segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Espanha: Muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" invade escola, diz que vai matar crianças "como cordeiros"


Não há nada de preocupante aqui, seu islamofóbico: "Uma fonte policial disse: 'Ele estava desarmado e acredita-se que sofre de problemas de saúde mental'".

Claro. O que mais poderia ser? Jihad Global?
"Golpeie com o terror os inimigos de Alá" (Alcorão 8:60)?
Bah! Todo a gente sabe que as pessoas que estão preocupadas com essas coisas não passam de malucos. Tudo é apenas parte do surto global de doença mental. E "Allahu Akbar"? É uma celebração da vida! Se você é dos que fogem quando ouve gritar  "Allahu Akbar", você é um odiador racista e intolerante.

Que loucura suicida se apossou do mundo ocidental. Vamos sobreviver? O seu palpite é tão bom quanto o meu. Mas etiquetar incidentes como este como "doença mental" só vai levar a que aconteça novamente, já que nada de realista está a ser feito para evitar a sua recorrência.

O surto global de doença mental:

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 "Marroquino aos gritos de 'Allahu Akbar' invadiu escola em Espanha e ameaçou matar crianças 'como cordeiros' antes que o zelador o dominasse"
Gerard Couzens, Mailonline, 6 de Novembro de 2017 
    A Polícia de Madrid prendeu um homem marroquino que entrou numa escola a gritar Allahu Akbar e a ameaçar matar crianças como cordeiros.

    
A Polícia disse que o homem de 46 anos levava consigo uma garrafa que se pensa conter veneno.  
   O muçulmano lançou o pânico depois de conseguir entrar numa sala de aula onde havia crianças de três anos de idade.

    
Um técnico deteve-o com ajuda de outros funcionários antes que a Polícia chegasse.

    
O incidente assustador aconteceu logo após as 9 horas da sexta-feira passada na escola Gonzalo Fernández de Córdoba no popular bairro La Latina de Madrid, disse o El Mundo.

    
Acredita-se que o homem tenha sido preso por invasão de propriedade, danos criminais e ameaças.

    
Relatórios locais disseram que o suspeito não tinha ligações com a escola e os pais tentam recuperar do susto depois do "tremendo choque".

    
Uma fonte policial disse: "Ele estava desarmado e acredita-se que sofre de problemas de saúde mental ...".

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Já não é  primeira vez:



Muçulmanos querem Portugal e Espanha:





Os estupros de Halloween na Alemanha

Na sequência do post anterior:

Advogado muçulmano: é um "dever nacional" violar meninas que usam roupas reveladoras

Um mero exemplo das consequências do modo islâmico de ver as Mulheres e os "infiéis":




Alemanha: Polícia pede reforço; imigrantes muçulmanos atacam sexualmente as mulheres no Halloween em Colónia
Lembre-se: 2.000 migrantes muçulmanos assaltaram 1.200 mulheres em Colónia na véspera de Ano Novo 2016. Claramente nada foi feito desde então para garantir que isso não voltasse a acontecer. Aparentemente, esses passos seriam "islamofóbicos".   
O Alcorão ensina que as mulheres infiéis podem ser legalmente tomadas para uso sexual (ver a permissão para que um homem tome "cativas da mão direita"4: 3, 4:24, 23: 1-6, 33:50 70:30). 
O Alcorão diz: 
"Ó Profeta, dize a tuas esposas e a tuas filhas e às mulheres dos crentes para se cobrirem de roupa. Isso é mais adequado para que elas sejam reconhecidas e não sejam abusadas. E sempre é Alá Perdoador e Misericordioso."(33:59) 
A implicação é que se as mulheres não se cobrirem adequadamente com roupas, elas podem ser abusadas e tal abuso é justificado.
Robert Spencer/Jihad Watch 


"Mulheres sexualmente assaltadas por" migrantes árabes do norte africano em Colônia no Halloween " 
por Chris Tomlinson, Breitbart, 2 de Novembro de 2017: 
Os policias alemães da cidade de Halle foram atacados por um gangue de "jovens" na noite de Halloween e a Polícia em Colónia foi obrigada a pedir reforços devido a ataques sexuais e violência por parte de jovens migrantes. 
Em Colónia, a polícia precisou de pedir reforços depois de os homens embriagados, descritos como norte-africanos e árabes, se terem reunido perto do local dos infames ataques sexuais  de Ano Novo em Colónia. 
A Polícia diz que houve "numerosas brigas e disputas" e "três mulheres foram atacadas sexualmente", com dois homens presos em conexão com ataques sexuais, informa a revista de notícias alemã Focus
33 indivíduos foram presos como medida preventiva e a situação acalmou pouco depois. 
Desde os ataques sexuais da véspera de Ano Novo em 2015, a Polícia em Colónia esteve mais vigilante na protecção de mulheres jovens contra ataques sexuais. Houve vários ataques durante a última Passagem de Ano, mas muito menos, devido á maior presença policial.
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Foi considerado um sucesso por parte dos organizadores a tentativa de reduzir o número de crimes violentos cometidos na véspera de Ano Novo - de mais de 1.000 do ano passado passaram para menos de uma dúzia. Mas a Polícia de Colónia a ser criticada pelo uso de métodos "raciais". 
Activistas de esquerda, incluindo membros do Partido Verde local, criticaram a Polícia por concentrar os seus esforços de segurança nos mesmos grupos que foram identificados como os principais perpetradores dos ataques de 2016. Os comentários vieram depois de a Polícia de Colónia ter controlado milhares de chamados 'Nafris' - norte-africanos (...) - Breitbart


COMENTÁRIO

O Islão aprova a escravatura sexual e o estupro de mulheres e crianças "infiéis". Mas o dogma do politicamente correcto decretou que o Islão está acima de qualquer crítica. Portanto, os muçulmanos continuam a estuprar.
Consulte as nossas secções Mulheres e Jihad Sexual. 

As feministas europeias  e a esquerda em geral convivem muito bem com os estupradores islâmicos:
Feministas pedem: “Não nos protejam dos estupradores islâmicos!”

 O primeiro governo feminista do mundo até acha divertida a jihad sexual.


domingo, 5 de novembro de 2017

Advogado muçulmano: é um "dever nacional" violar meninas que usam roupas reveladoras


O Alcorão diz:
"Ó Profeta, dize a tuas esposas e tuas filhas e às mulheres dos crentes para se cobrirem de roupa. Isso é o mais adequado para que eles sejam conhecidas e não sejam estupradas. E sempre é Alá Perdoador e Misericordioso. "(33:59)
A implicação é que se as mulheres não se cobrirem adequadamente com roupas externas, elas podem ser abusadas e que tal abuso é justificado.
Robert Spencer/JihadWatch


"Advogado egípcio Nabih Wahsh: É um dever nacional estuprar meninas que usam roupas reveladoras"
MEMRI, 19 de Outubro de 2017:

    
O advogado egípcio Nabih Wahsh causou um tumulto no estúdio durante um debate na TV egípcia sobre uma proposta de lei para apertar as leis anti-prostituição no país, quando disse: "Você fica feliz quando vê uma menina a andar pela rua com a metade dela à mostra? ... Eu digo que quando uma garota anda assim, é um dever patriótico atormentá-la sexualmente e um dever nacional estuprá-la."
As emoções já estavam ao rubro do painel, que incluía a deputada Shadia Thabet, que apresentou a proposta de lei, Abeer Suleiman, activista dos direitos humanos  e o Ashgaan Nabil, que reclamou que "os campi universitários estão repletos de homossexuais e lésbicas" como resultado de "todas essas malditas liberdades e direitos humanos!".
O debate foi exibido na televisão Al-Assema em 19 de Outubro.




    Nabih Wahsh: "O Egipto continuará a ser um Estado com uma fonte religiosa de autoridade, quer os deputados e os governantes gostem ou não".

    
Abeer Suleiman: "Sim, sim, Nabih ... Nós apoiamos-te ...".

    
Nabih Wahsh: "Somos contra homossexuais e prostitutas! Inas Al-Degheidy
[Diretor de filmes] diz que devemos licenciar bordéis, como nos velhos tempos ... Uma certa deputada do sexo feminino propôs uma lei para se ensinar sexo na escola. Eu disse-lhe: Você quer ensinar a teoria ou a prática? Isto é uma desgraça! Podemos ensiná-lo a partir de um ponto de vista islâmico, mas não vamos ensinar sexo na escola como eles fazem na Europa!".

    
[...]

    
"Você fica feliz quando vê uma garota a andar pela rua com a metade dela à vista?".
Abeer Suleiman: "Você acha que nós não nos importamos com as nossas meninas?".

Nabih Wahsh: "Eu digo que quando uma menina anda assim, é um dever patriótico atormentá-la sexualmente e um dever nacional estuprá-la".
Abeer Suleiman: "Não, não, não, não! Eu oponho-me totalmente a esse tipo de conversa. Isso é assédio sexual ao vivo no ar ... ".

Nabih Wahsh: "É dever nacional violar essa garota! O que ela se permite fazer constitui depravação ".
[Falante não identificado]: "Nabih, não diga isso. Isso está errado!".
Abeer Suleiman: "Este é o tipo de liberdade que você deseja?".
Nabih Wahsh: "Não, não é".
Abeer Suleiman: "Então, porque defende tal coisa?".
[...]
Nabih Wahsh: "As autoridades fecham os olhos às festas homossexuais que acontecem aqui".
Ashgaan Nabil: "Os cafés da cidade estão cheios de homossexuais e todos sabem disso. Do que você está falando? Os campi universitários estão repletos de homossexuais e lésbicas. Este é o resultado de todas essas malditas liberdades e direitos humanos! Este país está a ir pelo esgoto! Conheço crianças que foram estupradas na escola. Crianças! Depois do programa, vou mostrar-lhe uma prova."
Nabih Wahsh: "Então, o que devemos fazer? Se tentarmos retornar à nossa religião, eles chamam-nos "Salafistas".
[...]
"As universidades vestem-se como se estivessem num cabaré. Elas usam roupas na universidade que a minha esposa teria vergonha de vestir até na cama. "...

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COMENTÁRIO

- Nem todos os muçulmanos pensam assim. Podemos vê-lo desde logo neste debate, onde a proposta do senhor Nabih é condenada por vários presentes. Mas muitos muçulmanos pensam assim - a maioria deles, mais precisamente. Para ter uma ideia acerca de ESTATÍSTICAS MUÇULMANAS consulte a nossa secção homónima.
- Estas ideias do século7, que não mudam, pois o Islão não muda, e fazem com que aconteçam episódios como este, em que uma rapariga é agredida num autocarro, no Egipto, por usar calções:


- Mas se as mulheres muçulmanas são "apenas" agredidas, as não muçulmanas, nomeadamente aqui na Europa, como temos visto nos últimos anos,  são objecto de estupro em massa. Consulte as nossas secções Mulheres e Jihad Sexual.


- Estamos a viver em Portugal as ondas de choque após um Juiz ter emitido um acórdão absurdo, supostamente citando a Bíblia, acerca do adultério feminino. Temos visto encarniçadas manifestações da extrema-esquerda (nomeadamente dos ANTIFA), temos visto queimas da bandeira nacional,  e os media não largam o assunto. Mas nunca vimos o mesmo tratamento em relação aos casamentos à força, à mutilação genital feminina, aos casamentos de meninas menores com homens adultos e a outras práticas degradantes e cruéis para as mulheres e as crianças, ao estupro de mulheres "infiéis" que os muçulmanos adoptam aqui mesmo em Portugal. Porque a extrema-esquerda apoia o Islão e omite as suas faltas.
- Hoje, na Europa, quem diz a VERDADE sobre o Islão, é preso é multado e fica na lista negra, com todos os perigos inerentes, inclusive o perigo de vida - lembramos Theo Van Gogh, que foi assassinado por ter feito o filme "SUBMISSÃO, O PAPEL DA MULHER NO ISLÃO" (filme permanentemente retirado pelo lóbi islamista/extrema-esquerdista do YouTube/Google e substituído por propaganda islamista).
- Se é certo que uma certa percentagem de muçulmanos é contra o estupro "patriótico" de meninas que usem saias e jeans rasgados, todos eles estão de acordo em que as mulheres israelitas devem ser estupradas, como defende esta advogada egípcia na Televisão:


- O caso que vos trazemos hoje é um entre milhares. O canal YouTube da KHADIJA KAFIR tem bastantes vídeos sobre estas questões.
Entretanto, as mulheres europeias têm duas possibilidades: ou vestem a burqa, ou são espancadas e assaltadas sexualmente.




Ou então, ficam em casa, como as muçulmanas:



Manda quem pode. Obedece quem deve. E na Europa manda o Islão.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Partido Democrata faz vídeo com "republicano" tentando matar crianças muçulmanas e latinas


Após o ataque de Massacre de Manhattahan, o Partido Democrata retirou uma publicidade televisiva mostrando um republicano perseguindo crianças latinas e muçulmanas.

Um  an
úncio político muito controverso que representa um eleitor republicano tentando atropelar crianças latinas e muçulmanas com uma carrinha pick-up foi retirado devido a "eventos recentes", de acordo com o patrocinador do anúncio. A decisão foi tomada após o recente ataque em Nova Iorque realizado por um imigrante muçulmano que atropelou americanos e turistas antes de bater contra um autocarro escolar para crianças com necessidades especiais.


A CENSURA DE EXTREMA-ESQUERDA ESTÁ SEMPRE A RETIRAR O VÍDEO:


Do site UNITED WITH ISRAEL, traduzido por nós.

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COMENTÁRIO

É difícil comentar tamanha insanidade e baixeza. Por isso pedimos as palavras emprestadas a comentadores do vídeo no YouTube
"Metade do país quer acreditar nessa porcaria e o Diabo ri".

"WTF !? Eles enlouqueceram!"
"Sabe-se que a esquerda está em baixo quando a única coisa que lhe resta é instilar o medo".
"Absolutamente horrível. O Partido Democrata é um monte de hipócritas".
"Esta m****  faz-me o sangue ferver !!!!! Acho que os meus 3 filhos meio-hispânicos não devem voltar para casa, porque temos uma bandeira Confederada pendurada. Cuidado  crianças, a mãe é uma racista que vai esmagar-vos com uma carrinha. Lol."
"O partido democrata fundou o Ku Klux Klan. Quem não vê este anúncio como pura projecção é um idiota".

"Este é o anúncio mais desagradável que já vi. Quão baixo essas pessoas podem descer?".

"Nunca mais vou votar no Partido Democrata".


"Uau ... Isto é a própria definição do que é o racismo, o Partido Democrata é ridículo".

"A esquerda perdeu a cabeça".
"Substituam a bandeira confederada pela bandeira do Estado Islâmico e assim ficará correcto".

Enquanto os islamistas espalham o terror nos Estados Unidos, enquanto treinam em campos de jihadistas nos próprios Estados Unidos (ver vídeo no final), o Partido Democrata acusa os Republicanos de matarem inocentes.
Isto é parecido com o ambiente na Alemanha antes da Segunda Grande Guerra, quando os nazis acusavam todos os outros de cometerem as atrocidades que eles mesmos cometiam. É parecido com o que sempre se passou nos regimes comunistas, onde o Estado comete as atrocidades e culpa inocentes.
Hillary Clinton e o seu gangue terão vendido 20% do urânio dos Estados Unidos à Rússia, para obterem dinheiro para financiar a campanha. Um de muitos escândalos que a Imprensa mainstream propositadamente ignora.
Mesmo com a fraude eleitoral em massa (milhões de ilegais a votarem, máquinas sabotadas, etc.), mesmo com os media globais a demonizarem Donald Trump, Hillary Clinton perdeu. E o povo, que tinha sido "sábio" quando votou Obama, passou a ser "estúpido e racista" quando votou Trump.
Ainda por cima, Trump está a fazer um mandato excelente, não obstante a perseguição diária do Partido Democrata e das Forças do Mal coligadas. Os empregos voltam, a economia recupera, o crime recua, os terroristas estão a ser desbaratados... é uma visão de horror para o Partido Democrata e seus apaniguados!

Rednecks, povoléu... malandragem que anda a atropelar criancinhas!...


A classe trabalhadora é  vista com nojo pela esquerda. A classe trabalhadora, que sofre na pele o crime, o terrorismo e o desemprego. A classe trabalhadora, cujos filhos morrem em combate, para que os meninos de bem possam estar no Starbucks em paz e sossego a dizer mal do "Trâmpe"...

  Se não leu, não perca:


A esquerda vê com simpatia os ataques terroristas islâmicos. Temos muitas declarações de esquerdistas neste site que o comprovam:

Hippie-halal atribui "70 meninos de coro" ao padre decapitado

O INFERNO no Bataclan e os Grandes Educadores da Classe Operária

Etc. etc..
Mas verifique por si mesmo; pergunte a um militante comunista de qualquer facção o que é que ele acha do terrorismo islâmico e obterá a mesma rectórica do ISIS. O inimigo comum é a Civilização Judaico-Cristã, a Liberdade, a Democracia, os Direitos Humanos.

Aliás, a extrema-esquerda já colabora com o ISIS. Tanto no Mundo Livre como no Califado Global.
Os campos de treino de jihadistas nos Estados Unidos foram criados durante o mandato do jihadista Obama:

Sayfullo: 3.800 vezes "Não há outro deus senão Alá"






Saipov tinha 3.800 imagens do ISIS no seu telefone, todas com a legenda: "Não há outro deus a não ser Alá, e Maomé é o seu profeta".
Não tem nada a ver com o Islão, certo, Sr. Miller?
John Miller, Comissário da Polícia de Nova Iorque, disse:  "Isto não tem nada a ver com o Islão, nem com a mesquita que ele frequenta".
Ele está a ignorar a realidade na frente da sua cara e a privar-se da capacidade de entender os motivos e os objectivos de Saipov.
"Allahu Akbar" não significa  "Alá é Grande". Significa que "Alá é Maior", isto é, maior do que o deus dos outros. É uma declaração de superioridade e supremacismo.
Fonte"FBI revela o que eles encontrou no camião de Sayfullo Saipov, suspeito de terrorismo em Nova Iorque", por Stefan Becket, CBS News, 2 de Novembro de 2017


No próprio mundo muçulmano existe mais liberdade para contestar a ideologia que semeia o terror em todo o globo. No Ocidente, há medo de dizer a verdade, medo de constatar o óbvio. Medo da cadeia e do desemprego, medo da perseguição islâmica e esquerdista.
A generalidade dos políticos e dos jornalistas estão às ordens do Islão (e muitas vezes comprados com petro-dólares). A extrema-esquerda (e a não tão extrema também) simpatiza com os terroristas islâmicos, como há algumas décadas simpatizava com os grupos terroristas comunistas (ETA, FP-25, Brigadas Vermelhas, etc.).
E na base, temos um exército de idiotas úteis, fáceis de doutrinar.



Vale a pena assistir a esta lista de reprodução de vídeos de idiotas úteis, vítimas de lavagem cerebral através dos media e das Universidades:


Islão - O que o Ocidente Precisa Saber

Youtube
Sites

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Massacre de Manhattahan - Imprensa cerra fileiras pelo Islão







O terrorista islâmico Sayfullo Saypov após o massacre.

Após cada massacre terrorista islâmico, o maior cuidado dos jornalistas e outros dhimmi* é que a imagem do Islão não saia "prejudicada".
* -  Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Neste caso, o maior afã é que as pessoas não digam mais uma vez o óbvio: "Trump está certo!".
O Al-New Yorker é um mero exemplo do branqueamento do Islão promovido pela Al-Imprensa.


Sayfullo Saypov foi inspirado pelo Califa do ISIS.

Este jihadista é um discípulo do Califa do Estado Islâmico, Abu Omar al-Baghdadi, destacado líder religioso e doutor em Teologia islâmica.
Mas o Al-New Yorker, aparentemente, sabe mais de Islão do que os líderes religiosos islâmicos. Até é capaz de saber mais de Catolicismo do que o Papa, e querer ensinar-lhe a Missa.


Os jornalistas não têm qualquer sentimento pelas vítimas da jihad. Só pelos seus camaradas terroristas islâmicos.

New Yorker sobre o massacre jihadista  de Nova Iorque: o terror é o "oposto mau" do Islão, os muçulmanos "temem represálias"

"Especialmente após o 11 de Setembro, cada vez que vejo que algo é um incidente terrorista, e que alguém disse "Allahu Akhbar", sinto um buraco no estômago, porque o terrorismo é o oposto do que é o Islão".
Ela deveria sentir um buraco no estômago por causa das pessoas que foram assassinadas, mas não, ela está mais preocupada com a imagem do Islão.
O terror é realmente o oposto mau do que é o Islão?
"Vamos lançar o terror nos corações dos infiéis (...). E o seu refúgio será o Fogo, e a miséria é a residência dos malfeitores". (Alcorão 3: 151)
"Eu estou convosco para fortalecer aqueles que creram. Eu lançarei o terror nos corações daqueles que não acreditaram, então  cortareis os seus pescoços e cortareis todos os seus dedos". (Alcorão 8:12)
"E preparem-se contra eles, seja qual for o seu poder e o poder dos seus corcéis de guerra para que possais aterrorizar os inimigos de Alá e outros que vós não conheceis, mas a quem Alá conhece. E o que quer que façais pela causa de Alá ser-vos-á totalmente reembolsado, e  não sereis injustiçados". (Alcorão 8:60)
Maomé disse: "Fui vitorioso com o terror". (Bukhari 4.52. 220)
"Tantos dos nossos jovens aqui em Stuyvesant são muçulmanos, e temem ser alinhados com este tipo de coisa".
Os nova-iorquinos não-muçulmanos também têm razões para temer serem esmagados no alcatrão da estrada por um veículo que esteja a ser usado na jihad.
A ideia de represálias racistas de rednecks (caipiras, campónios) contra muçulmanos inocentes após os ataques terroristas da jihad é uma ficção da Imprensa, sem base na realidade.
 Robert Spencer/JihadWatch

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O lamentável artigo de Anna Russell e Ben Taub no New Yorker é apenas um exemplo. Com excepção da FOX News, a Imprensa de hoje e isto. Por isso é que está a morrer. E ainda bem!



Massacre de Manhattahan: "Nada a ver com o Islão"!


O terrorista islâmico Sayfullo Saipov.
Cenas dos capítulos anteriores:

Jihadista do camião gaba-se do massacre na sua cama de hospital

Surpresa! O terrorista de Manhattan é muçulmano!

Jihad automóvel - Mais um banho de sangue em Nova Iorque


As declarações de apoio ao Islão sucedem-se, com o mayor de Nova Iorque a afirmar que "a última coisa que queremos é generalizações que atinjam raças e religiões", a CNN a lembrar que "Allahu Akbar pode ser maravilhoso", o "especialista" da MSNBC a dizer que este massacre é "anti-islâmico", e   outras manifestações de loucura, canalhice ou submissão.
O assassino em massa estava nos Estados Unidos ao abrigo da "Lotaria da Diversidade". Acabar com esta "Lotaria", diz o Partido Democrata, não pode ser uma proposta séria!
Tal como previmos, multiplicam-se as declarações de amor ao Islão:


8 mortos e uma dúzia de feridos em nome do Islão.

Vice-comandante da Polícia de Nova Iorque: "Isto não tem nada a ver com o Islão, nem com a mesquita que ele frequenta"

Vídeo disponível AQUI
Sayfullo Saipov gritou "Allahu Akbar" enquanto assassinava pessoas. Porque terá ele assassinado as pessoas? John Miller compreende o significado desse grito no contexto de um ataque de jihad? Como pode ele ter tanta certeza de que o ataque não teve nada a ver com o Islão, quando o próprio Saipov associou o seu acto com o Islão?

E como é que Miller sabe que não tem nada a ver com a mesquita que Sayfullo frequenta? Ele sabe que a mesquita não exortou Saipov a cometer um acto de jihad violenta em nome de Alá? Essa é uma possibilidade tão politicamente prejudicial que a administração de Blasio (Mayor de Nona Iorque) não a quer sequer a contemplar?

Miller adverte contra crimes de ódio "islamófobicos". Muito bem. Ele já advertiu com a mesma severidade os que cometem assassinatos jihadistas em massa?  Ou fazer esse aviso seria "islamofóbico"?

O que se ensina nas mesquitas:

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Jihadista do camião gaba-se do massacre na sua cama de hospital


É claro que ele está satisfeito. Ele cumpriu os mandamentos de Alá e conquistou para si mesmo um lugar no Paraíso. Do seu ponto de vista, ele tem todas as razões para estar feliz hoje.

"Muminov disse que Saipov não tinha conhecimento do Alcorão quando se conheceram e não foi bem orientado".
Tenta outro truque, Muminov. Saipov parece ter apreendido o "mata-os onde quer que os encontres" (Alcorão 2: 191, 4:89, 9: 5) bem o suficiente.
Robert Spencer/JihadWatch

Surpresa! O terrorista de Manhattan é muçulmano!

Jihad automóvel - Mais um banho de sangue em Nova Iorque




"O suspeito do ataque terrorista de ontem em Nova Iorque, Sayfullo Saipov, vangloria-se do massacre na cama do hospital"     


Stefan Becket, CBS News, 1 de Novembro de 2017:
   
NOVA IORQUE - O suspeito do ataque terrorista desta terça-feira em Manhattan gabou-se à Polícia sobre o ataque mortal, na sua cama de hospital, dizendo que teria continuado a esmagar ciclistas e pedestres se não se tivesse despistado.
    Sayfullo Habibullaevic Saipov, 29 anos, disse à Polícia que está satisfeito com as suas acções e não se preocupa com o ataque, disseram fontes à CBS News. Uma fonte disse que Saipov fala sem reservas sobre o ataque, que matou 8 pessoas e feriu pelo menos 11.

    Os investigadores também descobriram 10 a 15 pedaços de papel com escritos em Árabe, louvando o Estado Islâmico do Iraque e da Síria. Uma nota dizia que o "ISIS vai durar", dizem as mesmas fontes.

    As autoridades também recuperaram facas na cena do massacre.


  Saipov usou um camião de aluguer da Home Depot que atirou deliberadamente para os utentes de uma ciclovia na Estrada West Side de Manhattan. Conduziu ainda por vários quarteirões antes de embater num autocarro escolar e parar. A Polícia diz que ele saiu do veículo e gritou "Alá é Grande!" em Árabe antes de ser baleado pela Polícia e levado à custódia.

    O FBI assumiu a investigação do ataque.

    Saipov é nativo do Uzbequistão e entrou nos EUA em 2010, de acordo com um agente policial. Trabalhou como motorista de camião e viveu em Ohio, Nova Jersey e Tampa, Florida, desde a sua chegada aos EUA, relata a BBC News.

    Mirrakhmat Muminov, activista uzbeque e bloggger no Ohio, disse à BBC News que conheceu Saipov pouco depois de ele chegar ao país e quando morava em Ohio. Muminov disse que Saipov "não tinha conhecimento do Alcorão" quando se conheceram e não foi bem orientado. Ele disse que Saipov logo ficou deprimido e ressentido quando não conseguiu encontrar um emprego como motorista de camião. Muminov disse que Saipov foi radicalizado por informações que viu na Internet.

    "Por causa das suas visões radicais, costumava discutir com outros uzbeques e mudou-se para a Flórida. Desde então, perdi contacto com ele", disse Muminov à BBC News ....

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COMENTÁRIO
Enquanto o assassino se gaba do massacre, cometido em estrita obediência ao Alcorão, os jornalistas continuam a martelar que "as motivações do ataque são desconhecidas". Foi um "caso isolado" de um jovem que não percebeu bem o Islão. Uma má decisão do bom Sayfullo Saypov.
Quando é a INTIFACADA em Israel os "evoluídos" aplaudem abertamente. Porque se os muçulmanos querem o micro- Israel, pois devem tê-lo, como já têm grandes fatias da França, da Suécia, da Alemanha, do Reino Unido - e hão-de ter tudo, se depender dos "evoluídos".
As declarações de apoio ao Islão sucedem-se, com o mayor de Nova Iorque a afirmar que "a última coisa que queremos é generalizações que atinjam raças e religiões", a CNN a lembrar que "Allahu Akbar pode ser maravilhoso", o "especialista" da MSNBC a dizer que este massacre é "anti-islâmico", e   outras manifestações de loucura, canalhice ou submissão.
O assassino em massa estava nos Estados Unidos ao abrigo da "Lotaria da Diversidade". Acabar com esta "Lotaria", diz o Partido Democrata, não pode ser uma proposta séria!
Quem desperta indignação é quem se atreve a dizer que os não-muçulmanos têm o direito de não se deixarem exterminar. Afirmar tal coisa é ser pelo menos ordinário, bruto, caceteiro, racista, xenófobo e islamofóbico!

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O ataque de ontem em Nova Iorque não é mais nem menos grave que os de Moçambique, do Myanmar, da Alemanha, das Filipinas. Tem uma visibilidade superior porque se deu numa cidade cosmopolita e na super-potência global.
Número de massacres islamistas desde o 11 de Setembro de 2001, início da vaga actual de jihad global:


Em Setembro:
155 ataques (conhecidos), assassinando pelo menos 878 pessoas e causando pelo menos 760 feridos graves.
23 ataques foram suicidas e os países foram 22:


Semana de 21 a 27 de Outubro:
34 ataques, 444 mortos, 114 feridos, 4 ataques suicidas e 13 países atingidos.


Confira no site The Religion of Peace
"É muito mais fácil agir como se os críticos do Islão tivessem um problema com os muçulmanos como pessoas do que aceitar a incómoda verdade de que o Islão é diferente."