Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
No post anterior contámos a história de um cristão nigeriano que está emigrado no Canadá e foi condenado a pagar 12 mil dólares pelo crime de não se ter descalçado ao pé de muçulmanos que rezavam ao deus Alá:
Foi apenas um caso ilustrativo da lei sharia no Canadá, introduzida pelo Primeiro-Ministro Justin Trudeu. Mas se usar sapatos é violar os direitos humanos dos muçulmanos, um muçulmano espancar a esposa durante meia hora à paulada, é apenas parte da lei islâmica:
Canadá: "Refugiado" muçulmano sírio espanca esposa com stick de hóquei no gelo durante meia hora, diz que não sabia que era contra a lei Ele não sabia que era contra a lei porque o mandamento de espancar as esposas está no Alcorão: "Os
homens têm autoridade sobre as mulheres porque Alá fez um superior ao
outro, e porque eles gastam as suas riquezas para mantê-las. As boas mulheres são obedientes. Elas tapam as suas partes invisíveis porque Alá os mandou tapar.Quanto às que mostrem desobediência, admoesta-as, expulsa-as do leito e bate-lhes"- Alcorão 4:34
Maomé
"bateu-me no peito, e causou-me dor, e depois disse: Pensas que Alá e
o Seu Apóstolo iriam injustamente bater-te?" - Aisha (Sahih Muslim 2127)
O senhor Mohamad Rafia, extremamente preocupado. Teve pena suspensa.
NOTA: Cá em Portugal também se
pratica a sharia, desde a mutilação genital feminina ao espancamento de
esposas. Mas é tudo abafado. Por exemplo, o caso da cotovelada do idolatrado xeque David Munir na esposa, como ficou? Tudo leva a crer que a sharia prevaleceu sobre a lei portuguesa:
Recentemente, fomos apresentados a John Alabi, um homem do Ontário,
de 52 anos, que recebeu uma multa de sharia no valor de 12.000 dólares, passada pelo
Tribunal dos Direitos Humanos da província.
Alguns antecedentes: John é um cristão da Nigéria, que veio para o Canadá há 22 anos. Desde então, ele seguiu as leis canadianas e trabalhou duro. Ele não tem apenas um emprego, tem dois, apenas para garantir que sua família viva bem.
John é um homem com o tipo de história de que todos os canadianos devem orgulhar-se.
Mas, em vez disso, ele está a ser rotulado como um violador de direitos humanos.
John foi condenado a pagar a um casal muçulmano árabe,
seus antigos inquilinos, uma enorme quantia de 12 mil dólares, por "incapacidade de
se acomodar à religião islâmica" - tudo porque John não tirou os sapatos ao mostrar
o quarto em que este casal rezava a potenciais novos ocupantes.
Então, o
The Rebel começou uma missão de recolha de fundos, em HelpJohn.ca para obter o dinheiro de que John Alabi precisava para pagar a jizya.
Mas os nossos leitores disseram que queriam ajudar John - mas não assim. Queriam ajudar John a lutar, não ceder.
Então, fomos falar com John.
Como muitos de vocês sabem, John não tem tido vida fácil. Durante dois anos, acumulou taxas legais e gastou uma quantidade
excessiva de tempo a combater a queixa apresentada pelos muçulmanos Walid Madkour e sua
esposa, Heba Ismail.
As suas dificuldades foram agravadas quando ele perdeu o seu filho jovem durante o processo.
Mas agora, John diz que está pronto para voltar ao ringue contra o
Tribunal dos Direitos Humanos da Ontário, sob uma condição: de o ajudarmos a
pagar as suas taxas legais.
O custo total das taxas legais, que inclui o Pedido de
Reconsideração, o Tribunal Divisional e os Apelos serão de US $ 8000 +
HST (US $ 9040).
Então agora é hora de cumprir a nossa promessa. Se
você quer fazer parte desta importante luta para contrariar um perigoso
precedente da Sharia no Canadá, por favor, contribua, em HelpJohn.ca !
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O Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, é apenas mais um líder ocidental a submeter-se ao Islão, a adoptar a lei sharia no seu país, substituir as leis nacionais pelo Islão, e a abrir as portas do seu país à hégira, a invasão e colonização islâmica.
Sabe o que é jizya? É o imposto que Maomé estipulou que os
infiéis (nós, os não muçulmanos), devemos pagar aos muçulmanos, aos
profitentes da "religião da verdade", nossos superiores naturais, nossos
amos.
Na Europa há mais de 50 milhões de muçulmanos. 80% não trabalham.O escritor líbio Mojahed Busify explica que a Segurança Social que os sustenta é vista por eles com naturalidade, como a jizya.
Chegam-se ao caixa do banco onde vão buscar o que nós lhes pagamos, e dizem-lhe: "Converta-se ao Islão ou mato-o!".
O caixa paga-lhes e eles vão-se embora felizes da vida.
É este o fosso
civilizacional entre o Islão e o Ocidente, entre o século VII e o século
XXI. É o entrevistado muçulmano que o afirma, não somos nós. Allah Akbhar,
dizem os ocidentais, debaixo do seu complexo de culpa e de
inferioridade! Complexos de culpa porquê? Inferioridade porquê? Se não
sabe, não adianta explicar-lhe.
NOTA: O VÍDEO É PERMANENTEMENTE RETIRADO PELO LÓBI ISLAMISTA:
Após o Massacre de London Bridge, a CNN reuniu meia dúzia de muçulmanos (ou civis fardados de muçulmanos) e inventou que estava a decorrer uma manifestação em Londres, com milhares de muçulmanos repudiando o terrorismo.
Apesar de a encenação ter sido exposta, muitas pessoas ainda atribuem uma espécie de aura divina à Televisão, e, mesmo perante as evidências, resmungam: "Mas deu na Televisão! Queres ver que tu e 'esses sites da Internet' sabem mais que a Televisão?".
Entretanto, acabou por ser provado que a ridícula acusação de conluio entre Donald Trump e a Rússia para manipular os resultados eleitorais foi uma invenção da Imprensa - nomeadamente da CNN.
Em devido tempo, aliás, demonstrámos que a manipulação, a sabotagem das eleições norte-americanas, foi levada a cabo pelo Partido Democrata, com o financiamento de George "O Flagelo das Nações" Soros, o bilionário islamo-esquerdista, ex-colaboracionista nazi e anti-semita visceral.
Aqui temos a admissão de que a CNN é uma fábrica de propaganda e mentiras (via Tradutores de Direita):
Só porque ainda existem redutos de jornalismo a sério, como a FOX, os media institucionais não conseguem varrer para debaixo do tapete o terrorismo e expansionismo islâmico, os horrores dos regimes comunistas e as manobras globalistas de Soros e quejandos.
As consequências da doutrinação de massas, nomeadamente através dos media - uma geração de idiotas, cuja impressionante extensão da respectiva idiotice podereis aquilatar nesta lista de vídeos:
O Ocidente parece estar sob hipnose. Perante qualquer massacre islamista, culpa-se as vítimas. Qualquer tentativa de demonstrar a verdadeira natureza do Islão (vertida das próprias fontes islâmicas: escrituras e clérigos) encontra uma barragem de insultos e acusações de "racismo".
Qualquer notícia de ataques jihadistas é negada e apelidada de "propaganda". O Bin Laden não existiu; era um actor americano. O 11 de Setembro foi uma montagem de Hollywood. O Massacre da discoteca de Orlando, foi cometido pelo FBI. O Massacre do Bataclan foi cometido pela Mossad. O Massacre de Manchester foi cometido pelo MI5. O Arafat foi um herói. O ISIS é formado por agentes da CIA e da Mossad. O terrorismo islâmico não existe. Os muçulmanos jamais mataram quem quer que fosse. É tudo invenção do capitalismo e dos "Illuminatti".
É isto que é, hoje em dia, ser "inteligente" e "esclarecido". Desde o 11 de Setembro e até este momento, foram contabilizados 31109 ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS, que estão todos devidamente compilados e documentados em sites como o The Religion of Peace:
Os "inteligentes" dizem que"é tudo mentira, tudo propaganda".
Repetimos: isto são os ataques contabilizados. Não estão incluídos o genocídio que está ser levado a cabo nos campos de extermínio de cristãos, yazidis, curdos e outros, no mundo islâmico, como temos exaustivamente documentado.
Escrava sexual do Daesh
foi forçada a comer o filho bebé
Deputada iraquiana revela como a comunidade Yazidi é torturada pelos
terroristas. Uma menina de 10 anos foi violada até à morte e frente à
família.
Os yazidis são uma coisa distante, mais próximos, nas cabeças comuns, do mundo do Harry Potter do que do mundo real (ou seja: os yazidis não existem, mas os "Illuminatti" e os lagartos espaciais sionistas do centro da Terra, esses, existem!).
Os curdos, provavelmente, também não existem. Os judeus, quantos mais forem chacinados, melhor. E os cristãos que são massacrados no mundo islâmico, nem contam como gente (os "inteligentes" acham que cada cristão é pessoalmente responsável pelas fogueiras da Inquisição, pelo que podem - devem! - morrer todos).
Tudo isto é triste. Mas tudo isto existe.
Ainda agora, na Nigéria, os islamistas do Boko-Haram voltaram a encher quatro meninas de bombas e mandaram-nas explodir-se no meio dos cristãos. Há milhares de testemunhas, há vídeos, há as reivindicações dos massacres pelos islamistas, mas... "é tudo mentira"! As teorias da conspiração manhosas é que são a Verdade!
O The Muslim Issue é um dos muitos blogues anti-jihadistas que recolhe e
actualiza estatísticas internacionais, estatísticas governamentais,
artigos de jornal e relatórios relacionados com imigração muçulmana e questões muçulmanas em geral. E tem o cuidado de apresentar não apenas as fontes para cada artigo, mas a lista de todas as suas fontes:
Deutsche Welle (Germany)
France24 (France)
El País (Spain)
The Guardian (Great Britain)
The Daily Mail (Great Britain)
The Daily Telegraph (Great Britain)
The Independent (Great Britain)
La Repubblica (Italy)
Bild (Germany)
Daily Telegraph (Australia)
Afronbladet (Sweden)
Expressen (Sweden)
Le Figaro (France)
Marca (Spain)
Die Welt (Germany)
Daily Express (Great Britain)
Gazeta Wyborcza (Poland)
Herald Sun (Australia)
The Sun (Great Britain)
Süddeutsche Zeitung (Germany)
Die Zeit (German)
NDTV (India)
Metro (Great Britain)
The Times (Great Britain)
Frankfurter Allgemeine (Germany)
New York Times (USA)
NBC (USA)
ABC (USA)
FoxNews (USA)
RT (Russia)
Het Nieuwsblad (Belgium)
Die Presse (Austria)
Algemeen Dagblad (Netherlands)
Helsingin Sanomat (Finland)
Neue Zürcher Zeitung (Switzerland)
The Hindu Times (India)
Reference News (China)
Asahi Shimbun (Japan)
The Times of India
Sydney Morning Herald (Australia)
Israel Times
Reuters
Associated Press
O que os sites de contra-jihad referem, é nada mais que o que foi noticiado e testemunhado, o que passou na TV, o que foi documentado de todas as formas possíveis. E apresentado com o proverbial cuidado de atribuir os ataques aos que "não compreendem Islão" e outras desculpas habituais...
Os artigos e fontes são republicados dos media, departamentos governamentais, organizações e universidades: Judicial Watch (USA)
MEMRI (USA)
FBI (USA)
Gatestone Institute (USA)
Breitbart (USA)
The Sun (Canada)
Palestinian Media Watch (USA)
Middle East Forum (USA)
SCB – Official Statistics Bureau of Sweden
Instituto Nacional de Estadística (Spain)
Office for National Statistics (Great Britain)
Migration Watch (Great Britain)
Department of Housing and Urban Development (USA)
National Center for Health Statistics (USA)
United States Census Bureau (USA)
Central Department of Statistics and Information (Saudi Arabia)
Central Information Organisation (Bahrain)
Statistics Canada – StatCan
Eurostat (EU)
Também nós, aqui no Amigo de Israel, citamos sempre as fontes. Não inventamos nada. Se alguma informação está incorrecta, é porque veio incorrecta dos órgãos de informação, das polícias, dos governos ou das testemunhas.
Por outras palavras, são relatórios dos media alinhados a todos os
interesses políticos, sejam de esquerda, direita, centro ou de fontes
governamentais. Não há notícias falsas no nosso site, a menos que haja um erro não intencional. Se
alguns leitores nos consideram como "notícias
falsas", então os maiores nomes dos media e dos departamentos de governo
são igualmente notícias falsas, já que é de onde as nossas fontes vêm.
A seguinte lista é de fontes internacionais de estatísticas:
"As estatísticas governamentais em certos países do Médio Oriente, África, Índia, Paquistão, etc., são altamente falhas,
desactualizadas e até mesmo desaparecidas.As
estatísticas autênticas, particularmente sobre comportamentos que são
percebidos como opostos ao orgulho cultural, são escondidas, não são divulgadas ou são apresentadas falsamente.Para obter
uma melhor visão geral de estatísticas mais confiáveis, as melhores fontes
são organizações locais e regionais sem fins lucrativos que trabalham em
questões específicas e colectam pesquisas dentro das suas áreas de
trabalho".
Fontes adicionais:
Estatísticas
no Ocidente relacionadas ao crime, demografia, asilo, efeito financeiro
da imigração, etc., podem precisar de pesquisa em fontes adicionais ou
departamentos locais para cobrir estatísticas que podem não ser
acessadas através das Estatísticas Nacionais abaixo.
Riyadh: A "islamofobia", em algumas partes do mundo está a alimentar o
terrorismo, disse o chefe das Nações Unidas numa visita à
Arábia Saudita, quando o sentimento anti-imigrantes cresce em alguns
países. O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez o comentário aos
repórteres após conversas com o rei saudita Salman, o príncipe herdeiro
e o ministro do Interior, Mohammed bin Nayef, e o vice-príncipe herdeiro
Mohammed bin Salman.
"Uma das coisas que alimentam o terrorismo é a expressão em algumas
partes do mundo de sentimentos islamofóbicos e políticas islamofóbicas e
discursos de ódio islamófobos", disse Guterres em entrevista colectiva com
o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir.
"Esse é o melhor apoio que Daesh pode ter para fazer a sua própria
propaganda", disse Guterres, usando uma sigla em árabe para o grupo
islâmico de extremistas sunitas na Síria e no Iraque.
O grupo terrorista também reivindicou ataques mortais na Arábia Saudita e na Europa.
Políticos anti-imigração, incluindo Marine Le Pen da França, viram
a sua popularidade aumentar após um afluxo de migrantes para a Europa,
muitos deles muçulmanos que fogem das guerras na Síria e em outros
lugares.
O presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma lei no final de Janeiro, em que negou a entrada a todos os refugiados por 120 dias.
Também bloqueou os viajantes do Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen por 90 dias. Os refugiados da Síria foram bloqueados indefinidamente. (...)
- O líder da ONU, cujo carácter mansinho os portugueses conhecem bem, atribui às vítimas a culpa pelo terrorismo islâmico.
Guterres foi uma escolha perfeita para liderar uma ONU nas mãos das ditaduras islamistas e comunistas. A esquerdista e islamófila Agence France Press, que deu a notícia em primeira mão, regozija-se com a submissão de Guterres, mais um político ocidental a render-se ao Islão.
Só neste último Ramadão, os pobres muçulmanos, vítimas de "islamofobia", viram-se na triste obrigação de assassinar 1595 inocentes em honra do seu deus Alá:
O que começa com os judeus, nunca acaba com os judeus. Por exemplo, o site Myths and Facts, durante muitos anos, era o primeiro que aparecia na busca pelas palavras... "Myths and Facts". Desde que a lei islâmica foi adoptada pelo Google, já vai em 20º lugar nos resultados das pesquisas. Nunca falei disso, para as pessoas não dizerem que estou a "proteger os judeus", e que eles se "armam em vítimas". Eis que o mega site Jihad Wach, um bastião da contra-jihad, foi atingido pela mesma CENSURA islamo-fascista:
Por muitos anos, sempre que alguém procurava no Google por "jihad", Jihad Watch era o primeiro resultado. Isso
era quando os resultados do Google se baseavam na
relevância do assunto relativamente às pesquisas e à popularidade dos sites. Entretanto, o Google começou a engajar-se na engenharia social, tentando
manipular a opinião pública, alterando os resultados das buscas para levar as
pessoas a sites que ofereciam as perspectivas que o Google prefere.
Então, quando alguém procurava por "jihad", Jihad Watchtornou-se o segundo resultado, e
depois o quarto, apesar de os nossos leitores estarem constantemente a crescer. O site
Jihad Watch passou a ser substituído por sites de promoção do Islão, com uma fracção do nosso número de leitores,
oferecendo falsidades suaves sobre o significado da jihad. O Marc explica este fenómeno com maior detalhe aqui.
Essa manipulação não foi suficiente para afastar as pessoas da verdade, mas agora,
se alguém procurar por "jihad", o Google dar-lhe-á uma página cheia de
apologética islâmica, e o Jihad Watch já não aparece na primeira página.
Isto ocorre porque o número dos nossos leitores caiu? Não, muito pelo contrário. Acontece
porque o Google está totalmente empenhado em não permitir que as
pessoas pesquisem na Internet, e em controlar o que elas acham
quando o fazem. (Aliás, quando alguém busca no Google por "Robert Spencer", a peça de sucesso do
Southern Poverty Law Center sobre mim aparece antes do meu próprio site).
Em
24 de Junho, o Huffington Post(NDT: Site de esquerda e apologista da islamização) publicou uma peça intitulada "A Pesquisa do Google está a causar danos irreparáveis aos muçulmanos", sobre o
esforço do imam Omar Suleiman do Texas, para obrigar o Google a editar os
resultados de pesquisa que ele considerou "anti-muçulmanos" (não os considerou
"falsos", considerou-os apenas "anti-muçulmanos").
Eu comentei: "Se Omar Suleiman tiver sucesso na sua exigência, o Google tornará os resultados compatíveis com a Sharia, e outra batalha contra
a imposição das leis da blasfémia da Sharia sobre o Ocidente será
perdida".
Parece que o Google se apressou a cumprir os desejos de Suleiman.
É
uma invasão silenciosa do totalitarismo, uma vez que apenas uma
perspectiva é permitida, e o terreno está a ser cada vez mais cortado
sob os pés dos dissidentes. Claro,
eles só o fazem porque a sua narrativa é tão excepcionalmente
contra-factual que eles só podem defender-se censurando-nos e
dando um lugar privilegiado aos sites que vendem as mentiras calmantes
que eles favorecem, mesmo que tal conduta revele a sua insegurança e desespero.
É extremamente perigoso. E ninguém parece importar-se. Este
é o tipo de coisa que a administração Trump deve combater, e
trabalhar para garantir condições equitativas para todos os pontos de
vista. Ninguém em posição de poder ou influência está preocupado com a rápida erosão da liberdade de expressão?
Robert Spencer
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Temos feito alguns alertas, na medida da nossa insignificância, sobre a propaganda enganadora do Islão na Internet, nos media e na boca dos políticos:
Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media
tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A
doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A
verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e
sempre assim será.
Os países de Leste estão a ser perseguidos pela União Europeia por recusarem refujihadistas. Esta senhora explica o que o politicamente correcto tenta esconder:
Ex-muçulmano a viver na Alemanha explica o que é o Islão:
Cristã libanesa Brigitte Gabriel explica o que é o Islão: