sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

(VÍDEO) Passagem de Ano em Colónia, maometanos espancam "infiéis"

É muito frustrante. Os governos e os media demonizam como "islamofóbico" quem mostra a realidade da queda da Europa nas mãos dos colonos maometanos. Só sobre os crimes cometidos pelos maometanos nesta Passagem de Ano, poderíamos à vontade fazer um blogue. Mostramos um ou dois casos, e deixamos milhares deles de fora: ataques a tiro, ataques à bomba, esfaqueamentos, espancamentos, estupros, carros e casas queimados, etc., etc., etc.. Esperamos que para bom entendedor, as dezenas de milhar de posts que já fixemos, bastem. Para os maus entendedores, nada bastará. Talvez nem a lâmina fria no pescoço...


O vídeo fala por si. Note como a pessoa que filma é empurrada para cima dos carris, por estar a documentar a violência. Confira a atitude submissa dos nativos, sabedores que são de que vão parar a cadeia se se opuserem aos bárbaros invasores. Colónia, local dos ataques sexuais em massa às mulheres no passado de Ano Novo:



Este vídeo e este relato são de  Henryk Stoeckl:
No comboio, vários árabes atacaram dois homens alemães! Um dos transeuntes pediu que a Polícia fosse alertada rapidamente! 🚨

De repente, notaram que eu tinha filmado a sua acção e atacaram-me, empurrando-me para a linha! ⚠️
 
Eu fugi rapidamente. 
Gritaram comigo para apagar o vídeo e voltaram a atacar-me! 😫  
Fugimos rapidamente para lugar seguro!

Não quero imaginar o que teria acontecido se mais atacantes estivessem lá: não havia Polícia nem segurança por perto! ☠️

❗️ para a polícia 👮🏻 ♂️❗️
Cena do Crime: Horrem Station (Colónia)
Horário: 02:06 de manhã, 01.01.2019
Perpetradores: ver fotos / vídeo
Crime: Assalto, intimidação, ameaça, tentativa de ataque perigoso
❗️ para os agressores ❗️
Vocês estão fazendo a proceder mal!
Via:

https://gellerreport.com/2019/01/arabs-attack-new-years-eve-germany.html/


COMENTÁRIO
Pessoas que nunca saíram da sua bolha,  e que só conhecem o Mundo pelos livros e pelos discursos politicamente correctos e pelas viagens com guia, são incapazes de reconhecer a selvajaria pura, os instintos animalescos, patentes na atitude destes indivíduos. Desatam a gritar e a espumar pela boca, ultrajados com tamanho "racismo" e "islamofobia"...

Europeu-tipo: comunista, de género indefinido, e loucamente apaixonado pelo Islão.

Desgraçadamente, as pessoas que já saíram da sua bolha, muitas vezes não se interessam muito pela actualidade política, desconhecem  que os governos europeus, a União Europeia, e a própria Igreja, estão a fomentar a importação de maometanos. São presa fácil dos cínicos que culpam os do costume por este descalabro - culpam os judeus, naturalmente. Os judeus, que são ultra-odiados pelos maometanos, e que são as suas vítimas de eleição, na Europa e em todo o lado...
Durante o dia, os doces meninos do vídeo possivelmente andam na escola básica, já que, oficialmente, têm 12 ou 13 anos:

15 anos, casado, pai de filhos e barbudo!


Os papás europeus até entregam as filhas crianças aos invasores maometanos, como "compensação" de um  suposto colonialismo e capitalismo ocidentais que os terão "oprimido":

Sim a Europa é hoje um circo de loura!
Não vai encontrar o vídeo acima no YouTube nem em qualquer outra plataforma bem-comportada e conivente com a invasão maometana da Europa e do Mundo Livre em geral. E assim sendo, oficialmente e para a massa encarneirada, "é tudo mentira", "palha para burros" e "fake news".
A perfídia dessa gentalha é de tal ordem, que mandam retirar os vídeos como os dos estupros em massa em Colónia, baseados em que os mesmos "mostram nudez e conteúdo sexual".
Ou seja: os estupradores estupram, e depois vão a correr sinalizar os vídeos, porque são "indecentes". E o Youtube, Google, Facebook, a União Europeia, a ONU e governos cúmplices, aplaudem!

Imagens de um vídeo retirado ao abrigo da lei islâmica.

Nós fomos recentemente CENSURADOS, porque mostramos um pedacinho aqui e um pedacinho ali, da VERDADE que o Poder esconde. 


O descalabro é tamanho, que mesmo os sites monetizados não conseguem mostrar nem uma pequena parte do caos que vai pela Europa.
O VOICE OF EUROPE é um dos sites que tenta.

A Europa, para os colonos maometanos, é um parque de diversões gigante. Os nativos sustentam-nos, e eles em troca vão roubando, destruindo, espancando, matando, estuprando, e cuspindo, literalmente, em quem lhes dá comer.

Três vídeos do canal da

Khadija Kafir:


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A Internet AMORDAÇADA - 3


O Facebook, o Twitter, o Youtube, estão em mãos islamistas, e a lei sharia já é a regra: nenhuma crítica à ideologia islâmica (que é pior que o Nazismo e o Comunismo) é permitida.


A Internet AMORDAÇADA - 1


Concluímos a tradução livre de um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A NOVA GUERRA À IMPRENSA CONSERVADORA
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.

A indignação e a frustração da Esquerda com a derrota de Hillary Clinton teve como consequência uma campanha de pressão contra o Facebook por parte das grandes potências noticiosas – quase todas de Esquerda.
O Google News já se rendeu às da Grande Imprensa. O Twitter foi completamente tomado pelos “justiceiros sociais” de Esquerda. Mas o Facebook é o maior prémio.


6 em cada 10 americanos adultos recebem a Informação através das redes sociais, e não dos media tradicionais (jornais, televisões, rádio). 

Quase metade dos americanos recebe as suas notícias através do Facebook. Quem conseguir dominar a narrativa do Facebook terá o poder na mão.

As redes sociais permitem que as pessoas formem as suas próprias comunidades e se tornem vigilantes sociais. Esse é um enorme poder.
A cruzada contra as “notícias falsas” consiste em devolver esse poder aos seus donos tradicionais: os grandes media, a Grande Imprensa.
Não há dúvida de que há lixo os montes a circular nas redes sociais, mas muito deste lixo vem do Vox, do Slate, do Huffington Post e ainda mais dos meios de comunicação mainstream, da Grande Imprensa.
Os media mainstream são facciosos, as suas manchetes são enganadoras, e, se por um lado movem cerrada perseguição aos seus opositores políticos, não fazem muito esforço para verificar se as suas próprias narrativas são verdadeiras.
Um exemplo do facciosismoda pura mentira e do jornaleirismo panfletário de Esquerda é a miserável folha de couve islamo-esquerdista conhecida como Al-Público.

Toda esta cruzada contra as "falsas notícias" só veio expor ainda mais a agenda dos media afectos à Esquerda (quase todos).
A Internet pode ser muito poderosa, quando liberta os seus usuários para encontrarem as suas próprias respostas. Os media tradicionais, a Grande Imprensa, insiste que deve ser a única autorizada a fornecer essas respostas.
Mas a Informação quer ser livre. Os media estão a lutar, mas não conseguem barrar o fluxo da Informação.
Banir as notícias conservadoras do Facebook não criará um espaço seguro para as mentiras dos media. Em vez disso, levará a um êxodo de conservadores do Facebook.
Tal como deixaram de confiar nos jornais e nas televisões, os conservadores abandonarão o Facebook.



Um jornalismo cada vez mais mentiroso e manipualdor foi a resposta mediática ao colapso da sua própria autoridade. Os media tradicionais estão em pânico, porque as suas tácticas podem ser copiadas e imitadas por qualquer um.
Se se tornou difícil distinguir as notícias falsas das notícias reais, é porque os media mergulharam de cabeça no negócio das notícias falsas.
Eles escolhem as narrativas, inventam as histórias em torno delas e mentem constantemente.
E isto não é apenas uma crítica dos conservadores. O próprio povo de Obama admite-o:
"Criámos uma câmara de eco", gabou-se Ben Rhodes, assessor adjunto de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas.


Por acaso fizemos um post sobre este caso, em que os media foram manipulados para venderem o "acordo nuclear" que permitirá ao Irão ter a bomba H e pulverizar Israel e os Estados Unidos - os maiores desejos do islamista Barack Hussein Obama, dos muçulmanos e da Esquerda:

Irão nuclear - Obama compra jornalistas e engana o Mundo


Disse Ben Rhodes:
"Os jornalistas dizem o que lhes mandamos dizer. O repórter médio de que falamos tem 27 anos, e a sua única experiência de reportagem consiste em acompanhar campanhas políticas. Eles literalmente não sabem nada".


Rhodes falava sobre o acordo nuclear com o Irão, e de como era fácil convencer os media a repetirem as mentiras da Casa Branca.
Os media mentiram aos americanos. As suas falsas agências de notícias continuam a debater alegremente o desastre, enquanto exigem que os dissidentes sejam removidos do Facebook.
Se os media querem realmente lutar contra as notícias falsas, pode começar por eles mesmos. A sua cruzada pelo espaço livre para as suas notícias falsas - proibindo os sites conservadores - não pode ter e não terá êxito.
Daniel Greenfield

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O NOSSO COMENTÁRIO



Na ascensão das sociedades totalitárias, a liberdade de expressão é sempre a primeira a cair. Até aqui eram apenas os judeus e a sua Pátria ancestral - Israel - os alvos da campanha terrorista dos media.
Na nossa secção PALLYWOOD pode admirar alguns exemplos da abjecção mediática anti-semita. O site homónimo PALLYWOOD é elucidativo, mas é em Inglês. Há muitos mais, mas estão geralmente sob ataque informático.
Hoje já é todo o Mundo Livre o alvo da DESINFORMAÇÃO que tem como objectivo permitir a ascensão e o domínio do Islamismo e do Comunismo.
"Primeiro levaram os judeus"... mas a gente não se ralava, porque não somos judeus. Hoje já é connosco também.
Todos os dias, em todo o Mundo, os jornaleiros mentem com quantos dentes têm na boca, e há um exército de censores a deitar abaixo, 24 horas por dia, tudo quanto exponha a natureza diabólica do Islamismo e do Comunismo.
Falaremos do assunto em posts próximos, se o Blogger não nos deitar abaixo também.
Não tenham os nossos leitores e amigos a menor dúvida de que estamos em vésperas de uma ameaça da proporção do Nazismo, há 70 anos. Se não abrirmos (ainda mais) a pestana, estamos condenados. Se lutarmos agora pela liberdade de expressão, não teremos que lutar mais tarde lutas sangrentas.
Pela Paz, pela Liberdade, pela Verdade,
Oliveira

 Em exemplo da abjecção que são os jornalistas de hoje:

Chora, chora, que a gente fotografa...


Neste vídeo pode-se ver os directores profissionais de cinema "Pallywood" dizendo à mulher idosa para se sentar numa cadeira na frente da loja e começar a chorar, (enquanto a filha ri incontrolavelmente), criando assim uma cena narrativa enganosa, enganando telespectadores em todo o mundo.

Os repórteres, visivelmente divertidos com a cena, não deixam de a apresentar como se não fosse encenada. Faz parte da profissão difamar Israel e os judeus.



A Internet AMORDAÇADA - 2



No século 21, a Inquisição é islâmica e global. Continuamos a traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista): 

A Nova Guerra à Imprensa Conservadora 
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais. 


O site FACEBOOK CENSORSHIP (CENSURA NO FACEBOOK) contém uma lista impressionante de acções arbitrárias dessa rede social contra a liberdade de expressão. Os alvos são, naturalmente, os conservadores e quem expõe a agenda da Esquerda e do Islamismo.  

USA Today e Los Angeles Times publicaram uma lista de sites de "notícias falsas" que é basicamente uma lista de sites conservadores, como o  RedState, o IJR e o The Blaze.  
O BuzzFeed direcionou a sua cólera contra o RightWingNews.
“Notícias falsas” é o eufemismo da Esquerda para atacar as opiniões das quais discorda, evocando falsas preocupações sobre o jornalismo e a virtude cívica. 
E as coisas estão a ir muito para além dos ataques verbais. O objectivo da Esquerda é proibir os sites conservadores e a expressão de opiniões conservadoras nas redes sociais. Ou pelo menos penalizá-los de modo a impossibilitar a concorrência com os meios de comunicação estabelecidos. 
Há óbvias razões ideológicas e financeiras por trás desta guerra às "notícias falsas". Os motivos financeiros são grosseiramente flagrantes. As vozes dos media convencionais que mais se erguem nesta guerra - BuzzFeedHuffington Post e Vox - dependem fortemente das redes sociais para alimentarem o seu número de visitantes e fazerem passar a sua agenda mentirosa e de Esquerda. 
Se alguém está no negócio das “ notícias falsas”, são estes sites que procuram cliques à conta de... notícias falsas!
Vox alegou que em Boulder, Colorado, cada habitante  tinha em média 102 casas de banho, e que havia uma ponte gigante a ligar Gaza e a Judeia e Samaria (a.k.a. “Cisjordânia”). Mas, segundo os critérios da Esquerda, essas notícias não são falsas.

Numa demonstração de como a guerra às "notícias falsas" é em si mesma falsa, os meios de comunicação publicaram notícias com os títulos: "A notícia falsa ameaça a democracia, diz Obama" (USA Today), “Obama, com Angela Merkel em Berlim, Declara Guerra às Notícias Falsas” (New York Times) e  “Barack Obama: Notícias Falsas no Facebook prejudicam a Democracia" (Huffington Post).
Ora Obama não disse NADA sobre esta falsa cruzada da Imprensa tradicional!
O que Obama disse foi que os Estados Unidos e a Rússia eram igualmente alvo de "desinformação" na Televisão e no Facebook, o que fazia ambos os países parecerem maus. O contexto alemão das observações sugere fortemente que ele de referiu a uma velha controvérsia sobre a NSA (National Security Agency). (...)

Experimente o leitor postar um retrato de Maomé no seu Facebook. É imediatamente censurado. Enquanto isso, os grupos terroristas islâmicos e os islamistas individuais postam todo o tipo de mensagens apelando e celebrando a matança dos "infiéis".

A ironia, mais uma vez, é que a guerra às "notícias falsas" está a ser travada com notícias muito falsas.
O que se está a passar nada tem a ver com preocupações com a integridade da informação. Ninguém pode olhar para as sondagens falsas prometendo uma vitória de Hillary Clinton, e acreditar que os jornalistas estão preocupados com as "notícias falsas".  
Os jornalistas estão apenas a tentar  eliminar a concorrência, intimidando o Facebook para esta rede social banir ou marginalizar notícias da Direita, que competem com as deles.
Daniel Greenfield
CONTINUA

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Três singelos exemplos da acção da Inquisição islamo-esquerdista no Facebook:

"O MAIOR HOLOCAUSTO DA HISTÓRIA FOI O QUE VITIMOU 80 MILHÕES DE HINDUS ÀS MÃOS DOS MUÇULMANOS" - FACTO CENSURADO no Facebook.


Papel higiénico com a bandeira do ISIS é censurado. Alá nos livre de ofender os genocidas que só cristãos matam 11 por hora!




"DIZEM QUE APENAS 10% DOS MUÇULMANOS SÃO EXTREMISTAS. EM 1940, APENAS 7% DOS ALEMÃES ERAM NAZIS."

- FACTOS CENSURADOS no Facebook.

Serão precisos mais exemplos?... 

Obrigado, Senhor!

Amamos o nosso Portugal. Não amamos menos o Brasil e Israel. Amamos quem é do Bem. Ficamos profundamente felizes quando vemos os Estados Unidos, o Brasil e mais nações regressarem ao caminho da sanidade, da paz, da prosperidade, da alegria de viver!
Obrigado, Senhor!
Convidamos os nosso estimados leitores e amigos a verem o vídeo da recepção de Netanyahu em Brasília, com o povo a gritar "ISRAEL! ISRAEL! ISRAEL!". A canção do Roberto Carlos, mais abaixo, fica excelente como música de fundo!




Durante a posse de Bolsonaro, alguém insistiu em cortar cebolas ao nosso lado, gaita!


A Internet AMORDAÇADA - 1


  
Após a derrota de Hillary Clinton (quando a Imprensa em peso assegurava a sua vitória folgada) a Esquerda volta a mostrar a sua verdadeira face. Ataques racistas, espancamentos de eleitores de Trump, assassínio de polícias, ataques terroristas, ameaças de morte contra Trump e apelos à guerra civil, vão sendo o pão nosso de cada di nos Estados Unidos, enquanto o terrorista islâmico Barack Hussein OBAMA esfrega as mãos, contente por deixar uma herança de caos ainda maior do que previa.
O poderoso lóbi dos jornalistas profissionais, por seu lado, enquanto continua a deitar gasolina na fogueira da agitação social, já encetou a perseguição aos media conservadores, feitos por amadores como nós.
Os jornalistas caíram no total descrédito e todos os dias caem mais um pouco A sua última  esperança é calar as vozes da VERDADE na Internet.
Vamos traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A Nova Guerra à Imprensa Conservadora
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.


Lembram-se de quando os media anunciavam que Hillary Clinton obteria uma vitória esmagadora? A Imprensa mentirosa que fez tal "previsão", a fim de diminuir a participação dos eleitores pró-Trump, de certeza que se lembra. Essa mesma Imprensa está agora numa campanha contra as "notícias falsas".

E por "notícias falsas", eles não designam a sua própria torrente furiosa de desinformação e mentiras.

A Imprensa entrou em guerra contra o Facebook. Enquanto vários partidários adeptos do Partido Democrata culparam tudo e todos pela derrota de Hillary, desde o FBI até à misoginia inconsciente, a Imprensa decidiu que o Facebook é o culpado.

Porquê o Facebook?


Os canais de notícias por cabo estão a morrer. Os jornais lutam pela sobrevivência, online e offline. A rentabilidade da Grande Imprensa está a acabar, devido às redes sociais. A essência das redes sociais é que elas permitem que as comunidades falem livremente do vêem. E essa é uma ideia terrível, para a Grande Imprensa.

Mas também é uma ideia assustadora para os esquerdistas que concorrem a cargos públicos em países que não concordam com os seus pontos de vista.

Obama responsabilizou a má qualidade da "narrativa" pelos resultados eleitorais. Mas a narrativa tem que ser capaz de alcançar as pessoas. E para isso a esquerda tem que asfixiar as vozes competitivas no espaço das redes sociais. Como? Proibindo que os conservadores se manifestem.

A guerra contra a Imprensa conservadora está a ser conduzida sob o pretexto de banir as "notícias falsas" do Facebook. Mas o diabo da ”notícia falsa” está nos detalhes. Notícias falsas podem significar sites de sátira como o The Onion ou o Daily Currant.
Como podem significar sites sensacionalistas que apenas procuram tráfego através de títulos enganadores e notícias efectivamente falsas. Mas também pode significar sites de que a Grande Imprensa não gosta, e cujas histórias são contestadas pela Esquerda, por motivos político-partidários.

A guerra contra as "notícias falsas" é a cortina de fumo para a campanha contra a Imprensa conservadora. É fácil ver que os sites conservadores o verdadeiro alvo da nova Inquisição esquerdista, actualmente em ataque cerrado ao Facebook.

O Buzzfeed, que depende fortemente do tráfego do Facebook, alimentou a histeria das "notícias falsas". A lista de sites considerados de "notícias falsas"  pelo Buzzfeed limita-se a agrupar os sites que simplesmente não são do agrado da esquerda. (...)

Considerando o longo cadastro do BuzzFeed em matéria de notícias realmente falsas, mas que se encaixam na sua narrativa política, a lista não tem qualquer credibilidade. A lista de sites de “noticias falsas” publicada pelo BuzzFeed acabou por ser, ironicamente, uma... “notícia falsa”.

A guerra não é contra “notícias falsas”, mas contra os sites conservadores, que superam, em credibilidade e audiência, a Imprensa estabelecida.
 Daniel Greenfield

CONTINUA

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Metade dos CENSORES do Facebook são maometanos marroquinos!

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu apoiar a liberdade de expressão; duas semanas depois, proibiu as críticas ao Islão.


A seguir a cada ataque islamista, emite comunicados a expressar a sua preocupação com possíveis "represálias" sobre os muçulmanos. As páginas de grupos terroristas que matam judeus - como ele - são muito menos incomodadas que as que denunciam a verdadeira face do Islão.
O pobre Zuckerberg deve achar que, por ser judeu, deve mostrar uma "tolerância" a tudo, até à irracionalidade...

Facebook adopta política formal de censurar a crítica do Islão

Há muitos anos que o Facebook censura as críticas ao Islão. No entanto, agora é uma política formal.
O Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do terceiro mundo por 1 dólar e meio à hora.
Quase metade dos censores do Facebook trabalham num edifício de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. Mesmo que não fosse essa a política formal do Facebook, o resultado final seria  o mesmo: as críticas ao Islão seriam excluídas.

No entanto, o Facebook acaba de anunciar que está a introduzir uma política formal de apagar páginas que sejam críticas do Islão.

https://www.timesofisrael.com/erdogan-lashes-out-at-provocative-charlie-hebdo/

 O tirano Erdogan veio 'marchar' a Paris após o Massacre do Charlie Hebdo.


Imediatamente após o primeiro-ministro turco ter marchado pela "liberdade de expressão" em Paris, o governo turco bloqueou centenas de sites da Internet.
A principal razão para bloquear os sites foi a publicação dos desenhos do Charlie Hebdo.

O governo turco deu ao Facebook um ultimato. Ou proibia as críticas ao Islão, ou seria banido na Turquia. O site fundado por Zuckerberg respondeu que iria instituir uma proibição mundial de críticas ao Islão no Facebook

Actualmente, a Turquia bloqueia o Twitter e o Youtube por permitirem críticas ao Islão.

https://freespeechdebate.com/discuss/fear-farce-and-tragedy-how-turkey-reacted-to-the-charlie-hebdo-murders/

Muçulmanos turcos manifestam-se contra os desenhos de Maomé.


O Facebook censurou os conservadores desde que o site foi fundado. Recentemente, o Facebook apagou o Mês Americano da História Branca, uma página com 300.000 seguidores (uma nova versão da página podia ser encontrada aqui, mas também foi censurada).

Mark Zuckerberg contradisse a sua declaração pública sobre liberdade de expressão, em 1/9/15:

"Há alguns anos, um extremista do Paquistão tentou que eu fosse condenado à morte, porque o Facebook recusou proibir um conteúdo sobre Maomé que o ofendeu. 
Nós reagimos contra isso porque as vozes diferentes - mesmo que sejam às vezes ofensivas - podem tornar o mundo um lugar melhor e mais interessante. 
O Facebook sempre foi um lugar onde as pessoas em todo o mundo compartilham as suas opiniões e ideias. Seguimos as leis em cada país, mas nunca deixamos que um país ou grupo de pessoas dite o que as pessoas podem compartilhar em todo o mundo. 
Ao reflectir sobre o ataque de ontem e sobre a minha própria experiência com o extremismo, concluo que é isso que todos nós precisamos rejeitar - que um grupo de extremistas tente silenciar as vozes e opiniões de todos os outros ao redor do mundo. 
Eu não vou deixar isso acontecer no Facebook. Estou empenhado em construir um serviço onde cada um possa falar livremente, sem medo de violência.
Os meus pensamentos estão com as vítimas, com suas famílias, com o povo da França e com as pessoas de todo o mundo que optam por compartilhar suas opiniões e ideias, mesmo quando isso requer coragem. # JeSuisCharlie".

- Artigo de CONSERVATIVE HEADLINES, que há muito queríamos traduzir, mas o site está geralmente sob ataque informático islamo-esquerdista.

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PARA SE TER UMA NOÇÃO DO QUE É A CENSURA NO FACEBOOK:



O blogger d' O Ovo da Serpente foi bloqueado no Facebook por ter denunciado um racista, simpatizante nazi e negador do Holocausto... que usa o Facebook para promover as suas ideias.
Uma simples imagem que promove o casamento tradicional, foi censurada:


No entanto, o incitamento ao assassínio de polícias brancos, do grupo supremacista racista Black Lives Matter (a sua conhecida campanha "Fuck the Police") é permitida no Facebook:

Os casos de censura no Facebook são permanentes. A propaganda no terrorismo islâmico é autorizada, com toda a naturalidade. Mas quem se proponha debater o extremismo islâmico, a manipulação dos media pela extrema-esquerda islamófila, a ideologia de género e outros dogmas modernaços, é simplesmente CENSURADO.

Este é um site que se dedica a compilar casos de CENSURA exercida pelo Facebook:




GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

Tudo quanto mostre a realidade do Islão é removido do YouTube sob pretexto de que é "islamofobia". Não estamos a falar de nenhuma brincadeira: é executado 1 cristão a cada 5 minutos (fora os outros "infiéis").

Depois de Robert Spencer, Pamella Geller, Walid Shoebat, e tantos outros contra-jihadistas, tivemos a honra de sermos também silenciados pela santa aliança Google-Blogger-Twitter-Youtube-Facebook.

CENSURADOS







Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será. 
O YouTube está permanentemente a apagar os vídeos que demonstram o que é o Islão, e até já apagou até canais inteiros (como por exemplo o Palestinian Media Watch, que, felizmente, foi obrigado a restaurar, devido à indignação de milhões de pessoas).
O YouTube censura a crítica ao Islão, o Facebook bane os utilizadores que façam o mesmo, o Twitter foi comprado por um bilionário jihadista toxicodependente e impõe a sharia sem cerimónias, o Google promove o terrorismo islâmico e o Nazismo, bloqueia sites e altera as suas definições para branquear a brutal ideologia islamista:






 

Ora leia lá este artigo, que vale bem a pena:

GOOGLE ADERE À JIHAD 
O gigante dos motores de busca aproxima-se dos supremacistas islâmicos.



O Google, o omnipresente mecanismo de busca da Internet, está sob fogo esta semana por censurar os resultados negativos da pesquisa sobre o Islão.
Se você digitar "Cristianismo é" na caixa de busca do Google, imediatamente aparecerão uma série de complementos sugeridos para a frase, a maioria deles depreciativos: "O Cristianismo é m**da", "O Cristianismo não é uma religião", "O Cristianismo é uma mentira", "O Cristianismo é falso""O Cristianismo é errado ", "O Cristianismo é falso". Nenhum resultado positivo é sugerido.
O mesmo se passa com o "Budismo é", e a frase é mais uma vez completada com inúmeras sugestões negativas: "Budismo é errado", "Budismo não é o que você pensa", e assim por diante.
Mas digite "O Islão é", e nada surge. As sugestões negativas que inundam o pesquisador de outras religiões estão longe de ser vistas. 
O Google, no entanto, diz que foi tudo um erro, e nega favorecer o Islão. "É um bug", insistiu um porta-voz do Google, "e estamos a trabalhar para o consertar o o mais rápido possível". Por incrível que pareça, mesmo com todos os conhecimentos técnicos do Google, este "bug" persistiu durante dias, e persiste, muito tempo após o anúncio do Google de que seria rapidamente corrigido. 
Ou talvez não seja tão estranho, à luz da tendência de longa data do Google para favorecer a extrema-esquerda e seus aliados na jihad global.
Os críticos queixaram-se durante anos sobre a tendência do Google para decorar o seu logotipo colorido para dias acalentados pela Esquerda, como o Dia da Terra e o Dia Internacional da Mulher, ignorando o Natal e a Páscoa. 
Além disso, o YouTube, pertencente ao Google, removeu mais de uma vez o material crítico do supremacismo e da jihad islâmica, ao mesmo tempo em que permite que o material pró-jihad e o vil material anti-semita permaneçam.
As políticas do Google sobre a remoção de vídeos parecem seguir uma linha de esquerda: anti-americano, anti-Israel, pró-jihad.
É também uma coincidência notável que o "bug" não afecte o Google  no Judaísmo, no Cristianismo, no Hinduísmo, no Budismo, e só poupe o Islamismo.
A única religião protegida de julgamentos adversos no Google é também a única religião envolvida numa campanha organizada para sufocar a discussão honesta sobre os seus textos e ensinamentos que inspiram a violência.

Ainda há poucos dias o Google foi chamado à responsabilidade, por redireccionar as pesquisas sobre o Holocausto para sites nazis. O Google e as redes sociais NADA têm feito para combater a divulgação do terrorismo islâmico, do Nazismo e do anti-semitismo online, apesar de sucessivos processos judiciais.

"LINHAS VERMELHAS QUE NÃO DEVEM SER TRANSPOSTAS"

Os petrodólares compram jornalistas e políticos. 

Em 2008, Ekmeleddin Ihsanoglu, o secretário-geral da Organização das Conferências Islâmicas (OIC), o maior bloco eleitoral das Nações Unidas, que congrega 57 Estados, alertou o Ocidente sobre as "linhas vermelhas que não devem ser cruzadas" em relação à liberdade de expressão sobre o Islão e sobre o terrorismo. 
Desde há anos, a OCI tem liderado um esforço na ONU para obrigar os Estados membros a criminalizarem o que chama de "difamação das religiões", mas que significa claramente a proibição de qualquer discussão honesta dos textos e ensinamentos do Islão, que os jihadistas invocam para justificar a violência e o Supremacismo.  
Curiosamente, a OIC reforçou esta campanha na esteira da publicação de caricaturas de Maomé num jornal dinamarquês, que provocou distúrbios muçulmanos em todo o mundo.
O Google, no momento em que os tumultos estavam no auge, foi obediente e removeu os vídeos do YouTube que se referiam aos tumultos provocados pelas caricaturas. 
Quando a OIC (Organização das Conferências Islâmicas) manda no Google, não são sequer necessárias leis internacionais para silenciar a liberdade de expressão. Como a generalidade da Esquerda, o Google parece empenhado em apoiar a guerra do bloco islâmico contra a liberdade de expressão, e em submeter-se aos ditames totalitários e brutais da OCI, abstendo-se voluntariamente de fazer qualquer coisa que possa ofender os muçulmanos. 
Embora a restrição às sugestões de busca automatizada possa parecer coisa insignificante, o que tal revela sobre a submissão às sensibilidades islâmicas sobre qualquer crítica ao islamismo, é tudo menos trivial. 
Além do mais, sendo o Google de longe o principal motor de busca, a ideia de que os não-muçulmanos ocidentais devem vergar-se à vontade dos muçulmanos facilmente ofendidos estabelece um precedente que só pode dar frutos amargos no futuro.  
Em última análise, o Google e todos os indivíduos, grupos, empresas e autoridades governamentais no Ocidente, terão que decidir se vão representar os princípios duramente conquistados da liberdade de expressão e da livre investigação, ou enfrentar o supremacismo e a intimidação islâmica. Quando a censura é voluntária e auto-imposta, como no caso do Google, é ainda mais vergonhoso.


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- Este artigo, por nós traduzido, é da autoria de Robert Spencer e foi publicado há 7 anos no FrontPage Mag. Não só permanece actual, como a censura tem apertado ainda mais. Os jornalistas são quase todos islamófilos e de extrema-esquerda, e promovem a islamização do Mundo Livre, mentindo e omitindo. São bem pagos para o fazerem, aliás. E o capital islamista tem entrado a rodos na Internet, para a controlar, como já controla a Imprensa tradicional.
De vez em quando damos uma pincelada nestes assuntos:

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

A nova Inquisição na Internet

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos

Como a Arábia Saudita controla os media


Ainda hoje, o ex-líder do Ku Klux Klan, David Duke, foi notícia por ter postado um vídeo em que acusa os judeus de estarem a organizar (sempre o famoso plano para dominar o Mundo, que nunca se concretiza...) a "limpeza étnica dos brancos, ou seja, dos Americanos e dos Europeus". Peter Barron, da Google, afirma que o vídeo não reúne condições para ser removido. Ou seja: o YouTube censura os factos e permite as mentiras.


Para a ditadura vigente, dizer a VERDADE sobre o Islão, é crime de "islamofobia"


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