sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Irão obriga EUA a "prostrarem-se"

Pela primeira vez desde 1979, os chefes da diplomacia de Washington e Teerão encontraram-se a sós.
- Público

O Irão declara vitória sobre Obama, e diz que os EUA "chegaram à conclusão de que não podem desafiar o poderoso Irão". Não podem? Não é bem assim. Podem mas não vão, enquanto Obama estiver na Casa Branca. Obama ou um qualquer sucedâneo.


"O Irão declara vitória sobre Obama" 
Adam Kredo para o Washington Free Beacon, 26 de Setembro:      
Um líder militar iraniano disse que "o poder e a resistência" do seu país forçaram os Estados Unidos e o presidente Barack Obama a prostrarem-se diante de Teerão,  de acordo com relatos dos media estatais iranianos.

    O assessor militar do líder supremo iraniano Ayatollah Khamenei disse que o Irão obrigou um Obama fortemente armado a aceitar os seus direitos nucleares.
 "Os americanos escolheram sensatamente a flexibilidade e a retirada, no que concerne ao Irão", disse o major-general Yahya Rahim Safavi, citado na quarta-feira pela agência de notícias Fars .

    
Os Estados Unidos "chegaram a esta conclusão porque não podem desafiar o poderoso Irão", acrescentou Safavi.
   A imprensa iraniana celebrou o discurso de Obama perante a Assembleia Geral das Nações Unidas no início desta semana , descrevendo-o como tendo um "tom diferente" e ser um "novo caminho", de acordo com relatos.

    
Um jornal iraniano ainda declarou: "o tempo de mudança chegou", de acordo com a AFP .

    
Os líderes militares iranianos, tal como Safavi, alegam que a mudança da rectórica de  Obama sinaliza a chegada de Teerão a potência mundial.

    
"Parece que os americanos entenderam o facto de que o Irão é um país poderoso e estável na região, que usa métodos lógicos e sábios no confronto com os seus inimigos", disse
Safavi à Fars  em entrevista.

    
"O Sr. Obama, como presidente dos EUA, anunciou pela primeira vez que 'não está interessado numa mudança de regime no Irão, e respeita o direito da nação iraniana ao acesso à energia nuclear pacífica',
direito assim consolidado pelo Irão", acrescentou.

    
Mas, enquanto a atitude de Obama pode estar a mudar, o Irão tem a intenção de manter a sua retórica radical, de acordo com Safavi, que afirmou:

    
"Teerão vai manter a sua posição em relação aos EUA, e não pode esquecer a animosidade dos EUA ao longo das últimas décadas
, incluindo o seu apoio às agitações de rua em 2009".

    
Safavi também criticou Obama por este falar sobre a possibilidade de um maior isolamento do Irão, se este país continuar a perseguir as suas ambições nucleares, e ter convidado Teerão a escolher outras formas de lidar com as questões regionais e internacionais.
    "A América deve imediatamente remover as sanções económicas e criar passo a passo uma confiança mútua, para então podermos ter esperança", disse Safavi, que também pediu que aos americanos para "desistirem da sua obstinação continuada contra o Irão e deixarem de seguir o lobby sionista".

    
Um alto legislador iraniano ecoou comentários de Safavi na quarta-feira, quando declarou que Obama mudou de tom "por causa da resistência mostrada pelo governo iraniano e pela nação", segundo a Fars ....



- Mais palavras para quê?  A grande aspiração dos países da região - destruir Israel e atirar os judeus para o mar - está assim mais próxima. Não há muito tempo, Obama vetou uma intervenção militar de Israel para parar o programa nuclear iraniano. Ele lá sabe porquê.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Portugueses Pelo Mundo - Jerusalém, Israel

Passou ontem, na RTP:

Notícias da Viúva Branca

Já aqui falámos sobre a 'Viúva Branca'. O Público dá conta de que a Interpol está atrás dela. O Mirror dá notícias sobre os familiares e a infância da terrorista:


Prime suspect: Samantha Lewthwaite


A família da Viúva Branca, Samantha Lewthwaite, está despedaçada pela vergonha da ligação terrorista da filha ao ataque de Nairobi
25 de Setembro de 2013 00:00
A família tem lutado para lidar com o desaparecimento da mãe de três filhos depois de o marido ter assassinado 26 pessoas nos atentados do 7 de Julho em Londres

Como soldado que serviu na Irlanda do Norte durante os anos 1970, no auge dos problemas, Andy Lewthwaite entende o dano terrível dos ataques terroristas.
Hoje transporta o fardo de ser o pai da terrorista internacional mais odiada* do mundo.
A sua filha Samantha - apelidada de Viúva Negra - terá desempenhado um papel fundamental no planeamento do massacre do Shopping Westgate em Nairobi.
* - Nota nossa: o artigo é transcrito, nós aqui não odiamos ninguém. 

Ela pode até ter morrido no tiroteio com soldados quenianos.

Ontem à noite, especialistas forenses ainda tentavam determinar se o corpo de uma mulher branca encontrado entre os militantes era desta mulher de 29 anos.

Durante anos, a sua família, de Aylesbury, Bucks, tem lutado para lidar com o desaparecimento da mãe de três filhos, depois de o marido, Germaine Lindsay, ter assassinado 26 pessoas nos atentados de Londres, o tristemente famoso 7/7.

O pa,i Andy, de 57 anos, agora a trabalhar no ramo da construção, tem outros dois filhos com a mãe de Sam Lewthwaite, Christine Allen. Não entende como é que a sua menina feliz se tornou aparentemente capaz de matar crianças.

Um vizinho disse: "O Andy está ciente de quão terríveis são os tiroteios indiscriminados. Para ele, imaginar a própria filha envolvida neste processo, é muito doloroso. Ele foi muito digno. Serviu o seu país. A sua filha está aparentemente a manchar tanto a sua reputação como a reputação do seu país".
 Samantha Lewthwaite
A família recusou falar, mas os vizinhos recordam a Viúva Branca como uma pessoa diferente. O empresário Niknam Hussein, de 50 anos, conheceu Lewthwaite quando ela era adolescente.

Ele disse: "Ela era calma e tímida. Não havia nada de extraordinário nela. O mais assustador é que ela era perfeitamente normal."

E continuou: "Como é que uma dona de casa e mãe, de repente, se torna a mentora de um ataque no leste de África? Ela veio de uma família unida. Mesmo depois do 7/7, ela ainda esteve com a família e sob protecção policial. Eles estão perplexos e zangados. Eles estão tão surpresos quanto eu."

Ontem, a pressão sobre a família ficou visível, quando a avó, Elizabeth Allen, de Banbridge, foi internada no hospital com problemas cardíacos.

Joan Baird, um vereador de Banbridge, que conhece a família, disse: "A Sra. Allen, com 85 anos, está doente por ter que lidar com tudo isto. A sua saúde está debilitada como resultado da pressão de todas as notícias sobre a sua neta."

A transformação de Lewthwaite numa das figuras de proa do grupo terrorista al-Shabaab, da África Oriental, é algo que poucos conseguem compreender.

Ela ainda estava na escola primária, quando a família se mudou da sua cidade natal na Irlanda do Norte para Buckinghamshire. Os pais separaram-se em 1995.

Raj Khan, de Aylesbury, disse: "Conheci-a em criança. Ela era muito inocente, tinha falta de confiança, era tímida mas acessível. Era uma seguidora e não uma líder. É por isso que eu acho absolutamente inacreditável que ela seja chefe de uma organização terrorista criminosa internacional".
 Samantha Lewthwaite
Quando adolescente, na Grange School em Aylesbury, Lewthwaite fez amizade com uma família muçulmana local, o que a ajudou a converter-se ao islamismo.
O seu interesse pela religião desenvolveu-se quando se matriculou num curso de graduação em Política e em Estudos das Religiões, em 2002, na Universidade de Estudos Orientais e Africanos de Londres. Deixou a universidade dois meses depois.
Conheceu o jamaicano (muçulmano convertido) Lindsay na internet, através de um chat islâmico, no mesmo ano, e casaram poucos meses depois.
Viveram na cidade natal de Lindsay, Huddersfield, West Yorkshire, mas voltaram para Aylesbury, em Setembro de 2003.
Seis meses mais tarde, o primeiro filho, um menino, nasceu. O segundo filho, uma menina, nasceu depois do 7/7 .
Depois de interrogada sobre os ataques suicidas de 2005, em Londres, nos quais 52 pessoas perderam a vida, a Viúva Branca voltou para a sua família, que estava convencida da sua inocência.
O pai Andy, o irmão mais velho Allan, e a irmã mais nova Sabrina, condenaram os atentados, e ficaram chocados com o papel que neles desempenhou o " marido amoroso " e " brilhante pai ", Lindsay.
Sam Lewthwaite desapareceu em 2009, logo após o nascimento do terceiro filho, cujo pai é Habib Ghani, de Hounslow, oeste de Londres. 
Ghani foi morto a tiro na Somália há duas semanas, no que foi entendido como uma rixa entre facções da al-Shabaab. 
Acredita-se que isso poderia ter estimulado Sam Lewthwaite a instar os chefes terroristas para avançarem com a atrocidade no Quénia. 
Crê-se que não foi por acaso que o ataque Nairobi aconteceu na véspera do julgamento de outro terrorista  britânico da al-Shabaab, Jermaine Grant, em Mombaça .
A Viúva Branca e Grant supostamente planeavam bombardear resorts de praia do Quénia, quando a Polícia entrou no seu apartamento alugado, em Dezembro de 2011.
Os polícias encontraram equipamentos e produtos químicos usados no fabrico de bombas, mas  Lewthwaite escapou.
As únicas pistas sobre o seu paradeiro desde que se ausentou, vieram através das suas provocações ocasionais contra o Ocidente no Twitter.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

'Jovens Ladrões Ciganos'

 

Ministro do Interior, Manuel Valls, disse que “a maioria dos roma devia ser reconduzida à fronteira” - Público

À distância confortável de um gabinete ministerial, de um condomínio de luxo, de uma sede partidária ou mesmo de uma mesa de café, é fácil arengar acerca de integração ou da livre circulação. A tentação é vestir a realidade com a ideologia. O problema não é 'os ciganos' versus 'os não ciganos'. O problema não é de racismo ou discriminação.

- Os ciganos, como quaisquer cidadãos, devem estar sujeitos às leis do Estado. O que muitas vezes não acontece, nomeadamente em Portugal, verificando-se que os ciganos gozam de alguns direitos que o comum cidadão não tem. Em muitas situações (por exemplo na estrada, nas repartições públicas e serviços do Estado, na distribuição de regalias sociais, os ciganos são frequentemente beneficiados).

- O problema que França e outros países vivem actualmente não é com os ciganos como um todo, mas com os ciganos vindos da Roménia, que se dedicam à mendicidade, ao crime e à exploração de menores. É irrelevante se se trata de ciganos. Trata-se de pessoas que estão a perturbar a ordem pública e a transgredir as leis. 

- Este documentário, feito numa perspectiva abertamente pró-ciganos e anti-europeus (é pena que  o realizador não dispa a sua camisola ideológica...), não deixa de denunciar, ainda assim, o mundo de ilegalidade e o enriquecimento ilícito de alguns ciganos romenos. 'Jovens Ladrões Ciganos' é o título deste documentário da BBC, que vale mesmo a pena ver até ao fim.

"Em toda a Europa, crianças estão ser forçados a andar nas ruas a mendigar e roubar. Vêm de uma das comunidades mais pobres da Europa - os ciganos romenos.

Durante séculos, os ciganos viveram à margem da sociedade e enfrentaram discriminação brutal. Muitos têm recorrido a roubar e mendigar para sobreviver.

Mas nos últimos 20 anos, o crime organizado tomou conta dessas comunidades. E desde 2007, quando a Roménia entrou para a União Europeia, crianças ciganas foram traficadas e exploradas numa escala muito maior.

Na tentativa de entender o que está a acontecer com essas crianças romenas, o cineasta Liviu Tipurita embarca numa viagem pela Europa que o leva para dentro do mundo fechado da comunidade cigana, e fala com as autoridades e instituições destinadas a lidar com este fenómeno preocupante ."

Obama: generoso com a propriedade alheia

“Quem são os Palestinianos? Os Palestinianos não vêm da Palestina… Irmãos, metade dos Palestinianos são Egípcios, e a outra metade são Sauditas" —  Fathi Hammad, Ministro do Hamas, 23 de Março, 2013

O presidente Barack Hussein Obama, próximo da organização terrorista global Irmandade Muçulmana, está disposto a tudo para satisfazer os seus amigos. Desta vez terá ido longe de mais, ao apelar a que Israel de retire da Judeia Samaria.

Esquece-se, ou não sabe de todo, o presidente dos Estados Unidos, que essa foi sempre uma terra judaica. O único período da História em que não houve presença judaica na... Judeia, foi de 1949 a 1967, entre a ocupação pela Jordânia e a libertação por tropas israelitas. Esses 18 anos de ocupação árabe ilegal são a base em que Obama se apoia para entregar aos muçulmanos o berço do Judaísmo.


Neste blog, e dentro das nossas reduzidíssimas possibilidades, temos dado alguns flashes da actuação abertamente pró-islamista de Obama. O apoio à Al-Qaeda na Síria, por exemplo. Oferecer metade de Israel aos árabes, como trampolim para a inevitável destruição de Israel que se seguiria, é o próximo presente do presidente.

Diplomatas franceses anti-Israel

“Quem são os Palestinianos? Os Palestinianos não vêm da Palestina… Irmãos, metade dos Palestinianos são Egípcios, e a outra metade são Sauditas" —  Fathi Hammad, Ministro do Hamas, 23 de Março, 2013 

 marionchastaing

As tensões entre Israel ea União Europeia, em particular com a França, têm estado em alta nas últimas semanas.

Após o primeiro funcionário do Consulado de Jerusalém ter sido expulso ipso facto de Israel por contrabando com os Árabes, nomeadamente de 150 kg de ouro e dois milhões de dólares em tráfico de cigarros, os meios de comunicação fizeram eco de um novo caso envolvendo franceses em Israel.

A "diplomata" - que na realidade não é uma diplomata, só tem um passaporte diplomático temporário - foi "atirada" de um camião para o chão por soldados israelitas. Mal se levantou, aplicou um soco na cara de um soldado.
Marion Castaing, a "diplomata" em questão, é uma católica fundamentalista da diocese  de Paris, fundadora de uma organização anti-aborto. Manifestava-se contra a demolição legal de um conjunto de barracas construído por decisão de beduínos. Ficou provado em Tribunal que a terra que os beduínos queriam colonizar nunca antes tinha sido habitada. Apesar da decisão do poder judicial independente de um país democrático, a diplomata francesa resolveu fazer a sua própria "justiça".

O incidente foi de imediato aproveitado pela propaganda anti-israelita. A Imprensa francesa tem dado constantemente notícias sobre esta residente do 17 º distrito de Paris. Agora, os vídeos filmados pelos seus amigos mostram que ela não foi atirada ao chão. Tudo foi uma das habituais encenações para os fotógrafos chamados ao local tirarem fotos "chocantes"! Tudo foi planeado:



"Israel rejeita o anúncio unilateral que foi publicado por Ashton e por Georgieva sobre os acontecimentos no Vale do Jordão. Este anúncio não levou em conta a flagrante violação da lei por diplomatas europeus, o seu desafio a uma decisão do tribunal israelita, e a desnecessária provocação sob alegado pretexto de ajuda humanitária", disse o Ministério Israelita dos Negócios Estrangeiros à JSSNews.



"Os diplomatas são enviados pelos seus governos para serem uma ponte, e não para agirem como provocadores. Os diplomatas europeus e os seus governos devem uma explicação por esta flagrante violação dos códigos de conduta diplomática. Israel já disse que não vai aceitar a culpa. A resposta de Israel será proporcional à gravidade dessas violações."

O novo embaixador de França em Israel, Patrick Maisonnave (também um fã de boxe - mas boxe real) deverá ser convocado pelo Ministério Israelita dos Negócios Estrangeiros para se explicar sobre o ocorrido. Segundo o governo israelita, a chancelaria francesa em Jerusalém é
palco de várias formas de extremismo (reuniões com Salah Hamouri, fecho de negócios no dia do aniversário da Fatah, saudação nazi como forma de cumprimento, contrabando, activismo anti-Israel, encerramento parcial das urnas de voto aos franco-israelitas que vivem nos colonatos, negação do caráter judaico de Israel,e activismo a favor da divisão da capital de Israel ...)


- Um dos muitos vídeos de palestinianistas a provocarem soldados israelitas. Onde os palestinos provocam há cortes no vídeo; onde os soldados respondem, mostra-se, para efeitos de propaganda. É a indústria chamada Pallywood. Antissemitas primários  e ignorantes descerem tão baixo, é uma coisa. Diplomatas fazerem-no, é mais grave.

NOTA em 20/3/18: o YouTube, escravo da agenda islamista e extrema-esquerdista, retirou dois dos vídeos deste post, que substituímos agora mesmo, e que serão por sua vez retirados, para que ISRAEL possa continuar a ser injustamente acusado, e vingue a narrativa dos soldados armados contra os pacíficos apedredejadorezinhos árabes, que só matam umas criancinhas judias*, o que até é higiénico, é claro!



* - Adele Biton foi assassinada pelos heróicos apedrejadores.

Umas pedrinhas de nada! - 1

Umas pedrinhas de nada! - 2

Umas pedrinhas de nada! - 3



terça-feira, 24 de setembro de 2013

A Viúva Branca - 3 (Conclusão)


A parceria estratégica entre Quénia e Israel nesta crise mantém-se, mas Israel tem reduzida margem de manobra, por razões de respeito à soberania queniana (...)
Na frente da Imprensa, a organização terrorista Al -Shabaab já "ganhou", mesmo que venbham a ser eliminados um a um. Os media globais estão virados para Nairobi (...)
O ataque, embora menos complexo, tem muito em comum com o de Mumbai, na Índia, em Novembro de 2008, pelos terroristas da Taiba le Lashkar do Paquistão. Os dois grupos têm ligações estreitas com a Al Qaeda e com o Hamas palestino. Como no centro Chabad em Mumbai, aqui, as empresas israelitas têm sido os principais alvos. Os terroristas, em ambos os casos, aparecem em contacto permanente com os operadores externos que transmitem as suas notícias (os tweets ) afiançando que nunca irão negociar.
A mesma selecção entre muçulmanos e não muçulmanos foi feita para salvar os primeiros e matar tanto quanto possível dos últimos. A crise em Mumbai durou um total de 60 horas e já não está longe de levar o mesmo tempo.
A presença de forças israelitas em Nairobi foi notada, apesar do secretismo que se procurava. Comandos israelitas foram levados para o Quénia quando o centro comercial foi atacado. Nairobi invocou um pacto de segurança secreto entre os dois governos, o que garante a assistência militar de Jerusalém, desde o momento em que o governo queniano esteja sob a ameaça de uma potência estrangeira. (...)
Em Agosto, agentes do Mossad, juntamente com funcionários do FBI, participaram na investigação para determinar se um grande incêndio no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta foi ou não o resultado de um ataque terrorista. De acordo com relatos da Imprensa estrangeira, a Mossad tem uma vanguarda filial em Nairobi, cuja missão é manter estreitos laços de segurança com o Quénia e outros países da África Oriental.
A organização terrorista islâmica somali Al Shabaab, uma filial da Al Qaeda, escolheu um alvo israelita em Nairobi, Quênia. O ataque aos israelitas continua, portanto.(...)

Algumas imagens do ataque terrorista:

 
 
 
 
 
 


- Dos 70 cristãos mortos no Paquistão este domingo, quando saíam da missa, já nem se fala. Novas vítimas já caíram depois deles, ceifadas pelo terrorismo islâmico. E é assim todos os dias. 21636 ataques terroristas islâmicos desde o 11 de Setembro de 2001, à média de 5 por dia. Para acompanhar a compilação possível de ataques terroristas e a contabilidade em permanente actualização, veja por exemplo o site A Religião da Paz.

Este caso suscitou especial atenção dos media pelo suspense dos reféns e pela ajuda das forças norte-americanas e israelitas, que para muita gente é uma afronta, como tudo o que vem desses dois países, que suscitam ódios patológicos. Por estranho que pareça, há quem, mesmo perante os factos mais flagrantes, como é o caso, se recuse a acreditar que se trata de um atentado terrorista islâmico, por muito que os autores o reivindiquem e tudo o resto. A cegueira ideológica e o ódio doentio aos EUA e a Israel lançam as mais estúpidas teorias da conspiração, como é habitual.

Para muitos muçulmanos, esta acção terrorista é natural, justificada e louvável. Entendem esses muçulmanos (que esperamos sejam uma pequena percentagem do total do bilião e 600 milhões que existem), que acções como esta se justificam como represália contra a luta anti-terrorista. Repito: alguns muçulmanos justificam o terrorismo como legítima vingança contra a luta anti-terrorista.

O cúmulo do surrealismo atingiu-se quando os terroristas do centro comercial de Nairobi protestaram contra a presença das forças de segurança, alegando que assim o risco de os reféns serem executados era maior! Os cristãos paquistaneses que saiam da missa, que "crime" terão cometido?...

Como se não bastasse, há também uma significativa fatia da opinião pública ocidental que considera que falar do terrorismo islâmico é tema tabu, porque se se falar as acções terroristas podem aumentar. Para além de outras considerações de filosofia e moralismo baratos que já temos focado.

12  anos de terrorismo contínuo e global ainda não chegam para que os bem-pensantes percebam que 21636 "casos isolados", é muito "caso isolado". E que mais poderemos dizer? Se as pessoas não percebem, então não adianta explicar-lhes.

Em breve, a encantadora Viúva Branca irá para a galeria de heróis chic que os ocidentais veneram, fazer companhia ao Bin Laden e ao Dzokhar Tsarnaev, dois de muitos "inocentes injustamente incriminados pela CIA".

A Viúva Branca - 2

 

É apontada como a comandante do ataque terrorista ao centro Westgate de Nairobi. Lewthaite é a viúva de Jermaine Lindsay, que se explodiu durante os atentados de Londres em 7 de Julho de 2005, no metro de Londres, matando 26 pessoas.
Dizem que ela é uma das terroristas que na Somália se juntaram à Al Shabaab. O primeiro-ministro David Cameron interrompeu uma visita à residência real de Balmoral, araa realizar algumas sessões de emergência. Pelo menos seis britânicos sucumbiram aos ferimentos , como vítimas deste ataque terrorista.Por sua parte, o FBI começou a investigar a possibilidade da presença de pelo menos seis terroristas ocidentais, três americanos, um canadiano, um britânico e um finlandês, no ataque, de acordo com a NBC -News e a CNN. A investigação está em fase preliminar, e é provável que possa ser concluída antes do fim do impasse entre as forças quenianas e os terroristas.Uma conta de Twitter associada com a Al Qaeda e a Al Shabaab identifica esses americanos como Ahmed Mohamed Isse, 22 anos, de St. Paul, Minnesota; Abdifatah Keenadiid Osman, 24 anos, de Minneapolis, Minnesota, e Gen Mustafe Noorudiin, de 27 anos, de Kansas City, Missouri. Todos falam Árabe. Minnesota e Missouri são os principais centros de imigração da Somália e da África Oriental para os Estados Unidos. Alguns são convertidos, outros lutaram contra a América no Iraque.
 - Que país tão mauzão, os Estados Unidos, hein?...

Estamos, portanto, confrontados com a primeira " legião estrangeira ocidental terrorista" , composta de convertidos e emigrantes explorados pelas indústrias do terror para fortalecer o ciclo de adeptos do Islão que pdem asilo na Europa e nos Estados Unidos .
 - Que países tão mauzões, os países europeus, hein?...

Ao analisarmos friamente as causas políticas destes eventos, a postura conciliatória para com o Islamismo porparte da Administração Obama, o relaxamento do vocabulário anti-terrorista, para não ofender o Islão, ou as origens quenianas do Presidente e a sua juventude no país, são factores que contam.
No entanto, recentemente, o governo Obama reforçou  sua guerra secreta contra a Al Shabaab na Somália, reforçando a colaboração com os serviços de informações do país.

Os EUA mantêm também campos de treino para soldados ugandeses, que lutam contra as forças da Al Shabaab, e forneceu drones Predator a bases em Djibuti, aviões de combate e cerca de 2.000 soldados e civis americanos.

O impasse continua entre um grupo de 10 a 20 terroristas islâmicos e as forças de segurança quenianas, dentro do Westgate Shopping em Nairobi, pelo segundo dia, desde domingo, quando o número de mortos é de 69, com 205 feridos e 63 desaparecidos neste momento.

A polícia queniana lançou quatro assaltos sucessivos, permitindo-lhe evoluir e conter os islamistas numa área restrita. O ataque foi realizado com forças e helicópteros de elite, ao que os terroristas responderam com raiva, dizendo que a intervenção colocava a vida dos reféns em perigo.
- Melhor que isso só mesmo não terem atacado o centro comercial, não terem assassinado, ferido e tomado reféns!

Entre 49 e 63 pessoas estão desaparecidas e podem fazer parte deste grupo de prisioneiros civis. O resultado será provavelmente sangrento.

De acordo com a AFP, as forças israelitas entraram no interior do centro comercial, onde os terroristas filiados da Al Qaeda tomaram reféns, segundo autoridades de segurança ( AFP) .


O envolvimento directo das forças de segurança de Israel neste cerco é limitado ao papel dos peritos de estratégia, para possibilitar uma rápida resolução do caso. É improvável que as forças especiais israelitas operem com grande liberdade de manobra, tal o alvoroço dos media.


A Viúva Branca - 1

A misteriosa “viúva branca”

KenyaVeuve blanche



Ataque terrorista jihadista em Nairobi (Quênia): O chefe da quadrilha seria a "Viúva Branca", uma mulher britânica converteu ao Islão
Três cidadãos norte-americanos pertencentes à Al Qaeda, fazem parte dos atacantes. A chefe da quadrilha seria uma mulher britânico convertido ao Islão.

O Ministério das Relações Exteriores israelita recusou confirmar ou negar qualquer envolvimento directo na intervenção anti terrorista no Quênia.

Na noite de segunda-feira para terça-feira, o Ministério queniano do Interior disse deter o controle por todo o edifício, todos os reféns foram libertados, mas mesmo assim não quer correr qualquer risco .

O cerco da Polícia ao Westgate Shopping Nairobi terminou na noite de ontem em torno das 23:30h, quase 60 horas após o início do assalto por jihadistas. O governo do Quênia disse que todos os reféns do ataque, realizado no sábado por um grupo que reivindica ser o Al Shebab da Somália, foram libertados. Nairobi anunciou que matou três terroristas e tem suspeitos detidos. Denso fumo negro foi visto sobre o edifício segunda-feira após uma explosão.


O ataque, um dos mais sangrentos da história do Quênia, é o primeiro realizado por um comando " globalizado " .

Esta tarde de segunda-feira 23, depois de vários ataques consecutivos, os terroristas estão confinados no quarto andar, mas um denso fumo negro continua a escapar dessa área. A prova de que a situação ainda está longe, depois de 48 horas, de estar sob controle.


É provável que as forças islamistas multinacionais tenham ateado fogo aos colchões para retardar a progressão da polícia e do exército ...

Os terroristas afirmam ainda mantêm 89 reféns, enquanto o governo queniano diz que a maioria deles foram libertados. Entre os que permanecem, contam-se quatro franceses, dois israelitas e outros ocidentais ...

É um grupo bem organizado, estruturado, tem controle de métodos de captura, usa a internet de modo inteligente e constante, e está especialmente determinado a ir "até até ao fim", ou seja, cometer suicídio e matar os reféns. A hipótese avançada é de que eles poderiam ter guardado armas e explosivos previamente no edifício, apesar das advertências israelitas e norte-americanas sobre a vulnerabilidade da área.

Segundo a imprensa britânica , o chefe do gangue terrorista é Samantha Lewthwaite , mulher convertida ao Islão e filha de um oficial do exército britânico.
A terrorista inglesa  Sam Lewthwaite, conhecida como a Viúva Branca:
 
 

Jihadistas do Minnesota no ataque do Quénia


Forças do Quénia ainda combatem últimos atacantes do centro comercial

O que faltava agora era trabalhar para prevenir futuros ataques. Os amigos do radicalismo islâmico já especulam que "não há provas" de que os ataques tenham sido feitos por islamistas (!). E, como em ocasiões anteriores, os "bufos" são severamente ameaçados. É preciso esconder as ligações. Cá em Portugal como nos Estados Unidos, trabalha-se para tapar o sol com a peneira:
"CAIR Impede o FBI de investigar envolvimento de grupo terrorista da Somália  no ataque no Quénia"
Judicial Watch
    A filial Al-Qaeda que lançou o terror num centro comercial queniano, que resultou em dezenas de pessoas inocentes assassinadas, tem um defensor poderoso e influente nos Estados Unidos, o grupo muçulmano de "direitos civis", conhecido como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) .

    
É improvável que os media mainstream venham a falar desta conexão, mas ela é profunda e envolve e envolve a radicalização dos jovens somalis nos EUA, como os que executaram o ataque no Westgate Shopping no norte Nairobi. O CAIR também tem exercido o seu poder para silenciar os críticos da Al-Qaeda do ramo Shabaab na Somália, que invadiram o centro comercial, mataram pelo menos 68 pessoas e fizeram dezenas de reféns.

    
Vários dos jihadistas envolvidos no ataque são somalis de Minnesota, de acordo com  notícias que têm vindo a público. Eles incluem Ahmed Mohamed Isse, de 22 anos, de St. Paul, e Abdifatah Osman Keenadiid, de 24 anos, de Minneapolis. Nos últimos anos, o FBI e o Congresso investigaram a radicalização da comunidade americana da Somália no Minnesota. A Al Shabaab recruta jovens nas mesquitas e envia-os para fora do país,  treinar e combater na Somália.

   
O CAIR, grupo testa de ferro do terrorismo islâmico que supostamente arrecada dinheiro para o Hamas, tem interferido com a investigação do governo dos EUA. Há alguns anos o CAIR prejudicou uma investigação do FBI sobre o desaparecimento de dezenas de homens somalis. Muitos membros da comunidade somali local, denunciaram as acções do CAIR, dizendo que o grupo estava a intimidá-los caso cooperassem com o FBI.

    
Durante depoimento no Congresso, o tio de um dos
homens desaparecidos,  disse que estes foram recrutados e radicalizados pelo CAIR para se juntarem aos jihadistas da Al Shabaab. O CAIR instruiu a comunidade americana da Somália para não cooperar com a aplicação da lei e apoiou cegamente a mesquita que radicalizou os desaparecidos. "O CAIR realizou reuniões com alguns membros da comunidade e disse-lhes para não falarem com o FBI, o que foi um murro na cara das mães dos somalis muçulmanos, que andavam a bater às portas dia e de noite, com fotos dos filhos desaparecidos, pedindo à comunidade para cooperar com a lei e dizer o que sabia sobre o desaparecimento dos jovens", disse Abdirizak Bihi ao Comité de Segurança Interna .

    O
CAIR também tentou silenciar os críticos da Al Shabaab em partes do Minnesota que foram atacadas pela filial Al Qaeda. Há alguns anos, o CAIR fez explodir dois activistas muçulmanos de Minneapolis por participarem num seminário ("Al Shabaab: Uma organização de terrorismo extremista islâmico") sobre o grupo terrorista islâmico na Somália. Entre outras coisas, o CAIR disse que o seminário não conseguiu distinguir entre o Islão e o terrorismo, e que oferecia informações imprecisas e tendenciosas sobre os muçulmanos e somalis ....


Este conhecido cartaz do CAIR incita os muçulmanos norte-americanos a não prestarem declarações à Polícia, em nome da "resistência"

Ver também:
"Muçulmanos do Illinois, Maine, Arizona, entre os terroristas do centro comercial no Quénia"
Creeping Sharia