sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

NOVA FATWA ISLÂMICA: Um pai pode ter luxúria pela sua filha se ela tiver mais de 9 anos *



A Diyanet é a mais alta autoridade religiosa na Turquia e a autoridade final na interpretação do Islão. Controla as 85.000 mesquitas do país. 
Recentemente, a autoridade emitiu uma fatwa - uma interpretação das regras islâmicas - que criou um intenso debate. 
A uma pergunta de um crente, a Diyanet respondeu que de um ponto de vista islâmico que não tem impacto sobre um casamento "se um pai beija sua filha com luxúria".


Alta autoridade religiosa islâmica beija menina na boca (com a luxúria que se pode ver) e pergunta-lhe "se foi bom". Ao lado, a avó da menina, acha simplesmente natural. Tão natural como a excisão do clitóris, obrigatória no islamismo e defendida pelas feministas ocidentais.

De acordo com a Diyanet, não há nenhum pecado "se o pai olha para sua filha e sente luxúria". A filha deve, no entanto, "ter mais de nove anos".
Esta fatwa vem logo após outra fatwa da Diyanet, que disse que os casais casados não devem dar as mãos, porque tal poderia conduzir a outras coisas, coisas que são haram (ilegais) no Islão. Em alguns países, tal poderia até mesmo ser razão para o casal ser morto por apedrejamento. 
Estas duas fatwas recentes dão uma visão da sexualidade no Islão, que é completamente irreal e repugnante aos olhos ocidentais. 
"Erro lamentável nas traduções" 
A fatwa provocou uma tempestade de indignação on-line, e a página foi removida. Mas ainda está em circulação, porque houve quem a guardasse. 
Agora, o chefe da Diyanet, Mehmet Görmez (foto acima), tenta remediar o escândalo e afastar-se da fatwa original. A emissora turca TRT diz que a interpretação dramática foi devida a um lamentável erro na tradução do Árabe! 
A nova resposta à questão do desejo do pai e da filha agora diz, segundo a Diyanet, que o incesto é uma "aberração patológica". 
Há apenas um problema - e que todos (pelo menos na Turquia) sabem. Os especialistas religiosos da Diyanet são perfeitamente fluentes em Árabe. Eles nunca fazem erros banais de tradução como este, nunca! Mas, é claro, eles tiveram que inventar alguma desculpa e esta foi provavelmente a menos esfarrapada que arranjaram.  
NÃO É FALSIFICAÇÃO. O DOCUMENTO AINDA ESTÁ DISPONÍVEL NO GOOGLE CACHE: http://archive.is/f4A9b


 Via TERROR SCOOP
POR CADA CASO QUE AQUI DIVULGAMOS, DE CLÉRIGOS MUÇULMANOS QUE ENDOSSAM A PEDOFILIA, FICAM CENTENAS DE FORA. POR CADA CASO DE ESTUPRO DE CRIANÇAS QUE AQUI DIVULGAMOS, NA NOSSA SECÇÃO "CRIANÇAS", FICAM MILHÕES DE FORA. SÓ NO REINO UNIDO, FORAM ESTUPRADAS POR MUÇULMANOS MAIS DE 1 MILHÃO DE CRIANÇAS.
O site TERROR SCOOP compilou alguns, que temos traduzido, mas o assunto é, infelizmente, inesgotável: 


Aqui no Mundo Livre, é difícil acreditar que tais coisas possam existir. Por causa da nossa louvável tolerância religiosa, tendemos a supor que as religiões são todas moralmente iguais. Não é assim, como pode constatar-se se se estudar o Islão.

Linda Sarsour, a jihadista da "Marcha das Mulheres"


Feminismo politizado da "Marcha das Mulheres contra Trump" promove a Sharia e trai as mulheres 
NYC CONCEDE US$10 MILHÕES A LINDA SARSOUR, UMA MULHER HOSTIL QUE APOIA A JIHAD PALESTINA

Com menos de uma semana no cargo Donald Trump já acelerou a guerra ao terrorismo islâmico, já começou a reforçar a segurança do seu país, já começou a recuperar a economia e sobretudo já acendeu a esperança para milhões de pessoas em todo o Mundo, vítimas da ditadura da esquerda politicamente correcta. 
Os jornalistas e as personalidades do entretenimento e da "cultura", continuam na sua cruzada anti-Trump, tentando envenenar ainda mais a opinião pública. 
Por isso, vale a pena mostrarmos aqui alguns FACTOS:

Organizadora do movimento anti-Trump "A Marcha das Mulheres" é uma islamista próxima do Hamas


Linda Sarsour, organizadora da "Marcha das Mulheres" em Washington, esteve recentemente numa grande convenção em Chicago, a posar para fotos com um membro da organização terrorista Hamas.




Esta apoiante do terrorismo islâmico e da lei sharia era uma das "Campeãs da Mudança", tão queridas ao muçulmano jihadista Barack Hussein Obama. Para quem não saiba o que é a lei sharia, basta dizer-se que prescreve a morte ou a escravatura de todos os não-muçulmanos, e pune com a pena de morte quem deixe o Islão, entre outras lindezas como o estupro de crianças.


Obama nomeou Linda Sarsour como uma das suas "campeãs da mudança". A filha de imigrantes 'palestinos' revelou ter casado aos 17 anos num casamento arranjado. O website da Casa Branca informa que ela é "ambiciosa, honesta e independente, rompe com os estereótipos das mulheres muçulmanas, e com a herança étnica". No entanto, ela apoia activamente a sharia, o que não incomodou o ex- presidente Obama.


A islamista Linda Sarsour tem manifestado o seu desagrado por "22 Estados" dos Estados Unidos ainda não aplicarem a lei sharia e porque "os Estados Unidos matam crianças muçulmanas". 
(O libelo de sangue é uma arma clássica dos islamistas. Eles matam crianças e acusam os outros de o fazerem. Quanto ao desalento por "22 Estados não aplicarem a sharia", é apenas mais um sintoma da doença mental islamista).
Salah Sarsour, membro do conselho de administração da organização "Muçulmanos Americanos pela Palestina", serviu como guarda-costas de Sumeyye Erdogan Bayraktar, a filha do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan *.
* - Financier ex-Hamas repéré à la Convention musulmane à Chicago avec la fille du président turc)
(...) Linda Sarsour tem outros laços familiares com outros membros do Hamas. Embora evite o tema, Linda Sarsour admitiu em entrevistas anteriores que tem primos terroristas condenados que cumprem penas em prisões israelitas por causa das actividades com o Hamas.


Salah Sarsour (à esquerda) com Linda Sarsour (à direita) na convenção MAS-ICNA. via Facebook.
Sarsour sempre negou ter contactos com o grupo terrorista. Ela disse ao New York Times em 2012, que não teria sido nomeada por Obama como "Campeã da Mudança" se fosse esse o caso. A activista recebeu recentemente a atenção nacional. Foi delegada à Convenção Nacional Democrata e é uma das quatro organizadoras principais de "Marcha de Mulheres". O evento deve atrair 500.000 pessoas e contará com vários porta-vozes progressistas de alto nível.
Linda Sarsour tem estreitas ligações com a organização HLF (Fundação Terra Santa), que é acusada de financiar o terrorismo. A HLF envia dinheiro para o Hamas, que foi designado um grupo terrorista na década de 1990. Salah Sarsour também tem ligações com esse grupo.
Sarsour esteve envolvida em actividades do Hamas na Judeia e Samaria (aka Cisjordânia) na década de 1990, de acordo com a Liga Anti-Difamação (ADL), que citou uma nota de Novembro de 2001 do FBI detalhando as informações fornecidas pelo irmão, Jamil, aos investigadores israelitas, em 1998.
De acordo com declarações dadas aos investigadores israelitas pelo seu irmão Jamil, Linda Sarsour esteve pessoalmente envolvida na angariação de fundos para o Hamas. 
De acordo com um memorando do FBI em Novembro de 2001, Jamil Sarsour foi preso em 1998 por ter financiado o Hamas e disse aos investigadores israelitas que Salah Sarsour estava envolvido no financiamento do Hamas através da recolha de fundos para a Fundação Terra Santa (HLF).
O memorando do FBI afirmou que os Sarsours pagaram milhares de dólares a um agente do Hamas chamado Adel Awadallah, através da sua loja de móveis em Milwaukee. Awadallah foi comandante das Brigadas Qassam, ala militante do Hamas. Salah Sarsour conheceu Awadallah em 1995 enquanto cumpria uma pena de oito meses de prisão em Israel por apoiar o Hamas.
Passando entre os pingos da chuva, Linda Sarsour não foi acusada de qualquer crime nos Estados Unidos. O seu irmão Jamil foi preso em 2003 e acusado de lavagem de dinheiro após o seu retorno aos Estados Unidos. 
O irmão de Linda tinha cumprido uma pena de prisão de quatro anos por participação numa organização terrorista, o Hamas 'palestino' - movimento que usa os mesmos métodos de execução dos opositores que o ISIS/Daesh mas cujos vídeos são raros ... em nome da "causa palestina".

Fonte: EUROPE-ISRAEL / Daily Caller




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Entre os organizadores  virulentamente anti-Trump, anti-americanos e anti-Israel, por trás da "Marcha das Mulheres" do passado sábado em Washington, Linda Sarsour, que tem vínculos com terroristas islâmicos, opôs-se à exibição de Honor Diaries, um documentário que ouve vozes exclusivamente femininas sobre a falta de liberdade e o abuso que as Mulheres sofrem nas sociedades muçulmanas:
A "Marcha das Mulheres" foi um festival de ódio aos Estados Unidos e a Israel. Personalidades como a anarquista Angela Davis exigiram "direitos iguais para as mulheres" nos Estados Unidos e em Israel, países democráticos onde as mulheres têm os mesmos direitos que os homens. "Esqueceram-se" dos países islâmicos, onde as Mulheres são tratadas como não deveria tratar-se os animais.



O feminismo versão islamista é regredir 1400 anos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

"Violação entre pai e filha é prática comum", diz líder muçulmano *

Na sequência de
"Violação entre pai e filha é prática comum", diz líder muçulmano



Índia: "Violação entre pai e filha é prática comum", diz líder muçulmano do Partido Samajwadi 
O líder do partido Samajwaadi, Mohammad Ikbal fez uma declaração brutal e desavergonhada. O líder político da província do Uttar Pradesh não encontra nenhuma vergonha em dizer que o pai pode ter o sexo / estupro com a filha.  
Mohammad Ikbal disse: "Baap aur beti me balaatkaar chaltaa ele rehta hai". 
Mas a notícia não irritou ninguém. Ninguém fez qualquer comentário contra. Achamos essa declaração muito irresponsável de duas maneiras: 
- A declaração diz que é bom um pai ter relações sexuais com sua filha. 
- A declaração diz que o estupro é uma coisa boa. E quando que está bem está bem violar uma filha, então deve estar bem violar outras mulheres. O líder islamista  simplesmente não tem nenhum problema com o crime de ESTUPRO. 
O Irão aprovou uma lei que permite a um pai casar com a sua filha adoptada de 13 anos.  A província indiana do Uttar Pradesh  segue o caminho do Irão ou vai ainda mais longe?
Via TERROR SCOOP 

- Esta é apenas mais uma notícia ao acaso, do site TERROR SCOOP. Em cada site dos da barra lateral (O TERRORISMO GLOBAL) há milhares e milhares de atrocidades islâmicas diárias que duram há 1400 anos. O Nazismo durou apenas alguns anos.


O nosso post anterior está a ser visto por centenas de milhar de pessoas. E no entanto, o estupro de crianças é banal no Islão. 
Alguns compreenderão que a nossa intenção é INFORMAR, já que os jornalistas não o fazem (aliás, os jornalistas já praticamente não existem). Outros, condicionados pela lavagem cerebral politicamente correcta, acham que dizer a VERDADE é "racismo", e irracionalidades do género. 
Só no Reino Unido, os simpáticos "migrantes" muçulmanos já estupraram mais de 1 MILHÃO DE CRIANÇAS. A Polícia está de mãos atadas. Os "migrantes" fazem o que querem. 
A senhora Merkel e a oligarquia eurocrática já decidiram que a Europa deve ser alvo de uma substituição populacional, de modo que as nossas mulheres e crianças bem podem pagar o preço da islamização. De qualquer forma, os europeus já vestem saias (os que ainda não mudaram de sexo, que é a nova coqueluche da moda).
Não fuzilem o mensageiro, amigos esquerdistas. Nós apenas vos referimos FACTOS.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Violação de crianças é "parte da nossa cultura" diz pregador islâmico na Dinamarca

Para que se entenda melhor que o Islão é absolutamente incompatível com o Mundo Livre e com a dignidade humana em geral:



Na Dinamarca, uma importante mesquita disse à sua congregação que os apóstatas, os adúlteros e qualquer um que prejudique um muçulmano devem ser mortos. O presidente da Mesquita defendeu os sermões, dizendo: "nós acreditamos no Islão".

   
Há poucos dias, a Mesquita Grimhøj, em Aarhus, fez manchetes, quando um dos seus imames defendeu a violação de crianças entre os migrantes, porque faz parte da sua cultura.

Em 2014, a mesquita também declarou o seu apoio público ao grupo terrorista do Estado Islâmico (ISIS) e fê-lo novamente em 2015. No entanto, a Polícia local mais tarde elogiou a mesquita, alegando que estava a desencorajar os jovens muçulmanos de se juntarem à Jihad.
Hoje, um novo documentário da emissora dinamarquesa TV2 reavivou o debate sobre se a infame mesquita deveria ser encerrada. O pregador radical Abu Bilal Ismail (retratado acima) foi secretamente filmado dizendo:

    "Se uma mulher casada ou divorciada se envolver em fornicação, e se ela não for virgem, deve ser apedrejada até à morte".
E continuou:
"Se alguém violar o seu casamento, homem ou mulher, eles cometem adultério, e é, portanto, halal [aceitável sob a lei muçulmana] matá-los por lapidação".
 No clipe, o imã defende uma política de "olho por olho":
"Se alguém mata um muçulmano, então deve ser morto", diz ele, antes de acrescentar que qualquer um que deixa o Islão (Apostasia) também deve ser assassinado.

O presidente da mesquita, Oussama El-Saadi, que declarou o seu apoio ao ISIS no ano passado, defendeu os comentários e disse que o jornalista da TV2 era um "espião" que enganara o imã.
El-Saadi disse:
"O nosso imã deve responder o que ele leu na Sharia, quando o espião da TV2 lhe pergunta sobre a Sharia. Não podemos enganar e dizer coisas erradas sobre nossa religião".

A Polícia disse no Twitter que "investigará o caso, para determinar se é uma situação punível".
Por Revoltpress via TERROR SCOOP

O site Terror Scoop traz dezenas de casos como este, que são, aliás, uma ínfima parcela da realidade do Islão e dos "refugiados":
http://www.terrorscoop.com/

Grupo de bárbaros muçulmanos gaba-se de ter violado uma menina, em grupo, e que, "como porcos", lhe urinaram e ejacularam em cima, e a cobriram de terra:




Pedimos desculpas, mas os fascistas do YouTube/Google estão permanentemente a retirar os vídeos que postamos. O nosso blogue (como todos) está sob vigilância islamonazi.
Imã de Jerusalém apela à jihad sexual na Europa

  É isto que se passa na famosa PSEUDO Mesquita de Al- Aqsa, em Jerusalém: 




Via Daily Mail:
O Imã da Mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém incitou os imigrantes muçulmanos a fazerem filhos às mulheres europeias, de modo a conquistarem os respectivos países, e prometeu:
"Vamos esmagar-vos sob os nossos pés, se Alá quiser".

    O Sheikh Muhammad Ayed fez o discurso na
mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém. 

     Disse que os americanos, italianos, alemães e franceses são obrigados a aceitar refugiados.
 
 Disse aos muçulmanos para usarem a crise dos "migrantes" para se cruzarem com as mulheres europeias e "conquistarem os seus países".

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

(Video) 3 "migrantes" transmitiram estupro de sueca em directo no Facebook



Uppsala. Suécia. Domingo de manhã, um grupo de imigrantes transmitiu uma sessão de estupro ao vivo no seu Facebook. A mulher estuprada parecia totalmente inconsciente. 
Três pessoas foram presas por suspeitas de violação agravada. 
Foi na madrugada de domingo, quando a Polícia recebeu um alerta informando que um grupo de imigrantes estava a estuprar uma sueca quase completamente inconsciente, na cidade de Uppsala. 
O estupro, que estava a ser difundido num grupo fechado no Facebook, foi interrompido pela Polícia. 
Quando a Polícia revistou a casa, três pessoas foram presas por suspeitas de violação agravada. 
Todos têm idades entre 20 e 25 anos.
(Se não são sírios, não são, obviamente, refugiados sírios! E se são sírios, são desertores, na melhor das hipóteses. Os corações esquerdistas sangram por estes demónios...).


Mais um vídeo que será CENSURADO pelo YouTube em breve, porque mostra as bestas a regozijarem-se após a violação em grupo.

Um dos protagonistas do crime é um 'migrante' chamado Emil Khodagholi. 
Khodagoli vive em Uppsala e já é conhecido da Polícia. 
Entre outros motivos, por tráfico de drogas, roubo e assalto. 
Uma jovem que viu o vídeo ao vivo (e que foi uma das pessoas que alertaram a Polícia) disse que um dos estupradores também estava a filmar o ataque com o seu telemóvel e a divulgá-lo no Snapchat.
De acordo com relatos não confirmados, mais de 200 pessoas viram o estupro, mas apenas duas notificações foram submetidos à Polícia. 
No final do vídeo, um dos homens disse à mulher: "Você foi violada!" e "Três contra uma!  Ahhahahahah!". 
Várias imagens do evento começaram a circular na web. 
Uma foto mostra o que parece ser a vítima ainda completamente vestida, na cama com um homem. 
Outra mostra um dos supostos perpetradores de violação exibindo uma imagem no seu telemóvel.






Repare-se que um dos bárbaros tem uma arma de fogo. O que não constitui problema nenhum para a Esquerda. Só os nativos europeus vítimas destes monstros é que não podem ter armas! Os bárbaros podem, porque "é a cultura deles, pá, tás a ver, se a gente lhes tira as armas para nos matarem e as nossas mulheres e filhas para eles violarem, a gente somos racistas, topas?".






Este último senhor é agente da Polícia sueca.

Fonte: EUROPE-ISRAEL.


Este é um dentre milhares e milhares de casos. Os "migrantes" não são migrantes. São jovens desertores, terroristas, violadores, criminosos e colonos islamistas. 

Visite o canal da Khadija Kafir, que tem bastantes vídeos sobre a Suécia islamizada. Viste a nossa secção Jihad Sexual, apesar de o lóbi islamo-esquerdista retirar sistematicamente os vídeos, o que só prova como essa gentalha é diabólica.

Quem delira de gozo com estes estupros são as feministas e a esquerda em geral, que os consideram um factor de enriquecimento cultural e um auxiliar precioso para a destruição das sociedades livres. Confirme, sobretudo no 4º vídeo abaixo.

Há quem diga que não são apenas os muçulmanos que estupram. Mas a verdade é que em alguns países, 100% dos milhares de estupros são cometidos por eles:


A Capital Europeia da Jihad Sexual

Além disso, na "cultura" islâmica, as mulheres não muçulmanas foram feitas para serem estupradas.

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

O imã da Mesquita de Jerusalém é um dos clérigos muçulmanos que incitam ao estupro das mulheres não muçulmanas:

"Sémen e Lixo" - o apelo do imã de Jerusalém foi ouvido!


No Reino Unido, os muçulmanos já violaram mais de 1 milhão de crianças. E a Polícia nada pode fazer, ou é despedimento certo.








REPETIMOS: Este foi apenas um caso, entre MILHARES de crianças e de mulheres estupradas pelos "refugiados". 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Nazi George Soros promete "demolir" o presidente Trump *




George Soros, o conhecido bilionário globalista, ameaçou publicamente que iria "demolir o Presidente Trump". E também disse à assistência do Fórum Económico Mundial em Davos, que a Nova Ordem Mundial já fez os preparativos necessários para destruir completamente todos os projectos de Trump.

Falando para uma plateia saciada, após o jantar anual do Fórum Económico Mundial, em Davos, Soros aconselhou as grandes multinacionais a adiarem as suas actividades nos Estados Unidos da América, até que ele consiga acabar com a presidência de Trump – caso contrário, enfrentarão as consequências.

Questionado sobre que conselho daria às empresas para enfrentarem o choque da nova presidência, ele disse: "No lugar delas, eu  manter-me-ia o mais longe possível".

Especulador financeiro e criminoso condenado, que se tornou famoso por ganhar um bilião de dólares em apostas sobre a desvalorização da libra em 1992, Soros perdeu quase um bilião de dólares no mercado de acções, em virtude da vitória de Trump.

Soros atribuiu a resposta positiva dos mercados à eleição de Trump à promessa deste último, de reduzir imposições regulamentares e impostos. Às elites reunidas no Fórum Económico Mundial, o senhor Soros afirmou que os bons tempos proporcionados por Trump não vão durar. Soros disse que, após a tomada de posse de Trump - em menos de 24 horas – a "realidade iria prevalecer".


Nota nossa: de facto, menos de 24 horas depois da tomada de posse, uma multidão paga por Soros invadiu Washington para "protestar" contra o Presidente democraticamente eleito - ver post anterior. "Protestar" está entre aspas, porque destruir não é protestar, e porque ser pago para protestar, não é, genuinamente, protestar (ver mais abaixo).


Soros, um colaborador nazi de origem judaica, disse estar convicto de que os poderes do Sr. Trump serão limitados pelo Congresso. "Ele não pode dar-se ao luxo de se armar em ditador", acrescentou.

Os comentários de Soros perante as elites internacionais, na Suíça, motivaram que os analistas de Wall Street começassem a falar dele como um "animal ferido" e avisaram que "fará de tudo para se vingar" da derrota eleitoral da sua candidata.

Nas últimas semanas, os especialistas e analistas de mercado têm mantido um olhar atento sobre a "fera ferida", procurando prever qual será o seu próximo movimento, e os relatos dizem agora que o dinheiro desperdiçado por Soros para tentar eleger Hillary Clinton são insignificantes, comparados com o dinheiro que ele gasta agora no mercado accionista.

Ele pretende criar o "Armageddon financeiro e desencadear o inferno" que levará o mundo ocidental, especialmente os Estados Unidos, à beira da ruína. Das chamas do Mundo Livre quer Soros que surja uma Fénix coma aparência da Nova Ordem Mundial que ele pretende.

Soros acha que o mercado é o ponto fraco do Trump. Ele diz que Trump não tem "nenhuma chance" de sobreviver ao seu próximo ataque contra os mercados, e está muito confiante de que o futuro presidente dos Estados Unidos será rapidamente demolido, e incapaz de se concentrar na reconstrução do país.

De acordo com um analista de Wall Street, "o dia em que Soros rebentou com o Banco de Inglaterra e arruinou a economia da Malásia vai ser visto como um mero aquecimento para o desencadear do Armageddon financeiro global".

Fonte: YourNewsWire via EUROPE-ISRAEL.








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Já não é a primeira vez que denunciamos o empenho do nazi Soros em destruir o Mundo Livre. Confirme sff:


Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial







PROTESTATÁRIOS PROFISSIONAIS

Na nossa pequenez, já não é a primeira vez que avisamos: A generalidade dos indivíduos que vemos nos Estados Unidos, na Grécia, no Brasil, em Portugal, a queimarem carros, a destruírem estabelecimentos comerciais, a atacarem os agentes da Polícia, são pagos por George Soros e pessoas e organizações do mesmo grau de canalhice. Confirme sff:

Esquerdopata Soros financia os protestos anti-Trump



Evelyne Joslain, especialista dos Estados Unidos "Os manifestantes anti-Trump são pagos por Soros, como todos os manifestantes. É um emprego lucrativo, ser manifestante anti-Trump."


VÍDEO RETIRADO PELOS FASCISTAS DO YOUTUBE/GOOGLE. FICA AQUI ESTE, DOS AUTOCARROS PAGOS PELO NAZI SOROS:




"Quantos americanos sabem quem é George Soros? Um homem pérfido que entregou centenas de judeus aos nazis para serem exterminados, na Segunda Guerra Mundial. Ele financia grupos que são responsáveis pela queda das nossas cidades".
- Jon Voight, norte-americano e judeu.


Como não poderia deixar de ser, os anti-semitas inveterados valem-se das origens judaicas de Soros para generalizar a todos os judeus. Frisamos que este homem foi um colaborador nazi e enviou centenas de judeus para a morte. 

Se a traição de um indivíduo mancha todo um grupo humano, então nós, portugueses, começámos logo por ter dois traidores que mataram o líder Lusitano Viriato, no episódio que motivou o célebre adágio de que "Roma não paga a traidores". Seremos todos maus, por causa da acção desses dois? 

Mais recentemente, tivemos traidores que, durante a Guerra Colonial, davam informações ao inimigo sobre as posições das tropas portuguesas, e recentemente faleceu um senhor que propôs que os portugueses brancos das Colónias fossem atirados aos tubarões. Pesarão essas culpas sobre todos os portugueses?


- Se quiser dar uma vista de olhos sobre o que já publicámos sobre o novo líder do Mundo Livre, visite sff a nossa secção TRUMP.

sábado, 21 de janeiro de 2017

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!!!!!! :-)


Antes de mais, uma sugestão: poupe o seu preciso Latim; em vez de responder aos milhares de idiotas e canalhas agitadores anti-Trump, compre simplesmente o chapéu acima, e use-o com orgulho e distinção!

Sobre a cobertura jornalística-televisiva-radiofónica da tomada de posse de Trump e do início do seu mandato, nem falaremos, tal é o nojo que nos tem provocado tanta estupidez, mentira e difamação, por parte de jornalistas e analistas, que só demonstram, na melhor das hipóteses, que, do alto das suas torres de marfim, já não conseguem ver o Povo.
Dizia-nos hoje um amigo que percebe ainda menos de política do que nós:
"Se as pessoas que eu vejo com ódio ao Trump estão tão chateadas, então certamente que a eleição dele foi uma coisa boa!".
Sábias palavras. Entretanto, os idiotas privilegiados continuam pelas ruas a bramir. E continuarão, enquanto pagarem (o nazi Soros é um mãos-largas) a uns, e for moda para outros...

Um prémio para esta senhora, se faz favor!

Vimos alguns ataques de histeria consideravelmente lamentáveis no ano passado. Os justiceiros sociais - floco de neve que derretem por tudo e por nada nas suas universidades, os adultos que correm a esconder-se nos seus "espaços seguros" porque alguém os contraria, uma mulher que insultou um polícia porque ela odeia Trump, o Trigglypuff, e o Trigglypuff 2.0, e muitos outros. Mas não houve ainda nenhum justiceiro social tão proeminentemente ofendido como esta mulher, sentada numa calçada em Washington D.C., quando Donald Trump foi anunciado presidente dos Estados Unidos.
A mulher, de casaco verde-limão, caiu de joelhos em grande desespero, deixando sair toda a sua agonia perante a simples menção do nome do Presidente Trump.
A justiceira disse, e citamos: "NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!!!!!!!".
Fez muito lembrar aquela famosa cena do Empire Strikes Back quando Luke Skywalker descobre quem é o  seu pai.


Confiando na erudição cinéfila dos nossos leitores, aqui fica, para comparação e eleição do melhor, uma famosa lista de "NÃAAAAAOOOOOSSSSS!!!":


Polícia de D.C. detém 217 desordeiros; montras partidas, carros queimados, polícias atacados
A esquerda tolerante e a sua corajosa luta contra o "sistema"!

 
A tolerância progressista mostrou a sua tão pacífica face mais uma vez esta sexta-feira, na inauguração do mandato de Donald Trump.
Os anarquistas, desvairados porque Trump foi eleito presidente, esconderam-se atrás de máscaras e encheram as ruas de Washington D.C.. Destruíram estabelecimentos comerciais, incluindo Starbucks, McDonald's e Bank of America, incendiaram carros e latas de lixo e atacaram polícias com paus e garrafas. Porque é assim que se luta contra o fascismo: derrubando caixotes de lixo e sendo destrutivo.
Mas esta é a mentalidade destes esquerdistas: destruir a propriedade de outras pessoas porque, 'tás a ver?, não temos que pagar pelo que destruímos. Além disso, os eleitores republicanos fizeram a mesma coisa depois de Barack Obama ter sido eleito. Ops, espera lá... não fizeram, não.
À noite, 217 destes indivíduos tinham sido presos e acusados ​​de desordem pública. Enquanto isso, os principais meios de comunicação continuam a chamar-lhes manifestantes. Embora as coisas tenham acalmado, as autoridades ainda estão a monitorizar vários grupos, de acordo com a NBC News. Estiveram de serviço no local dos tumultos 3.000 polícias locais, estaduais e federais, bem como 5.000 membros da Guarda Nacional.
Seis agentes da Polícia foram feridos por tijolos e outros objectos, atirados e largados sobre eles. Os anarquistas atacaram "corajosamente" os agentes apesar de terem sido pulverizados com gás pimenta.
Abaixo, mais algumas filmagens:



Fonte:

http://www.truthrevolt.org/

Pela nossa parte, estivemos muito regaladamente a ver o desfile, na FOX NEWS, sem Katty Perrys nem Madonnas. Com marjorettes e bandas, com agricultores nos seus tractores (que muito entusiasmaram o Trump mais novo), com veteranos de guerras em cadeiras de rodas e famílias de americanos caídos em combate, que fizeram chorar o Trump mais velho. Com o POVO, a que as elites protestatárias esquerdistas têm tanta aversão:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

DIA 1



DIA 1

Nada do que a esquerda possa fazer impedirá Trump de chegar ao seu primeiro dia no cargo.

Daniel Greenfield, FrontPageMag.


    Nos primeiros dias de 2017, Washington D.C. estava vazia. Era uma cidade sustendo a respiração. Os agentes dos serviços secretos em passa-montanhas esperavam na Casa Branca como um SUV preto que transportava funcionários de partida. Há não muito tempo, eles entravam na cidade como se fossem proprietários de todo o país. Agora, os mesmos homens e mulheres que regularam e arruinaram a vida de milhões estavam a procurar emprego nos seus smartphones. Eles viram Obama falar nas telas desbotadas dos bares, e choraram.

    Eles sabiam que estava a chegar o Dia 1.

    As marchas e os protestos estão em andamento. Centenas de milhar de americanos e anti-americanos convergirão para a cidade: donas de casa do Tea Party dos subúrbios de Milwaukee e marxistas empedernidos da coligação ANSWER, pequenos empresários de Houston e Berkeley e mendigos esquizofrénicos da Union Station.

    Quando Trump e Pence estiverem na Igreja Episcopal de St. John, o Black Lives Matter estará a uivar insultos  aos agentes da polícia negros na sede da Polícia Metropolitana. Quando Trump fizer o seu juramento, uma acção contra-institucional feminista tentará impedir o evento com os seus "corpos". Quando Trump falar em unificar a América, os manifestantes esquerdistas planeiam fumar erva no National Mall.
  
    Eles não podem parar o que está por vir. E  sabem disso. Os funcionários chorosos de Obama carregarão as caixas nos seus carros e os marxistas morderão os lábios, enquanto se dirigirem para o Jefferson Memorial, e senti-lo-ão. Os especialistas do Post, os parasitas sem fins lucrativos e todo o circuito de frequentadores de festas, sabem disso.

    O Dia 1 é mais do que apenas um dia. É o fim de uma era. É o fim de Obama.

    Berlim, Novembro de 1989. Moscovo, Agosto de 1991. Washington D.C., Janeiro de 2017. É como melhor consigo descrevê-lo. É a queda de um império do mal. Respira-se ar fresco, enquanto a chuva limpa leva oito anos de opressão, mentiras e corrupção para os esgotos da cidade.

    Dia 1.

    Trump tem ordens prontas para dar. Enquanto as cerimónias seguirem o seu curso, a mudança real já está em andamento. O desfile que importa é a marcha lenta dos asseclas de Obama saindo e das pessoas de Trump entrando. A transição começou como um gotejamento, alguns aqui e ali, mas está rapidamente a realizar-se.

    Os "membros da equipa de desembarque" já chegaram . Enquanto a gente de Obama sai, é substituída por "equipas permanentes". O que começou com dezenas e depois centenas, tornar-se-á milhares. Estes exércitos trazem como uniforme fatos pretos e saias. Eles usam smartphones e listas de tarefas. E eles dirigem o país. 

    Isto é o que realmente significa a "transição pacífica de poder" defendida por Obama. Uma força de homens e mulheres do tamanho de um pequeno exército partirá e outra chegará e tomará o seu lugar. Eles vão fazê-lo sem um tiro ser disparado. A transição não será inteiramente pacífica. A multidão de manifestantes vai cuidar disso. E o boicote à inauguração pelo Partido Democrata é uma rejeição dessa transição de poder.
 
    Os bloqueios, as barricadas e os cercos, vão tentar impedir fisicamente a tomada de posse. Enquanto isso, os seus aliados políticos no Congresso estarão a construir barreiras e barricadas para atropelar a equipa de Trump em intermináveis ​​sessões de inquérito e audiências. 

    Eles não conseguem parar o Dia 1. Mas estão a fazer  tudo o que podem para o retardar. 

    O seu plano de batalha é afastar o máximo possível de pessoas de Trump. Quanto mais tempo demorar para empossar novos líderes, mais tempo levarão esses líderes a trazer novas pessoas para fazer reformas. As intermináveis ​​audiências não são apenas teatro político. Elas são um esforço organizado da esquerda para manter o controle do governo durante o maior tempo possível, enquanto enredam a agenda de Trump na burocracia desde o início.

    Os manifestantes e os políticos têm a mesma agenda. Eles querem parar a reforma a partir do Dia 1.

    Passeio junto à Casa Branca, um edifício modesto, sereno e gracioso, que congraga todas as atenções do mundo, olho para a monstruosidade a que Mark Twain chamou de "o edifício mais feio da América".

    O edifício executivo de Eisenhower, aquela pilha de telhados e pórticos de mansarda do Segundo Império, que parece ter Napoleão III instalado no coração do nosso governo nacional, é onde os patriotas estão a lutar para derrubar outro imperador inconstitucional.

    O pior será quando a equipa de ponta de Trump começar a assumir o governo. E os verdadeiros protestos não serão os dos excêntricos com cartazes, gigantones, fatos cor de rosa e charros. Será uma dura batalha travada no submundo da burocracia.

    E será uma batalha implacável que durará anos.

    Enquanto Trump fizer o seu juramento, camiões de mudanças estarão a transportar os vestígios da ocupação de Obama para fora da Casa Branca. A primeira das carrinhas já veio e já foi. E quando todos os camiões de mudanças tiverem transportado o último vestígio da ocupação, um novo vento soprará pela Casa Branca.

    Apesar dos bloqueios e da sabotagem, o Dia 1 chegou.

    A equipa de Trump está a cumprir o programa para além do esperado e nem precisou usar todo o orçamento. Um quinto dos fundos de campanha está mesmo a ser devolvido. Quando todas as t-shirts estiverem vendidas e os panfletos forem levados em sacos de lixo, haverá um novo governo.

    E pela primeira vez em oito anos, será um governo americano.


    É isto  que o Dia 1 realmente significa. Não foi uma era, mas um erro que terminou. O  Dia 1 significa a restauração da liberdade e o fim da tirania. Significa segurança em casa e respeito no exterior. Significa mudança.

    Houve aqueles que comemoraram e aqueles que lamentaram a queda da URSS. Assim, também há aqueles que comemoram e aqueles que lamentam o fim de Obama. As lágrimas de hipsters esquerdistas que choram sobre Obama não são diferentes daquelas das mulheres velhinhas que seguravam o retrato de Stalin num dia de Maio na Praça Vermelha.

    À medida que o dia terminar,  com Liberdade, milhões celebrarão, porque essas palavras têm significado mais uma vez. Eles vão celebrar porque foram libertados e agora estão livres.

    O Dia 1 significa muitas coisas para muitas pessoas. Acima de tudo significa que milhões têm razões para ter esperança.

    Depois da meia-noite, nos últimos dias do último ano, estive no Lincoln Memorial. Embora milhões o visitem, o vasto espaço estava vazio. O primeiro presidente republicano olhava Washington D.C. em silêncio.

    Ou quase vazio.

    Um grande rato correu pelos degraus e desapareceu nas sombras. O Sr. Lincoln observou. Como ele agora observa Obama partir. O antigo governo tinha-o barricado. Mas as barricadas estão a cair. E os ratos, de quatro patas e de duas pernas, estão a fugir.

    Uma era antiga terminou. Uma nova começou.

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 P.S. - Na Al-SIC Notícias, Jaime Nogueira Pinto foi a única excepção que vimos ao Malha no Trump geral. Uma moderadora (!!!) medíocre demais para ser verdade, martelava sem cessar a idiotice de que Trump fez troça de um deficiente. Jaime Nogueira Pinto teve a educação, a contenção e o dó da criatura, para não a envergonhar.

Aqui fica o desmentido de mais esta suja calúnia, traduzido graças ao incansável trabalho da Embaixada da Resistência: