segunda-feira, 26 de março de 2018

Reino Unido: Homem ataca polícias com espada *

Domingo à tarde, andava um homem a correr pelas ruas de Manchester, a gritar e atacar as pessoas com uma espada. Atacou a Polícia, deixando um agente gravemente ferido.

 Há 2 anos, o ISIS emitiu este apelo:

    "Então, oh muwahhid, não deixeis de entrar nesta batalha onde quer que estejais. Deveis atacar os soldados, os líderes e as tropas do tawaghit. Golpeai as suas polícias,  o seu pessoal de segurança e de serviços de informações, bem como os seus agentes traiçoeiros. Destruí-lhes as vidas.  Fazei-lhes a vida amarga. Se puderdes matar um americano ou europeu infiéis - especialmente o francês rancoroso e imundo - ou o australiano, ou o canadiano, ou qualquer outro infiel dos infiéis que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que tenham entrado numa coligação contra o Estado Islâmico, então, confiai em Alá e matai-o de qualquer forma... Se não conseguirdes encontrar uma pistola ou explosivos, não deixeis de atacar o americano infiel, ou o francês ou qualquer um dos seus aliados. Esmagai-lhes as cabeças com uma rocha, ou matai-os com uma faca, ou executai-os com o vosso carro, ou atirai-os de um lugar alto, ou estrangulai-os ou envenenai-os."

E desde então os ataques de muçulmanos contra os "infiéis" redobraram. 
As imagens do ataque desta manhã: 



Os jornalistas - que estão ao serviço da islamização da Europa - disseram "que se tratou de um caso isolado e que não está ligado ao terrorismo".
União Europeia usa jornalistas na Islamização da Europa
O que vem a ser um "caso isolado"? Quando é que deixa de ser um caso isolado e passa a ser um caso "não isolado"?
A jihad, a guerra santa obrigatória do Islão contra os "infiéis", com centenas de mortos, feridos,  estropiados, torturados, perseguidos, raptados, desalojados, todos os dias, é feita de MILHÕES de "casos isolados".
Atacar pessoas com uma espada não é terrorismo? É o quê? Enriquecimento cultural? Os nossos políticos acham que sim:
Presidente italiano: "Algo extremamente bonito aconteceu: fomos invadidos pelos imigrantes"
Nenhuma ideologia matou tanto como o Islão:

Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes

Mas o maior problema é que o Islão continua a matar. 32782 ataques terroristas contabilizados desde o 11 de Setembro.


O site The Religion of Peace tenta fazer a contabilidade diária, semanal, mensal e anual da mortandade islâmica. 
No passado mês de Fevereiro, por exemplo, registaram-se 167 ataques terroristas islâmicos, que causaram 934 mortos e 928 feridos.
17 ataques suicidas e 25 países atingidos. 
Muitos dos feridos virão a morrer, muitas mortandades nem chegam ao conhecimento das massas, por isso estes números são uma aproximação. Sem contar com tortura, mutilação, estupro, etc..
A lista permanente dos últimos 30 dias de terrorismo islâmico, AQUI.
Para a maior parte das pessoas, estas realidades não passam de números abstractos. Estão condicionadas pela lavagem cerebral mediática para gritar "ISLAMOFOBIA!", de cada vez que alguém lhes aponta a relação de causa e efeito entre a ideologia islâmica, que ordena a guerra aos "infiéis", e os milhões de mortos que o Islão continua a somar à sua conta de ideologia mais mortífera da História.
Outros percebem, mas, compreensivelmente, têm medo de constatar o óbvio.



Hoje, em outras partes do Mundo, outros polícias foram atacados. Quando os atacantes pertencem a alguma organização terrorista, as autoridades identificam-na e combatem-na.
Os grupos terroristas comunistas que operaram aqui na Europa nos anos 60 e 70 foram obviamente proibidos e combatidos pelas autoridades até à sua extinção.
Os líderes do grupo religioso Verdade Suprema, do japonês Shoko Asahara, que matou 12 pessoas com gás sarin, no metro de Tóquio, foram presos e condenados, e a sua seita proibida em todo o Mundo. 
O Islão mata muito mais do que 12 pessoas por dia. Mas é considerado "crime de ódio" dizer a VERDADE sobre essa ideologia.

 Visite a nossa secção:

 Islão - O que o Ocidente Precisa Saber

Ainda não se sabe o nome do homem da espada que andava em Manchester a gritar e a tentar matar pessoas. Se se chamasse John ou Manel, já se saberia. Como o mais certo é chamar-se Achmed ou Abdul, é ver se cai no esquecimento. Nada teve a ver com o Islão. Foi um caso isolado. Nem sequer é terrorismo.
- Notícia no Jihad Watch.
- Notícia e vídeo no Manchester Evening News.


domingo, 25 de março de 2018

"Limpeza da Floresta" - causa nacional ou mito?

D. Marcelo I, o Afectuoso, não sabe distinguir uma floresta de uma seara de eucaliptos.

O nosso simpático e hiperactivo Presidente da República está em todos os canais de TV, a "limpar a floresta". Diz que "limpar a floresta" é uma causa nacional. Não seria melhor arrancar tudo, Professor Martelo? Para jogar pelo seguro.
Já Frei Gonçalo das Hortas, reconhecidamente uma das maiores autoridades mundiais na matéria, vem pregando no deserto há décadas que a limpeza da floresta é um mito.
Qual dos dois terá razão? Gonçalo Ribeiro-Telles é um profissional da área, com obra académica e profissional.  Marcelo move-se pelos afectos.

VISÃO: Quais são as causas desta calamidade (os incêndios)?
GONÇALO RIBEIRO TELLES: A grande causa é um mau ordenamento do território, ou seja, a florestação extensiva com pinheiros e eucaliptos, de madeira para as celuloses e para a construção civil. O problema foi uma má ideia para o País, a de que Portugal é um país florestal. Lançou-se a ideia de que, tirando 12% de solos férteis, tudo o resto só tem possibilidades económicas em termos de povoamentos florestais industriais.

Marcelo é um todo-terreno, que acelera na vacinação contra o sarampo, ou na "floresta" com a mesma  ligeireza. Ele fala, ele abraça, ele tira selfies, ele é até homem para beber um copo numa tasca com os pobrezinhos, se preciso for!
O povo gosta.  Desde que haja muitos "afectos", o povo gosta. Marcelo não sabe distinguir uma floresta de uma seara de eucaliptos, mas o povo gosta. E se o povo gosta, o povo reelege. E Marcelo é um político. Vive de votos.

(O nosso não menos afectuoso Primeiro-Ministro também anda na campanha da limpeza, com as suas belas peúgas. Verdes, ecológicas).

O povo está órfão de um Rei, há mais de 100 anos.  Sem ter consciência disso, elege os candidatos à Presidência que mais se pareçam com Reis. Mas conserva uma resistência profunda à ideia do Rei, um ódio aos "privilegiados" caldeado por cento e tal anos de propaganda republicana.
A nossa República  maçónica, que nos seus delírios narcisistas se louva a si mesma como a Mãe de Todas as Liberdades, de peitos gloriosamente desnudados sobre as barricadas da Revolução Francesa, não permite o Referendo ao regime. E lá vamos tendo sucedâneos de Rei uns atrás dos outros, com resultados pífios. E trágicos - veja-se o caso dos incêndios de 2017, cuja conta de vítimas mortais vai em 113, pelo menos.

É fácil menosprezar D. Duarte Pio. Ouvi-lo e lê-lo dá trabalho. E acarreta o risco de se descobrir um homem invulgarmente culto e lúcido.
 
Se tivéssemos um Rei (como têm países miseráveis como Espanha, Holanda, Dinamarca, Luxemburgo, Noruega, Reino Unido, etc., etc.) teríamos desde logo um homem que não depende de votos. E que, no nosso caso, sabe distinguir uma floresta de uma seara.
E o nosso simpático e bonacheirão Professor Martelo, que não arranja em si paciência para aprender a diferença, ainda assim poderia brilhar no que melhor sabe fazer, seja jogar basquetebol com crianças e ser vaiado em Angola, seja aconselhar a vacinação contra o sarampo ou a conquista de Lisboa pelos Mouros.
Mas não em nome de Portugal.

P.S. - Sugerimos para esta campanha o slogan "Vamos desbastar Portugal!".

sábado, 24 de março de 2018

Israel investiga o Facebook sobre possível violação da privacidade dos cidadãos

O gigante das redes sociais é acusado de ser descuidado com os dados pessoais de dezenas de milhões de contas, e as autoridades israelitas estão a verificar se os seus cidadãos estão entre eles. 
Por Batya Jerenberg, World Israel News

A Autoridade de Protecção da Privacidade de Israel do Ministério da Justiça anunciou na quinta-feira que se juntava a outros países ao redor do mundo para investigar o Facebook por causa de seu tratamento incorrecto da informação privada dos usuários.
 
Um banco de dados de mais de 50 milhões de usuários foi dado a uma empresa de armazenamento de dados chamada Cambridge Analytics, por um ex-pesquisador da Universidade de Cambridge, Aleksandr Kogan, que, segundo o Facebook, desenvolveu um aplicativo de questionário ostensivamente para colectar dados para  finalidades de pesquisa.
Na sexta-feira, o Facebook suspendeu Kogan da plataforma, dizendo que ele havia compartilhado indevidamente as informações com uma empresa comercial e mentiu sobre o propósito de sua aplicação, informou o The Guardian. Kogan, no entanto, diz que depois de escrever vários trabalhos académicos, ele transferiu o aplicativo para uma empresa que ele fundou e mudou completamente os seus termos e condições, deixando claro que os usuários estavam dando-lhe o direito de vender e licenciar os dados, de acordo com o jornal britânico. 
Kogan alegou num e-mail aos colegas em Cambridge que “todas essas mudanças foram feitas na plataforma de aplicativos do Facebook e, portanto, eles tinham capacidade de rever a natureza do aplicativo e levantar questões. O Facebook em nenhum momento levantou quaisquer preocupações sobre qualquer uma dessas mudanças.” 

 
  
Aleksandr Kogan

A Cambridge Analytica foi contratada mais tarde pela campanha Trump como uma firma de consultoria política. O New York Times e o The Guardian informaram que a empresa usou os dados obtidos para angariar possíveis eleitores através do Facebook antes das eleições nos EUA.
Enquanto as notícias do escândalo da recolha de dados se espalham, políticos e reguladores federais em muitos países, incluindo Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália, assim como Israel, começaram investigações sobre o sistema de segurança supostamente negligente do Facebook que permitia a terceiros obter uma tão grande quantidade de informações tão facilmente.
De acordo com a Lei de Privacidade de Israel, os dados pessoais só podem ser usados ​​para o propósito pretendido e com o consentimento do indivíduo. O Órgão de Fiscalização investigará, por conseguinte, se os dados pessoais de cidadãos israelitas foram ilegalmente utilizados de uma forma que viola o seu direito à privacidade e as disposições da lei. 
Se for descoberto que o gigante das redes sociais violou as leis de privacidade, Israel - sem dúvida, como outros países - poderá impor multas à empresa. O Facebook já perdeu muito dinheiro, pois os investidores reduziram seu valor em cerca de 50 biliões de dólares só nos últimos dois dias.


 COMENTÁRIO
Já de há muito que alertamos para que o Facebook é policiado por funcionários activistas de extrema-esquerda e por islamistas, que administram suspensões e censuram conteúdos a quem diz a verdade sobre o Comunismo e o Islamismo, ao mesmo tempo que deixam impunes a propaganda do terrorismo islâmico/jihadismo, do anti-semitismo e das ideologias terroristas comunistas.
Ver por exemplo:


O Black Lives Matter, que apela ao assassinato de polícias e à extinção das pessoas de cor branca, não é incomodado pelas rígidas normas que o Facebook impõe aos conservadores. Os grupos terroristas islâmicos que massacram judeus em Israel, não são incomodados. Os  nazis, os anti-semitas, os negadores do Holocausto, não são incomodados. Mas uma pessoa que poste que o casamento é entre um homem e uma mulher, ou que o jihadismo deve ser travado, é suspensa.
Os exemplos são muitos e poucos conservadores há que não tenham sido alvo da política islamo-esquerdista do Facebook.
Ainda agora, foi descoberto que o comunista Jeremy Corbyn, líder dos Trabalhistas no Reino Unido (conhecido por ser um apoiante assumido do terrorismo islâmico) fazia parte (juntamente com outros camaradas de esquerda) de dois grupos nazis no Facebook:


Reino Unido: Líder Trabalhista amigo dos jihadistas e dos nazis


Não nos parece que o Zuckerberg seja má pessoa. Pode taté ser um completo canalha, mas não é a percepção que temos dele. Um homem que doa para caridade 99% dos lucros da sua companhia, não será pelo menos má pessoa de todo. Ser boa pessoa e ser bem sucedido nos negócios, não o livra, no entanto, da eventualidade de ser parvo. O Stephen Hawking, por exemplo, era um brilhante astrofísico e era um hipócrita. 
Sem queremos fazer Psicologia barata, talvez o Zuckerberg, por ser judeu, por ser parte de um povo perseguido, sofra de complexos de esquerda, e nisso não está sozinho, infelizmente, como explica o Ben Shapiro (que por acaso também é judeu mas não sofre desse problema):

 
Milhões de pessoas estão a sair do Facebook, por estarem fartas da censura e por causa de mais este escândalo. Não acreditamos que tal venha a afectar muito a empresa. A maior parte dos utilizadores não faz a mínima ideia do que se passa, nem se importa.
O problema para nós é outro. É que o cerco se aperta à liberdade de expressão dos conservadores e moderados, como nós, não apenas no Facebook e não apenas online. O que fazer? Procurar alternativa.
Há outras redes sociais anti-Facebook (caso do DIASPORA ou do GAB). Andamos a experimentá-las, mas não nos entusiasmaram. E nada nos garante que não venham a ser infiltradas pelos totalitaristas, como o Facebook.
Por medida higiénica, e nem que seja para dar um aperto ao Foicebook, pode suspender a sua conta. Ou apagá-la:

sexta-feira, 23 de março de 2018

Mais um pequeno massacre em França *



Veja também o post anterior:

Muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" tenta matar Angela Merkel


P.S. - Há pelo menos um português entre as vítimas do massacre jihadista de hoje, em França. O jovem emigrante de 26 anos foi baleado pelo jihadista que lhe roubou o carro. Votos de rápida recuperação. Vimos na TV os depoimentos emocionados de amigos e conhecidos.
Acabou por falecer o  tenente-coronel Arnaud Beltrame, que se ofereceu para trocar de lugar com um dos reféns e foi baleado pelo islamista. As nossas homenagens.
Se calhar a vítima libertada até era daquelas pessoas que "não gostam de polícias". E gostam de terroristas cheguevaras.
  
Arnaud Beltrame.

Massacres em nome de Alá, Polícia e Forças Armadas nas ruas.  Se fosse em Israel diriam que a culpa é de Israel e que Israel é um Estado policial.

Mais um massacre em França. No ano passado, por esta altura, contabilizavam-se mais de 1200 vítimas mortais do Islão na Europa - desde o 11 de Março de 2004.
Segundo a Franceinfo,  a Polícia francesa identificou o sequestrador como um conhecido dos serviços de informações, que constava das bases de dados de "militantes islâmicos radicalizados" (leia-se: terroristas islâmicos que andam à solta pela Europa).
Se tiver dúvidas quanto a fontes confira no Jihad Watch, por favor.
Duas perguntas:
- Porque é que a Europa continua a importar milhões de colonos muçulmanos, e com eles centenas de milhar de terroristas?
- Os terroristas como este que assassinam inocentes em Israel, são apoiados e financiados pela União Europeia, louvados pela Imprensa, e Israel é condenado pelo Parlamento Europeu e pela ONU - por se defender. Porquê?
Nós sabemos porquê. Basta o nosso blogue e estudar a realidade do que se passa na Europa.


- Via FRANCE 24:
Sequestrador no sul da França morto por forças de segurança
Um sequestrador no sul da França foi morto numa operação policial, confirmou o Ministro do Interior, Gérard Collomb, na sexta-feira. O grupo ISIS/Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo ataque num site jihadista. Pelo menos duas pessoas foram mortas.
O que sabemos até agora:
O grupo do ISIS/Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pela tomada de reféns em Trèbes num site jihadista, confirma o especialistas da FRANCE 24 em grupos islâmicos, Wassim Nasr.


O terrorista islâmico Redouane Lakdim.


O suspeito, 26 anos, Redouane Lakdim, foi morto numa operação policial, disse o Ministro do Interior, Gérard Collomb. Era já conhecido pelas autoridades como um pequeno criminoso.
Pelo menos duas pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas no ataque ao supermercado, segundo a Polícia francesa.
Lakdim exigiu a libertação, em 13 de Novembro de 2015, do suspeito do massacre de Paris, Salah Abdeslam.
Uma terceira vítima foi baleada e morta no início do dia quando Lakdim roubou um carro na cidade vizinha de Carcassonne, ferindo o motorista e matando um passageiro.
NDT - Foi o nosso compatriota.
Falando de Bruxelas, o presidente francês Emmanuel Macron disse que a tomada de reféns em Trèbes parecia ser um ataque terrorista e que retornaria a Paris em poucas horas para coordenar a resposta do governo.

"Parece ser um ataque terrorista", disse o islamizador Macron.


A propósito:

França: voto muçulmano torna impossível vitória de um candidato não pró-islâmico

Marine Le Pen arrisca 3 anos de prisão por mostrar o que é o ISIS




- Via  The Sun:

 "‘ VINGANÇA PARA A SÍRIA! ’ - o horror dos reféns em Trèbes - atirador do ISIS mata talhante, toma oito reféns e abate polícia num supermercado francês"
Jay Akbar e Peter Allen, 23 de Março de 2018:



Aparato policial no exterior do supermercado.


    Um suspeito atirou contra polícias e matou um talhante antes de tomar oito reféns num supermercado francês hoje, segundo informações.

    O atacante foi ouvido a gritar "Vingança para a Síria!" antes de entrar em frenesim, em Trèbes, a sudeste de Toulouse.

    Acredita-se que ele tenha disparado seis tiros contra um grupo de polícias que corriam pela rua, atingindo um deles no ombro, deixando-o em perigo de vida.

O atirador disparou seis tiros contra um grupo de polícias que corriam pela rua, em Carcassonne, atingindo um no ombro. Uma das balas partiu a janela do carro.

    O atacante invadiu a loja Super U num suposto ataque terrorista e matou um trabalhador de loja que é entendido como sendo um açougueiro.

    
"Um açougueiro no Supermercado U foi morto a tiros", segundo uma fonte anónima da cidade.

    
“O atirador foi ouvido gritando slogans sobre a guerra na Síria. Ele diz que representa o Estado Islâmico”.

    
"Ele sacou uma arma e disparou cinco vezes, ferindo um agente", disse outra fonte em Trèbes, que afirma ter visto o homem transportando granadas.

    
O presidente da câmara de Trèbes, Eric Menassi, confirmou o ataque e disse que sete reféns já foram libertados, deixando o atirador sozinho no supermercado com outro polícia.
    A polícia teria cercado o supermercado no sul da França.

Um helicóptero militar sobrevoa o supermercado Super U, onde o atirador tomou reféns.

    O Ministério do Interior francês confirmou que uma operação estava em curso no supermercado, mas não deu mais detalhes sobre os relatos de uma situação de reféns.

    
A AFP informou que o ISIS assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas o grupo terrorista, enfraquecido, usa os ataques terroristas como ferramenta de propaganda, mesmo quando não lhe estão associados.

 Veículos de emergência chegam ao supermercado Super U, onde o suspeito do massacre em nome do Estado Islâmico foi morto.


   Houve inicialmente relatos contraditórios no meio ao caos do tiroteio, com o L’independent afirmando que dois homens atiraram contra a Polícia de dentro de um carro. 
  Um dos funcionários da Compagnies Républicaines de Sécurité foi levado à pressa para o hospital depois de atingido com uma bala no ombro.

    
Os polícias que foram baleados em - todos parte da unidade CRS 57, em Carcassonne - estavam de folga quando foram atacados a cerca de 3 quilómetros do supermercado….

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Já tivemos portugueses vitimados pela nova vaga de jihad na Inglaterra, em África, em França, na Síria, mas não se fala nisso. A não ser quando são jihadistas portugueses a morrer. Nesse caso são alvo de muita sociologia, muita compreensão e muito carinho. Porque a culpa (não esqueça!) é sempre "nossa", dos ocidentais. Para as pessoas cultas e sofisticadas, nada é o que é. Já devem estar a fazer vídeos a dizer que foi mais um "false-flag".

Palmira Silva decapitada por muçulmano


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Este senhor do ISIS que hoje matou (até agora) 3 inocentes e feriu muitos mais, alegou que queria "vingança para a Síria".
Na Síria, o ISIS administra a luz do Islão da forma que o vídeo abaixo documenta: mandam parar uns inocentes camionistas muçulmanos, perguntam-lhes quantas vezes se deve rezar por dia, eles erram a resposta e são sacrificados ali mesmo.
O que têm a ver com isto os franceses e o português que hoje perderam a vida? O que temos nós todos a ver com uma ideologia que se dedica a matar toda a gente, há 1400 anos?




P.S. - Um grande abraço para o grande herói Luís Silva, que por acaso não estava em Carcassone, e foi pena.

Muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" tenta matar Angela Merkel


Claro que não teve nada a ver com o Islão. É apenas mais um caso de doença mental.

Um pacífico muçulmano afegão, exemplificando o proverbial sentido de gratidão islâmico, tentou assassinar quem lhe franqueou a entrada no país e na Europa
Consulte a nossa secção ALEMANHA. 
Por exemplo este post:
 Guarde o vídeo antes que seja retirado:


P. S. - Em quantos milhares de mortos irá já a contabilidade das vítimas do Islão na Europa?
Cá em Portugal, o inefável Professor Martelo das vichyssoises, depois de ter ido apresentar a sua submissão ao Islão (e a nossa, pois ele representa os portugueses todos):
resolveu agora condecorar a Comunidade Islâmica de Lisboa com a Ordem da Liberdade (!!!).
Sim, a Comunidade Islâmica de Lisboa (!!!):


"Está na hora meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!"

"Cá um abraço ao infiel!" - o Professor Martelo é o maior.

500 anos de sangue, suor e  lágrimas para rechaçarmos o domínio islâmico, para agora estes políticos indignos lhes darem Portugal. Visite a nossa secção PORTUGAL E ESPANHA.

Califado aponta baterias a Portugal e Espanha


Viagem a Israel


Dois amigos fazem uma viagem que liga o Israel histórico ao Estado moderno de Israel e mostram que grandes aventuras esperam pelos jovens de espírito! 
Neste vlog, produzido por Jerusalem U, dois amigos fazem uma viagem através de Israel, passando por túneis subterrâneos de 3.000 anos na cidade de David, em Jerusalém, praticando sandboard no deserto de Negev, visitando os jardins Baha'i em Haifa, e muito mais. 
Em Israel, eles concluem, aventura e significado juntam-se num lugar mágico. 
Clique abaixo e dê uma olhadela em alguns dos lugares mais antigos e interessantes do país.


- Via UNITED WITH ISRAEL, um site com versões em Espanhol, Inglês e Francês, que não fala apenas de coisas aborrecidas como a política, ou tristes, como a guerra e o terrorismo. 

quarta-feira, 21 de março de 2018

14 novos órfãos israelitas em um mês graças ao terrorismo "palestino"


Funeral de Adiel Kolman, assassinado à facada em Jerusalém. Não faz mal. São judeus. Nasceram para sofrer.

Por: Giulio Meotti  
Em apenas um mês em Israel, a mesma cena ocorreu três vezes em três lugares diferentes: Har Braja, Havat Gilad e Kojav Hashajar. 

Centenas de pessoas reuniram-se num cemitério, às vezes improvisado.  
As vítimas, todos jovens israelitas, civis, pais, maridos. 
Assassinados pelos terroristas árabes "palestinos" apenas porque eram judeus.  
Famílias em agonia. Jovens esposas e mães de luto, pequenas comunidades devastadas por mortes violentas que destroem o senso de segurança.  
Não há condenações para os "parceiros para a paz" "palestinos".  
Vozes ténues e inaudíveis da Europa.  
Horríveis títulos de jornal. 

As orelhas e os olhos ocidentais estão cheios de imagens de jovens árabes "palestinos", muitas vezes impostores como Ahed Tamimi, a menina mimada da "Intifada popular", mas nunca destes 14 órfãos israelitas. 
Duplos órfãos, porque os seus pais foram mortos duas vezes; primeiro pelos terroristas, e a seguir, pela indiferença ocidental. 
Um ataque estava ser realizado em Jerusalém, enquanto dois serviços funerários estavam a decorrer, pelos dois soldados mortos em Mevo Dotan, e as Forças de Defesa de Israel estavam ocupadas a demolir novos túneis em Gaza construídos pelo Hamas para atacar os israelitas. 
De manhã à noite, os árabes "palestinos" só pensam em como matar os israelitas. 
Eles vêem que a Europa está em silêncio após os massacres, a Imprensa submete-se às suas ideias alucinadas de pesadelo, e a ONU paga-lhes. 
Em suma, este é um dos únicos casos da História em que o terrorismo é universalmente louvado, especialmente se você for um terrorista que tenha a sorte de sobreviver ao ataque. Refeições quentes, televisão por cabo, artigos de jornal e 2.500 euros por mês oferecidos pela marioneta que vive em Ramallah à custa da ajuda internacional.
Que imagem mais sombria.
Qualquer guerra deve terminar com um perdedor. O "processo de paz" deu aos árabes a ilusão de que eles podem alcançar a vitória final sobre os judeus. A guerra terminará quando os árabes perceberemque perderam.
Infelizmente, os árabes "palestinos" ainda não entenderam que Israel está na sua terra para ficar, e nunca mais perderá a sua soberania.



COMENTÁRIO

A mentalidade geral funciona assim - por exemplo:

"Palestino" executa israelita, pai de 4 filhos




A reacção não existe, porque a Imprensa global ESCONDE o terrorismo que vitima os judeus. Mas se o mostrasse, a reacção seria: 
"- Valente cheguevara árabe que matou o porco do judeu à facada! Viva!"
Por outro lado:
Uma jovem estrela de cinema, profissional da provocação, ataca soldados israelitas ao pontapé e à bofetada, com uma bateria de jornalistas fotógrafos e cameramen de todo o mundo a recolherem as imagens. Os soldados levam pancada, são insultados, e calam-se: 
Soldados levam murros e pontapés de meninas, e calam-se



Passa em todos os telejornais do Mundo. As reacções são: 
" - Pobre menina! Que luta desigual! Os porcos dos judeus com armas de fogo e ela, coitadinha, desarmada!". 
Petições, condenações, marchas, judeus atacados em todo o mundo, acusações de que os judeus causaram o Holocausto apenas para aprenderem a maltratar as pessoas, etc., etc..
"E esse ganda porco do Amigo de Israel ainda defende esses nazis! Os judeus invadiram Israel e expulsaram os árabes, e eles estão apenas a defender-se!".

Não sabem - e sobretudo não querem saber:


1 - Que os judeus são o povo nativo de Israel, onde está ininterruptamente há quase 4 milénios. 
 Ver HISTÓRIA DE ISRAEL.  
2 - Que a INTIFACADA é a campanha lançada por Mammoud Abbas para chacinar os judeus por todos os meios - facada, machadada, atropelamento, tiros, bombas, etc., e que os terroristas e as famílias são pagos e canonizados como mártires.
3 - Que antes de 1920 a presença dos Árabes em Israel era esporádica. Israel foi ocupado por muitos povos ao longo da História. Os últimos ocupantes foram o Turcos Otomanos (e nessa altura Israel era um canto esquecido do Império, onde viviam os judeus, como sempre, e alguns esporádicos beduínos, arameus, samaritanos e árabes de passagem). 



4 - Que Israel cumpre todos os requisitos do Direito Internacional e tem ainda a particularidade de ser o único país fundado por Deus. Quem é ateu ri-se, e está no seu direito, mas os muçulmanos e os cristãos podem consultar o Alcorão e a Bíblia, respectivamente.
5 - Que quando os muçulmanos perceberam que Israel poderia ambicionar a restauração da sua independência, invadiram Israel em massa. Foi em 1920 e está bem documentado, inclusive em filmes.   Israel deu-lhes 88% da sua terra, que são hoje a Jordânia, mas não chega... 6 - Que Israel é o único país livre e democrático do Médio Oriente (de que é apenas 0,5% em área), e que tem o exército mais moral da História. E que é atacado por exércitos árabes coligados e por grupos terroristas poderosos, como o ISIS, o Hamas, ou o Hezzbollah.

7 - Que a opinião pública é enganada pela campanha global de demonização de Israel, financiada pelos países islâmicos, pela esquerda e pelos neo-nazis, conhecida como PALLYWOOD:

8 - Que a estória de "pedras contra armas" é uma estúpida falácia, pois não só Israel é permanentemente atacado por grupos terroristas e nações muçulmanas muitíssimo mais fortes, como os "românticos atiradores de pedras" matam civis desarmados.

Umas pedrinhas de nada! - 1

Umas pedrinhas de nada! - 2

Umas pedrinhas de nada! - 3

9 - Que Israel é o único país do Médio Oriente seguro para os não-muçulmanos. Nos outros, eles são perseguidos, torturados e chacinados. Em Israel todas as pessoas são iguais em direitos (os muçulmanos, lá como cá, não têm deveres), e os muçulmanos (ao contrário do que acontece nos seus países) ocupam os lugares que queiram na sociedade. Ao passo que na generalidade dos países islâmicos os judeus nem podem sequer entrar.

10 - Que a Palestina árabe é uma invenção dos soviéticos e antes disso jamais alguém falava de tal absurdo. Um de muitos MITOS SOBRE ISRAEL.
Etc.. A seguir à independência de Israel, a maioria dos países islâmicos expulsou os judeus lá residentes há séculos. Israel, pelo contrário, continua a absorver colonos muçulmanos empenhados em destruir Israel, pelas armas e pela demografia. É hora de Israel os expulsar. É justo. É sensato. E pior não fica.