Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
Judeus: sempre culpados de uma coisa, do seu oposto, e de tudo o que fica no meio!
Temos às vezes por aqui trolls, nazis assumidos ou semi envergonhados (quando alguém se define como nazi e apoia Hitler, já estamos conversados), apoiantes da jihad, que vêm bolsar inanidades e insultos anti-semitas ao nosso blog (o costume: que os judeus é que financiaram o Hitler para eles os matar todos no Holocausto, etc.), e que são incapazes de entender que:
a) Por haver alguns judeus ricos, nem todos são ricos. E ser rico nem é crime...
b) Por haver alguns judeus que foram comunistas, nem todos os comunistas eram judeus (Stalin ou Mao, Hoxa ou Castro, Pol Pot ou os Kims, etc.).
c) É doença, a generalização sistemática ("o Woody Allen casou com a enteada, logo, os judeus são todos pervertidos como ele", etc.), e a acusação (sem provas) de que os judeus mexem na sombra os cordelinhos do Mundo há 6 mil anos (geralmente para se fazerem matar a eles mesmos, aos milhões).
d) São tão obcecados pelo ódio anti-semita, que conseguem ver numa declaração de fraternidade universalista uma proclamação imperialista (apesar de os judeus nunca terem tido nenhum Império, ao contrário de tantos outros - nós, portugueses, por exemplo).
e) Etc., a loucura é tanta e tão aleatória, como é próprio da ideologia nazi, que nem resposta tem.
Para essas pessoas, este artigo publicado na Questom Judaica, chega como resposta:
Não que alguma vez alguma resposta os satisfaça. Para eles, só Psiquiatria, ou a intervenção Divina. Rezamos por eles. Fazermos do nosso blogue um consultório psiquiátrico para tratar cada
loucura que lhes passe pela cabeça, cada acusação absurda, cada teoria
da conspiração, isso é que não podemos.Vamos esclarecendo, na medida das nossas possibilidades (por exemplo: Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS))
Já as pessoas honestas consigo mesmas, se tiverem dúvidas, podem sempre ESTUDAR - em Inglês ou em Português. Ou até no nosso blogue.
A "Palestina" (um país que não existe!) enviou seis atletas ao Rio, para competir nos Jogos Olímpicos, em quatro disciplina.
Esta é a sexta vez que este país - que não existe e jamais existiu - e que reivindica como sua uma nação com 3,800 anos - Israel!) participa nos Jogos Olímpicos.
Se a principal razão de ser da ONU hoje em dia é procurar extinguir Israel (para satisfazer o anti-semitismo patológico dos muçulmanos), o Comité Olímpico Internacional não é menos anti-semita. Especialmente se nos lembrarmos dos onze atletas israelitas que foram assassinados por terroristas "palestinos" durante os Jogos Olímpicos de Munique em 1972.
O chefe dos Desportos "palestino", Jibril Rajoub, é membro do grupo terrorista Fatah e é ele mesmo um terrorista, um ex-ajudante do mega-terrorista Yasser Arafat. Foi preso várias vezes pelo Shin Bet, os serviços de segurança de Israel para as actividades terroristas.
Em 2003, Arafat nomeou-o conselheiro de segurança nacional. Durante o seu mandato, ele foi acusado de usar o seu poder para acabar com a dissidência política "palestina" e eliminar adversários políticos.
Rajoub tem levado a cabo inúmeros ataques terroristas contra Israel em conexão com a Fatah e as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa.
NUNCA existiu nenhuma Palestina
árabe. Os Árabes invadiram a Terra de Israel em 1920. 88% do território de Israel foi dado aos
invasores Árabes para aí fundarem um país chamado Jordânia. A
reivindicação de mais terra para um novo Estado Árabe em Israel é apenas
outra forma de pedir a extinção de Israel e dos judeus. Israel é 0,5%
do Médio Oriente, e está cercado de vizinhos que anseiam pela sua
obliteração. Israel não pode dar mais terra aos terroristas, como fez em
Gaza, e teve como agradecimento dezenas de milhar de mísseis e ataques
indiscriminados sobre a população civil:
Apesar da fraude que são os seus atletas, nenhum "palestino" ganhou alguma vez uma medalha, e não apostamos nas Olimpíadas do Rio para que isso mude.
Menos de metade dos seus atletas nasceram na chamada Cisjordânia (territórios disputados), que são na realidade a Judeia e Samaria, ou na Faixa de Gaza.
Se participassem em Ciclismo, talvez ganhassem uma menção desonrosa...
Três alemães na delegação "palestina"
Dos seis "palestinos" enviados aos jogos no Rio, três são alemães e um é nascido e criado no Cairo, Egipto. Dois atletas são nadadores, dois são corredores, e há um judoca e um cavaleiro.
Apenas dois deles foram qualificados pelo seu mérito desportivo. Os outros quatro foram convidados a participar através de um programa
olímpico que permite que atletas de países com
infra-estruturas desportivas subdesenvolvidas vão competir sem qualificação.
Se o Terrorismo fosse modalidade olímpica, papavam as medalhas todas!
Vamos olhar para esta "delegação olímpica": Natação
Mary Al-Atrash é cristã e nasceu na Judeia. Participa em 50 metros livres, e não conseguiu tempo de qualificação olímpica.
Ahmed
Jibril, (não confundir com o fundador da organização
terrorista PFLP) 25 anos, é nascido no Cairo de mãe egípcia e de pai
"palestino". Jibril é especialista nos 200 metros livres. Vive e treina em Barcelona, Espanha. Foi convidado depois de ter falhado a qualificação.
Atletismo
Mohammed Abu Khoussa é um jovem corredor de 22 anos, que estará presente nos 100 metros. Nasceu em Gaza, e a sua família emigrou do Egipto para Gaza em 1948,
como uma grande parte da população de Gaza, de acordo com site de desportos Felesteen.
Mayada Al Saya, 23 anos, vai participar na maratona feminina. Ela nasceu e cresceu em Berlim, filha de mãe alemã e pai "palestino".
Hipismo
Christian Zimmermann, alemão, é casado com uma cristã "palestina", Sarah-Myriam Zimmermann. Este empresário católico é cavaleiro na modalidade de dressage e reside em Colónia. Tem dupla nacionalidade, alemã e "palestina". Judo
Outro cristão "palestino", também imigrado na
Alemanha, Simon Yacoub, representa a "Palestina" no Judo.
Representa, é uma forma de expressão.Em competição, foi imediatamente admoestado com um cartão amarelo por ter cometido uma falta. Poucos minutos depois, empregou uma técnica proibida e foi eliminado.
Quatro atletas convidados - um homem e uma mulher em cada categoria - pelo programa do Comité Olímpico Internacional para países cujos atletas não tiveram a oportunidade de alcançar a
qualificação mínima.
- O mufti de Jerusalém, Husseini, era um colaborador nazi
- O grupo terrorista alemão Baader Meinhof, próximo da organização terrorista OLP, juntamente com os "palestinos", sequestrou um avião da Air France em 1976 e os seus passageiros tomados como reféns.
- Os árabes da região foram aliados dos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.
Muçulmanos "palestinos" fazem a saudação nazi e gritam "Allahu Akbar", numa manifestação pela extinção de Israel e do Mundo Livre. Na Alemanha.
O
objectivo de Movimento Olímpico deveria ser contribuir para a construção de um mundo pacífico e
melhor, através da educação dos jovens pelo desporto, praticado sem
qualquer tipo de discriminação e dentro do espírito olímpico, que exige
a compreensão mútua com um espírito de amizade , solidariedade e fair play.
Terá sido por isso que o Comité Olímpico permaneceu em silêncio quando os atletas e dirigentes da delegação libanesa impediram a equipa israelita de ir no autocarro com
eles? Só depois de muitos protestos o Comité Olímpico acedeu a repreender a delegação libanesa.
PERGUNTA PARA UM MILHÃO DE EUROS
Porque é que o Curdistão, que não é uma nação nem um povo INVENTADO, não tem direito a ser representado nos Jogos Olímpicos?
Curdos: as eternas vítimas de brutal opressão e genocídio pelos Estados Islâmicos da região, não preocupam ninguém. Podem bem apodrecer, que a ONU, o Comité Olímpico e os bem-pensantes Ocidentais se estão nas tintas!
Traduzido e adaptado de Jean Vercors e Dreuz.info.
Se gosta de SABER e não tema a VERDADE, não perca também:
Neste encontro entre Austrália e Palestina, a Terra de Israel, que estava sob domínio Britânico, tinha o nome de "Palestina", como durante a ocupação Romana. Os seus habitantes (e os atletas desta equipa) eram JUDEUS! A Suíça também é a Confederação Helvética, e a Alemanha está sempre a mudar de nome e de território. Entre muitos outros exemplos. Só má-vontade ou cegueira de ódio podem dificultar a compreensão de algo tão simples.
Imagem da orgia islamonazi que teve lugar em Lisboa,
apadrinhada pela Esquerda portuguesa, com a bênção do ubíquo Abade Louçã.O problema de Israel é estar cercado e invadido por colonos muçulmanos - como nós agora na Europa, que não aprendemos com o erro de Israel, que os deixou entrar.
Temos esta reportagem, sobre a Selva de Calais, arquivada há que tempos, à espera de um post adequado para a publicarmos. Não mostra "migrantes" a estuprarem, a roubarem, a destruírem e a assassinarem (como eles fazem diariamente - ver lista de sites no final do post), mas mostra a natureza cruel, bárbara e hostil desta gente.
Quem tem algum "mundo" e vê este vídeo, percebe que tipo de gente é esta:
Ter "mundo" não é ter feito muito inter-rail, a fumar muito haxixe e a fazer muito sexo internacional em Pousadas de Juventude, ou andado mascarado de Indiana Jones (ou de Miguel Portas), a fotografar pobrezinhos no Terceiro Mundo.
Ter "mundo" é conhecer o valor do trabalho, é ter já vivido fora do casulo do dinheiro dos papás, da bolsa de estudo em "Ciências Sociais", ou do guarda-chuva do "Partido".
Ter "mundo" é ter já percebido que o Mundo não são as teorias livrescas de românticos e PARASITAS que nunca viram o Mundo.
Lá, corta cabeças de "infiéis", cá é um pobre "refugiado"!
Refugiados? Homens jovens, em idade militar - muitos deles reconhecidos em fotos com cabeças de "infiéis" na mão, lá nos seus países de origem?
Refugiados sírios que são de África, do Paquistão, de todo o lado menos da Síria? (Em Portugal nenhum refugiado sírio é sírio; os poucos que vieram, cumprimentaram o Presidente da República e a seguir evaporaram-se).
Refugiados muçulmanos dos quais NEM UM vai para países muçulmanos?
Refugiados que deixam pais, filhos, mulheres e assim que chegam começam de imediato a estuprar as nossas mulheres e crianças, a roubar, a destruir a matar?
De terrorista a "refugiado sensível e frágil" com"adereço infantil" para comover europeu
.
Recebemos de um ex-colaborador esta mensagem que já circula entre as pessoas que habitualmente não se interessam pela problemática da islamização e dos seus perigos. Uma mensagem que diz o que há anos, nós e outros que se interessam por estas coisas, vimos dizendo.
Hijra- O Cavalo de Tróia Moderno
E se for realmente como suspeitamos?
É
precisamente a pergunta que eu faço a mim próprio... Eu não consigo pôr
um Euro de lado, nem ao menos para passear por aqui perto. Pergunto-me:
como é que, então, um refugiado que tem que pagar US$ 3.000,00 a um
passador, sabendo este que ele precisa de vários anos para chegar a ter
US$ 1.000,00?
Além
disso, quando eles são enviados de volta, alguns regressam de imediato.
Então, eu penso que serão, provavelmente, terroristas misturados com
refugiados "pobres".
Em teoria, não é tão improvável quanto isso! De onde vem este dinheiro todo?
A Hijra: Um "cavalo de Tróia" moderno... ou a doutrina islâmica de imigração? A estratégia de reconquista... com 14 séculos de idade?
Quem são os migrantes que aportaram à Itália, à Grécia e a mais países europeus?
Dizem-se
"refugiados" que perderam tudo. Os relatórios seguem, uns a seguir aos
outros, para descrever as suas condições de vida terríveis. Eles têm,
apenas, o suficiente para comer, mas, assim que chegam, logo vemos
pegarem nos telemóveis e falarem... para quem? Reclamam que não têm Internet e wi-fi...
Metade dos 22 milhões de Sírios vivem com menos de US$ 2,00 por dia, desde há mais de 2 anos, devido à guerra.
Então, como arranjam entre US$ 3.000,00 a US$ 5.000,00 para pagarem aos contrabandistas?
E, se alguém estiver a financiar a viagem a jihadistas disfarçados de refugiados?
Quem são os mais perseguidos na Síria e no Iraque? São cristãos, Yezidis, mulheres, velhos, crianças.
Há algum cristão em navios de carga que chegam às costas italiana e grega? Não! São, essencialmente, muçulmanos.
Crianças, idosos, mulheres? Não muitos, só os necessários para o espectáculo, a grande maioria são homens solteiros.
Calais é testemunha.
A ONU fala de um milhão de crianças sem um cobertor para enfrentarem o
inverno, enquanto que os "traficantes" têm 2 ou 3 milhões de dólares
para comprarem cargueiros e depois abandoná-los, como acontece
regularmente.
E
esses contrabandistas passaram a ser marinheiros, capitães, mecânicos.
Eles teriam aprendido a navegar navios de carga que depois abandonam?
Sabe-se que o Estado Islâmico tem enormes recursos financeiros, bancos, poços de petróleo.
Todo o mundo sabe essa história, que foi o episódio final da Guerra de Tróia, e como terminou.
Como
não podem retornar de forma anónima à Europa, depois de lutar pelo
Estado Islâmico, os guerreiros muçulmanos entram disfarçados como
refugiados e escondidos em navios que navegam no Mediterrâneo.
Chegam
às costas italiana ou grega e foram (e são) recebidos como um presente
dos deuses: Eles ofereceram uma nova oportunidade aos europeus para
repararem os seus crimes coloniais "abjectos", abrindo os braços para os
mais desfavorecidos.
Este estratagema pretende provocar a queda do "império."
Qual o politico a quem o jornalista tem a coragem de fazer esta pergunta?
Mas,
perguntem à CIA se têm dúvidas! Os milicianos do Estado Islâmico vêm
para a Europa disfarçados de refugiados, segundo fontes de inteligência
dos EUA.
Se
a invasão muçulmana da Europa continua ao ritmo actual, em poucas
décadas os cemitérios são os únicos lugares onde cristãos, judeus e
outros... serão a maioria.
O Qatar é um dos países muçulmanos mais extremistas... Isto é bem conhecido, assim como a Arábia Saudita.
E porque será que os países árabes não acolhem os seus irmãos?
Toda
a Europa se preocupa em acolher os «migrantes» (!), mas nenhum país
islâmico se prontificou a recebê-los. Não seria isso natural? Não
estariam eles todos bem melhor em países muçulmanos?
Para
aqueles que ainda não sabem, a Embaixada do Qatar, numa das mais
bonitas avenidas de Bruxelas (Avenue Franklin Roosevelt) tem previsto o
financiamento da construção de uma mesquita para 6000 pessoas!
No
entanto, o Ministério das Relações Exteriores não só se recusou a
aprovar este financiamento, mas, também, respondeu ao Centro de Tawfiq
islâmica "...que seria paradoxal aceitar esse tipo de financiamento
proveniente de um país que não aceita nenhuma liberdade religiosa".
Vamos nós ser actores reais: Com apenas um envio deste mail para cinco contactos, seremos a base de, em 3 meses, 1 milhão de mails e 48 milhões em seis meses! Isso pode ajudar a abrir os olhos dos nossos próprios governantes...
O ministro das Relações Exteriores da Noruega, Jonas Gahr Støre, disse, ao jornal VG,
a propósito do pedido da Arábia Saudita para a construção de uma
mesquita: "Podemos, apenas, dizer NÃO. O Ministério não aprova, mas
aproveitou a oportunidade para acrescentar que a aprovação seria
paradoxal, sabendo que tentar estabelecer uma comunidade cristã na
Arábia Saudita será considerado um crime punível por decapitação."
Porque será que os media ocidentais não difundem estas notícias?
Mas há países europeus (e são muitos) que (consciente ou inconscientemente) estão a preparar o seu suicídio.
NOTA: Outra mesquita está em construção no Court Saint-Étienne.
Eles
têm o direito de destruir tudo o que é diferente do Islão (cristãos,
coptas, judeus, budistas e, até mesmo, secular, etc., por exemplo:
Palmira), mas invadem países ocidentais com as suas mesquitas e
minaretes.
NOTAS:
1. Por que razão recusam caixas com comida e medicamentos, somente porque têm o símbolo da “Cruz Vermelha” impresso na caixa?
2. Por que razão não vão para os países árabes?
3.
Onde vão eles buscar os EUR 3.000,00, por pessoa, para pagarem aos
traficantes? Só para a travessia do Mediterrâneo (estamos a falar em
cerca de 3.000 migrantes, por dia, a EUR 3.000,00 cada um! ) Isto dá,
nada mais nada menos, EUR 9.000.000,00 (nove milhões de Euros por dia,
pagos pelo “pobres” povos sírio e árabe, para atravessarem o
Mediterrâneo).
4.
Além destes EUR 3.000,00, por pessoa, ainda têm de ter reservas para
pagarem comboios, autocarros e outros transportes para atravessarem
todos os Países, até chegarem à Alemanha, à França e à Inglaterra. Eles
(os solteiros) não querem outros Países.
5.
Qualquer País fora da Síria seria bom para ficarem em paz e segurança!
Não... eles (os solteiros) só querem Alemanha, França e Inglaterra. Para
os outros Países (como Portugal, Espanha, Itália, etc.) vão as
famílias. Porquê?! A maior parte dessas famílias mostram ter menos de 25
anos.
6. DÁ QUE PENSAR, NÃO É?
EUROPEUS... Abram os olhos e vejam em que se estão a meter...
Quem
estará a suportar estas DESPESAS? (Cerca de EUR 9 milhões, por dia)...
Isto é exagerado, especialmente para famílias que vivem com menos de US$
2,00 por dia!
O mínimo que podes fazer é encaminhar esta mensagem a 5 contactos. Vale a pena...
Já não é a primeira vez que publicamos este vídeo. Estes jovens são acusados de "racismo" e afins...
Em Portugal, onde há cidadãos que se suicidam por não terem dinheiro para alimentar os filhos, o Estado vai financiar a construção de mais uma mesquita em Lisboa. Há muito que o avisamos. Assine a petição contra mais esta traição.
Após a fatídica segunda semana de Julho, a Imprensa mundial entrou em black-out sobre o terrorismo islâmico, mas os "refugiados" não pararam de estuprar, espancar, destruir e matar.
Qualquer destas raparigas de extrema-esquerda (vindas da burguesia, privilegiadas, senhoras de todas as liberdades e de vidas confortáveis - e bem giras, ainda por cima!), seriam sumariamente executadas num país islâmico. Não andam tapadas, não andam acompanhadas por um parente masculino, são ateístas, apoiam a homossexualidade, consomem álcool, sexo, drogas e rock'n'roll - etc., etc., etc.. A da setinha encarnada regozijou-se publicamente com o sacrifício ritual islâmico do padre Hamel.
- A Esquerda não democrática tem espaço para todos os descontentes, colonizando causas justas (ambientalistas, anti-racistas, anti-homofóbicos, etc.), e acolhendo com o mesmo entusiasmo criminosos puros, colonos islamistas e terroristas (a todos apelida de vítimas da Sociedade).
Os grupos terroristas islâmicos que hoje massacram na Europa trouxeram às elites intelectuais esquerdistas prazeres de que há muito estavam privadas, com a aniquilação de bandos como as Brigadas Vermelhas, as FP-25, a ETA, e outras puras expressões do Mal.
Os (extrema) esquerdistas são pessoas que não conseguiram abandonar a rebeldia juvenil, ou que vivem acossadas por algum desconforto que se traduz em raiva a tudo e a todos (como aquele famoso líder da Revolução Francesa, que redigia na banheira as suas listas de pessoas a assassinar, enquanto se coçava furiosamente, devido à sua doença de pele).
A Esquerda não democrática odeia a Civilização Ocidental e Judaico-Cristã, e para implantar a sua Utopia (que redundou SEMPRE em sofrimento, genocídios e atrocidades sem nome), está disposta a aliar-se ao próprio Diabo.
Não perca este artigo. Vale muitíssimo a pena!
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Porque é que a Esquerda não consegue entender o Islamismo
Conhecer a verdade sobre o islamismo destruiria a Esquerda.
O maior erro intelectual da Esquerda é a sua convicção de que o mundo
pode ser dividido numa luta binária pelo poder, na qual ambos os lados
concordam a respeito da sua natureza, mas discordam a respeito dos seus
resultados.
Para os esquerdistas de uma determinada geração, era um problema de
classes. Marx lançou o Manifesto Comunista esquematizando uma luta
fundamental de classes por toda a História humana. Para os Marxistas,
todas as coisas do mundo poderiam ser reduzidas e explicadas pela luta de
classes, com os opressores ricos de um lado e os oprimidos do outro.
Não importava que esse modelo não se encaixasse na realidade de que
os líderes comunistas vinham de ambientes ricos, e os seus opositores
eram pobres camponeses. Para a Esquerda, todas as coisas
são definidas pelo modelo. A realidade é uma inconveniência que é
suprimida através dos gulags* ou dos esquadrões de fuzilamento.
Actualmente, a variável é a política de identidade. Tudo deve ser
interseccional. Há aqueles que estão do lado certo da História: a
favor do aborto, do casamento gay e da imigração ilegal. Todos os que
não não estiverem desse lado, são racistas, mesmo que sejam negros ou latinos;
são machistas, mesmo que sejam do sexo feminino; ou são homofóbicos, mesmo que
sejam gays. Novamente, a realidade não interessa. A luta binária é o
modelo para tudo.
A Esquerda acredita que está em curso uma luta binária pelo futuro da Humanidade, em que existem apenas dois lados. Ela não entende como a Direita de
facto pensa, e ela não tem espaço para entender sistemas de crenças
igualmente convincentes que funcionam fora deste modelo.
É aí que entra o Islamismo. Ou não entra.
A Esquerda jamais foi capaz de entender a religião. Ela é tão
secular e ateísta quanto é consumida por um convincente sistema de
crenças próprio, que não deixa nenhum espaço para a convicção religiosa.
A Esquerda não consegue entender nada em termos do que uma
determinada coisa seja. Ela só consegue entender as coisas em termos de
si mesma. A Esquerda não consegue entender a Religião nos termos da Religião, mas somente nos termos de como a religião se encaixa na Esquerda.
Incapaz de entender a religião, a Esquerda atribui à Religião um lugar
baseado no seu alinhamento na luta. Será a Religião uma força
reaccionária que sustenta a ordem existente ou uma força progressista que
se opõe a ela? A Religião está a trabalhar com as classes dominantes ou
com os oprimidos? A Religião está ao lado da Esquerda ou ao lado da Direita?
O Islamismo é racista, machista, xenofóbo e homofóbico.
A Irmandade Muçulmana, que se tornou a aliada islâmica mais
próxima da Esquerda, foi politicamente influenciada pela Alemanha Nazi. Os seus líderes ficaram indignados com o fim do feudalismo do Califado e mantêm extensas redes de negócios em todo o mundo. Eles
incitam revoltas contra as minorias e buscam estabelecer uma teocracia.
Se existe uma organização muçulmana que deveria ser um modelo de
grupo reaccionário, fascista e fundamentalista, essa organização é a Irmandade Muçulmana. Mas, em vez disso, a Esquerda mantém fortes laços de amizade e é aliada desse grupo violento e odioso. Porquê?
Porque no Ocidente a Irmandade Muçulmana está alinhada com as suas
causas progressistas. Portanto, ela não pode ser reaccionária. Se a Irmandade Muçulmana fosse alinhada com os conservadores, então ela
seria o inimigo.
Assim, os progressistas não se importam com o que diz o Corão. Ele
não significa nada para eles, assim como a Bíblia não significa nada
para eles. A religião está do lado da justiça social ou não está. Como
os muçulmanos são parte de sua gloriosa coligação interseccional
multiforme, então o Islamismo deve ser uma religião boa.
É assim estupidamente simples. E não há quantidade de citações do Corão capaz de fazer com que isso mude.
Há nisso um forte elemento de cinismo. O inimigo do meu inimigo é meu
amigo. Mas há também uma inabilidade mais profunda da esquerda em
entender o Islamismo e qualquer outra ideologia que esteja fora da sua
visão de mundo.
A Esquerda reagiu ao surgimento do ISIS com uma incoerência
frenética. Os esquerdistas literalmente não conseguiam entender o que
fez com que o Estado Islâmico progredisse, porque ele não se encaixava
em nenhum dos modelos políticos esquerdistas.
O ISIS não podia existir. No entanto,
não havia como negar a sua existência. E assim, os
intelectuais e os políticos esquerdistas gaguejaram que os membros do
ISIS eram niilistas, que não acreditavam em nada, embora ninguém se faça por não acreditar em nada.
[Segundo a esquerda,] os terroristas muçulmanos não matam as pessoas
por causa de Alá, do Corão ou do Califado. Isso não se encaixa no
modelo. Eles matam porque, como todos os povos do Terceiro Mundo
vitimizados pelo colonialismo, são oprimidos. Um terrorista muçulmano
não mata judeus ou americanos porque o Corão ordena que os fiéis
subjuguem todos os não muçulmanos. Um migrante muçulmano não ataca
sexualmente mulheres alemãs porque o Corão permite que o faça.
Estas são todas reacções à opressão ocidental. Os opressores muçulmanos são, na verdade, os oprimidos.
Francisco Louçã (aqui em êxtase, numa manifestação anti-semita e de apoio ao Hamas) Arnaldo Matos, Marisa Matias, basicamente toda a Esquerda apoia fervorosamente o terrorismo islâmico. Os jornalistas e as Universidades arrastam neste movimento largas camadas da população.
Mas o Estado Islâmico matou outros muçulmanos para estabelecer um Califado governado pela lei islâmica. Os muçulmanos oprimidos estavam
subitamente agindo como os perversos opressores ocidentais. E, se os
muçulmanos podem ser opressores, então todo o modelo binário que a Esquerda usa para explicar o mundo, começa a desabar.
Quando a Esquerda se levanta contra as inconsistências de seu modelo
binário, ela não revê o modelo. Pelo contrário, ela tenta entender o motivo
pelo qual as pessoas estão a agir tão irracionalmente que não se
enquadram no modelo. Porque é que os brancos pobres das áreas rurais não votam
na esquerda? Deve ser porque ouviram programas de rádio conservadores e
por racismo. Como pode haver minorias conservadoras? Falsa consciência.
Também, pudera, Thomas Sowell e Stacey Dash não são “de facto” minorias.
O Islamismo e os muçulmanos estão fundamentalmente fora do modelo da Esquerda. Eles são parte da sua própria luta binária entre o Islamismo e
tudo o mais que existe. Eles têm seu próprio “lado certo da História”.
O Islamismo e a Esquerda, reivindicam ambos ter sistemas “perfeitos”
que podem criar uma utopia... depois de matanças generalizadas. Eles
estão alinhados um com o outro, todavia são incapazes de se entender um ao
outro porque as suas visões do Mundo não deixam espaço para nada além dos
seus modelos perfeitos. Os esquerdistas desprezam os fundamentalistas religiosos e
os islâmicos desprezam os ateus, e, mesmo assim, eles estão a trabalhar
juntos, enquanto um ignora aquilo em que o outro crê.
A Esquerda não consegue processar a ideia de que a Religião
transcende a Política. Na melhor das hipóteses, os esquerdistas vêem a Religião como um subconjunto da Política. E como o Islamismo toma a
forma do seu eixo político, então ele deve ser progressista. Mas, para os
muçulmanos, a Política é um subconjunto da Religião. A Política não pode
transcender a Religião porque ela é uma expressão da Religião.
Os esquerdistas não entendem a Religião, e, por isso, não conseguem
entender os muçulmanos. Eles vêem o Islamismo como outra religião a ser
trazida para dentro da sua esfera de influência, para promover a justiça
social aos seus seguidores. Eles não conseguem entender que os clérigos
muçulmanos não se tornarão pregadores da justiça social, ou que os
muçulmanos matam porque acreditam genuinamente em Alá e num paraíso
para os mártires. Essas ideias são estranhas aos esquerdistas.
A aliança entre o Islamismo e a Esquerda coloca juntas duas visões do Mundo bastante limitadas. A Esquerda não consegue reconhecer
que o Islamismo quer algo diferente do casamento gay, do direito ao aborto,
do salário mínimo de 15 dólares por hora, dos empregos verdes, e de todo o
restante da infindável agenda de justiça social, pois isso colocaria o
Islamismo do mesmo lado dos Republicanos e do restante da Direita. E na realidade as coisas não são de todo assim.
A Esquerda não precisa de desistir das suas crenças para entender o Islamismo. Mas ela teria que abandonar o seu pensamento binário e
reconhecer que houve e há outras lutas no Mundo, diferentes daquelas que
os esquerdistas definem. E isto a Esquerda não está disposta a fazer,
porque a ideia da luta binária é o que torna a sua visão do Mundo tão abrangente.
Se a sua visão do Mundo não consegue abranger o Mundo, então ela não pode exigir o
poder absoluto.
A Esquerda não consegue aceitar que a sua grande luta é realmente um
desastroso show secundário no meio de um conflito civilizacional maior, ou que a sua agenda não é universal, mas é produto de uma tendência intelectual
particular que tem pouca aplicação fora da sua própria bolha. Assim, a Esquerda continuará a rejeitar a verdade sobre o Islamismo, porque saber a verdade sobre ele não somente destruiria a sua aliança com o Islamismo, mas também destruiria a própria Esquerda.
Os muçulmanos que atacaram o Bataclan cortaram os órgãos sexuais dos homens e dos meninos e enfiaram-nos nas respectivas bocas, esfaquearam as mulheres e as meninas na vagina, arrancaram olhos, arrancaram vísceras e cortaram cabeças. Com as vítimas ainda vivas.
Aquando de Massacre de Paris, em Novembro de 2015, o político português de extrema-esquerda Arnaldo Matos (na foto), aplaudiu a operação e manifestou o seu apoio ao ISIS (Estado Islâmico).
E ficámos à espera de que ele fosse detido e julgado. Mas até hoje, ninguém o incomodou.
É a velha tolerância de que gozam as ideologias islâmica e comunista, e de que não gozam outros sistemas igualmente tirânicos e genocidas, como o Nazismo.
Arnaldo Matos declarou na altura que os ataques de Paris foram “um acto legítimo de guerra” e que foram cometidos
por “combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo,
nomeadamente francês”- pode ler o artigo completo no Jornal I.
Pode ser que nos esteja a escapar alguma coisa, mas, que saibamos, o Império Francês acabou. Não temos noticia de grandes motins revolucionários nas ilhotas que restam do extinto império, e mesmo os pinguins das Ilhas Kerguelen estão relativamente tranquilos.
O Imperialismo Francês, hoje.
Na sua elegia aos assassinos, Arnaldo Matos afirma que "os atacantes de Paris nem chocolates roubaram".
Realmente, dá que pensar. É preciso um homem ser muito íntegro, muito estóico, muito idealista, muito disciplinado, para disparar sobre pessoas inocentes, aos gritos de "Allahu Akbar", e, antes de se fazer explodir, não saborear nem um chocolatinho...
Matar inocentes - eis o programa do ISIS, do MRPP, e de outras forças de extrema-esquerda e extrema-direita que não têm coragem de o assumir abertamente.
Acontece que, embora não tendo "roubado chocolates", os terroristas de Paris, para além de terem assassinado 130 pessoas e ferido gravemente outras 400, cometeram torturas e mutilações em pessoas ainda vivas, que incluíram:
Cortar os órgãos sexuais de homens e meninos e enfiá-los nas respectivas bocas, esfaquear as mulheres e as meninas na vagina, arrancar olhos, arrancar vísceras e cortar cabeças. Com as pessoas ainda vivas - repetimos.
Queríamos muito ouvir agora o Grande Dirigente e Educador do Proletariado Português.
E queríamos ainda mais ouvir as autoridades competentes, e a explicação que terão para que este homem não seja levado a Tribunal.
No interior do Bataclan a Polícia deparou-se com um cenário de Inferno. Não faltam fontes a descrever o que lá encontraram - como esta, ou esta. O Governo deu ordens para esconder o que se passou, mas os familiares das vítimas exigiram explicações e acabaram por tê-las.
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A Direita tem os seus pecados, mas muita Esquerda (não queremos acreditar que toda!!!), quando condena o terrorismo islâmico, fá-lo sempre com algumas reservas que deixam entrever que, no fundo, estão de acordo com Arnaldo Matos.
Receiam é perder votos, ou ter problemas legais, se o assumirem com o ardor revolucionário do líder do MRPP.
E é por isso que não levam Arnaldo Matos a Tribunal. É que com ele teriam que ir o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista em peso, mais boa parte do Partido Socialista, e outros Grandes Dirigentes e Educadores do Proletariado Português.
Lembramos mais uma vez que a (extrema) esquerda está a colaborar com a islamização da Europa. A (extrema) esquerda precisa de um novo "proletariado", para levar a cabo o seu programa. Os milhões de colonos muçulmanos que têm aportado à Europa já conseguiram ajudar a eleger governos de esquerda (vide França e Suécia), mas agora está em curso a fase 2, a fase de "acção directa".
O novo "proletariado", o reviver dos "tempos heróicos da Comuna de Paris", pelos quais Arnaldo Matos tanto anseia. A mesma barbárie, o mesmo Inferno na Terra.
Neste vídeo, jovens muçulmanos festejam em directo na TV francesa o massacre de judeus na mercearia kosher, em Janeiro de 2015.
Como sempre na História, em tempos conturbados, os judeus são os primeiros a serem atacados (lembramos o Massacre de Toulouse, por exemplo, que foi dos primeiros sinais do que agora vemos todos os dias e já não atinge apenas judeus).
A Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público tem um lugar muito especial no nosso coração, mas cada Jornal, cada Rádio, cada Televisão, é um bastião da islamização - rima e é verdade.
A nossa secção dedicada aos JORNALISTASdáuma pequena ideiado que afirmamos (se quiser saber mais, veja por exemplo o Honest Reporting, em Inglês ou em Português).
Dissemos há dias que os jornalistas europeus se preparavam para censurar nome, nacionalidade, motivações e religião dos terroristas islâmicos. Não é nenhum segredo, agora que existe Internet e sites de Informação real (e não de fretes, propaganda e venda de papel a granel) como o Dreuz.Info.
É inédito na História. E é tremendamente grave.
O Diário de Notícias - que em breve se chamará decerto o Diário de Fatwas - sendo parte da Imprensa mainstream, também se submeteu. Com mais ou menos artifício, com mais ou menos talento malabarístco-jornalístico, todos se submeteram.
Haveria muito para dizer sobre mais esta dose de lei sharia aplicada aos perpetuamente atónitos cidadãos do Mundo Livre, mas o Ovo da Serpente fê-lo na perfeição. Não deixe de ler: