...

Na falta de melhor, os neo-nazis da BDS inventam citações antissemitas e atribuem-nas às mais diversas personalidades - de preferência já falecidas, como é o caso de... Einstein! Para além de ridículo!!!

Pessoas de bem de todo o mundo estão a condenar a BDS. Se mais gente se chegasse à frente, o terrorismo, o Nazismo, as ditaduras - o Mal, enfim - não vingariam.


Deputado sul-africano: "Nada em Israel se assemelha a 'apartheid'"
O membro do Parlamento Sul-Africano Kenneth Meshoe manifestou-se contra a alegação dos activistas do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), de que Israel é um "Estado de apartheid".
"Há muitos cristãos que apoiam Israel, mas que não se manifestam ... Aqueles que sabem o que  apartheid realmente é, como eu sei, sabem que não há nada em Israel que se pareça com apartheid", disse Meshoe, que é o presidente da Partido Democrata Cristão Africano, ao Canal 10. E acrescentou que aqueles que apoiam Israel na África do Sul frequentemente se deparam com "intimidação".
A visão de que Israel é um estado de apartheid, disse ele, "é uma declaração política vazia que não detém a verdade. Em Israel pode ver-se a coexistência entre pessoas de diferentes cores, origens e religiões".
"O movimento BDS é uma verdadeira dor para nós, os que na África do Sul amamos a verdade. O movimento BDS não é um movimento democrático; eles são um movimento de intimidação, um movimento que pratica o ódio. As pessoas que não acreditam no ódio não devem permitir que o movimento BDS as impeça de fazer o que está certo", acrescentou Meshoe ao Jerusalem Post.
Meshoe fez os comentários no contexto de uma discussão sobre a recente controvérsia envolvendo a estrela do reggae judaica Matisyahu, que foi banido de um festival de música em Espanha devido à pressão da BDS pela sua recusa em aderir à exigência do festival de que apoiasse publicamente um Estado palestino, mas mais tarde, foi re-convidado.
Por: JNS.org

Os judeus escondidos da Etiópia


Aqui está a história dos orgulhosos judeus  que vivem na Etiópia, onde lutam para preservar a sua identidade, num ambiente de hostilidade e perseguição.

Há 2000 anos, na época da destruição do Segundo Templo judaico, um grupo de judeus fugiu para a Etiópia. Infelizmente, como o passar dos anos, eles experimentaram grande hostilidade e perseguição por parte dos seus vizinhos, e foram forçados a esconder-
se.

Este vídeo, parte de um filme de Irene Orleansky, conta a comovente história dos judeus da região de North Shewa na Etiópia. A sua própria existência é um milagre e a sua força é inspiradora.
Via UNITED WITH ISRAEL

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Apartheid e escravatura no Líbano não incomodam


Já se tornou impossível aos media oficiais esconderem a greve dos trabalhadores de limpeza, públicos e domésticos, no Líbano. Desde há meses que o mal-estar se acumulava. Houve quem tivesse feito greve de fome e até quem se tivesse suicidado.

Na generalidade dos países islâmicos, os não muçulmanos são cidadãos de segunda (se estiverem de passagem e com dinheiro para gastar), são cidadãos de terceira se lá viverem e pagarem a jizyiia* para poderem viver, e são escravos, se forem para lá trabalhar. Esta cultura supremacista e bárbara não entende o conceito de Direitos Humanos.

* Releia o nosso post 
«O escritor líbio Mojahed Busify explica que a Segurança Social que os sustenta é vista por eles com naturalidade, como a jizya. Chegam-se ao caixa do banco onde vão buscar o que nós lhes pagamos, e dizem-lhe: "Converta-se ao Islão ou mato-o!". O caixa paga-lhes e eles vão-se embora felizes da vida. É este o fosso civilizacional entre o Islão e o Ocidente, entre o século VII e o século XXI. É o entrevistado muçulmano que o afirma, não somos nós.»

E agora o caso no Líbano fica ainda mais feio, pois os terroristas do Hezbollah estão a manipular o protesto. As primaveras democráticas no mundo islâmico acabam sempre assim...

Este é um de milhentos casos de espancamento e tortura de trabalhadores estrangeiros no Líbano; mas nos outros países muçulmanos é igual ou pior:

 Se estas coisas acontecessem (impunemente ainda por cima, e com aprovação cultural e religiosa) na Europa, na América do Norte ou em Israel, não faltaria...

Nada disto incomoda a Amnistia Internacional,  ONU, os jornalistas ou os partidos políticos.

AS HABITUAIS ACUSAÇÕES A ISRAEL E A REALIDADE NO MUNDO ISLÂMICO

Os árabes em Israel podem ser TUDO. Gozam dos mesmos direitos de quaisquer outros cidadãos do país, sejam estes judeus, beduínos, arameus, drusos ou quaisquer outros. Os judeus, em boa parte dos países árabes, nem podem entrar.

Uma pessoa tem que "rir" quando ouve dizer que Israel é um Estado de apartheid. Quem já tenha dado umas voltinhas pelo Médio Oriente, pelo Paquistão, pela Indonésia, pelo Norte de África - pelos países islâmicos, em suma - sabe bem que as minorias religiosas/étnicas são tratadas, na melhor das hipóteses, abaixo de cão. E os cães, nesses países, são tratados abaixo de cão, coitados...

Nem é preciso irmos para casos extremos como o da Indonésia, onde os próprios polícias e militares fazem tiro ao budista ou ao cristão por divertimento. Em Timor Leste, durante um quarto de século, vimos como os colonos muçulmanos massacraram os nossos então compatriotas timorenses cristãos.

Nem é preciso irmos para casos extremos como o do Sudão, onde o Governo central mantém as milícias "janjaweed", ou "demónios a cavalo", dedicadas ao extermínio das populações não muçulmanas.

Ali bem coladinho a Israel, no Líbano, os chamados "refugiados palestinos", são mantidos em condições infra-humanas pelos seus irmãos de fé islâmica. 

Esses colonos muçulmanos da Terra de Israel, que saíram do país de livre vontade para permitirem aos exércitos islâmicos "atirarem os judeus todos ao mar", são impedidos de exercer a maior parte das profissões, são mantidos à margem da Sociedade e mantidos num estado de miséria perpétua, para efeitos de propaganda antissemita - leia-se para culpar Israel de uma decisão que foi deles. Até os massacres nos campos de Sabra e Shatilla, cometidos pelos falangistas cristãos libaneses, foram atribuídos a Israel. Uma obsessão global, que não cessa de nos intrigar...

Vejamos por exemplo esta notícia, de hoje:
Dois mortos em violação de trégua num campo palestino no Líbano

Foto de arquivo mostra terroristas da Fatah, no campo de Ain al-Hilweh, nas cercanias da cidade portuária de Sídon (AFP/Mahmoud Zayyat, File)
SÍDON, Líbano (AFP) - Duas pessoas foram mortas quando homens armados abriram fogo no maior campo de refugiados palestinos do Líbano, violando um cessar-fogo tenso, disseram fontes palestinas na quinta-feira.

    Uma fonte da facção palestina Fatah, disse que uma autoridade da Fatah e um civil foram mortos num tiroteio iniciado por "homens armados não identificados" em Ain al-Hilweh no sul do Líbano.


    Esta violação do cessar-fogo segue-se a vários dias de confrontos entre a Fatah e um grupo islâmico no acampamento.

    Autoridades palestinas disseram que o cessar-fogo continua em vigor apesar da violação e que contactos de alto nível foram feitos durante a noite para garantir que será respeitado.


    Ain al-Hilweh é, um campo superlotado pobre perto da cidade costeira de Sídon, lar de cerca de 61.000 palestinianos, incluindo 6.000 que fugiram da guerra na Síria.

    Por convenção de longa data, o exército libanês não entra nos campos de refugiados palestinos, ou seja, muitos transformaram-se em áreas sem lei.

Por convenção de longa data, o Líbano não permite que os árabes palestinos se tornem cidadãos.

NO LÍBANO OS "PALESTINOS" VIVEM EM CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

Campo de concentração no Líbano: nem o apartheid da África do Sul era assim.
No Líbano, os "palestinos" são obrigados a viver em "campos" sobrelotados, onde não podem sequer construir edifícios ou repará-los. Quanto mais miséria, melhor! Para culpar Israel dá um jeitão! 

Os "palestinos" fugidos da Síria são encaminhados para esses campos de concentração. Quanto mais sobrelotados, melhor!

Os "palestinos" fugidos da Síria já não podem sair desses campos de concentração.

No Líbano, os "palestinos" são proibidos de muitas profissões, incluindo médicos, jornalistas, farmacêuticos ou advogados.

No Líbano, os "palestinos" não podem comprar terras.
 No Líbano, os "palestinos" não podem obter cidadania, nem por via do casamento.
No Líbano, os "palestinos" são impedidos pelo Exército de abandonar esses guetos. Como os nazis faziam aos judeus.

No Líbano, os "palestinos" são autorizados a matar-se uns aos outros e as autoridades libanesas nada fazem. 

No Líbano, os "palestinos" são efectivamente vítimas de apartheid. Mas o que interessa isso ao Mundo?...


 O QUE QUEREM OS INIMIGOS DE ISRAEL?


Boaventura Sousa Santos posa junto de um lenço do bando terrorista Hamas - que ele apoia, como qualquer iluminado que se preze.

Os nazis, os comunistas e os islamistas chamam a Israel uma teocracia, um Estado fascista, um Estado de apartheid.


PORQUÊ? Em que se baseiam para fazerem afirmações tão graves? 

Simplesmente em que Israel mantém a sua vontade de continuar a existir, como único Estado Judaico do Mundo e não oferece a sua soberania e não se deixa massacrar pelos invasores e colonos muçulmanos! 

Se não está dentro do assunto leia sff:
INVENTANDO A PALESTINA E OS PALESTINOS - PARTES 1, 2 E 3.



A encarnado, estão os países muçulmanos. É provável que não consiga ver Israel no mapa sem uma lupa. Está a amarelo.

Teocracias, Estados fascistas e de apartheid são os que fazem parte do imenso continente islâmico que cobre grande parte do nosso planeta. Mas isso não incomoda os detractores de Israel, que, como o grande Noam Chomsky do Mondego, o inefável  Boaventura Sousa Santos, até chama a Israel um "abcesso".

Então, é por demais evidente que o que move esta gente não é o amor aos colonos árabes ditos "palestinos", que são meros peões no seu jogo diabólico. O que move esta gente é o ódio a Israel. Os islamistas, por uma tradição de antissemitismo de 1400 anos. A extrema-esquerda, porque é anti-democrática, e Israel é a única democracia do Médio Oriente. E os nazis, por motivos óbvios.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Gaza Goza



 A Gaza para ocidental ver, e a Gaza das elites terroristas...


Um ano após a Operação-Protecção-Limite, que levou as Forças de Defesa de Israel a entrarem em Gaza e abaterem centenas de terroristas, o New York Times e o Washington Post (que, como a generalidade da Imprensa se estão nas tintas para o genocídio dos cristãos e outras minorias no Médio Oriente) foram a Gaza ver como estão as coisas.

Para o New York Times, os habitantes de Gaza (vulgo "palestinos") estão ainda a viver entre as ruínas das casas destruídas no conflito  (lembramos que os terroristas do Hamas usam casas de habitação e outras estruturas civis como bases, armazéns de armas e munições, e depósitos de escudos humanos). 

Não há dinheiro, não há trabalho e a reconstrução tarda:


"Um ano após a guerra, o povo de Gaza ainda vive entre as ruínas" - é a manchete do New York Times

De facto, os edifícios que serviam de quartel-general aos terroristas continuam destruídos. Porque as lideranças terroristas continuam a abotoar-se com todo o dinheiro que a Europa e os Estados Unidos enviam. E que é muito! Os terroristas recebem mais dinheiro por ano do que a Europa recebeu durante o Plano Marshall.  

Os colonos árabes que vivem sob autoridade israelita vivem bem e querem ser israelitas. Os que estão nos territórios ocupados pelos terroristas do Hamas e da AP (Autoridade 'Palestina') são mortos se não apoiarem o terrorismo. E vivem na miséria, caso não pertençam às elites!

O New York Times não diz que os edifícios destruídos eram bases de lançamento de mísseis, armazéns de armas e munições, quartéis dos terroristas.

Lembramos o post 


«Os meios de comunicação simplesmente espalham falsas imagens de Gaza, que lhes são fornecidas pelo reinante movimento terrorista Hamas.... Nenhum jornalista tem o direito de filmar sem estar sob vigilância do Hamas.

Ninguém nunca vê os belos 4x4 de luxo, os grandes hotéis, os centros comerciais, os parques de diversões, a Maratona de Gaza (vedada a mulheres, claro!), etc ...
São pagos  a cada habitante de Gaza € 2.200 por mês de ajuda " humanitária " por parte da comunidade internacional, de que a Europa é o maior doador! Não ria, porque é com seus impostos, os nossos impostos»

Por exemplo; esta é uma das "casitas" do líder terrorista Mammoud Abbas:

Mas ele e os seus comparsas têm muito mais destas "casitas". Têm mansões espalhadas pelo Mundo, jactos particulares, bunkers de luxo, de onde vêem, repimpados, as guerras que criam (temo-lo mostrado em fotos neste blogue). E têm bilionárias contas bancárias. Com o NOSSO dinheiro!

As elites terroristas desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE.


Mas será que TODO o povo de Gaza "vive entre ruínas"?

Esta é a manchete do Washington Post:


"A classe média da Faixa de Gaza desfruta de aulas de 'spin', jantares gourmet, praias privadas" - é a manchete doWashington Post

O artigo descreve como a pequena classe média de Gaza (afecta ao Hamas) vive uma vida de luxo: os restaurantes de sushi, os spas, os carros de luxo, as mansões à beira-mar, as caçadas, são privilégio deste sector da população.


A luxuosa 'villa' de Mammoud Abbas em Gaza. uma de muitas em todo o Mundo.

O povoléu é usado como escudo humano, a sua "escolaridade" são campos de aprendizagem do terrorismo, e é ensinado desde o berço que toda a sua miséria é culpa dos judeus. As elites jantam confortavelmente nos restaurantes de luxo, frequentam os ginásios high-tech, não fazem a ponta de um chavo e gozam do dinheiro que os contribuintes ocidentais para lá enviam.


O incêndio do Parlamento Alemão pelos Nazis é um exemplo clássico de como se manipula a opinião pública, culpando os inimigos pelos próprios erros.


Manter o povo na miséria é essencial para o manter revoltado. Contra Israel. 

A estratégia é velha. Hitler mandou incendiar o Parlamento para culpar os seus opositores. O regime Chavista venezuelano também culpa os "imperialistas americanos" dos males que a sua corrupção endémica provoca. os exemplos seriam imensos.

Os que  nos territórios sob administração dos terroristas do Hamas e da AP, abrem os olhos e ousam protestar contra a ditadura do terrorismo são executados sumariamente. Sob a acusação de "colaboração com Israel". Mas disso contamos voltar a falar em futuro post, que este já vai longo.

Os bilionários Khaled Meshal e Mammoud Abbas, terroristas do Hamas e da AP, respectivamente, em peregrinação a Meca.

Daryl Jones é uma ex-activista anti-Israel, que teve a coragem de reportar o que é a realidade em Gaza. As crianças são doutrinadas no ódio, são treinadas para bombistas suicidas, são geradas para morrerem aos caprichos de uma elite fanática:



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Paulo Farinha - Sei o que disseste no Verão passado



    «FILHOS DA PUTA! MIL VEZES FILHOS DA PUTA! FILHOS DE UMA GRANDÍSSIMA PUTA!» - a opinião de PAULO FARINHA, Editor da revista NOTÍCIAS MAGAZINE (DN/JN), sobre os israelitas, por estes se terem atrevido a não morrer todos no Verão passado.


 Wojciech Cegielski, Karolina Rożej e Roman Czejarek, em Gaza, no Verão passado.


O repórter polaco Wojciech Cegielski descreve no Haaretz (um jornal de esquerda israelita) como o Hamas usou jornalistas como escudos humanos durante a Operação de Protecção-Limite. 
O artigo chama-se: "EU VI O JOGO CRUEL E EGOÍSTA DO HAMAS EM GAZA".


Porque é que só agora ele teve a coragem de contar a VERDADE? Naturalmente, porque no seu país, no seu jornal, Wojciech Cegielski deve ter chefes como Paulo Farinha, que é editor da revista Notícias Magazine (DN/JN). E deve ter colegas como as jornaleiras da brigada islamista do Al-Público.

O "director farmacêutico" Paulo Farinha precisa de uns comprimidos de imparcialidade e esclarecimento...
Imaginemos que um jornalista do Notícias Magazine chegava de Gaza com os factos para contar e encontrava o chefe aos gritos de "Filhos da puta! Mil vezes filhos da puta! Filhos de uma grandíssima puta!". Naturalmente que metia a reportagem no saco e se deitava a escrever um artigo sobre o quão malandros são os israelitas, e até era capaz de dizer que os mísseis do Hamas como os que explodiram na escola da ONU foram lançados por Israel, como afirma o torpe Nuno Lobito, o tal que clama "Inch' Allah!" - reler Israel ataca escola da ONU, ou as tretas do costume.

Os filhos dos jornalistas também precisam de comer! De modo que, mesmo que sejam gente decente, poucos arriscam...

Transcrevemos uma passagem do artigo:
     A segunda história aconteceu a meio do dia. Eu estava sentado com outros jornalistas num café de um dos hotéis perto da praia. Em tempo de guerra, estes hotéis são ocupados por Imprensa estrangeira e algumas ONG's. Cada hotel está cheio e nos seus cafés muitos jornalistas passam o seu tempo a discutir, escrever, editar histórias ou apenas a recarregar os telefones. De repente, vi um homem disparando um rocket de entre os hotéis. Era óbvio que nós, jornalistas, nos tornava-mos um alvo. Se o IDF respondesse, estaríamos todos mortos. O que pretendia o Hamas? Não seria surpreendente ouvi-lo depois queixar-se da "cruel matança  do regime Sionista sobre a Imprensa inocente e livre."



E é desta guisa que o Mundo continua a odiar Israel. Não é apenas por antissemitismo. É porque a Imprensa ENVENENA as pessoas contra Israel.

Israel é a única (e minúscula) democracia do Médio Oriente. Israel é um país legítimo, com uma legitimidade de 5 milénios, que na região talvez nenhum outro tenha. Israel é rigorosamente cumpridor do Direito Internacional. Israel é atacado todos os dias por terroristas islâmicos iguais aos do ISIS, do Boko-Haram ou da Al-Qaeda. Os israelitas (sobretudo as crianças) são atacados diariamente - com mísseis, a tiro, com bombas, à facada, de todas as formas possíveis.

Israel foi atacado no Verão passado, pelo Hamas, com uma chuva de mísseis ininterrupta, que durou duas longas semanas, com os israelitas todos metidos nos abrigos anti bomba. O país não poderia continuar parado, ou os israelitas morreriam de fome, e o IDF saiu a neutralizar os terroristas do Hamas em Gaza. Fê-lo contra um inimigo que pretendia ter baixas civis, que disparava do meio da multidão, que tinha os seus quartéis generais em casas de habitação, escolas, mesquitas, hospitais. E só aí a Imprensa e o Mundo acordaram.

Israel foi criticado por ter padrões humanitários para evitar vítimas civis, que nenhum outro Exército no Mundo usa! Soldados israelitas morreram vítimas da estratégia vil das "crianças-isco"! 

As guerras provocadas pelo Hamas destinam-se a produzir baixas e a instigar o ódio contra Israel. Se a Imprensa não alinhasse nessa farsa, seria meio caminho andado para o fim do conflito. Infelizmente, com Paulos Farinhas, continuarão a morrer inocentes de ambos os lados.


O Exército Mais Moral na História da Guerra

Comparar baixas é MANIPULAÇÃO

 O país sem direito à VIDA!

Não fossem os escudos humanos...

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 1 

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 2

 MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - Conclusão

Actualização: Naturalmente, o lóbi islamista retirou o vídeo abaixo. Assim podem sempre dizer que nunca aconteceu. A notícia está aqui e o vídeo

1 de Agosto de 2014 -  90 minutos após o cessar-fogo, os terroristas do Hamas emergiram de um túnel dentro de Israel, detonaram um bombista suicida, mataram dois solados e levaram um refém israelita. A leitura que o Ocidente faz deste acontecimentos é que "eles estão tão desesperados que até se matam". A realidade é outra: eles odeiam mais os infiéis do que amam a própria vida. E querem ir para o Paraíso islâmico.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

História dos Reinos Bíblicos de Israel

A História judaica começa com os patriarcas: Abraão, Isaac e Jacob. Jacob viria a ser chamado Israel pelo próprio Deus, segundo a narrativa bíblica.

Na catequese cristã, aprendemos que o nosso Deus é o Deus de Abraão, Isaac e Jacob/Israel
A profissão de fé judaica, a famosa Shemá Israel (Ouve, ó Israel) refere-se ao povo de Israel-país e aos descendentes de Israel-pessoa. Quando estava prestes a morrer, Jacob chamou os seus filhos e quis saber se estes se mantinham fiéis à Ideia monoteísta. A resposta foi "Ou Israel, o Senhor é Deus, o Senhor é Um" - שמע ישראל י-ה-ו-ה אלוהינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Adonai Echad).

Jacob/Israel no seu leito de morte, abençoa os filhos
Quem, como nós, teve uma educação religiosa cristã, conhece a confirmação desta profissão de fé proferida por Jesus:
36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
38 Este é o primeiro e grande mandamento.
39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.

Mateus 22

Geração após geração de judeus tem tido na Shemá o seu pilar principal, o traço civilizacional que mais distingue os judeus entre os povos da Terra. geração após geração, os judeus têm sido martirizados aos milhões, e têm preferido o martírio a abjurar este princípio de fé. Dos mártires dos Romanos aos mártires dos Nazis, ou mais recentemente dos Árabes, os judeus continuam a morrer recitando a Shemá.

Escrevia Blaise Pascal (1623 - 1662) célebre físico, matemático, filósofo, moralista e teólogo francês, na sua obra "Pensamentos":

"Em algumas partes do mundo podemos ver um povo peculiar, separado dos outros povos do mundo, chamado povo judeu… Este povo não apenas é de impressionante antiguidade como também tem perdurado por um tempo singularmente longo… Pois enquanto os povos da Grécia e Itália, de Esparta, Atenas, Roma e outros que surgiram muito depois pereceram há tanto tempo, este ainda existe, apesar dos esforços de tantos Reis poderosos que tentaram uma centena de vezes acabar com ele, como seus historiadores atestam, e como pode ser facilmente julgado pela ordem natural das coisas no decorrer de tantos anos. Eles foram
sempre preservados, no entanto, e sua preservação foi prevista… O meu encontro com esse povo surpreende-me…"
Tanto Abraão como Isaac tiveram dois filhos; em ambos os casos, Deus escolheu um filho sobre o outro. Isaac foi escolhido sobre Ismael (Génesis 17), e Jacob sobre Esaú (Génesis 27) para se tornar o líder e pai dos filhos de Israel (o povo judeu).

Jacob foi o pai das Doze Tribos, de quem todos os judeus são descendentes. Os antepassados, e mais tarde os seus filhos, viveram principalmente na antiga Terra Santa, chamada Canaã. Jacob e seus filhos desceram ao Egipto para comprar comida durante uma fome em Canaã e hospedaram-se lá (Génesis 46). Os israelitas foram escravizados no Egipto, durante muitos anos, mas acabaram por conseguir ter sucesso na sua fuga para a Liberdade, liderada pelo grande profeta Moisés (Êxodo 12).
Todos os anos, pela ocasião da Páscoa, judeus e cristãos recordam a fuga do Egipto e a Passagem do Mar Vermelho. O termo Pessach/Páscoa significa "Passagem".

Depois de quarenta anos de peregrinação no deserto, os judeus entraram na Terra Prometida, sob a liderança de Moisés, e depois deste pelo seu pupilo, Josué (Josué 1). 


Canaanitas sacrificando os seus filhos ao deus Moloch, um deus de ódio e terror.

Anos de guerras e conquistas se seguiram, até que os israelitas tiveram a soberania sobre a Terra que haviam deixado e encontrado ocupada por povos pagãos, que, como os colonos islamistas de hoje, sacrificavam os próprios filhos às suas divindades. 

A localização dos territórios das 12 Tribos na imagem satélite de Israel

O primeiro Rei dos judeus foi Saúl, que acabou por ser derrotado pelos Filisteus (I Samuel 31 2 Samuel 1). Seguiu-se a Saúl o grande Rei David; O filho de David, o Rei Salomão, construiu o Primeiro Templo em Jerusalém (I Reis 6). Após este período de ouro, os israelitas estavam divididos em duas facções - o Reino do Norte, ou de Israel, e ao sul o Reino de Judá (I Reis 11).
Reino de Israel e Reino de Judá

Em 721 a.C., cerca de 200 anos após a construção do Templo, o Reino do Norte foi exilado pela Assíria, dando origem às dez "tribos perdidas".
Cerca de 200 anos depois, em 587 aC, os Babilónios destruíram o Templo e exilaram os judeus remanescentes (2 Reis 25). Os judeus não tiveram permissão para retornar à Terra Santa até ao reinado de Ciro da Pérsia, que não só os incentivou a retornar, mas também permitiu a construção do Segundo Templo (Esdras 1).

Recentemente, em discurso na ONU, o Primeiro-Ministro de Israel lembrou a amizade histórica entre a Pérsia (hoje Irão) e Israel.
Para saber  quantos Templos tiveram afinal  os judeus, releia este post.

O Cilindro de Ciro é uma de muitas provas de que a narrativa Bíblica é historicamente correcta.

O Cilindro de Ciro, que está à guarda do Museu Britânico, regista o decreto Real de libertação dos judeus, do seu regresso a Israel, e da  reconstrução do Templo. Foi gravado após a vitória do Rei da Pérsia (hoje Irão) sobre os Babilónios, em 539 a.C.. 100 anos antes, o profeta Isaías anunciava, pelo nome, o Rei Ciro, que libertaria os judeus.
Durante o período Helenístico, cerca de 150 a.C., os Reis Gregos esforçaram-se para erradicar as "estranhas e antiquadas práticas" do Judaísmo. 

O Império Selêucida teve início em 323 a.C. e em poucos anos já dominava todo o Médio Oriente.
Em 167 a.C., um decreto de Antíoco IV proibiu a prática do Judaísmo em Israel, instalou o culto a Zeus no templo de Jerusalém, e reprimiu com brutalidade os judeus que se negassem a adoptar os ditames pagãos (1 Macabeus 1:56-64):

"Quanto aos livros da Torá, os que lhes caíam nas mãos eram rasgados e lançados ao fogo. Onde quer que se encontrasse, em casa de alguém, um livro da Aliança ou se alguém se conformasse à Torá, o decreto real o condenava à morte. Na sua prepotência assim procediam, contra Israel, com todos aqueles que fossem descobertos, mês por mês, nas cidades. No dia vinte e cinco de cada mês ofereciam-se sacrifícios no altar levantado por sobre o altar dos holocaustos. Quanto às mulheres que haviam feito circuncidar seus filhos, eles, cumprindo o decreto, as executavam com os mesmo filhinhos pendurados a seus pescoços, e ainda com seus familiares e com aqueles que haviam operado a circuncisão. Apesar de tudo, muitos em Israel ficaram firmes e se mostraram irredutíveis em não comerem nada de impuro. Eles aceitaram antes morrer que contaminar-se com os alimentos e profanar a Aliança sagrada, como de fato morreram. Foi sobremaneira grande a ira que se abateu sobre Israel".

Os Macabeus revoltaram-se, venceram os invasores apesar de estes serem imensamente superiores em número e força, e devolveram a soberania ao povo judeu em Judá. 

Todos os anos, mais ou menos pela altura do Natal cristão, os judeus de todo o Mundo celebram a vitória de Judas Macabeu, filho de Matatias, e dos seus valentes companheiros.
O triunfo retumbante sobre os invasores Sírio-Gregos não se repetiu com as sucessivas revoltas contra os invasores Romanos (na mesma época em que Israel foi ocupado pelos Romanos também o território que hoje é Portugal era província Romana, e também por cá havia revoltas). O Segundo Templo foi destruído no ano 70 d.C., e os judeus mais uma vez massacrados e expulsos da sua Terra.

O Arco de Tito mostra a menorah e outros vasos do Templo exibidos triunfalmente pelas ruas de Roma durante um desfile de vitória, após Jerusalém ser retomada em 70 d.C..

A Terra Santa ficou abandonada até ao século XX. Vários Impérios exerceram sobre ela sua soberania, com destaque para os Turcos Otomanos, que, como outras potências, mantiveram a Israel ao abandono, escassamente povoada, mas... sempre, ininterruptamente, com a presença nativa judaica.

Em 1948, na sequência da II Grande Guerra, procedeu-se a um novo desenho das soberanias no Médio Oriente (os Turcos Otomanos, aliados de Hitler, perderam a guerra). Foi a oportunidade para que Israel (que lutou na II Grande Guerra com o nome de "Palestina Britânica"), visse reconhecida a sua soberania sobre a Terra ancestral.

E assim aconteceu, ainda que contra a vontade de Mundo Muçulmano - o Islão determina que uma terra que foi muçulmana o será sempre, e é por isso que os muçulmanos querem reconquistar a Península Ibérica, logo a seguir a Israel.

As profecias cumpriram-se:


Hoje mais que nunca, os judeus de todo o Mundo reúnem-se em Israel
"Porque eis que vêm dias, diz o Senhor, em que farei voltar do cativeiro o meu povo Israel, e de Judá, diz o Senhor; e tornarei a trazê-los à terra que dei a seus pais, e a possuirão."
Jeremias 30:3




----------- APÊNDICE -----------



Nestas 7 décadas como Estado de novo independente, Israel não conheceu nem um dia sem ataques terroristas, da parte dos descendentes de Ismael, cujo ódio aos judeus supera o amor à própria vida.

DA ALDRABICE E DA POUCA-VERGONHA

Francisco Louçã em manifestação de apoio aos terroristas do Hamas, Lisboa, Verão de 2014.

Ajudados pelos jornalistas (o Al-Público, entre outros), pelos neo-nazis e pelos extrema-esquerdistas ocidentais (cá em Portugal temos por exemplo o Boaventura Sousa Santos,  mais o Louçã e toda a malta do Bloco de Esquerda, do PCP e boa parte do PS, que apoiam os bandos terroristas Hamas, Hezbollah, etc..) os terroristas islâmicos fazem da destruição de Israel a única razão da sua existência. 

No entanto, jamais existiu qualquer direito histórico da parte deles à Terra de Israel. A Jordânia foi a parte de leão da Terra de Israel, dada aos Árabes para fazerem o seu Estado.


Israel (a azul) e o Mundo Islâmico (a verde claro e verde escuro).  Ninguém se rala com as ditaduras islâmicas (NENHUM país muçulmano é democrático ou cumpre os Direitos Humanos ou o Direito Internacional). A extinção de Israel é a prioridade nº 1 dos Governos do Mundo, da ONU, da extrema-direita e extrema-esquerda, dos nazis e dos muçulmanos.

 
Walid Shoebat, ex-terrorista da OLP e hoje cristão e Amigo de Israel - "Por que é que em 4 de Junho de 1967 eu era um jordano e durante a noite me tornei um palestino?... Nós considerava-mo-nos jordanos até que os judeus voltaram a Jerusalém, e de repente éramos palestinos. Eles removeram a estrela da bandeira da Jordânia e de repente tivemos uma bandeira palestina."


Recordamos que nunca houve uma nação ou Estado árabe da Palestina na história humana.
O actual Estado de Israel foi "inscrito" num canto do Império Turco Otomano por um voto unânime da Liga das Nações em 1922 - exactamente como a Jordânia, Síria, Líbano e Iraque foram.

Mas apenas a existência do pequeno Estado democrático de Israel - que se justifica por laços históricos mais profundos do que qualquer outro - é questionada! Nenhuma das incomparavelmente maiores 22 ditaduras árabes e as colónias em torno delas o são. Esta discriminação é a prova de que o anti-Sionismo é anti-semitismo.
QUESTIONÁRIO "PALESTINIANISTA"

Algum palestinianista saberá responder a este questionário sobre a «Palestina Árabe»?

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?
2. Quais foram as suas fronteiras?
3. Qual foi a sua capital?
4. Quais foram as suas cidades mais importantes?
5. Quais foram as bases de sua economia?
6. Qual foi a sua forma de governo?
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixasse margem a interpretação?
9. Qual era a língua da Palestina?
10. Qual era a religião predominante da Palestina?

11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.

12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f., quando exactamente é que essa "nação" foi orgulhosa e nobre?