sábado, 14 de outubro de 2017

Bispo católico nigeriano: políticos ocidentais prejudicam o Cristianismo africano por "submissão" ao Islão



 Bispo Matthew Kukah 


Bispo católico nigeriano: políticos ocidentais prejudicam o Cristianismo africano por "submissão" ao Islão 

13 de Outubro de 2017 

Por Robert Spencer 

O bispo Kukah está correcto, mas há outro aspecto: o chefe Islamobasbaque não é um político. O chefe Islamobasbaque é o Papa Francisco. E, além dele, a Igreja Católica como um todo comprometeu-se com o Islamobasbaquismo, de modo que há um grande silêncio sobre a perseguição muçulmana aos cristãos, que ocorre tanto na Nigéria como no Médio Oriente.
Jean-Clément Jeanbart, o arcebispo católico grego Melquita de Aleppo, deu uma entrevista a um repórter francês em que criticou os principais meios de comunicação e até mesmo os seus colegas bispos por ignorarem a perseguição muçulmana aos cristãos do Médio Oriente.
"A Imprensa europeia", acusou, "ainda não deixou de esconder as notícias diárias sobre aqueles que sofrem na Síria e eles até divulga informações erradas sobre o que está a acontecer no nosso país, sem se dar ao trabalho de a verificar”.
Quanto aos seus irmãos bispos de França, "a conferência dos bispos franceses deveria ter confiado em nós, teria sido melhor informada. Porque é que os bispos franceses estão silenciosos perante uma ameaça que é sua hoje também? Porque os bispos são como vocês, politicamente correctos. Mas Jesus nunca foi politicamente correcto, ele era politicamente justo!".


Os últimos cristãos de Aleppo.

O arcebispo Jeanbart não foi o primeiro a dizê-lo. "Porquê, perguntamos ao mundo ocidental: porque não elevais a voz perante tanta maldade e injustiça?", interrogou o cardeal Angelo Bagnasco, chefe da Conferência Episcopal Italiana (CEI).
O Patriarca católico siríaco Ignatius Ephrem Joseph III apelou ao Ocidente "para não esquecer os cristãos no Médio Oriente".
O ex-Patriarca católico grego melquita Gregório III também disse: "Não entendo porque é que o mundo faz não levanta a sua voz contra tais actos de brutalidade".
Mas Gregório III deveria ter entendido, já que ele era uma parte importante do problema. Afinal, ele mesmo disse: "Ninguém defende o Islão como os cristãos árabes". É por defenderem o Islão que os clérigos ocidentais não levantam a voz contra tais actos de brutalidade. Insistem em buscar um "diálogo" infrutífero e quimérico com o Islão, ordenam que os bispos nos Estados Unidos e na Europa mantenham silêncio sobre a perseguição muçulmana aos cristãos e que imponham esse silêncio aos outros.
Robert McManus, bispo católico romano de Worcester, Massachusetts, em 8 de Fevereiro de 2013, justificando a supressão de uma conferência católica sobre essa perseguição, disse: "Falar sobre islamistas extremistas e as atrocidades que eles perpetram globalmente pode prejudicar as conquistas positivas que os católicos alcançaram no diálogo inter-religioso com muçulmanos devotos".


Cristãos Siríacos.

Lembrem-se de que Mohamed Atta, no avião que ele havia sequestrado em 11 de Setembro de 2001, disse aos passageiros pelo intercomunicador: "Fiquem quietos e ninguém vos fará mal". A Igreja Católica parece ter adoptado essa declaração como a sua política na perseguição muçulmana aos Cristãos.

"Deixem-nos; eles são guias cegos. E se um cego guiar um cego, ambos cairão num poço."
(Mateus 15:14)


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Massacre no Centro Comercial Westgate no Quénia, cometido pela Al-Shabab:


"Bispo: políticos ocidentais prejudicam o Cristianismo africano por se "submeter" ao Islão"
Catholic News Service, 13 de Outubro de 2017:

    
Um bispo nigeriano disse que a Igreja Católica no seu país está a começar a perder a sua influência pública em parte devido ao declínio da fé religiosa no Ocidente.

    
O bispo Matthew Kukah, de Sokoto, acusou políticos e diplomatas europeus e americanos de "promoção" pública do Islão à custa do Cristianismo.
    
O resultado, segundo ele, foi a ascensão do Islamismo e do Cristianismo evangélico na Nigéria e o declínio do Catolicismo.

    
Ele disse ao Catholic News Service numa entrevista em Liverpool que a perda generalizada da fé cristã no Ocidente é  "absolutamente" uma das causas da diminuição da influência da Igreja Católica no seu próprio país.

    
"Da minha própria experiência, considero que o alto comissário britânico, os embaixadores dos países europeus, o embaixador norte-americano - prezam mais o Islamismo do que o Cristianismo, porque a maioria deles virou as costas ao Cristianismo", disse o bispo Kukah.

    
"O mundo árabe está a despejar dinheiro na Nigéria e os pastores pentecostais na América estão a fazer o mesmo, e a Igreja Católica agora está a tornar-se a mais fraca em termos de acesso aos recursos", disse ele.

    
"Para mim, como bispo da Igreja Católica, posso ver muito claramente que a nossa influência no espaço público está a reduzir-se gradualmente, e é em grande parte por falta de capacidade de mobilizar recursos", afirmou.

    
Tornou-se impossível, disse ele, os bispos apelarem às nações historicamente católicas para ajuda financeira a projectos da Igreja.

    
"Não podemos ir ao embaixador irlandês ou ao embaixador espanhol e dizer: Isto é (necessário) para a Igreja Católica", disse o bispo Kukah. "As pessoas não estão interessadas".

    
"No Ramadão, os embaixadores dos países islâmicos estão muito interessados ​​em participar nas celebrações muçulmanas. Os irlandeses ou qualquer um desses embaixadores não são susceptíveis de fazer o mesmo na missa da meia-noite (Natal) ou nas celebrações da Páscoa".

    
Ele disse que, na sua experiência, a maioria dos embaixadores católicos prefere ser visto publicamente numa celebração muçulmana do que assistir a uma cerimónia cristã.

    
"Antes das nossas eleições, John Kerry veio à Nigéria", disse ele. "John Kerry, quando era secretário de Estado, deixou os Estados Unidos e veio directo para ver o sultão de Sokoto. Foi uma visita que ninguém poderia explicar".

    
"John Kerry afirma ser católico. Este é o exemplo perfeito. Ele aterrou em Abuja. A embaixada americana está em Abuja. Há um cardeal em Abuja, e um cardeal muito visível, por acaso, mas não atravessou a mente de John Kerry visitar o cardeal, mesmo por cortesia. Ele apanhou outro avião para Sokoto e foi ao palácio do sultão, o chefe dos muçulmanos", disse ele.

    
"A reacção da comunidade cristã nigeriana foi muito interessante. Eles achavam que Kerry estava  a promover a agenda islâmica", disse o bispo Kukah. "Estávamos em véspera de  eleições, e eles acharam que ele veio cá para promover o candidato muçulmano".

    
"Num país como a Nigéria, a influência é comprada e vendida, e nós não temos lugar a mesa", continuou o bispo, acrescentando: "Não treinámos os nossos fiéis para papéis na vida pública ... ainda somos muito tímidos no espaço público, e não estamos cientes de quanto as coisas mudaram."...

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O Papa Francisco foi nomeado "Defensor do Islão".

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