quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Itália: "Migrante" tenta estuprar mulher prestes a dar à luz *

Porque é que este maometano tentou estuprar uma grávida? Porque o Islão ordena aos seus seguidores que escravizem sexualmente as mulheres e crianças "infiéis":



Hospital Sant'Eugénio, em Roma.


Falar das atrocidades islâmicas em curso no actual processo de invasão e conquista do Mundo Livre já se tornou banal, mas ainda conseguimos espantar-nos de vez em quando.
Por exemplo, noutro dia na Suécia os "migrantes" estupraram uma menina menor de idade e incendiaram-lhe a vagina:
 

Metade das vítimas da jihad do estupro na Suécia são crianças, mas o governo feminista extrema-esquerdista do país não acha grave. Na Europa, os "migrantes" exigem que o estupro de mulheres e crianças brancas seja legalizado, pois faz parte do Islão.


Estupros em grupo por "migrantes", na via pública, perante o silêncio dos transeuntes, já nem são notícia. São o novo "normal" na Europa. Em certos casos, os "migrantes" continuam a violar as vítimas após a morte destas...
Desta vez, os "migrantes" mostraram que nem a maternidade é tabu para a sua ideologia:



No hospital de Sant'Eugénio 

Imigrante somali entra em sala de partos em Roma e tenta violar uma mulher em trabalho de parto
Escândalo em hospital de Roma, onde um somali, depois de iludir todos os controles, entrou na sala de partos e tentou estuprar uma mulher em pleno trabalho de parto.
O protagonista da história é um cidadão somali de 38 anos, que roubou o uniforme verde de enfermagem de um armazém no hospital de Sant'Eugénio em Roma e, depois de entrar na sala de partos, tentou estuprar uma mulher de 43 anos. anos. O homem foi preso por polícias em flagrante, em 31 de Dezembro passado e enfrenta acusações de violência sexual. 
Hoje, os juízes da quinta secção penal de Roma validaram a prisão e ordenaram a detenção preventiva na prisão. O autor da violência, na Itália há vários anos e com vários antecedentes, entrou na sala de partos enquanto a mulher estava com muitas dores a dar à luz.
O agressor introduziu as mãos na vagina da parturiente e começou a masturbar-se, desencadeando a reacção da mulher, que começou a gritar pelas enfermeiras e pelo médico, que imediatamente alertou a polícia. 
A defesa do somali alegará problemas psiquiátricos. O julgamento está agendado para o dia 10 de Janeiro.

Libero Quotidiano

Clique na foto acima para ampliar e confira que são viúvas e orfãos sírios que desembarcam em Itália.

Apesar de tudo,  ainda penseámos que esta notícia fosse uma brincadeira de muito mau gosto, mas conferimos em diversos jornais online italianos (só os regionais se atrevem) e conferimos a reacção de uma força política italiana (só uma se atreveu).
A "Grande Imprensa" ignora o acontecimento, é claro. Bem como os políticos "sérios", do Sistema. Se tivesse sido um padre que tivesse um filho de uma paroquiana estava nos telejornais todos. Assim, é apenas mais um episódio pitoresco de enriquecimento cultural.
E quem tiver objecções é "instigador do ódio" e "racista"!
A mentalidade maometana é assaz curiosa. Os partidários da Religião da Paz, por um lado violam mulheres e crianças, e por outro ensinam às nossas mulheres os padrões da decência Corânica:



Estuprador somali na sala de parto, Santanchè:
"Boldrini, aqui está a verdade sobre os muçulmanos: o que se deve fazer à besta?"

"Em Roma, um somali foi introduziu-se secretamente no sala de partos do hospital Sant'Eugénio e atacou sexualmente uma mulher, fingindo ser uma enfermeira. O episódio é miserável e inaceitável e uma pessoa assim deve ser enviada de volta para seu país muito rapidamente".
Enquanto todos os políticos estão em silêncio, a líder dos  Fratelli d'Italia, Daniela Santanchè, foi a única a estigmatizar o ataque sexual vergonhoso que teve como protagonista um somali de 38 anos.
Depois de tentar estuprar uma mulher grávida de 43 anos, o indivíduo teve a coragem de dizer: "Porque é que eu fiz isto? Somente Alá o sabe ...".
"Este crime - continua Santanchè - mostra que muitos imigrantes provenientes de países muçulmanos têm uma total falta de respeito pelas mulheres e pelo seu corpo, uma concepção distorcida que é totalmente incompatível com nossa cultura e nossa História. Saviano e Boldrini terão palavras de carinho e compreensão para com este personagem nojento?".

Claro que Saviano, Boldrini e toda a classe política, jornalística e académica (já para não referir o inefável Papa Francisco, que compara os colonos maometanos a Jesus Cristo), só terão amor e carinho para este estuprador de grávidas! 
Está estabelecido pela ideologia oficial que os maometanos são bons e puros por natureza, façam o que fizerem. Eles simplesmente não podem errar! E tudo o que façam de questionável é culpa do "capitalismo" e da "tradição judaico-cristã".


Maometanos na Europa ensinando as mulheres a serem decentes e recatadas:



"APENAS UM CASO DE TRANSTORNO PSIQUIÁTRICO PASSAGEIRO"...

A especialista em saúde mental (!) Joana Amaral Dias é uma acérrima defensora da teoria dos "problemas psiquiátricos". Gente iluminada...

Os partidários da invasão maometana do Ocidente vão alegar, como de costume, que se tratou de um "caso isolado". Talvez até que o estuprador é uma vítima da sociedade capitalista e do colonialismo europeu.
Mas o que está na moda agora são as "perturbações psiquiátricas". Causadas possivelmente pela sociedade capitalista e do colonialismo europeu!
Só desta semana, meia dúzia de "problemas psiquiátricos" que por acaso só atacam pessoas de uma religião que as manda matar os "infiéis":


Se os assassinos fossem cristãos e as vítimas fossem a sair de uma mesquita, a Imprensa internacional estaria interessada. Assim, não...
 

Se os assassinos fossem cristãos e as vítimas fossem a sair de uma mesquita, a Imprensa internacional estaria interessada. Assim, não...




Desde o 11 de Setembro, 32324 episódios de "problemas psiquiátricos" contabilizados - até este momento, amanhã já haverá mais umas dezenas de mortos e feridos.
Na semana de 23 a 29 de Dezembro de 2017, 32 "problemas psiquiátricos" contabilizados, que causaram 241 mortos e 164 feridos, atingindo 12 países.
Em 5 "problemas psiquiátricos" os pacientes fizeram-se explodir aos gritos de "Allahu Akbar".

1400 anos de "problemas psiquiátricos"

Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes

 



O horror do Islão ultrapassa a imaginação:

Islão - O que o Ocidente Precisa Saber

Visite a nossa secção JIHAD SEXUAL.


ALGUNS CANAIS YOUTUBE:

 


Os racistas dos italianos se calhar até se opõem ao estupro de mulheres que estão a dar à luz. O preconceito destes comedores de pizzas não tem limites... Tsc, tsc...

Revolução no Irão: Obama de calças na mão!


Na sequência de: 

O que está a mudar o Irão? TRUMP!




Obama e seus apoiantes, mais a guarda pretoriana de jornaleiros avençados, estão em pânico, e a descer ainda mais baixo do que o habitual. Redobram a difamação, a CENSURA e a mentira mais descarada.  
É que a revolução em curso no Irão pode vir a fazer ainda mais luz sobre o objectivo nº 1 do mandato do Terrorista da Casa Branca: usar o Irão para destruir Israel.
Só a cor da pele resguarda Obama de ser julgado por alta traição. Esperemos que Hillary Clinton e John Kerry não sejam poupados a prestar contas.


Se ainda não conhece o melhor site do mundo sobre Obama, aqui vai:


(Nós temos apenas uma pequena secção Obama)

Os protestos no Irão, onde se pede o referendo e o fim do regime teocrático, e que os islamo-jornaleiros ocidentais dizem que são "por causa do preço do gás e aproveitados por desordeiros":



Vários conselheiros importantes do ex-presidente Barack Obama manifestaram o seu desagrado em relação ao apoio do presidente Donald Trump aos protestos que estão a varrer o Irão. 
O ex-governo Obama, mais de um ano depois, ainda não aceitou que já não está a liderar a América, e que o povo americano exerceu o seu direito democrático de votar em Trump e de o eleger como seu líder. O público perdeu a confiança em Obama, um "líder" que traiu os princípios americanos da democracia. 


Respeitinho é muito bonito e os aiatólas gostam...


Entre as faltas de Obama, ele: 

  • Assinou um acordo que enviou mais de 100 biliões de dólares para os cofres do Irão, permitindo que esse Estado-pária financiasse ainda mais as suas filiais jihadistas como o Hezbollah, o Hamas, a Jihad Islâmica, etc..  


Valerie Jarret (esq.), comunista iraniana e conselheira de Barack Hussein Obama.  Huma Abedin (dir.), jihadista iraniana, conselheira e companheira sentimental de Hillary Clinton (já falámos aqui amplamente deste casal).

De facto: 
  • Em 2009, quando a "Revolução Verde" ameaçou o regime iraniano, Obama e o seu governo abstiveram-se de apoiar os protestos. Obama disse"Respeitamos a soberania iraniana e queremos evitar que os Estados Unidos sejam o problema dentro do Irão".

Obama "respeita" um regime brutal que oprime o povo, visa destruir Israel e financia o terrorismo jihadista a nível mundial? 
Se o apoio de Donald Trump ajudar a aproximar o povo iraniano da liberdade com qualquer grau de sucesso - enfraquecendo o regime iraniano - mostrará a ainda mais a incompetência dentro do governo Obama como líder do mundo livre. 
Esta nova revolta iraniana poderá também expor ainda mais sobre a parceria sem escrúpulos entre o governo Obama e o Irão, nada lisonjeira ou útil para Obama e seus comparsas.
Robert Spencer - Jihad Watch






Confira a notícia e não perca os vídeos no final:

"Ex-conselheiros de Obama dizem a Trump para 'ficar quietinho' em relação aos protestos no Irão"
por Joel Pollak, Breitbart, 1 de Janeiro de 2017: 

Vários conselheiros importantes do ex-presidente Barack Obama manifestaram incómodo com o apoio do presidente Donald Trump aos protestos que varrem o Irão. 

Em 2009, quando a "Revolução Verde" ameaçou o regime iraniano, Obama e o seu governo abstiveram-se de apoiar os protestos. Obama disse: "Respeitamos a soberania iraniana e queremos evitar que os Estados Unidos sejam o problema dentro do Irão"
Essa fraca resposta e a falta geral de apoio da administração aos manifestantes permitiram que o regime consolidasse o poder. 
Obama estava mais preocupado em preservar a possibilidade de um eventual acordo no programa nuclear do Irão do que em remover o regime iraniano como uma ameaça estratégica ou em defender os direitos humanos. Os críticos acusaram Obama de ter perdido uma oportunidade de ouro. 
O presidente Trump assumiu a abordagem oposta, apoiando vigorosamente os protestos e criticando o regime. 
Mas a gente de confiança de Obama rejeita a abordagem de Trump e, aparentemente, acredita que a abordagem que Obama assumiu em 2009 continua a ser a melhor. 
A ex-assessora de segurança nacional, Susan Rice, repetiu ao New York Times a mensagem do ex-assistente de Obama, Philip Gordon: "Como é possível que Trump esteja apoiar os manifestantes do Irão? Ele que fique quietinho"
O autor argumenta que apoiar os protestos e tomar medidas para acabar com o acordo nuclear do Irão só ajudará o regime a deslegitimar os seus oponentes internos. 
Rice não ofereceu nenhuma outra declaração de solidariedade para com os manifestantes. 
Rob Malley, que chegou a ser retirado da campanha de Obama para se encontrar com o grupo terrorista Hamas, mas assumiu funções no governo para as negociações com o Irão, também elogiou a opinião de Gordon. 
A ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, que estava no cargo durante a Revolução Verde, apoiou mais os manifestantes, mas disse apenas que "esperava" que o regime iraniano os escutasse ...





quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O que está a mudar o Irão? TRUMP!


O Irão, antes de depois da Revolução Islâmica de 1979.


Os jornalistas do sistema, ao serviço do comunismo e do islamismo sob todas as suas formas, vão debitando que o que está a passar-se no Irão são "protestos contra o aumento do preço do gás", e que o governo "moderado" do Irão já avisou que não vai permitir que "bandidos se aproveitem dos tumultos".  Já não é apenas a extrema-esquerda pró-jihadista como o Al-Público, é toda a jornaleirada. Por isso é que a Imprensa tradicional está a acabar, e já vão tarde, esses propagandistas do terrorismo islâmico.
Os jornalistas do sistema adoram o regime terrorista iraniano, porque é o principal financiador do terrorismo global, que visa os Estados Unidos, Israel e o Mundo Livre em geral.
Os jornalistas do sistema estão desolados perante a perspectiva de o Irão não conseguir a tão sonhada bomba H (facilitada pelo Obama) e que lhe permitiria, finalmente, pulverizar Israel. 
Os jornalistas do sistema estão cegos de raiva e em pânico, porque o conluio de Obama com o regime terrorista iraniano está a ser cada vez mais exposto.



- Tradução, vídeo e destaques nossos


Em 2009, o Irão foi varrido por manifestações, tal como agora. Mas naquela época, os manifestantes gritavam "Allahu Akbar", e não havia nenhuma indicação de que eles quisessem qualquer coisa além da reforma do regime islâmico, e não o fim do próprio regime. 

Desta vez, no entanto, os manifestantes gritam: "Nós não queremos uma República Islâmica!" "Clérigos vergonhosos, libertem o nosso país!". Alguns até gritam: "Reza Shah, abençoada seja a sua alma!".

O que mudou? Donald Trump.


Reza Shah foi o xá do Irão de 1925 a 1941 e o pai de Mohammed Reza Pahlavi, o xá que foi derrubado na Revolução Islâmica em 1979. Reza Shah admirava o turco Kemal Ataturk e estabeleceu no Irão um caminho semelhante de ocidentalização e secularização. Ao gritarem os slogans acima, os manifestantes estão a enfatizar que não querem apenas reformas económicas, como alegam os jornalistas do Sistema no Ocidente. Também não querem uma República Islâmica menos corrupta. Eles não querem uma República Islâmica.


O que tem Trump a ver com isso? Trump é singular entre os líderes do mundo e os presidentes dos Estados Unidos desde 1989, demonstrando a sua prontidão para enfrentar a intimidação violenta.

Trump já o deixou claro de muitas maneiras, principalmente através do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

Clinton, Bush e Obama disseram que Jerusalém era a capital de Israel, mas recuaram no reconhecimento do facto como política oficial dos EUA, por medo de que os muçulmanos se rebelassem e matassem pessoas inocentes e que tal reconhecimento comprometesse o quimérico e infrutífero "processo de paz".

Então devem ser os terroristas a decidir onde a nossa embaixada deve ficar? 

Trump não estava disposto a ceder nesse ponto. E quando um homem mostra que os tiranos podem ser enfrentados e vencidos pelas pessoas com coragem, outros são inspirados a tomar o mesmo tipo de posição. 

Este novo levantamento iraniano veio apenas algumas semanas após o anúncio de Trump sobre Jerusalém, depois de a raiva ameaçada e os tumultos de muçulmanos em todo o mundo em resposta a esse anúncio se terem mostrado ineficazes.





É uma coincidência que o povo iraniano tenha resistido às forças da intimidação jihadista logo que o presidente o fez? Talvez. Mas, se assim for, é maravilhoso e, em ambos os casos, é ilustrativo do poder da coragem numa era de covardia.

Mesmo que o movimento da liberdade iraniana não tenha nada a ver com Trump, é certo que essas manifestações já teriam acabado, e talvez nunca tivessem começado, se Hillary Clinton fosse presidente dos Estados Unidos agora.

Confrontado com as manifestações de 2009, que que não chegaram a tanto nem exigiram tanto, Barack Obama traiu os manifestantes e entregou-os a todos os destinos horríveis que os mulás lhes reservaram nas suas câmaras de tortura.

Com a intenção de concluir o desastroso acordo nuclear, Obama encheu os bolsos dos opressores iranianos com biliões de dólares e colocou o mundo no caminho de um ataque nuclear catastrófico,

Obama garantiu que o governo dos EUA não desse nem uma palavra de apoio aos manifestantes, mesmo quando estes estavam a ser assassinados pelas ruas.




Mas agora o homem que está a dar o tom é um homem diferente. Trump veio fortemente em apoio dos manifestantes, tweetando: "Chegam muitos relatos de protestos pacíficos de cidadãos iranianos que denunciam a corrupção do regime e o desperdício da riqueza da nação para financiar o terrorismo no exterior. O governo iraniano deve respeitar os direitos do seu povo, inclusive o direito de se expressar. O mundo está a ver!".

Da mesma forma, a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, disse: "Os líderes iranianos tornaram um país rico, com uma história e uma cultura ricas, num Estado desonesto e economicamente esgotado, cujas principais exportações são violência, derramamento de sangue e caos. Como disse o presidente Trump, as vítimas mais duradouras dos líderes do Irão são o próprio povo iraniano"

Para o povo do Irão, com a ajuda de Donald Trump, isto pode ser apenas o começo de uma nova era de liberdade. Mesmo que o regime permaneça no poder, ele foi abalado no seu núcleo. Não pode ser tão abertamente repressivo e sanguinário como os chineses na Praça Tienanmen. Não (podemos esperá-lo) com Donald Trump na Casa Branca.




O Eixo do Terrorismo: Irão, Hezbollah e Hamas:

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Em 2018, que Trump continue a sua caminhada triunfal!


"Só devemos admitir neste país os que partilham os nossos valores e respeitam o nosso povo!" - Donald Trump

Os mercenários da Nova Ordem Mundial, também conhecidos como jornalistas, aproveitaram o fim do ano para martelar ainda mais a sua campanha de difamação de Donald Trump:

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial


Este vídeo está permanentemente a ser retirado pelos agentes da aliança comunista-islamista-globalista:




Entre outras barbaridades, os jornalistas acusam Trump de "deitar por terra o trabalho de aproximação de Obama com o Irão e a Coreia do Norte" e de "abandonar 60 anos de neutralidade norte-americana em relação a Jerusalém". Abstemo-nos de comentar, basta ler-se este blogue, nomeadamente as secções JERUSALÉM e IRÃO.


Barack Hussein e o seu mano terrorista Malik.


 Da nossa secção dedicada ao jihadista

O maometano Obama, também conhecido como O Terrorista da Casa Branca, fez todo o possível para sabotar os Estados Unidos e o Mundo Ocidental. Trump está a reverter a acção do traidor e da sua equipa de traidores e jihadistas. Mas o que mais leva à loucura os jornalistas  e a esquerda em geral, é que Trump está a cilindrar o ISIS:


A esquerda tem uma obsessão pelo terrorismo islâmico:

A Paixão da Esquerda pelo Terrorismo Islâmico


Pamela Geller publicou um resumo das acções de Trump em 2017, que seriam ainda mais e melhores se ele não estivesse permanentemente a braços com as tentativas de boicote por parte das forças obscuras da Nova Ordem Mundial.



Trump atacou com êxito o terrorismo, os gangues criminosos, as drogas, o desemprego, a manipulação ambientalista, a guerra aos humanos.
E  apoiou os trabalhadores e os empresários, a criação de riqueza, as forças policiais, as forças armadas, a ordem pública.
Trump atacou o que destrói o Mundo Ocidental e apoiou o que o protege - razões mais que suficientes para que os jornalistas e outros espumem de raiva!
Confira:
EMPREGO E ECONOMIA




    
Passagem do projecto de reforma tributária que permitiu o corte de 5,5 biliões de dólares e a revogação do Obamacare.   
 Aumento do PIB acima de 3%.   
 Criação de 1,7 milhões de novos empregos, reduzindo o desemprego para 4,1%.  
  O Dow Jones bateu recordes.   
Recuperação da confiança económica para um máximo em 17 anos.  
  Nova ordem executiva para impulsionar estágios. 
 Mudança para impulsionar as ciências da computação nos programas do Departamento de Educação.  
  Priorização das empresas pertencentes a mulheres, com cerca de 500 milhões de dólares em empréstimos da SBA.

COMBATE AOS REGULAMENTOS SUFOCANTES SOBRE O TRABALHO


As minas estão a reabrir, e a gerar riqueza directa e indirectamente.

     Ordem Executiva exigindo que dois regulamentos sejam eliminados por cada novo que se cria. Esta medida já permitiu economizar 8,1 biliões de dólares.   
Assinatura de 15 cortes regulatórios no Congresso.   
 Retirada do acordo climático de Paris, da era Obama, acabando com a ameaça de regulamentos ambientais (paralisantes da economia, que países comunistas e islâmicos não têm de cumprir).  
  Assinatura de uma Ordem Executiva cortando o tempo para aprovação de permissões de infraestruturas. 
   Eliminação do boicote de Obama à indústria do carvão.

COMÉRCIO JUSTO



10 em cada 10 anti-americanos preferem a Harley-Davidson a qualquer moto chinesa. A isso chama-se hipocrisia.


   
Cumprimento da promessa de campanha de retirada da Parceria Trans-Pacífico.
 Conversações sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte para melhorar o acordo para os EUA.
    Trabalho para trazer empresas de volta para os EUA; empresas como a Toyota, a Mazda, a Broadcom Limited e a Foxconn anunciaram planos para abrir fábricas nos EUA.
    Trump trabalhou para promover a venda de produtos dos EUA no exterior.
    Aplicação das leis comerciais dos EUA, especialmente aquelas que envolvem a segurança nacional, uma prioridade.
    Fim do acordo de Obama com Cuba.
Impulso no domínio da energia dos Estados Unidos

    
O Departamento do Interior, que liderou o caminho no corte de regulamentos, abriu planos para alugar 77 milhões de acres no Golfo do México para perfuração de petróleo e gás.
    Trump viajou pelo mundo para promover a venda e o uso de energia dos Estados Unidos.
    Projectos de infra-estruturas de energia expandiram-se, caso do Keystone XL Pipeline desprezado por Obama.
    Trump solicitou à Agência de Protecção Ambiental que anulasse o "Plano de Energia Limpa "de Obama.
    A EPA está a reconsideraras regras de Obama sobre as emissões de metano.

PROTEGENDO A PÁTRIA

A esquerda abomina o patriotismo. Tem urticária só de ouvir a palavra...


    Trump criou novos princípios para a reforma da imigração e anunciou o plano para acabar com a "migração em cadeia", que permite que um imigrante legal traga dezenas de familiares.
    Continuação da construção do muro na fronteira com o México.
    Terminou a "captura e libertação" de imigrantes ilegais da era Obama.
    Aumentou as prisões de ilegais dentro dos EUA
    Duplicou o número de municípios participantes no Immigration and Customs Enforcement, "acusados" ​​de expulsarem ilegais.
    Removeu 36 % mais membros de gangues criminosos do que no ano fiscal de 2016.
    Acabou com cerca de 300 cidades santuário que desafiam as leis do país... mas recebem dólares federais.
    Adicionou cerca de 100 novos juízes de imigração. 

PROTEGENDO A COMUNIDADE


Membros do MS-13, o gangue mais perigoso do Mundo, que Obama fez entrar nos Estados Unidos para ajudarem no seu plano de destruição do país.


  
98 milhões de dólares para formar 802 novos polícias.
    Os Estados Unidos trabalharam com as nações da América Central para prender 4.000 membros do gangue MS-13.
   Prisão de cerca de 800 membros do gangue  MS-13 nos Estados Unidos, um aumento de 83% num ano.
    Assinatura de três ordens executivas destinadas a reprimir as organizações criminosas internacionais.
    O procurador-geral Jeff Sessions criou uma nova parceria nacional de segurança pública, uma iniciativa de cooperação com cidades para reduzir crimes violentos.

PRESTAÇÃO DE CONTAS



    
Trump nomeou 73 juízes federais e ganhou a sua nomeação de Neil Gorsuch para o Supremo Tribunal.
    Ordenou padrões éticos, incluindo a proibição da actividade de lobby.
    Iniciou um plano abrangente para reorganizar o poder executivo.
    Solicitou uma revisão para modernizar o governo digital.
    Convocou uma auditoria completa do Pentágono e seus gastos.

COMBATE AOS OPIÓIDES



    O Presidente declarou uma Emergência Nacional de Saúde Pública em relação aos opióides.
   O seu Conselho de Assessores Económicos que as overdoses são subestimadas em até 24%.
    O Departamento de Saúde e Serviços Humanos estabeleceu uma nova estratégia de cinco pontos para combater a crise.
    A Justiça incluiu a substância fentanil como uma classe de drogas sob o Acto de Substâncias Controladas.
   A Justiça iniciou uma repressão de fraude, prendendo mais de 400 pessoas.
    A administração adicionou 500 milhões de dólares para combater a crise.
    No National Drug Take Back Day, a Agência Anti-Drogas colectou 456 toneladas de substâncias proibidas.

PROTEGENDO A VIDA


    
Na sua primeira semana de mandato, Trump reintegrou e expandiu a Política da Cidade do México, que bloqueia cerca de 9 biliões em ajuda estrangeira para abortos.
    Trabalhou com o Congresso sobre um projecto de lei que derrubou um regulamento de Obama que impedia os Estados de se desembaraçarem dos fornecedores de aborto.
    Orientação publicada para bloquear o dinheiro de Obamacare de apoiar o aborto.

APOIO AOS VETERANOS



    Assinou a Lei de Protecção aos Veteranos para permitir que altos funcionários do Departamento de Assuntos de Veteranos denunciem funcionários incapazes e estabeleçam salvaguardas para proteger os denunciantes.
    Assinou o Acto de Melhoria e Modernização do Apoio aos Veteranos.
    Assinado o Harry W. Colmery Veterans Educational Assistance Act, para fornecer apoio aos veteranos.
    Assinado o VA Choice e Quality Employment Act de 2017 para autorizar 2,1 biliões em fundos adicionais para o Programa de Apoio aos Veteranos.
    Criou uma linha directa de apoio.
    Lançou uma "Ferramenta de Acesso e Qualidade" online para melhorar a prestação de cuidados médicos.
    Com o Secretário de Estado para os Veteranos, o Dr. David Shulkin, anunciou três iniciativas para expandir o acesso aos cuidados de saúde para veteranos que usam a tecnologia de tele-saúde.
 

PROMOVENDO A PAZ ATRAVÉS DA FORÇA


    Trump dirigiu a reconstrução das Forças Armadas e ordenou uma nova estratégia nacional e revisão da sua postura nuclear.
    Trabalhou para aumentar os gastos de defesa.
    Líderes militares habilitados para "tomar a iniciativa e vencer", reduzindo a necessidade de uma assinatura da Casa Branca em todas as missões.
    Dirigiu o ressurgimento do Conselho Espacial Nacional para desenvolver estratégias de guerra espacial.
    Tornou o Comando Cibernético dos Estados Unidos num grande comando de guerra.
    Retirou-se do acordo da ONU Global Compact on Migration, que Trump viu como uma ameaça para as fronteiras.
    Impôs uma proibição de viagens às nações que não possuem segurança nas fronteiras nem serviços de anti-terrorismo.
    O ISIS perdeu praticamente todo o seu território. (Chorem, hippies...)
    Pressionou a comunidade internacional para acções fortes contra o Estado-pária  norte-coreano e o seu desenvolvimento de armas nucleares.
    Anunciou uma nova estratégia para o Afeganistão que fortalece o apoio às forças dos EUA em guerra contra o terrorismo.
    A NATO aumentou o apoio à guerra no Afeganistão.
    Aprovou um novo plano de estratégia sobre o Irão focado na neutralização da influência do país na região.
   Ordenou ataque com mísseis contra uma base aérea síria usada ataques de armas químicas.
    Preveniu ataques químicos subsequentes, anunciando um plano para detectá-los melhor e ameaçou com mais represálias.
    Ordenou novas sanções à ditadura na Venezuela.
 

RESTAURANDO A CONFIANÇA E O RESPEITO PELA AMÉRICA



    Trump libertou americanos detidos no exterior, muitas vezes usando as suas relações pessoais com líderes mundiais.
    Cumpriu a promessa de campanha de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.
    Realizou uma histórica viagem de 12 dias pela Ásia, conquistando novos acordos de cooperação. Na viagem,participou em três cimeiras regionais para promover os interesses americanos.
    Viajou pelo Médio Oriente e pela Europa para construir novos relacionamentos com os líderes.
    Viajou para a Polónia e para a Alemanha para a reunião do G-20 onde insistiu no financiamento de mulheres empresárias.


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Em 2018, os jornalistas continuarão a espernear e a aldrabar...