sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Soldados levam murros e pontapés de meninas, e calam-se (onde terá sido?)


Adolescentes "palestinas" atacam soldados da IDF, esperando uma resposta violenta para efeitos de "Pallywood"
Ahed Tamimi, uma jovem "activista palestina" conhecida por promover propaganda anti-Israel através das produções "Pallywood", foi presa por abusar fisicamente de soldados das Forças de Defesa de Israel, que se abstiveram de responder às provocações.
Sexta-feira passada ao meio-dia, as duas adolescentes "palestinas" da aldeia de Nabeh Saleh, a noroeste de Ramallah, atacaram os soldados das FDI na esperança de uma reacção destes que indignasse os residentes e despoletasse o lançamento de pedras, cocktails molotov e outros actos de violência comuns na área.
Acenando com as suas câmaras, as adolescentes gritaram, pontapearam e empurraram os soldados e até esmurraram a cara de um deles.
Uma das meninas era Ahed Tamimi, de 17 anos, cuja família é conhecida por espalhar mentiras sobre Israel e criar apresentações "Pallywood".
Pallywood, uma mistura das palavras "palestino" e "Hollywood", é um termo usado para descrever a manipulação, a distorção ou a fraude mediática, destinadas a conquistar a guerra de relações públicas contra Israel.
Os soldados abstiveram-se de responder à violência, mas as Forças de Defesa de Israel apareceram na casa dos Tamimi durante a noite e detiveram Ahed.
United With Israel


 Visite a nossa secção Pallywood

Visite o site:

www.pallywood.com

Para a máquina de propaganda "Pallywood", o êxito é sempre garantido:
- Se os soldados respondem, os jornalistas, omnipresentes, encarregam-se de mostrar a resposta e omitir as provocações.
- Se os  soldados não respondem, são apelidados de "sionistas cobardes", que "têm medo até de crianças".

Em qualquer país maometano, se alguém fizesse a mesma coisa aos soldados locais, seria de imediato abatido. Ainda mais se fossem judeus a fazê-lo. Só que na maior parte dos países maometanos, não há judeus. Foram exterminados.
As Forças de Defesa de Israel detiveram a rapariga, o que redunda também num êxito para a propaganda anti-semita, que apresenta a detenção como um "acto brutal", blablabla, a ladainha do costume.
Estas meninas sabem que, façam o que fizerem, estão sempre em segurança, porque vivem em Israel, o único país do Médio Oriente democrático e respeitador dos direitos humanos:


Já por diversas vezes falámos desta menina, que é recebida nos países islâmicos e louvada pela esquerda e pelos neo-nazis como uma heroína. Porque dedica a sua vida a provocar e atacar os soldados israelitas.
Repare na horda de hienas jornalísticas, à volta dos soldados, tentando captar imagens que possam apresentar ao mundo como "violência sobre as pobres criancinhas":

Os islamonazis do Youtube retiraram o vídeo, mas cá está outro:



A coroa de glória de Ahed Tamimi foi o incidente de Nabi Saleh, há 3 anos, quando ela e outros bárbaros atacaram um soldado israelita,  tendo proporcionado fotos que alimentaram durante meses a máquina global de propaganda anti-semita.

Os próprios muçulmanos admitiram que:

"Um soldado árabe teria disparado sobre todos eles"

 

VEJA ESTE VÍDEO, QUE MOSTRA O OUTRO LADO DO INCIDENTE.

Bassem e Nariman Tamimi treinam os filhos (pobres crianças...) para isto, e vivem disto! Ao Mundo não interessa o constante massacre de "infiéis" pelos islamistas, e muito menos as crianças israelitas mortas pelos terroristas. Interessa que um soldado israelita não se deixou matar!

Ahed Tamimi, a famosa "Shirley Temper" das provocações encenadas para a propaganda anti-Israel, e a sua irmã Marah, homenageadas pelo terrorista Mahmoud Abbas. Infâncias dedicadas ao terrorismo e ao ódio.

Um Óscar para Shirley Temper!

Sempre o Duplo Padrão...

Um burro p'ra mim!


A propaganda Pallywood consegue apresentar como coisa louvável o terrorismo anti-Israel, quer seja a Intifacada, quer seja o dos românticos e pacíficos apedrejadores/atiradores de cocktails molotov, que também matam inocentes. Imagens desta semana, ou como os terroristas celebram o Natal:


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