sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Esqueceu-se de tapar a cara antes de sair de casa

NOTA DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016 - COMO PREVISTO, OS ISLAMISTAS QUE MANDAM NO YOUTUBE, RETIRARAM O VÍDEO. ALGUÉM POSTOU OUTRO, QUE TERÁ O MESMO DESTINO:



"A mulher no Islão" - mais um vídeo que será CENSURADO em breve, sob o CÍNICO pretexto de que é "violento".
 
NOTA DE 7 DE OUTUBRO: ASSIM FOI - OS ISLAMISTAS CENSURARAM O VÍDEO.



Os muçulmanos são 1 bilião e 600 milhões de almas. Representam 1/4 da Humanidade. A Internet verga-se à ditadura da lei sharia, que define como "difamação" o acto de DIZER A VERDADE  sobre o Islão.
- "Ah, mas isto é apenas meia dúzia de malucos que não compreendem o que é o Islão!".
Não, meu caro amigo. Isto é o que ESMAGADORA MAIORÍA dos muçulmanos apoia e pratica, em maior ou menor grau:

  

Como há  MULHERES que apoiam o Islão (como a famosa Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público), e que até se convertem, escapa completamente à nossa compreensão. Talvez seja uma tara sexual qualquer, gostarem de levar porrada da grossa e de ser tratadas como não se deve tratar o gado...  
É pena é não irem para o Irão ou para a Arábia Saudita, de preferência de mini-saia e cabelos ao vento, como elas gostam (e muito bem!)....

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Abate ritual islâmico faz correr rios de sangue


Rios de sangue, o sonho islâmico. Se fosse em Israel, abria os telejornais todos!

Se o estado de evolução de uma Civilização pode ser avaliado pelo modo como trata os animais, o Islão excede todos os limites de malvadez. 
Em nome do politicamente correcto, no Ocidente é proibido questionar o tratamento que os animais recebem no Islão. E os que por cá comem carne, são obrigados a comer carne halal*, proveniente de animais abatidos com o máximo sofrimento possível, como ordena o Islão.
* - VER SITE BOYCOTT HALAL (COM VÍDEOS).
Daí a popularidade de posts como este:

Ana Vegana Canibal

Daí também que o grosso da lamentável classe profissional dos Jornalistas (muito bem paga pelas potências petrolíferas) omita todas as notícias sobre os maus tratos aos animais perpetradas pelo Islamismo (o que não é de admirar, pois até as atrocidades contra pessoas eles escondem o quanto podem).

Nos países islâmicos, mesmo os animais que não são para consumo - como por exemplo cães, gatos, burros, etc. - são perseguidos, torturados (nomeadamente crucificados), exterminados, estuprados (vídeo removido, substituímos por outro: o costume, os muçulmanos odeiam a verdade), etc.. Tudo no cumprimento da lei islâmica.

Não vemos muitas notícias destas na Imprensa politicamente correcta (e esta é apenas uma dentre milhares).
Excerto do India Today:
Os cidadãos de Dhaka testemunharam uma visão horrível por ocasião da celebração do Eid al-Adha na terça-feira.
Chuvas e animais sacrificados por toda a cidade criaram uma cena terrível de rios de sangue nas ruas da cidade.
Inundações em muitas partes da cidade misturaram-se com sangue após os sacrifícios dos animais, criando a cena perturbadora. As partes inundadas da cidade davam uma impressão parecida com rios de sangue.
Apesar das chuvas intermitentes, os cidadãos aglomerados nas mesquitas ofereceram orações e prosseguiram com os sacrifícios rituais:


É possível que este vídeo amanhã já não esteja disponível. Os vídeos que mostram a realidade da lei islâmica devidamente ilustrada com FACTOS, são sistematicamente removidos pelo poderoso lóbi islamo-esquerdista.
Um leitor do India Today escreve:
Esta é a verdadeira face do Islão .. Matar, matar e matar ... não há amor pela vida no Islão... e estes "seculares" nunca se atrevem a levantar quaisquer problemas com os rituais islâmicos, que não são menos bárbaros do que os dos tempos medievais., quando as tribos muçulmanas sacrificavam seres humanos ...

Todo o mundo está a tornar-se ISLÂMICO, porque os mosquitos reproduzem-se... E vejam o resultado: sangue por toda parte!

Se este festival macabro tivesse lugar no Mundo Livre, seria fortemente contestado. E se fosse em Israel, morreriam judeus por todo o Mundo. Mas os muçulmanos, esses, podem. Porque eles "têm a sua cultura".
Mais fotos do India Today:






Gostaríamos de saber a opinião dos extrema-esquerdistas pintados de verde do PAN (Partido dos Animais e da Natureza) sobre este lindo espectáculo... 

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E como é que queremos que os jornalistas falem das atrocidades contra os animais, se eles omitem tudo quanto podem das atrocidades contra pessoas, nomeadamente o Holocausto, o canibalismo e os matadouros de cristãos?

“MATADOUROS ISLÂMICOS HUMANOS” PARA CRISTÃOS

"Chamem-me odiador se quiserem, mas... quando foi a última vez que viram alguém não muçulmano a segurar uma cabeça humana?".

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O que os muçulmanos podem dizer na TV e nós não

MEMRI é a sigla em Inglês para Middle East Media Research Institute, que é como quem diz, Instituto de Pesquisa dos Media do Médio Oriente. Ou seja: este site monitoriza os meios de comunicação de massas dos países do Médio Oriente. O que lá podemos encontrar são notícias, reportagens, entrevistas e debates relevantes para que possamos entender a cultura dos países da região, como é o caso desta mesa redonda entre muçulmanos tradicionais e um que vive na nossa Era:


A nossa opinião sobre o Islão é igualzinha à do senhor do vídeo:
- Se os líderes muçulmanos renunciarem aos aspectos políticos e sociais (absolutamente tirânicos e cruéis) do Islão, e o reduzirem  a uma religião, como as outras, nada temos a opor.
- Se persistirem em manter o Islão no século VII, com todos os seus mandamentos genocidas, assassinos, esclavagistas, misóginos, brutais, em suma; então o Islão é inaceitável.
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Mas o que queremos salientar é que, quando se goza de algum estatuto social, político ou religioso, no mundo islâmico, pode-se dizer na TV o que este senhor diz. No Mundo Livre, seria impossível. Alguém que se atrevesse a dizer EXACTAMENTE O MESMO, seria desde logo proscrito dos media e possivelmente processado e preso - como é o caso da França, que já aplica 2 anos de cadeia a quem criticar o Islão, mesmo que seja simplesmente para repudiar a jihad.
Ou seja: eles têm ditaduras islâmicas, e nós a do Marxismo Cultural.

P.S. - O mesmo vale para os muçulmanos que nos nossos media queiram exaltar a jihad (ou violar impunemente as mulheres e crianças infiéis). Eles têm o direito fazer tudo isso e muito mais porque "faz parte da cultura deles".

domingo, 11 de setembro de 2016

Imagine um Mundo sem Islão

O 9/11 e o Chapéu de Alumínio Colectivo


15 anos após o 11 de Setembro de 2001, registaram-se, até agora, 29,197 ataques terroristas (contabilizados) em nome do Islão e do seu deus Alá - ver THE RELIGION OF PEACE.
Na semana de 3 a 9 de Setembro, foram cometidos 40 ataques em nome do Islão, em 14 países. 299 mortos, 428 feridos, 8 ataques por bombistas suicidas.
O resultado de uma ideologia que declara amar a morte como as outras amam a vida - como proclamava Osama bin Laden e proclamam os lideres terroristas da organização conhecida como a "Palestina".
270 milhões de inocentes assassinados em honra do deus Alá, desde que o Islão viu a luz do dia.
Só cristãos, são executados em média 11 a cada hora. Mais a institucionalização da lei sharia, com o seu cortejo de horrores (execuções sumárias, tortura, mutilações, escravatura, estupro, canibalismo, condenações à morte por "crime" de apostasia, etc., etc..).
O Islão é tão inaceitável como o Nazismo ou o Comunismo.
O Nazismo foi (e é) aliado do Islão e o Comunismo também. Ideologias e pessoas maléficas gostam de acamaradar.

sábado, 10 de setembro de 2016

Um Mundo sem câncer da pele é agora possível graças a Israel


Na sequência de:

Cientistas israelitas combatem o câncer da pele


Pesquisadores israelitas descobriram como é que o câncer de pele se espalha - e como pará-lo.

A cada 52 minutos, alguém, em algum lugar, morre de melanoma maligno, mais conhecido como câncer de pele.

Algumas pessoas detectam-no a tempo, mas, infelizmente, muitas não o fazem.

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv encontraram agora uma maneira de parar esta doença letal.

Pode-se assim salvar milhões de vidas!

Esta é mais uma grande contribuição para o Mundo vinda do pequeno Estado de Israel:

 
Esta notícia chegou-nos através do Portal UNIDOS COM ISRAEL, que tem versão em Espanhol:
https://unitedwithisrael.org/es/

Pode subscrever a newsletter do UNIDOS COM ISRAEL, para saber mais sobre este país sempre no centro da actualidade, e dar assim mais força a esta nobre causa.
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Sobre o tema deste post, gostaríamos de acrescentar que, enquanto o micro Estado de Israel diariamente salva vidas (nomeadamente através dos avanços na Medicina), o mundo islâmico (de que Israel é apenas 0,02% em área), com o seu bilião e 600 milhões de habitantes, nem por isso.
Pelo contrário: nestes 1,400 anos de existência, mais de 270 milhões de vidas inocentes foram ceifadas pelo Islão. 1 bilião e 600 milhões de muçulmanos adormecem e acordam todos os dias a pensar como é que hão-de acabar com Israel e com os judeus:
"Eu quero esfaquear um judeu" - assim se educam as novas gerações na Religião da Paz... 
A capacidade inventiva islâmica (sobretudo a dos colonos invasores de Israel, vulgo "palestinos") resume-se a maneiras de matar, torturar, raptar, destruir, difamar, odiar, perseguir, escravizar, estuprar, mutilar.


Solução islâmica para o câncer de pele.
Por outro lado, e no que toca ao câncer de pele, os benefícios da burqa são inegáveis. Se bem que, com tão pouca exposição solar, o défice de Vitamina D seja problemático. Mas Israel há-de resolver esse problema também.

"Em 2007, os dias mais sagrados do Islão e do Judaísmo  sobrepuseram-se durante 10 dias.  Nesses 10 dias, os muçulmanos acumularam 397 cadáveres, em 94 ataques terroristas em 10 países... enquanto os judeus ganhavam o seu 159º Prémio Nobel"

E você, que odeia Israel e os judeus, e que ainda assim nos lê: se tiver um problema de saúde grave, que país, que medicamentos, que médicos e que tecnologias escolhe para se tratar - Israel e os judeus, ou os islâmicos?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

O Papa Francisco e o declínio do Ocidente



O Papa Francisco fez comentários na semana passada que revelam a coisa mais importante que você precisa saber sobre o mundo moderno: A religião mais dinâmica dos últimos cem anos tem sido o Esquerdismo. Não o Cristianismo, não o Islamismo, mas o Esquerdismo.
O Esquerdismo apoderou-se das principais instituições educacionais do mundo, dos meios de dos comunicação e do entretenimento popular, e tem influenciado o Cristianismo (e o Judaísmo) muito mais do que o Cristianismo (ou o Judaísmo) influenciaram fosse o que fosse.
Em 26 de Julho, dois muçulmanos cortaram a garganta de um padre católico francês, o Rev. Jacques Hamel, de 85 anos, enquanto este celebrava missa na sua igreja.
Cinco dias depois, durante o seu voo de regresso a Roma, vindo das celebrações do Dia Mundial da Juventude, em Cracóvia, Polónia, o Papa Francisco deu uma conferência de Imprensa. Foi questionado sobre o padre francês e sobre o Islão por Antoine-Marie Izoard, jornalista da I.Media, uma agência de notícias católica francesa.
Izoard perguntou:
"Os católicos estão em estado de choque - e não só em França - após o assassinato bárbaro do padre Jacques Hamel na sua igreja, enquanto celebrava a Santa Missa. Há quatro dias o Papa disse-nos mais uma vez que todas as religiões querem a paz. Mas este santo sacerdote, de oitenta e seis anos de idade, foi claramente morto em nome do Islão. Então, eu tenho duas perguntas breves, Santo Padre. Quando o Papa fala sobre estes actos de violência, porque é que se refere sempre a terroristas, mas não ao Islão? ... Que iniciativa concreta pode o Papa sugerir, a fim de se combater a violência islâmica?".

O Papa Francisco respondeu:
"Eu não gosto de falar de violência islâmica, porque todos os dias, quando abro os jornais, vejo actos de violência, aqui na Itália! Alguém que matou a namorada ou a sogra. E são católicos baptizados. E são católicos violentos ... Se eu falasse sobre a violência islâmica, também teria que falar sobre a violência católica".

O Papa da Igreja Católica Romana, quando interrogado sobre o terror islâmico e a decapitação de um padre católico romano por terroristas islâmicos, responde que também há terrorismo católico, porque um homem que foi baptizado católico "matar a namorada" é o equivalente moral e religioso dos muçulmanos que se envolvem em assassinatos em massa em nome do Islão.
Como é que alguém pode comparar:

- Uma pessoa que foi baptizada católica quando era criança - e que pode nem ter identidade católica enquanto adulto - com um adulto que afirma uma identidade religiosa?
- O assassinato de uma namorada (muito provavelmente um crime passional) com o assassinato ritual de um sacerdote católico porque ele era padre?

- Assassinatos que não têm nada a ver com qualquer ideologia,  com assassinatos em massa cometidos em nome de uma ideologia?
Em seguida, o Papa Francisco acrescentou:
 "O terrorismo está em todos os lugares! ... Aumenta sempre que não não há outra opção, quando a economia global está centrada no deus dinheiro e não na pessoa humana, homens e mulheres. Isso já é uma primeira forma de terrorismo. Expulsa-se a maravilha da Criação, homem e mulher, e coloca-se o dinheiro em seu lugar. Este é um acto básico de terrorismo contra toda a Humanidade. Nós deveríamos pensar nisto".

O terrorismo cresce "quando não existe outra opção"?
A implicação de que o terrorismo islâmico é um acto desesperado decorrente de pobreza é amplamente difundida pela Esquerda. Mas é falsa. A maioria dos terroristas islâmicos vêm da classe média ou alta. No caso recente dos terroristas de Bangladesh, por exemplo, quase todos eram provenientes das famílias mais ricas do país. E, como é bem conhecido, a maioria dos sequestradores do 11 de Setembro pertenciam a famílias de classe média e média-alta.
O terrorismo islâmico não vem da economia; vem da teologia.
O terrorismo cresce "quando a economia global está centrada no deus dinheiro"?
A busca de dinheiro e o terrorismo não têm nada a ver um com o outro. O terrorismo cresce apenas quando alguma ideologia o prega. Estas declarações visam apenas encontrar desculpas para o terrorismo islâmico, culpando a "economia global" e o "deus dinheiro" em vez de culpar os terroristas e o seu deus da morte.
A "primeira forma de terrorismo" é quando "a economia global está centrada no deus dinheiro"?
É mau quando o dinheiro se torna um deus, mas não há comparação entre o "deus dinheiro" e os horrores do terrorismo islâmico. As mulheres yazidis não são estupradas e queimadas vivas por causa da "economia global" e do seu "deus dinheiro".
A única explicação para estas declarações do Papa Francisco são que ele herdou a sua teologia do Catolicismo, mas, ao contrário do seu predecessor, o Papa Bento XVI, herdou muita da sua moral do Esquerdismo.
A combinação da moral judaico-cristã ocidental e do liberalismo político - com a sua doutrina de responsabilidade moral, o absoluto em termos morais, o confronto claro com o mal, e a sua liberdade política e social - produziu as sociedades mais morais da História do mundo.
O Papa da Igreja Católica Romana deveria ser o seu maior defensor. Por causa do Esquerdismo, infelizmente, não é.

- por Dennis Prager, publicado originalmente em Townhall.com.


- Ainda temos bem presente o sorriso rasgado do socialista António Costa, primeiro-ministro não eleito de Portugal, após o Massacre de Nice, e as suas declarações, de que "a solução é uma Europa mais solidária, para que ninguém se sinta excluído". E as do seu camarada e homólogo francês (eleito com o voto islâmico) de que "temos que viver com o terrorismo islâmico".
A Esquerda vê com bons olhos a islamização da Europa, porque assim terá (pensa ela) o seu "proletariado", para a "Revolução" que tanto anseia. Nesse contexto, os massacres são como que uma demonstração das teorias esquerdistas. A Vida nunca significou nada para a Esquerda.
Para já, os mais de 54 milhões de muçulmanos que invadiram a Europa com a cumplicidade da Esquerda, votam em quem lhes abriu as portas.  80% dos muçulmanos, que a Esquerda pinta como pobres "excluídos", que só cometem massacres porque são pobrezinhos, são sustentados pelo contribuinte europeu e não mexem uma palha. 
Os verdadeiros pobres e excluídos são os europeus nativos, que passam privações, muitos perderam o emprego, dormem na rua e muitos desgraçadamente suicidam-se. A esses, a Esquerda faz um grande manguito.
O Papa Francisco, juntamente com o jihadista Barack Hussein, tem sido o grande impulsionador global da islamização.
Entretanto, e  com o silêncio dos media globais, o Holocausto dos Cristãos (e o dos Yazidis, dos Curdos, dos Judeus e de outros "excedentários"), prossegue:
Muito se vão surpreender os esquerdistas quando chegar a vez deles...



Sugerimos também a leitura ou releitura do nosso post:

A Paixão da Esquerda pelo Terrorismo Islâmico

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Israel: cientistas recolhem água potável a partir do ar


Os cientistas do Instituto Technion (Haifa, Israel) desenvolveram um sistema inovador para recolher água potável a partir do ar.
Capturar a humidade do ar não é novidade, os geradores de água atmosféricos para uso comercial e doméstico já existem. Mas este novo sistema requer menos energia para produzir água de alta qualidade, em comparação com os sistemas existentes.
A atmosfera contém vapor de água, em quantidades comparáveis ​​aos encontrados em toda a superfície da Terra e na água subterrânea no planeta. Mas os equipamentos actuais são muito limitados. Usam a refrigeração eléctrica para arrefecer o ar e condensar o vapor, o que consome muita energia.
A dessalinização da água do mar por osmose inversa, muito bem controlada em Israel, é outra fonte potencial de água doce, mas não está disponível em países que não têm acesso ao mar. Além disso, a dessalinização exige investimentos significativos em tubagens e bombeamento, em termos de infra-estruturas, gestão e manutenção. "Ao passo que a humidade está disponível em todos os lugares", diz o estudo.
O novo sistema desenvolvido por cientistas do Technion usa um desidratante líquido para separar primeiro ar e vapor de água, e só então arreferece o vapor. Os cálculos mostram que esta abordagem pode resultar em 20 a 65% de economia de energia em comparação com o sistema standard.
Via EUROPE-ISRAEL
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'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’”


Provérbio ucraniano.


- Enquanto o minúsculo Estado de Israel trabalha para matar a sede ao Mundo, o Mundo dá ouvidos a acusações sórdidas de que Israel mata à sede os seus invasores islâmicos (iguais aos que temos na Europa):

Vede, as Barragens Invisíveis de Israel!...



"Centenas de palestinos ficaram desalojados depois de Israel ter aberto as barragens e lhes ter inundado as casas. Horas antes, de o Estado Judaico ter cortado a electricidade nas cidades da Cisjordânia" - é o título completamente aldrabado do Mail Online. Ambas as "notícias" são FALSAS.
 

KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 1

 KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 2


Ismail Haniyeh, "primeiro-ministro" da organização terrorista Hamas, que domina Gaza, esse sim, às vezes passa sede! Aqui, por exemplo, dá o copo de whisky a esconder à sua amante canadiana! Não fica bem a um comendador dos crentes ser apanhado pela Imprensa com a boca no gargalo!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O que acontece a quem deixa o Islão?


- Tu também, só me vens com sites anti-islâmicos! Não olhas para as coisas boas que eles têm.
É a observação recorrente de um amigo meu, quando me bombardeia com apologética islâmica e lhe remeto a dura realidade das atrocidades islâmicas.
Há pessoas assim, que não estudam por inteiro, que seleccionam as partes que sabem de antemão que não irão abalar as suas convicções. A arquitectura, os trajes, o chá de menta são muito bonitos. As pessoas são muito simpáticas (o Hitler e o Mao Tse Tung também eram). Mas o Islão é pior que o Nazismo e o Comunismo juntos (confirma quem experimentou as três atrocidades).
Tivemos décadas de doutrinação no relativismo cultural, que nos injectaram a ideia de que não temos o direito de recusar na nossa terra ideologias que colidam com os nossos valores de Democracia e Liberdade.
O Islão poderia até ser a melhor coisa do mundo. Poderia ser a maior fonte de felicidade. Que não é - é o sistema mais atroz que a Humanidade já conheceu.
Bastaria este aspecto para tornar o Islão COMPLETAMENTE INADMISSÍVEL:
A lei da apostasia determina que quem nasce muçulmano ou se converte, só pode deixar o Islão... morto! Degolado.
Todos os  ex-muçulmanos vivem com uma sentença de morte pendente sobre as suas cabeças. Porque se essa lei não existisse, o Islão já tinha acabado. Lindo, não é? Tão pitoresco!
Existe alguma outra religião ou ideologia legal na nossa Sociedade que preveja coisa tão refinadamente diabólica? Imagine o CDS-PP, a Cáritas, a Associação "Abraço", a Igreja Maná, o Vitória de Guimarães, a Federação Portuguesa de Badmington, preverem a degola de quem quisesse sair!
Mas  temos que "respeitar a diferença", não é verdade?
  
Nós até temos uma pequena secção com o básico do Islão:

Islão - O que o Ocidente Precisa Saber 

Para saber mais, para estudar e estar informado, visite o tipo de sites que o meu amigo se recusa a visitar, porque, na sua óptica, questionar o Islão é "racismo":

O TERRORISMO GLOBAL

domingo, 4 de setembro de 2016

Trump e Hillary nús, respectivamente.

Relutantemente,  voltamos a falar da corrida eleitoral norte-americana e de nudez, depois de: 

The Lady is a Trump

 


- "Ah, Ah, Ah! O Donald Trump todo nu! Que ridículo!".
Esta obra de Arte jocosa foi motivo de muitas notícias, piadas e piscadelas de olho cúmplices dos apresentadores de telejornais, na secção "Demolir Donald Trump", que se tornou obrigatória desde há algum tempo. A par com a secção "Venerar Barack Obama", que é obrigatória há uma dúzia de anos.
Não sabemos se a obra já foi vendida, mas o seu autor - um moralmente superior militante esquerdista, sempre "preocupado" com os mais fracos e desfavorecidos - estava a pedir uma nota preta *.
* - A rapaziada mais à esquerda, quando se trata de apresentar a conta, não perdoa. E merecem. Para os compensar da "preocupação" que dedicam aos pobres. Enquanto não chega a Revolução, a "preocupação" esquerdista é muito nutritiva para os desvalidos. A caridade, e a "Sopa dos Pobres", em compensação, são fascistas.
Mas, voltando à Arte: eis que um artista de rua australiano resolveu pintar uma Hillary Clinton em fato de banho patriótico. Na Austrália:


Na cartilha do politicamente correcto, isto é pecado. E o artista (que dá de graça a sua Arte ao Povo) foi mandado vestir Hillary. E cumpriu:

Vestiu-lhe uma burqa, com o aviso de que quem achar ofensivo é racista e islamofóbico.
O mesmo artista já tinha pintado Trump e a Esposa deste. Aqui, uma das menos corrosivas do candidato republicano:

- "Ah, ah! Tem mesmo cara de estúpido!".
Isso mesmo! Rir do Trump demonstra que você é inteligente, culto e bom. Já está a apanhar o jeito à coisa...

E aqui, uma da Esposa do Trump:


- Então! Mas esta também aparece semi-nua, como a Hillary! Porque é que não mandaram o homem vesti-la?".
Porque aqui é diferente. Esta, como é casada com o Trump, é uma cadela desavergonhada.
Tal como a Sarah Palin, que, por ser politicamente mais à direita, foi retratada em pelota montes de vezes, e nunca ninguém mandou vesti-la. Porque se é mais à direita, merece ser enxovalhada, percebe?
Aqui vai um exemplo:

Até o mais circunspecto internauta deve conhecer esta fotomontagem: 

 

- "Ah, mas também pintaram o Obama todo nu!".
É verdade, mas as pinturas do Obama nu eram elogiosas, e não foram apresentadas nos telejornais como arma de demolição. Aqui, por exemplo, eis o deus da Nova Era, montado no seu triunfal unicórnio branco democrata, a derrubar Sarah Palin do seu fascista alce ofegante:

Com um pénis de fogo enorme. Sempre com um pénis enorme. Literal ou simbólico, sob a forma de fogo ou de corno de unicórnio, símbolos de purificação e pureza. Agora volte à primeira imagem e veja o humilde pénis que atribuíram ao pobre do Trump.
Com Barack Obama no poder, tivemos 10 anos de silly season contínua. Leia o OBAMATÓRIO. Ou mesmo a nossa não exaustiva porém esclarecedora secção OBAMA.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Depois da burqa e do burquini, veremos mulheres açaimadas na Europa?

Sem vagar ou paciência para ler o post todo? OK, aqui vai o resumo:
- A jornaleiragem, as feministas e a extrema-esquerda, têm usado a "polémica" do burkini para fazer avançar a sua agenda de islamização da Europa, da substituição populacional que lhes permitirá chegarem ao poder. 
O burkini é mais que uma peça de roupa. Se permitirmos o burkini agora, será mais um passo para que as nossas filhas venham a andar açaimadas ou sejam vendidas como escravas sexuais, como nos países já invadidos e colonizados colonizados pela ideologia bárbara (para dizer o mínimo) do Islão.

Tudo está a cumprir-se, infelizmente:

As 4 Etapas da Conquista Islâmica


Mulher açaimada. Comum nos países islâmicos. Brevemente entre nós, como tudo o que eles vêm impondo.

Sobre a questão do burkini, dissemos o essencial em:


Os jornalistas (amigos e subsidiados pelo Islão), fizeram do burkini o tema "quente" deste Verão. Enquanto se falou de burkini não se falou da jihad e dos seus horrores.
Os jornalistas (mercenários da desinformação) escamotearam que a questão do burkini começou como uma provocação supremacista islâmica: a convocatória de uma jornada nacional do burkini logo a seguir ao Massacre de Nice.
As autoridades, compreensivelmente, proibiram a abjecta provocação, e os muçulmanos avançaram para a provocação nas praias. Os episódios desta guerrilha têm sido muitos e variados. Os que mais NOJO nos têm provocado têm sido os louvores histéricos das feministas e da extrema-esquerda ao uso do burquini e da burqa.
Obviamente que o burkini, enquanto peça de roupa, é inócuo. O que está em causa é o avanço da islamização, e as mulheres europeias, em certas regiões mais infestadas de invasores muçulmanos, já são aconselhadas a andar tapadas, sob risco de  serem estupradas.
O que, mais uma vez, muito entusiasma a extrema-esquerda e as feministas, que pedem expressamente aos muçulmanos que as estuprem:

Que dizem sobre a jihad sexual as distintas senhoras que exigem que os europeus sejam presos por mandarem um piropo? Os vídeos da onda de estupro islâmico na Europa são censurados no YouTube.

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O site EUROPE-ISRAEL entrevistou  Philippe Karsenty, e a questão pôs-se:

- VEREMOS ALGUM DIA MULHERES AÇAIMADAS NAS NOSSAS RUAS?

Philippe Karsenty foi convidado da American Freedom Alliance para falar sobre o tema "O Islão e a Civilização Ocidental são compatíveis?".

Philippe Karsenty: (...)  A jihad violenta e terrorista traumatiza-nos e fere o país. Essa jihad também pretende fazer ajoelhar nossas economias, e já o conseguiu fazer em determinados sectores, como o turismo.
A segunda jihad, talvez a que mais me preocupa, é a jihad civilizacional. A Irmandade Muçulmana e outras organizações extremistas estão a testar as nossas sociedades para ver o quão longe conseguem ir. Lembremos como eram a França e países árabes até aos anos 80. O véu era inexistente.
Desde aí, os islamistas têm vindo a testar-nos e foram capazes de impor o seu conceito de "modéstia", e, por consequência, a obrigação do uso do véu nos nossos subúrbios ... e em outros lugares. Valeu-nos que o véu foi proibido nas escolas. Vimos, em seguida, chegar a burqa.
Lembro que apenas a direita e alguns poucos deputados de esquerda votaram em 2010 a lei que proibia a burqa.
Este Verão, assistimos à comédia do burkini, a que os meios de comunicação deram muito espaço, porque, como sempre, os nossos meios de comunicação fazem o jogo dos islamistas, que se destacam pela eficácia com que vêm ocupando território, tanto físico como mediático.
Parece-me que a França está a preparar-se para capitular mais uma vez face ao ataque dos fundamentalistas islâmicos, quando deveríamos fazer-nos uma pergunta simples:
Esses véus, niqabs, hijabs e outras burqas, devem ser tratados como roupas, ou como uniformes de tropas que tentam impor o seu modelo de sociedade em França?
Sei que, ao dizer isto, me exponho a uma fatwa bastante grave por parte dos media, mas deve ser dito.
Pouco antes de ir aos EUA, fui a Abu Dhabi e calmamente tirei esta foto:

EUROPE-ISRAEL: Mas isto é uma espécie de açaime! Você acha isto aceitável? Será que em breve nos irão explicar que é um antigo costume, que devemos aceitar e ao qual nos devemos acostumar? Será que algum dia veremos mulheres açaimadas nas ruas das nossas cidades e nos nossos subúrbios?

Philippe Karsenty: Espero que não, e é por isso que acho que a ocupação de território pelos islamistas deve ser regulada, se não, será o fim.
(...)

Na nossa opinião, será mesmo o fim. Há 40 anos que somos todos sujeitos, no Mundo Livre, a uma lavagem cerebral que nos faz termos vergonha da nossa Civilização. Com passividade, vamos sendo invadidos, colonizados e subjugados. Há 400 anos, conseguimos deter os bárbaros às Portas de Viena. Desta vez, permitimos que eles entrassem. A guerra já é inevitável, desgraçadamente. Aliás, já começou. Os europeus é que tardam a perceber. Preferem vestir saias.


Homens, hoje em dia, já temos poucos, e os que ainda temos já não estão no auge das suas capacidades físicas. Resta-nos mulheres valentes, que não usam açaime e preferem a morte a usá-lo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Muçulmana moderada destrói mito do Islão moderado

O mantra de que "os islamistas radicais são uma pequena minoria" continua a convencer muita gente, apesar de a larga maioria do bilião e 600 milhões de muçulmanos apoiar grupos terroristas como a Al-Qaeda, a Fatah, o ISIS, o Hamas, o Boko-Haram ou o Hezzbolah.
Apesar de o Islão matar todos os dias centenas largas de inocentes - mata em média por exemplo 1 cristão a cada 5 minutos, o que é um verdadeiro Holocausto - e ninguém se rala!!!
Raheel Raza é uma muçulmana realmente moderada. É uma das pouquíssimas personalidades muçulmanas que assume publicamente que o Islão deve renunciar à violência, ao supremacismo, à jihad (guerra santa) e à medieval e draconiana lei sharia. Tal opinião vale-lhe viver sob constantes ameaças de morte, como ela referiu neste post:


Raheel demonstra neste vídeo que não existe nenhuma suposta maioria pacífica de muçulmanos, e que o Islão é de facto a questão mais importante do nosso tempo.
Quem duvide da veracidade dos dados pode confirmar as fontes por exemplo neste site: Estatísticas Muçulmanas (Ing.). A nossa secção Islão - O que o Ocidente Precisa Saber é, só por si, esclarecedora.
Os que crêem que "o Islão é pacífico" como numa verdade suprema, terão coragem de assistir a este vídeo? Ou já sabem que "é tudo mentira" antes de saberem de que se trata?