quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

JE SUIS

JE SUIS SOUMIS

Sob a guarda do Exército, a homenagem às vítimas do terrorismo foi medrosa, e, em alguns casos, hipócrita (vide p. ex. Anne Hidalgo, a Presidente do Município de Paris, grande promotora da islamização).

A França homenageia - muito timidamente - as vítimas do massacre do Charlie Hebdo e do Hyper Cacher, a mercearia judaica que foi alvo dos mesmos terroristas islâmicos.
 
O periódico satírico foi alvo de um massacre porque representou Maomé, e o Islão proíbe representações de Maomé. Não só aos muçulmanos, mas a toda a gente. Chama-se a isto supremacismo.
 
O mesmo Islão que crucifica gatos, cães... e cristãos, para ridicularizar Jesus Cristo, acha-se no dever de assassinar quem desenha Maomé.
 
(Poupamos os nossos leitores a imagens nauseantes, mas, caso queiram confirmar, podem visitar, por exemplo, esta página do site The Muslim Issue.)
 
É esta a lógica islamista: desenhar Maomé é punível com a morte. Ser cristão ou judeu... também!
 

O mesmo Islão que promove concursos de caricaturas a ridicularizar o Holocausto, acha-se no direito de matar caricaturistas que caricaturaram Maomé. Nenhuma outra religião faz semelhante coisa.

Mas nem todos os mortos são iguais. Os cartunistas do Charlie são lembrados - a medo - nos media. O polícia Ahmed é glorificado pelos media e pelo poder institucional. Os judeus do Hyper Cacher nem sequer são mencionados na generalidade Imprensa.
 
É triste que tenhamos chegado ao ponto em que ser Ahmed vale muito mais do que ser Frédéric, e ser Yohav não vale nada.

Entrevistados nas ruas, os franceses admitem que a vida mudou drasticamente e que vivem no medo.

As autoridades e a Imprensa dão o mote da submissão total ao Islão. De há muito que a Imprensa não se atreve a noticiar os assassínios, as agressões, os estupros, ou mesmo a tradicional queima de carros de Passagem de Ano (como bem observa Helena Matose de que nós aqui falamos há anos).

Sim, porque além de o Natal ser obviamente uma ofensa ao Islão, a Passagem de Ano também é! E o S. Valentim. E tudo, e tudo, e tudo. Tudo é uma ofensa para pessoas que vivem de mal consigo mesmas e com o mundo, porque professam o ódio, proscrevem a alegria, o amor, a cultura, não sabem viver em paz, não sabem viver de todo.

Dizer a VERDADE sobre o Islão e sobre a jihad é "ofender" o Islão. Dizer a VERADE paga-se com a vida!

JE SUIS DÉCAPITÉE

E como é que os ocidentais de hoje reagem à invasão islamista? Já não é como D. Afonso Henriques, como Charles Martel, e outros racistas, xenófobos, etnocêntricos, brutos, intolerantes, que não eram capazes de ver os muçulmanos a fazerem pacatamente as suas espetadas de bebés cristãos e aceitarem esse precioso enriquecimento cultural!


1529, Cerco de Viena - Muçulmano passeia com bebé cristão espetado na lança e os pai à trela.

Após o massacre do Charlie Hebdo, toda a gente arvorou o famoso "JE SUIS CHARLIE!" no seu Facebook. Assim a modos que um laçarote da SIDA do século XXI. Mais uma moda. Fica bem e faz-nos parecer boas pessoas.

É assim que o Ocidente, embrutecido pelo politicamente correcto, reage ao genocídio, ao terrorismo e à guerra santa islâmica, hoje em dia: "Ai eles matam-nos que nem tordos? Então espera lá que a gente já lhes dá o troco! Tomem lá um slogan, que é para aprenderem!".
 

Este slogan foi um duro golpe no terrorismo islâmico! Ainda estamos para saber como é que eles conseguiram recuperar tão depressa e continuar alegremente a dizimar infiéis! Talvez em cor de rosa e com lacinhos tivesse sido mais eficaz...
 
 
Bem dizem os deputados da extrema-esquerda  (PCP, do Bloco de Esquerda e PAN - todos eles veteranos de guerra e especialistas em Defesa, Contra-Terrorismo e Geo-Estratégia), que "o terrorismo não se combate com armas". Obviamente que não! Combate-se com slogans! E com flores e velas, como dizia aquele senhor parisiense ao pobre do seu filho, ainda demasiado novo para ter o cérebro cheio da imbecilidade pacifista-modernaça:
 
 
 
O paradigma dos nossos tempos é este: eles ensinam os filhos a decapitar-nos. Nós ensinamos os nossos a serem decapitados.

Aqui é numa mesquita no Canadá, onde, como em qualquer mesquita que se preze, se ensina os meninos a decapitarem os infiéis:


 
Claro que depois da parte teórica vêm as aulas práticas, e os meninos já decapitam (que nem) gente grande!!!
 
JE SUIS HYPER CACHER
 
 
Todo o Mundo foi Charlie. Ninguém foi Hyper Cacher...
 
Quem anda na rua, quem conhece o mundo real, sabe que, para a opinião pública, os cartunistas do Charlie "estavam a pedi-las", ao desenharem Maomé.
 
Mas os judeus "estavam a pedi-las" muito mais, porque não vão todos para a "terra deles". Onde por sua vez "estão a pedi-las", porque não saem todos de lá para dar lugar exclusivo aos colonos muçulmanos. Os judeus estão sempre "a pedi-las".

A AFP foi falar com o que resta da pequena comunidade judaica de França, actualmente a viver sob guarda armada: "Já não me sinto segura aqui. Sendo judeus, somos um alvo preferencial, num país que em si é um alvo dos jihadistas", disse Noemie, 27 anos, sobrevivente do drama dos reféns na mercearia kosher.
 
 
Há um ano que os judeus em França vivem guardados pelas forças de segurança - ou já teriam sido todos chacinados pelos muçulmanos "radicais". É como em Israel.
 
Os poucos judeus franceses - pouco mais de 500 mil almas - estão a fugir para Israel. Os muçulmanos de todo o Mundo estão a invadir a França, onde já são alguns milhões e ultrapassam os 10% da população.
 
Os judeus franceses não são menos franceses. São apenas franceses que conservaram a noção das suas origens. São ordeiros, integrados e bons cidadãos.
 
Há grupos humanos que valorizam as suas origens étnicas, religiosas e culturais. Raramente são bem vistos pela maioria. É por isso que os massacres de judeus são vistos com indiferença.
 
Já os grupos que não se integram e que procuram destruir as sociedades que os acolhem, quando reinam pelo terror, raramente encontram oposição.
 
Claro que nem todos os muçulmanos são terroristas. Mas todos os terroristas são muçulmanos.
 
E entre os muçulmanos que não são terroristas, é muitíssimo raro vermos um que se oponha ao terrorismo. 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FACEBOOK - Política anti-Israel EXPOSTA!


Uma experiência israelita prova o que muitos suspeitavam há muito tempo. E a política anti-Israel do Facebook foi exposta!
 
 
O Shurat Hadin /Israel Law Center conduziu recentemente uma investigação sobre a política do Facebook sobre a incitação ao ódio racial.Este grupo de defesa legal de Israel decidiu fazer uma experiência e configurar duas páginas do Facebook: "Parem os israelitas" e "Parem os palestinos", ambas no mesmo dia, ambas de incitação ao ódio.Ambas as páginas publicaram simultaneamente mensagens igualmente vis, vomitando ódio, intolerância e violência contra o "inimigo".
 
Adivinhe qual das duas páginas de Facebook foi considerada como violando as normas comunitárias e qual não foi?
 
ASSISTA AO VÍDEO:
 
 
 
 
O Shurat Hadin disse em comunicado que planeia usar os resultados desta experiência como parte do processo que apresentou contra o Facebook num tribunal de Nova Iorque, em que a organização acusa o Facebook de permitir que os radicais islâmicos de recrutem abertamente, treinem terroristas e planeiem ataques terroristas nas suas páginas.

Nitsana Darshan-Leitner, chefe do Shurat Hadin, disse em comunicado:


"A gestão do Facebook é obrigada a agir imediatamente contra a incitação flagrante travada desde há anos contra os judeus e israelitas na rede social que detém e gere. A investigação aprofundada que foi realizada prova, para além de qualquer sombra de dúvida, que as reivindicações do Facebook, de que trata de forma igual qualquer indivíduo ou grupo de pessoas, são na melhor das hipóteses erróneas e falsas, no pior caso".
 
E acrescentou: "A investigação que foi realizada prova que de facto não existe preconceito em favor de um partido político e contra israelitas e judeus em particular. Judeus e israelitas ao redor do mundo devem estar muito preocupados com os resultados da investigação e compreender que a mais famosa rede social do mundo trabalha activamente em favor dos palestinos."
 
(Via United With Israel com arquivos de JNi.Media)
 
A United With Israel também existe na versão em Espanhol, mais acessível a quem não fala Inglês

 
Imagens de ódio aos judeus e apelos ao terrorismo e ao genocídio são comuns no Facebook. Mas uma simples imagem de Golda Meir foi retirada...
 
Em diferentes épocas da História, o anti-semitismo usou diferentes pretextos e ferramentas, na eterna tentativa de exterminar os judeus (ver post anterior). Na Idade Média dizia-se que os judeus comiam crianças, na Alemanha nazi eram acusados de serem demasiado ricos e comunistas, e agora são acusados de serem demasiado ricos, de serem comunistas e de comerem crianças.
 
A máquina de propaganda nazi conseguiu, com a Rádio, os Jornais, os panfletos e os comícios, queimar bem mais de 6 milhões de judeus nos fornos. Hoje, com a Internet e a mega-Imprensa global a ampliarem todas as estúpidas teorias da conspiração e mentiras infames, a desinformação dispõe de um poder brutalmente ampliado.
 
Negar o óbvio, ignorar as ameaças, deu o resultado que todos conhecemos pela designação de Holocausto. Pela nossa parte, não alinhamos no silêncio. E estamos firmemente convencidos de que é a pior das estratégias. Hitler vive. Hitler está multiplicado por milhões. É imperativo que o Bem triunfe.

 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

"A Marcha de Amaleque" - Diane Weber Bederman


Terroristas Estado Islâmico: os amalequitas de hoje? (Foto AP)
"O Senhor estará em guerra contra Amaleque de geração em geração" (Êxodo 17:16)
Algumas histórias que ouvimos quando crianças ficam connosco toda a vida. Elas falam de algo profundo dentro da nossa psique, da nossa alma. A história dos amalequitasé uma dessas histórias. É sobre aqueles que desejam matar os judeus. Sobre as pessoas que acreditam que os judeus devem ser exterminados como povo e como nação. O ódio é tão forte que eles encorajam até as mortes entre eles mesmos, nesse esforço.

Há quarenta anos, o rabino Eliyahu Kitov escreveu no Livro da Nossa Herança:
"O ódio levou-os ao ponto de estarem prontos a cometer suicídio, apenas como forma de expressarem ódio. Eles (os amalequitas) vieram para destruir e odiar."
É ensinado ao povo judeu que "O Senhor estará guerra contra Amaleque de geração em geração". Isto implica que Israel tenha que travar uma guerra santa de extermínio contra os amalequitas (Deut. 25: 12-19). Nós aprendemos do que são capazes os amalequitas durante o Êxodo dos judeus do Egipto. Eles são conhecidos por predarem sobre os fracos, os doentes, as mulheres e as crianças, os retardatários que saíram do Egipto após a sua escravização pelo Faraó. Eles são como as hienas, que procuram o ponto mais fraco do rebanho; como os abutres, que circundam as presas esperando até que fiquem fracas demais para se moverem. Eles são cobardes.

Reparem que eu escrevo no presente, porque os amalequitas e o seu líder, Amaleque, estão entre nós hoje.

Somos informados na literatura rabínica de que devemos reter uma recordação eterna dos amalequitas, porque Amaleque é o inimigo irreconciliável, e é proibido mostrar tolamente misericórdia para com quem é totalmente dedicado à destruição de Israel. E, tão importante quanto isso, cabe-nos lembrar que o ataque dos amalequitas sobre os israelitas encorajou outros a fazerem o mesmo.

Ao longo dos séculos, muitos inimigos importantes de Israel foram identificados como descendentes directos dos amalequitas. Haman, considerado como um descendente de Agag (I Sam. 15: 8), o Rei amalequita, é "lembrado" a cada ano no Purim.

Parece que os amalequitas permaneceram discretos, relativamente falando, até que surgiram sob a forma de Hitler. Ou talvez Amaleque tenha estado sempre presente, sob a superfície, mas nós simplesmente não prestámos atenção aos pequenos "males" cometidos aqui e ali: as acusações e perseguições, expulsões e conversões forçadas de judeus. Talvez, em auto-defesa, tenhamos permanecido deliberadamente cegos, rezando para que o vento soprasse o mal para longe, enquanto o resto do mundo escolheu a cegueira voluntária para com os nossos sofrimentos. O que permitiu que o mal dos amalequitas despontasse em Hitler.

Mas Amaleque não foi derrotado com a morte de Hitler. Sim, o mundo chorou quando ouviu a verdade sobre os fornos. Mas as suas lágrimas secaram, rapidamente, tornando possível aos amalequitas reaparecerem.

Eles reapareceram pela primeira vez que os islamitas pediram a destruição de Israel. Enquanto os muçulmanos atacaram os judeus em Israel durante décadas, o Ocidente desviou o olhar. Não era problema seu. Se alguma coisa o Ocidente fez, foi, depois de 1973, começar a culpar Israel pelos ataques contra os judeus. Culparam a vítima. E hoje, os ataques dos amalequitas sobre os israelitas têm incentivado outros a atacarem o resto dos judeus, no Ocidente, como os rabinos nos tinham avisado: "O ataque dos amalequitas sobre os israelitas incentivou outras pessoas."

Israel é o "Ocidente" no Médio Oriente

Parece que o Ocidente se recusa a reconhecer que Israel é o Ocidente no Médio Oriente. Quantas vezes já ouvimos "Morte a Israel ... Morte à América"? Para estes islamitas, estes amalequitas, Israel e Estados Unidos são uma e a mesma coisa. Como é a Europa.

Ser contra Israel, recusar as falsas alegações de que Israel é um ocupante http://www.cilr.org/home/the-levy-report -  está na moda. Os amalequitas, vestidos como "palestinos", encorajam outros a atacar Israel - o símbolo do Ocidente - e agora, infelizmente, todo o Mundo sofre com o mesmo ódio que os israelitas já experimentam desde 1948.

Não tem nada a ver com Israel e os "palestinos" e tem tudo a ver com choque de culturas. Mas o tolerante, inclusivo, hospitaleiro Ocidente, recusou-se a ver o que muitos de nós vimos há muito tempo: que os valores do Ocidente, que vêm do povo judeu, são anátema para os amalequitas de hoje.

Robert Fulford, http://news.nationalpost.com/full-comment/robert-fulford-isils-aims-and-appeals, na sequência dos recentes acontecimentos traumáticos na França e na Bélgica, escreveu sobre o choque cultural, no National Post: 

"O pensamento em espelho é um grave erro, é a tentação de achar que os adversários são muito parecidos connosco e têm perante a vida a mesma atitude que nós. Para evitar esse erro, devemos ter a noção  de que do outro lado há um sistema de crenças radicalmente diferente. Devemos considerar o crescendo de pessoas que pregam o caminho islamista radical. ... Enquanto o Ocidente acha a vida cada vez mais complicada, o Islão radical acha-a completamente simples, redutível a um conjunto de regras claras. Não-crentes, incluindo os muçulmanos xiitas, são infiéis, que não têm direito de viver. Um verdadeiro soldado islâmico que morre na batalha vai imediatamente para o paraíso, e então a morte pode ser preferível à vida. "

Quando no Ocidente fechamos os olhos aos ataques contra judeus, como fizemos durante o reinado dos nazis, e agora contra o Estado judeu de Israel, estamos apenas encorajar outras pessoas a atacarem o Ocidente. Muitos líderes no Ocidente ainda tentam justificar e desculpar o mal, o comportamento bárbaro destes amalequitas actuais.

Após o mais recente ataque terrorista em Paris, duas das pessoas mais influentes no Ocidente tiveram a ousadia de tentar diminuir a crueldade desses ataques pela tentativa de os racionalizar e diminuir.

John Kerry, o Secretário de Estado dos EUA, disse: "Há algo diferente em relação ao que aconteceu no Charlie Hebdo, e acho que toda a gente sente isso. Havia uma espécie de foco particularizado e talvez até mesmo uma legitimidade, não propriamente legitimidade, mas uma lógica que podíamos observar e dizer: 'Ok, eles estão realmente com raiva por causa disto', mas esta sexta-feira foi absolutamente indiscriminado." http://time.com/4117525/kerry-charlie-hebdo-massacre-had-clearer-rationale-than-paris-attacks/

Barack Obama, Presidente dos EUA, disse: "Os terríveis acontecimentos em Paris foram obviamente um terrível e nauseante revés."http://abcnews.go.com/International/paris-attacks-terrible-sickening-setback-isis-fight-obama/story?id=35228601



Francês chorando na sequência do Massacre de Paris (Foto AP)


Amalek corre à solta na Europa

Como nos esquecemos tão rapidamente dos nossos próprios valores, das nossas leis sobre as interacções humanas, das nossas regras... O artigo 3º da Resolução do CSNU 1566 de Outubro de 2004 (aprovada ao abrigo do capítulo VII e, portanto, obrigatória para todos os Estados), declara (grifo nosso):
   "... que os actos criminosos, incluindo contra civis, cometidos com a intenção de causar a morte ou lesões corporais graves, ou a tomada de reféns, com o objectivo de provocar um estado de terror no público em geral ou num grupo de pessoas ou em pessoas particulares, intimidar uma população ou obrigar um governo ou uma organização internacional a praticar ou abster-se de praticar qualquer acto, constituem infracções no âmbito das convenções e protocolos internacionais relacionados com o terrorismo, e não podem, sob nenhuma circunstância, ser justificados por considerações políticas, filosóficas, ideológicas, raciais, étnicas, religiosas ou de natureza similar, e exorta-se todos os Estados a evitarem tais actos e, se não forem evitados, a garantirem que esses actos sejam punidos através de sanções consistentes com a sua grave natureza."

Nota nossa - Lembramos, a propósito, o apelo explícito ao terrorismo feito pelo embaixador "palestino" em Portugal, e dado à estampa, com o habitual desvelo, pela publicação pró-jihadista e anti-semita Público - ou Al-Público:


Os amalequitas, os islamistas, estão numa fúria assassina na Europa. Eles já atacaram o Canadá, a Austrália e a América. Onde quer que vão, eles atacam "alvos fáceis", um eufemismo para civis inocentes não esperam ser assassinados enquanto passeiam pela rua, quando estão no cinema, nos cafés, nos estádios desportivos, conduzindo os seus carros, cuidando dos seus filhos, frequentando os seus lugares de culto, fazendo as coisas que as pessoas livres fazem todos os dias.
 
"É o direito dos nossos jovens fazerem com que as mulheres israelitas (e/ou europeias ou americanas ou australianas) chorem como as nossas mulheres estão a chorar" - dizem eles, apesar de que as mulheres deles gritam de alegria após as mortes dos seus filhos e maridos ''como mártires." - http://www.palwatch.org/main.aspx?fi=157&doc_id=16297
    Ver por exemplo o post recente:
"O ódio levou-os ao ponto de estarem prontos a cometer suicídio, apenas como forma de expressarem ódio. Eles (os amalequitas) vieram para destruir e odiar."
Enquanto escrevo isto, a Bélgica está sob bloqueio. Os amalequitas, os islamistas, estão em marcha, encorajados pelo Ocidente, quando se recusou a responder aos seus ataques contra os judeus. Que desculpas vão os nossos líderes ocidentais inventar agora?

Existe entre nós um novo Amaleque?


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Massacre de Ano Novo em Tel Aviv (VÍDEO)

ACTUALIZAÇÃO: Enquanto os jornaleiros continuam a campanha de desinformação habitual, dizendo que se tratou de um homem com perturbações mentais, continua a caça ao homem em Tel Aviv, em busca do homem que abriu fogo sobre a multidão, matou dois israelitas e feriu sete outros.
O suspeito, Nashat Milhem, é um Árabe Israelita, que esteve 5 anos na cadeia por ter tentado roubar a arma a um soldado.  A Polícia acredita que o terrorista  também assassinou um taxista  antes de ter atacado o pub.
Os dois mortos, que tinham 26 anos, Alon Bakal e Shimon Ruimi, serão sepultados em Carmiel e Ofakim, respectivamente.


Pesadelo de Ano Novo - árabe que comprava legumes, saca de uma Uzi, mata 2 e fere 7 
Dois israelitas foram mortos e vários ficaram feridos, alguns gravemente, na sequência de mais um ataque a tiro por um árabe-israelita, num pub de uma das ruas mais movimentadas de Tel Aviv. 
O suspeito, que ainda está em fuga, é um árabe de 29 anos, residente na cidade de Wadi Ara. 
De acordo com a notícia do jornal Haaretz, o suspeito roubou a arma usada no ataque ao seu pai, que é agente de segurança. O pai reconheceu o filho nas notícias, e, depois de saber que a sua arma tinha desaparecido, contactou as autoridades. 
No vídeo acima, pode ver o assassino calmamente a comprar legumes num supermercado, antes de retirar uma pistola-metralhadora Uzi da sua mochila e atirar indiscriminadamente contra vítimas inocentes. 
Vamos orar pela recuperação das vítimas e para que este assassino cruel seja capturado e levado à justiça.
Via United With Israel 

O Massacre na Imprensa
Obviamente que mais este massacre, inserido na chamada "Intifada das facas", que dura desde o Ano Novo Judaico, vai ser, como de costume, motivo para a Imprensa, os políticos e os comenatdores, culparem Israel.
Hoje demos uma vista de olhos nos telejornais e a descrição de mais este assassínio múltiplo a sangue frio era de que "ocorrera uma troca de tiros em Tel Aviv".  
Quanto à motivação islamista do ataque, foi, como habitualmente, sonegada. Disseram que teria eventualmente tido motivos "nacionalistas". Não é verdade. A motivação foi religiosa.
COMO SERIA BOM SE OS JORNALISTAS DEIXASSEM DE COLABORAR COM OS TERRORISTAS... RECORDAMOS: 

CAPÍTULO 1: A MOTIVAÇÃO RELIGIOSA



CAPÍTULO 2: O INCITAMENTO POLÍTICO

Acossado pela sentença de morte (literal) por parte dos seus amigos terroristas do Hamas, que alegam que ele não é suficientemente terrorista, o mega-terrorista Mahmooud Abbas, proferiu no dia 16 de Setembro o famoso discurso em que encorajou a chacina de judeus, apelou ao assassínio-suicídio e proclamou que "os judeus não têm o direito de profanar o Monte do Templo" (o lugar mais agrado do Judaísmo) com os seus "pés sujos".
CAPÍTULO 3: O TERRORISMO EM ACÇÃO

 


CAPÍTULO 4: A  IMPRENSA TERRORISTA

Israel sofreu 778 ataques terroristas desde o início do ano - mas não desde Janeiro; foi desde o início do Ano Novo Judaico, há 6 semanas!

Das páginas do site da Honest-Reporting, trazemos hoje uma pequena amostra dos títulos dos jornais de referência a nível global, que são depois repetidos pelos jornais de todos os países, nomeadamente aqui em Portugal. Não que os nossos jornalistas precisem de incentivo para odiar e difamar os judeus, note-se.

Como os nossos leitores bem sabem, os colonos islamistas, em Israel, responderam ao apelo do líder terrorista Mahmoud Abbas (vídeo acima) e desataram, nas últimas semanas, a esfaquear, alvejar, apedrejar e atropelar judeus com renovado entusiasmo.

No nossa etiqueta Intifada de 2015 temos mostrado (ainda que de forma não exaustiva; longe disso!) os ataques terroristas contra homens, mulheres, crianças e velhinhos israelitas, por parte de uma juventude fanatizada pela exortação jihadista.
 
Se não fosse trágico, seria cómico. Estamos a um passo de formiga de títulos como "JUDEUS ATACAM AS FACAS DOS ÁRABES COM O PESCOÇO"!.

A Imprensa ignora o incitamento, os ataques e o assassínio de judeus, e "noticia" que "as forças de segurança de Israel matam palestinos nas ruas", quando algum terrorista é abatido.

Quando a Imprensa refere que os putativos "palestinos" atacaram judeus, os ataques são "alegados ataques".

A Imprensa nacional e internacional, no que toca a Israel e os judeus, está ao nível do Nazismo.


Mas não falaríamos sequer disto se não fosse para vos dizer que cada um de vós pode contribuir para mudar a situação. Reclamem junto dos jornalistas-terroristas, que constituem a quase totalidade dessa deplorável classe profissional.








ETC., ETC., ETC..