quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Esoterismo



Num texto pouco menos que esotérico, Paquete de Oliveira, Provedor do leitor do Público, o órgão da informação mais aberta e despudoradamente antissemita e filo-muçulmano de Portugal, termina com esta intrigante frase:

"E por tudo, o primeiro radicalismo a evitar ou a combater é o que emerge do jornalismo, do sectarismo informativo".

Para começar, não entendemos o que faz uma pessoa que temos na conta de séria e íntegra, em tal folha.

Alguns exemplos de antologia da propaganda promovida pelo tenebroso Al-Público:

Publiwood, 1933-2014 

Público sempre igual a si mesmo

Um exemplo do que é o Al-Público

  
Até temos uma secção chamada PUBLIWOOD, em que comentamos o ódio do Público a Israel e o seu amor ao terrorismo islâmico. Mas é como secar uma inundação com uma esponja.   

Até apelos explícitos ao terrorismo contra Israel esta publicação tem dado à estampa.

Um exemplo da prosa ambígua de Paquete de Oliveira:

«Como dizia o politólogo norte-americano, Max Abrahms, citado no artigo do PÚBLICO, (edição de 21.08.14), da autoria de Ana Fonseca Pereira, “o terrorismo é por definição uma estratégia de comunicação” e “se as maiorias das pessoas no mundo se sentem horrorizadas, ela atrai os elementos radicalizados da sociedade”. E aliás, como anota Ana Fonseca, não é por acaso que Foley é mostrado ao mundo, ajoelhado, de cabeça rapada e vestido com um uniforme de cor laranja a fazer lembrar os presos de Guantánamo.»

Não se pode servir a dois senhores, caro Paquete de Oliveira. Ou se serve a VERDADE... ou não!

O Jornalismo deve relatar os FACTOS e procurar a VERDADE. O que o Al-Público faz é escamotear e "justificar" o terrorismo islâmico. Por muitas elipses, parábolas e hipérboles que se use, por muitas citações de sociólogos com que se cubra o cerne da mensagem, a VERDADE é que o Islão é uma ideologia terrorista, supremacista e bárbara, que está neste momento e mais uma vez, à conquista do Mundo, com a inominável crueldade de sempre. E com a cumplicidade cobarde ou militante da Imprensa. Do jornal em que o senhor é a autoridade moral por excelência, Paquete de Oliveira.

Obama pressinou Israel a não destruir o Hamas




O objectivo inicial de Israel na  Operação Protecção Limite era a destruição total  do Hamas. Barack Obama persuadiu (como?) os israelitas a tolerar a existência do Hamas, que ainda está fortemente armado.

É bastante claro de que lado está o terrorista da Casa Branca. 


Há muitos anos que não há quaisquer dúvidas de que o muçulmano Obama é um agente da islamização global. A nossa etiqueta OBAMA mostra alguns apontamentos da cumplicidade e apoio activo de Obama ao terrorismo e supremacismo islâmico. 

Segundo a islamista  Agência de Notícias Ma'an, hoje, 28 Agosto de 2014, Nabil Shaath Ma'an, da liderança do grupo terrorista Fatah, "Israel aceitou o acordo de cessar fogo sem a desmilitarização do Hamas, após pressão dos Estados Unidos".

Mais disse o terrorista, que o Primeiro-Ministro e o Ministro da Defesa de Israel poderão ser levados a Tribunal Penal Internacional, por «agressão devastadora contra Gaza». Obviamente que, para esta gente, como para as esquerdas e os nazis, Israel não tem o direito de se defender. Na nossa etiqueta OPERAÇÃO PROTECÇÃO-LIMITE mostrámos, ainda que na modesta escala deste blog, a evolução das agressões dos terroristas contra Israel, até não restar alternativa senão RESPONDER. Ou seria impossível Israel sobreviver.


Por que difamam Nigel Farage?

Nigel Farage? Ai qu' horror!!! Um islamofóbico gorduroso! Nigel Farage, Geert Wilders, e uns tantos outros, são a vanguarda da Civilização, numa Europa em plano inclinado para a barbárie. E por isso mesmo, são alvos a abater. Há que os calar. Enquanto não chega o ISIS com os seus métodos mais expeditos, a difamação vai servindo. 

Um exemplo de porque é que estes políticos são incómodos:

 

Lembramos que em França, 1 em cada 6 habitantes apoia o ISIS, e que os socialistas ganharam com os votos dos muçulmanos (ver post Adeus França; adeus Portugal?).

A (extrema?) esquerda também apoia o terrorismo do ISIS, como apoia o Hamas, o Hezzbollah, a Irmandade Muçulmana, etc.. E como outrora apoiava as Brigadas Vermelhas, as FP-25, o Baader-Meinhof, etc..

Aos proxenetas do Poder, qualquer voto serve. Desde que lhes garanta o poleiro. Pouco se lhes dá se a Europa, o Ocidente, o Mundo Livre, vão por água (ou por sangue) abaixo.

Está tudo dito (18)

A dose diária de cartoons para pôr a massa cinzenta a carburar.




Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Hamas - vitória em (quase) toda a linha!


Alegria! O Hamas não acabou! O terrorismo continua! Quanto pior, MELHOR! - foto Times of Israel

Nas ruas de Gaza, onde há poucos dias as multidões exigiam massivamente a continuação das hostilidades contra Israel, decorrem agora mesmo manifestações de regozijo pela «vitória». O Hamas quebrou os sucessivos cessar-fogo vezes sem conta, e neste último despediu-se com um ataque particularmente violento com mísseis, que só cessou horas após o momento acordado. Já está calado há umas horas e passou à fase da celebração - como destaca, radiante, o Público..

Na verdade, e com a excepção da derrota militar, trata-se de uma vitória em toda a linha para os terroristas islâmicos:
1 - O Hamas não foi esmagado e erradicado de Gaza, como era o objectivo inicial da operação. Vai poder continuar a matar, sabotar e aterrorizar.

2 - Os terroristas que morreram, foram todos, segundo a crença muçulmana, para o paraíso eterno, onde poderão fazer tudo o que lhes é proibido nesta vida (basicamente tudo o que é agradável e normal).
3 - A ofensiva do Hamas contra Israel obrigou o Estado Judaico a defender-se, o que foi um banquete de antissemtismo para a  Imprensa, para a Esquerda, para os neo nazis, para os hippies conspiratórios new age e outros odiadores. Vicejaram as encenações de bombardeamentos, de mortes, de baixas. A indústria Pallywood floreceu.
4 - O conflito deu oportunidade a que uma nova onda de antissemitismo explodisse no Mundo - agora que a crise financeira global tem as pessoas no estado de espírito ideal para descarregarem nos bodes expiatórios do costume, e com a cumplicidade criminosa da Imprensa global.
5 - O Hamas usou (como sempre faz) civis como escudos humanos; hospitais, casas de habitação, escolas, mesquitas e ambulâncias, como bases para atacar o IDF. A população civil, maioritariamente apoiante do terrorismo, teve algumas baixas, inevitáveis, nas condições em que os terroristas actuam. Melhor para o Hamas, é mais ódio contra Israel. O Hamas quer morte e destruição entre os seus, porque o ódio perpetua a guerra.
6 -  Nas últimas sete semanas, os terroristas dispararam mais de 4500 mísseis contra Israel, mataram 64 soldados e 5 civis.  Para uma organização que pretende a destruição total de Israel e o extermínio dos judeus, é ganho!

Para Israel, ganhar guerras não chega para ganhar guerras. No caso presente, Israel deveria ter esmagado totalmente o Hamas em Gaza e ter retomado a soberania do território. A vida, com esse ninho de terrorismo e sorvedouro de dinheiro ali apegado, é impossível.

Para além dos ataques "menores", diários, em velocidade de cruzeiro, dentro de 2 anos, com a regularidade de um relógio suíço, o Hamas voltará exuberantemente a dar prova de vida. Nunca falha.


Os terroristas operacionais, a população que os apoia, e os bilionários mandantes, que cobardemente mandam os outros fazer-se matar, estão todos de parabéns! Alá está contente!


P.S. - No Al-Público, na rotineira propaganda:

 http://www.publico.pt/mundo/noticia/hamas-declara-vitoria-com-acordo-de-cessarfogo-1667670

O título oficial é

'Israelitas e palestinianos entram em "fase de teste" com cessar-fogo'

e o resto é a desgraça do costume...

Mentecaptos ou Assassinos?


Na nossa opinião, são assassinos.

O sequestro da Grã-Bretanha

maria_joao_marques

Sou um admirador de Maria João Marques desde que a vi num dos, devido à sua apresentadora, sempre trágicos e lamentáveis programas "Prós e Contras". Desta feita, e no jornal electrónico Observador, que tem sido uma imensa lufada de ar fresco no panorama jornalístico nacional, Maria João Marques acerta na mouche do que se está a passar na Grã-Bretanha devido à permissividade acerca do islão. Seja-me, assim, permitido transcrever, mais abaixo, o seu relevante texto (os sublinhados são da minha responsabilidade).



Senhor jihadista, posso ter a Grã-Bretanha de volta? Obrigada

A UE decidiu tolerar o barbarismo e a opressão como sinal de (imagine-se) liberdade. O barbarismo pagou-nos com redobradas atenções.

ou anglófila até à medula. Contado depressa: adoro all things british. O folclore da finest hour, a forma como valorizam a excentricidade, o Yes, Minister e o Fawlty Towers, as livrarias e os autores curiosos que descubro nas livrarias (de fugida, nomeio a Charlotte Mendelson e o autor sino-americano de policiais Qiu Xiaolong), a Tate Modern, as latas de chá da Fortnum & Mason (e estou eternamente grata à East India Company por ter surripiado os arbustos do chá à China para os cultivar no norte da Índia e no Ceilão), as capas para ipad da Smythson, o Colin Firth.

Bom, tudo, tudo, não. Na verdade a Grã-Bretanha tem algo dentro de si verdadeiramente funesto. Algo cuja mais recente manifestação ocorreu algures pelo Iraque quando um londrino decapitou um inocente americano em frente a uma câmara de filmar. E que gerou ondas de choque, ai Jesus, como é possível que na Europa rica, democrática, tolerante, das Luzes germinem jihadistas? Cameron interrompeu até por uns dias as suas férias na Cornualha (região que também adoro e admito até uma leve paixoneta por St Ives, que seria o meu local de veraneio de eleição não achasse eu uma anedota fazer férias ditas de praia em locais como Moledo ou S. Martinho do Porto que, afinal, são vários graus de latitude a sul de St Ives) para, presume-se, curar a arritmia dos membros do governo por tão inesperada notícia de que há malucos extremistas in the making em Londres.

Eu percebo o escândalo com o assassino de James Foley, mas escapa-me a parte da surpresa. Na verdade até diria que foi algo laboriosamente cultivado pelas autoridades britânicas. Lembremo-nos, por exemplo, do documentário de 2007 do Channel 4 que exibia casos claros de discursos de ódio e incitações à violência e ao crime em mesquitas britânicas. O que fez a polícia? Atacou o Channel 4 por representar mal aquilo que se vive nas inócuas mesquitas da ilha e pretender desinquietar as populações e roubar-lhes o sentimento de segurança (que, como se vê, é mais precioso para as autoridades britânicas do que a própria segurança).

É sabido e mais que documentado que muitas mesquitas britânicas são centros de radicalização, incitamento ao ódio e violência e recrutamento de jovens desequilibrados para uma guerra que têm a falta de pudor de chamar santa. Douglas Murray, na Spectator, faz um resumo dos casos envolvendo jihadistas britânicos que as boas consciências herculeamente ignoraram. Quem avisou que este caldinho seria calamitoso foi apelidado de islamofóbico e intolerante. E quem cala, consente, não é?

Na Grã-Bretanha discute-se – agora – com afã o que fazer para estancar esta colheita de extremistas. Assume-se que quem viaja para locais de guerra o faz com motivações terroristas e pede-se prova do contrário? Tira-se a cidadania a jihadistas apenas com cidadania britânica? Espero que não enveredem pelo caminho da vigilância orwelliana da NSA, mas desejo que de vez se esclareça que um clérigo defendendo que se bata na mulher e na filha se não se quiserem cobrir, que se chicoteiem os gays, que há glória em matar infiéis, não está a exercer o direito à liberdade de expressão ou religiosa, está a incitar e a promover o crime e isso deve ser, em si mesmo, um crime. E que não se premeiam os locais do crime se estes se mascaram de locais de culto. Outra: que tal não permitir a exaltação e exibição das mortes e da violência islâmicas nas redes sociais?

França e Bélgica proibiram o símbolo da anulação dos direitos humanos das mulheres que os muçulmanos orgulhosamente impõem ao seu lote feminino: a burca. Os Estados Unidos têm maioritariamente um Islão conservador mas em paz com o país. A Grã-Bretanha, entregue a tanta tolerância multicultural, consegue albergar duas tendências islâmicas particularmente anacrónicas (os deobandi e os wahhabitas), ser um centro europeu de mutilação genital feminina, ter um número crescente de crimes ditos de honra e de casamentos forçados aplicados às raparigas muçulmanas que teimam em se ocidentalizar, permitir que nas comunidades muçulmanas a legislação britânica seja ostensivamente ignorada e substituída pela dos países de origem dos imigrantes. E é o maior produtor e exportador europeu de jihadistas. Sem ser picuinhas, diria que até ver o resultado não é animador.

Mas não é certo que seja desta que se enxotem as avestruzes. Já começou a campanha a vender que o extremismo islâmico não tem nada a ver com o Islão. Mehdi Hasan garante-nos que os europeus que se juntaram ao ISIS não passam de doidivanas que leram umas coisas na diagonal sobre o Islão e até os terroristas do 11 de setembro não eram bem muçulmanos porque tinham namoradas e vidas sexuais. (Que isto de ser um crente maltrapilho é só para as outras religiões, os jovens muçulmanos são imunes às tentações da carne). Mas mesmo que tal fosse verdade – e todas as mesquitas britânicas locais salubres – ficaria sempre por explicar a razão de todos os enjeitados sociais escolherem lutar e matar em nome do Islão e não, sei lá, do animismo.

Em vez de dizer a quem execra o nosso modo de vida mas quer impingir-se por cá ‘para leste do Dnieper e para sul do Mediterrâneo, se faz favor’, a UE decidiu tolerar o barbarismo e a opressão como sinal de (imagine-se) liberdade. O barbarismo pagou-nos com redobradas atenções.


Está tudo dito (17)

Parece que a calma terá regressado a Gaza. Será que Israel está mais seguro do que há três meses? Talvez. Teremos que aguardar para ver. Entretanto aqui ficam alguns cartoons acerca do que é o islão. Espero que os apreciem e se inquietem por bem em breve termos que nos confrontar com o que eles evidenciam. Justamente aquilo que Israel tem à porta.
 



 

Ainda sentados

Mais um post dedicado àquilo que nunca veremos ser reivindicado pelos comunistas e "bicharada" afim, em especial os humanistas islâmicos (verdadeira contradição nos termos). Continuemos, pois, sentados.
 
 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Esperemos sentados...

Tendo em consideração a coluna vertebral da honestidade dos comunistas, resta-nos esperar sentados por apelos ao fim de verdadeiras ocupações...
 
 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O poder hipnótico do terrorista da Casa Branca


O deus das esquerdas e/ou o 12º imã

Os caros amigos costumam assistir a programas de entretenimento e sátira política, tais como The Daily Show with Jon Stewart ou o The Colbert Report? Eu também costumava. Até estes se terem tornado máquinas de propaganda do terrorista muçulmano queniano Barack Hussein Obama.

Desde o Stewart a equiparar moralmente Israel ao Hamas, até ao Colbert a escarnecer de quem manifesta preocupação com o avanço dos terroristas do ISIS, o despudor parece não ter limites.

Acima de tudo, e custe o que custar, toda a Verdade deve ser escondida em nome da boa imagem do Obama. Só isso conta.

No início, quando o poster boy de todas as esquerdas, o novo messias, apareceu, era compreensível a euforia de alguns patetas bem pensantes. Mas agora, com o final do mandato já à vista e já mais que comprovado que o islamista levou os Estados Unidos e o Mundo ao limiar da ruína e da guerra, espanta-nos o poder hipnótico do indivíduo.

Enojados com o branqueamento que os supracitados programas de humor fazem do Obama, restringimos os nossos hábitos de talk-shows satíricos ao inocente programa Conan, do genial comediante Conan O'Brien. Para nosso espanto e desilusão, a linha habitual de nonsense do programa, já mostra contaminação da tendência Estalinista que toma conta dos Estados Unidos do Islão, perdão, da América.

Noutro dia, a propósito de uma entrevista com Hillary Clinton (tão cúmplice to terrorismo islâmico como o Pateta Cor de Rosa), o programa tentou fazer graça com a indiferença da administração Obama no massacre dos norte-americanos em Beghazi.

"Continuam a emergir evidências de que a administração Obama sabia previamente dos ataques terroristas contra as embaixadas na Líbia, no Egipto e no Iémen, e que soube imediatamente do ataque terrorista em Benghazi. A Irmandade Muçulmana (apoiada pela administração Obama), aparece também cada vez mais envolvida".


O embaixador Chris Stevens foi espancado, sodomizado e incinerado pela turba muçulmana, enquanto Obama jogava golfe e Hillary retocava a maquilhagem. ISTO TEM GRAÇA?

Nixon foi corrido do cargo, humilhado, e para sempre proscrito da lista das pessoas decentes, por causa de um caso de escutas ilegais. Clinton terminou a sua carreira política por causa dos devaneios imbecis de uma galdéria qualquer. George W. Bush será eternamente o Diabo, na óptica da Esquerda -  porquê, não se sabe bem; talvez porque não era simpático nem particularmente inteligente, e se recusava a trair o seu país e o Mundo Livre.

Mas Obama, oh, Obama... Ai de quem se atreva singelamente a declarar-se não-fã de Obama. Para começar, será imediatamente apodado de "racista".

A audiência do programa Conan - um programa de humor inteligente, ainda por cima! - riu-se a bandeiras despregadas e estandartes descosidos com as piadolas secas sobre o massacre dos seus compatriotas às mãos dos bárbaros islamistas!

O que se passa com esta gente toda, que à simples menção da palavra "Obama", desata a bater palmas? Parece um reflexo condicionado. No Conan, como em qualquer outro programa de TV do Mundo Livre, palmas e uivos premeiam sempre a menção de palavras como "legalização das drogas", "casamento gay", "Obama" ou "Islão".

Esclareço os que têm tendência para rotular as pessoas, que acho que a despenalização das drogas - como acontece na Holanda, por exemplo -  pode ser uma solução para esse flagelo.

Esclareço que não padeço da doença da homofobia, embora pessoalmente, e se fosse gay, não me passasse pela cabeça "casar" com outro tipo e chamar-lhe "o meu marido". Preferia não me casar e chamar-lhe o meu life partner, mas cada qual é como cada um.

Já sobre Obama e o Islão, creio que nem um nem outro têm lugar numa sociedade civilizada, livre e democrática.

É é por isso que me preocupa o estado de hipnose colectiva em que os meios de comunicação de massas, os analistas políticos e os detentores de altos cargos públicos mantêm o povo. Enquanto os bandos terroristas islâmicos continuam o seu Holocausto sistemático, dia após dia, hora após hora, com o mesmo zelo horrendo que os comunistas e os nazis usaram há não muito tempo.




Sobre o terrorista islâmico queniano, no nosso total amadorismo, de gente que trabalha e tem pouco vagar, conseguimos alinhavar alguns posts; ver Obama.

Está tudo dito (16)

Mais alguns cartoons (para ver os anteriores buscar no canto superior do ecrã por "cartoon") que evidenciam muito do que se está a passar presentemente em todo o mundo graças ao islão e ao Pateta Cor de Rosa, mas particularmente em Gaza e no Iraque. Darão que pensar? Assim o espero. Assim gostaria.
 



sábado, 23 de agosto de 2014

A História de Israel - um documentário



Nota: As opiniões expressas neste vídeo não reflectem necessariamente todas as nossas opiniões. Os FACTOS históricos, esses, podem ser confirmados por quem se dê ao trabalho de ESTUDAR.

Aish Tamid (Chama Eterna)


Matisyahu - Aish Tamid  

' Eis que ele chega suavemente do meio da escuridão
A brisa atravessa o mar e alevanta-se no Monte Sião
O vento assopra mais e mais, está de passagem
Cavalga p'la dureza da paisagem
Sopra e geme, descendo pelos montes
Mísseis rasgam os ares e explodem como fontes
Transbordam, jorram, pelos pátios de Jerusalém
 Destapando ruínas acordando os que caíram
Até Manhattan
 Rebrilha a menorah nas sombras da destruição
Marcando o caminho através da aflição
Varrendo  ramagens douradas
Ergue-se crepitante, a chama
Dança como um leão, alevantada do nada '

(Excerto; tradução livre)


Votos de paz para todos os nossos amigos e inimigos. Shabbat Shalom.

James Foley e os pseudo-pacifistas


 

Um dos  poucos vídeos que ainda se encontram online, da decapitação de James Foley pelos bárbaros muçulmanos do ISIS. Milhares de pessoas que são assassinadas diariamente pelo ISIS e outros grupos terroristas islâmicos, não mereceram atenção quase nenhuma dos media. A nacionalidade norte-americana desta vítima, captou atenções, e os media não puderam escamotear. A criminosa política de Defesa de Obama é responsável por mais esta morte, diga-se de passagem. Sob Obama, as baixas norte-americanas cresceram exponencialmente, como temos demonstrado. E o deus-homem queniano continua no seu golfe, enquanto o Mundo se desmorona.

 

Entretanto, o vídeo da decapitação do jornalista norte-americano James Foley pelos bárbaros muçulmanos do ISIS, tem sido alvo de protestos por parte de figuras públicas como Louise Mensch, Mia Farrow e outras, que exigem a sua remoção. Segundo esta gente, devemos estar-nos todos nas tintas para o James Foley e para todas as vítimas do Islão, porque "o que é preciso é cultivar a paz"...

O Governo Chinês tem uma abordagem diferente da questão. Alvo de inúmeros ataques destes bárbaros nos últimos meses, a China prefere mostrar a todos os cidadãos o que é o Islão. O vídeo está a passar em loop na baixa de Pequim:

Segundo o batido argumento pseudo-pacifista, isto...

"Pode despertar o ódio"

Escrevi  há cerca de 1 ano:
"É preocupante a complacência ocidental, politicamente correcta e boazinha, para com a barbárie e o terrorismo islâmico que invadem a nossa Sociedade. Noutro dia, alguém me chamou a atenção para que este blog «pode despertar o ódio». Repare-se na inversão de valores! Estas pessoas matam, torturam, violam, mutilam, perseguem, e está tudo bem. Devemos é ficar caladinhos, para não «despertar o ódio».

Para chegar a tal conclusão, o meu amigo que assim falou, baseou-se em 10 segundos aqui no blog, e na sua firme intenção de «não querer saber nada acerca do Islão, pois é tema que não lhe interessa».
Pessoa de elevadíssimos padrões morais (sem ironia), perguntou-me: «Mas tu queres salvar o mundo?!...». Tem filhos, e quer o melhor para eles. Pensará nos filhos e nas filhas dos outros, que aqui no Mundo Livre, como lá na barbárie islamista, sofrem atrocidades? Ainda era capaz de ter ficado chateado comigo se o tivesse mandado bardamerda."
 

'Um dia seremos todos israelitas?'


O Mundo começa a entender o problema de Israel. Tal como o Estado Judaico, começamos a ter o terrorismo islâmico a entrar-nos portas adentro.

 

Um dia seremos todos israelitas?

  • Rui Ramos

O Curdistão tem todas as características para se tornar uma nova versão de Israel. Tal como Israel, está cercado de inimigos e sob a mira dos jihadistas. Tal como Israel, depende do apoio americano.

O Estado xiita que a retirada de Obama deixou no Iraque desfez-se perante a ofensiva do Estado Islâmico (ISIS), que o governo americano já classificou como uma ameaça maior do que a velha Al-Qaeda. E alguma gente aproveitou para ir ao sótão recuperar as acusações contra Bush: não fosse a invasão de 2003, nada disto teria acontecido. Houve até quem tivesse descoberto mais: o Iraque sob Saddam Hussein, tal como a Síria dos Assad, era uma ditadura, claro — mas uma ditadura de paz, secular, multicultural, onde todas as minorias viviam em amena tolerância mútua.

Acontece que as ditaduras de Saddam e dos Assad não eram nada disso. No Iraque, a 16 de Março de 1988, Saddam demonstrou uma peculiar concepção de multiculturalismo ao usar gás de mostarda para matar milhares de curdos. Na Síria, em Fevereiro de 1982, o pai do actual Assad desenvolveu um novo conceito de tolerância ao massacrar cerca de 20 mil sunitas na cidade de Hama. A paz do Iraque de Saddam ou da Síria da família Assad era a paz dos cemitérios. Externamente, as suas noções de boa vizinhança não eram menos originais. Saddam atacou o Irão em 1980 e invadiu o Koweit em 1990. A família Assad ocupou o Líbano em 1976. Eis os grandes pilares de paz multicultural e equilíbrio diplomático que a sabedoria de algibeira nos diz agora que o Ocidente devia ter respeitado.

Com Bush, ficámos a saber que operações de democratização-relâmpago, como a ensaiada no Iraque, não funcionam. Com Obama, percebemos que jogar golfe também não. Obama retirou do Iraque e não quis intervir na Síria, para não repetir o “erro de Bush”. Resultado: teve de voltar ao Iraque e terá provavelmente de intervir na Síria, donde o ISIS saiu para invadir o Iraque. Em 2001, também Bush tencionava evitar o “erro” das intervenções de Clinton. Foi Bin-Laden quem o fez mudar de ideias. Tal como o ISIS a Obama.

As coisas podem ainda tornar-se mais complicadas. No Iraque, o objectivo americano não foi defender o governo de Nouri al-Maliki, que deixou cair, mas o Estado autónomo dos curdos. Ora, o Curdistão tem todas as características para se tornar uma nova versão de Israel. Tal como Israel, está cercado de inimigos e sob a mira dos jihadistas. Tal como Israel, depende do apoio americano. Ao contrário de Israel, porém, a sua defesa não dispensa a intervenção militar directa dos EUA. Por enquanto, tudo se passa no deserto, e não na cidade, como em Gaza. Senão, já estaríamos a contar as baixas civis causadas pela aviação americana.

O Curdistão não é o único candidato a ter um futuro israelita. A Europa ocidental tem à sua volta Estados como a Rússia e o Irão, sob sanções, ou ex-Estados convertidos em bases da jihad, como a Líbia, a Síria ou o Iraque, donde os sucessores da Al-Qaeda esperam, através da diáspora muçulmana, levar a guerra até ao Ocidente. Estes Estados e movimentos não são iguais, mas têm isto em comum: todos reagem, não apenas contra o poder ocidental, mas também contra o modo de vida ocidental (secularismo, igualdade das mulheres, aceitação de diferentes escolhas sexuais, etc.). Os seus métodos de agressão variam, mas são igualmente perigosos. A Rússia, por exemplo, pode parecer interessada apenas em jogos diplomático-comerciais, mas ei-la a armar uma subversão na Ucrânia, provocando a morte de centenas de passageiros de um voo de Amsterdão.

E como têm respondido os EUA e os europeus a tudo isto? Com embargos, operações de contra-terrorismo, e ataques militares. Tal como Israel no Médio Oriente. Há diferenças? Há, claro. Mas talvez um dia deixem de ser suficientes para esconder as semelhanças.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O Pateta Cor de Rosa

De acordo com o que disse o ridículo e anti-semita Chuck Hagel (secretário de defesa dos USA), «o mundo está a explodir por todo o lado». Tem razão. Lamentavelmente tem razão. Tem toda a razão possível.


o senhor Hagel a apontar para a verdade


E de quem é a culpa? Custa ter essa certeza, mas há poucas dúvidas de que o responsável tem um rosto e um nome: Barack usein Obama, mais conhecido pelo Pateta Cor de Rosa.


o Pateta Cor de Rosa a olhar-se ao espelho


Em 2008, quando esse senhor chegou ao poder na mais poderosa nação do mundo, haviam conflitos (todos eles levados a cabo por forças islâmicas) numa meia dúzia de países. Nos dias de hoje, a lista multiplicou-se exponencialmente. "Não nos preocupemos", dizem-nos diariamente os meios de comunicação da esquerda filo-islâmica, talvez por saberem que, enquanto o mundo arde, o Pateta Cor de Rosa, adorado como o próprio Messias e que prometeu que uma vez que tomasse posse a hostilidade islâmica para com os USA iria diminuir, está preocupado que o mundo lhe pergunte sobre o seu aniversário e reporte a sua melhoria no golf, possibilitada por não cessar de treinar, e celebrar efusivamente tais melhorias, como aconteceu imediatamente após (literalmente menos de 10 minutos) ter dito estar cheio de pesar com a morte do jornalista norte-americano James Foley, algo que nem o New York Times conseguiu deixar de noticiar com espanto.


o Pateta Cor de Rosa a combater o ISIS


Mas devemo-nos preocupar, e não poderemos dizer que não fomos avisados das intenções das mais bárbaras forças islâmicas (nomeadamente o ISIS que, ao contrário do que disse o Pateta Cor de Rosa, em Janeiro de 2014, não são «jayvee» ou "amadores", antes e como diz Chuck Hagel, numa clara desautorização do seu superior, «a maior ameaça que já vimos»), que, se estão a ser criticadas pelos países muçulmanos, estão a sê-lo pois sabem que a diferença entre elas e estes (seus grandes financiadores), reduz-se a um narcisismo de pequenas diferenças, ou seja, a um desacordo quanto ao "timing": estes países gostavam que isto ainda tardasse mais alguns anos até que o Ocidente estivesse totalmente minado por dentro.

Mas, como sabemos, o problema é Israel. Sempre Israel. Não é? Alberto Gonçalves, uma das mais lúcidas vozes do panorama português, responde a esta minha pergunta retórica com mais um brilhante texto:


 Onde fica a Embaixada da Letónia?

Enquanto no Iraque jihadistas (psicopatas em português) de um grupelho "dissidente" da Al-Qaeda decapitam centenas de civis curdos, meio Ocidente continua a manifestar-se contra Israel. Se parece idiota é porque é idiota. No entanto, qualquer um - até os idiotas - é livre de exibir as suas preferências, incluindo em matéria de conflitos e genocídios. Eu, por exemplo, decidi que daqui em diante só me indignarei com os crimes, as malfeitorias e os desaforos cometidos pelo Governo letão. Não tenho de argumentar nem de avançar com razões, sólidas ou gasosas: simplesmente ganhei cisma à Letónia e pronto.

A mutilação de meninas na Serra Leoa? Não quero saber: a minha preocupação vai para a discriminação da comunidade letã de língua russa. O esclavagismo de castas na Mauritânia? Não me interessa, já que na Letónia existem abusos verbais contra os homossexuais. O despotismo dos militares no poder na Birmânia? Deve ser chato, embora o meu coração esteja inteiramente reservado às vítimas de humilhação no sistema prisional da Letónia. A fome na Coreia do Norte? Desculpem lá, mas importa exclusivamente a larica dos letões, sobretudo os que ainda não almoçaram às duas da tarde. Os presos políticos em Cuba? Coitados, se bem que ando ocupado com a violência doméstica entre meia dúzia de casais letões.

Apenas o regime da Letónia me ofende, apenas os oprimidos na Letónia me fazem sair à rua, equipado com cartazes furiosos e vestuário regional. Por enquanto, é uma luta que travo sozinho. Amanhã, seremos inúmeros. Ou, com sorte, dois ou três.

UPDATE 1: sublinhado a amarelo

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Apoiantes do terrorismo manifestam-se em Nova Iorque

 

Cada vez mais descarados, cada vez mais agressivos, cada vez mais directos no seu apoio ao terrorismo, os palestinianistas (nazis, muçulmanos e esquerdistas), vão tomando as cidades do mundo.

     Um grupo de várias centenas de camaradas do Chico Louçã, em apoio aos terroristas do Hamas, conseguiu interromper o percurso pedestre a toda a largura da ponte pedestre de Brooklyn, em Nova Iorque, esta quarta-feira, complicando a vida aos cidadãos trabalhadores aos turistas.
     Simultaneamente, outro grupo de manifestantes ergueu uma enorme bandeira palestina na Ponte de Manhattan. 
     Dezenas de policias patrulhavam as duas áreas, mas foram incapazes de controlar a multidão. Decerto que por medo de perderem o emprego, numa América governada por um terrorista islâmico. Os pró-terroristas (que na verdade também são terroristas, por cumplicidade), gritavam palavras de ordem em apoio da Intifada e da "resistência".
É este o estado do país que foi o guardião do Mundo Livre. Sob Obama, os partidários do "quanto pior melhor" de todo o mundo, exultam. O caos está aí, e a ditadura não tarda.
Este é um de milhentos casos. Relatamos um aqui, outro ali. Todo o Mundo Livre está lentamente a ser tomado pela canalha. As pessoas normais parecem atordoadas.

Bingo islâmico acerca do ISIS

Estava a passear ao lado da mesquita de Lisboa, onde pontifica um tal senhor David "Mentiras-Pegadas" Munir, e apesar de, segundo a surah 2:219, o jogo ser proibido pelo islão (tirando para aqueles milhões de muçulmanos que fazem do jogo o seu modo de vida), vi esta máquina de bingo a ser descarregada.


 máquina bingo-matrix, modelo musical 


Tendo caído um dos papeis que serão colocados dentro das bolinhas numeradas que entrarão para tal máquina, digitalizei o mesmo e coloco-o aqui. Estranho apenas o facto de algumas das tiradas presentes no mesmo já terem sido usadas ontem à noite na RTP Informação.



cartilha para taqiyya acerca do ISIS

Começou a Intifada em Portugal

"A intenção era a demolição mas, como boicotamos a Caterpillar, foi de pedra e tinta na mão".
O Holocausto e os pogroms comunistas começaram exactamente assim. Mais uma vez, temos esquerda, muçulmanos e nazis, unidos na mesma obsessão: o ódio aos judeus.

A Imprensa e a Esquerda já começam a colher frutos da sua campanha neo nazi.

PODEM LIMPAR AS MÃOS À PAREDE, BANDO DE ASNOS E ASSASSINOS!
A COMEÇAR POR TI, LOUÇÃ, E PASSANDO PELO PS, PCP E BLOCO, QUE CONDENARAM NO PARLAMENTO O DIREITO DE ISRAEL À VIDA. E PELOS MEDIA EM GERAL, QUE MARTELAM OBSCENA PROPAGANDA PRÓ TERRORISTA A CADA MINUTO.
TERRORISTAS! NÃO PASSAM DE TERRORISTAS!
Câmara de Comércio Luso-Israel vandalizada
 
Instalações no Porto foram vandalizadas durante a noite em protesto contra «a ocupação da Palestina e o genocídio do seu povo»
Por: tvi24 / PP    |   2014-08-20 12:51


Um grupo, autointitulado «alguns poetas», vandalizou durante a madrugada de hoje as instalações no Porto da Câmara de Comércio Luso-Israel em protesto contra «a ocupação da Palestina e o genocídio do seu povo».

Em comunicado enviado à Lusa, o grupo considera que «qualquer instituição que mantenha relações com o Estado de Israel é cúmplice com a ocupação da Palestina e o genocídio do seu povo».

«A intenção era a demolição mas, como boicotamos a Caterpillar, foi de pedra e tinta na mão», acrescenta.



Contactada pela Lusa, fonte da PSP confirmou que o espaço foi «vandalizado» mas «não se sabe por quem».

«Alguém arremessou uma garrafa de tinta vermelha a uma janela do escritório, partindo um vidro. A tinta acabou por provocar alguns danos no interior», disse a fonte da PSP, referindo que esta já não é a primeira vez que tal acontece.

Recentemente, «fizeram umas pinturas na fachada do mesmo edifício», acrescentou.

A Lusa tentou obter esclarecimentos junto da Câmara de Comércio Luso-Israel, mas sem sucesso.

Instalada desde 2007 no concelho do Porto, a Câmara do Comércio Luso-Israel foi criada com o propósito de facilitar as relações comerciais entre as empresas de Portugal e Israel.

- Infelizmente, e muito contra a minha vontade, mais uma vez, tenho razão. Quando há 2 anos afirmei que estava à porta nova escalada de antissemitismo, com pogroms e intifada incluídos, chamaram-me "doido". Quando afirmei que o Califado Global estava para breve, idem aspas.  E nem sou culto ou inteligente. Só não tenho as palas do ódio e do politicamente correcto nos olhos.

É facílimo para a Polícia apanhar os autores deste crime de ódio. Eu estou a mais de 500 km de distância e sei exactamente a quem iria pedir alibis. Mas será que a Polícia quer ou lhe é permitido apanhá-los?

Uma coisa é certa: a situação é de 100% de ganho para os esquerdoislamonazis apoiantes do terrorismo, que cometeram o crime. Se a Polícia não os apanhar, deram mais um passo em direcção a um novo Holocausto. Se a Polícia os apanhar, granjearão simpatias à esquerda e à direita, com alegações de que essa é mais uma "prova" de que os "Zionistas" controlam o poder global...



O Nazismo, o Comunismo e a Jihad Islâmica não acabaram com a morte de Hitler, de Stalin. ou de Saladino. Continuam AQUI E AGORA!

QUE VIVA ISRAEL! PARA SEMPRE!
"O silêncio em face do mal é o próprio mal. Não falar é falar. Não agir é agir".
Dietrich Bonhoeffer, pastor Luterano alemão, opositor e mártir do Nazismo.