sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A Paixão da Esquerda pelo Terrorismo Islâmico



Qualquer destas raparigas de extrema-esquerda (vindas da burguesia, privilegiadas, senhoras de todas as liberdades e de vidas confortáveis - e bem giras, ainda por cima!), seriam sumariamente executadas num país islâmico. Não andam tapadas, não andam acompanhadas por um parente masculino, são ateístas, apoiam a homossexualidade, consomem álcool, sexo, drogas e rock'n'roll - etc., etc., etc.. A da setinha encarnada regozijou-se publicamente com o sacrifício ritual islâmico do padre Hamel.


- A Esquerda não democrática tem espaço para todos os descontentes, colonizando causas justas (ambientalistas, anti-racistas, anti-homofóbicos, etc.), e acolhendo com o mesmo entusiasmo criminosos puros, colonos islamistas e terroristas (a todos apelida de vítimas da Sociedade). 

Os grupos terroristas islâmicos que hoje massacram na Europa trouxeram às elites intelectuais esquerdistas prazeres de que há muito estavam privadas, com a aniquilação de bandos como as Brigadas Vermelhas, as FP-25, a ETA, e outras puras expressões do Mal. 

Os (extrema) esquerdistas são pessoas que não conseguiram abandonar a rebeldia juvenil, ou que vivem acossadas por algum desconforto que se traduz em raiva a tudo e a todos (como aquele famoso líder da Revolução Francesa, que redigia na banheira as suas listas de pessoas a assassinar, enquanto se coçava furiosamente, devido à sua doença de pele).

A Esquerda não democrática odeia a Civilização Ocidental e Judaico-Cristã, e para implantar a sua Utopia (que redundou SEMPRE em sofrimento, genocídios e atrocidades sem nome), está disposta a aliar-se ao próprio Diabo. 

Não perca este artigo. Vale muitíssimo a pena! 



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Porque é que a Esquerda não consegue entender o Islamismo 

Conhecer a verdade sobre o islamismo destruiria a Esquerda.

O maior erro intelectual da Esquerda é a sua convicção de que o mundo pode ser dividido numa luta binária pelo poder, na qual ambos os lados concordam a respeito da sua natureza, mas discordam a respeito dos seus resultados.
Para os esquerdistas de uma determinada geração, era um problema de classes. Marx lançou o Manifesto Comunista esquematizando uma luta fundamental de classes por toda a História humana. Para os Marxistas, todas as coisas do mundo poderiam ser reduzidas e explicadas pela luta de classes, com os opressores ricos de um lado e os oprimidos do outro.
Não importava que esse modelo não se encaixasse na realidade de que os líderes comunistas vinham de ambientes ricos, e os seus opositores eram pobres camponeses. Para a Esquerda, todas as coisas são definidas pelo modelo. A realidade é uma inconveniência que é suprimida através dos gulags* ou dos esquadrões de fuzilamento.
Actualmente, a variável é a política de identidade. Tudo deve ser interseccional. Há aqueles que estão do lado certo da História: a favor do aborto, do casamento gay e da imigração ilegal. Todos os que não não estiverem desse lado, são racistas, mesmo que sejam negros ou latinos; são machistas, mesmo que sejam do sexo feminino; ou são homofóbicos, mesmo que sejam gays. Novamente, a realidade não interessa. A luta binária é o modelo para tudo.
A Esquerda acredita que está em curso uma luta binária pelo futuro da Humanidade, em que existem apenas dois lados. Ela não entende como a Direita de facto pensa, e ela não tem espaço para entender sistemas de crenças igualmente convincentes que funcionam fora deste modelo.
É aí que entra o Islamismo. Ou não entra.
A Esquerda jamais foi capaz de entender a religião. Ela é tão secular e ateísta quanto é consumida por um convincente sistema de crenças próprio, que não deixa nenhum espaço para a convicção religiosa.
A Esquerda não consegue entender nada em termos do que uma determinada coisa seja. Ela só consegue entender as coisas em termos de si mesma. A Esquerda não consegue entender a Religião nos termos da Religião, mas somente nos termos de como a religião se encaixa na Esquerda.
Incapaz de entender a religião, a Esquerda atribui à Religião um lugar baseado no seu alinhamento na luta. Será a Religião uma força reaccionária que sustenta a ordem existente ou uma força progressista que se opõe a ela? A Religião está a trabalhar com as classes dominantes ou com os oprimidos? A Religião está ao lado da Esquerda ou ao lado da Direita?
O Islamismo é racista, machista, xenofóbo e homofóbico.
A Irmandade Muçulmana, que se tornou a aliada islâmica mais próxima da Esquerda, foi politicamente influenciada pela Alemanha Nazi. Os seus líderes ficaram indignados com o fim do feudalismo do Califado e mantêm extensas redes de negócios em todo o mundo. Eles incitam revoltas contra as minorias e buscam estabelecer uma teocracia.
Se existe uma organização muçulmana que deveria ser um modelo de grupo reaccionário, fascista e fundamentalista, essa organização é a Irmandade Muçulmana. Mas, em vez disso, a Esquerda mantém fortes laços de amizade e é aliada desse grupo violento e odioso. Porquê?
Porque no Ocidente a Irmandade Muçulmana está alinhada com as suas causas progressistas. Portanto, ela não pode ser reaccionária. Se a Irmandade Muçulmana fosse alinhada com os conservadores, então ela seria o inimigo.
Assim, os progressistas não se importam com o que diz o Corão. Ele não significa nada para eles, assim como a Bíblia não significa nada para eles. A religião está do lado da justiça social ou não está. Como os muçulmanos são parte de sua gloriosa coligação interseccional multiforme, então o Islamismo deve ser uma religião boa.
É assim estupidamente simples. E não há quantidade de citações do Corão capaz de fazer com que isso mude.
Há nisso um forte elemento de cinismo. O inimigo do meu inimigo é meu amigo. Mas há também uma inabilidade mais profunda da esquerda em entender o Islamismo e qualquer outra ideologia que esteja fora da sua visão de mundo.
A Esquerda reagiu ao surgimento do ISIS com uma incoerência frenética. Os esquerdistas literalmente não conseguiam entender o que fez com que o Estado Islâmico progredisse, porque ele não se encaixava em nenhum dos modelos políticos esquerdistas.
O ISIS não podia existir. No entanto, não havia como negar a sua existência. E assim, os intelectuais e os políticos esquerdistas gaguejaram que os membros do ISIS eram niilistas, que não acreditavam em nada, embora ninguém se faça por não acreditar em nada.
[Segundo a esquerda,] os terroristas muçulmanos não matam as pessoas por causa de Alá, do Corão ou do Califado. Isso não se encaixa no modelo. Eles matam porque, como todos os povos do Terceiro Mundo vitimizados pelo colonialismo, são oprimidos. Um terrorista muçulmano não mata judeus ou americanos porque o Corão ordena que os fiéis subjuguem todos os não muçulmanos. Um migrante muçulmano não ataca sexualmente mulheres alemãs porque o Corão permite que o faça.
Estas são todas reacções à opressão ocidental. Os opressores muçulmanos são, na verdade, os oprimidos.
Francisco Louçã (aqui em êxtase, numa manifestação anti-semita e de apoio ao Hamas) Arnaldo Matos, Marisa Matias, basicamente toda a Esquerda apoia fervorosamente o terrorismo islâmico. Os jornalistas e as Universidades arrastam neste movimento largas camadas da população.


Mas o Estado Islâmico matou outros muçulmanos para estabelecer um Califado governado pela lei islâmica. Os muçulmanos oprimidos estavam subitamente agindo como os perversos opressores ocidentais. E, se os muçulmanos podem ser opressores, então todo o modelo binário que a Esquerda usa para explicar o mundo, começa a desabar.
Quando a Esquerda se levanta contra as inconsistências de seu modelo binário, ela não revê o modelo. Pelo contrário, ela tenta entender o motivo pelo qual as pessoas estão a agir tão irracionalmente que não se enquadram no modelo. Porque é que os brancos pobres das áreas rurais não votam na esquerda? Deve ser porque ouviram programas de rádio conservadores e por racismo. Como pode haver minorias conservadoras? Falsa consciência. Também, pudera, Thomas Sowell e Stacey Dash não são “de facto” minorias.
O Islamismo e os muçulmanos estão fundamentalmente fora do modelo da Esquerda. Eles são parte da sua própria luta binária entre o Islamismo e tudo o mais que existe. Eles têm seu próprio “lado certo da História”.
O Islamismo e a Esquerda, reivindicam ambos ter sistemas “perfeitos” que podem criar uma utopia... depois de matanças generalizadas. Eles estão alinhados um com o outro, todavia são incapazes de se entender um ao outro porque as suas visões do Mundo não deixam espaço para nada além dos seus modelos perfeitos. Os esquerdistas desprezam os fundamentalistas religiosos e os islâmicos desprezam os ateus, e, mesmo assim, eles estão a trabalhar juntos, enquanto um ignora aquilo em que o outro crê.
A Esquerda não consegue processar a ideia de que a Religião transcende a Política. Na melhor das hipóteses, os esquerdistas vêem a Religião como um subconjunto da Política. E como o Islamismo toma a forma do seu eixo político, então ele deve ser progressista. Mas, para os muçulmanos, a Política é um subconjunto da Religião. A Política não pode transcender a Religião porque ela é uma expressão da Religião.
Os esquerdistas não entendem a Religião, e, por isso, não conseguem entender os muçulmanos. Eles vêem o Islamismo como outra religião a ser trazida para dentro da sua esfera de influência, para promover a justiça social aos seus seguidores. Eles não conseguem entender que os clérigos muçulmanos não se tornarão pregadores da justiça social, ou que os muçulmanos matam porque acreditam genuinamente em Alá e num paraíso para os mártires. Essas ideias são estranhas aos esquerdistas.
A aliança entre o Islamismo e a Esquerda coloca juntas duas visões do Mundo bastante limitadas. A Esquerda não consegue reconhecer que o Islamismo quer algo diferente do casamento gay, do direito ao aborto, do salário mínimo de 15 dólares por hora, dos empregos verdes, e de todo o restante da infindável agenda de justiça social, pois isso colocaria o Islamismo do mesmo lado dos Republicanos e do restante da Direita. E na realidade as coisas não são de todo assim.
A Esquerda não precisa de desistir das suas crenças para entender o Islamismo. Mas ela teria que abandonar o seu pensamento binário e reconhecer que houve e há outras lutas no Mundo, diferentes daquelas que os esquerdistas definem. E isto a Esquerda não está disposta a fazer, porque a ideia da luta binária é o que torna a sua visão do Mundo tão abrangente. Se a sua visão do Mundo não consegue abranger o Mundo, então ela não pode exigir o poder absoluto.
A Esquerda não consegue aceitar que a sua grande luta é realmente um desastroso show secundário no meio de um conflito civilizacional maior, ou que a sua agenda não é universal, mas é produto de uma tendência intelectual particular que tem pouca aplicação fora da sua própria bolha. Assim, a Esquerda continuará a rejeitar a verdade sobre o Islamismo, porque saber a verdade sobre ele não somente destruiria a sua aliança com o Islamismo, mas também destruiria a própria Esquerda.

Daniel GreenfieldFrontPageMaghttp://sultanknish.blogspot.com - Beth-Shalom.com.br - etc..

Daniel Greenfield, jornalista do David Horowitz Freedom Center, é um escritor de Nova Iorque especialista no Islamismo radical.
* Prisões ou campos de trabalhos forçados para dissidentes políticos.




RE- REPETIMOS:




2 comentários:

  1. Gostaria de demonstrar meu apoio ao trabalho que vocês estão fazendo. Se possível ajudar a divulgar meu blog que é parecido com o que vocês têm feito.

    http://afavordeisrael.blogspot.com.br/

    Obrigado

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    1. Vamos inserir na nossa lista de blogues amigos.

      Grande abraço,

      OdF

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