domingo, 26 de outubro de 2014

A Disneyficação do Tibete


 Turismo chinês no Tibete: para além da liberdade, os tibetanos não têm direito à dignidade.
 
Fazemos este blog sobre Israel, mas amanhã podemos estar a fazer um sobre a Finlândia ou sobre o Japão. O Mundo atrai-nos. Infelizmente, quando se fala de um país, fala-se de coisas más, a par com muitas coisas boas. Um dia, quem sabe, só haverá coisas boas a relatar. 

Um país de que gostamos especialmente é o Tibete (actualmente sob ocupação chinesa). Os tibetanos, povo nativo, milenarmente ligado a esse território, não conseguiram conter o poder esmagador da China comunista, potência expansionista, colonialista e ditatorial. Há quem chame à China comunista o Império do Mal. E com razão.

Sob o domínio chinês comunista, as aspirações tibetanas de restauração da independência são esmagadas pela força. Os assassínios, raptos, tortura, o genocídio dos tibetanos, são dos maiores dramas da actualidade. Mas, como a China é o novo gigante económico mundial, o mundo livre fecha os olhos. Como fecha em relação a outras tiranias, porque, por exemplo, produzem petróleo.

Convidamos os nossos leitores e amigos a visitarem regularmente, como nós, o site FREE TIBET, e a contribuírem para esta causa como queiram e possam.

Actualmente o Tibete é um óptimo local para os chineses encontrarem empregos (a que os tibetanos não podem aspirar) e para fazerem férias. A etnia Han, a dominante, vê os tibetanos como animais num zoo, ou como bonecos numa Disneylândia.
 
Aqui, turistas chineses fotografam um peregrino em oração, com um desrespeito que dispensa mais comentários:


Os lugares sagrados são calcados a pés (literalmente) pelos chineses, que, doutrinados no Comunismo, encaram as religiões como manifestações supersticiosas e de inferioridade intelectual (no que são entusiasticamente apoiados pela Esquerda ocidental, que se regozija com a ocupação). Aqui, calcam bandeiras de oração tibetanas:

Esta é mais uma foto que dispensa comentários. Isto será o equivalente a alguém que se vá pôr às cavalitas da imagem do Senhor dos Passos, para termos uma ideia:


Se um tibetano fizesse o mesmo na estátua do monstro genocida Mao Tzé Tung (um dos deuses das esquerdas, apesar de menos "borracho" que o "Che"), seria sumariamente abatido.

A última foto de Chaya




As últimas horas de Chaya Zisel Braun, a menina 3 meses brutalmente assassinada pelo Hamas, foram passadas no Muro das Lamentações com os seus pais. Esta foi a sua primeira e última visita ao local mais sagrado de Israel.
A última imagem de Chaya Zisel Braun, a menina assassinada quando um terrorista árabe ceifou pessoas inocentes numa estação ferroviária de Jerusalém, foi tirada no local mais sagrado do judaísmo - o Muro das Lamentações. Os pais da criança foram orar no Kotel (Muro das Lamentações), poucas horas antes de a sua vida ter sido tragicamente interrompida quando a família fazia o caminho de casa.

O avô da bebé, Shimon Halperin, contou que o casal não tinha podido ter filhos por muitos anos e que ficaram muito felizes quando finalmente tiveram uma filha.

"Os pais esperaram por um filho por muitos anos", disse ele aos jornalistas, contando como gostava de brincar com ela. "Eles estavam de volta, depois de terem ido orar no Kotel, e um terrorista veio e atropelou-lhes a bebé."  (...)

No funeral, o pai, Shmuel Elimelech, proferiu um elogio emocionado à sua filha recém-nascida. "Tu eras pura. Quero que olhes para baixo e sorrias. Amanhã é o aniversário de três meses. Agora, tudo está nas mãos de Deus. Vamos lembrar-nos de ti", disse Shmuel, em lágrimas.

O ataque foi elogiado pelo Hamas, bem como, pelo menos, por uma figura sénior da Autoridade Palestina, que elogiou o assassino, Abdelrahman Shaludi, como "mártir heróico".
 Artigo completo no Israel National News.

O assassínio de Chaya e o silêncio do Mundo


-  Os media NADA dizem sobre mais este acto de terror islamista em Israel. É preciso manter o mito de que os judeus matam criancinhas. E de que os muçulmanos são absolutamente pacíficos.

Uma força pró Aécio


 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Pimenta no cu dos outros é refresco * (3)




* Provérbio português listado nos dicionários de provérbios. Acalmem-se senhores moralistas. Guardem a vossa indignação para as vítimas do Islão e de outras abominações.

"Senhoras e senhores, vivemos num mundo infestado de tirania e terror, onde gays são pendurados em cadafalsos em Teerão, prisioneiros políticos são executados em Gaza, meninas são raptadas em massa na Nigéria, e centenas de milhares são mortos na Síria, Líbia e Iraque, porém quase metade - quase metade das resoluções do Conselho de Direitos Humanos da ONU - concentram-se num só país: têm-se dirigido contra Israel, a única democracia do Médio Oriente; Israel, onde as questões são debatidas abertamente num Parlamento, onde os Direitos Humanos são protegidos por Tribunais independentes, e onde as minorias vivem numa sociedade genuinamente livre."
Benjamin Netanyahu perante a Assembleia Geral da ONU, 29 de Setembro de 2014


Começámos esta série de posts há umas semanas, na sequência de uma das habituais orgias de ódio antissemita protagonizadas pela célula do PCP, perdão, pela Antena 1. Desta vez as honras estiveram a cargo da apoiante do terrorismo islâmico Marisa Matias e do propagandista, perdão, do jornalista, Luís Ochoa. 

A resposta vai a pouco e pouco, na medida da nossa reduzida disponibilidade (propagandeamos o Bem gratuitamente, eles proapgandeiam o Mal a troco de muito dinheirinho - a Marisa esfola 18 mil e tal euros para assentar as delicadas nádegas no Parlamento Europeu e para andar a passear pelos antros de terrorismo do Médio Oriente e por onde mais ela bem entende. Fora o resto que se adivinha. Mas apostamos que dá tudo ao povo. Pá.).

Pimenta no cu dos outros é refresco * (1)

Pimenta no cu dos outros é refresco * (2) 

No programa que motivou estes posts, assistimos a uma enxurrada de mentiras, a propósito da Operação Protecção-Limite. Batia-se na tecla da comparação de baixas. Uma tecla demagógica, já que o Exército de Israel protege os seus cidadãos, ao passo que os terroristas do Hamas usam os seus como escudos humanos. Mas a esquerda não democrática odeia Israel.

Ao contrário do que manda a ética jornalística, não foi dada a palavra a algum representante de Israel, que pudesse explicar que o seu país não pode ser o único no mundo a ter a obrigação de se deixar massacrar pelos terroristas islâmicos! 

Vamos deixar o Primeiro-Ministro de Israel responder por nós, interpolando alguns comentários e vídeos: 





Discurso do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu perante a Assembleia Geral da ONU, 29 de Setembro de 2014

Obrigado, Sr. Presidente. Distintos delegados, vim de Jerusalém para falar em nome do meu povo, o povo de Israel. Estou aqui para falar sobre os perigos que enfrentamos e sobre as oportunidades que buscamos. Vim aqui para expor as mentiras proferidas nesta mesma tribuna contra o meu pais e contra os corajosos soldados que o defendem.

Senhoras e senhores, o povo de Israel reza pela paz, mas as nossas esperanças e as esperanças do mundo pela paz estão em perigo porque em toda parte para onde olhamos há militantes do Islão a caminho. Não são militantes. Não é Islão. São militantes islâmicos. E tipicamente as suas primeiras vítimas são outros muçulmanos, mas não poupam ninguém: cristãos, judeus, yazidis, curdos. Nenhum credo, nenhuma fé, nenhum grupo étnico está livre deles. E isso está a espalhar-se rapidamente por todo o mundo.

Vocês conhecem o famoso ditado americano, que diz que toda política é local? Para os militantes islâmicos, toda a política é global, porque o seu objectivo supremo é dominar o mundo. Ora, essa ameaça poderá parecer exagerada para alguns, pois começa pequena, como um câncer que ataca uma parte específica do corpo. Mas se não for tratado, o câncer cresce, sofre metástases, e ataca áreas cada vez maiores. Para proteger a paz e segurança do mundo, devemos remover este câncer antes que seja tarde demais.

Na semana passada, muitos dos países aqui representados aplaudiram o Presidente Obama por liderar o esforço para confrontar o Estado Islâmico, e, apesar disso, semanas antes, alguns desses mesmos países, os mesmos países que agora apoiam o combate ao Estado Islâmico, opuseram-se a Israel por combater o Hamas. Obviamente, eles não entendem que o Estado Islâmico e o Hamas são ramos da mesma árvore venenosa.

O Estado Islâmico e o Hamas partilham um credo fanático, que ambos procuram impor muito além do território sob seu controle. Ouçam o auto-declarado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. Isto é o que ele disse há dois meses: “Em breve chegará o dia em que o muçulmano caminhará em toda parte como um chefe. Os muçulmanos farão o mundo ouvir e entender o significado do terrorismo e destruirão o ídolo da democracia".

Agora ouçam Khaled Mashal, o líder do Hamas. Ele proclama uma visão similar do futuro, quando proclama: ”Dizemos isto ao Ocidente - por Alá vocês serão derrotados. Amanhã a nossa nação sentar-se-á no trono do mundo".

Como ficou claro, a meta imediata do Hamas é destruir Israel, mas o Hamas tem um objetivo mais amplo. Também desejam um califado. O Hamas partilha as ambições globais dos seus parceiros militantes islâmicos, e é por isso que os seus apoiantes celebraram ruidosamente nas ruas de Gaza quando milhares de americanos foram assassinados no 11 de Setembro, e é por isso que os seus líderes condenam os Estados Unidos por matarem Osama Bin Laden, que eles louvavam como um guerreiro sagrado.


Bárbaros de Gaza celebram os atentados de 11 de Setembro de 2001:



Portanto, quando se trata das suas maiores metas, o Hamas é o Estado Islâmico e o Estado Islâmico é o Hamas. E aquilo que eles compartilham é o que todos os militantes islâmicos têm em comum. O Boko Haram na Nigéria, a  al-Shabab na Somália, o Hezbollah no Líbano, a al-Nusra na Síria, o exército Mahdi no Iraque, e os ramos da al-Qaida no Iémen, Líbia, Filipinas, Índia e em outros países.

O mundo deplora o ISIS, mas adora o Hamas. PORQUÊ? Entre outras coisas, porque os partidos da esquerda não democrática e a generalidade da Imprensa operam à imagem do PCP; do Bloco de Esquerda, do Al-Público ou da Antena 1 (vulgo Rádio 'Avante!'):



Alguns são radicais sunitas, outros radicais xiitas, alguns desejam restaurar um califado pré-medieval do Século VII, outros querem desencadear o retorno apocalíptico de um imã do Século IX. Eles operam em países diferentes, almejam diferentes vítimas, e até se matam entre eles, na sua batalha pela supremacia. Mas todos partilham uma ideologia fanática. Todos procuram criar enclaves cada vez maiores de militantes onde não haja liberdade nem tolerância., onde as mulheres são tratadas como escravas, onde os cristãos são dizimados e as minorias subjugadas, e onde às vezes têm que optar: convertam-se ou morram. Para eles, qualquer um pode ser considerado um infiel, incluindo outros muçulmanos. 
Os cristãos, curdos e yazidis decapitados, crucificados, enterrados ou queimados vivos, são moeda corrente nas regiões dominadas pelos jihadistas. Mas nem os muçulmanos são poupados, se forem da confissão "errada":



Senhoras e Senhores, a ambição dos militantes islâmicos de dominar o mundo parece louca, mas também assim foi com as ambições globais de outra ideologia fanática que esteve no poder há oito décadas. Os nazis acreditavam numa raça superior. Os militantes islâmicos acreditam numa fé superior.

Eles apenas discordam sobre quem dentre eles será o chefe da fé superior. É nisso que eles discordam. E portanto, a questão é se os militantes islâmicos terão o poder de concretizar as suas ambições desenfreadas. 


«O turbante e a suástica» é um documentário que aconselhamos. Nazis e islamistas sempre se deram muito bem. Hitler continua a ser um herói para os maometanos, como Maomé e o Islão era o único profeta e a única religião que Hitler admirava:





Há um local onde isso poderá acontecer em breve - o estado islâmico do Irão. Durante 35 anos, o Irão tem buscado incansavelmente a missão global que foi criada pelo seu fundador, o Aiatolá Khomeini, nestas palavras: “Exportaremos a nossa revolução ao mundo inteiro, até que o grito “não há deus excepto Alá” ecoe em todo o mundo.” E desde então, os brutais chefes do regime, os guardas revolucionários do Irão, têm feito exactamente isso. Ouçam o seu actual comandante, General Mohammad Ali Jafari. Ele declarou claramente a sua meta. Disse: “O nosso imã não limitou a revolução islâmica a este país, o nosso dever é preparar o caminho para um governo islâmico mundial.”

O presidente do Irão, Rouhani, esteve aqui a semana passada e derramou lágrimas de crocodilo por aquilo que ele chamou globalização do terrorismo. Talvez ele devesse ter-nos poupado aquelas lágrimas falsas e em vez disso deveria ter uma palavra com os comandantes da guarda revolucionária do Irão. Ele poderia pedir-lhes para encerrarem a campanha global de terror do Irão, que tem incluído ataques em duas dúzias de países em cinco continentes, desde 2011.

Dizer que o Irão não pratica o terrorismo é como dizer que Derek Jeter nunca jogou no New York Yankees. Ou seja - essa diminuição feita pelo presidente iraniano sobre o aumento do terrorismo tem sido uma das maiores falsidades da história.

Alguns dizem que a campanha de terror global do Irão, e que a subversão nos países de todo o Médio Oriente  e muito além do Médio Oriente é obra de extremistas. Dizem que as coisas estão a mudar. Falam sobre a eleição do ano passado no Irão. Alegam que o presidente e o ministro dos Negócios Estrangeiros, ambos de falinhas mansas, mudaram não apenas o tom da política externa do Irão mas também a sua substância. Eles acreditam que Rouhani e Zarif querem se reconciliar-se com o Ocidente, que eles abandonaram a missão global da Revolução Islâmica. Será verdade?

Vejamos o que o Ministro Zarif escreveu no seu livro há alguns anos: "Temos um problema fundamental com o Ocidente, especialmente com os Estados Unidos. Isso porque somos herdeiros de uma missão global que é a nossa razão de ser, uma missão global que está incrustada dentro de nós".

E então Zarif faz uma pergunta - creio que interessante. Como é que a Malásia - ele refere um país esmagadoramente muçulmano - como pode a Malásia não ter problemas semelhantes? E responde: "Porque a Malásia não está a tentar mudar a ordem internacional".

Esta é a sua moderação. Portanto não se deixem enganar pelo charme manipulador do Irão. É projectado com um objectivo: retirar as sanções e remover os obstáculos do caminho do Irão para as bombas. A República Islâmica agora está a tentar abrir caminho para um acordo que removerá as sanções que ainda enfrenta e que a deixará com uma capacidade acrescida para enriquecer urânio. Isso iria efectivamente fortalecer o lugar do Irão como um poder nuclear com fins militares. E no futuro, em hora de sua escolha, o Irão, o regime mais perigoso da terra, na região mais perigosa do mundo, obteria as armas mais poderosas do mundo.

Permitir que isso aconteça seria uma grave ameaça a todos nós. Uma coisa é defrontar militantes islâmicos em camiões armados com espingardas automáticas Kalashnikov. Outra é defrontar militantes islâmicos equipados com armas de destruição em massa.

Lembro-me de que no ano passado, todos aqui estavam preocupados com as armas químicas na Síria, incluindo a chance de que elas caíssem nas mãos de terroristas. Bem, isso não aconteceu, e o Presidente Obama merece grande crédito por liderar o esforço diplomático para desmantelar praticamente toda a capacidade de armas químicas da Síria. Imaginem o quanto seria mais perigoso o Estado Islâmico, se possuísse armas químicas. Agora imaginem o quanto o Estado Islâmico seria ainda mais perigoso se possuísse armas nucleares.

Senhoras e Senhores, vocês deixariam o Estado Islâmico enriquecer urânio? Deixariam que construísse um pesado reactor de água? Deixariam que desenvolvesse mísseis balísticos intercontinentais? Claro que não. Então não devem deixar o Irão fazer essas coisas, porque é isso que acontecerá. Se o Irão produzir bombas atómicas, todo o charme e todos os sorrisos irão desaparecer de repente. Vão sumir-se. E então os aiatolás mostrarão a sua verdadeira face e libertarão o seu fanatismo agressivo no mundo inteiro.


Há somente um rumo a tomar contra essa ameaça. As capacidades militares nucleares do Irão devem ser desmanteladas. (Aplauso). Não se enganem: o Estado Islâmico deve ser desmantelado. Mas derrotá-lo e deixar o Irão como potência nuclear é vencer a batalha e perder a guerra. (Aplauso). Derrotar o Estado Islâmico e deixar o Irão como uma potência nuclear é vencer a batalha e perder a guerra.

Senhoras e senhores, a luta contra o Islão militante é indivisível. Quando o Islão vence em alguma parte, vence em toda parte. Quando sofre um golpe num lugar, é derrotado em todo o lugar. É por isso que a luta de Israel contra o Hamas não é apenas nossa, é a vossa luta. Israel está a lutar contra um fanatismo hoje que os vossos países podem ser forçados a enfrentar amanhã. 

Durante 50 dias, no verão passado, o Hamas lançou milhares de mísseis contra Israel, muitos deles fornecidos pelo Irão. Quero que pensem sobre o que os vossos países fariam se milhares de mísseis fossem lançados contra as vossas cidades. Imaginem milhões de cidadãos tendo segundos para se esconder em abrigos, dia após dia. Vocês não deixariam terroristas lançarem mísseis contra as vossas cidades com impunidade, nem deixariam que cavassem túneis de terror sob as vossas fronteiras para infiltrar as vossas cidades, a fim de matarem e raptarem os vosso cidadãos. Israel defendeu-se justamente contra ataques de mísseis e túneis do terror. (Aplausos). Porém Israel enfrentou outro desafio. Enfrentámos uma propaganda de guerra, porque, numa tentativa para ganhar a simpatia do mundo, o Hamas cinicamente usou civis palestinos como escudos humanos. 

Usou escolas - não apenas escolas; escolas da ONU - casas, mesquitas, até hospitais para armazenar e disparar mísseis contra Israel. Quando Israel atacou os lançadores de mísseis e os túneis, civis palestinos foram trágica mas não intencionalmente mortos. Há imagens comoventes que resultaram, e essas provocaram acusações mentirosas de que Israel estava deliberadamente a atacar civis. Não estávamos. Lamentamos profundamente toda e cada perda de civis.


E a verdade é esta: Israel faz tudo para minimizar as perdas de civis palestinos. O Hamas faz tudo para aumentar as perdas de civis israelitas e as perdas de civis palestinos. Israel entregou folhetos, fez telefonemas, enviou mensagens de texto, avisos em árabe na televisão palestina, tudo isso para possibilitar que os civis palestinos evacuassem áreas em perigo. Nenhum outro país e nenhum outro exército na História foi tão longe para evitar perdas entre a população civil dos seus inimigos. (Aplauso). 


Ora, essa preocupação pela vida dos palestinos foi ainda mais notável uma vez que os civis israelitas estavam a ser bombardeados por mísseis dia após dia, noite após noite. E, enquanto as suas famílias estavam a ser atacadas pelo Hamas, o exército de Israel, os bravos soldados do IDF, os nossos jovens, mantiveram os mais altos padrões morais de qualquer exército do mundo. (Aplausos). Os soldados de Israel merecem não condenacão, mas admiração, admiração das pessoas decentes em toda parte. (Aplauso).

Ora, aqui está o que o Hamas fez. O Hamas lançou os seus mísseis a partir de áreas residenciais e disse aos palestinos para ignorarem os avisos de Israel para sairem. E, caso as pessoas não entendessem a mensagem, eles executavam os civis palestinos em Gaza que ousassem protestar. 

E, não menos repreensível, o Hamas deliberadamente colocou os seus mísseis onde as crianças palestinas moram e brincam. Deixem-me mostrar-vos uma foto. Foi tirada por uma equipe da França durante o recente conflito. Mostra dois lançadores de mísseis do Hamas, usados para nos atacar. Pode-se ver três crianças brincando perto deles. O Hamas deliberadamente coloca os seus mísseis em áreas residenciais como esta - centenas deles.

Senhoras e senhores, este é um crime de guerra. E digo-o ao Presidente Abbas, estes são crimes, crimes de guerra, cometidos pelos seus parceiros do Hamas no governo de unidade nacional que o senhor dirige e pelo qual é responsável. E estes são os verdadeiros crimes de guerra que vocês deveriam ter investigado ou falado contra neste pódio na semana passada. (aplauso) 

Na nossa etiqueta Operação Protecção-Limite mostrámos uma quantidade apreciável de fotos, vídeos, testemunhos, propaganda do Hamas a exortar ao «martírio» dos escudos humanos, e a punição bárbara dos que se recusaram a não o fazer.

Senhoras e senhores, enquanto as crianças de Israel se amontoam em abrigos e os mísseis de defesa de Israel atacam os mísseis do Hamas nos céus, a profunda diferença moral entre Israel e Hamas não poderia ser mais evidente. Israel usa os seus mísseis para proteger as suas crianças. O Hamas usa as suas crianças para proteger os seus mísseis. (Aplausos). 

Ao investigar Israel em vez do Hamas por crimes de guerra, o Conselho de Direitos Humanos da ONU traiu a sua nobre missão de proteger os inocentes. Na verdade, o que está a fazer é virar as leis de guerra de cabeça para baixo. Israel, que tomou medidas para minimizar as perdas civis - é condenado. O Hamas, que atacou e se escondeu atrás de civis - um duplo crime de guerra - Hamas recebe passe livre.

O Conselho de Direitos Humanos está a enviar uma clara mensagem aos terroristas em toda parte: usem civis como escudos humanos. Usem-nos sempre, sempre, sempre. E sabem porquê? Porque, infelizmente, funciona. 

Ao conceder legitimidade internacional ao uso de escudos humanos, o Conselho de Direitos Humanos da ONU torna-se um conselho de direitos terroristas, e isso terá repercussões - provavelmente já tem - sobre o uso de civis como escudos humanos. Não são apenas os nossos interesses. Não são apenas os nossos valores que estão sob ataque. São os vossos interesses e os vossos valores.

Senhoras e senhores, vivemos num mundo infestado de tirania e terror, onde gays são pendurados em cadafalsos em Teerão, prisioneiros políticos são executados em Gaza, meninas são raptadas em massa na Nigéria, e centenas de milhares são mortos na Síria, Líbia e Iraque, porém quase metade - quase metade das resoluções do Conselho de Direitos Humanos da ONU concentram-se num só país: têm-se dirigido contra Israel, a única democracia no Médio Oriente; Israel, onde as questões são debatidas abertamente num Parlamento, onde os Direitos Humanos são protegidos por Tribunais independentes, e onde as minorias vivem numa sociedade genuinamente livre.

O tratamento preconceituoso Conselho de Direitos Humanos da ONU - e esta é uma contradição, mas uso-a na mesma - em relação a Israel é apenas uma manifestação de um dos maiores preconceitos do mundo. Vemos multidões na Europa hoje pedindo câmaras de gás para os judeus. Ouvimos alguns líderes nacionais comparando Israel aos nazis. 

Essa não é uma função das políticas de Israel. É uma função de mentes doentias, e essa doença tem um nome, antissemitismo. Está agora a espalhar-se na sociedade educada onde se mascara como crítica legítima a Israel. 

Durante séculos o povo judeu tem sido demonizado com libelos de sangue e acusações de deicídio. Hoje o Estado Judaico é demonizado com libelo de apartheid e acusações de genocídio. Em que universo moral o genocídio inclui avisar a população civil do inimigo para sair do perigo, ou garantir que este receba toneladas - toneladas! - de ajuda humanitária todo os dias, enquanto milhares de mísseis estão a ser lançados contra nós, ou montar um hospital de campo para ajudar os seus feridos?

Bem, suponho que é o mesmo universo moral onde um homem que escreveu uma dissertação de mentiras sobre o Holocausto e que insiste numa Palestina livre de judeus - Judenrein - possa ficar neste pódio e sem vergonha acusar Israel de genocídio e limpeza étnica. No passado, mentiras ultrajantes contra os judeus foram as precursoras do massacre de nosso povo. Hoje, nós, o povo judeu, temos o poder de nos defendermos. Vamo-nos defender contra os nossos inimigos no campo de batalha - (aplauso) - vamos mostrar as suas mentiras contra nós no tribunal da opinião pública. Israel vai continuar de pé, orgulhoso e erecto. (Aplauso)

Senhoras e senhores, apesar dos enormes desafios que Israel enfrenta, creio que temos uma oportunidade histórica. Após décadas vendo Israel como seu inimigo, países líderes no mundo árabe cada vez mais reconhecem que, juntos, nós e eles enfrentamos muitos dos mesmos perigos, e principalmente, isso significa um Irão com armas nucleares e movimentos islâmicos ganhando espaço no mundo sunita. O nosso desafio é transformar esses interesses comuns para criar uma parceria produtiva, que construa um Médio Oriente mais seguro, pacífico e próspero. Juntos, podemos fortalecer a segurança regional, podemos fazer avançar projectos de água, agricultura, transportes,  saúde, energia tantos outros campos.

Creio que a parceria entre nós pode ajudar a trazer paz entre Israel e os palestinos. Muitos há longo tempo presumem que uma paz Israel-Palestina pode ajudar numa aproximação maior entre Israel e o mundo árabe. Mas actualmente, penso que poderia funcionar de modo contrário, ou seja, que uma aproximação mais ampla entre Israel e o mundo árabe pode ajudar na paz entre israelitas e palestinos. E para conseguir esta paz, devemos olhar não apenas para Jerusalém e Ramallah, mas também para o Cairo, Amman, Abu Dhabi, Riyadh e outros.

Creio que a paz pode ser feita com o envolvimento activo dos países árabes - aqueles que estão dispostos a dar apoio político, material e outros. Estou pronto a assumir um compromisso histórico, não porque Israel ocupa uma terra estrangeira. O povo de Israel não é ocupante na Terra de Israel. (Aplausos). História, arqueologia e o senso comum deixam claro que temos tido um apego singular a esta terra durante mais de 3.000 anos.

Quero paz porque quero criar um futuro melhor para o meu povo, mas deve ser uma paz genuína, ancorada no reconhecimento mútuo e na segurança duradoura, com acordos de segurança sólidos, porque vejam, a retirada de Israel do Líbano e de Gaza criou dois enclaves islâmicos nas nossas fronteiras, dos quais dezenas de milhar de mísseis foram lançados sobre Israel, e essas experiências aumentam as preocupações de Israel sobre segurança e sobre potenciais concessões territoriais no futuro.

Essas preocupações com a segurança são ainda maiores hoje. Olhem em volta. O Médio Oriente está em caos, Estados estão a desintegrar-se, e militantes islâmicos estão a preencher o vazio. Israel não pode ter territórios dos quais se retire, novamente dominados por militantes islâmicos, como acontceu em Gaza e no Líbano. Isso colocaria em perigo 80 por cento da nossa população.  a poucas milhas do Estado Islâmico.

Israel, minúsculo na grande mancha verde do mundo islâmico,  é frequentemente apelidado de potência expansionista!!! 90% dos 11 milhões de muçulmanos mortos em guerras no Médio Oriente foram mortos por outros muçulmanos.
0,3% foram mortos por Israel, em 66 anos de investidas terroristas contra o Estado Judaico.


A cegueira das marisas matias deste mundo leva-as a ver um único problema no Médio Oriente e quiçá no mundo inteiro: Israel, um país quatro vezes menor que o nosso Portugalinho, que teima em não caminhar de livre vontade para o definitivo Holocausto que os terroristas lhe preparam sem cessar!

Agora pensem um pouco. A distância entre as linhas de 1967 e os subúrbios de Tel Aviv é como a distância entre o edifício da ONU, aqui, e a Times Square. Israel é um país minúsculo. É por isso que em qualquer acordo de paz, que obviamente vai precisar de um acordo territorial, sempre insistirei que Israel possa defender-se por si mesmo contra qualquer ameaça. (Aplausos) 

Apesar de tudo o que tem acontecido, alguns ainda não levam a sério a segurança de Israel. Mas sempre o farei - (aplauso) porque como Primeiro Ministro de Israel, tenho a enorme responsabilidade de garantir o futuro do povo judeu e do estado judaico. E não importa que pressão sofra, jamais deixarei de cumprir essa responsabilidade. (Aplauso)

Creio que com uma nova abordagem por parte dos nossos vizinhos, podemos avançar na paz, apesar das dificuldades que enfrentamos. Em Israel, temos um registo de tornar o impossível possível. Fizemos uma terra desolada florescer, e com poucos recursos naturais, usamos a mente fértil do nosso povo para transformar Israel num centro global de tecnologia e inovação, e a paz, claro, permitiria a Israel realizar todo o seu potencial, e trazer um futuro promissor não apenas para o nosso povo, não apenas para o povo palestino, mas para muitos, muitos outros na nossa região. Mas o velho projecto para a paz deve ser actualizado. Deve levar em conta novas realidades, novos papéis e responsabilidades para os nossos vizinhos árabes.

Senhoras e senhores, há um novo Médio Oriente. Apresenta novos perigos, mas também novas oportunidades. Israel está preparado para trabalhar com parceiros árabes e a comunidade internacional para enfrentar esses perigos e agarrar essas oportunidades. Juntos, devemos reconhecer a ameaça global dos militantes islâmicos, a prioridade de desmontar a capacidade de armas nucleares e o papel indispensável dos países árabes em avançar na paz com os palestinos. 

Tudo isso pode ser arrojado, face à sabedoria política convencional, mas é a verdade, e a verdade deve sempre ser dita, especialmente aqui na ONU. (Aplauso) 

Isaías, o nosso profeta da paz, ensinou-nos há 3.000 anos em Jerusalém a dizer a verdade ao poder; (Fala em hebraico) "Por Tsion, não ficarei em silêncio, em prol de Jerusalém, não ficarei parado até que a justiça brilhe e sua salvação reluza como uma tocha ardente".

Senhoras e senhores, vamos acender a tocha da verdade e da justiça para salvaguardar o nosso futuro em comum. Obrigado. (Aplauso) 



- Se estivessem em Israel, se tivessem nascido judeus e experimentassem a injustiça, o preconceito e a difamação, muitos dos que padecem desses males teriam outros juízos. Sobre os políticos e os jornalistas pesam grandes responsabilidades na actual situação no Médio Oriente e no mundo. Chegará o dia em que terão de apresentar contas. Quem tem ouvidos que ouça, como disse certo judeu, por acaso muito famoso...

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O assassínio de Chaya e o silêncio do Mundo

Este assassínio é fruto da famosa campanha da "jihad automóvel", em que os muçulmanos são encorajados a atropelar judeus e "infiéis" em geral. Este é um cartaz desta campanha.Em substituição do pedal do acelerador está um carregador e a frase «USA A TUA ARMA». No Facebook e outras redes sociais, o regozijo islamista e esquerdo-palestinianista é intenso. Como foi aquando do rapto, tortura e assassínio dos três jovens, Eyal, Gad e Naftali.

A Associated Press relata que a polícia israelita abateu um homem. O facto de esse homem estar a atropelar uma multidão de judeus, é irrelevante - se não meritório! - para a Imprensa internacional.
A Imprensa que dá a notícia, dá-a assim. De um modo geral, o assassínio de judeus (mesmo crianças) nem é notícia.


O terrorista Abdel Rahman Al-Shalud. A Fatah declara em comunicado que «O herói e mártir Abd al-Rahman al-Saloudi cumpriu um dever sagrado ao atropelar colonos  na Jerusalém ocupada". Lembramos os nosso leitores palestinianistas, que, perante o Islão, o estatuto de Portugal e Espanha é exactamente igual ao de Israel - terra conquistada pelos muçulmanos deve ser reconquistada.
O assassino terrorista do Hamas, como é habitual nestes casos, já está a ser efusivamente celebrado como "herói e mártir". O poster acima  é do grupo terrorista Fatah (rival sanguinário do Hamas) e considerado pelo Ocidente como "moderado" e "parceiro para a paz". Quando se trata de assassinar judeus, são todos amigos.


Quer a Fatah, quer o Hamas, quer qualquer associação islâmica, encarrega-se de instilar o ódio aos infiéis (mas em especial aos judeus), desde tenra idade.
Na TV repete-se a narrativa das "escolas" locais: Israel é invasor, Israel não tem direito a existir, etc.. Toda uma cultura de violência, fanatismo, ódio e suicídio. A Imprensa Ocidental passa ao lado da realidade e faz pior: INVERTE-A!
No primeiro clip, um jovem discípulo do mega-terrorista e Nobel da Paz Yasser Arafat, em transe diabólico, apela ao extermínio dos judeus. O segundo clip é de anteontem e a narrativa é a mesma. A ideia fixa de toda uma sociedade de 1 bilião e 600 milhões de almas é o ódio e a destruição dos "infiéis". Como estes clipes há milhares. Esta gente vive para isto.



Os políticos ocidentais afinam pelo mesmo diapasão. Se não apoiam abertamente estes bandos terroristas, pelo menos abstêm-se de os condenar. Todos anseiam pela eliminação de todos os judeus e pelo fim de Israel. Uns por ódio atávico, outros por conveniência estratégica.


Fazemos votos de que Israel regresse rapidamente às suas verdadeiras fronteiras. fazemos votos de que Israel adopte uma política de tolerância zero para com o terrorismo, abata tantos terroristas quantos puder e desmantele as suas estruturas quanto puder. Fazemos votos de que Israel repatrie todos os terroristas que abriga, alimenta e cumula de benesses, dentro das suas fronteiras.
Israel já sabe que não poderá contar jamais com a simpatia do Ocidente (que só gosta de judeus convenientemente mortos, e da pior maneira possível, de preferência). Nem Israel nem ninguém pode em sã consciência contar com a pacificação dos muçulmanos, que actuam do mesmo modo desde o século VII.
4 milénios de perseguição e martírio já são demais. Chega! Se é destino de Israel estar sozinho, antes só que mal acompanhado! Que viva Israel para sempre!

As prioridades do Mundo


Momentos finais da vida de uma criança infiel. O ISIS chacina sistematicamente os não muçulmanos.

Para onde quer que olhemos nos dias de hoje, deparamos com toda a espécie de atrocidades cometidas pelos muçulmanos jihadistas, as mais das vezes eufemisticamente apelidados de "militantes".

Na Síria, por exemplo, os cristãos e outros infiéis são queimados ou enterrados vivos, os homens são habitualmente enforcados ou crucificados, as mulheres estupradas e "comercializadas" e as crianças degoladas. As imagens são demasiado chocantes para as publicarmos aqui, mas se tiver estômago, clique por exemplo nesta hiperligação.

O Mundo, apático, aceita. Afinal, e como dizia a outra, "é a cultura deles...".

O que preocupa o Mundo é esta foto, em que, supostamente, um malandro de um judeu grita com uma pobre e inocente mulher muçulmana - boazinha e pura como todos os muçulmanos, os santos da nova religião ateísta global.


Combustível q.b. para muitos e bons anos de ódio! A imagem tem sido difundida  com a parte de baixo convenientemente cortada. Porque a mulher roubou um livro de orações da mão do homem judeu! Uma de muitas provocações (como por exemplo as celebrações de rua, em pleno Israel, dos ataques terroristas contra os judeus).

O judeu da imagem ficou indignado. Se fosse ao contrário, se um judeu roubasse um livro de orações das mãos de um muçulmano, seria a guerra. E nem pomos a possibilidade de tal ocorrer num país muçulmano, porque, na maior parte desses, os judeus já foram todos expulsos ou exterminados!

O vídeo:
 

Mas o que é que a realidade interessa aos palestinianistas, que odeiam as religiões todas, mas se arrojam aos pés do Islão?


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Jerusalém: ataque terrorista mata bebé

ACTUALIZADO 

 A cena do crime, hoje 
 
ATAQUE TERRORISTA, HOJE, EM JERUSALÉM
 

Vídeo vigilância registou o ataque 


Chaya Zisel Braun, de 3 meses, morreu; e o seu pai está em estado grave.
 
A jihad por atropelamento continua. No Canadá, por terroristas do ISIS, e em Israel, por terroristas do Hamas. 

Hoje, em Jerusalém, um bárbaro assassino do Hamas (que já serviu duas penas por terrorismo) matou uma bebé de 3 meses e feriu gravemente pelo menos sete adultos. O bando terrorista Hamas já reivindicou o ataque e está, como é habitual, a festejar a morte e a mutilação de judeus. Artigo completo e fotos no jornal The Algemeiner.

A esquerda palestinianista, fiel apoiante do Hamas (e até do ISIS!) naturalmente, junta-se aos festejos.




Os jihadistas matam crianças e culpam OS OUTROS de o fazerem!

O que a esquerda palestinianista queria era que a cerca de segurança entre Israel e Gaza fosse derrubada, ou que Israel não desmantelasse os túneis. Assim, em vez um atentado, teriam dúzias deles para festejar!
A ESQUIZOFRENIA ISLAMISTA E ESQUERDO-PALESTINIANISTA

O Hamas mata judeus. O ISIS mata cristãos, curdos, yazidis e muçulmanos não sunitas. Ambos os bandos terroristas, que disparam do meio dos civis, usam como argumento para os seus actos, a «morte de inocentes e de crianças».



A esquizofrenia islamista e esquerdo-palestinianista é assim: eles matam efectivamente crianças, mas dizem que os outros as matam!

O CÚMULO DO DESPUDOR


Como se não fosse suficientemente diabólico assassinarem crianças inocentes, os islamistas têm o inqualificável despudor de pegarem nas fotos das crianças que massacram e as apresentarem como vítimas... de Israel! Foi o que aconteceu com a foto da mesmíssima família Fogel. O site PaLIEstine dá conta destas e de outras atrocidades.

A IMPRENSA RAIVOSAMENTE TERRORISTA E ANTISSEMITA

O costume: o terrorista atira o carro para cima da multidão, mata um bebé e  deixa uma quantidade de pessoas feridas, e a Associated Press titula "POLÍCIA ISRAELiTA MATA HOMEM EM JERUSALÉM". Mais palavras para quê?


Na Imprensa portuguesa, ainda não encontrámos nada a respeito deste atentado.

O BEM TRIUNFARÁ
 

 Esta é uma amostra do horror que se seguiria a uma hipotética abertura de fronteiras e/ou regresso de "palestinos" e/ou anexação de Israel pelos islamistas e/ou cedência da Judeia e Samaria aos terroristas. Tal não acontecerá. Pelo menos como os terroristas e seus apoiantes o desejam.

Que Deus acolha a pequena hoje assassinada e dê o consolo possível à família. Que os feridos tenham rápidas melhoras. Que Deus proteja Israel e o Mundo Livre da barbárie islâmica. 

Algemeiner,
Algemeiner,
Algemeiner, October 22, 214
Algemeiner, October 22, 214

Canadá: ISIS já mata lá!


Havia muito mais vídeos, mas foram CENSURADOS.


Uma mulher tenta, em vão, salvar a vida do soldado com respiração boca a boca. 

Foto de um dos terroristas muçulmanos, autores deste ataque. Michael Zehaf-Bibea é um convertido recente
Soldado atingido a tiro junto ao Parlamento do Canadá. Reféns dentro do Parlamento, deputados utilizam o Twitter para partilhar fotografias do aparato e tranquilizarem os familiares e amigos.

Vídeo mostra tiroteio dentro do Parlamento:

 
Este ataque ocorre apenas dois dias depois de um muçulmano convertido ter atropelado dois soldados canadianos, vitimando um mortalmente, perto de Montreal. 
O tortuoso raciocínio é o mesmo que o Hamas & C.a usam em relação a Israel. Atacam canadianos porque o Canadá, na opinião deles, está a atacar inocentes na Síria e no Iraque. Ou seja: Os terroristas do ISIS atacam (como os do Hamas) no meio da população. Usam escudos humanos. A coligação internacional ataca os terroristas e estes acusam-na de matar inocentes!
E assim temos o outrora pacífico, seguro e civilizado Canadá, como todo o Mundo não muçulmano, sob a ira da jihad islâmica. Aqui, um corriqueiro ataque anti-semita:



Os sinais já eram evidentes há muito.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

"Judeus Ilustres de Portugal"

 
"Amanhã, em Ponta Delgada, não perca o lançamento do livro "Judeus Ilustres de Portugal: 14 homens e mulheres que marcaram a história do nosso país", da escritora Miriam Assor, a ter lugar na Biblioteca Municipal Ernesto do Canto, pelas 18h30, e que irá contar com a presença da autora."
Fonte: AMIZADE LUSO-ISRAELITA

Parabéns, Benjamin Netanyahu!

Faz hoje anos o Primeiro-Ministro de Israel. Algumas fotos de Benjamin e da Esposa Sara. Que Deus lhe dê muita saúde para desempenhar o espinhoso cargo que ocupa.

Mazel Tov!






Rindo da Jihad Sexual na Europa - 2

Conclusão de
 


Em grande parte de África persiste a superstição de que estuprando uma criança se cura o S.I.D.A.. A imigração africana na Europa está a vitimar agora as nossas crianças. O politicamente correcto manda ignorar esta REALIDADE. As vítimas, como sempre, podem esperar...


  Continuação da tradução do artigo de The Muslim Issue:

As estatísticas de estupro da Suécia tornaram-se incontroláveis na sequência da persistente importação de muçulmanos por parte do Governo. O nosso relatório de Outubro 2013 revelou que os muçulmanos tinham violentamente estuprado 300 crianças suecas e 700 mulheres suecas, num curto espaço de sete meses, em 2013 O governo não fez nada para resolver o problema. Em resposta à esquerda fascista extrema-socialista exigiu a importação de ainda mais muçulmanos!

A Suécia agora tem o segundo maior número de estupros no Mundo, depois da África do Sul, (...). As estatísticas sugerem agora que 1 em cada 4 mulheres suecas será violada. Este problema nunca teria esta gravidade se o governo sueco não estivesse a importar centenas de milhar de terroristas, espancadores de mulheres, estupradores de crianças e muçulmanos que odeiam mulheres.

Se você já se perguntou como é que um país supostamente educado se pode afundar assim, este é o fruto da mentalidade socialista induzida na psique sueca.


Um leitor sueco enviou-nos este link.




Ouça a ex-comissária da União Europeia, Margot Wallström, rir das mulheres e das crianças suecas que estão a ser brutalmente estupradas por criminosos imigrantes muçulmanos. 
Estes são criminosos que os inúteis burocratas de Bruxelas  importam para a UE e para o país. Nesta entrevista de rádio realizada em 23 de Março de 2014, você pode ouvir Wallström banalizar o estupro do seu povo, ao minuto 10:13  da transmissão. Este é o tipo de pessoas que determinam o cenário político de hoje. Infelizmente não temos uma transcrição da entrevista na íntegra.

"- Ahhh bem, isso é um bocado ... isso parece-me uma loucura completa. Não me parece possível... [risos]. Bem, eu não sei de onde é que esses números [de estupro] vêm ".
É desta forma vergonhosa que Margot Wallström, representante da Suécia na União Europeia e na ONU, reage às estatísticas de estupro muçulmano do Conselho de Prevenção da Criminalidade Nacional da Suécia.


 Margot Wallström acha a onda de estupro islâmico divertida
 
Os dados são do Conselho Nacional de Prevenção da Criminalidade (BRA), relatório de 1996: página 2 de 107. Há dados mais actuais que são muito mais chocantes,. O que dirá Wallström sobre eles, se ela nem sequer se preocupou em ler as estatísticas de 1996?

Mas, quando se fala de estupro em outros países, Wallström não tem nenhum problema em associar as ondas de estupro muçulmanas na Síria e a Primavera Árabe, como "uma ferramenta para busca de poder e domínio através da difusão do medo". Como é que ela é incapaz de conectar os pontos no seu próprio país, especialmente quando os autores têm o mesmo fundo e usam as mesmas ferramentas sobre o seu próprio povo?



Quando os muçulmanos estupram mulheres e crianças na Suécia, a extrema esquerda culpa os factores sociais e pinta os criminosos brutais como vítimas, às vezes até culpa as vítimas, mesmo que os muçulmanos não sejam mais pobres do que os suecos na mesma classe social, os quais nem por isso passam o seu tempo a estuprar pessoas.
Quão doentes são estes socialistas esquerdistas radicais fascistas ???!


Um cartaz que, em muitos meios, é considerado «racista»: "EU RECUSO-ME A SER ESTUPRADA E MORTA PELOS MUÇULMANOS, SÓ PARA PROVAR O QUÃO TOLERANTE SOU".

- Na opinião da nossa esquerda mais lunática, as nossas crianças e as nossas mulheres devem estar à disposição dos muçulmanos para esses e outros fins. Para o que eles entendam. A lavagem ao cérebro no Marxismo cultural, dita que «nós» somos culpados pelos males todos do mundo, que «nós» somos os únicos que não temos uma «cultura», e que as «culturas» propriamente ditas têm o pleno direito de fazer de nós o que bem lhes apeteça.

Confusas noções históricas sobre colonialismo e etnocentrismo acotovelam-se na acanhada mente esquerdopata, e o resultado é este. TRÁGICO! Pode bem ser o fim da nossa Civilização e dos nossos povos.