domingo, 19 de maio de 2013

130


130 mortos em quatro dias. Números que nos chegam todos os dias e que no final de cada ano perfazem genocídios. Violência entre xiitas e sunitas no Iraque. Ainda há quem entenda que a culpa é dos Americanos, não se sabe bem porque carga de água, porque os confrontos são, como sempre, motivados por questões de intolerância religiosa.

Diz um americanófobo leitor do Público:

  1. Thank America !!! 

    Reforça outro, também afeito, como os islamistas radicais e os comunistas ortodoxos, ao hábito de culpar a América por todos os males do Mundo:


  2. NAo pode ser... A Democracia nao foi levada para la pelos USA?? Como pode ser??? 

    Respondem dois leitores (que nos pouparam trabalho): 
     
    1. O problema iraquiano é um religioso e étnico. Como se viu na ex-Jugoslávia e na Índia/Paquistão, às vezes a solução é mesmo a partição territorial em estados mais pequenos. Estados multi-étnicos e multi-religiosos raramente funcionam e quando o fazem, geralmente, é sob a batuta de uma ditadura, como no caso iraquiano, em que Saddam controlava com punho de ferro quaisquer divergências sectárias e religiosas com a polícia e o exército. O mesmo se passa na Síria, na China, Sudão (agora dividido em 2). Um dos poucos casos, que me recorde agora, de sucesso é o de Singapura...

    1. Lá vêm os EUA e esqueceu-se de Israel ,a serem culpados das guerras entre facções religiosas no mundo árabe !Os EUA derrubaram um ditador, e deixaram o pais preparaddo para uma democracia . Agora se eles não querem , se preferem matarem-se uns aos outros por questóes religiosas/poder e problema deles . A maior parte do povo não quer esta guerra e preferiria viver em paz e em democracia , mas os grupos sectários armados liderados por gente que quer o poder, não deixa . Quando o fanatismo religiosos, especialmente o belicose Islamismo, está acima dos interesses do povo que apenas quer viver em paz , esta matança não vai parar.Realmente fica sempre a questão no ar :Sera que é possivel um mulçumano fundamentalista viver em democracia enquanto as sua mentes forem medievais ??.Tém que tentar !! 

      É esta a diferença entre a Democracia e a Civilização versus o fanatismo religioso e a barbárie. Estes leitores do Público não saíram à rua para cortar cabeças de quem não lhes partilha as opiniões. 

      Israel está cercado por regimes e grupos terroristas islâmicos, e tem dentro do seu território outros tantos, mais os que lá trabalham e ainda se queixam por serem revistados na fronteira, não vão trazer armas ou coletes de bombas, como tantas vezes acontece. É isto que gostávamos que as pessoas entendessem, antes de culparem Israel por todos os males do mundo, como culpam a América. E antes que estejam na situação de Israel...

sábado, 18 de maio de 2013

Matisyahu "Crossroads"

  
Aprendestes que foi dito: "Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos." Eu, porém, vos digo: "Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os maus e que chova sobre os justos e os injustos. - Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é o que com isso fazeis mais do que os outros? Não fazem outro tanto os pagãos?"

Yeshua Ben Yosef

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Irão, Paraíso para as Mulheres

Mulheres impedidas de concorrerem às Presidenciais no Irão - Conselho dos Guardiões põe fim a qualquer discussão sobre o tema. Eleições estão marcadas para 14 de Junho.

Os Ocidentais sabem muito pouco acerca da condição feminina segundo o islamismo radical.

Não sabem que para muitos radicais a escravatura feminina é perfeitamente aceitável.

Se ao menos se informassem...

E MILHARES de exemplos. Mas eles e elas não querem saber!

Se ao menos as activistas femininas ocidentais fossem tão esclarecidas como as suas congéneres islâmicas, que fazem apelos à escravatura sexual feminina e outras lindezas:



Mas não! As de cá é mais queima de sutiãs, "aborto livre e gratuito", "liberdade sexual", and so on...

Acalentam visões românticas e idealizadas:




Porque têm a bela cabecinha cheia de propaganda e romantismo e desconhecem a dura realidade (CUIDADO! IMAGENS DE EXTREMA VIOLÊNCIA):

O mobile do crime

O terrorista sobrevivente dos atentados de Boston (o irmão morreu, atropelado por ele), escreveu várias coisas na mensagem deixada no barco onde se escondeu. Por exemplo:


 Quem não saiba a estória toda até pode ver mártires onde há fanáticos religiosos.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Lóbi Stephen Hawking

Os chamados idiotas úteis pela «Palestina». Pat Condell explica melhor que ninguém em que consistem:






Os idiotas úteis pela «Palestina» vêm de onde menos se espera... ou não! O crânio do Stephen Hawking boicotou um evento em Israel, o que fez ribombar foguetes entre os antissemitas de todos os quadrantes.

David Pryce-Jones, na National Review, respondeu-lhe à altura, salientando as ligações do conhecido físico com o "académico" norte-americano antissemita Noam Chomsky e outros brincalhões da mesma linha. Aqui vai um excerto:

"A Política não é a sua área. Hawking visitou alegremente a China e o Irão sem fazer quaisquer reparos sobre direitos humanos. Hawking não conseguiria comunicar sem uma máquina que contém um chip fabricado em Israel. Irá ele boicotar-se a si mesmo? A sua decisão parecia de todo inesplicável até ter vindo a público que foi pressionado por cerca de 20 académicos, sendo um deles Noam Chomsky."

Skateboarding in Tel Aviv




Imagens de Israel que os media pouco mostram. Infelizmente Israel ainda é mais notícia pelo terrorismo de que é alvo e (sobretudo) quando resolve responder, em sua defesa. Esperamos que um dia Israel e o mundo sejam mais assim, em paz e liberdade, como uma boa sessão de skate freestyle. Mais vídeos no canal Israel.

Os miúdos de  Israel são iguais aos nossos e aos de todo o mundo. Infelizmente a alguns roubam-lhes a infância e a juventude ensinando-os a odiar,  preparando-os para o martírio, obrigando-os a comer cobras vivas ou a decapitarem pessoas. Se não quiser ficar mal disposto não veja.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Canibalismo? Bóf!



É um tanto incompreensível a opinião pública ocidental. Estão escamados porque um tipo comeu bocados de outro, na guerra da Síria. Se se derem ao trabalho de pesquisar um bocadinho, encontram horrores ainda piores, de ambas as partes. Torturas just for fun, espancamentos de famílias just for fun, crianças a decapitarem just for fun, decapitações just for fun, execuções e torturas arbitrárias just for fun, prisioneiros forçados a serem bombistas suicidas just for fun, etc., etc., etc., etc..

Quanto ao canibal, já explicou o fundamento filosófico da sua acção: aqui.

Um dia perguntar-nos-emos (se tivermos sorte de sobreviver): como foi possível?

Uma ameaça global

Na Nigéria os islamistas já põe em risco a soberania nacional. Veja o Público:
  
“Estamos a enfrentar uma rebelião e insurreição por grupos terroristas que são uma grande ameaça à nossa unidade nacional”, disse o Presidente numa comunicação televisiva. “Atacaram edifícios do Governo. Assassinaram civis inocentes e responsáveis do Estado. Incendiaram casas, raptaram mulheres e crianças”, enumerou. “Estas acções são uma declaração de guerra.”

Na Nigéria já não há paz, nem ordem pública, nem Direito que valha à população. Se disser que corremos o mesmo risco e pelos mesmos motivos, alguns chamar-me-ão "alarmista". Em Portugal temos vivido sem isto, mas outros países, aqui mesmo na Europa, não podem dizer o mesmo. O Islamismo radical é uma ameaça tão grave mas mais complexa que o Nazismo. A motivação para os ataques a Israel é a mesma dos do Boko Haram, da Al-Qaeda ou de qualquer outra organização terrorista islamista. E a seguir à "reconquista" de Israel, boa parte dos extremistas apontam baterias ao "Al Andaluz" a Península Ibérica. Convido-vos a visualizarem este documentário, com espírito crítico, e a fazerem o vosso juízo após confirmarem a veracidade e pertinência (ou não) do mesmo:


Um Gel de Israel







Invertendo a Paralisia com um gel restaurador

Algumas partes do corpo, como o fígado, podem regenerar-se após terem sofrido danos. Mas outras, como o nosso sistema nervoso, sofrem dano irreparável ou lento para recuperar, deixando milhares de pessoas com uma vida de dor, dificuldade de locomoção, ou mesmo paralisia.

Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, incluindo o Dr. Shimon Rochkind de Faculdade de Medicina de
Sackler e do  Medical Center Sourasky de Tel Aviv, e o professor Zvi Nevo do Departamento de Genética Humana Molecular e Bioquímica da TAU, inventou um método para a reparação de nervos periféricos danificados . Através de um implante biodegradável em combinação com recém-desenvolvido Gel de Regeneração (GRG), que aumenta o crescimento do nervo e cura, a funcionalidade de um nervo rasgado ou danificado, pode ser restaurada.Este projeto inovador agora está a ter reconhecimento internacional. Os sucessos iniciais foram relatados em vários congressos científicos recentes, incluindo a Federação Mundial de Sociedades Neurológicas e a Sociedade Europeia de Neurologia. E a terapia, já testada em modelos animais, está a poucos anos de distância de uso clínico, diz o Dr. Rochkind.

Um nervo é como um cabo elétrico. Quando cortados ou danificados, a potência pode não ser transferida e o cabo perde a sua funcionalidade. Da mesma forma, um nervo danificado perde a capacidade de transferir sinais de movimento e sentimento através do sistema nervoso.Mas o Dr. Rochkind e Prof. Nevo encontraram uma maneira de suprir a lacuna. Neste método, duas extremidades cortadas de um nervo danificado são reconectadas através da implantação de um tubo biodegradável suave, que serve como uma ponte para ajudar o nervo a conectar. O gel inovador que reveste o interior do tubo de alimenta o crescimento das fibras nervosas, estimulando o nervo para reconectar as extremidades cortadas através do tubo, mesmo nos casos com danos nos nervos em massa, diz o Dr. Rochkind.


A chave está na composição do gel, dizem os pesquisadores, que tem três componentes principais: anti-oxidantes, que apresentam propriedades anti-inflamatórias elevadas; peptídeos sintéticos, que atuam como uma ferrovia ou pista para as fibras nervosas crescerem, e ácido hialurónico, vulgarmente encontrado no feto humano, que serve como um tampão contra a secagem, um perigo importante para a maioria dos implantes.


- Comentou alguém que enquanto no mundo se conspira para a destruição de Israel, o Estado Judaico não tem problemas em oferecer os seus serviços ao mundo (o que deve encerrar, obviamente, sinistras intenções).

terça-feira, 14 de maio de 2013

"Adeptos"

"Adeptos" do PSG lançaram o caos e a violência na capital francesa. Os jornais de esquerda dizem que foram "nacionalistas de direita". Esses também são frescos, mas desta vez não foram eles. Até porque as autoridades declararam que foi apenas um punhado de desordeiros, e ninguém foi preso. Ora vejam: 


A não ser que estivessem bem disfarçados, claro...


Até os Comemos... :(


Já há uns dias que se sabia disto, por exemplo via Elder of Zion: na guerra da Síria vale tudo, até comer os inimigos. Ou para efeitos de moralização das tropas, comer cobras vivas ou beber o sangue de cachorrinhos acabados de estrangular. 

Também se sabe da moda de enterrar gente viva, mesmo os cameramen... (Lá, como cá, até parece que os jornalistas é que são culpados das desgraças que documentam).

Forças governamentais e rebeldes vão-se tratando e tratando jornalistas e população civil assim. Ainda que me digam que o Islão autoriza o canibalismo, mas com regras, não quero acreditar...

Escreve um leitor do Público

Para completar o ramalhete diz: "Prometo a Deus de tirar o coração e o figado deste cães de soldados de Assad". São estes os "adoradores" de Deus, que vão um dia governar??Esta visto que quando falam de Deus, ja se sabe que tipo de governo querem. 

Estas coisas de 'comer os adversários', até no futebol me fazem impressão. Nem animais como, de modo que o consumo de carne humana me parece especialmente repugnante e civilizacionalmente ultrapassado. A conversar é que a gente se entende. Não é a devorar quem não partilha os nossos pontos de vista! E quando querem misturar Deus com estes horrores, então... valha-nos Deus!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Como Fazer Inimigos e Irritar Pessoas

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Gráfico dos países mais populares entre os visitantes do blogue 



Durante anos tive vários blogues e enviei aos meus amigos as respectivas actualizações. Durante anos enviei aos meus amigos informações e pedidos de assinatura em petições pelos Direitos Humanos no Tibete, no Darfur, em Burma e onde foi necessário. Durante anos partilhei com os meus amigos o meu gosto por diversos países.

Quando resolvi fazer o Amigo de Israel, salvo mui honrosas excepções deparei com uma muralha de silêncio, condenação e hostilidade aberta. As pessoas passam anos a ver fotos de confrontos entre soldados e polícias armados e outros, coitados, só com pedras, e têm calcado no subconsciente essa imagem do David-Árabe contra o Golias-Judeu. É assim, independentemente da cultura e craveira intelectual, como se viu recentemente com o crânio do Stephen Hawking.

Curiosamente, o blog é novo, e o meu vagar é diminuto, dedico a isto no máximo uns 20 minutos por dia, e no entanto tenho aí uma enxurrada de visitas. Que nunca foi o meu objectivo. Como referi no 1º post, o blog destinava-se a ser uma newsletter anti-antissemita para a generalidade dos meus amigos, que do dia para a noite parecia que tinham combinado e começaram a fazer-me comentários desse jaez - do tipo "Esses malditos usurários que controlam Hollywood e o Mundo!!!", e outros diamantes do mesmo quilate. 

Levei um "Chega p'ra lá!" de todo o tamanho, lamento que tenha sido assim, pois detesto fazer inimigos ou irritar pessoas, mas graças a isso passei de amigo a militante pela paz e pelo esclarecimento em relação a Israel, que não é o mau da fita nem o Golias. É o pequeno David!

Sempre pela via pacífica, sem concessões a sentimentos inferiores e indignos como o ódio, sempre pela via legal, porque acredito na Democracia e no Direito, a incompreensão de uns e a aceitação de outros que nem conhecia (e de alguns que conhecia), deu-me alento para continuar, na medida da minha escassa disponibilidade e fraco talento.

Este post tem a etiqueta "Conversas com os meus amigos", e espero ter arte para vos contar algumas.

domingo, 12 de maio de 2013

Aritmética

Há neste momento 52 milhões de muçulmanos na Europa. A reproduzirem-se ao ritmo exemplificado por esta senhora e as suas co-esposas, brevemente desapareceremos. Não me insultem, sff. É simples aritmética. Caso estejam interessados em que desapareçamos como Civilização e demos lugar a outros, é vosso direito. Há supremacismos para todos os gostos.





 P.S. -Já falámos deste caso aqui.


Holocaustos há muitos, é certo...

Ainda recentemente fomos diplomaticamente repreendidos por nos termos atrevido a lembrar o Holocausto, o massacre de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração do Nazismo. De judeus e de outras pessoas cujo crime foi terem nascido em certos grupos humanos que desagradavam ao regime Hitleriano, ou professarem religiões ou serem adeptos de certas ideias políticas igualmente mal vistas. Ou de terem certas orientações sexuais. Ou terem certas insuficiências orgânicas.

O argumento usado para a repreensão que recebemos  foi de que "Holocaustos há muitos". E de facto há! O primeiro genocídio do século XX foi o dos Arménios às mãos dos Turcos.
No Canadá, o dia foi assinalado com festa rija por parte de turcos, que celebraram assim a morte de 1 milhão e meio de arménios:




Mais pormenores no site da Juventude Arménia do Canadá.
O Império Otomano, islâmico, levou a cabo a limpeza étnica da minoria cristã Arménia, e é isso que estas pessoas celebram (!).
Acções destas não são iniciativa isolada de meia dúzia de loucos. Correspondem a uma ideologia tão perigosa como o Nazismo - que continua a existir e nos alarma, com muita razão! Só que enquanto o neonazismo é unanimente condenado pelas pessoas de bem, o supremacismo islamofascista é diplomaticamente ignorado pelas massas politicamente correctas que têm medo de ser apelidadas de etnocentristas ou coisa parecida.
É que o Nazismo é "nosso", e só por isso temos o direito de o rechaçar. Se fosse "deles" seriamos obrigados a ignorar, quando não a "respeitar". E no entanto, se o neonazismo mata que se farta, o islamofascismo mata muito mais, todos os dias e por todo o mundo!
Se duvida, confirme neste site a lista diária, semanal, mensal e anual dos ataques da jihad, a "guerra santa" islâmica que alguns seguidores mal informados dessa religião levam a cabo.
Pode clicar aqui para ver a lista de ataques da jihad nos últimos 30 dias.

Para saber mais acerca do genocídio dos cristãos arménios clique na imagem:



sábado, 11 de maio de 2013

O que Martha não sabe



De balde e esfregona em punho, Imprensa nacional e internacional continua a lavar e branquear sistematicamente o terrorismo islâmico. Tamerlan Tsarnaev, o terrorista islâmico que levou a cabo os atentados na Maratona de Boston, continua a ser tratado como se o mobile dos seus actos fosse desconhecido. Agora designam-no como bombista suspeito. Que é um tipo especial de bombistas que põem bombas, matam e estropiam pessoas, mas que para a opinião pública "não foram eles, foi a CIA". Ou coisa parecida, sendo dado adquirido que a culpa não é deles.

Martha Mullen, uma norte-americana politicamente correcta e progressiva, não consegue perceber a diferença entre Tamerlan e Adam Lanza (o autor do massacre de Sandy Hook) e afirma que “por alguma razão, este tipo é diferente. E a única diferença que vejo é que as pessoas o vêem como terrorista, como checheno ou como muçulmano.”

Lá está: as pessoas "vêem-no"! Ele nada de mal fez. Possivelmente, e como diz a senhora Zubeidat, mãe do "suspeito", não era sangue, era tinta, e foi tudo um complot dos Estados Unidos. Nada se passou. Foi Hollywood!

A violência, o ódio, o terrorismo, são sempre condenáveis, caros e caras Martha Mullen deste mundo. Não estabeleçam os senhores dicotomias que não existem. A diferença aqui é que Tsarnaev pertence uma facção religiosa-guerreira que todos os dias massacra gente por todo o mundo - clique e veja o historial de ataques terroristas islâmicos na 1ª parte do ano transacto; a 2ª ainda está a ser contabilizada. É tarefa que demora.




Tamerlan queixava-se de não ter amigos americanos. Dentre os que lhe estenderam a mão e quiseram tornar-se seus amigos avultam Raphael Teken (à esquerda, com uma amiga), Erik Weissman (ao meio) e Brendan Mess (à direita), assassinados a 11 de Setembro de 2011 num apartamento em Boston. Eram os três judeus norte-.americanos, e também eles não viam as tais "diferenças".


Clique no link acima para pormenores sobre mais esta descoberta sobre a família Tsarnaev, que a maior parte da Imprensa oculta, preferindo piedosas histórias da carochinha. Como se não fosse óbvio que até o pior dos homens merece uma sepultura! Como se o problema fosse dar-lhe sepultura e não os riscos que a comunidade que o fez passa a correr a partir de agora!

Adam Lanza (que se saiba!), não pertencia a nenhum movimento global que ordena a morte de quem pensa de modo diferente. Os Tsarnaev pertenciam a uma ideologia para a qual é ponto de honra "matar o seu judeu".

É isto que nenhuma  bem intencionada Martha Mullen não sabe!

Nesta entrevista, jovens muçulmanos como tantos que há espalhados por todo o mundo, como os Tsarnaev, declaram odiar judeus e que "NADA os fará mudar de ideias".




Nota: O jornal Público não fez a hiperligação para este post, apesar de lhe ter sido solicitado através do serviço «ping your blog».Por estas e outras lhe chamam já o Al Público.

Piedosas Histórias da Carochinha

De balde, esfregona e lixívia em punho, a Imprensa nacional e internacional continua a lavar o terrorismo islâmico. Tamerlan Tsarnaev, o terrorista islâmico que levou a cabo os atentados na Maratona de Boston, continua a ser tratado agora como bombista suspeito. Que é um tipo especial de bombistas que põem bombas, matam e estropiam pessoas, "mas que não foram eles foi a CIA".

Martha Mullen, uma norte-americana politicamente correcta e progressiva, não consegue perceber a diferença entre Tamerlan e Adam Lanza (o autor do massacre de Sandy Hook) e afirma que “por alguma razão, este tipo é diferente. E a única diferença que vejo é que as pessoas o vêem como terrorista, como checheno ou como muçulmano.”

A violência, o ódio, o terrorismo, são sempre condenáveis, caros e caras Martha Mullen deste mundo. Não estabeleçam os senhores dicotomias que não existem. A diferença aqui é que Tsarnaev pertence uma facção religiosa-guerreira que todos os dias massacra gente por todo o mundo (clique e veja o historial de ataques terroristas islâmicos na 1ª parte do ano transacto; a 2ª ainda está aser contabilizada. É tarefa que demora.).

Tamerlan queixava-se de não ter amigos americanos. Dentre os que lhe estenderam a mão e quiseram tornar-se seus amigos avultam Raphael Teken, Erik Weissman e Brendan Mess, assassinados a 11 de Setembro de 2011 num apartamento em Boston. Eram os três judeus americanos, e também eles não viam as tais "diferenças".


Clique no link acima para pormenores sobre mais esta descoberta sobre a família Tsarnaev, que a maior parte da Imprensa oculta, preferindo piedosas histórias da carochinha.

Adam Lanza (que se saiba!), não pertencia a nenhum movimento global que ordena a morte de quem pensa de modo diferente. Os Tsarnaev pertenciam a uma ideologia para a qual é ponto de honra "matar o seu judeu".

É isto que nenhuma  Martha Mullen não sabe.

Nesta entrevista, jovens muçulmanos como tantos que há espalhados por todo o mundo, declaram odiar judeus e que "NADA os fará mudar de ideias".

Quem não cantou? :-)


'Hallelujah' ou 'Aleleuia', interpretada por Gali Atari e os Milk & Honey, foi a vencedora do Festival Eurovisão de 1979. E até ganhou - com os votos da Espanha, a última a votar e cuja canção liderava até aí. Cabe ao país vencedor organizar a edição seguinte do certame, de modo que Israel não concorreu em 1980... Na altura cantarolava-se esta canção pelas ruas, e até nós, que não somos «festivaleiros», a assobiámos :-)

Teve versão portuguesa, por António Sala e/ou pelo seu grupo Maranata, já não nos lembramos ao certo. É uma das poucas canções do anacrónico mas engraçado Festival Eurovisão de que nos lembramos e que sabe bem ouvir:





Votos do Bom Sábado para todos, ou de Sabath Shalom, se preferirem. O importante é a PAZ!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pat Condell prega no deserto

Patrick Condell continua a pregar no deserto do politicamente correcto.

 O cana de youtube é este.

É fácil encontrar Pat Condell legendado em Português.

Apontar factos passou a ser crime, nota Pat Condell.

Tão certo como os analfabetos politicamente correctos não quererem saber dos factos.


Argumento de Autoridade

No melhor pano cai a nódoa, e a inteligência nunca foi óbice para o ódio antissemita, o facciocismo e a desinformação. Já há bombos e festa festa rija porque o crânio Stephen Hawking vai boicotar uma conferência patrocinada pelo Presidente israelita, Shimon Peres, e faz questão de que se saiba que é por causa da «Palestina».

O que o  crânio da Física talvez não saiba ou finja não saber, é a História do Médio-Oriente e do conflito israelo-árabe, bem como a têmpera dos «moderados» palestinianos, tais como este, que lamenta que Hitler não tenha «acabado o seu trabalho» e tantos outros, que juram que quando tiverem a bomba atómica, não se importam de fazer Israel ir pelos ares, ainda que vão juntamente com Israel.



Todos os dias qualquer pessoa pode consultar sites como www.thereligionofpeace.com ou www.jihadwatch.org e conferir as mortes, sequestros, torturas, raptos, suicídios bombistas, e outras acções de «moderados» como os que o crânio apoia. Tudo o que aqui poderíamos postar, com vídeos e fontes diversas, 24 horas sobre 24 horas, sem cessar, dia após dia, ano após ano. Tudo o que os media deixam passar em verdes núvens. Israel é um enclave de democracia e liberdade num vasto continente de barbárie medieval e ódio sanguinário. Mas o ódio quer lá saber da verdade dos factos..

Hawking, com esta sua vergonhosa posição, está a legitimar não apenas a destruição de Israel pelo terrorismo, como o modo de vida nos territórios «palestinianos»:

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Lisboa - Tel Aviv: "O Sionismo e Jerusalém"



Mais uma série de artigos que promete, pois tem a chancela de qualidade a que o autor nos habituou: 

"O Sionismo e Jerusalém" é no Lisboa - Tel Aviv, a seguir com atenção, para ler e guardar, porque o Saber não ocupa lugar.

E toque de shofar:

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aspas

Para o Público, Tamerlan Tsarnaev é terrorista entre aspas. O prestigiado «jornal» noticiou oportunamente as «explosões», que causaram 3 «mortos», centenas de «feridos» e de «mutilados», mais a «execução» de um polícia pelos «terroristas», a sua «fuga» e «ataque» às forças policiais, e as «ligações» dos dois «terroristas» a organizações «terroristas».

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Bandeira de Israel




A bandeira do Estado de Israel foi em grande parte o projeto de David Wolfsohn, que sucedeu a Theodor Herzl, como presidente da Organização Sionista Mundial, um movimento que procurava estabelecer um lar para o povo judeu em Israel, ao abrigo do Direito Internacional. A bandeira foi introduzida em 1891 como um símbolo do movimento sionista. Wolfsohn queria criar uma bandeira que capturasse a essência dos problemas enfrentados pelo movimento sionista e pelos judeus nas décadas antes de o Estado judaico ter sido refundado, em 1948.

Ele decidiu espelhar o desenho tradicional do talit, o xale de oração judaico, representado por duas barras azuis sobre um fundo branco. Colocar a Estrela de David entre as barras azuis completou o simbolismo do povo judeu e da sua luta pela identidade nacional. A bandeira que Wolfsohn projetou foi exibida pela primeira vez em Basiléia, Suíça, em 1897, no Primeiro Congresso Sionista, e foi oficialmente adoptada como símbolo do Estado de Israel em 1948.


(Gostos não se discutem, mas na nossa opinião pessoalíssima, esta é uma das bandeiras mais bonitas do mundo, a que se poderiam juntar por exemplo as da Arábia Saudita e da Suíça).

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Matisyahu promove concurso

Os números são dos Estados Unidos, mas poderiam ser de muitos outros países.  A cada 7 segundos uma criança é vítima de bullying, e metade dos casos nunca são reportados. O músico norte-americano, judeu convertido e grande Amigo de Israel, Matisyahu, promove um concurso para uma versão da sua canção "Live Like A Warrior", para dar mais visibilidade à organização anti-bullying Defeat The Label, que se dedica a dar voz e força às vítimas deste flagelo, nas escolas e nas comunidades.

Envie a sua versão para: http://www.MatisyahuWorld.com/  

A canção original é esta:

Brevemente no Al Andaluz?



Agora foi no Bangladesh que uma multidão de manifestantes islamistas reivindicaram a aplicação da Sharia como lei oficial do País. Isto pode espantar a nossa mentalidade ocidental, que tem como dado adquirido que a Religião é questão pessoal e o Estado deve tratar todas as religiões por igual.



Mas se isto espanta, e se esta manifestação nos deixa boquiabertos, nomeadamente pela sua violência, que causou mortos e feridos (business as usual no mundo islâmico), o que dizer das reivindicações que despontam por todo o muno muçulmano no sentido a «libertação» de Portugal e Espanha e do seu regresso ao califado, ao Al Andaluz?

É esta ânsia de conquista e de imposição religiosa o motivo de todas as guerras contra Israel, não nos esqueçamos. Um Estado não-muçulmano no meio de Estados muçulmanos é o primeiro alvo a abater. A seguir será o Al-Andaluz a ser «libertado». Brevemente voltaremos a este assunto.






Este fanatismo que se verificou no Bangladesh está longe de ser caso isolado. Veja-se por exemplo as estatísticas referentes aos muçulmanos «palestinianos»:

Estes números repetem-se, com ligeiras variações, por todo o mundo islâmico, por muito que a nossa boa-vontade ocidental e democrática queira ver o contrário. Oportunamente aprofundaremos.

Se o Irão diz ...

O Público informa-nos que o ataque israelita em Damasco matou pelo menos 15 soldados. E Teerão que não havia armas iranianas nos alvos de Israel.

Bem... se o Irão diz, é porque é verdade! Ainda noutro dia o Irão, pela voz de  Mahmoud Ahmadinejad, culpou as mulheres imodestas pelos terramotos que ocorrem no mundo:



São os clérigos iranianos que o declaram, aliás, como se pode conferir aqui, e em tantas outras fontes que seria fastidioso citar.

A novidade aqui é que o Irão se esqueceu de culpar Israel pelos terramotos! Valha-nos isso!


domingo, 5 de maio de 2013

Israel Transforma Terror em Beleza

A Imprensa, sempre calada quando há ataques contra Israel, não se cansa de noticiar a destruição que as Forças de Defesa de Israel levaram a cabo sobre mais um carregamento de mísseis da Síria para os terroristas do Hezbollah, que se acoitam no Líbano. Israel já tem um problema de terrorismo diário a sul, e não pode dar-se ao luxo de o ter também a norte. Israel tem o direito de se defender, e de continuar teimosamente a existir, contra toda a propaganda, todo o ódio e toda a incompreensão.

Israel transformou o deserto num jardim, e transforma as suas feridas em rosas!

Israel abandonou o seu território da Faixa de Gaza em 2005, como gesto de boa vontade para com os Árabes, que nunca aceitaram a solução de dois Estados, tendo sempre optado por «empurrar os israelitas para o mar».

Gaza poder-se-ia ter tornado a Malásia do Médio Oriente. Israel deixou lá todo o tipo de infra estruturas para isso. Contudo, em poucas horas os «palestinianos» destruíram quanto puderam. A Faixa de Gaza continua a receber água, electricidade, alimentos e outros bens de Israel, e em troca providencia-lhe ataques terroristas numa base diária. Só mísseis disparados sobre a população civil, foram mais de 12 mil, nos últimos 8 anos.

A Comunidade Internacional e a Imprensa, todos massivamente anti-Israel, ignoram olimpicamente a morte de israelitas e os ataques terroristas, mas fazem um verdadeiro alarido quando Israel resolve defender-se e responder.

O movimento terrorista Hamas ganhou as eleições em Gaza e transformou o território numa gigantesca base de ataques contra Israel, lançando caos, destruição, e traumas em toda uma geração de crianças que vivem diariamente sob o pavor dos mísseis e da matança que os terroristas promovem, especialmente em cidades como  Sderot e Ashkelon.



A mensagem do grupo terrorista Hamas é clara: «Nós desejamos a morte como vocês desejam a vida». E por isso não se coíbem de usar escudos humanos, e as escolas e hospitais de Gaza como bases de lançamento de mísseis:



Alguns corajosos árabes dão a conhecer a verdade que o Ocidente persiste em ignorar. Há uma nova geração, não infectada pelo ódio religioso. O nosso coração está com eles, que correm ainda mais riscos que os residentes em Israel:





Perto de 1 milhão de israelitas e residentes em Israel estão ao alcance dos mísseis do Hamas, que os podem atingir num lapso de 15 segundos após o lançamento. Israel precisa desesperadamente de mais abrigos anti bomba:




Em Novembro de 2012, e após anos de avisos, Israel lançou a Operação Pilar da Defesa, que foi noticiada na Imprensa internacional como um ataque gratuito e unilateral de Israel. Enquanto Israel atacou exclusivamente alvos militares, os terroristas do Hamas responderam com ataques sobre a população civil. O resultado foi este:




Ao contrário do que a mentalidade antissemita mundial julga, Israel não é uma nação subsidiada por «ricos banqueiros» ou pelos Estados Unidos. Os banqueiros judeus são tão generosos como os banqueiros cristãos, ateus, muçulmanos, confucionistas, ateus, agnósticos, ou seja o que for :)

A América é uma aliada de Israel. Mas também o é de Portugal, e veja-se o estado em que estamos...

Os Estados Unidos da América dão  mais dinheiro aos «palestinianos» do que a Europa recebeu durante o Plano Marshall. O dinheiro que devia ir para melhorar as condições de vida das pessoas é gasto em armamento para matar judeus. Israel pega nos destroços dos mísseis e faz arte, que vende, para construir abrigos anti-míssil!





Yaron Bob é um escultor que vive perto da fronteira com Gaza. Vende as suas rosas esculpidas nos destroços dos mísseis para financiar abrigos anti-míssil.

Israel transforma terror em beleza.

sábado, 4 de maio de 2013

Obama: "Israel tem o direito de se defender"



A operação não foi confirmada oficialmente, mas há notícias de fontes anónimas de que Israel terá atacado um carregamento de armas sofisticadas provenientes da Síria e destinadas ao grupo terrorista Hezbollah. Os mísseis disparados sobre a população civil de Israel são o dia a dia "normal" do país, que vive há 65 anos debaixo da guerra movida pelas forças hostis que o cercam. De tal forma que já não é notícia quando israelitas morrem vítimas de ataques terroristas*.

Lembra o Público que "guerra civil na Síria, que começou com a repressão violenta, por parte do regime de Bashar al-Assad, de protestos na sequência da chamada “Primavera árabe”, fez já mais de 70 mil mortos e mais de um milhão de desaparecidos. Esporadicamente, a violência tem saído das fronteiras do país e atingido o Líbano, o Iraque ou a Turquia."


É pena que Obama noutras situações não seja tão inequívoco...


* - Ainda recentemente a Autoridade Palestiniana festejou os assassinos de israelitas como "heróis".

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Missão Impossível!


«Se bem percebi, os judeus foram massacrados na Europa. Deram-lhes um bocado de terra (agora Israel) e foram para lá fazer o mesmo aos palestinianos que estavam lá primeiro. Isto é assim ou está mal?» - pergunta um leitor do Público.

Não, amigo, não foi assim! Basta  estudar a História para saber que não foi assim. Os Judeus são o povo nativo de Israel e sempre foram atacados, perseguidos e banidos da sua terra. Voltaram a um minúsculo pedaço do que foi a sua terra e mesmo assim o mundo Árabe quer extingui-los da face da terra, como o Hitler tentou fazer (e no que eles colaboraram, aliás).

O problema é fazer as pessoas abandonarem essa «narrativa», que vem dos mesmos lados dos que proclamam a Coreia do Norte como uma «democracia». Se lhes queremos ensinar um bocadinho de História e Direito Internacional, dizem que não têm tempo. Se lhos mostramos assim, resumidos, dizem que somos "simplistas" e "tendenciosos". Demover as pessoas do antissemitismo incrustado durante milénios revela-se uma missão impossível!


Motivando Terroristas

Todos os dias o puzzle dos irmãos Tsarnaev se completa mais um pouco. Agora é o vídeo (perturbador) que poderá ter motivado os dois irmãos, que planeavam um atentado a 4 de Julho.



A notícia referente ao vídeo vem do jornal National Post. Durante 7 minutos, William Plotnikovjihadista canadiano, disserta sobre a morte de «infiéis», que o livraria dos «700 pecados» que cometera na sua vida, e garantia:  “Allah está connosco, nós temos o nosso guardião, Allah, mas vocês não têm nenhum guardião. Nós vamos matar-vos». Este terrorista foi morto pelas forças de segurança russas. 

Segundo o bombista sobrevivente, o mais novo dos Tsarnaev, um outro inspirador foi o clérigo muçulmano radical  Anwar al-Awlaki, nascido nos Estados Unidos e um dos líderes da Al-Qaeda na Península Arábica, abatido pelos norte-americanos em 2011, no Iémen.

Um leitor do Público pergunta: «Há ainda alguém que acredite nesse folclore americano ?!»

Estas pessoas estão sinceramente convencidas de que a CIA pôs as bombas e culpou os dois irmãos. Não adianta empilhar-lhes provas, que assobiarão sempre para o lado, e aderirão às mais absurdas teorias da conspiração. Nem mesmo quando a jihad lhes cair em cima serão capazes de a reconhecer. Não abrem sequer vídeos como esse aí em cima, em que os terroristas apelam á morte de pessoas que cometeram o crime de não partilhar as suas ideias. Outras pessoas, vão simplesmente rezando para que não aconteça com elas mesmas ou com os familiares.

A jihad, a guerra santa islâmica, é, lembramos, uma realidade diária em todo o mundo, com dezenas de mortes por dia (mais raptos, mais torturas, mais perseguições). A novidade nas bombas de Boston foi ser a primeira vez desde os atentados do 11 de Setembro, que inauguraram mais este período de jihad global que não tem parado de alastrar.

A Imprensa, por seu turno, continua a afirmar que os atentados tiveram como mobile as «guerras americanas», quando o próprio terrorista sobrevivente afirmou que foi o fervor religioso que os motivou. E as coisas que a Imprensa omite sobre este caso? Por exemplo os 100 000 dólares de subsídios que a família Tsarnaev beneficiou, pagos pelos odiados contribuintes norte-americanos, os «infiéis»...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Maus Amigos

Foram presos três elementos acusados de baralharem as pistas à Polícia, para protegerem o colega e amigo Dzhokhar Tsarnaev, o mais novo dos dois terroristas de Boston. Se realmente queriam bem ao jovem Dzhokhar, deveriam antes de mais ter tentado demovê-lo de ingressar na «jihad», a «guerra santa» islâmica. Assim, não foram bons amigos.

Dzhokhar, à direita, com dois dos jovens detidos. Imagem daqui.

Existem nos tempos de hoje muitos equívocos acerca do que é a verdadeira amizade. Encobrir desonestidades, delitos, actos de terrorismo, é moralmente condenável, antes de o ser legalmente. 

Azamat Tazhayakov e Dias Kadyrbayev  são cidadãos do Cazaquistão, e têm ambos irregularidades no seu processo de emigração para os Estados Unidos. Terão deitado fora uma mochila, um computador, explosivos e outros itens incriminatórios. Robel Phillipos, cidadão americano, prestou falsas declarações à Polícia relativamente aos atentados à bomba no final da Maratona de Boston.

No entanto, o monopólio do encobrimento não pertence aos três amigos. Como as crianças que tapam os olhos para "fugir" de uma ameaça, há muito quem insista em ignorar uma realidade: o terrorismo islâmico existe, e espalha o terror todos os dias, por todo o mundo!

Nos Estados Unidos em particular, não faltam dinheiro nem recursos humanos para combater esse tipo de terrorismo, vindo de sectores radicais tais como a conhecida organização Al-Qaeda. Durante o consulado de George Walker Bush e durante os primeiros anos do de Barack Hussein Obama, essa prevenção funcionou. Em 2011, Obama decidiu apagar as referências ao Islão e à "jihad". O resultado está à vista!

Não foi à falta de avisos das autoridades russas nem dos membros das forças de segurança norte-americanas que sabem o que é a "jihad". Tamerlan foi inclusive considerado demasiado perigoso para entrar na Arábia Saudita, onde pretendia vistar Meca - e os Estados Unidos informados disso! Contudo, se os responsáveis não sabem ou não querem saber o que é a "jihad" e o que são "jihadistas", é inevitável que continue a correr sangue inocente.

São maus amigos também os representantes do povo que não o protegem. 

A motivação dos atentados - lembramos - foi a revolta de Tamerlan Tsarvaev contra a visão dos muçulmanos como violentos, vulgo "islamofobia". Não há registos de muçulmanos mortos por causa da tal "islamofobia", conceito que simplesmente não existe, pois no Ocidente todos os cidadãos gozam dos mesmo direitos, liberdades e garantias, independentemente da sua religião, cor de pele, origem nacional ou étnica.

Seria mais correcto falar-se de "infidelofobia", um sentimento e uma militância de alguns sectores radicais islâmicos, que diariamente ceifa vidas em todo o mundo, e causa desgraças como a de Boston: