quinta-feira, 3 de abril de 2014

Notícias da "Racaille"



A "racaille", nas suas actividades habituais...

Os complexos de esquerda continuam a afundar a França. O Islão é visto como "a religião dos pobres", dos que vêm de África e do Médio Oriente. Segundo a mentalidade politicamente correcta, é um pecado social criticar seja o que for que os "pobres" façam. Pelo seu lado, os muçulmanos chegam a França (e ao Mundo Livre) e vêm-na como uma terra decadente, de infiéis, onde as mulheres têm direitos e os infiéis gozam de liberdade de culto. Quem se atreva a contestar o supremacismo islâmico é de imediato apelidado de "racista", "islamófobo", "nazi", etc.. O resultado é a crescente islamização de França, onde 10% dos habitantes já são muçulmanos, secam os recursos do país e lançam o medo e o caos nas ruas. A "racaille", o correspondente francês dos nossos "mitras", ou dos "chavs" ingleses, não conhecem outro modo de vida que não seja o crime (roubo, tráfico de drogas, etc.), a violência (desordem pública, espancamento de "infiéis", queima de carros, estupro de "infiéis", etc.) e o supremacismo sobre os franceses, os "infiéis", que os sustentam.




Os muçulmanos e a extrema-esquerda reagiram raivosamente aos resultados das eleições municipais que levaram à remodelação do Governo e à subida da Direita. Porquê? Alguns vídeos (dentre centenas) que o esclarecem:

Cerca de 40 mil carros são queimados em França todos os anos. As autoridades não dão números exactos por cidade e bairro, para não acirrarem a competição entre a "racaille" islâmica:


França. Ruas bloqueadas para as multidões de muçulmanos rezarem ao seu deus Allah: 


Poligamia, natalidade a condizer, e recolha de benefícios sociais daí decorrentes. Os muçulmanos querem a Sharia para França e ser sustentados pelos franceses:



As alegrias da imigração islâmica, árabe e norte-africana, em França; rapariga violada por 30 "racailles":


Violações em série no metro de Paris:


Os franceses servem para ser agredidos, e... caladinhos!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

O Declínio da França


O Governo francês remodelou-se, mas é a França que precisa de remodelação. Sob a ideologia socialista, o mérito é castigado e a dependência é encorajada. Os valores invertem-se: os desordeiros são tolerados e os cidadãos cumpridores estão desprotegidos. Típico das ideologias pseudo vanguardistas, sempre cheias de "compreensão" para com os prevaricadores, e implacável com as pessoas de bem.

A França remodela-se. Para pior.

O testemunho de Jean Vercors, que se viu forçado a sair de França, para Israel:

Esqueci-me de vos dizer que deixei a França


Foi na véspera da eleição de François Hollande, que obteve 51,6% dos votos. 7 de Maio de 2012.

O país da minha infância, onde nasci, não lhe sinto muito a falta. Onde moro agora, a qualidade de vida é muito melhor.


A decisão de sair não foi fácil, por causa da língua, das diferenças culturais, da mentalidade... Mas fez-me alargar horizontes.

Ironicamente, o meu pai foi repatriado e eu agora expatrio-me, vivo a mais de 3000 km, como milhares de franceses que escolheram o exílio, por várias razões: os impostos mais pesados, a insegurança galopante, a desinformação dos media e a privação da liberdade.

Para poder respirar, para não ser agredido pela atmosfera nauseabunda e opressiva, eu zarpei, ou melhor, eu deixei crescer asas, as da liberdade, e voei para um país ensolarado, onde as pessoas são mais positivas.

Um país que acredita que os empresários são uma praga, não está longe de ser uma ditadura Estalinista. Aquele que assume riscos, trabalhando 12 horas por dia, é estigmatizado, confundido com um ladrão, enquanto outros desfrutam das benesses do sistema social.

A França caminha para o colapso. Ela atrai anualmente mais de 200 mil imigrantes que não sabem sequer ler ou escrever a língua do país de acolhimento.

Um país onde o esforço, o mérito e a criação de riqueza se tornaram crime, vício, ou doença mental, só pode entrar em declínio.

A gerir a fiscalidade e a despesa pública, a França parece um país comunista. De acordo com um relatório recente do Banco Mundial, a França ocupa a posição 169 (entre 185 países) com os seus pesados ​​impostos. A extorsão estatizada tornou-se um inferno fiscal para milhões de trabalhadores franceses.

A França destaca-se pela sua ignorância económica. É bastante surpreendente, num país que inventou o cinema, a fotografia, o Concorde e o TGV, e a quem devemos alguns economistas famosos.

Nunca o Google, a Apple, ou o Waze teriam sido possíveis em França, por causa da profunda ignorância e relutância em relação à globalização.

A França perdeu a revolução digital. Ficou para trás nas novas tecnologias. Com o seu colectivismo, ela pratica o totalitarismo do Estado, a negação do indivíduo, dos seus direitos mais naturais e inalienáveis​​.
 Esqueci-me de vos dizer que deixei a França, que fiz as malas.

Vendi os meus bens e trouxe comigo a minha esposa e os meus dois filhos, para outros céus, mais azuis.

O país dos direitos humanos, onde a pessoa que agiu em legítima defesa está na prisão, enquanto o seu atacante é libertado, inspira desgosto e revolta.

A França, a nação nobre e generosa. Ano após ano, a invasão da França pelas mesquitas piora. A invasão ocorre através da cumplicidade activa de eleitos à esquerda e à direita, que violam a lei de 1905, porque promovem e financiam a sua construção. A França tem mais de 2.500 mesquitas e lugares de oração, para um número estimado de 10 milhões de pessoas, a maior população muçulmana da Europa.

Durante os protestos contra o casamento para todos, em Março de 2013, a polícia cometeu uma terrível brutalidade. Gasearam crianças à queima-roupa, enquanto estas mesmas forças são incapazes de manter a ordem nos territórios perdidos da República.

A França tolera as organizações pró-palestinas chamadas "de caridade", as mesmas que são classificadas como terroristas nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Israel, pelas suas implicações no financiamento do terrorismo.

O canal France 2, de serviço público, está comprometido com a causa palestina, tendo um papel activo na propaganda anti israelita, que inspirou os assassinos de judeus como Fofana, Mohamed Merah e a podridão antissemita de Dieudonné Mbala Mbala, Alain Soral, Joe Crow, etc .
A França envia anualmente a soma de 10 milhões de euros para os árabes palestinos, enquanto milhões de franceses vivem abaixo da linha de pobreza, e enquanto as empresas francesas abrem falência.

Em Junho de 2013, o Museu Jeu de Paume  dedicou uma exposição de fotos em memória de terroristas palestinos. O mesmo museu que com o Museu do Louvre foi usado para o armazenamento de obras de arte roubadas aos judeus pelos nazis.
Os municípios de Bagnolet, Bezons, Champigny sur Marne, Ivry-sur-Seine, Grigny, e muitas outras cidades vermelhas, nomearam terroristas palestinos cidadãos honorários.

O carrasco torna-se a vítima, os valores estão invertidos. Denunciá-lo não nos traz justiça: este país está gravemente doente.

Agora que deixei França, sou livre para o dizer.

Quando uma pessoa é espancada no comboio pela escória, ninguém se mexe. E eles atacam sempre em grupo. Isso enfurece- me.

Esqueci-me de vos dizer que deixei a França por razões que nada têm a ver com a minha carreira, o meu desejo de ficar rico, de obter melhores condições de vida, ou pelo sabor da aventura. Deixei a França por motivos de segurança, especialmente pelos meus filhos.

O nível escolar cai há já dez anos, e vai cair ainda mais. Nos corredores do Ministério da Educação Nacional, os tecnocratas só falam sobre esta descida.
A França é um país amordaçado pelo lobby dos media islamo-esquerdistas.

Tente agir contra a escória que o ataca e dá cabo da sua vida - associações anti-racistas vão apresentar queixa contra si. Você vai ser processado por racismo, islamofobia e difamação. Eu sei do que  falo: eu passei por isso.


Os jovens filhos de emigrantes islâmicos não reconhecem os valores e a autoridade do país em que vivem. Pelo contrário, odeiam o país que os sustenta, e os seus habitantes nativos.


Comerciante tunisino constantemente roubado pela escória, a "racaille". Procure no youtube pela palavra "racaille" e confirme o estado a que o país chegou.


A "racaille" é já impossível de esconder. Influencia os resultados eleitorais. O voto à direita nas eleições desta semana reflecte em boa parte o desespero dos franceses com estes marginais.

Este país está condenado para os próximos trinta anos.

O discurso dominante é tomar os algozes por vítimas e as vítimas por algozes.

A cultura de complacência e da desculpabilização permite que a escória de reincida. O cidadão francês apenas tem o direito de que a escória lhe cuspa na cara, o insulte e o espanque.
E eu não sou fã do politicamente correto ou da auto-culpabilização, que é considerada por alguns uma qualidade moral.

Eu esqueci-me de vos dizer que eu deixei a França e fui para o país do futuro, onde aqueles que trabalham duro merecem respeito e apoio - valores que me são caros.
A UMP e o PS fizeram do meu país de nascimento de um país se dependentes, de parasitas que saqueiam as riquezas do país, enquanto outros suam a trabalhar e são sufocados por impostos.
Você até pensará que eu sou anti-França, renegado, desertor, ovelha negra, um frustrado que tem em mente o desejo perverso de denegrir este país em que flui vinho e queijo, de belas áreas verdes, museus e castelos majestosos.
O país onde eu moro tem três das suas universidades entre as 100 melhores classificadas no relatório anual ARWU (Ranking Académico de Universidades do Mundo): A Universidade Hebraica de Jerusalém, o Instituto Weizmann de Ciência e Tecnologia, e o Instituto de Tecnologia de Israel.
Sim, eu falo de Israel, a inspirada "startup nation" que gasta 4% do seu PIB em investigação e desenvolvimento.

Apenas um terço dos cidadãos dos países membros da OCDE têm educação superior. Quase 50% dos israelitas têm formação superior. A inovação não pode ser decretada, ela vive pelo forte compromisso a todos os níveis.
Quando apanho o autocarro ou o comboio, não vejo "racaille". A minha jornada é sempre agradável. Quando uma pessoa é atacada, todos acodem. O autor é levado à justiça imediatamente. Uma jovem de 17 anos pode sair à noite sozinha, sem ser chamada de p***, ou ser forçada a entregar o seu laptop.
Mulheres e homens de uniforme são respeitados, marginais não são VIP.
Os últimos acontecimentos em França, sigo-os pela Internet. A França é a chacota do mundo, que não pode acreditar nos seus olhos quando vê a França a ser colonizada pelas suas ex-colónias, e o governo a incentivar a substituição étnica.
Hoje, o meu destino e o meu futuro estão em Israel, onde, apesar da minha idade, voltei para a escola, para aprender a língua.
Na minha classe há mais de 20 nacionalidades. Dentro de poucos anos, quando me aposentar, terei a alegria de ver os meus filhos e netos crescerem  num país onde são protegidos, a terra dos seus antepassados.
Nenhum país é perfeito, mas quem perder os seus valores está condenado à destruição.
Shalom Israel
© Jean Vercors

Aspectos da islamização de França:

 

E um dentre muitos casos de agressão de muçulmanos a judeus. A cultura islâmica considera que Allah criou os judeus para serem perseguidos e dizimados, e que estes são descendentes de macacos e porcos. Os agressores muçulmanos de David, um professor judeu-francês, estão em liberdade:

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Odiómetro

CAPÍTULO I - O Odiómetro


O Público parece ter descoberto um novo aparelho, o ódiómetro, e informa que Jonathan Pollard é "o espião mais odiado da América". Até se compreende, porque não só os Estados Unidos não têm, nem nunca tiveram, serviços de espionagem, como nenhum país do mundo os teve - à excepção de Israel, claro! Possivelmente foram até os judeus que inventaram a espionagem...


 CAPÍTULO II - O Prisioneiro Que Não Quer a Liberdade


John Kerry chegou a Israel para reuniões com líderes israelitas e palestinos, para "salvar as negociações de paz". O grande desenvolvimento é que os EUA parecem preparados para libertar Jonathan Pollard. O Haaretz explica o processo em detalhe:
O acordo proposto irá incluir as seguintes cláusulas: 1) Os palestinos vão concordar em estender as negociações por um ano - até 2015 - e evitar movimentos unilaterais na ONU; 2) Os EUA vão libertar o espião israelita Jonathan Pollard antes do feriado da Páscoa; 3) Israel libertará o quarto grupo de prisioneiros palestinos, que irá incluir 14 prisioneiros árabes israelitas; 4) Israel irá libertar mais 400 prisioneiros palestinos "sem sangue nas mãos", que estão prestes a terminar as suas penas; Israel vai escolher quais prisioneiros serão libertados e vão incluir mulheres e menores; 5) Israel irá congelar a maior parte da construção na Judeia e Samaria, com a excepção de Jerusalém Oriental (...)

Não que ele vá ter muito a dizer sobre o assunto, mas é relatado que Pollard se opõe a ser libertado em troca de terroristas palestinos. O Washington Post avalia a situação Pollard. Veja também a cobertura do Times of  Israel.


CAPÍTULO III - A Paz, Segundo os "Palestinos"


 
Fatah admite que "negociações de paz" são uma fachada para libertar terroristas
PMW relata:

     "A única razão para a Autoridade Palestina (AP) continuar as negociações de paz com Israel é provocar a libertação de prisioneiros", disse o porta-voz da Fatah, Ahmad Assaf. Afirmando que a Autoridade Palestina está a "chantagear" Israel para libertar os prisioneiros, Assaf explicou que, em virtude da adesão da AP à ONU, a AP é capaz de ameaçar Israel e levá-lo ao Tribunal Penal Internacional. Assaf afirma que, para evitar que a AP o faça, Israel concordou em libertar 104 prisioneiros, a maioria deles cumprindo sentenças de prisão perpétua por assassinato.

 CAPÍTULO IV - O Que Todos Deviam Saber

Os Árabes NÃO QUEREM, nem NUNCA quiseram a paz com Israel. Em 1948 as Nações Unidas (ONU) adoptaram a sua resolução 181, criando o Estado de Israel na Palestina, dando aos judeus apenas 18% do território que sempre lhes pertencera por direito, e os outros 82% foram destinados aos árabes. Isto pode parecer pouco e injusto, mas, para os judeus, que sofriam com o antissemitismo em todo mundo, foi um presente sem par. Mas os árabes (não os palestinos em si, mas todas as demais nações árabes) recusaram e quiseram todo o território palestino para si. Assim se iniciou o conflito árabe no Médio Oriente.

CONFIRA:

A França Endemoninhada



Nicolas (direita) e o seu meio irmão Jean Daniel, são franceses convertidos ao Islão, que viajaram da sua cidade natal de Toulouse para participar na jihad na Síria. Como estes dois, há centenas de europeus que estão fazer o mesmo - e que voltarão!

A religião laica dos nossos dias pôs a Esquerda no lugar de Deus, e a Direita no que cabia ao Diabo. A Esquerda é o Bem, o Belo, o Bom, a Esquerda é inquestionável, de tão infinita e absolutamente boa e perfeita que é. A Direita é, de forma igualmente inquestionável, o Mal. E ponto final.

Quando a Esquerda vence eleições, o povo é bom e é sábio. Quando a Direita vence eleições - como agora em França -  o povo está sob um sortilégio qualquer. Deixou-se levar.

É esta a mensagem dos media no dia de hoje, em que Manuel Valls passou a ocupar o lugar de François Hollande, em resposta ao descalabro eleitoral da esquerda francesa. Na TV, rádio, jornais, o traço mais "odioso" com que a direita francesa, vitoriosa, é apresentada, é o seu plano de controlar a imigração. Querem controlar a imigração? Então são, obrigatoriamente, racistas e xenófobos! - é essa a mensagem que passa.

A EUROPA ESTÁ EM GUERRA CIVIL:



Este é um documentário entre muitos. Procurem e encontrarão muito mais. Consultem o Observatório da Islamização da Europa, por exemplo.

Sugiro aos leitores que procurem documentários e estudos sobre a islamização da França e da Europa, que consultem os dados do Observatório da islamização da Europa, para perceberem a razão deste voto. Em França os muçulmanos são 10%, não se integram, não respeitam os nossos valores e são supremacistas, causando toda a espécie de desordem social. Valls é contra isso, e é por isso que os muçulmanos já reagiram com manifestações violentas, e é por isso que antissemitas tentam, como de costume, desviar as atenções para os judeus e para Israel, como se estes tivessem alguma "culpa" de a Europa não se querer islamizar!

A Islamização da França
"Quem tem o direito de dizer que a França, dentro de trinta ou quarenta anos não vai ser um país muçulmano? Quem tem o direito neste país de nos privar disso?" - Marwan Muhammed, porta-voz do Colectivo Contra a Islamofobia na França (CCIF), Paris.
    O ministro do Interior Manuel Valls disse que estava "chocado" com um relatório RTL Radio que estima que mais de 40 mil carros são queimados em França a cada ano.

A população muçulmana de França chegou a um valor estimado de 6,5 milhões em 2013. Embora a França proíba por lei a recolha de estatísticas oficiais sobre a raça ou a religião dos seus cidadãos, esta estimativa é baseada na média de vários estudos recentes que tentam calcular o número de pessoas em França, cujas origens são de países de maioria muçulmana.

Esta estimativa conclui que a população muçulmana de França é agora cerca de 10% da população total do país de cerca de 66 milhões. Em termos reais, a França tem a maior população muçulmana na União Europeia.

Não surpreendentemente, o Islão e a questão da imigração muçulmana foi um tema sempre presente nas manchetes de jornais durante 2013. Em termos práticos, o debate sobre o Islão na França tem-se centrado principalmente em questões sobre identidade francesa, o secularismo e nas questões relacionadas com segurança.O que se segue é uma revisão cronológica de algumas das principais histórias sobre a ascensão do Islão na França durante 2013:Em 1 de Janeiro de 2013, o ministro do Interior Manuel Valls anunciou que um total de 1.193 carros e camiões foram incendiados em toda a França na véspera do Ano Novo. Ele também disse que estava "chocado" com um relatório RTL Radio  que estima que mais de 40.000 carros são queimados em França a cada ano.



Manuel Valls no dia 1 de Janeiro  anunciou o saldo da noite de S. Silvestre: 1 193 veículos queimados. É assim todos os anos. A passagem de Ano é uma festa dos "infiéis"... - Veja também "O Al Reveillon em França"

Valls rompeu com a tradição recente, ao anunciar publicamente o número de queimadas de carros porque "o povo francês deve saber a verdade".  O seu antecessor, o ministro do Interior, Brice Hortefeux, decidiu em 2010 esconder do público o número de queimadas do carros, pois isso teve o efeito de incentivar a concorrência entre grupos rivais de jovens muçulmanos, determinados em ver qual deles pode causar mais destruição. 
Queimadas de carros são cada vez mais comuns em todas as cidades francesas e são frequentemente atribuídos a jovens muçulmanos que residem em bairros suburbanos conhecidos como banlieues. As autoridades francesas estão especialmente empenhadas em evitar uma repetição dos motins em 2005, quando as mortes de dois adolescentes muçulmanos no banlieue de Clichy-sous-Bois, perto de Paris, provocou semanas de saques e queimas de carros, e levou à imposição do estado de emergência. 
Enquanto isso, os jihadistas em França e em outros lugares do mundo, debateram como responder a um livro de biografias em Banda Desenhada do profeta Maomé, publicadas a 2 de Janeiro pelo jornal satírico francês Charlie Hebdo. 
De acordo com a inestimável Instituto de Pesquisa dos Media do Médio Oriente (MEMRI), que traduziu as mensagens do twitter árabes de vários jihadistas, as sugestões incluem: "matar os embaixadores da França, assim como os líbios 'viris' mataram o embaixador dos EUA em Benghazi, a realização de operações semelhantes ao 11/9, ou aos atentados de Londres de 7 de Julho de 2005, e aos de Madrid, 11 de Marco de 2004, porque apenas ataques desse tipo iriam dissuadir e derrotar os 'cruzados'; realizar assassinatos, a realização de ataques suicidas junto ao edifício do Ministério da Informação francês; a realização de manifestações diante das embaixadas francesas, especialmente no Egipto, porque [supostamente] foi provado que o público egípcio pode influenciar todo o público árabe". 
Também foi sugerido que a Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) matasse os reféns que possui, e que qualquer um que pode matar um cidadão francês e deve fazê-lo sem hesitação.

Os escritórios de Paris do Charlie Hebdo foram destruídas num incêndio criminoso em Novembro de 2011 depois de a revista ter publicado uma caricatura de Maomé na sua capa. O ataque marcou uma grave escalada de uma guerra islâmica de longa duração sobre a liberdade de expressão na Europa.

Também em Janeiro, a França enfrentou ameaças de muçulmanos furiosos depois de os militares franceses terem feito operações contra insurgentes islâmicos no norte do Mali, uma ex-colónia francesa, a 11 de Janeiro.

 

Em entrevista ao jornal francês Le Journal du Dimanche, o responsável pelo anti- terrorismo de Paris, Marc Trévidic, disse: "Nós temos uma comunidade muito grande do Mali em França, mas também da África subsaariana como um todo. Estes muçulmanos negros franceses, que sofriam o racismo latente da parte dos árabes, terão pela primeira vez encontrado a sua jihad."

Trévidic acrescentou: "Existem todos os ingredientes para que haja repercussões no nosso solo. A França está a apoiar aqueles que querem intervir militarmente em Timbuktu. Então, nós somos o inimigo e somos identificados como tal". . . Ele também disse que os franceses têm que se acostumar à ideia de que o terrorismo veio para ficar e não pode ser erradicado. "Nós temos que aceitar esta realidade sem ilusões. Isso significa que temos de aceitar que os ataques terão sucesso e haverá mortes" - disse Trévidi.
Islamistas realizaram uma manifestação em frente à embaixada francesa em Londres para protestar contra a campanha militar no Mali. Em vídeo postado no YouTube em 20 de Janeiro, um islamista britânico foi filmado a proclamar:
    "Olhem para a vossa própria porta, na França. As próprias mulheres francesas estão a abandonar o seu Cristianismo e a vestir hijab e burqa ... Os nossos olhos estão em Paris ... Não vamos parar até que o mundo inteiro seja regido pelo Islão".
    "Governo francês, deixa que te faça um aviso, ou um conselho. Façam o que fizerem, não irão parar o exército dos muçulmanos. Vocês nunca deterão os muçulmanos, porque esta nação é muito grande para ser interrompida. Esta nação [ muçulmana ] é como uma onda. Quando ela começa, ele não pára, e vai conquistar o Leste e o Ocidente, porque essa é a profecia do nosso profeta Maomé."
    "O que estamos a dizer ao [ presidente francês ] François Hollande é que os muçulmanos em todo o mundo não vão descansar até que o Islão domine a França, até que o Islão domine o mundo inteiro. O Islão não vai dominar apenas o Mali, o Afeganistão, a África, mas também a França, Paris, François Hollande e a Inglaterra! (...)
    "O movimento islâmico tornar-se-á um sistema de vida debaixo dos vossos narizes. As vossas mulheres, as mulheres francesas, o povo da França, vai viver sob o movimento islâmico, mesmo se não gostar dele. A maioría dos moradores de Paris são muçulmanos. Se Allah quiser, todos os franceses serão muçulmanos!".

 

 
Uma sondagem publicada no jornal  Le Monde, de Paris, em 24 de Janeiro, revelou que 74% dos cidadãos franceses vêem o Islão como "intolerante" e "incompatível" com os valores franceses. A sondagem, realizada pela Ipsos, também descobriu que 70% dos entrevistados disseram que estrangeiros demais na França, e 67% disseram que não se sentem em casa na França.
O artigo continua aqui.

Na ausência de respostas da parte dos partidos do sistema, agarrados ao politicamente correcto, os eleitores defendem-se como podem da islamização galopante da Europa. Em França, na Suíça, em todo o lado.

O TERRORISMO ISLÂMICO GLOBAL:

Jornalista egípcio quer processar Israel pelas Dez Pragas


ATENÇÃO: para um melhor efeito, ponha a música tocar antes de começar a ler:



Esta chegou-nos via Lura do Grilo:
Ahmad al-Gamal exigiu ao governo egípcio que peça indemnizações pelas punições descritas no livro de Êxodo


Alguém está a levar o livro do Êxodo um pouco a sério demais. Um jornalista egípcio de nome Ahmad al-Gamal exigiu que o seu governo processe o Estado de Israel e o povo judeu pelos danos causados ​​pelas dez pragas bíblicas descritas no livro de Êxodo. O seu pedido aparece de forma suspeita antes dos festejos da Páscoa.
Ao que parece, a escravização do povo judeu não justificaria que Deus tivesse agido daquela forma.
Al-Gamal escreve para o jornal egípcio Al-Yawm Al-Sabi. Em 11 de Março, ele escreveu:"Nós queremos uma compensação pelas pragas que foram infligidas sobre nós, como resultado das maldições dos antepassados ​​dos judeus sobre os nossos antepassados, que não mereciam pagar pelo erro que o  governante do Egipto na época, o Faraó, cometeu".
Sem palavras.

Al-Gamal está a referir-se, é claro, à história de Moisés, conduzindo os judeus para fora do Egipto e da escravidão,
em que Deus lançou dez pragas sobre a terra até que o faraó finalmente "deixasse o povo partir".
Por que é que o povo judeu deve pagar indemnizações pelos actos de Deus, quando, obviamente, eles não criaram as dez pragas, de acordo com a história do Êxodo, al-Gamal não menciona.
Como todos sabemos, as pragas incluem a da água que se transforma em sangue, uma praga de rãs, piolhos, moscas, animais silvestres, gado morto, furúnculos, a morte do filho primogénito, gafanhotos, trevas, e as tempestades de fogo.
"Porque o que está escrito na Torá prova que foi o faraó que oprimiu os filhos de Israel, e não o povo egípcio", escreveu Gamal. "Mas eles infligiram-nos a nós a praga de gafanhotos, que não deixaram nada inteiro, a praga que transformou as águas do Nilo em sangue, para que ninguém pudesse beber delas por um longo tempo, a praga da escuridão que manteve o mundo escuro dia e noite, a praga de rãs, e a praga da morte dos primogénitos, ou seja, todas as primeiras crias nascidas de mulher ou animal, e assim por diante".
Al-Gamal também está a incentivar o governo a processar o Estado judeu e a exigir indemnização sob a forma de "materiais preciosos" usados ​​pelo povo judeu durante esses tempos.
"Nós queremos uma indemnização em ouro, prata, cobre, pedras preciosas, tecidos, couros, madeira, carne de animais, peles, lã, e outros materiais que eu vou mencionar, ao citar a Torá. Todos estes são materiais que os judeus usavam nos seus rituais. Estes são recursos que não podem ser encontrados no deserto, a menos que os levassem antes da sua partida."
O perturbado jornalista  também está a ameaçar a Turquia pela invasão do Egipto durante o Império Otomano, no século XVI; a França pela invasão de Napoleão, em 1798; e a Grã-Bretanha pelos seus 72 anos de ocupação. 
Embora tal pedido seja considerado ridículo no Ocidente, é difícil dizer se o governo egípcio vai levar esta demanda a sério.

- Achou graça? Talvez não ache tanta depois de ler este post!

- Curiosamente, o jornalista não se pronuncia sobre as sangrentas invasões muçulmanas que islamizaram à força uma fatia impressionante do globo. Aqui na Europa duraram séculos, e deram uma trabalheira a rechaçar. Mas isso, já se sabe, é a jihad, a guerra santa que leva a luz do Islão aos infiéis...

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Actualização:  Há aqui a registar um desenvolvimento verdadeiramente surrealista! Juramos ter pensado esta era a mentira de 1º de Abril do Shalom Life, mas começamos a temer que seja mesmo verdade! Pelo sim, pelo não, uma leitora do Shalom Life sugere que os judeus peçam uma indemnização aos egípcios pelo trabalho escravo na construção das pirâmides! Que todas as desgraças fossem estas, mas estamos verdadeiramente curiosos. Se for verdade, não nos espantaria. Vide, por exemplo:

Mulher que vai ao mar, vai adulterar!