quinta-feira, 6 de julho de 2017

É proibido espancar mulheres no Canadá? Ora esta!

Justin Trudeau acha o Islão ainda mais "fascinante" e "inspirador" que o Professor Martelo!

No post anterior contámos a história de um cristão nigeriano que está emigrado no Canadá e foi condenado a pagar 12 mil dólares pelo crime de não se ter descalçado ao pé de muçulmanos que rezavam ao deus Alá:

Foi apenas um caso ilustrativo da lei sharia no Canadá, introduzida pelo Primeiro-Ministro Justin Trudeu. Mas se usar sapatos é violar os direitos humanos dos muçulmanos, um muçulmano espancar a esposa durante meia hora à paulada, é apenas parte da lei islâmica: 

Canadá: "Refugiado" muçulmano sírio espanca esposa com stick de hóquei no gelo durante meia hora, diz que não sabia que era contra a lei

Ele não sabia que era contra a lei porque o mandamento de
espancar as esposas está no Alcorão:

"Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um superior ao outro, e porque eles gastam as suas riquezas para mantê-las. As boas mulheres são obedientes. Elas tapam as suas partes invisíveis porque Alá os mandou tapar. Quanto às que mostrem desobediência, admoesta-as, expulsa-as do leito e bate-lhes"- Alcorão 4:34
 
Maomé "bateu-me no peito, e causou-me dor,  e depois disse: Pensas que Alá e o Seu Apóstolo iriam injustamente bater-te?" - Aisha (Sahih Muslim 2127)

A notícia está online aqui.


O senhor Mohamad Rafia, extremamente preocupado. Teve pena suspensa.


NOTA: Cá em Portugal também se pratica a sharia, desde a mutilação genital feminina ao espancamento de esposas. Mas é tudo abafado. Por exemplo, o caso da cotovelada do idolatrado xeque David Munir na esposa, como ficou? Tudo leva a crer que a sharia prevaleceu sobre a lei portuguesa:



Visite a nossa secção David Munir, que vale a pena.



P.S. - E as feministas adoram o Islão!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Canadá islamizado: 12 mil dólares de multa por usar sapatos

Ontário: "Comissão de Direitos Humanos" multou homem em 12.000 dólares por não se ter descalçado num quarto onde muçulmanos rezavam 
 
O Canadá continua a sua cavalgada em direcção à harmonia multicultural e à paz, que aparentemente será caracterizada pela estrita adesão à Sharia.




“Time To Fight the Sharia Fine!”  (É Tempo de Combater as Multas Sharia)

Faith Goldy, Rebel Media

Recentemente, fomos apresentados a John Alabi, um homem do Ontário, de 52 anos, que recebeu uma multa de sharia no valor de 12.000 dólares, passada pelo Tribunal dos Direitos Humanos da província.

    
Alguns antecedentes: John é um cristão da Nigéria, que veio para o Canadá há 22 anos. Desde então, ele seguiu as leis canadianas e trabalhou duro. Ele não tem apenas um emprego, tem dois, apenas para garantir que sua família viva bem.

    
John é um homem com o tipo de história de que todos os canadianos devem orgulhar-se.

    
Mas, em vez disso, ele está a ser rotulado como um violador de direitos humanos.

    
John foi condenado a pagar a um casal muçulmano árabe, seus antigos inquilinos, uma enorme quantia de 12 mil dólares, por "incapacidade de se acomodar à religião islâmica" - tudo porque John não tirou os sapatos ao mostrar o quarto em que este casal rezava a potenciais novos ocupantes.

    
Então, o The Rebel começou uma missão de recolha de fundos, em HelpJohn.ca para obter o dinheiro de que John Alabi precisava para pagar a jizya.
Mas os nossos leitores disseram que queriam ajudar John - mas não assim.  Queriam ajudar John a lutar, não ceder.

    
Então, fomos falar com John.

    
Como muitos de vocês sabem, John não tem tido vida fácil. Durante dois anos, acumulou taxas legais e gastou uma quantidade excessiva de tempo a combater a queixa apresentada pelos muçulmanos Walid Madkour e sua esposa, Heba Ismail.

   
As suas dificuldades foram agravadas quando ele perdeu o seu filho jovem durante o processo.

    
Mas agora, John diz que está pronto para voltar ao ringue contra o Tribunal dos Direitos Humanos da Ontário, sob uma condição: de o ajudarmos a pagar as suas taxas legais.

    
O custo total das taxas legais, que inclui o Pedido de Reconsideração, o Tribunal Divisional e os Apelos serão de US $ 8000 + HST (US $ 9040).

    
Então agora é hora de cumprir a nossa promessa. Se você quer fazer parte desta importante luta para contrariar um perigoso precedente da Sharia no Canadá, por favor, contribua, em  HelpJohn.ca !



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O Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, é apenas mais um líder ocidental a submeter-se ao Islão, a adoptar a lei sharia no seu país, substituir as leis nacionais pelo Islão, e a abrir as portas do seu país à hégira, a invasão e colonização islâmica.

E você, já pagou a sua jizya?

 

Sabe o que é jizya? É o imposto que Maomé estipulou que os infiéis (nós, os não muçulmanos), devemos pagar aos muçulmanos, aos profitentes da "religião da verdade", nossos superiores naturais, nossos amos. 
Na Europa há mais de 50 milhões de muçulmanos. 80% não trabalham. O escritor líbio Mojahed Busify explica que a Segurança Social que os sustenta é vista por eles com naturalidade, como a jizya
Chegam-se ao caixa do banco onde vão buscar o que nós lhes pagamos, e dizem-lhe: "Converta-se ao Islão ou mato-o!"
O caixa paga-lhes e eles vão-se embora felizes da vida.
É este o fosso civilizacional entre o Islão e o Ocidente, entre o século VII e o século XXI. É o entrevistado muçulmano que o afirma, não somos nós. Allah Akbhar, dizem os ocidentais, debaixo do seu complexo de culpa e de inferioridade! Complexos de culpa porquê? Inferioridade porquê? Se não sabe, não adianta explicar-lhe.


NOTA: O VÍDEO É PERMANENTEMENTE RETIRADO PELO LÓBI ISLAMISTA:

terça-feira, 4 de julho de 2017

A CNN e outras fábricas de mentiras

Após o Massacre de London Bridge, a CNN reuniu meia dúzia de muçulmanos (ou civis fardados de muçulmanos) e inventou que estava a decorrer uma manifestação em Londres, com milhares de muçulmanos repudiando o terrorismo.
Contámos o caso neste post:


CNN encena manifestação muçulmana anti-ISIS



Apesar de a encenação ter sido exposta, muitas pessoas ainda atribuem uma espécie de aura divina à Televisão, e, mesmo perante as evidências, resmungam: "Mas deu na Televisão! Queres ver que tu e 'esses sites da Internet' sabem mais que a Televisão?".
Entretanto, acabou por ser provado que a ridícula acusação de conluio entre Donald Trump e a Rússia para manipular os resultados eleitorais foi uma invenção da Imprensa - nomeadamente da CNN.
Em devido tempo, aliás, demonstrámos que a manipulação, a sabotagem das eleições norte-americanas, foi levada a cabo pelo Partido Democrata, com o financiamento de George "O Flagelo das Nações" Soros, o bilionário islamo-esquerdista, ex-colaboracionista nazi e anti-semita visceral.
Aqui temos a admissão de que a CNN é uma fábrica de propaganda e mentiras (via Tradutores de Direita):


Via Embaixada da Resistência, eis a central de notícias falsas CNN:


O único canal de notícias que vejo é a FOX:


Só porque ainda existem redutos de jornalismo a sério, como a FOX, os media institucionais não conseguem varrer para debaixo do tapete o terrorismo  e expansionismo islâmico, os horrores dos regimes comunistas e as manobras globalistas de Soros e quejandos.

As consequências da doutrinação de massas, nomeadamente através dos media - uma geração de idiotas, cuja impressionante extensão da respectiva idiotice podereis aquilatar nesta lista de vídeos:

segunda-feira, 3 de julho de 2017

"Notícias falsas"? "Propaganda"? "Estatísticas falsas"?




O Ocidente parece estar sob hipnose. Perante qualquer massacre islamista, culpa-se as vítimas. Qualquer tentativa de demonstrar a verdadeira natureza do Islão (vertida das próprias fontes islâmicas: escrituras e clérigos) encontra uma barragem de insultos e acusações de "racismo"

Qualquer notícia de ataques jihadistas é negada e apelidada de "propaganda". O Bin Laden não existiu; era um actor americano. O 11 de Setembro foi uma montagem de Hollywood. O Massacre da discoteca de Orlando, foi cometido pelo FBI. O Massacre do Bataclan foi cometido pela Mossad. O Massacre de Manchester foi cometido pelo MI5. O Arafat foi um herói. O ISIS é formado por agentes da CIA e da Mossad. O terrorismo islâmico não existe. Os muçulmanos jamais mataram quem quer que fosse. É tudo invenção do capitalismo e dos "Illuminatti"

É isto que é, hoje em dia, ser "inteligente" e "esclarecido".

Desde o 11 de Setembro e até este momento, foram contabilizados 31109 ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS, que estão todos devidamente compilados e documentados em sites como o The Religion of Peace:






Os "inteligentes" dizem que "é tudo mentira, tudo propaganda".

Repetimos: isto são os ataques contabilizados. Não estão incluídos o genocídio que está ser levado a cabo nos campos de extermínio de cristãos, yazidis, curdos e outros, no mundo islâmico, como temos exaustivamente documentado.

Aliás, até há pouco tempo, à simples menção dos yazidis, as pessoas perguntavam, em tom de chacota, se esse tal Yazidis era o novo guarda-redes do Benfica.

Escrava sexual do Daesh foi forçada a comer o filho bebé Deputada iraquiana revela como a comunidade Yazidi é torturada pelos terroristas. Uma menina de 10 anos foi violada até à morte e frente à família.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/escrava-sexual-do-daesh-foi-forcada-a-comer-o-proprio-filho-bebe

Os yazidis são uma coisa distante, mais próximos, nas cabeças comuns, do mundo do Harry Potter do que do mundo real (ou seja: os yazidis não existem, mas os "Illuminatti" e os lagartos espaciais sionistas do centro da Terra, esses, existem!).

Os curdos, provavelmente, também não existem. Os judeus, quantos mais forem chacinados, melhor. E os cristãos que são massacrados no mundo islâmico, nem contam como gente (os "inteligentes" acham que cada cristão é pessoalmente responsável pelas fogueiras da Inquisição, pelo que podem - devem! - morrer todos).

Tudo isto é triste. Mas tudo isto existe.


Ainda agora, na Nigéria, os islamistas do Boko-Haram voltaram a encher quatro meninas de bombas e mandaram-nas explodir-se no meio dos cristãos. Há milhares de testemunhas, há vídeos, há as reivindicações dos massacres pelos islamistas, mas... "é tudo mentira"! As teorias da conspiração manhosas é que são a Verdade!



O The Muslim Issue é um dos muitos blogues anti-jihadistas que recolhe e actualiza estatísticas internacionais, estatísticas governamentais, artigos de jornal e relatórios relacionados com imigração muçulmana e questões muçulmanas em geral. E tem o cuidado de apresentar não apenas as fontes para cada artigo, mas a lista de todas as suas fontes:

Deutsche Welle (Germany)
France24 (France)
El País (Spain)
The Guardian (Great Britain)
The Daily Mail (Great Britain)
The Daily Telegraph (Great Britain)
The Independent (Great Britain)
La Repubblica (Italy)
Bild (Germany)
Daily Telegraph (Australia)
Afronbladet (Sweden)
Expressen (Sweden)
Le Figaro (France)
Marca (Spain)
Die Welt (Germany)
Daily Express (Great Britain)
Gazeta Wyborcza (Poland)
Herald Sun (Australia)
The Sun (Great Britain)
Süddeutsche Zeitung (Germany)
Die Zeit (German)
NDTV (India)
Metro (Great Britain)
The Times (Great Britain)
Frankfurter Allgemeine (Germany)
New York Times (USA)
NBC (USA)
ABC (USA)
FoxNews (USA)
RT (Russia)
Het Nieuwsblad (Belgium)
Die Presse (Austria)
Algemeen Dagblad (Netherlands)
Helsingin Sanomat (Finland)
Neue Zürcher Zeitung (Switzerland)
The Hindu Times (India)
Reference News (China)
Asahi Shimbun (Japan)
The Times of India
Sydney Morning Herald (Australia)
Israel Times
Reuters
Associated Press

 

O que os sites de contra-jihad referem, é nada mais que o que foi noticiado e testemunhado, o que passou na TV, o que foi documentado de todas as formas possíveis. E apresentado com o proverbial cuidado de atribuir os ataques aos que "não compreendem  Islão" e outras desculpas habituais...

Os artigos e fontes são republicados dos media, departamentos governamentais, organizações e universidades:

Judicial Watch (USA)
MEMRI (USA)
FBI (USA)
Gatestone Institute (USA)
Breitbart (USA)
The Sun (Canada)
Palestinian Media Watch (USA)
Middle East Forum (USA)
SCB – Official Statistics Bureau of Sweden
Instituto Nacional de Estadística (Spain)
Office for National Statistics (Great Britain)
Migration Watch (Great Britain)
Department of Housing and Urban Development (USA)
National Center for Health Statistics (USA)
United States Census Bureau (USA)
Central Department of Statistics and Information (Saudi Arabia)
Central Information Organisation (Bahrain)
Statistics Canada – StatCan
Eurostat (EU)

Também nós, aqui no Amigo de Israel, citamos sempre as fontes. Não inventamos nada. Se alguma informação está incorrecta, é porque veio incorrecta dos órgãos de informação, das polícias, dos governos ou das testemunhas.
Por outras palavras, são relatórios dos media alinhados a todos os interesses políticos, sejam de esquerda, direita, centro ou de fontes governamentais. Não há notícias falsas no nosso site, a menos que haja um erro não intencional. Se alguns leitores nos consideram como "notícias falsas", então os maiores nomes dos media e dos departamentos de governo são igualmente notícias falsas, já que é de onde as nossas fontes vêm.


 
A seguinte lista é de fontes internacionais de estatísticas:


O site Estatísticas Muçulmanas/ Muslim Statistics lembra:
"As estatísticas governamentais em certos países do Médio Oriente, África, Índia, Paquistão, etc., são altamente falhas, desactualizadas e até mesmo desaparecidas. As estatísticas autênticas, particularmente sobre comportamentos que são percebidos como opostos ao orgulho cultural, são escondidas, não são divulgadas ou são apresentadas falsamente. Para obter uma melhor visão geral de estatísticas mais confiáveis, as melhores fontes são organizações locais e regionais sem fins lucrativos que trabalham em questões específicas e colectam pesquisas dentro das suas áreas de trabalho".


Fontes adicionais:
Estatísticas no Ocidente relacionadas ao crime, demografia, asilo, efeito financeiro da imigração, etc., podem precisar de pesquisa em fontes adicionais ou departamentos locais para cobrir estatísticas que podem não ser acessadas através das Estatísticas Nacionais abaixo.

A

Afghanistan Central Statistics Organization
Albania The Institute of Statistics
Algeria National Office of Statistics 
Andorra Departament d’Estadística
Anguilla Anguilla Statistics Department
Antigua and Barbuda The government of Antigua and Barbuda 
Argentina National Institute of Statistics and Censuses 
Armenia National Statistical Service of Republic of Armenia
Aruba Central Bureau of Statistics
Australia Australian Bureau of Statistics
Austria Statistics Austria
Azerbaijan The State Statistical Committee of the Republic of Azerbaijan

B

Bahamas Department of Statistics, Central Bank
Bahrain Central Information Organisation
Bangladesh Bangladesh Bureau of Statistics
Barbados Barbados Statistical Service
Belarus National Statistical Committee of the Republic of Belarus
Belgium Statistics Belgium
Belize Statistical Institute of Belize 
Benin Institut national de la statistique et de l’analyse economique
Bhutan National Statistics Bureau
Bolivia Instituto Nacional de Estadística
Bosnia-Herzegovina Agency for statistics 
Botswana Central Statistics Office 
Brazil Instituto Braseleiro de Geografia e Estatistíca 
British Virgin Islands Development Planning Unit
Brunei Department of Economic Planning and Development 
Bulgaria National Statistical Institute
Burkina Fasu Institut national de la statistique et de la demographie 

C

Cambodia National Institute of Statistics
Cameroon Cameroon’s National Institute of Statistics
Canada Statistics Canada

Alberta Treasury Board and Finance

Bank of Canada

British Columbia Statistics 

Government of Alberta

Industry Canada (Canadian industry statistics)

Institute de la statistique du Québec

Newfoundland & Labrador Statistics Agency

Northwest Territories Bureau of Statistics

Nova Scotia Department of Finance and Treasury Board

Nunavut Bureau of Statistics 

Ontario Ministry of Finance 

Prince Edward Island Department of Finance, Energy and Municipal Affairs 

Saskatchewan Bureau of Statistcs

Yukon Bureau of Statistics 
Cape Verde Instituto Nacional de Estatística 
Central African Republic Direction Générale de la Statistique, des Etudes Economiques et Sociales 
Chile Instituto Nacional de Estadísticas
China National Bureau of Statistics of China 
Colombia Departamento Administrativo Nacional de Estadística 
Congo Centre National de la Statistique et des Etudes Economique du Congo
Cook Islands Ministry of Finance and Economic Management 
Costa Rica Instituto Nacional de Estadística y Censos
Croatia Croatian Bureau of Statistics
Cuba La Oficina Nacional de Estadísticas 
Cyprus Statistical Service of Cyprus
Czech Republic Czech Statistical Office

D

Denmark Statistics Denmark
Djibouti Ministère de L’Economie, des Finances, Chargé de L’Industrie 
Dominican republic La Oficina Nacional de Estadística 

E

East Timor Statistics Timor-Leste
Ecuador Instituto Nacional de Estadística y Censos 
Egypt Central agency for public Mobilization and Statistics 
El Salvador Ministerio de Economia
Estonia Statistics Estonia
Ethiopia Central Statistical Agency of Ethiopia 
EU Statistics Eurostat

F

Faroe Islands Statistics Faroe Islands
Federated States of Micronesia Division of Statistics 
Fiji Fiji Bureau of Statistics 
Finland Statistics Finland
France National Institute of Statistics and Economic Studies 

Institut national d’études démographiques 

Ministère du Travail, de l’Emploi, de la Formation Professionnelle et du Dialogue Social

Ministère Éducation Nationale

Ecole Nationale de la Statistique et de l’Adminisation Economique 
French Polynesia Institut de la statistique de la Polynésie française

G

Gabon Direction Generale des Statistiques
Georgia GeoStat
Germany Federal Statistical Office of Germany
Ghana Ghana Statistical Service
Greece Hellenic Statistical Authority 
Greenland Statistics Greenland
Guatemala Instituto Nacional de Estadística
Guinea Institut National de la Statistique
Guinea-Bissau Instituto Nacional de Estatística 
Guyana Bureau of Statistics

H

Haiti Institut Haïtien de Statistique et d’Informatique
Hong Kong Census and Statistics Department
Hungary Hungarian Central Statistical Office

I

Iceland Statistics Iceland
India Ministry of Statistics and Programme Implementation
Indonesia Statistics Indonesia
Iran Statistical Centre of Iran
Iraq Central Statistical Organization
Ireland Central Statistics Office

Department of Agriculture, Food & the Marine
Israel Central Bureau of Statistics
Italy Italian National Institute of Statistics

J

Jamaica Statistical Institute of Jamaica
Japan Statistics Japan
Jordania Department of Statistics

K

Kazakhstan Committee on statistics
Kenya Kenya National Bureau of Statistics
Kirgizistan National Statistical Committee
Kiribati Kiribati National Statistics Office
Kongo Centre Nationale de la Statistique et des Etudes Economiques du Congo
Kosovo
Kuwait Central Statistical Bureau

L

Laos Laos Statistics Bureau
Latvia Central Statistical Bureau of Latvia
Lebanon Central Administration of Statistics
Lesotho Lesotho Bureau of Statistics External link, icon
Liberia Liberia Institute of Statistics & Geo Information Services
Liechtenstein Amt für Statistik
Lithuania Statistics Lithuania
Luxemburg STATEC

M

Macau Statistics and Census Service
Macedonia State Statistical Office
Madagascar Institut National de la Statistique Madagascar
Malawi National Statistical Office of Malawi
Malaysia Department of Statistics, Malaysia
Maldives Department of National Planning
Mali Institut National de la statistique
Malta National Statistics Office
Marshall Islands Economic Policy, Planning and Statistics Office
Mauritania Office National de la Statistique
Mauritius Statistics Mauritius
Mexico Instituto Nacional de Estadística y Geografia
Mocambique National Institute of Statistics
Moldavia National Bureau of Statistics
Mongolia National Statistical Office of Mongolia
Montenegro Statistical Office of Montenegro
Morocco Haut-Commissariat au Plan

N

Namibia Namibia Statistics Agency
Nauru Nauru Bureau of Statistics
Nepal Central Bureau of Statistics
Netherlands Statistics Netherlands

Netherlands Bank
New Zealand Statistics New Zealand
Nicaragua Instituto Nacional de Información de Desarrollo
Niger Institut National de la Statistique
Nigeria National Bureau of Statistics
Norway Statistics Norway

O

Oman National Center for Statistics and Information

P

Pakistan Pakistan Bureau of Statistics
Palau Bureau of Budget & Planning
Palestine Palestinian Central Bureau of Statistics
Panama Conaloría General
Papua New Guinea National Statistical Office of Papua New Guinea
Paraguay Direccion General de Estadídtica, Encuestas y Censos
Peru Instituto Nacional de Estadística y Informatica
Philippines National Statistics Office

National Statistical Coordination Board
Poland Central Statistical Office
Portugal Instituto Nacional de Estatística

Q

Qatar Statistics Authority

R

Romania National Institute of Statistics
Russia Federal state statistics service
Rwanda National Institute of Statistics of Rwanda

S

Saint Lucia Central Statistics Office
Samoa Samoa Bureau of Statistics
San Marino Office of Economic Planning, Data Processing and Statistics
Saudi Arabia Central Department of Statistics and Information
Senegal Agence Nationale de la Statistique et de la Démographie
Serbia Statistical Office of Republic Serbia
Seychelles National Bureau of Statistics
Sierra Leone Statistics Sierra Leone
Singapore Statistics Singapore
Slovakia Statistical Office of the Slovak Republic
Slovenia Statistical Office of the Republic of Slovenia
Solomon Islands National Statistics Office
South Africa Statistics South Africa
South Korea Statistics Korea
South Sudan National Bureau of Statistics
Spain Instituto Nacional de Estadística
Sri Lanka Department of Census and Statistics
Surinam Algemeen Bureau voor de Statistiek  in Suriname
Sweden SCB – Official Statistics of Sweden
Switzerland Swiss Statistics
Syria Central Bureau Of Statistics

T

Tadzjikistan Statistical Agency
Taiwan National Statistics
Tanzania National Bureau of Statistics
Thailand National Statistical Office
The Central African Republic Direction Générale de la Statistique, des Etudes  Economiques et Sociales
Togo Direction Générale de la Statistique et de la Comptabilité Nationale
Tonga Tonga Department of Statistics
Trinidad and Tobago Central Statistical Office
Tunisia National Institute of statistics
Turkey Turkish Statistical Institute
Tuvalu Central Statistics Division

U

Uganda Uganda bureau of statistics
Ukraine State Statistics Service of Ukraine
United Arab Emirates National Bureau of Statistics
United Kingdom UK National Statistics
(before Office for National Statistics)

Department for Business Innovation & Skills

Department for Work & Pensions

Department of Environment for Northern Ireland

General Register Office information (Northern Ireland)

General Register Office for Scotland

Her Majesty’s Treasury

Department of Agriculture, Food and the Marine

Northern Ireland Statistics and Research Agency
Uruguay Instituto Nacional de Estadística
USA Bureau of Economic Analysis

Bureau of Justice Statistics

Bureau of Labor Statistics

Bureau of Tansportation Statistics 

Business Data and Statistics

Department of Housing and Urban Development

Economic Research Service 

Economic Statistics Briefing Room

Energy Information Adminisation

FEDSTATS

National Center for Education Statistics

National Center for Health Statistics

National Oceanographic Data Center

United States Geological Survey

United States Census Bureau
Uzbekistan The state Committee of the Republic of Uzbekistan on statistics

V

Vanuatu Vanuatu National Statistics Office
Venezuela Instituto Nacional de Estadistica 
Vietnam General Statistics Office of Vietnam

Y

Yemen Central Statistical Organisation

Z

Zimbabwe The Zimbabwe National Statistics Agency

Å

Åland (Sweden) Statistics and Research Åland

domingo, 2 de julho de 2017

"'Islamofobia' é a causa do terrorismo", diz Guterres, Chefe da ONU


Riyadh: A "islamofobia", em algumas partes do mundo está a alimentar o terrorismo, disse o chefe das Nações Unidas numa visita à Arábia Saudita, quando o sentimento anti-imigrantes cresce em alguns países.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez o comentário aos repórteres após conversas com o rei saudita Salman, o príncipe herdeiro e o ministro do Interior, Mohammed bin Nayef, e o vice-príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.
 
"Uma das coisas que alimentam o terrorismo é a expressão em algumas partes do mundo de sentimentos islamofóbicos e políticas islamofóbicas e discursos de ódio islamófobos", disse Guterres em entrevista colectiva com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir.
"Esse é o melhor apoio que Daesh pode ter para fazer a sua própria propaganda", disse Guterres, usando uma sigla em árabe para o grupo islâmico de extremistas sunitas na Síria e no Iraque.
O grupo terrorista também reivindicou ataques mortais na Arábia Saudita e na Europa.
Políticos anti-imigração, incluindo Marine Le Pen da França, viram a sua popularidade aumentar após um afluxo de migrantes para a Europa, muitos deles muçulmanos que fogem das guerras na Síria e em outros lugares.
O presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma lei no final de Janeiro, em que negou a entrada a todos os refugiados por 120 dias.
Também bloqueou os viajantes do Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen por 90 dias. Os refugiados da Síria foram bloqueados indefinidamente. (...)
NDTV, 11 de Fevereiro de 2017

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 - O líder da ONU, cujo carácter mansinho os portugueses conhecem bem, atribui às vítimas a culpa pelo terrorismo islâmico.
Guterres foi  uma escolha perfeita para liderar uma ONU nas mãos das ditaduras islamistas e comunistas. A esquerdista e islamófila Agence France Press, que deu a notícia em primeira mão, regozija-se com a submissão de Guterres, mais um político ocidental a render-se ao Islão.
Só neste último Ramadão, os pobres muçulmanos, vítimas de "islamofobia", viram-se na triste obrigação de assassinar 1595 inocentes em honra do seu deus Alá:

E se mansinho Guterres ouvisse ex-muçulmanos como Wafa Sultan, a psiquiatra ex-muçulmana que combate incessantemente a ideologia islâmica, a mais destrutiva, maléfica e assassina que a Humanidade já conheceu?


  

 

sábado, 1 de julho de 2017

Google - A invasão silenciosa do totalitarismo

O que começa com os judeus, nunca acaba com os judeus. Por exemplo, o site Myths and Facts, durante muitos anos, era o primeiro que aparecia na busca pelas palavras... "Myths and Facts". Desde que a lei islâmica foi adoptada pelo Google, já vai em 20º lugar nos resultados das pesquisas. Nunca falei disso, para as pessoas não dizerem que estou a "proteger os judeus", e que eles se "armam em vítimas". Eis que o mega site Jihad Wach, um bastião da contra-jihad, foi atingido pela mesma CENSURA islamo-fascista:



Via Jihad Watch:
Por muitos anos, sempre que alguém procurava no Google por "jihad", Jihad Watch era o primeiro resultado. Isso era quando os resultados do Google se baseavam na relevância do assunto relativamente às pesquisas e à popularidade dos sites. Entretanto, o Google começou a engajar-se na engenharia social, tentando manipular a opinião pública, alterando os resultados das buscas para levar as pessoas a sites que ofereciam as perspectivas que o Google prefere.
Então, quando alguém procurava por "jihad", Jihad Watch tornou-se o segundo resultado, e depois o quarto, apesar de os nossos leitores estarem constantemente a crescer. O site Jihad Watch passou a ser substituído por sites de promoção do Islão, com uma fracção do nosso número de leitores, oferecendo falsidades suaves sobre o significado da jihad. O Marc explica este fenómeno com maior detalhe aqui.
Essa manipulação não foi suficiente para afastar as pessoas da verdade, mas agora, se alguém procurar por "jihad", o Google dar-lhe-á uma página cheia de apologética islâmica, e o Jihad Watch já não aparece na primeira página.
Isto ocorre porque o número dos nossos leitores caiu? Não, muito pelo contrário. Acontece porque o Google está totalmente empenhado em não permitir que as pessoas pesquisem na Internet, e em controlar o que elas acham quando o fazem. (Aliás, quando alguém busca no Google por "Robert Spencer", a peça de sucesso do Southern Poverty Law Center sobre mim aparece antes do meu próprio site).
Em 24 de Junho, o Huffington Post (NDT: Site de esquerda e apologista da islamização) publicou uma peça intitulada "A Pesquisa do Google está a causar danos irreparáveis ​​aos muçulmanos", sobre o esforço do imam Omar Suleiman do Texas, para obrigar o Google a editar os resultados de pesquisa que ele considerou "anti-muçulmanos" (não os considerou "falsos", considerou-os apenas "anti-muçulmanos").
Eu comentei: "Se Omar Suleiman tiver sucesso na sua exigência, o Google tornará os resultados compatíveis com a Sharia, e outra batalha contra a imposição das leis da blasfémia da Sharia sobre o Ocidente será perdida".
Parece que o Google se apressou a cumprir os desejos de Suleiman.
É uma invasão silenciosa do totalitarismo, uma vez que apenas uma perspectiva é permitida, e o terreno está a ser cada vez mais cortado sob os pés dos dissidentes. Claro, eles só o fazem porque a sua narrativa é tão excepcionalmente contra-factual que eles só podem defender-se censurando-nos e dando um lugar privilegiado aos sites que vendem as mentiras calmantes que eles favorecem, mesmo que tal conduta revele a sua insegurança e desespero.
É extremamente perigoso. E ninguém parece importar-se. Este é o tipo de coisa que a administração Trump deve combater, e trabalhar para garantir condições equitativas para todos os pontos de vista. Ninguém em posição de poder ou influência está preocupado com a rápida erosão da liberdade de expressão?
Robert Spencer
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Temos feito alguns alertas, na medida da nossa insignificância, sobre a propaganda enganadora do Islão na Internet, nos media e na boca dos políticos:


Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será.

GOOGLE e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

A nova Inquisição na Internet

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos

Como a Arábia Saudita controla os media


Os países de Leste estão a ser perseguidos pela União Europeia por recusarem refujihadistas. Esta senhora explica o que o politicamente correcto tenta esconder:



Ex-muçulmano a viver na Alemanha explica o que é o Islão:


Cristã libanesa Brigitte Gabriel explica o que é o Islão: