quinta-feira, 27 de março de 2014

O Tabu


Todos os dias, nos telejornais, lá vem a mesma mastigação e regurgitação de eufemismos sobre o caso do avião desparecido. Acompanhada de imagens de senhoras muçulmanas de véu a escreverem mensagens de apoio no placard que está no aeroporto. Nos jornais, nas rádios, nos discursos institucionais, o mesmo tabu...

 


Ainda ninguém sabe o que aconteceu. Há uma série de indícios de que o piloto pode ter estado envolvido no desaparecimento do avião, e de que pode ter havido intenção maliciosa, mas nada é ainda conclusivo. O governo da Malásia tem sido de nenhuma utilidade, com o seu sigilo constante, evasivas e meias-verdades. Porquê? 

A administração Obama, a nível interno e externo, baniu qualquer referência e proibiu qualquer investigação ao terrorismo islâmico (em próximos posts falaremos mais uma vez desta operação Estalinista de Barack Hussein Obama, sempre em defesa do Islão; fique atento).

Chuck Hagel, o responsável norte-americano pela Defesa, vem com um discurso que faz inveja ao hermetismo e meias verdades de qualquer ditadiura que se preze:

"Hagel: o terrorismo não está descartado no caso do desparecimento do avião da Malásia Airlines"
Bridget Johnson para PJ Media, 26 de Março
 Quando questionado especificamente numa conferência de imprensa com o seu homólogo britânico no Pentágono, hoje, o secretário de Defesa Chuck Hagel disse que ainda não está descartada a possibilidade de o desaparecimento do voo MH370 da Malásia Airlines ter sido um acto terrrorista.

    "Eu acho que neste momento não podemos descartar nada. Acho que temos de continuar a pesquisar. E os Estados Unidos continuam empenhados", disse Hagel .

    Hagel observou que os EUA têm aeronaves a operar entre a Malásia e a Austrália, para ajudar na busca.

    "Até que tenhamos mais informações, não sabemos", acrescentou .

    Sobre o que este desaparecimento implica em termos de segurança interna, Hagel disse: "Eu acho que qualquer país - e eu só posso falar pelos Estados Unidos - está sempre em evolução, e está sempre a descobrir novos desafios e ameaças e a tentar antecipá-los."

    "Essa é a nossa missão, a segurança deste país, trabalhamos para isso com todos os nossos parceiros interagências, serviços decretos e segurança interna", disse ele . "O mundo está perigoso. Nós reconhecemos isso. Há novas ameaças que constantemente nos chegam, de maneiras diferentes. Então temos que estar sempre prepararados." ...

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"Apenas palavreado vazio. Até que Hagel e o resto dos responsáveis pela segurança em Washington comecem a falar honestamente sobre a ameaça da jihad, todos nós somos vulneráveis ​​ e estamos à mercê de qualquer ataque, porque a administração Obama não quer admitir que o terrorismo islâmico possa ser fonte de um ataque."
Robert Spencer/ Jihad Watch

quarta-feira, 26 de março de 2014

Israel "inventa" água

Ah, estes israelitas! Estes... "zionistas"!!! Haverá limites para a malvadez desta tenebrosa "potência expansionista" de 20.770 km² ? Para este povo "obcecado pela guerra", que leva todos os dias com mísseis, atentados bombistas, atiradores furtivos e terrorismo sortido, e fica quietinho? Veja-se o que os marotos tramaram agora: 



 Extrair água do ar de forma eficaz e económica, mais uma novidade científica Made in Israel!

Pense nas consequências desta descoberta enquanto saboreia um Soda-Stream! :-)

A empresa israelita de tecnologia de água Water-Gen, que desenvolveu uma técnica para criar água potável a partir do ar, está a fornecer a sua tecnologia às unidades militares de sete países, incluindo os EUA, informou recentemente a PolicyMic.

Geradores de água solares, ou movidos a energia eléctrica, que podem apoiar-se no chão ou em veículos, produzem entre 10 a 20 litros de água limpa, fria e potável, por dia. A empresa, baseada em Tel Aviv, projectou originalmente a unidade geradora para hidratar tropas em situações de combate extremas.

O processo começa com uma unidade de filtragem que extrai a humidade do ar e funciona como um desumidificador de ar para remover as toxinas do ar húmido. O ar limpo, então, entra no GENius, o sistema que produz a água a partir da humidade. A água é recolhida na parte inferior da unidade, e enche os tanques antes de fluir para uma torneira. 
"Tirar a água da atmosfera não era feito eficazamente. A tecnologia não mudou durante muitos anos. Era feito com base em suposições, a tecnologia era ineficiente e era muito caro" , disse David Gillo, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Water-Gen. "Tornámos esta tecnologia eficiente, economizadora de energia e acessível, por isso está a ser levada a sério."
Assista à reportagem da Reuters:

É por estas e outras que os islamonazis os atacam! E depois admiram-se! Se em vez de se dedicarem a melhorar a vida e a saúde da Humanidade, se dedicassem ao terrorismo, seriam respeitados, amados e temidos pelo mundo inteiro!

www.water-gen.com

Henrique Cymerman no 'Alta Definição'


PROGRAMA COMPLETO AQUI. 

terça-feira, 25 de março de 2014

BUM! 40 virgens de olhos negros!


Imagens do vídeo censurado em que o terrorista suicida se despede dos pais

"Ao longo do vídeo, nem pai, nem mãe, nem filho, expressam qualquer tristeza, nem as vozes lhes tremem. Eles não choram." Por que deveriam chorar? Eles acreditam que o seu filho vai para o Paraíso, conforme diz o Alcorão: "De facto, Allah adquiriu dos crentes as suas vidas e as suas propriedades, e em troca eles terão o Paraíso. Eles lutam pela causa de Allah, para quem eles matam e são mortos." ( 9:111 )
O vídeo foi removido do youtube (censurado), mas  fica esta lista de reprodução, com vastos exemplos do que é a doutrinação no ódio e no terrorismo às crianças muçulmanas, o incentivo a matarem e morrerem em nome do seu deus Allah:



"Pais sírios enviam filho para a morte"
Dalit Halevy para Israel National News , 24 de Março
   A Jabhat al-Nusra, uma organização salafista síria que se identifica com a Al-Qaeda, carregou no YouTube um vídeo documentando os preparativos de um dos seus membros para uma missão suicida, em Edra, a leste de Damasco. A missão levou à invasão de posições do exército sírio e à captura de oficiais e soldados do exército sírio.

    O homem-bomba foi filmado com o pai e a mãe, ao lado de um veículo blindado, que tinha sido carregado com barris cheios de explosivos, pesando várias toneladas. Sua mãe, vestindo um niqab, com apenas uma fenda para os olhos, expressou o seu apoio à missão suicida do filho. Ela disse que tinha vindo para acompanhá-lo ao seu próximo casamento com as virgens de olhos negros que o aguardam no Paraíso. E recomendou às outras mães que seguissem o seu caminho.

    O pai disse que a missão suicida é, na verdade, um casamento, e um acto de obediência à Palavra de Allah, que faz com que a pessoa que o realiza seja elegível perante Allah. Expressou a esperança de que Allah iria reconhecer o seu sacrifício e perdoar-lhes os pecados. O pai recomendou a todos os pais, não para evitarem que os seus filhos embarquem na jihad, antes lhes lembrou que um muçulmano que morre no caminho de Allah vai ter o direito de defender 70 dos seus parentes perante Allah, para que eles também possam entrar no Paraíso.

    Ele acrescentou que, de acordo com o Islão, ninguém deve apegar-se à vida presente, mas aspirar a alcançar a vida após a morte no Paraíso, onde os crentes são recompensados ​​pelos seus actos. Pediu a Allah para permitir que o seu filho tivesse sucesso na sua missão suicida.

    O terrorista agradeceu aos seus pais pela educação que lhe deram e por o terem preparado para ir para na missão suicida, como parte da jihad. Ele disse que os seus irmãos lutaram na Afeganisitão (sic), um irmão foi morto no Iraque, e outro na Síria. Ele acrescentou que não tem medo, já que o seu único medo é do fogo do Inferno.

    Ao longo do vídeo, nem pai, nem mãe, nem filho, expressam qualquer tristeza, nem as vozes lhes tremem. Eles não choram.


    O vídeo termina com o terrorista a atirar o veículo blindado em direcção ao seu alvo e a explodi-lo.

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Um leitor antissemita disse aí noutro dia que nós "não apresentamos factos", que só falamos de "incidentes isolados" (!!!)

Desde o 11 de Setembro de 2001, 22671 ataques terroristas islâmicos documentados. É muito "incidente isolado"!

Imagine-se que a mesma cena tinha sido levada a cabo em obediência ao Budismo, ao Cristianismo, ao Hinduísmo, ao Judaísmo, ou a qualquer outra religião. Imagine-se por exemplo que tinha sido uma família de Testemunhas de Jeová de Amsterdão. Ou de sikhs de Londres. Ou de católicos de Vila Nova de Gaia. Abriria todos os telejornais durante dias a fio e seria sempre lembrada. Assim, nem é notícia.

segunda-feira, 24 de março de 2014

IDF soma êxitos, graças a Deus!



Com uma área minúscula e recursos limitadíssimos, o pequeno Estado de Israel continua miraculosamente a bater o pé às superpotências do terror global. Que Deus abençoe estas raparigas e estes rapazes, que dão tudo - até a própria vida - em defesa da Liberdade e da Democracia, que são a guarda avançada do Mundo Livre contra o terrorismo e o supremacismo islâmico, que retribuem a incompreensão e o ódio que muitos lhes dedicam, com a dedicação total à causa do Bem.

O IDF (Forças de Defesa de Israel) desmantelou o mais longo túnel de terrorismo de Gaza descoberto até hoje. "Este túnel era destinado a ligar directamente Israel e Gaza, de modo a permitir que os terroristas do Hamas atacassem civis israelitas", disse o tenente coronel Peter Lerner, porta-voz do Exército israelita. "Túneis como este são construídos para ajudar os terroristas na execução dos seus atentados. Os terroristas de Gaza têm utilizado esses túneis para infiltração, assassínio e rapto de cidadãos israelitas."


Um aspecto do túnel agora desmantelado 

- Não se devem fazer esperar as vozes indignadas a condenar a destruição de mais este túnel. No entendimento dos supremacistas islâmicos, dos nazis e dos antissemitas em geral, a auto-defesa de Israel é um atentado aos Direitos Humanos dos terroristas - o direito de matar israelitas, pois então!

Só nas últimas semanas já tivemos vozes indignadas a condenarem a destruição destes túneis de terrorismo pelo IDF:



Já tivemos também a intercepção de um carregamento de armas para Gaza, vindas do Irão, operação que deixou os do costume num estado de fúria digno de dó:



E tivemos também um ataque massivo de mísseis de Gaza contra Israel  - que muito alegrou os palestinianistas. Mas o IDF, desmancha-prazeres incorrigível, resolveu responder, o que lhe tem valido a reacção raivosa do costume, nomeadamente da parte da Imprensa dominante:


E quem são os heróis? Não são robocops nem drones, são gente como a corajosa Monaliza Abdo, cidadã israelita, de etnia árabe, que, como nós, detesta ver as minorias serem oprimidas. Como tal, E ainda que não sendo obrigada, alistou-se no IDF para combater o terrorismo antissemita. Não foi apenas Israel que ela foi defender, mas o Mundo Livre em geral. Agradeça-lhe!

 

domingo, 23 de março de 2014

Plantar Árvores em Portugal e Israel

"Ex-aluno doou à UTAD exemplares de carvalhos que germinaram de bolotas que colheu do chão do campo de concentração, na Polónia." 

PÚBLICO

Uma bela ideia, e poética. Agora que a Primavera chega a Portugal e a Israel, a esperança em melhores dias renova-se.


"Assista ao espectáculo das árvores de fruto em flor em Israel, expressões magníficas de graça e beleza!  
Esta é uma oportunidade para contribuir para a beleza física e espiritual da Terra de Israel. As suas árvores serão plantadas em toda a Terra de Israel, do norte ao sul.

Algumas das árvores serão plantadas perto das cidades que foram mais atingidas pelos mísseis dos terroristas. Nova vida vai brotar nos lugares de destruição.

No ano passado, respondemos aos milhares de mísseis disparados de Gaza com o plantio de mais de 2000 árvores frutíferas no sul de Israel. Mísseis de morte foram transformados em nova vida!"
Pode contribuir para esta iniciativa da organização United With Israel
INSPIRE-SE:

Euronews Difama Israel

Mensagem de um leitor na nossa caixa de comentários:
A Euronews, o canal de notícias que eles dizem ser "o mais visto em toda a Europa", é mais um desses meios racistas anti-semitas que fomentam o ódio contra Israel e amenizam e desculpam os terroristas islâmicos. Ver aqui o sentido de distorção demagógica desta notícia: http://pt.euronews.com/2014/03/22/israel-mata-mais-3-na-limpeza-etnica-nos-territorios-palestinianos/
Concordamos, e convidamos os leitores a denunciarem sempre estes abusos no site HonestReporting.



Três palestinos foram mortos durante um ataque israelita ao campo de refugiados de Jenin para deter o terrorista do Hamas Abu Hamza el-Heija. El-Heija, descrito pelo IDF como uma "bomba-relógio", era procurado há meses e estava supostamente em fase final de planeamento de um grande ataque a tiro contra os israelitas. El-Heija abriu fogo contra as forças do IDF depois de se ter recusado a render-se, e foi morto no tiroteio que se seguiu.
O que isso significa no esquema mais amplo das coisas? Avi Issacharoff escreve:


"O facto de os media árabes não estarem muito interessados, de as forças de segurança da Autoridade Palestina não se envolverem, e de que as tropas israelitas estarem a entrar nos campos - todos esses factores são susceptíveis de agravar a raiva nos campos. As condições económicas são más, também, e os moradores sentem-se negligenciados pela Autoridade Palestina. Tudo isto está a criar uma geração inteira pronta para lutar, tanto contra a Autoridade Palestina e contra Israel - ou seja, para embarcar numa terceira intifada. Para matar e ser morto, como Hamza Abu al-Hija.

Existem dezenas mais de "Hamzas" em Jenin, nos campos de refugiados de Balata e Askar (perto de Nablus), mesmo em Kalandiya, fora de Jerusalém. A primeira intifada começou nestes lugares, e começou entre os jovens desta faixa etária." 

de Honest Reporting

Mas o problema não é o islão...

Este post surge na sequência dos gritos, mais uma vez histéricos, de um "jornal", que já teve melhor cara, acerca de uma pretendida isenção que, nos USA, buscam algumas empresas no que concerne a obrigatoriedade de terem que comprar seguros médicos que cubram o contracepção do dia seguinte (mesmo quando os seus trabalhadores já nem estão na idade de se reproduzirem). Deixemos de lado as mentiras patentes no artigo em questão, mas não deixemos de perguntar qual o motivo de tal "jornal" dar mais relevo a uma notícia acerca da relação, que em nada tem de relevante para Portugal,entre o Cristianismo e um estado (os USA) e deliberadamente omite estoutra relação muito mais pertinente para todos os seus leitores: tribunais britânicos devem passar a aceitar testamentos discriminatórios face às mulheres e não-muçulmanos. Será que tal omissão se deve ao facto de não querer dar uma má-imagem à religião da paz, da tolerância e (como diz o cume da hipocrisia taqiyyana, o sheik David Munir) da moderação?


Não sabemos. Mas talvez algumas outras pistas nos possam indicar uma resposta a tal pergunta. Vejamos quais são estas pistas, dando apenas uma rápida vista de olhos a um tema muito querido nesse jornal: os direitos dos homossexuais.

Tal "jornal" insurge-se contra uma lei anti-gay (apoiada por muçulmanos) promulgada no Uganda que condena à prisão perpétua quem for homossexual, mas nada diz acerca de uma proposta de lei submetida por políticos islâmicos no Malawi que, a ser aprovada, daria morte a quem fosse gay.

Tal "jornal" exulta que o Dalai Lama não condene a homossexualidade como aparentemente é feita pelas religiões ocidentais (quais?), mas nada diz acerca de um destacado líder islâmico britânico (que convenceu a BBC a não emitir um programa sobre a homossexualidade e o islão para não denegrir os muçulmanos) que apela à morte dos gays.

Tal "jornal" alegra-se que nos USA tenha sido aprovada uma lei que impede que (evidentemente os cristãos) invoquem a liberdade religiosa para não atenderem pessoas gays, mas nada diz acerca das leis "palestinianas" que condenam à morte os gays (e que fazem com que estes peçam direito de exílio, não aos tolerantíssimos países islâmicos, mas ao "grande inimigo" que é Israel).

Que sugerem estas pistas acerca daquela nossa anterior questão?

sexta-feira, 21 de março de 2014

ანრი ჯოხაძე და ვერიკო ტურაშვილი - Hava Nagila

Há Havas para todos os gostos. Esta pode não ser muito consensual, mas as imagens são uma maravilha.

Shabbat Shalom. Um bom fim-de-semana, com a graça de Deus, para todos os nossos amigos e também para os nossos inimigos, para os crentes e para os não crentes.



Hava nagila = Let's rejoice
Hava nagila = Let's rejoice
Hava nagila v'nismeḥa = Let's rejoice and be happy
(Repeat stanza)

Hava neranenah = Let's sing
Hava neranenah = Let's sing
Hava neranenah v'nismeḥa = Let's sing and be happy
(Repeat stanza)

Uru, uru aḥim! = Awake, awake, brothers!
Uru aḥim b'lev sameaḥ = Awake brothers with a happy heart
(Repeat line 4 times)

Uru aḥim, uru aḥim! = Awake, brothers, awake, brothers!
B'lev sameaḥ = With a happy heart

Comandante do IDF: "Devemos retomar Gaza"

Parece que os israelitas andam a ler aqui o Amigo de Israel. Noutro dia, neste post, manifestei a minha reprovação em relação à paciência de... santo, e à passividade dos israelitas., e afirmei que, se fosse comigo, já tinha varrido a feira à paulada.

Benny Gantz: "Devemos retomar Gaza"

Em face das hostilidades da semana passada por parte da Jihad Islâmica, o Chefe de Gabinete o IDF, Benny Gantz, estabelece o desafio.

Durante uma apresentação na quarta-feira numa escola secundária em Gan Yavne no sul de Israel,
Benny Gantz,
Chefe de Gabinete do IDF foi desassobradamente franco.
"Se queremos garantirque parem os ataques, precisamos retomar Gaza", afirmou.Questionado sobre porque é que as forças do IDF não o fizeram já, ele disse: "A decisão de "dormir sobre o assunto é um movimento estratégico." 
Esta voz é a mais recente de um coro de apelos da liderança israelita de que chegou o momento de agir decisivamente. 
"A única solução para esta situação do ciclo incessante de terror é a reocupação de Gaza e o desalojamento dos terroristas", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Avigdor Lieberman, quando da Jihad Islâmica disparou mais de 90 mísseis contra o sul de Israel na semana passada. 
As suas palavras ecoaram as do ministro da Administração Interna de Israel, Yuval Steinitz, que afirmou: 
"Mais cedo ou mais tarde, teremos de assumir o controle de Gaza, a fim de acabarmos com o regime do Hamas".
 Israelitas observam danos causados por um míssil (Foto: Flash90 ):

 


Quarta-feira passada os terroristas dispararam mais de 60 mísseis no espaço de 24 horas contra o sul de Israel a partir da Faixa de Gaza. Em resposta, Israel realizou 29 ataques aéreos contra bases terroristas ali localizados. Na quinta-feira à tarde, o líder da Jihad Islâmica Khaled al- Batsh anunciou um cessar-fogo.

"Na sequência de contactos intensivos com os egípcios e de diversos esforço, a calma foi restaurada de acordo com entendimentos alcançados em 2012 no Cairo", disse Gantz no Facebook.
 
Imediatamente após o acordo de cessar-fogo, a Jihad Islâmica atacou Israel com mais de uma dúzia de mísseis. A Força Aérea israelita reagiu, alvejando 7 bases de terroristas.
Apesar de ter sido a Jihad Islâmica e não o Hamas não que iniciou esta ofensiva terrorista, hostilidades, é o movimento terrorista Hamas que controla a Faixa de Gaza.
A Jihad Islâmica tem fortes laços com o Irão e é a segunda mais forte facção em Gaza. O Hamas, conquanto hostil ao Estado judaico, tentou, em grande parte, manter o cessar-fogo ao longo dos últimos 16 meses. Consta que, na esperança de evitar um conflito mais amplo, não se juntou a estes ataques com mísseis. No entanto, eles não impediram a Jihad Islâmica de atacar o sul de Israel.
Autor: David Fink, Colaborador de Unidos com Israel
Data: 20 de Março de 2014

Alguns vídeos do IDF (Forças de Defesa de Israel); pode assistir e deixar seguir as listas de reprodução: Os ataques da semana passada; a intercepção do carregamento de armas para Gaza, vindo do Irão; mais um túnel dos terroristas desmantelado pelo IDF (usam-no para vir fazer ataques em Israel); uma média de um míssil a cada 7 horas vindo de Gaza, na última década.

E também: senhora australiana descobre o que Gaza é na realidade, chocada com o incentivo aos bombistas suicidas infantis; tortura de animais, um passatempo em Gaza; líder "palestino" Mamhoud Abbas louva Hitler, o terrorismo, os bombistas suicidas; programação infantil em Gaza: mãe vai à TV com o filho, anunciar que vai fazer-se explodir; propaganda na TV de Gaza apelando a que os muçulmanos se façam explodir; comício do Hamas em que se louva o terrorismo, a morte, o ódio, a destruição; milionários de Gaza absorvem a "ajuda estrangeira" e levam estilos de vida faraónicos, enquanto incentivam o povo a matar-se.

NOTE, SFF, QUE ISTO É UMA AMOSTRA MINÚSCULA DO QUE É O TERRORISMO ISLÂMICO CONTRA ISRAEL, EM ESPECIAL O QUE VEM DE GAZA, TERRITÓRIO DADO DE MÃO BEIJADA AOS ÁRABES, E DESDE ENTÃO USADO COMO PLATAFORMA PARA ERRADICAR ISRAEL DO MAPA. SOB A MÃO LABORIOSA DOS ISRAELITAS, GAZA ERA UM JARDIM, TINHA INFRA-ESTRUTURAS PARA SER UMA SINGAPURA DO MÉDIO ORIENTE. EM MENOS DE 24 HORAS FOI TUDO DESTRUÍDO PELOS ÁRABES, QUE  VIVEM NA DEPENDÊNCIA DE ISRAEL, QUE LHES FORNECE TUDO, E RETRIBUEM COM TERRORISMO!


 

E ainda: que país no mundo aguenta ter diariamente os infantários atacados por mísseis vindos do outro lado da fronteira, e ainda é condenado internacionalmente? Faça (ou não faça) o que fizer, Israel pode sempre contar com o ódio dos islamistas, dos nazis, dos anti-semitas e da generalidade da esquerda. Então, vamos a isso, Israel!Vamos recuperar Gaza, Judeia e Samaria, e o Sinai! Que Deus abençoe quem é do Bem e leve luz à mente doente de quem se compraz no Mal.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Inglaterra: perseguição aos professores "infiéis" *****

As madrassas, as escolas onde só se aprende o Corão (geralmente à pancada). Já existem na nossa Europa, e pelo andar da carruagem, um dia, todas as nossas escolas serão assim...

Hoje, e apenas a título de exemplo, trazemos um dentre muitos casos que ilustram como o Islão está a destruir o tecido da nossa Sociedade: é longo, mas vale a pena ler. Antes que seja tarde:

 
 

"Forçados a demitir-se por fanáticos: directores escolares revelam como  foram intimidados, difamados e expulsos dos seus empregos por resistirem aos extremistas islâmicos"
Sue Reid e Lucy Osborne para o Daily Mail, 18 de Março
    Os olhos de Erica Connor arregalam-se, enquanto a lê a carta de quatro páginas supostamente descrevendo um complot de fundamentalistas muçulmanos para assumir a educação do Estado.
    O documento traz lembranças terríveis à ex-directora escolar, que ganhou 400.000 libras de indemnização, depois de fanáticos religiosos a terem forçado a sair da escola primária que amava.
    "É uma carta que me faz perceber que nada mudou nas nossas escolas", diz-nos com um sorriso triste. 'Os extremistas muçulmanos usaram uma estratégia idêntica para se livrarem de mim e quase arruinaram a minha vida.'
    No auge da campanha de ódio para a derrubar, Erica, directora da escola de New Monument, em Woking, Surrey, enfrentou uma perseguição vil por parte da hierarquia escolar, e foi difamada como uma inimiga racista do Islão, numa petição dos pais.
    Ela foi mesmo aconselhada pela polícia a usar um alarme pessoal, no caso de vir a ser atacada fisicamente. Uma tarde, só escapou por pouco de um ataque de jovens que a rodearam ameaçadoramente no recreio da escola, que fica a poucos metros da primeira mesquita construída na Grã-Bretanha, em 1889, chamado Shah Jahan ou "King of the World ".

 

Vítima de uma continuada campanha de difamação,  a professora Erica Connor exigiu 400,000 libras de indemnização após um grupo de fanáticos islamistas terem tentado que fosse expulsa

    Erica foi mais uma pessoa a exprimir as suas preocupações sobre a islamização das escolas estatais na Grã-Bretanha, juntamente com dezenas de professores, assistentes de sala de aula e funcionários de escolas, a quem o nosso jornal ouviu, na sequência da divulgação de um documento nos media.
    O documento - intitulado Operação Cavalo de Tróia - vem de Birmingham, e foi divulgado anonimamente a um jornal de domingo.
    O documento pretende delinear uma estratégia de identificação de escolas em bairros muçulmanos, livrando-os de directores não-muçulmanos, promovendo a fixação de professores estritamente islâmicos e a remoção daqueles que não são, e revela que os pais muçulmanos acreditam que a educação ocidental é perigosa para os seus filhos.
    A carta diz que Birmingham, Bradford e Manchester - cidades com populações muçulmanas em rápido crescimento - devem liderar a estratégia: "Temos a obrigação de perante os nossos filhos de cumprir o nosso papel e garantir que essas escolas são regidas pelos princípios islâmicos".
    No documento declara-se que os pais muçulmanos de linha-dura devem ser escolhidos para combaterem os directores escolares "não- crentes".
    "A maneira de fazer isso é dizer a cada um dos pais que a escola está a corromper os seus filhos com a educação sexual, a promover a homossexualidade, a obrigar os seus filhos a rezar orações cristãs e a participar em natação mista e desportos".

    "Se conseguirem que eles vão gritar para os recreios a reclamar,  pegarem nos seus filhos e os levarem, isso vai agitar outros pais."

    A proveniência do documento é desconhecida, e é impossível dizer se ele é autêntico. No entanto, o Conselho Municipal de Birmingham e o Departamento de Educação estão a levar o caso suficientemente a sério para terem lançado uma investigação, e comunicaram o conteúdo da carta à Polícia das West Midlands.


    A carta foi considerada como uma fraude por Tahir Alam - director de uma escola de Birmingham e proeminente membro do Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, que a considerou um
"truque sujo para alimentar o sentimento anti- muçulmano".

    Outros sugeriram que o documento foi escrito por professores preocupados se opõem à islamização, como "um grito de socorro para chamar a atenção do conselho escolar" - acreditando que era a única maneira de ter os seus receios legítimos levados a sério.

    Seja qual for a verdade, o documento foi divulgado e espelha a preocupação genuína dentro da profissão docente, alvo dos extremistas islâmicos.

Noshaba Hussain, uma muçulmana moderada, foi também alvo de um "bem organizado e sinistro" grupo de extremistas. 

    Deve-se ressaltar que a esmagadora maioria dos muçulmanos querem das escolas que oferecem aos seus filhos a melhor chance possível para avançarem como membros valiosos da sociedade britânica.

    Mas os professores que falaram dizem que os radicais estão a infiltrar-se nos órgãos sociais e altos cargos em escolas não confessionais e multi-credos, a fim de assumirem o controle destas.


    Eles falam de demandas por rigorosos códigos de vestuário, incluindo mangas compridas e uso do hijab para as professoras e alunas, e exigências de que as celebrações de Natal, os ovos de Páscoa e qualquer referência ao Cristianismo sejam proibidas.


    Numa escola primária das Midlands - e , supostamente em muitas outras - os lavabos dos rapazes foram transformados em lavadouros para rituais islâmicos, para que possam limpar o rosto, mãos e corpo, antes das orações islâmicas durante o dia na escola.

    Documentos relacionados com a audiência de um professor que tenta manter o seu emprego, revelaram ordens estritas dos directores escolares muçulmanos de que os alunos não ouvissem qualquer música ocidental - até mesmo o pessoal tocando piano.


    Uma ex-directora muçulmana moderada contou-nos como foi expulsa do seu trabalho por um grupo "bem organizado e sinistro" de extremistas que operam em Birmingham - onde a Operação Cavalo de Tróia terá sido concebida.

    Noshaba Hussain revelou que foi demitida do seu cargo na Escola Primária de Springfield, depois de uma campanha contra ela por um "sinistro grupo de extremistas muçulmanos".

    Ela disse: 'Eles arruinaram a minha carreira docente e tornaram a minha vida e a da minha família num inferno. Eles têm feito isso com dezenas de outros professores, e continuam a fazê-lo".


    "O grupo é fortemente anti-mulheres. Eles querem as mulheres em casa, sem trabalhar. Eu não uso o véu, sempre fiz campanha pelo direito das mulheres à educação e sou contra o casamento forçado".


    "Eles querem alunos segregados por sexo, as raparigas a cobrir o cabelo logo na escola primária e que a orientação profissional seja interdita às mulheres".


   
    Noshaba Hussain, de
69 anos, respeitada ex-assessora da Comissão
para a Igualdade do Governo - disse que os extremistas têm operado em Birmingham desde  há mais de 20 anos, sob vários disfarces, incluindo um agrupamento conhecido como a Seita Sagrada.

    "Eles têm o potencial de destruir o nosso sistema de ensino, as carreiras das pessoas e a reputação da nossa comunidade muçulmana", ela advertiu. "A maioria das pessoas está com muito medo de falar, porque eles sabem do que a Seita Sagrada é capaz, mas  eu sinto que isto tem de ser levado a sério."

    Na verdade, as pessoas têm tanto medo que é quase impossível persuadir as vítimas da infiltração islâmica linha-dura nas escolas a falar da sua situação.

    A Sra. Hussain, que perdeu o emprego há 20 anos, vê neste documento um exemplo de como se pode com êxito ser demitido pelo infiltrados. Ela disse-nos que o que aconteceu com ela reflecte exactamente a estratégia delineada na carta da Operação Cavalo de Tróia.

    "É exactamente o que me aconteceu", explicou. "Primeiro, houve pais a reclamar por eu não usar o véu, e que eu não era uma muçulmana "verdadeira", por eu não o fazer. Em seguida, começou a campanha de intimidação e assédio moral contra mim".

    "Dois meses depois, os três directores escolares que haviam sido designados, foram forçados a sair e substituídos por muçulmanos simpáticos à agenda dos 'fanáticos'", lembra.


    "Os novos directores exerceram todo o tipo de coacção sobre mim e eu perguntava-me constantemente quando é que o Conselho Escolar iria processar-me, o que acabou por acontecer".


    A Sra. Hussain, que cresceu nas Índias Ocidentais com o Inglês como sua língua materna, foi acusada de não falar Inglês correctamente, de má gestão financeira e de ter forjado as suas qualificações.
Acabou por ser despedida pelo Conselho de Educação de Birmingham, não por delito específico, mas pelo que foi descrito como uma "perda de fé e confiança por parte de órgão".

    A sua história tem paralelos com a de Michael White, ex-chefe do Departamento de Matemática na Academia de Park View em Birmingham, que há duas semanas foi objecto de uma visita surpresa de inspectores da educação, investigando alegações de que os funcionários não-muçulmanos estariam a ser tratados injustamente e as alunas intimidadas para usarem o véu, para esconder os cabelos.
    O Sr. White, de 63 ano, diz que foi forçado a sair depois de uma campanha continuada de "assédio moral e intimidação", quando tentou que islamitas completamente incompetentes ou inexperientes fossem nomeados para ensinar e para o corpo directivo. 
Ele tentou bloquear as tentativas dos directores para proibirem a educação sexual e o ensino de religiões não-islâmicas nas aulas de educação religiosa.

    O Sr. White alega que os seus problemas realmente começaram após a nomeação de Tahir Alam - o membro do Conselho Muçulmano que rejeita Operação Cavalo de Tróia como um "truque" - como presidente do conselho de directores escolares de Park View, em 1993, cargo que mantém até hoje.

    "Quando eu cheguei à escola, poucas meninas cobriam o cabelo. Poucos meses depois de o Sr. Alam chegar, quase todos o faziam. A escola também começou a transportar as meninas de e para os portões da escola em micro autocarro, enquanto os meninos foram autorizados a voltar para casa por conta própria."

   O Sr. White foi demitido por falta grave depois de ter exprimido as suas preocupações de o Islamismo estaria a controlar a gestão da escola.


    A sua carreira docente ficou em ruínas, e passou a trabalhar como electricista.

    "Foi um ataque altamente organizado, uma operação inteligente que eu fui impotente para contrariar", disse ele. "Eu não sei se esta carta do Cavalo de Tróia é real, mas é isso que está a acontecer nas nossas escolas no momento."

    Outra professora, que  trabalhava numa escola primária em Bradford, também falou ao nosso jornal. Beryl Powell disse que os seus alunos frequentavam regularmente madrassas depois da escola - que ensinam a lei islâmica e a teologia do livro sagrado, o Corão.

    Ela não tinha nenhum problema com isso, disse-nos, mas ficou preocupada quando as crianças que iam para essas aulas extra apareciam no dia seguinte com contusões, como se se tivessem sido espancadas pelos seus professores nas madrassas. Ela relatou o caso às autoridades de protecção à criança em diversas ocasiões.

  A S.ra Powell, de 66 anos, que se aposentou recentemente da sua escola, onde 99% das crianças são muçulmanos, disse que a retaliação foi brutal.


    "Descobri que alguns dos meus alunos foram levados para uma sala durante as sessões na madrassa e foram interrogados sobre se eu já os tinha agredido fisicamente. Eles disseram aos meus alunos, crianças de 7, 8 e 9 anos, para dizerem que eu os empurrava e lhes batia, o que é, naturalmente, totalmente falso." 
     Um dia, a S.ra Powell chegou à escola e encontrou as crianças surpresas por a verem ali. Elas disseram que pensavam que a professora já "estava na prisão" e que um novo professor - um homem - tinha sido designado para dar as aulas.

    Ela lembra: "Eles perseguiram-me por expor o que realmente estava a acontecer nas madrassas depois da escola. Eles acreditam que bater nas crianças por não serem capazes de ler o Alcorão é uma coisa acertada".


    O que é notável é que todos os professores nos contaram histórias muito semelhantes. Muitos forneceram evidências recentes de batalhas pelo poder nas escolas, entre extremistas islâmicos e muçulmanos moderados ou professores de outras religiões.


    Enquanto a maioria dos professores e dos pais muçulmanos na Grã-Bretanha certamente que ficará perturbada pelas acções destes radicais, tem que ser dito que um grande número de muçulmanos (muitos dos quais não falam Inglês) estão muito preocupados por os seus filhos - e, especialmente, por as suas filhas - receberem um ensino público secular ou amplamente cristão.


    Eles preferem que as meninas fiquem separadas dos meninos, não querem que elas tenham a cabeça descoberta e ofendem-se com muitos aspectos da cultura ocidental - como o uso de álcool e drogas, e o sexo fora do casamento.

    Um exemplo das crescentes tensões é uma mensagem de texto circulou em Birmingham em Setembro do ano passado, pouco antes de o respeitado director da Saltley School, Balwant Bains, ter sido demitido, por se opor aos planos dos directores islamistas que queriam proibir as aulas de educação sexual e os desportos, por serem "anti-islâmicos", e introduzir apenas carne Halal, de animais mortos de acordo com os ensinamentos do Alcorão, na merenda escolar.

Exigência de refeições com carne "halal" - animais abatidos segundo o padrão islâmico, que pode testemunhar no vídeo no final deste texto. Contrariando as políticas de bem-estar animal europeias, os animais são abatidos assim para agradar às exigências dos muçulmanos... e a carne é vendida a todos e servida a todos os alunos nas cantinas escolares. No entanto, se a algum aluno muçulmano é servida carne não "halal", ainda que por engano, o resultado é este.
    O texto, convocando uma manifestação do lado de fora da escola, uma faculdade de ciência, dizia: "Director racista! Pessoal branco racista! Ele suspende alunos muçulmanos e não suspende os não-muçulmanos. Ele suspende os professores muçulmanos não-culpados e não suspende os professores não-muçulmanos culpados".
    "Você vai deixar esse director islamofóbico (sic)  racista, Balwant Bains, levar a dele avante? Se você acredita na justiça e que todos devem ser tratados igualmente, junte-se à manifestação."
    Algumas semanas após a manifestação, o Sr. Bains, de origem sikh, foi suspenso. Enquanto isso, cinco directores não-muçulmanos de Saltley pediram a demissão nos últimos meses, e 12 dos actuais 14 directores são agora muçulmanos.

    Um relatório concluiu que o Sr. Bains teve um relacionamento 'disfuncional' com os outros directores escolares.
    No entanto, um amigo do Sr. Bains diz: "Os outros directores exigiram que Bains abolisse a educação sexual e as aulas de cidadania, porque as consideram anti-islâmicas".

    "Também foi pressionado para introduzir estudos islâmicos no currículo e alimentos Halal, apesar de Saltley ser uma escola não-confessional. Ele disse que não, e aí foi quando as coisas começaram a correr mal para ele."

    Em resposta a isso, Ahson Mohammed, professor interino da Saltley, confirmou a comida halal está agora no menu na escola, embora os estudos de educação sexual e cidadania continuem a fazer parte do currículo.

    E Erica Connor, de Woking? Ela não voltou a leccionar, e agora dirige um bem sucedido negócio de fabrico de luvas de esqui.

    No entanto, nunca vai esquecer a luta com os directores escolares islâmicos, alguns dos quais, segundo ela, receberam o conselho do Sr. Alam.
    "Eles [os pais que fizeram a petição] disseram que eu não respeitava a sua língua, os seus valores, a sua cultura, que eu queria era ganhar dinheiro. Eles disseram que eu era judia, que eu era católica romana, e que eu trouxe os missionários cristãos para a escola. Difamaram a minha equipa e a minha própria. Foi uma série de histórias inventadas".

    "Enquanto isso, as reuniões dos directores escolares de New Monument foram sequestrados por extremistas que só queriam discutir questões religiosas".

    "Em vez de se falar sobre a educação das crianças, os assuntos eram se a carne na cantina da escola fera Halal, se devia haver um código de vestuário para o pessoal, para garantir que os antebraços andassem cobertos", lembra Erica.

  "Os directores queriam chuveiros especiais nos vestiários para os muçulmanos se lavarem antes das orações. Alguns pais retiraram as suas filhas da educação física porque foi solicitado que usassem o hijab curto, pois com longos véus era impossível garantir a segurança nas aulas. É só eu resisti".
    Hoje  ela ainda é consolada pelas palavras do juiz que lhe concedeu uma indemnização, depois de uma batalha de cinco anos através dos tribunais.

    Em condenação dos activistas que forçaram esta maravilhosa professora a deixar o seu cargo, o juiz declarou: "Eles procuraram monopolizar os directores para impor a sua própria agenda ... que era converter New Monument numa escola de fé islâmica".

- Resta agora saber quando começarão as manifestações para queimar este e outros juízes que resistem ao supremacismo islâmico, e quando é que o Islão tomará conta do sistema judicial, como está a fazer do sistema de ensino.

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Terrorismo, mutilação genital feminina, espancamento e submissão das mulheres, assassínios de honra, casamentos obrigados, casamentos (e consumação) de meninas a partir de 1 ano de idade com homens adultos, decapitação dos infiéis, esclavagismo, escravatura sexual, genocídio, tortura, perseguição religiosa, segregação religiosa e racial, cultura do ódio e da "guerra santa", nada disso incomoda este tipo de muçulmanos, perpetuamente indignados por causa de, por exemplo, não ser servida desta carne aos seus filhos, nas escolas (ATENÇÃO! IMAGENS ALTAMENTE CHOCANTES!):


 

"Esta é a Grã-Bretanha que as autoridades britânicas têm imposto ao povo britânico. Esta é a Grã-Bretanha que autoridades britânicas querem.
    Esta é a Grã-Bretanha que as autoridades britânicas originaram, através das suas políticas de imigração, da sua atitude de capitulação perante o supremacismo islâmico, e da sua ânsia de aplacar os esquerdistas e supremacistas islâmicos até mesmo ao ponto de proibirem inimigos da jihad, como Robert Spencer e Pamela Geller , de entrarem no país.
   Esta é a Grã-Bretanha, que Tony Blair, Jack Straw, Jacqui Smith, Gordon Brown, David Cameron, Theresa May e uma série de outros têm promovido. E agora, todos têm que viver assim."
Robert Spencer 

O Reino Unido é dos países europeus onde a percentagem de muçulmanos já atingiu um ponto em que a liberdade dos cidadãos e a segurança pública são seriamente ameaçados. Veja o nosso post:

A Islamização da Europa e do Mundo

É-nos impossível, por falta de disponibilidade, dar conta da calamidade diária que está ser a islamização do Ocidente, da Europa, ou mesmo apenas do Reino Unido, onde se multiplicam os assassínios de honra, as patrulhas de imposição da Sharia aos infiéis, a mutilação genital feminina, os gangues de violadores de mulheres e crianças, os ataques a infiéis, os complots terroristas, a pregação do ódio, etc., etc..

O site BARE NAKED ISLAM é um dos que traz mais notícias sobre esse desolador processo de regresso do Reino Unido (e de todo o Ocidente) à barbárie medieval.

Todo esse cortejo de atrocidades é activamente encoberto pelas autoridades e pelos media de grande tiragem.