terça-feira, 7 de julho de 2020

Soros apanhado a trabalhar com o Irão contra EUA e Israel



Mais um post para a nossa secção dedicada ao nazi e exterminador de judeus George Soros, o maior inimigo particular de Israel na actualidade:

George Soros apanhado a trabalhar em estreita colaboração com o Irão contra EUA e Israel
E agora vou-te dizer a verdade: a Pérsia terá mais três reis, e o quarto será mais rico que todos; pelo poder que obtém através da sua riqueza, ele incitará todos contra o reino da Grécia.
Daniel 11: 2

Traduzido de BREAKING ISRAEL NEWS
George Soros, fundador e presidente da Open Society Foundation discursa durante o Fórum Económico em Bruxelas, Bélgica, em 1 de Junho de 2017

Embora seja de conhecimento público que o bilionário judeu George Soros financia muitos projectos de esquerda, e até grandes organizações anti-Israel, a sua estreita relação de trabalho com o Irão é talvez menos conhecida.

Soros nasceu em Budapeste, Hungria, em 1930, de uma família judia próspera e não observante e passou pelo Holocausto ainda jovem. A sua família sobreviveu à guerra comprando documentos para dizer que eram cristãos. Em 1947, Soros imigrou para a Inglaterra. Até à eleição presidencial de 2004, Soros não era um grande doador para as campanhas políticas dos EUA. Nessa campanha ele doou mais de 23 milhões de dólares, num esforço para derrotar George W. Bush. Soros mais tarde tornou-se um defensor da campanha de Barack Obama e Hillary Clinton. Ele também contribui com quantias significativas para causas de esquerda.
Em 2018, ele tinha um património líquido de 8 biliões, tendo doado mais de 32 biliões para a Open Society Foundations (OSF). O objectivo declarado da OSF é "trabalhar para construir democracias vibrantes e tolerantes, cujos governos sejam responsáveis e abertos à participação de todas as pessoas". Em 2020, o orçamento total da OSF era de 1,2 biliões.
Combater Israel é o foco principal dos esforços de Soros, alocando 34,3 milhões para programas no Médio Oriente.
Segundo o NGO Monitor, a OSF concedeu doações a várias ONGs altamente tendenciosas e politizadas, activas no conflito árabe-israelita, incluindo ONGs "palestinas" com vínculos com organizações terroristas.
Isso inclui destinatários que negam a legitimidade de Israel e a soberania judaica e estão envolvidos em campanhas de demonização. Outros doadores da OSF são organizações que promovem campanhas de sanções de desinvestimento e boicotes (BDS) contra Israel.


Um documento da OSF que chegou ao conhecimento público mostra que a estratégia da OSF em relação a Israel é "focada em aumentar o custo da ocupação e acabar com esta, por um lado, e em advocacia e protecção dos direitos humanos, por outro".

Soros criticou fortemente as políticas israelitas e americanas em relação aos "palestinos", especificamente a recusa em aceitar a participação do Hamas num governo "palestino".
Nota do tradutor: o Hamas é um grupo terrorista islâmico assumidamente nazi - como o Soros.
Soros também acusou a AIPAC, organização americana pró-Israel de "pôr em perigo" a existência de Israel, e fez comparações entre Israel e a Alemanha nazi.

Além de trabalhar com membros do Partido Democrata e ONGs anti-Israel, a OSF também trabalha com o regime iraniano há algum tempo. Em 2018, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif, disse ao parlamento que a cooperação com a OSF era anterior à sua posse.


 Mohammad Javad Zarif

"O regime do Irão tem trabalhado em estreita colaboração com a Open Society Foundation (OSF), fundada pelo bilionário americano George Soros, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif, em sessão de perguntas e respostas no parlamento do Irão, relatado pela BBC Persian.

"A colaboração do regime do Irão com a OSF antecedeu o meu mandato, o que significa que já dura há pelo menos cinco anos", afirmou Zarif. Zarif fez as observações em resposta a perguntas levantadas no parlamento iraniano. “A actividade começou antes de eu entrar para o meu cargo actual, eu gabava-me disso e consegui manter a actividade limitada e organizada”, continuou Zarif.

Zarif afirmou que a OSF estava legalmente operacional no Irão, com colaborações significativas com os conselhos municipais e outras organizações.

Em relatório de 2008 publicado pela Agência Oficial de Notícias da República Islâmica (IRNA), foi relatado que o presidente Mohammad Khatami e Zarif se encontraram com George Soros duas vezes em 2006 com o objectivo de "substituir o regime religioso [do Irão] pelo secularismo".

Os esforços de Soros para secularizar o Irão renderam-lhe a ira do Supremo Governador do Irão, o aiatolá Khamenei, que, em uma entrevista em 2017, lhe chamou "aquele rico sionista americano".

"Se alguém quiser levantar-se contra a segurança da nação, encontrará uma reacção firme", disse Khameini na entrevista.

Ironicamente, o termo "sionista" é claramente considerado um insulto grave tanto pelo aiatolá quanto pelo bilionário judeu.

No ano passado, uma doação de 500.000 dólares feita por por Soros e uma concessão do Instituto Charles Koch lançaram o Quincy Institute for Responsible Statecraft. Trita Parsi e os outros quatro co-fundadores do grupo, Andrew Bacevich, Stephen Wertheim, Eli Clifton e Suzanne DiMaggio, são todos defensores de acordos pró-Irão, além de críticos duros da política externa dos EUA e de Israel.
 
Parsi é o ex-presidente do Conselho Nacional Iraniano-Americano, acusado de fazer lobby em nome da República Islâmica do Irão. Ele também actuou como intermediário entre os governos do Irão e dos EUA durante as negociações do acordo nuclear lideradas por Obama. Um dos objectivos do thinktank é a restauração da política de Obama em relação ao Irão.
Nota do tradutor: a política do islamista Obama em relação ao Irão é dar-lhe a bomba atómica para que o Irão pulverize Israel.


https://www.breakingisraelnews.com/154384/goerge-soros-working-closely-iran-against-us-israel/

 Este post faz parte da nossa modesta, conquanto elucidativa secção

onde pode encontrar temas tão interessantes como:

Coronavírus: Grupos apoiados por Soros querem presos na rua e o Fim da Família

Motins EUA: Partido Democrata e Soros pagam para libertar bandidos

Soros volta a lançar o caos em Israel

CRIMINOSO: Governo Obama pressionou Ucrânia a não investigar George Soros

Wikileaks: Soros, Obama e Clinton derrubaram Bento XVI

George Soros - Bilionário e Esquerdopata

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Nazi George Soros prometeu "demolir" o presidente Trump

Polvo Soros controla 1/3 do Parlamento Europeu

Todos os deputados do Polvo Soros no Parlamento Europeu

Ana Gomes e todos os deputados portugueses de George Soros

segunda-feira, 6 de julho de 2020

O "Islamunismo" e a guerra às estátuas





Mais um fim-de-semana, mais mortos e feridos, mais estátuas destruídas. A Esquerda está desesperada ante a possibilidade da reeleição de Trump.
Um dos "contemplados" com as acções terroristas dos Antifa e dos Black Lives Matter de ontem foi a estátua de Colombo em Baltimore:



Estas acções da extrema-esquerda têm a mesma raiz que as acções islâmicas de destruição de monumentos, artefactos, cultura e tradição:



O Comunismo/Socialismo (defendido pelos Antifa, Black Lives Matter, Partido Democrata e pela generalidade da Esquerda hoje em dia), tratou sempre de erradicar todos os vestígios das Civilizações que trataram de substituir.
Quem queira estudar um bocadinho de História descobrirá como por exemplo durante a Revolução Cultura da China foram destruídos templos, palácios, artefactos e a cultura tradicional do país. Dava pena de morte possuir artefactos antigos.
Para o Islão também só há dois períodos históricos: a época das trevas ( o tempo considerado bárbaro, o antes do Islão) e o tempo histórico que o Islão inaugura, considerado perfeito e completo. Em todos os países onde o Islão se instalou, destruiu quase tudo o que antes existia (população nativa incluída).
Quem se dispuser a estudar a História descobrirá que foi assim em todos os 57 países islâmicos hoje existentes. Os Árabes são da Arábia. Todo o Médio Oriente, Norte de África, sul e leste da Europa, Pérsia, Índia, Indonésia, foram devastados pela conquista islâmica. E a primeira preocupação foi sempre apagar a História.
No Egipto, por exemplo, sobrevive milagrosamente o que resta da população nativa, os cristãos coptas, 10% da actual população, sujeitos às mais atrozes perseguições e massacres, como temos mostrado muitas vezes. Dos vestígios da Civilização do Antigo Egipto salvaram-se os que estavam soterrados e os que são grandes demais para serem completamente destruídos - mas há os que propõem a demolição das pirâmides, já muito delapidadas pelos muçulmanos ao longo dos séculos:




Ironicamente, é cada vez mais difícil encontrar nesta Internet extrema-esquerdista e islamista, vídeos que mostrem os muçulmanos a destruírem os templos das outras religiões e os vestígios históricos das outras civilizações. 
Aqui mesmo na Europa, a queima de igrejas em França é uma epidemia - e não apenas a Notre Dame (aliás intensamente celebrado pelos muçulmanos e pelos esquerdistas), mas a Internet islamizada e esquerdalhada apaga os vídeos todos que pode.
Islamistas e extrema-esquerda têm um inimigo comum: a Civilização.
E a Civilização é tradição judeo-cristã e greco-romana.

"Allahu Akbar!" - sucedem-se os ataques islamistas nos motins nos EUA

Antifa e Black Lives Matter incendeiam igrejas e sinagogas (MAS NEM UMA MESQUITA)

Motins EUA: Aliança Islão/Extrema-Esquerda

Veja também como se processa a conquista islâmica, de que a destruição dos templos e cultura alheios é apenas um sintoma:

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

(Numa Atlanta esquerdista submergida pelo propalado Verão do Amor da Esquerda, os tiroteios generalizados ceifaram ontem a vida de uma menina de 8 anos - por acaso Negra. As vidas negras já não importam).

domingo, 5 de julho de 2020

Drone expõe mito dos 'pobres palestinos'


Filmagem de drone expõe mito dos 'pobres palestinos' mostrando mansões luxuosas

Ezra Tubi, do Boomerang, é mais uma expor o mito dos pobres 'palestinos', mostrando uma visão panorâmica de uma vila árabe repleta de mansões luxuosas.


https://www.breakingisraelnews.com/154097/drone-footage-exposes-myth-of-poor-palestinians-by-showing-luxurious-mansions/


Os colonos invasores árabes de Israel desfrutam, no país que ocuparam, do melhor nível de vida de todos os árabes no mundo.
Mas a propaganda Pallywood leva milhões de pessoas a crerem que eles vivem em campos de concentração em Israel.
Sobre Israel, a maior parte das pessoas só conhece os mitos, e ignora os factos.
De notar que as áreas de Israel controladas pelos árabes são judenrein, ou seja, "limpas de judeus", à boa maneira nazi (os grupos Hamas, Jihad Islâmica, Fatah, etc., são assumidamente nazis). Só com drones é possível ver o que se passa nessas regiões de Israel.
 Leia, por exemplo:

Drama em Gaza: Piscinas das mansões mal cloradas!!!

Adivinhe o que está a bombar em Gaza...

Sofrimento "palestino": Restaurante 5 estrelas em al-Bireh

VIDA EM GAZA: O Vídeo que os Odiadores de Israel Tentaram Esconder

Tweeter saudita descobre que foi enganada pela falsa narrativa da "Palestina"



 Visite o site:

http://www.pallywood.com/

  Visite a nossa secção PALLYWOOD

sábado, 4 de julho de 2020

4 de Julho: Salvar o Ocidente




4 de Julho, Dia da Independência dos Estados Unidos, um país fundado sob valores judaico-cristãos e por eminentes filossemitas. Os Estados Unidos são um Israel da era moderna, um bastião da Liberdade e da Consciência. Daí serem tão odiados pelas Forças do Mal
Não é por acaso que comunistas, muçulmanos, globalistas, nazis, hippies, satânicos, new-agers, adeptos do caos e do Mal em geral, odeiam os Estados Unidos - quase tanto quanto odeiam Israel.
Odeiam os Estados Unidos, mas desunham-se todos por ir para lá. Esta simples constatação basta para que qualquer pessoa dotada de senso-comum compreenda a tremenda hipocrisia dessa gente - NENHUM deles quer viver nos paraísos comunistas e islâmicos que tanto ama!

 Duas aulas magistrais de Rodrigo Constantino:





DESCUBRA AS DIFERENÇAS:

 

DESCUBRA AS DIFERENÇAS:



DESCUBRA AS DIFERENÇAS:



"A maioria silenciosa é mais forte que a esquerda radical.
O mundo vai constatar isso a 3 de Novembro."

Donald Trump

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Deputado alemão condena invasão islâmica e é levado pela Polícia



Político alemão expulso e levado à força do Parlamento depois de acusar os esquerdistas de terem sangue nas mãos por inundarem o país com violentos invasores muçulmanos
O membro independente do Parlamento, Dr. Heinrich Fiechtner, foi retirado à força do Parlamento estadual de Stuttgart na Alemanha pela Polícia na quarta-feira, depois de ter atacado os partidos de esquerda que governam a Alemanha.
Fiechtner acusou-os de "terem sangue nas mãos" por inundarem o país com bandidos muçulmanos.



RAIR - Centenas de jovens muçulmanos gritando 'Allahu Akbar' entraram em choque com a Polícia em Stuttgart durante os piores distúrbios na História da Alemanha, que ocorreram no fim de semana passado.
As políticas de migração de fronteiras abertas da chanceler alemã Angela Merkel continuam a ter efeitos catastróficos na Alemanha.
Várias centenas de invasores muçulmanos e radicais de esquerda congregaram-se no centro da cidade e atacaram lojas, destruíram carros, partiram vitrinas e saquearam negócios durante várias horas. Atacaram a sede da Polícia com garrafas e partiram carros da polícia.



O poderoso discurso de Fiechtner foi amplamente condenado pelos políticos de esquerda e pelos media como "discurso de ódio". "Discurso de ódio" é a versão marxista das leis de blasfémia islâmica.
O presidente do Parlamento estadual, o muçulmano turco Muhterem Aras, do Partido Comunista dos Verdes, chegou ao ponto de expulsar o político durante o debate sobre os distúrbios de Stuttgart, chegando a chamar a Polícia para o remover. Ele também foi suspenso por cinco sessões do Parlamento.
O Dr. Fiechtner criticou as políticas comunistas dos líderes estabelecidos, que permitiram que a Alemanha fosse inundada com imigrantes perigosos que trouxeram a guerra civil ao país anfitrião.
Os horríveis tumultos do fim de semana passado em Stuttgart, que resultaram em enormes danos às empresas e deixaram 19 polícias feridos, é um exemplo da violência.
Cerca de 20 pessoas “principalmente jovens (MUÇULMANOS) com antecedentes de migração” foram presas. Doze presos eram estrangeiros da Bósnia, Irão, Iraque e Afeganistão. Três dos outros doze eram cidadãos alemães de origem muçulmana



O vice-chefe de polícia de Stuttgart, Thomas Berger, afirmou que nos seus 30 anos como polícia, nunca tinha visto uma violência como esta e que "nunca houve cenas como estas em Stuttgart". 
No entanto, as cenas de violência e ataques na Alemanha aumentaram drasticamente desde que a chanceler Merkel decidiu deixar as fronteiras da Alemanha abertas no início da invasão ilegal de migrantes muçulmanos em 2014/2015. 
Os invasores muçulmanos dizem que a Alemanha é que causa os distúrbios, "o problema é que algumas pessoas se sentem em desvantagem e isso leva-as a cometer actos criminosos".
Os muçulmanos dizem que se a Alemanha lhes desse mais recursos gratuitos dos contribuintes, eles não agiriam violentamente:




Nota do Tradutor - exactamente o mesmo discurso dos colonos muçulmanos em Israel: a culpa é das vítimas, que não cedem a todas as demandas islâmicas (que os deixem invadir, que os sustentem e finalmente que lhes cedam a soberania do país).

Fiechtner teve o seu direito de falar removido pelo presidente do Parlamento estadual depois de ter condenado o seu partido político (Verdes) e os outros líderes de esquerda, pela sua recusa em admitir ou lidar com a natureza migrante dos manifestantes em Stuttgart. Ele ainda os acusou de quererem invadir a Alemanha com estrangeiros e comunistas:  
Todos vocês, os verdes, os vermelhos [SPD], os pretos [CDU de Merkel] e os magenta [esquerdistas] sabem disso. Você têm esqueletos no vosso armário. Vocês querem a ver nossa população alemã invadida por estrangeiros. Foram vocês quem na Turíngia elegeu um comunista para o cargo. Vocês têm sangue nas mãos!



 Via:

 

BARE NAKED ISLAM

Hiperligações no original.



COMENTÁRIO


(Olha... esta andava desaparecida...)

Apenas mais um episódio da ditadura islâmica/extrema-esquerdista na Europa. Deputados são arrastados pela Polícia para fora do Parlamento por dizerem a VERDADE. Cidadãos com menos visibilidade perdem o emprego ou vão parar à cadeia (onde, regra geral, são assassinados pelos muçulmanos, como documentamos há anos).
Vivemos um clima semelhante ao da Alemanha pré-Nazismo, nesta Europa totalmente dominada pela Alemanha. Com a aproximação da reeleição de Trump, a Aliança das Trevas está a fazer tudo quanto pode para calar quem diz a VERDADE. Cá em Portugal, o governo de extrema-esquerda prepara-se para calar vozes como a nossa, que há quase 10 anos prega no deserto.
Pressentindo que alguma coisa está mal, as massas menos dadas ao raciocínio voltam-se para os bodes expiatórios do costume. Confira:
1. Angela Merkel, como cripto-nazi que é, beneficia da invasão islâmica, reeditando a velha aliança Alemanha/Islão:

  MERKEL E A ASCENÇÃO DO 3º REICH


2. A União Europeia, fundada por nazis, visa essencialmente vingar a derrota do plano supremacista global da Alemanha, responsável por duas Grandes Guerras Mundiais:


Walter Hallstein, o NAZI fundador da União Europeia


3. O EURISLAM é o programa OFICIAL de islamização da União Europeia:



"Eurislam" - Projecto OFICIAL de Islamização da Europa


4. A ONU, nas mãos dos muçulmanos e dos comunistas, apoia oficialmente o programa de islamização da Europa:

“Fronteiras abertas são a fonte da força da Europa”, diz o Secretário-Geral da ONU


5. No Mediterrâneo, noite e dia, os barcos das ONG's da extrema-esquerda, na sua maior parte alemãs, recolhem e desembarcam os invasores muçulmanos:


APANHADOS! Barcos de contrabandistas rebocam "migrantes"


6. A União Europeia e a ONU, islamófilas e antissemitas, aliadas a extrema-esquerda, igualmente islamófila e antissemita, promovem a invasão e a islamização da Europa.
Até o Papa aprova a islamização e louva o ISIS.
Mas o que é que as pessoas desprovidas de capacidade de raciocínio acham? Claro! Que a culpa é dos judeus!
A realidade de nada vale quando há uma qualquer conspiração antissemita à mão.
Seja a do europeísta Conde Kalergi, que é "acusado" de ter sido casado com uma senhora judia e portanto ter engendrado a islamização há mais de 100 anos (!!!);  seja a do nazi George Soros, que por ser filho de pai judeu (e apesar de ter assassinado judeus em massa e de ser o mais perigoso antissemita vivo) é usado para acusar colectivamente os judeus da islamização da Europa e do Mundo Livre.
Além disso, há o hábito adquirido. Na Idade Média, os judeus eram acusados de causar a Peste Negra através do envenenamento de poços, do queijo e do azeite. Hoje, são acusados de causarem o 11 de Setembro, a jihad islâmica, o COVID-19 e a importação em massa de muçulmanos para a Europa e o Mundo Livre e geral (os quais se dedicam prioritariamente a perseguir e matar judeus, como manda o Islão).
É antissemitismo. Não tem de fazer sentido.  Basta que satisfaça o apetite das massas por sangue judeu (um apetite velho de 2 mil anos).
No caso da invasão islâmica, enquanto as massas culpam os judeus, os autores do mal folgam! Matam dois coelhos de uma cajadada: importam muçulmanos e seiam um novo Holocausto.

Para quê PENSAR, ESTUDAR, quando culpar o judeu é tão simples, sabe tão bem, e justifica milénios de atrocidades antissemitas?


E para os que perguntam "o que fazem os judeus na Europa":
- os judeus vieram para cá como escravos, trazidos pelos Romanos, e só no século 19 conquistaram alguma liberdade (muito pouca).
- para os que perguntam o que fazem os judeus no Novo Mundo: os judeus foram para lá para fugir à Inquisição e às perseguições comunistas e nazis.
- e para os que perguntam porque é que os judeus não regressam à Terra deles: são precisamente vocês que querem obrigar os judeus a darem Israel aos colonos árabes.



Acusados simultaneamente se serem comunistas e capitalistas, de serem conservadores e libertários, de serem religiosos e de serem ateus, de serem ricos e de serem pobres, de irem para a terra deles e de não irem para a terra deles, os judeus são acusados de todas as coisas - e do seu oposto.

Brooklyn, ontem: Manifestações antissemitas de extrema-esquerda e ds Black Lives Matter; depois de um mês, chegaram à conclusão de que a culpa... é dos judeus:





quinta-feira, 2 de julho de 2020

VÍDEO: "Migrante" mata gato e assa-o na rua



Enriquecimento cultural em Itália: "refugiado" africano (a guerra da Síria agora é em África, não sabia?) assa um gato na rua.
(Entra ladainha do costume: "É a cultura deles, temos de respeitar, divulgar estas coisas é provocar o ódio", etc.).


Via:

https://www.europe-israel.org/2020/07/video-italie-un-migrant-africain-fait-rotir-un-chaton-en-pleine-rue/




Migrante mata o gato na estação e grita: "Não tenho dinheiro". Horror entre os passageiros. Ceccardi: "Isto não é integração"



Quem denunciou o caso foi Susanna Ceccardi, parlamentar europeia nomeada pela Liga, Irmãos da Itália e Forza Itália, para a presidência da região da Toscana, que compartilhou o vídeo arrepiante nas suas redes sociais.

"O choque de uma senhora, os seus gritos desesperados para tentar parar um imigrante que assa um pobre gatinho na frente de toda a gente. Mas como podemos chegar a tanta crueldade?", escreve Susanna Ceccardi a acompanhar o vídeo.
"Este é o novo 'estilo de vida' que devemos seguir? Este é o sistema 'acolhedor' da região da Toscana? Isto não é integração. PS: É uma cena quase irreal pela sua monstruosidade, é difícil de assistir, mas é importante que a verdade seja conhecida", conclui a deputada. (...)

https://www.ilgiornale.it/news/cronache/migrante-arrostisce-gatto-stazione-livorno-non-ho-i-soldi-1873990.html


COMENTÁRIO
Antes que a Esquerda comece a chorar, ai que o senhor só matou o gato porque tinha fome, coitadinho:
Estas pessoas são sustentadas, na quase totalidade, pelos nativos.

ITÁLIA gasta 15 milhões para empregar os "migrantes", mas só emprega 120


Ajudar países pobres? 100% de acordo! Mas fique sabendo que:
Ajudar estas pessoas na terra delas é 135 vezes mais barato que "ajudá-las" trazendo-as para cá.
O que significa que com o dinheiro que se gasta a ajudar uma pessoa cá, ajuda-se 135 pessoas lá.
E sim; nós sabemos que no mundo judaico-cristão também há quem maltrate os animais, mas cá é mal visto e punido por lei - lá, é a regra:

- Visite a nossa secção ANIMAIS

quarta-feira, 1 de julho de 2020

“Homossexuais devem ser queimados vivos e apedrejados até à morte”


Televisão muçulmana: "Homossexuais devem ser queimados vivos".


1. O ódio da Esquerda ao Mundo Livre é maior que o seu amor à própria vida
Segundo o Islão e a lei sharia (a lei islâmica que governa TODOS os 57 países islâmicos e 25% da Humanidade), a homossexualidade é punida com penas que vão desde a prisão e tortura até a execução sumária.
De notar que, segundo as estatísticas mais fiáveis, mais de metade dos muçulmanos do Mundo inteiro aprovam a lei sharia (e a consequente execução de homossexuais, mulheres supostamente adúlteras, não-muçulmanos, muçulmanos que deixam o Islão, etc.):


MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM VIVER SOB A LEI ISLÂMICA SHARIA

Por outro lado, no Mundo Livre, apanha-se 16 anos de prisão por queimar a bandeira gay.
Em face desta realidade, a Esquerda, que se assume como defensora de todos os fracos e oprimidos, quem é que apoia? O Mundo Livre ou o Islão?
O ISLÃO!
Porque o Islão e a Esquerda têm um ódio comum: o Mundo Livre, a Civilização Judaico-Cristã, a Liberdade.
O caso que hoje vos trazemos é um entre milhões. E nenhum chega para demover a Esquerda da sua paixão pelo Islão - que mata homossexuais.








2. Gays pela "Palestina"
A "Palestina", enquanto país, nunca existiu. "Palestina" foi o nome que os Romanos deram a Israel.
A União Soviética saiu-se com a patranha da "Palestina árabe" nos anos 70, para apoiar as aspirações imperialistas dos seus aliados Árabes, e a Esquerda global mantém-se fiel ao mito - aliás servido por propaganda antissemita de estilo nazi (vulgo Pallywood).


Esta gente não lê, não estuda, não pensa. Move-se por instintos básicos e emoção.


MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

 PALLYWOOD

Além de que a Esquerda é intrinsecamente antissemita (por várias razões; uma delas é que a sobrevivência dos judeus pulveriza o mito das "minorias coitadinhas que devem ser subsidiadas", das "minorias obrigatoriamente criminosas e desajustadas por culpa do capitalismo", etc., etc..).
Os meninos da Universidade, do Bloco de Esquerda e do Starbucks, consideram-se marginalizados e perseguidos no Mundo Livre (aqui é na Austrália) e acham-se irmãos espirituais dos colonos árabes e dos terroristas islâmicos que matam judeus em Israel:

O Imã Tawhidi, da Austrália, um muçulmano realmente comprometido com a Paz,  convida-os a irem a Gaza, um Estado independente governado elo grupo terrorista Hamas, escolhido pela população local. E informa-os de que se o fizerem serão imediatamente mortos, ao abrigo da lei islâmica:


Em resumo:

GAYS PELA "PALESTINA":


GAYS NA "PALESTINA"


2. "Os homossexuais devem ser queimados vivos":




BARE NAKED ISLAM


Ao vivo na Watan TV, uma emissora de televisão da Irmandade Muçulmana sediada na Turquia, uma apresentadora explicou que o Profeta Maomé ordenou a morte de todos os homossexuais.

Nota do Tradutor: com garotas tão simpáticas e giraças como a Hala Samir, não percebemos porque é que há tantos homens gay (e tão poucas mulheres lésbicas).


A Watan TV exortou os espectadores a assassinarem as pessoas da comunidade gay, relata o canal do Instituto de Pesquisa de Media do Médio Oriente (MEMRI) A apresentadora, uma certa Hala Samir, fez um monólogo de pouco mais de um minuto, durante o qual afirmou enfaticamente em nome do profeta Maomé, que “os homossexuais devem ser mortos, queimados vivos e apedrejados até à morte”.
"Os companheiros do profeta Maomé concordam por unanimidade"

Citando o fundador do Islão, Hala Samir garantiu que, se um muçulmano "encontrar um homem envolvido num acto homossexual, ele deve matar quem é activo e também quem é passivo".
"Não comece a perguntar: 'Você é activo ou passivo?. Mate os dois", disse ela, antes de acrescentar:" Os companheiros do Profeta Maomé concordam por unanimidade que os homossexuais devem ser mortos. Alguns dizem que devem ser queimados vivos. [...] Outros acreditam que devem ser atirados de um telhado e apedrejados até à morte.”
A apresentadora também diz que a mesma pena se aplica às lésbicas. "As pessoas perguntam-se se as mesmas regras se aplicam ao lesbianismo. A escola islâmica diz, por unanimidade, que o lesbianismo é proibido", disse ela.
"Algumas pessoas dizem: 'Eu não sou homossexual, sou gay'. "Eles só querem que pareça melhor. São homossexuais, sodomitas e lésbicas”, concluiu. (...)


Traduzido de:

 https://www.europe-israel.org/2020/06/les-homosexuels-devraient-etre-tues-brules-vifs-lapides-a-mort-selon-la-television-des-freres-musulmans-en-turquie-video/


Diversão para a população islâmica: no Islão mais puro e próximo dos ensinamentos d Maomé, é proibido dançar, ouvir música, ver filmes, ver futebol, etc.. Mas pode-se (e deve-se!) atirar gays do alto dos prédios, para gáudio da população:



Lembramos ainda, que, segundo a ciência islâmica, a homossexualidade é provocada por um verme anal que se alimenta de esperma:


Enquanto isso, Israel, o mauzão, trabalha numa cura para o SIDA/AIDS. Esperamos que os esquerdistas boicotem essa cura e boicote toda a Mediv«cina israelita e judaica.