quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Aldrabama ou o Reino da Estupidez - 3

 

 Até quando?...


O espectáculo continua... Obama vai a Roma e vai ver o Papa. Diz o Público que a "segurança nuclear e restabelecimento da confiança na Europa são os principais temas a debater na Holanda e em Bruxelas."

Aldrabama ou o Reino da Estupidez - 1

Aldrabama ou o Reino da Estupidez -2


Fortalecendo o Islão: 'Taqiyya' na Casa Branca ?  (cont.)
Por MARTIN SHERMAN - Jerusalem Post

         2013/12/05
Um dos mais inesperados críticos do acordo iraniano foi ninguém menos que Jeffrey Goldberg, que, segundo todos os rumores, estará entre os jornalistas com relações mais próximas da Casa Branca, às vezes até actuando como porta-voz, para transmitir mensagens em seu nome para o público. 
É eloquente que ele tenha produzido um comentário tão contundentemente céptico em relação ao acordo. 
No seu muito sagaz comentário (mas sério ) "Seis razões para se preocupar com o acordo nuclear com o Irão", publicado quarta-feira no site Bloomberg, Goldberg produz uma magistral (mas séria) crítica das fraquezas fatais do acordo, e praticamente garante a sua calamitosa falha - menos, claro está, para os responsáveis pelas negociações, para quem o fracasso não é uma calamidade, mas um objectivo.

Aqui está uma sinopse da análise e das preocupações de Goldberg:

1 . O acordo não foi feito ... nada foi realmente assinado. O acordo não é, sequer, possível.
 
2 . A intensidade das sanções está a diminuir... muitas nações, muitas empresas e os próprios iranianos estão a ver este acordo como o começo do fim do regime de sanções. 
3 . O (ainda não assinado nem aplicado) documento acordado em Genebra promete ao Irão uma eventual saída do programa de inspecçaõ nuclear ... Esta não é uma ideia reconfortante.

4 . A maior concessão aos iranianos já pode ter sido feita ... Essencialmente, a administração de Obama já admitiu, antes da principal rodada de negociações, que o Irão vai acabar por conquistar o direito de enriquecer urânio.
 
5 . O acordo de Genebra só torna as referências mais elípticas a dois componentes indispensáveis ​​de qualquer programa de armas nucleares ... O Irão é livre, no período de seis meses, para fazer o que lhe agradar em matéria de mísseis e desenvolvimento de ogivas nucleares. 
6 . Os iranianos estão tão perto de atingir o limiar nuclear de qualquer maneira, enquanto prosseguem as negociações, e o congelamento do programa nuclear parece cada vez mais fútil. 
Era isto que os bem intencionados, crédulos judeus americanos, tinha em mente, quando, persuadido pela promessa de Obama de que "Eu apoiarei Israel", lhe deram o seu apoio?

Pense ' taqiyya '

A administração Obama tem sido hipócrita em quase todos os elementos do acordo com o Irão, que, em troca do
(não) cumprimento de meia dúzia de resoluções da ONU, conquista o direito de enriquecer urânio. 
O acordo terá implicações de grave alcance geo-político e geo-estratégios para a região e muito além dela. 
Se este acordo vai resultar num agrupamento de Estados-clientes, dóceis e submissos perante uma teo-tirania islâmica, hegemónica e com armas nucleares, ou numa corrida armamentista pan-regional em espiral, com os árabes sunitas e turcos em disputa para desenvolverem ou adquirirem as suas ramas não convencionais, para responderem aos xiitas persas, não se sabe ainda. Mas as conseqüências serão sombrias, especialmente para Israel.
Qualquer que seja o resultado, é mais que provável que estejamos diante de uma ameaça islâmica extremamente grave, que pode comprometer a segurança contra ameaças externas (por exemplo, o Hezbollah) ou perturbações domésticas da lei e da ordem (por exemplo na Galileia ou Negev).
E lá se foi o "Eu apoiarei Israel"
Para quem tenta dar sentido a toda esta confusão aparentemente inexplicável, aqui vai um conselho: Pense taqiyya e as peças vão encaixar-se todas.
Martin Sherman ( www.martinsherman.net ) é fundador e diretor executivo do Instituto de Estudos Estratégicos Israel ( www.strategic-israel.org ).
(continua)

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