segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Tecnologia israelita permite a paraplégicos andar



A missão da Argo Medical Technologies é mudar fundamentalmente as experiências de vida e saúde dos indivíduos com lesões na medula espinal. Imaginemos como estará este tecnologia daqui a 20, 30, 40, 50 anos. É todo um futuro de esperança que se perspectiva.
O ReWalk ™ é o resultado desta missão; é um sistema que irá permitir que paraplégicos andem de pé nas suas vidas diárias. Culminando mais de uma década de pesquisa e desenvolvimento, o ReWalk representa a primeira solução verdadeiramente prática para pessoas com deficiência dos membros inferiores.

O fundador da Argo, Dr. Amit Goffer, para desenvolver a unidade de exoesqueleto ReWalk, inspirou-se  na sua própria história pessoal. O Dr. Goffer é tetraplégico e fundou a Argo em 2001. O seu objectivo era desenvolver um produto que permitisse às pessoas com lesões na medula espinal andar novamente. Durante a última década, a Argo cresceu de uma pequena start-up de pesquisa e desenvolvimento com sede em Israel para uma empresa internacional com sede nos EUA, Alemanha e Israel.

A Argo opera a nível internacional com os principais centros de reabilitação em testes e desenvolvimento. Como resultado desses esforços, tem sido capaz de desenvolver ReWalk pessoais, a próxima fase da tecnologia exoesqueleto desenvolvida exclusivamente para uso na vida quotidiana. 
Veja também o post: 

domingo, 27 de setembro de 2015

Europa - regressa o antissemitismo de Estado

1. E O NAZISMO VOLTOU...


A História repete-se. O antissemitismo de Estado volta à Europa.


Joseph Goebbels foi o ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazi, um dos piores torcionários do regime, que exerceu severo controle sobre as instituições educacionais e os meios de comunicação. Diz-se que é dele a velha máxima da propaganda:
“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”
Joseph Goebbels

O Nazismo foi oficialmente extinto, mas nunca morreu, e os seus métodos nunca cessaram de ser utilizados. O mundo islâmico, que foi um forte aliado do Nazismo, nunca digeriu a sua derrota, e continua a cultuá-lo e a usar a sua propaganda.

Mensagem em manifestação de rua islâmica: "FECHEM GUANTÁNAMO E REABRAM AUSCHWITZ". 

Organizações terroristas como o Hezbollah ou o Hamas usam a obra ficcional antissemita "Os Protocolos dos Sábios do Sião" como parte da sua ideologia e da sua "Constituição". O livro Mein Kampf, de Adolf Hitler, é best-seller no mundo islâmico e até está disponível nos quartos dos hotéis, como no Mundo Livre costuma estar A Bíblia.

Os exemplos de propaganda islâmica-nazi, e até os testemunhos de antigos nazis que o atestam, são inúmeros. O que não seria de esperar era ver-se a Europa, palco principal da II Grande Guerra e dos campos de extermínio nazis, embarcar de novo nos métodos Hitlerianos.


Europa nazi: primeiro marcaram as lojas dos judeus, depois levaram os judeus para serem mortos. Note-se, na foto de cima (Noruega), que a Terra de Israel, na época sob domínio britânico, era conhecida como Palestina.


2. O BOICOTE 
 
A União Europeia, o tal projecto de Paz e Humanismo, desejosa de agradar ao mundo islâmico (os muçulmanos são 1/4 da Humanidade, e têm petróleo), acaba de aprovar uma medida digna de Hitler:  Os produtos provenientes da Judeia e Samaria vão ser rotulados.



Como temos inúmeras vezes demonstrado, a Judeia e Samaria, erradamente chamada "Cisjordânia", não existia há 46 anos, e a "Palestina" é uma pura invenção. Não existiu, jamais, uma Palestina Árabe. A divisão de Israel pelo Mandato Britânico da Palestina já criou um Estado para os colonos árabes - a Jordânia!

Mas a repetição de mentiras, à moda da propaganda nazi, acabou por inculcar nas massas desinformadas a ideia de que Israel está a "ocupar" territórios alheios. 

O mapa e a História de Israel desde 1516

Para saber um pouco mais, leia ou releia o post 

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!

Esta decisão de rotular produtos representa mais um passo na escalada europeia para regressar ao antissemitismo institucional mais feroz. Por enquanto marcam produtos, amanhã marcarão judeus. O Nazismo também começou assim.

 

Europa nazi: das lojas judaicas marcadas aos bancos de jardim marcados, só para judeus. Eis onde a Europa foi parar, apenas 70 anos depois.


Esta decisão da União Europeia vai causar problemas a israelitas e a "palestinos", a árabes e a judeus, a pessoas que trabalham, e que, como as outras pessoas, aspiram a uma vida calma, próspera e feliz.

Israelitas e "palestinos" trabalhando lado a lado numa fábrica da Judeia. Israel é a única democracia do Médio Oriente, mas é o único país da região que recebe sanções.  (Nati Shohat/Flash90)

Os impulsionadores deste boicote não têm a mínima preocupação com o bem-estar de ninguém. São movidos pelo ódio e/ou pagos por gente muito endinheirada que visa a destruição de Israel.

Este boicote é ainda mais infame e de má-fé quanto Israel - apesar de não dever absolutamente território nenhum a ninguém - não tem feito outra coisa senão dispor-se a ceder ainda mais do seu ínfimo território. Acontece que os "palestinos" continuam a não aceitar menos do que a extinção de Israel. Não apenas as lideranças terroristas, mas também os colonos árabes.

3. AGORA ATENÇÃO! VAMOS FAZER UMA EXPERIÊNCIA!

Vistam todos as batas, ponham os óculos de protecção, calcem as luvas, que vai fazer-se Ciência!...


Imaginemos, contudo, que a Judeia e Samaria não eram territórios israelitas de pleno direito. Imaginemos que eram de facto territórios sob disputa e com questões legais pendentes sobre a soberania. Não seria lógico e justo que as disposições aplicadas a Israel fossem aplicadas  a todos os países nas mesmas condições?

Vamos aplicar sanções aos produtos provenientes de territórios sob disputa? Vamos a isso!

Comecemos por Portugal: Olivença e Ilhas Selvagens, ambas reivindicadas por Portugal, Olivença na posse de Espanha. Vamos boicotar Espanha?

Por falar em Espanha: País Basco e Catalunha querem a independência, Marrocos quer Ceuta e o famoso Ilhéu da Salsa. Espanha quer Gibratlar, que é território do Reino Unido. Espanha mantém uma acesa disputa com Andorra sobre o Pico de  Montmalús, e mais umas quantas com outras tantas nações.

De Marrocos temos a questão do Saara Ocidental, pela qual ninguém se interessa. E isto é só aqui em casa e à porta de casa.


Vila de Olivença. Para quando o boicote a Espanha?

Se quer saber mais, a pouco fiável Wikipédia tem uma lista de territórios sob disputa ao redor do nosso planeta: AQUI. Porque não boicotá-los a todos?

A nossa esperança é que este tiro saia pela culatra e que mais pessoas façam questão de comprar os produtos marcados, e digam dessa forma que NAZISMO NUNCA MAIS!

4. APÊNDICE

Re-escrevemos o que recentemente aqui vos expusemos:

Este vídeo vale por todo este blogue:



 
Israel e o Mundo Árabe

Até o maior ignorante do Mundo percebe que o conflito NÃO É SOBRE TERRITÓRIO!
Nos últimos 15 anos, Israel tem oferecido repetidamente a independência aos "palestinos"  (NUNCA existiu nenhum Estado Árabe "palestino"; essa designação só começou a usar-se a partir de 1967, como parte da estratégia islâmica-soviética para extinguir Israel).
Nos últimos 15 anos, Israel tem oferecido repetidamente  a independência de quase toda a Judeia e Samaria, uma parte de Jerusalém e Gaza.
O que sucedeu em Gaza é significativo: Israel ofereceu esse território aos Árabes, em 2006. Em menos de 24 horas os árabes arrasaram tudo o que Israel lá deixou e que os tornaria uma Malásia do Médio Oriente, um Estado próspero e sempre com a companhia de Israel, uma potência global em cérebros.
Em vez disso, os habitantes de Gaza elegeram os terroristas do Hamas e dedicam-se desde então a bombardear Israel e a assassinar os seus cidadãos, ao mesmo tempo que vivem da "caridade" do Mundo - os líderes na opulência e o povo na miséria.

Quando a sua independência foi restaurada, em 1948, Israel abriu mão de 88% do seu território. A "Palestina" (ou como quiserem chamar-lhe) já existe: É A JORDÂNIA!

O actual governo liderado por Benjamin Netanyahu foi para as negociações de paz com a Autoridade Palestina em 2013 comprometendo-se previamente a fazer cedências territoriais e a uma solução de dois Estados. No entanto, mais uma vez os "palestinos" recusaram todas as ofertas (como fez o mega-terrorista Yasser Arafat em 2000 e 2001), levantaram-se e saíram da sala em vez de darem uma resposta (como fez o actual líder da Autoridade "Palestina", o também mega-terrorista Mahmoud Abbas, em 2008), e simplesmente cancelaram as conversações sem nunca terem negociado seriamente (como fez Abbas em 2014).
A resposta "palestina" às ofertas de paz de Israel:


NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO e NÃO! 

Vale a pena também olhar para este mapa, que mostra até onde Israel é capaz de ir em busca da Paz. Entre 1967 e 2011 Israel ofereceu mais de 2/3 do seu território em troca de Paz:

Se a senhora Björk conhecer outro país que tenha feito tanto, diga-nos, se fizer favor...
Os "palestinos" não estão interessados ​​numa solução de dois Estados. Há anos que afirmam repetidamente que só a extinção de Israel e a erradicação dos judeus da face da Terra os satisfará.
O supostamente moderado mega-terrorista Mahmoud Abbas (que ainda esta semana incitou a mais violência, dizendo que os israelitas estão a poluir os lugares sagrados de Jerusalém com os seus "pés sujos judeus") não irá jamais ceder, nem mesmo à pressão americana para reconhecer Israel como Estado judeu, não importa onde as suas fronteiras sejam traçadas.

Mais algum esclarecimento básico para a senhora Björk:

1920 - The year the Arabs discovered Palestine:
 https://www.youtube.com/watch?v=MM9tV4-Hg_A

Inventing the "Palestinian people"
https://www.youtube.com/watch?v=aYMviMHH0nc

A PALESTINIAN MYTH - The so said NAKBA
https://www.youtube.com/watch?v=cn4r7ZjG9Nc

Phantom Nation: Inventing the "Palestinians" as the Obstacle to Peace
https://www.youtube.com/watch?v=SH0w7dUBfnE
 https://palestineisraelconflict.wordpress.com/

https://www.facebook.com/ToBeOrNotToBeStupid
https://www.facebook.com/La.Palestine.Existe.C.est.La.Jordanie

1933 All Over Again?


http://amigodeisrael.blogspot.pt/2015/02/inventando-palestina-e-os-palestinos-1.html


http://amigodeisrael.blogspot.pt/2015/02/inventando-palestina-e-os-palestinos-2.html


http://amigodeisrael.blogspot.pt/2015/02/inventando-palestina-e-os-palestinos-3.html

http://www.mythsandfacts.org/index.as

Hamas minister: we are alien in Israel:
https://youtu.be/r1l5mRP_fzw

Azmi Bishara: There's no Arab «Palestine»: https://youtu.be/lzyx3Zt72QU

Hamas Interior Minister: We are Egyptians and Saudis, Allahu Akbar
https://www.youtube.com/watch?v=Bd3tA_dAl-A&spfreload=10

Egyptian TV Host Osama Mounir to Hamas Leaders: Dream on! You Belong in a Mental Asylum -
https://www.youtube.com/watch?v=5xuYcjubV7I

The Roots of Nazism in Radical Islam - PLO , Fatah , Hamas , Hezbollah & The Muslim Brotherhood - http://www.youtube.com/watch?v=B0SXaVKXPMA


THE NAZIS AND THE PALESTINIAN MOVEMENT - http://www.youtube.com/watch?v=VjARZPAcATM


Hitler and the Grand Mufti of Jerusalem - https://www.youtube.com/watch?v=7mkbBudJu1w



Nazism and Islam, an incovenient truth - https://www.youtube.com/watch?v=g9KqrRajY9Y

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

História de Israel - O Reinado de Salomão

 
Salomão - no original Shlomo (em Hebraico:שלמה), que deriva da palavra Shalom (paz)


O Rei Salomão foi o segundo governante da Dinastia Davídica, após a morte de seu pai, o Rei David.  O seu reinado ter-se-ia estendido de 1009 a 922 A.E.C., nos anos geralmente considerados como a "Idade de Ouro" dos Israelitas.
 
Salomão beneficiou do trabalho do seu pai, que consolidou as fronteiras de Israel. Lançou as bases de uma economia estável e uniu a nação no culto monoteísta. Continuou a política de alianças, tornou Israel uma potência económica regional, criou infra-estruturas e indústrias. Com fronteiras que iam do Egipto até à Síria e à Mesopotâmia, o país viveu um tempo de paz, que teve o seu ponto máximo do na construção do Templo em Jerusalém, inaugurando uma era de prosperidade e devoção religiosa  sem precedentes.
 



O Primeiro Templo, ou Templo de Salomão.


A lendária sabedoria de Salomão é ainda hoje famosa. Numa passagem da Bíblia - I Reis 10 - é descrito que a Rainha de Sabá foi visitar Salomão, para testar o seu conhecimento em primeira mão. Trouxe-lhe exóticos presentes e propôs-lhe alguns enigmas; e quando ele lhes respondeu de forma satisfatória, ela partiu.

Esta intrigante passagem da Bíblia tem sido motivo de especulação ao longo dos séculos, sobre a identidade da Rainha de Sabá e sobre a natureza precisa do seu relacionamento com o Rei Salomão. Diversas pessoas e comunidades, em todo o Mundo e ao longo da História, têm reivindicado serem descendentes de uma suposta ligação amorosa proveniente deste encontro. A Israelomania é assim mesmo...

 
 
O célebre encontro forneceu inspiração para inúmeras interpretações literárias e artísticas, de cunho religioso e romântico, erudito e popular.
 
Pergunta da Rainha de Sabá:

        "Dize-me, sábio Rei Salomão,
Que águas são essas, que não
Nascem da pedra, chão ou monte.
E embora venham da mesma fonte,
Ora amargas, ora doces são?"


  
      Resposta do Rei Salomão:

        "As lágrimas não vêm do chão,
E é doce o pranto da emoção feliz
      Amargo é o pranto,
Da dor, tristeza e desencanto."
 


Yul Brynner (russo de origem mongol) e Gina Lollobrigida (italiana) protagonizaram uma das muitas reedições cinematográficas do lendário encontro entre os dois soberanos.


Em I Reis 11, é dito que Salomão de afastou de Deus. Ele é punido por ter muitas esposas, um erro que o teria levado a desviar-se dos seus deveres e mesmo à e adoração de ídolos. Deus diz a Salomão que a punição pelos seus pecados seria a divisão do Reino. No entanto, por causa do amor que Deus tinha a David, pai de Salomão, prometeu não dividir o Reino durante a vida de Salomão, mas sim durante o Reinado de seu filho, Roboão. Deus também prometeu a Salomão que os seus descendentes continuariam a ter soberania sobre duas tribos (Judá e Benjamim).


O tempo de prosperidade e de paz chegou ao fim não muito tempo depois da morte de Salomão. O filho de Salomão, Roboão, governou o Reino do Sul, Judá, que permaneceu na Dinastia Davídica por mais 300 anos.
 
 
Quadro de Tissot retratando o célebre episódio da disputa da criança pelas duas mulheres, e a famosa "justiça salomónica". Qualquer história que verse sobre sabedoria leva cunho de autoridade se atribuída a Salomão.
 
São temas controversos, quer a existência real de Salomão, quer a autenticidade da narrativa Bíblica que lhe diz respeito. Por estar necessariamente associada à Civilização Judaico-Cristã, a figura de Salomão sofre mais contestação do que outros vultos da História sobre os quais existem igualmente poucos vestígios arqueológicos. Os inimigos da religião costumam, aliás, reduzir toda a Bíblia a um "conto de fadas" - para usar uma expressão que lhes é cara.
 
Os incondicionais da religião tendem a cair no extremo oposto, mantendo a crença firme de que tudo na Bíblia é literal e relatado com precisão histórica. Salomão tem por isso uma numerosa falange de de detractores e de defensores, respectivamente.
 
As narrativas constantes no Livro dos Reis terão sido passadas a escrito durante o cativeiro dos judeus na Babilónia, e, como era comum entre os povos Antigos, o patriotismo tendia a ser exaltado em descrições épicas e magnificientes, mesclando realidade e imaginação. Reduzir tudo a uma questão de "verdade" ou "mentira" será infantilidade, ou mesmo fanatismo.
 
 
 
As minas de Salomão: fortaleza quadrada (73 x 73 m),  século 9 A.E.C., e gigantesca mina de cobre, descobertas na Jordânia, na Antiga Edom. (Foto do Laboratório Levantino de Arqueologia).
A Arqueologia vai trazendo novos contributos para a discussão. Recentes escavações e descobertas em Israel põem em questão o paradigma que afirma que não há vestígios suficientes da Dinastia Davídica. Descobertas como a Estela de Tel Dan, uma pedra inscrita datada do século 9 A.E.C., com uma inscrição em Aramaico que inclui as palavras "Casa de David" (neste contexto o termo refere-se a uma dinastia ou linhagem Real, não a uma habitação...), achada em 1993/94 pelo arqueólogo Avraham Biran, e os resultados mais recentes das escavações de Khirbet Qeiyafa por Yosef Garfinkel, apontam para um Reino israelita altamente organizado e rico em recursos, que pode ser situado no século 10 A.E.C., tal como o registo Bíblico atesta.




As mesmas minas de cobre da foto anterior, com vestígios da presença humana até 76 metros de profundidade. Uma das estruturas descobertas parece ser um altar. (Foto do Laboratório Levantino de Arqueologia).

Os cépticos defendem que não se encontraram vestígios das riquezas de Salomão descritas na Bíblia. Mas a pouco e pouco vão-se encontrando as famosas Minas de Salomão. O mesmo se pode dizer das minas da Rainha de Sabá, cujas riquezas seriam igualmente impressionantes. A arqueóloga Louise Schofield, ex-curadora do Museu Britânico, parece ter descoberto, no Norte da Etiópia, vestígios destas não menos famosas minas.

O Médio-Oriente, berço da Civilização, é rico em vestígios arqueológicos, e muito falta descobrir. A menos que o ISIS se antecipe e destrua tudo primeiro.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

No Japão, não há Islão...




- É claro, que os adeptos do politicamente correcto preferem que as nossas sociedades sejam lentamente aniquilados pelo supremacismo islâmico, e que os cidadãos do Mundo Livre sejam diariamente fustigados pelo terrorismo. Tudo em nome da "não discriminação".  
Já agora, porquê discriminarmos a seita Aum Shinrikyo, do japonês Shoko Asahara? Bem vistas as coisas, o total de assassínios cometidos pelos seguidores do Shoko com o gás sarin, foi de 27. Só cristãos, o Islão mata 33 cristãos por hora, em média. É só fazer as contas!


Numa altura em que o terrorismo muçulmano assola o mundo, como há  muito não se via, talvez útil dar uma olhadela num país que não sofre o mesmo destino, e analisar exactamente porquê...

Em 2011, os muçulmanos sunitas foram responsáveis pelo maior número de ataques terroristas e mortes, pelo terceiro ano e consecutivo. Mais de 5.700 actos terroristas foram cometidos por muçulmanos sunitas, responsáveis ​​por quase 56 % de todos os ataques e cerca de 70 % das 12,533 mortes.


Os outros 24 % das mortes devem-se aos muçulmanos xiitas. Então, em 2011, os muçulmanos foram responsáveis ​​por 94 % das mortes globais em ataques terroristas. Desde 2011, com o ISIS em cena, o número de ataques terroristas muçulmanos cresceu acentuadamente, juntamente com a participação de muçulmanos no terrorismo mundial, que está em constante crescimento e se aproxima dos 100%.

Em 2013, segundo o Departamento de Estado dos EUA, um total de 9.707 ataques terroristas islâmicos ocorreram em todo o mundo, resultando em mais de 17.800 mortos e mais de 32.500 feridos. Além disso, mais de 2.990 pessoas foram sequestradas ou tomadas como reféns.


17.800 mortes deveram-se apenas a três grupos terroristas muçulmanos, os Taliban, ISIS e o Boko Haram. E existem no mundo mais de 50 grupos terroristas muçulmanos activos.
Os terroristas muçulmanos pode orgulhar-se: a sua parte nos ataques terroristas mundo está agora perto de 100%.

Parece que não há um único país onde os muçulmanos não mostrem a sua verdadeira face ... Mas há um país em que não é assim. É um dos países mais desenvolvidos da Terra, e a sua natureza democrática é reconhecida em todo o mundo, um verdadeiro aliado dos EUA e membro da OTAN. No entanto, não houve um único ataque terrorista perpetrado por muçulmanos nesse país.
Além disso, não houve um único, mesmo pequeno, motim, perturbação ou protesto, não importa quantas caricaturas do profeta Maomé tenham sido publicadas.

O nome deste afortunado país é Japão.


Claro que o Japão conseguiu este excelente resultado através de uma política de integração super eficaz, através da utilização das mais avançadas tecnologias para monitorizar a actividade terrorista, e gastando biliões de ienes na construção de milhares de mesquitas e escolas islâmicas em todo o Japão, promovendo a proibição de carne de porco em todos os locais públicos, introduzindo horas separadas para meninos e meninas nas piscinas em todas as escolas públicas, e os médicos do sexo masculino japoneses não se atrevem tocar as suas pacientes do sexo feminino!, as mulheres muçulmanas beneficiam de uma assistência social imensa de cada vez que têm uma criança, os tribunais Sharia foram introduzidas no sistema judicial do Japão, e o Alcorão é considerado um Livro Sagrado no Japão ...


Não... nada disso! O que o Japão fez para evitar problemas relacionados aos muçulmanos foi muito mais simples e mais barato: o Japão está praticamente fechado aos muçulmanos.

Oficialmente, a imigração para o Japão não está fechada para os muçulmanos. Mas o número das autorizações de imigração oferecidas aos candidatos de países islâmicos é muito baixo. A obtenção de um visto de trabalho não é fácil para os adeptos do Islão, mesmo que sejam médicos, engenheiros ou gestores enviados por empresas estrangeiras que actuam na região. Como resultado, o Japão é "um país sem os muçulmanos".


Não há estimativa confiável sobre a população muçulmana japonesa. No entanto, as alegações de que há trinta mil muçulmanos, feitas por alguns pesquisadores, são, sem dúvida, um exagero. Alguns afirmam que há apenas algumas centenas.


Instado a dar uma estimativa sobre o número real de muçulmanos no Japão, o ex-presidente da Associação Islâmica do Japão, Abu Bakr Morimoto, respondeu: "Para dizer francamente, no Japão há apenas mil muçulmanos. Se incluirmos aqueles que se converteram por causa do casamento, mas que não praticam, o número será de alguns milhares."

Um dos líderes da comunidade muçulmana no Japão, Nur ad-Din Mori, foi perguntado: "Qual a percentagem da população total do Japão são muçulmanos?". Ele respondeu: "A resposta no momento é: Um em cada cem mil".

A população do Japão é de 130 milhões de pessoas, portanto, se esses líderes muçulmanos estão correctos,  deve haver cerca de 1300 muçulmanos. Mas mesmo aqueles muçulmanos que obtiveram autorizações de imigração e viveram muitos anos no país tem chances muito escassas de se tornarem cidadãos japoneses.

O Japão proíbe oficialmente a exortação às pessoas para adoptarem a religião do Islão (Dawah), e qualquer muçulmano que incentive a conversão ao Islão é visto como o proselitista de uma cultura estrangeira indesejável. Os "promotores do Islão" muito activos enfrentam a deportação e pena de prisão.


A língua Árabe é ensinada por muito poucas instituições académicas; há apenas um instituto: o Instituto Árabe Islâmico, em Tóquio. Mesmo a Universidade Internacional do Japão em Tóquio não oferece cursos de língua Árabe.


Importar o Alcorão em Árabe é praticamente impossível, e a única
versão permitida é a "adaptada", em Japonês.

Até recentemente, havia apenas duas mesquitas no Japão: em Tóquio e Kobe. Agora, o número total de locais de oração muçulmanos no Japão é contado em cerca de 30 mesquitas individuais e cerca de uma centena de salas de apartamentos reservados para orações.


A sociedade japonesa espera que os muçulmanos rezem em casa: se se "prostrarem" nas ruas ou praças estão previstas multas bastante elevadas, e os participantes podem ser deportados.Muitas vezes, as empresas japonesas que buscam trabalhadores estrangeiros fazem notar que não estão interessadas ​​em muçulmanos.


Não há sequer um vestígio de Lei Sharia no Japão, e comida halal é extremamente difícil de encontrar.

Fonte: JewsFacts

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

15 Coisas que só se vêem em Israel

1 - Um judeu religioso, um soldado israelita e uma mulher árabe sentados lado a lado num comboio...

Parece o princípio de uma anedota, mas é apenas o quotidiano de Israel.

2. Encontros em Israel...


Quem não se comportar como um cavalheiro, arrisca consequências...

3. Até o Homem-Aranha precisa da ajuda Divina


Muro das Lamentações, Jerusalém. 

4. Uma família judaica ortodoxa com a filharada toda vestida de Pai Natal


5. Estacionar o camelo "à patrão"


6. Sem-abrigo que acham que são um negócio: "VOLTO JÁ"


7. Uma banhoca no Mar Morto enquanto se lê o jornal


8 - McDonald's kosher


9 - Atenção! Travessia de camelos!


10 - Atenção! Travessia de judeus ortodoxos!


11 - Os israelitas têm orgulho no seu café no seu chá

A tabuleta assegura que são melhores que os do Starbuck. Grande percentagem dos portugueses é descendente de judeus, pelo que estas coisas nos são familiares ;-)

12 -  O Susita, o primeiro (e último) carro fabricado em Israel


13 - Estradas sem carros durante 24 horas no Yom Kippur (hoje)



14 - Atenção! Travessia de carros de combate...


Cuidado com as nuvens de poeira

15 - O país pára quando soam as sirenes em honra das vítimas do Povo de Israel



Do excelente site JEWS FACTS