Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
Esta é a história inspiradora de um beduíno israelita que superou os obstáculos sociais e físicos para alcançar o seu sonho.
Entre os graduados que receberam os seus doutoramentos na Universidade Ben
Gurion do Negev, um destacou-se.
Ramadan
Abu-Ragila, de 34 anos, possui distrofia muscular, uma doença
degenerativa que resulta em enfraquecimento crescente e degradação dos
músculos esqueléticos. Ele está preso à cadeira de rodas e confia numa máquina de oxigénio para respirar.
Este residente da cidade de Segev Shalom, no sudeste de Beersheba,
acaba de completar o seu doutoramento em Física, tendo-se especializado na
difusão de partículas de água.
"Eu senti uma enorme satisfação em alcançar um objectivo que estabeleci para mim", disse Abu-Ragila ao Tazpit
Press Service (TPS).
Abu-Ragila disse que estabeleceu esse objectivo no ensino médio. "As pessoas disseram-me que a Física era um assunto muito difícil, por isso decidi escolher esse curso. Eu achei que seria muito desafiador, mas os desafios não são algo de que eu me afaste".
Abu-Ragila não enfrentou os desafios sozinhos. O irmão Jihad, que é mais novo dois anos, assumiu a responsabilidade de ajudar o seu irmão mais velho a alcançar os seus objectivos.
"Um dia vi o Ramadan sentado em casa. Ele disse-me que se matriculou para estudar engenharia nuclear na universidade, mas não tinha como chegar a Beer Sheva. Eu decidi que iria ajudá-lo, e desde o primeiro dia de aulas até ao seu doutoramento, acompanhei-o. Ele foi o cérebro e eu forneci as pernas", disse Jihad. Ramadan diz que a mudança da vida protegida de uma pequena aldeia beduína para o mundo da academia não foi uma transição fácil. "No início, foi muito difícil, o primeiro mês, o primeiro ano. Foram realmente difíceis", relatou Abu-Ragila.
"Eu entendi que a transição do ensino médio para a universidade não era nada simples. Mas felizmente eu tinha um ambiente muito favorável. O meu irmão Jihad, a minha família e amigos. Lentamente, acostumei-me. O meu sucesso é o sucesso deles", diz ele.
Superando obstáculos na vida
Abu-Ragila
evita falar sobre como lidou com a sua condição física
deteriorada em face das exigências rigorosas das suas tarefas académicas.
Tudo o que ele está disposto a dizer é que nunca recebeu benesses
especiais e foi sempre ensinado a acreditar nas suas capacidades "até acreditar nelas eu mesmo". As suas
experiências ensinaram-lhe uma lição central na vida: "Quem quer que
você seja e não importa qual caminho você escolha, haverá sempre obstáculos. É nosso dever esforçar-mo-nos para superá-los".
Tendo alcançado seu objectivo, Abu-Ragila não está prestes a parar por aí. Já se matriculou em estudos de pós-doutoramento no Instituto Technion- de Tecnologia de Haifa."Da minha perspectiva, a próxima etapa para mim é servir a comunidade
académica e continuar a desenvolver o meu campo de pesquisa para servir a Humanidade".
O peru é um prato popular, mas é só para isso que estas aves são boas?
Um estudo israelita encontrou um novo e óptimo uso para os perus.
Israel toma grandes medidas para proteger o meio ambiente, e os seus cientistas estão entre os melhores do mundo.
Cientistas israelitas agora descobriram que os perus podem ajudar na batalha para preservar o planeta! É que o excremento das avezinhas é um excelente substituto para o carvão, pois pode ser usado como bio-combustível.
Esta ideia ajudará decerto a salvar o bom estado do ambiente e a salvar muitos perus!
Israel garante que os sírios que entram em Israel para os cuidados de saúde regressem a casa em muito melhor forma e com as suas necessidades básicas devidamente satisfeitas.
Os sírios que sofrem de uma guerra civil desastrosa chegam diariamente à fronteira de Israel, gravemente feridos e com necessidades básicas.
Israel nunca hesitou em aceitar essas pessoas no seu momento de necessidade, mobilizando ambulâncias 24 horas por dia para as trazer directamente para cada um dos hospitais perto da fronteira de Israel com a Síria, e até criou um hospital de campo para tratamento imediato.
Hananya Naftali, um ex-médico de combate israelita que fornece cuidados iniciais aos sírios que se aproximam do portão de fronteira de Israel, reflecte sobre os valores universais de proteger a vida humana que ele aprendeu nas Forças de Defesa de Israel, e o orgulho que sentiu ao ver as mesmas pessoas voltando para casa com as suas feridas curadas e levando consigo suprimentos básicos.
É muito fácil malhar em Israel. Descarregar as frustrações sobre os países democráticos não custa nada. Falar mal dos regimes islamistas ou comunistas já pode acarretar alguns problemas. Falar mal dos Estados Unidos ou de Israel é até para muita gente uma obrigação social e um atestado de sofisticação.
É por isso que há indivíduos que "justificam" os ataques terroristas islâmicos porque "os Estados Unidos roubam-lhes os recursos todos" - um argumento que uma pessoa tem até vergonha de rebater, por tão triste e desgraçado, mas que é comum.
É por isso que há indivíduos que, postos perante a realidade de que Israel é o único país do Médio Oriente que ajuda os sírios, (ir)racionalizam que não senhor, que os feridos que Israel trata são terroristas do ISIS que combatem Asad. Mas esses iluminados são assim. Acham a realidade demasiado prosaica.
Para além de darem assim a entender que os islamistas cometem ataques terroristas com automóveis (o que é verdade mas não se pode dizer, que é feio), caso algum muçulmano, coitadinho, muito compreensivelmente irritado com esta islamofobia, resolva atacar os infiéis com um veículo automóvel, não pode!
O foco é mais acostumar as pessoas a um estado de guerra permanente do que lidar
com as causas profundas do terror da jihad.
O ex-chefe da
polícia, Ken Lay, analisou as leis antiterroristas de Victoria (Austrália) e "disse
que era necessário mais trabalho para entender os efeitos que a
islamofobia teve na comunidade muçulmana".
Lay não recomendou nenhum trabalho para entender os efeitos da doutrina jihad do Islão na comunidade muçulmana.
Porque não?
Porque
isso em si seria "islamofóbico". Nesta guerra, entender o inimigo
foi estigmatizado como "fanatismo". Leia sobre esse estranho fenómeno e
seus perigos no meu novo livro Confissões de um Islamofóbico.Peça sua cópia aqui.
Estado Islâmico ordena aos muçulmanos que cometam massacres de
jihad em Roma enquanto os jihadistas se fazem passar por refugiados
para entrarem na Europa
"Se,
no ano passado alguém me perguntasse se era possível que o Daesh usasse
rotas migratórias para ameaçar a Europa, eu teria respondido não" (...)
(...) Na
realidade, todos os jihadistas que mataram 130 pessoas em Paris em Novembro de 2015 acabavam de entrar na Europa como refugiados.
Em Fevereiro de 2015, o Estado Islâmico orgulhava-se de que em breve inundaria a Europa com até 500 mil refugiados.
O Ministro da Educação do Líbano disse em Setembro de 2015 que havia 20 mil jihadistas entre os refugiados em campos de acolhimento no seu país.
Em 10 de Maio de 2016, Patrick Calvar, chefe da agência de
informações interna da DGSI em França, disse que o Estado Islâmico
estava a usar as rotas de migrantes através dos Balcãs para infiltrar jihadistas
na Europa.
Enquanto isso, o Papa Francisco adverte que aqueles que se opõem à
migração irrestrita dos muçulmanos para a Europa estão a trair o próprio Cristo.
"Deixa-os; eles são guias cegos. E se um cego guiar um cego, ambos cairão num poço."
"ISIS ordena aos seus seguidores que ataquem Roma enquanto aumenta o risco de
lobos solitários que chegam como migrantes"
por Rebecca Perring,
Express, 24 de Novembro de 2017:
Os militantes do Estado Islâmico (ISIS) ordenaram que
os seus seguidores ataquem a capital italiana, que
atrai milhões de turistas por ano, enquanto cresce o o medo dos lobos
solitários espalhados por todo o continente, que se
apresentam como refugiados.
Com o período de Natal que se aproxima rapidamente, os terroristas
bárbaros pediram que os jihadistas visassem "jovens, mulheres e idosos" em
ataques de lobos solitários em pontos turísticos em Roma.
Num vídeo de propaganda arrepiante, os jihadistas "chamam às armas os lobos solitários" para atacarem Roma e pontos turísticos, incluindo o
Vaticano.
Um folheto mostra uma imagem de um terrorista,
armado com uma metralhadora e um lançador de foguetes, com vista para a
Praça de São Pedro, a grande e movimentada praça em frente à Basílica de
São Pedro, na Cidade do Vaticano.
O texto ao lado da imagem é um convite aos lobos solitários para atacarem enquanto o Natal se aproxima.
Lê-se: "Jovens, mulheres, idosos, vocês estão à vista das nossas flechas e o que está para vir é ainda pior".
A revelação ocorre quando o ministro italiano do Interior, Marco
Minniti, disse que havia um "risco real de terroristas estrangeiros entre
migrantes que chegam".
Ele advertiu os terroristas do ISIS, derrotados militarmente,
poderiam usar rotas de migrantes do norte da África para chegarem à
Europa e, em particular, usarem a Itália como um porto para alimentar a sua
ameaça terrorista ao mundo ocidental.
Falando
durante o seminário de defesa e segurança
organizado pela Assembleia Parlamentar da OTAN, Minniti disse: "Se no ano
passado alguém me perguntasse se era possível que a Daesh usasse rotas
migratórias para ameaçar a Europa, eu teria respondido não,porque é bastante óbvio que uma organização que funciona
plenamente não corre o risco de entrar numa rota incontrolada e
incontrolável, como a dos migrantes. "Mas quando se trata de uma fuga individual, uma diáspora, o risco
de essas pessoas se juntarem aos fluxos migratórios torna-se real.
"Devemos ser muito fortes em prevenção e inteligência contra "lobos solitários ".
"A Internet é crucial porque se tornou um lugar de radicalização e recrutamento, educação e emulação nos últimos anos".
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COMENTÁRIO
O ministro faz-se de novas. Em Itália, o governo tem despejado cidadãos da suas casas para dar lugar aos colonos muçulmanos em hégira. Bastava ao ministro sair à rua e ver a realidade:
Jovens cobertas com lenços com as
cores da bandeira francesa enquanto centenas de muçulmanos inundam as ruas em
Paris, sábado, 17 de Janeiro de 2004. (AP Photo / Laurent Rebours).
A situação na França é já tão
desesperada que a única maneira de impedir a guerra civil entre muçulmanos e
não muçulmanos é dividir o país em dois, argumentou um académico francês. Pode parecer desnecessariamente drástico, mas o empenho para que a Sharia (lei
islâmica) seja consagrada pelo governo pode torná-lo necessário.
"Assim como os ingleses
nunca conseguiram dominar os católicos irlandeses, nunca seremos capazes de
erradicar o islamismo radical", escreveu Christian de Moliner na revista on-line
francesa Causeur. "Todos percebem que um segundo povo se
formou na França, um ramo que funda a sua vida em valores religiosos e se opõe
fundamentalmente ao consenso liberal sobre o qual o nosso país foi
fundado". O autor também compartilhou o seu artigo numa publicação
no Facebook.
De Moliner argumentou que "uma nação descansa sempre num pacto
fundamental, um mínimo de leis que todos aprovam". Na França,
afirmou, isso já não é o caso.
"Já não podemos meter a
pasta de dentes no tubo e converter os 30% dos muçulmanos que exigem a introdução
da Sharia aos méritos da nossa democracia e do secularismo",
explicou o autor. "Estamos a permitir que ocorra uma segregação que não
nos atrevemos a nomear".
"Enquanto ainda não estamos ainda em guerra aberta, os fiéis do Profeta já estão agrupados em áreas às vezes
governadas por regras especiais (véu obrigatório, rejeição de judeus em certos
guetos, casamento e vida conjugal regulada pelos princípios do Alcorão)", escreveu
de Moliner.
O autor francês advertiu contra a
política de apaziguamento, dos que promovem o reconhecimento legal da Sharia nas leis e tribunais franceses.
"Por medo de aparecerem
islamófobos, para satisfazerem essa porção dos muçulmanos, esses governos estão
prontos para aceitar a disseminação generalizada de práticas radicais em todo o
país, como o véu na escola e no trabalho ou a obrigação de carne halal em todas
as cafeterias", escreveu o autor.
Ele argumentou que, se a França
continuar a apaziguar a minoria que exige a Sharia,
as leis locais impedirão que as pessoas comam durante o Ramadão, a blasfémia
será punida como "uma incitação ao ódio racial" e o Cristianismo terá
que ser praticado em segredo. "Os carrilhões das igrejas vão ser
silenciados",advertiu.
De Moliner mencionou a vitória de Maio do presidente Emmanuel Macron sobre a populista anti-islâmica Marine Le
Pen. Esta eleição "não fez desaparecer os problemas, simplesmente ignorou os problemas".
O autor francês admitiu que a
remoção forçada de muçulmanos radicais não será possível "se mantivermos um quadro
democrático".Ele citou o destino dos muçulmanos
Rohingya de Mianmar, um escândalo internacional resultante de um governo que
reprime a liberdade religiosa.
NDT: Sobre a treta dos Rohingya, veja sff este post do "Perspectivas":
O islamismo é "um movimento evangélico que procura
destruir países que são livres"
De Moliner apresentou apenas uma solução possível para esta divisão
cultural: "um território, um governo, mas dois povos: os franceses com as
leis usuais e os muçulmanos com as do Alcorão (mas apenas os muçulmanos que o
escolham)".
Os que escolherem viver sob a
Sharia "terão o direito de votar ... mas aplicarão a Sharia no quotidiano,
para regular as leis matrimoniais (que legalizarão a poligamia) e as heranças. Deixarão
de estar sob jurisdição dos tribunais franceses as disputas entre muçulmanos, que
serão reguladas pela Sharia ".
Mesmo assim, os tribunais
seculares terão uma espécie de supremacia. "Conflitos entre cristãos e crentes
[pelos quais de Moliner quer dizer muçulmanos] continuarão a ser regulados
pelos tribunais comuns", sugeriu.
Mais importante ainda, "não
será tolerada a invasão do islamismo na legislação comum".
Tal sistema, argumentou ele, "traria
a paz para a França, quebraria os excessos do islamismo e preservaria para 95%
da população um quadro democrático".
É trágico que uma solução tão
drástica seja necessária para evitar conflitos abertos entre partidários e
opositores da Sharia no governo da
França. Mesmo assim, de Moliner leva
a situação a sério e sugeriu uma resposta plausível.
Existe um conflito claro entre as
leis ocidentais e o estabelecimento político da Sharia, e o convívio a longo prazo pode, de facto, ser impossível.
Seria melhor separar os dois sistemas legais antes de estes se entrelaçarem.
No entanto, muitos podem condenar
a sugestão de de Moliner como uma
forma de segregação ou mesmo de apartheid.
Tais comparações seriam falsas, pois a luta legal islâmica-ocidental não tem
nada a ver com a raça e tem tudo a ver com a visão de mundo e os efeitos
práticos da lei.
No mínimo, a apresentação de de Moliner sobre o problema quebrou o
silêncio forçado da correcção política. O conflito entre a lei ocidental e a Sharia é importante, e não é "islamofóbico"
abordá-lo. De facto, os muçulmanos que se opõem ao islamismo manifestaram-se
heroicamente contra esta ameaça sinistra. Por sua causa, os países ocidentais
precisam abordar esta questão de forma séria.
P.S. - Tal como aconteceu em Israel, o erro capital foi permitir a invasão islâmica. Agora, já não há saída que não venha a ter elevados custos humanos.
A
Defesa da Criança Internacional Palestina (DCIP), uma organização
ligada ao grupo terrorista Frente Popular para a Libertação da
Palestina (PFLP), fez uma admissão surpreendente como parte da sua
última campanha anti-Israel.
Ayed Abu
Qteish, director do programa de televisão da DCIP, apareceu na
televisão oficial da "Autoridade Palestina" recentemente para anunciar o programa "Não são maneiras de tratar uma criança" do grupo, que demoniza Israel pelo tratamento de
menores suspeitos de terror.
Numa
admissão surpreendente, porém, Abu Qteish demonstra como Israel protege
"palestinos" inocentes de acusações equivocadas e como a motivação real
para as crianças atacarem os israelitas tem que ver com a pressão de
outros "palestinos", e não com as suas próprias percepções de Israel.
- O Palestinian Media Watchmonitoriza os media"palestinos" e mostra como os líderes islâmicos em Israel e em Gaza usam as suas crianças, doutrinando-as no ódio, usando-as para bombistas suicidas e como escavadores de túneis - para depois as assassinarem.Pobres crianças, que tanto a elas como às crianças israelitas os terroristas matam sem dó.
- Para ver centenas de vídeos da cultura do terrorismo incentivado pelas lideranças islâmicas em Israel, visite o canal YouTube da Palestinian Media Watch.
73 por cento dos árabes de Israel "sentem um sentimento de pertença" ao Estado judeu.
A grande maioria dos árabes de Israel, 73 por cento, sente um
sentimento de pertença ao Estado judeu e 60 por cento estão orgulhosos
de serem israelitas, de acordo com uma nova sondagem encomendada pelo
jornal Israel Hayom e conduzida pelo New Wave Research Institute.
Quase
dois terços dos entrevistados, 65 por cento, definem-se como não
religiosos, enquanto 35 por cento dizem que são religiosos. Quase metade, quarenta e seis por cento, identifica-se como árabes
israelitas e 42 por cento identificam-se como árabes palestinos,
enquanto apenas 3 por cento se identificam como israelitas.
Israel tem investido milhões no desenvolvimento da comunidade árabe.
Quase três quartos dos entrevistados, 73 por cento, acreditam que o
conflito israelo-palestino é sobre terra, enquanto 19 por cento sentem
que é sobre religião.
Um total de 60 por cento dos entrevistados dizem que estão "muito
orgulhosos" ou "bastante orgulhosos"por serem israelitas, enquanto 37
por cento dizem que não estão "orgulhosos".
Mahdi Satri, um muçulmano árabe-israelita, adora viver no Estado judeu, que descreve como a única luz no Médio Oriente.
A
maioria dos árabes israelitas entrevistados diz que acredita que
os judeus têm laços históricos e religiosos com Israel. O seu grande desejo, expresso em 82 por cento, não é viver sob o domínio palestino, enquanto 14 por cento dizem que o desejariam.
O juiz árabe israelita, Salim Joubran (direita) juiz do Supremo desde 2003, foi
escolhido como chefe do Comité Central Eleitoral. Joubran formou-se na Universidade Hebraica de Jerusalém.
Este alto apoio a Israel entre os árabes israelitas é consistente com sondagens semelhantes realizadas nos últimos anos. Aproximadamente 20% dos oito milhões de cidadãos de Israel são árabes. Qualquer pessoa que viva em Israel sabe que os árabes desempenham funções em todos os departamentos do governo.
Israel nomeou uma mulher árabe israelita como comissária nacional para a igualdade de oportunidades.
Eles estudam em todas as universidades, incluindo a Universidade Ariel
em Samaria, e servem como juízes, médicos, oficiais das Forças Armadas e
parlamentares.
A chamada "causa palestina" é um total absurdo em que muitos gosta de acreditar. Os judeus são os nativos do micro-Israel, onde permanecem há milénios, ao passo que os árabes invadiram o país em 1920.
Em Espanha, os catalães ou os bascos têm razões para poderem escolher a independência. Em Israel, os árabes chegaram há pouco mais tempo que os muçulmanos que chegaram ao Reino Unido.
A chamada "causa palestina" é apenas um pretexto para o:
Hitler e o Grande Mufti Mohammad Amin al-Husayni, assassinaram mais do que os convencionais 6 milhões de judeus de que se fala, e os soviéticos também fizeram o seu extermínio de judeus, os conhecidos "pogroms".
Mas não exterminaram os judeus todos.E o anti-semitismo global, que nunca se refez desse revés, escolheu hoje a táctica da "causa palestina", mais uma mutação do eterno anti-semitismo.
Grupos terroristas como o Hamas ou a Fatah/Autoridade Palestina são inundados com dinheiro proveniente do mundo islâmico, do mundo comunista e também dos países ocidentais, sob a capa de "ajuda humanitária". Usam esse dinheiro para viver no luxo e para promover o terrorismo contra Israel, cuja mais recente versão é a que chamamos Intifacada.
Se o Mundo (até a nossa vizinha Espanha) não alimentasse esse Holocausto em câmara lenta, haveria paz dentro das fronteiras de Israel.
O que não lhe mostram na TV - árabes israelitas explicam porque querem continuar israelitas:
Kothar, uma mulher árabe muçulmana que realmente ama a experiência de viver e trabalhar em Israel:
Jovens judeus e árabes convivendo com os jovens de todo o Mundo:
Jornalista árabe muçulmana defende Israel na TV islâmica (VIVAM AS MULHERES!!!):
Infelizmente há os que se deixam manipular. Estas senhoras estão diariamente no Monte do Templo para moerem o juízo aos judeus que querem visitar o seu local mais sagrado. No primeiro vídeo, uma mulher árabe rouba o livro de orações a um judeu, ele reage e os jornaleiros ocidentais fotografam e espalham pelo mundo apenas a reacção:
Cartaz maometano prometendo sangue no Natal europeu.
Hoje vai o COMENTÁRIO primeiro:
Vivemos tempos muito estranhos, em que se alguém menciona a ameaça islâmica, é confrontado com indignados que gritam que "nem todos os muçulmanos são terroristas". É claro que não são (mas as estatísticas são alarmantes), e o Islão continua a ter uma maioria de líderes políticos e religiosos que exortam à jihad, a "guerra santa" destinada a converter o Mundo inteiro.
Outros, igualmente indignados, gritam que dizer a verdade é incitar ao ódio. Estão enganados. Quem avisa sobre os perigos da islamização, não sente ódio pelos muçulmanos. Nós não sentimos. Entendemos que eles são educados numa ideologia supremacista e intolerante, e pretendemos que não venham a impô-la ainda mais nas sociedades livres. A História do Islão é de conquista e submissão:
Israel vive assim há 1400 anos, sob ataques islâmicos constantes. Israel cometeu o erro histórico de chamar de volta os muçulmanos para o convívio pacífico após a Guerra dos Seis Dias, na crença ingénua de que é possível a paz com esta ideologia.
Islão no Ocidente: guardas armados, barreiras de cimento, detectores de metais nos mercados da Natal no Reino Unido
Soldados franceses nas ruas de Paris. Barreiras de cimento nas ruas Nova Iorque após o massacre jihadista do Dia das Bruxas. Agora isto.
Nenhuma guerra foi ganha à defesa. O Reino Unido proibiu-me de entrar no país quando eles deveriam ter
banido os jihadistas, os adeptos da sharia e da doutrina jihadista.
Uma guerra em tudo, com excepção do nome - os benefícios da hégira*.
Como a Grã-Bretanha celebra o Natal em 2017: guardas armados,
barreiras de cimento e detectores de metal surgem em torno de mercados
festivos devido a medos de ataques terroristas
- Polícia armada, grandes barreiras de cimentoe operações de controle realizadas em mercados de Natal em todo o Reino Unido
- Forte presença policial em eventos festivos em Londres, Birmingham, Manchester, Leeds, Edimburgo e Bath
- A Grã-Bretanha está em alerta de terror severo, após os ataques em Westminster, London Bridge e Manchester
- No ano passado, um fanático do ISIS assassinou 12 pessoas quando atirou um camião contra o mercado de Natal de Breitscheidplatz em Berlim
Por Alex Matthews para Mailonline, 20 de Novembro de 2017
Os mercados de Natal da Grã-Bretanha estão cercados por muros de aço
com polícias armados com detectores de metal nas entradas, à
medida que a segurança é aumentada por novos medos de terrorismo.
Haverá barreiras de cimento, e os agentes no
terreno procederão a revistas pessoais nos eventos festivos populares em Londres, Birmingham,
Manchester, Leeds, Edimburgo e Bath, no Natal.
As precauções estão a ser tomadas depois de a Associação de Governo
Local ter alertado os conselhos para estarem vigilantes este ano, com o nível
de ameaça terrorista para o Reino Unido actualmente em "grave" - o que
significa que um incidente é "altamente provável".
A Grã-Bretanha sofreu os três ataques horríveis deste ano com pessoas inocentes e crianças mortas em Londres e Manchester.
A segurança está a ser aumentada em virtude das atrocidades em
Westminster em Março, na Manchester Arena em Maio e em London Bridge em Junho. As autoridades estão preocupadas com um potencial ataque que repita os anteriores.
No ano passado, 12 inocentes foram assassinados quando um fanático do ISIS
atirou um camião contra o mercado de Breitscheidplatz em Berlim.
A Polícia
patrulha o mercado de Natal de Edimburgo, e as medidas de segurança
são aumentadas em todo o país com medo de um ataque terrorista.
Um grande bloco
de cimento no pavimento junto a uma entrada para o mercado de
Natal de Edimburgo para impedir que os veículos esmaguem os visitantes.
A Polícia armada
caminha entre os compradores no mercado de Natal de Edimburgo, enquanto
o alerta terrorista da Grã-Bretanha permanece "grave" no período
festivo.
EDIMBURGO
Os
visitantes dos mercados de Natal da capital escocesa na George Street e
East Princes Street este ano podem esperar inspecções de bagagem e
verificações de segurança nas entradas.
A Polícia da Escócia também se comprometeu a impor medidas de segurança
adicionais e os agentes armados patrulharão os eventos
festivos.
Uma porta-voz da Polícia disse: "A nossa
prioridade é a segurança de todos os participantes ou envolvidos, e o
público é encorajado a continuar com os seus planos de participar nos eventos como de costume".
"O público pode ver medidas adicionais de segurança e protecção.Também
pode haver verificações de segurança aumentadas em alguns eventos e
locais, por isso aconselhamos o público a chegar com tempo suficiente
para permitir isso".
Portões de
segurança foram erguidos no mercado de Natal em Manchester, à medida que
as autoridades aumentam a segurança para manter os visitantes seguros.
NDT- Este Verão, os islamistas em Israel mataram dois polícias a partir do interior da Mesquita de Omar, e o Mundo obrigou Israel a retirar dispositivos como este após mais esse massacre:
Os israelitas têm que se deixar massacrar... e cara alegre! As pessoas normais, têm o direito de se defenderem. Por enquanto.
A Polícia da Grande Manchester patrulha ao redor do mercado depois de se comprometer a
colocar mais agentes no terreno para manter os compradores seguros.
Um portão detector de
metal é conectado por uma parede de barreiras de cimento a rodear o
mercado de Natal de Manchester como parte de novas medidas de segurança
estritas.
Um portão de
segurança, impedindo os veículos de passar, foi erguido no mercado de
Manchester, juntamente com uma barreira de cimento.
Blocos de cimento criam uma parede protectora em torno do mercado
de Natal de Manchester, meses depois de a cidade ter sido atingida
por um ataque terrorista devastador na Manchester Arena.
NDT - Qualquer fotojornaleiro de esquerda que se preze tem que ir a Israel fotografar blocos como estes para "provar" que os judeus são maus. Mas não vão a Manchester.
MANCHESTER O mercado de Natal de Manchester também reforçou as suas precauções de
segurança, na sequência do bombardeio do concerto na Manchester Arena, que matou 23
pessoas num espectáculo de Ariana Grande em Maio. Os visitantes serão protegidos com barreiras de metal e cimento no
festival natalício, com patrulhas armadas da Polícia mantendo um olhar
atento sobre as multidões. O
superintendente Chris Hill, da Polícia da Grande Manchester, disse:
"Quero assegurar a todos que estamos a fortalecer a segurança
como precaução extra para manter as pessoas o mais seguras
possível, e isso deve tornar as pessoas mais confortáveis e
tranquilizadas em participar de eventos como os mercados de Natal. "Este foi um ano difícil para a cidade e nunca devemos esquecer as pessoas que foram afectadas. "No entanto, todos nós já nos reunimos e mostramos a nossa força e determinação para continuar a desfrutar o nosso dia a dia. "Eu quero encorajar todos a fazerem o mesmo. Estamos aqui e estamos a fazer tudo o que podemos para manter as pessoas em segurança".
Visitantes reúnem-se no Winter Wonderland em Hyde Park sob o olhar atento dos guardas, pois as precauções de segurança são reforçadas em torno do
popular festival de Natal.
As mochilas e as bolsas das mulheres são revistadas na entrada do popular mercado festivo de Winter Wonderland de Londres.
NDT: Quando as autoridades israelitas fazem o mesmo, para a segurança de todos, certos fotojornaleiros pró-islamistas de extrema-esquerda dizem que foram "tratados como cães".
Longas barreiras de aço
também foram colocadas em Hyde Park para evitar possíveis
ataques com camiões ou carrinhas, imitando a atrocidade no mercado de Natal
Breitscheidplatz em Berlim no ano passado.
NDT - Estas barreiras, quando é em Israel, são consideradas por certas pessoas como "apartheid", porque de certa forma "separam" os terroristas das vítimas... Seria para rir se não fosse para chorar.
As câmaras de segurança
estão espalhadas pelo Winter Wonderland, uma das atracções de Natal mais
populares de Londres, que cobre um quarto do Hyde Park.
Um 4X4 da Metropolitan Police circula através do Hyde Park enquanto patrulha o Winter Wonderland no início desta semana.
Grandes portões de metal com bases de cimento foram colocados perto da entrada do Winter Wonderland de Londres em Hyde Park.
LONDRES
Londres
foi atingida duas vezes nos últimos 12 meses por ataques terroristas
envolvendo veículos, na Westminster Bridge e London Bridge.
Em resposta a essas atrocidades, barreiras que separam o tráfego de pedestres foram erguidas em três das pontes da capital.
Medidas
similares estão em vigor no festival Winter Wonderland de Hyde
Park, uma das atracções mais populares de Natal de Londres.
Um
porta-voz da Met Police disse: "O público pode ver medidas de protecção e
barreiras de segurança adicionais nos eventos deste ano, em resposta a
vários ataques terroristas cometidos com veículos, que infelizmente vimos
aqui no Reino Unido e no exterior.
"Pode
também haver verificações de segurança acrescidas em alguns eventos e
locais, por isso aconselhamos o público a chegar com muito tempo para
permitir os procedimentos".
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Clérigos muçulmanos dizem que o Natal é desejar Feliz Natal é pior que assassínio e que é um pecado capital: