terça-feira, 26 de julho de 2016

Padre francês decapitado por recusar submeter-se a Alá

O padre Jacques Hamel tentou defender os seus co-reféns e recusou ajoelhar-se e prestar culto a Alá. Então os muçulmanos ajoelharam-no à força e cortaram-lhe a cabeça, enquanto filmavam. É esta a escolha que todos temos: submissão ou decapitação. É o Islão.

Dois muçulmanos entraram hoje na Igreja da Gambetta, em Saint-Etienne-du-Rouvray, perto de Rouen, Normandia, pelas 09:45 horas, durante a missa matinal.
Atacaram o padre Hamel e outro sacerdote, duas freiras e dois fiéis, aos gritos de "Allahu Akbar".
Um dos terroristas tinha uma pulseira electrónica, depois de ter sido preso por tentar viajar para a Síria, para se juntar ao ISIS. 
O padre Jacques Hamel, que foi em socorro dos outros reféns e recusou ajoelhar-se e adorar o deus Alá, foi decapitado com uma faca. O outro sacerdote está gravemente ferido. Os dois terroristas foram abatidos pela Policia. 
O ISIS já celebra.


A intervenção da Polícia impediu que mais vidas se tivessem perdido.

Se quer ter uma ideia do que aconteceu hoje em França, não deve ter sido muito diferente da decapitação do padre François Murad, na Síria, há 3 anos:



AVISÁMOS QUE ISTO VINHA A CAMINHO...
Quando na altura divulgámos este vídeo e fizemos vários posts a avisar que estava a decorrer um Holocausto dos Cristãos (e dos outros "infiéis" todos) fomos acusados de "não nos sabermos focar no que é positivo", e estarmos a divulgar notícias susceptíveis de "provocar o ódio".

Escrevemos na altura:

Há quem ache que estas coisas não devem ser faladas, "que nos devemos focar no que é positivo". Pois precisamente por amarmos o que é positivo é que achamos útil chamar atenção para esta viva ameaça ao Mundo Livre.
Foi neste post:

So Many Jihadists, So Litlle Time


 Escrevemos também:
A Europa e os Estados Unidos estão a armar os terroristas sírios, também conhecidos pelos media ocidentais pelo simpático eufemismo de "rebeldes". Pode ser que nos esteja a escapar alguma coisa aqui, para além da desgraça toda que temos relatado em posts anteriores, devidamente ilustrada com vídeos.
Quando relatámos o assassínio do sacerdote católico franciscano François Murad, houve quem dissesse que era mentira, que os "rebeldes" são bonzinhos, que é tudo contra-informação, o costume...

Foi no post em que mostrámos pela primeira vez a execução do padre Murad:

Síria: Franciscano decapitado

Neste post, de há um ano, um padre iraquiano pedia desesperadamente ajuda, e nós tentávamos resumir os perigos que infelizmente agora se confirmam:

Relembrando os nossos alertas para a invasão jihadista:

 

De acordo com os especialistas em contra-terrorismo, estão a entrar na Europa hordas de terroristas do ISIS, camuflados no meio dos "migrantes". O próprio ISIS admite que está a enviar "migrantes" aos milhões como arma psicológica para a submissão da Europa.

75% dos "migrantes" que entram na Europa são homens jovens. Com eles chegam terroristas do ISIS, como estes, que foram detidos com propaganda islamista e vídeos de decapitações nos seus telemóveis. 

Trazemos hoje o testemunho de alguém que está no terreno e passa pelo que as outras vítimas do chamado "Islão radical" passam. Aqui na Europa, quem se atreve a dizer o mesmo, é levado à barra do Tribunal. É o que está a passar-se com o Pastor James McConnell no Reino Unido, que declarou que a religião islâmica é maléfica.
NINGUÉM SE RALA COM AS VÍTIMAS DOS ISLAMISTAS. TODA A SOLICITUDE VAI PARA OS COLONOS QUE OS ISLAMISTAS PARA CÁ MANDAM, COMO MANDARAM EM 1920 PARA COLONIZAR ISRAEL.



Nestes três anos, os cristãos têm sido eliminados (decapitados, crucificados, queimados e enterrados vivos, etc.), à média de 11 mortos por hora, e no meio das mais abomináveis torturas.
No ano passado, dedicámos alguns posts a um massacre numa Sinagoga no bairro de Har Nof, em Jerusalém ocidental, que vitimou quatro rabinos, um jovem polícia druzo e uma criança. 
Os muçulmanos celebraram, como sempre. Os jornalistas disseram que o ataque foi... contra muçulmanos!!!


  Muçulmanos celebrando a morte dos inocentes que oravam em Jerusalém.

 
Muçulmanos em França, celebrando o massacre de editores do Charlie Hebdo e de judeus no Hyper Cacher.

No post

"Quanto tempo durará ainda este pesadelo?"

citámos o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Avigdor Liberman, que declarou que estes ataques voltam a "demonstrar o que afirma há anos: Israel e o povo judeu têm sido vítimas deste horror porque estão na vanguarda da guerra que o terrorismo move contra o Ocidente e contra todo o mundo livre ".

Liberman
observou: "A comunidade internacional não deve satisfazer-se com as declarações e manifestações contra o terrorismo, deve ir além dos limites do que é politicamente correcto e travar uma guerra para acabar com o terror islâmico".

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Agora já não são apenas os descartáveis judeuzecos, nem os obscuros cristãozecos do Médio Oriente. Agora também SOMOS NÓS, os tão humanistas e sofisticados europeus!
Mas não faz mal. Como dizia o senhor Angel Lee ao seu pobre filho, após o Massacre de Paris, "eles podem ter armas e bombas, mas nós temos flores e velas". E assim ficamos todos muito mais descansados! 

Pelo sim, pelo não, em vez de estarmos a mudar a bandeira no perfil do Facebook todos os dias, mais vale meter um mapa mundi e escrever JE SUIS MUNDO.

(VÍDEO) Nice - Hitler não foi derrotado com flores e velas!



 A resposta europeia ao terrorismo islâmico - flores e velas - não nos vai salvar.

Quando começámos este blog, há não muito tempo, estávamos bem longe de imaginar que em breve a Europa estaria a sofrer ataques terroristas islâmicos diários, como Israel.  

E, tal como Israel, a Europa continua a seguir a estratégia do apaziguamento, continua a responder às atrocidades islâmicas com os seus elevados princípios humanistas, em vez de acordar para a realidade:
O Islão está mais uma vez em guerra aberta com o Mundo. A extrema-esquerda está a promover e a tirar partido da islamização. Os actuais líderes políticos submeteram-se. A Imprensa mente e omite com total descaramento. Os neo-nazis esfregam as mãos. O Mundo Livre está a colapsar.


"Líderes ocidentais entram na roda para jogar o mesmo joguinho, de ver quem prega o discurso mais tolerante em relação aos muçulmanos, enquanto terroristas islâmicos montam artefatos explosivos reais, se utilizando mesmo de outras formas originais (como um CAMINHÃO), para atacar enlouquecidamente as ovelhinhas ocidentais como lobos esfomeados. E a atitude dos ditos líderes? Dizerem que tudo está bem, e que mais da mesma mesma estratégia pau-molenga vai ajudar, eventualmente, a melhorar a situação."

"Impera uma hipocrisia intrínseca no politicamente correto esquerdista que somente uma boa dose de verdades pode ejetar da mente cativa, ligado ideário idiota que a esquerda implantou e ainda tenta forcar em nós, passando a idéia de que o islamismo é uma força do bem. Enquanto os ataques vão provocando instabilidade nas bolsas, o Jean Wyllys tenta instalar o ensino do islamismo nas escolas, fingindo que essa religião não mata gays no mundo árabe, e a imprensa internacional evita ao máximo abordar a realidade dos fatos em títulos de notícias, utilizando dos eufemismos mais originais para fugir do tópico que já esta na ponta da língua de todos: "o terrorismo islâmico". Para quem ainda acha que cantar o "Imagine" do John Lenon, acender velinhas, ou ainda fazer eloquentes discursos de tolerância irão fazer a diferença frente a onda avassaladora do terrorismo islâmico, só temos uma coisa a dizer, mais uma vez: Efatá!"
Via TRADUTORES DE DIREITA 
POST-SCRIPTUM: Entre outros ataques terroristas, torturas e massacres que estão a ocorrer 24 horas por dia, agora mesmo, em França, dois indivíduos invadiram uma igreja degolaram um padre e fizeram reféns. Já foram abatidos.
Mais logo, os media dirão que se trata de dois "refugiados" que, coitados, estão sob stress ou mal medicados, ou que ficaram maluquinhos por jogarem jogos de computador, ou que se sentiam vítimas de discriminação por serem muçulmanos e as pessoas terem medo deles.
E se tivesse sido em Israel os dois terroristas seriam louvados pelos mesmos media como heróis e vítimas.


O jihadista de Nice não matou por ser "mentalmente doente", como diz a Imprensa. Matou porque respondeu ao apelo islâmico para "atropelar os franceses nojentos".

O TERRORISMO GLOBAL

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Alemanha - O Regresso dos Camisas Castanhas



A islamizadora-mor da Europa.

Na Alemanha, como em todo o Mundo, prossegue a jihad, com ataques à facada, à machadada, massacres a tiro e bombistas suicidas - ver post anterior).
Os jornalistas (com a cara mais séria deste mundo!) avançam as mais absurdas explicações: um estava deprimido, o outro endoideceu a ver jogos de computador, o outro foi para imitar o Breivik (desculpa ultra-esfarrapada, pois Breivik é islamista e nazi).
Com a importação de milhões muçulmanos, os atónitos europeus têm assistido à proliferação do terrorismo, da jihad sexual e da lei sharia imposta nas ruas - como aqui temos mostrado incessantemente.
Na Alemanha, o próprio poder judicial permitiu que grupos de jihadistas muçulmanos batessem as ruas em busca de quem transgredisse a lei islâmica, que proíbe música, bebidas alcoólicas, mulheres de perna ou cabelo à mostra, etc., etc.. Como em Raqqa ou em Teerão.
Uma pequena busca no YouTube ou no LiveLeak por "sharia patrol", permite encontrar vídeos que ainda não foram censurados.
É o regresso ao Nazismo, quando grupos para-militares de bárbaros do Partido Nacional-Socialista (os camisas castanhas) percorriam as ruas e espancavam quem não concordasse com o seu diabólico programa.
Três vídeos de patrulhas-sharia na Alemanha - dos que ainda não foram retirados:


Como foi que chegámos aqui? Em grande parte pela apatia chique em relação à Política.
Será que ainda temos ânimo para apear esta classe de políticos medíocres (ou maquiavélicos) e resistir à islamização? 

domingo, 24 de julho de 2016

Massacre de Munique - MENTIRA E CENSURA!

POST-POST-SCRIPTUM: Muçulmano compareceu no funeral das crianças executadas pelo jihadista de Munique para gritar "Allahu Akbar" aos familiares enlutados. O Islão é paz:
POST-SCRIPTUM: Hoje, um refujiadista sírio de 21 anos, executou uma infiel alemã grávida à facada, causando também dois feridos; e também na Alemanha, um bar foi atacado à bomba, causando pelo menos um morto e diversos feridos.
Será culpa da Internet, da medicação, do capitalismo, dos machados, das bombas? Os jornalistas amestrados se encarregarão de arranjar alguma explicação que explique que a culpa é "nossa", e não do Islão!



Angela Merkel com um colono e aliado islamista.

Quem se fique apenas pela propaganda pró-islamista - que é hoje difundida pela generalidade dos media - não imagina que ontem em Munique um jihadista islâmico executou pelo menos 9 "infiéis" em honra do deus Alá. 

O Islão (o mobile de mais este massacre) não é referido uma única vez. Alude-se a que o terrorista tomava comprimidos para a ansiedade, que era viciado em vídeo-jogos, que frequentava a Internet profunda (circunstâncias comuns a milhões de não-muçulmanos que não andam para aí a cometer massacres). Tudo menos o Islão e a sua guerra santa, a jihad!

NINGUÉM diz sequer que o terrorista gritava "Allahu Akbar" enquanto disparava sobre os inocentes, como, aliás, ontem as testemunhas relatavam:

Ontem as testemunhas falavam, em directo nas Televisões, de três homens, de metralhadoras e de gritos de 'Allahu Akbar'. Hoje, foi tudo varrido!

NINGUÉM diz que ele é mais um dos milhões  refujiadistas que Angela Merkel tem importado e com os quais tem inundado a Europa. 
Os media estão a vender a imagem de um "menino" impressionável, que jogava muitos jogos online e se lembrou de copiar Anders Breivik (ver mais abaixo a referência a essoutro terrorista islamonazi).

Capa do Facebook do terrorista islâmico.

Damos a palavra a Walid Shoebat, ex-terrorista da OLP e hoje cristão, anti-islamista e grande amigo de Israel. Leia pelo menos o que realçámos a verde, que vale a pena:

O Massacre de Munique está a ser completamente escamoteado. O Facebook do atirador, que inclui os seus antecedentes familiares, mostra que ele não é iraniano, mas sim um islamista sírio pró regime da Turquia.
Por , Julho 23, 2016, com tradução nossa.
Ali David Sonboly (nome verdadeiro Ali Daud Sonboli) não é iraniano. É um islamista pró Turquia vindo da Síria, e não do Irão. Tinha ficha na Interpol e estava a ser vigiado.
(Então porque raio o deixaram preparar o massacre ao longo de 1 ano inteiro - e cometê-lo - em vez de o deterem???)
Em primeiro lugar, há apenas uma maneira de soletrar Sonboly em Árabe: سنبلي.
Em Inglês pode ser escrito várias maneiras, como Sunbulli, ou Sonboly, porque na transliteração do Árabe as vogais precisam de ser adicionadas, usando letras do Inglês. É por isso que encontramos Muhammad grafado como Mohemmed ou Mehemet ou Mohammad ...

Mas, em Árabe, é sempre a mesma ortografia:
سنبلي
A menos que se saiba Árabe, é impossível descortinar. Examinando os registos da Internet do clã Sonboly e até mesmo o próprio Facebook de Sonboly (arquivado aqui) não encontramos nenhuma bandeira persa.
O que encontramos são bandeiras turcas ou da Síria ou a combinação das duas, como no próprio Facebook do atirador. Trata-se de um clã de islamistas sírios que são pró Erdogan da Turquia.
Encontramos também apenas o Árabe e nem um pingo de Persa como língua principal. O que seria improvável num 'Sonboly' da variedade persa.
Ali Daud (e não David) Sonboly, não tinha simplesmente um fetiche com as bandeiras de cor vermelha ou as luas crescentes. A sua família é de origem turca e vive na Síria. Se duvida, examine cada uma das suas páginas do Facebook e confirme.

O amor deste clã pelo Erdogan da Turquia é inegável. Além disso, o terrorista morava no bairro turco e o seu Facebook mostra que ele frequentava a hauptschule da Alemanha desde 2011.
Ele não chegou à Alemanha apenas há dois anos. Alguém no Governo da Alemanha está a mentir, quando anuncia que se trata de um iraniano - o que faz dele um muçulmano xiita.
Isto é feito a fim de evitar outras repercussões.
Imaginemos só, se os alemães descobrem que os turcos e os refugiados sírios que estão a entrar na Alemanha em massa, são os verdadeiros culpados!
Para a Alemanha, é hora de varrer tudo para debaixo de um tapete... persa.




Postou uma bandeira turca em 23 de Julho de 2015, um ano antes do ataque.


Esta é uma outra página do Facebook de Ali Sonboli. Dizerem que ele estava na Alemanha há dois anos é um disparate. Ele iniciou a escola secundária (hauptschule) em 2011.

O clã Sonbolu é de Homs, na Síria, de onde se espalharam pelo Iémen, Arábia Saudita, Estados Unidos e Canadá.
Uma breve pesquisa revela o amor deste clã pela Turquia (aqui, aqui - esta muçulmana sunita com hijab, de Homs, Síria, vive em Chicago - e também aqui, e aqui, e aqui, e aqui todos muçulmanos sunitas pró-turcos, anti-Assad e amantes confessos do ramos mais Jihadistas do Islão).

POST-SCRIPTUM: Entretanto, os perfis de Facebook que Shoebat cita, estão a ser convenientemente apagados...


A versão em Árabe da actividade de Sonboli no Facebook produz os mesmos resultados. Ali Sonboli está ligado no Facebook em Árabe a indivíduos que apoiam Erdogan e a Jihad.



Um membro do clã, Ziyad Sonboly, gosta de sniping (a actividade dos atiradores furtivos que assassinam inocentes) e é claramente um sírio, com uma bandeira síria.
Ele também poderia, como Ali, ser pintado como um "apaixonado por tiroteios sobre a multidão". Qual é o terrorista muçulmano não é apaixonado por disparar sobre a multidão? Citem-nos um terrorista muçulmano que se oporia a ver Anders Behring Breivik como um símbolo?

Cabe aqui fazer um parêntesis para lembrar que neste blog desmontámos a falácia da extrema-esquerda sobre Anders Breivik. Ver, por exemplo:

Breivik: Nazi e Islamista!



Escrevemos na altura: "999 em cada 1000 pessoas (na melhor das hipóteses) não sabem que Anders Breivik é um nazi e um supremacista islâmico. A Imprensa, sempre alinhada à esquerda e politicamente correcta, esconde-o!".

Também precisamos de ter em conta as fotos de Ali que os media divulgam.
Há uma foto dele a ser preso - mas apenas uma em que o vemos de trás. Poucos sabem que Sonboly estava a ser vigiado pela Interpol.
Os media mostram o rosto de um miúdo. Mas ele é uma pessoa madura. As fotos fornecidas a partir de vídeos de testemunhas oculares contradizem o que os meios de comunicação mostram. Os vídeos mostram um rapaz com mais idade.
Porque é que os media insistem em mostrar fotos do terrorista muito mais novo?
Não encontraram ainda fotos dele com a idade actual? Este é um rapaz crescido. Ele já não é o pequerrucho da foto, com carinha de bebé e pele de pêssego.



Na verdade, o chefe da Polícia Hubertus Andrae deu aos media uma informação algo diferente: "a presença de um registo na Interpol". Esta informação também foi confirmada por um jornal Português (veja abaixo) e a Al-Arabiya confirma.

Tudo isto foi imediatamente ignorado, alterado e varrido para debaixo do tapete persa.



Trata-se do CORREIO DA MANHÃ
BRAVO, CORREIO DA MANHÃ! Tens uns rasgos de dignidade. 

A Al-Arabia observa, muito a propósito, que "de acordo com as declarações [iniciais] da Polícia à Imprensa, e com base em testemunhas oculares, havia três envolvidos na operação". Vemos também que foram relatados tiroteios em três locais incidentes.
Nós podemos até acrescentar que, em telefonemas ontem transmitidos em directo do local, emigrantes portugueses falavam de vários atacantes e de ataques com metralhadora. Hoje, tudo censurado.

Temos também três turcos mortos. Terão incluído os culpados no número das vítimas? Se os culpados foram mortos, houve relatos de troca de fogo com a Polícia? (...)
A minha teoria da conspiração é mais aceitável, em todo o caso, que a versão da Alemanha, uma teoria da conspiração de direita, levada a cabo por um iraniano misterioso, ligado ao (ou encantado com) "o terrorista de extrema-direita Anders Breivik"!
Um direitista pró-Breivik, iraniano xiita do Irão? Que tipo de um cocktail molotov é este?
O mesmo chefe da Polícia de Munique, Hubertus Andrae, que sabia que este homem tinha ficha na Interpol, disse entretanto que o atirador parecia ser apenas um homem louco "obcecado com tiroteios".
Era por isso que ele estava a ser monitorizado pela Interpol?...
Porque é que ele, sendo um iraniano, usaria a bandeira turca, e porque é todo o seu clã é composto por islamistas sírios pró-Turquia?
Ele e as três vítimas turcas foram cordeiros sacrificiais de ganhar simpatia para com os turcos?

Isto serviria o seu líder Erdogan e a sua agenda. E Erdogan já está a promover a história. A Agência Anadulu, da Turquia, já está a lucrar na promoção da agenda de Erdogan, e o próprio respondeu pessoalmente aos ataques afirmando:

    "A Turquia, que se tornou o alvo de inúmeros ataques terroristas e actos de violência por muitos anos, compartilha a dor da Alemanha, onde muitos dos nossos cidadãos vivem."
    "Em meu nome e no da minha nação, ofereço as minhas mais profundas condolência, à amigável nação alemã, e às famílias daqueles que perderam as vida neste incidente deplorável,  e desejo uma rápida recuperação a todos os feridos"

Sonboly era um excelente atirador, treinado. Ao assistir ao vídeo é óbvio que ele passou por algum treino.
P.S. - Vídeo retirado pela lóbi islamista/comunista do YouTube/Google:


Especialistas revelam que a sua Glock 9 milímetros foi profissionalmente revertida:

  "A arma foi comprada no mercado negro, onde custa vários milhares de euros. A Polícia até agora não identificou nenhuma associação do jovem com traficantes de armas, ou contactos no mundo do tiro desportivo ou da caça. Uma teoria é que a arma que David S. comprou através da Internet foi desactivada e vendida como objecto de colecção, e depois revertida pelo jovem para perpetrar o crime".

Somos informados de que ele se matou depois de a Polícia o ter ferido.
Talvez o tenha feito, mas com um objectivo diferente do típico muçulmano em "missão suicida".
Um ataque contra turcos ajuda a Jihad da Turquia.
Será que ele era um agente turco, a trabalhar em complot com a Turquia e a Alemanha, para criar um pretexto para precipitar o fluxo de refugiados turcos e sírios para a Alemanha?
Parece que Erdogan se prepara para comunicar ao seu povo (já está a fazê-lo) que, tendo morrido turcos neste ataque, os turcos, portanto, precisam de mais protecção - feita por ambos os países, Alemanha e Turquia.

Talvez tenha havido mais gente a notar que o terrorista não parava de repetir: "Malditos turcos!". Encaixa perfeitamente na hipótese de Walid Shoebat. E como é que alguém se suicida com um tiro na cabeça depois de ter sido algemado pela Polícia?

Será que Erdogan vai usar este massacre como uma razão para acelerar a integração da Turquia na União Europeia, sob o pretexto de que os turcos devem ser europeus e desfrutar de todas as protecções da UE?
Será que a Alemanha, contrariada com a desintegração da UE que está a  ocorrer, precisa de uma nação militarmente poderosa, como a Turquia, na União Europeia, para a fortalecer a partir da sua fragmentação, e para se juntar à força militar universal da UE - que a Alemanha está a tentar criar? Nada disto me surpreende.
O que estarão exactamente Merkel e Erdogan a preparar? Um refrescante Karroub asal Otomano (şerbetçi), cerveja alemã, ou alguma combinação das duas bebidas?


Isto não é apenas propaganda jihadista. O objectivo de Erdogan é pintar qualquer um que critique a nova agenda da Turquia como "terrorista". 
A principal vocação de Erdogan ultimamente é o chamamento de Alá para redefinir o terrorismo.
A sua definição encaixa-se na de Fethullah Gullen dos EUA, que acusa todos os seus adversários de terrorismo.
Estes são os factos, mas alguém está a ouvir?

Aproveitamos para lembrar que a Alemanha e a Turquia foram aliadas e derrotadas na Segunda Grande Guerra. Esta aliança pode satisfazer ambas as partes: Erdogan quer reerguer o Império Otomano e nem faz muito segredo disso. Merkel... talvez queira reerguer o Reich. Afinal, ela nasceu e foi criada num império comunista.

Este é um artigo de Walid Shoebat, publicado no seu site: SALVEM OS CRISTÃOS. Os nossos comentários foram interpolados usando a cor castanha.

Walid Shoebat, com a sua organização, tem salvo muitos cristãos (e outras pessoas, pois um verdadeiro judeo-cristão sabe que somos todos filhos do mesmo Deus) do Holocausto Islamista que está em curso, com o silêncio cúmplice dos políticos e dos media:

sábado, 23 de julho de 2016

Massacre de Munique - Terrorismo ou não, eis a questão!

1. "SERÁ UM ATAQUE TERRORISTA?..."


"Última Hora: CNN dá conta de um homem armado a gritar 'Allahu Akbar' e a executar crianças."
  
Ontem, na Alemanha, mais um muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" e a matar infiéis. Como em Nice, em Bruxelas, em Paris, em Tel-Aviv, em Jerusalém, em Fort Hood, em Orlando - como em todo o Mundo, todos os dias.
Não tem nada a ver com o Islão, claro! Nunca tem! É sempre uma coincidência que os terroristas que todos os dias matam, torturam, mutilam, estupram, escravizam, sejam muçulmanos aos gritos de "Allahu Akbar".


10 mortos, para já, é a contabilidade desta manifestação de afecto muçulmano*.
* - re-citando um conhecido comentador da CM-TV e colunista do Crescente da Manhã, "os muçulmanos são melhores que nós, porque eles têm o afecto".
Ontem parecia que estávamos num hospital psiquiátrico planetário. Enquanto o terrorista executava crianças em Munique, os jornaleiros, os politiqueiros e os comentadeiros diziam que "talvez se tratasse de um ataque terrorista"
Um homem a disparar sobre a multidão é o quê? Uma performance de arte vanguardista? Uma partida de Carnaval em Julho?

2. "É UM ATAQUE TERRORISTA!"


No vídeo amador que foi entretanto divulgado, um alemão fala com o terrorista, e a dada altura ouve-se alguém dizer "Malditos estrangeiros!". Aí passou logo a ser um ataque terrorista!
Em estado de transe e júbilo, os jornaleiros, comentadeiros e politiqueiros afiavam já a moca para desancar os racistas dos europeus, que não sabem ser exterminados pelos terroristas em ordem e silêncio!

3. "AFINAL, JÁ NÃO É UM ATAQUE TERRORISTA OUTRA VEZ"..."
A partir do momento em que foi confirmada a identidade do terrorista, as suas motivações muçulmanas e os seus gritos de "Allahu Akbar", deixou outra vez de ser um ataque terrorista e passou outra vez a ser um "incidente".
Um "incidente" meramente fortuito, que, a ter algum responsável, será o capitalismo, o colonialismo europeu, possivelmente até o canto tirolês - mas nunca, jamais, o Islão! 

Todas estas senhoras, de mãos no ar, têm todo o aspecto de quem anda a matar inocentes em nome de Alá. A Polícia sabe que não, mas tem ordens para ser politicamente correcta.

4. E SE TIVESSE SIDO MESMO UM ATAQUE TERRORISTA NÃO MUÇULMANO?
Se num país muçulmano algum cristão levasse a cabo qualquer destes massacres com que a Religião da Paz nos presenteia diariamente, a comunidade cristã seria imediatamente varrida (quem diz cristãos diz outros "infiéis" quaisquer - nos países muçulmanos em que eles ainda sobrevivem).
Um dia destes - ESPERAMOS BEM QUE NÃO!!! - ninguém está livre de algum europeu desesperado resolver pagar na mesma moeda. E será a guerra civil. 
Se algum europeu decidir que já chega, e resolver agir por conta própria, os muçulmanos, como é sua característica, redobrarão a fúria do terrorismo com que diariamente nos fustigam.
Para eles, matar, torturar, perseguir, estuprar e escravizar "infiéis", é louvável (porque o Alcorão assim ordena, e os clérigos muçulmanos também). Mas se um "infiel" ripostar, isso é uma ofensa irreparável que exige vingança.

O "mártir" e "herói" de Munique apenas cumpriu os mandamentos do Islão.

5. O QUE QUEREM OS LÍDERES POLÍTICOS?
A avaliar pelo comportamento dos nossos responsáveis políticos, dir-se-ia que estão a fazer todo o possível para que estale mesmo uma guerra civil.
Tal como Obama fez nos Estados Unidos (onde proibiu a Polícia de investigar o terrorismo islâmico), na Europa os muçulmanos também gozam de estatuto de seres superiores e inquestionáveis.

A senhora Merkel continua a importar jovens muçulmanos em idade militar, que semeiam o terror e o caos na Europa. PORQUÊ? 

A Polícia recebe ordens para não investigar os jihadistas, e para perseguir quem se opõe à islamização do nosso continente.
Se alguém souber o que é que eles querem, avise. É que o povo há muito que se interroga.
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O que é que cada um de nós pode fazer para evitar a submissão ao Islão - e a consequente escolha entre morte e escravidão -  e para evitar a guerra civil?

Na nossa opinião:

- Devemos continuar a prestigiar as nossas autoridades policiais (que tantas vezes têm demonstrado a sua abnegação e sentido de dever).
- Devemos espalhar a palavra sobre a realidade do Islão e da islamização, contrariando a narrativa islamista e politicamente correcta da Imprensa mainstream.
- Devemos apoiar líderes políticos capazes de salvar o Mundo Livre. 
- Devemos apoiar as duas soberanias-chave do Mundo Livre: Estados Unidos (de regresso à democracia, depois de dois mandatos do islamista Barack Hussein) e Israel (a única democracia do Médio Oriente, guarda avançada do Mundo Livre no meio do imenso continente islâmico).

Esta geração de políticos e opinion-makers, jornalistas e académicos, está falida. Submeteu-se. Acabou.

A Islamização da Europa e do Mundo


Adivinha: decapitam inocentes e brincam com as cabeças. Qual será a religião deles?

Brevemente numa rua perto de si, se não ACORDAR!


Não há justificação para que a ignorância continue. Devemos exigir novos líderes, que salvem o Mundo Livre.
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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Obama é um apologista da ideologia tóxica do Islão

Os colonos muçulmanos que aportam ao Mundo Livre avisam explicitamente que não aceitam a nossa cultura e que vêm para nos dominar. Os lideres políticos e religiosos muçulmanos avisam que a nossa Civilização tem os dias contados e que o Islão vai dominar-nos. Os ex-muçulmanos avisam-nos do perigo que corremos.
Vemos todos os dias novos massacres, agressões, estupros, motins, o sofrimento, o caos e o medo generalizado nos nossos países.Vemos todos os dias cristãos, budistas, judeus, sikhs - não-muçulmanos, em suma - a serem trucidados pelo mundo fora.
E ainda assim, os jornalistas ignoram o óbvio e injectam-nos doses cavalares de Obamismo. E ainda assim, os comentadores e os políticos insistem em nos anestesiar com vacuidades rectóricas. E ainda assim NÃO ACORDAMOS!


 Obama - "O meu trabalho aqui está terminado!"

Obama é um "apologista" da ideologia tóxica do Islão, diz um professor muçulmano que foi violado e espancado por  ser gay.

Eu estou aqui para o recrutar para lutar contra a intolerância islâmica. Eu não quero que você continue silencioso. Quero que grite comigo um NÃO à ideologia islâmica.


Eu sou agora um ex "moose" (termo usado para designar ex-muçulmanos), uma bicha, um maricas, que está faz soar a campainha de alarme. Estou triste, mas não surpreendido pelo Massacre de Orlando. Não me surpreende porque  conheço muito bem a rectórica de ódio que está por detrás (a tóxica ideologia islâmica).

No meu país de origem, o Paquistão, quando eu ainda não era tão fabuloso como sou hoje – eu era um menino assustado. Eu fui estuprado, torturado e espancado por homens como Omar Mateen e Farrokh Sekaleshfar, porque eu era homossexual e porque o Islão precisava ser salvaguardado de animais sujos como eu. Eu era um cidadão da República Islâmica, um país cujos cidadãos pedem fervorosamente a implementação da Sharia, ou lei islâmica, que exige que sodomitas como eu (e alguns de vocês) sejam condenados à morte "por lapidação, que sejam atirados de um lugar alto, ou de um edifício em ruínas ".

Isso fez-me detestar o Islão - a sede de sangue, o ódio, a hipocrisia. Enquanto estava ainda no Paquistão, renunciei ao Islão, mas mantive a boca fechada. Tive que ficar em silêncio, ou teria sido silenciado. Matar-me teria sido um duplo deleite para uma jihadista muçulmano. Não só porque eu sou um pervertido sexual, mas um apóstata, que, de acordo com o Islão, não merece outra coisa que não a morte.

O Alcorão conta aos seus seguidores o terrível destino do povo de Lot, os homossexuais de Sodoma.
    
Na verdade, vocês aproximaram-se de homens com desejo, em vez de mulheres. Por isso, vocês são um povo transgressor. (7:81)

    E desencadeámos sobre eles uma chuva [de pedras]. Em seguida, vede como foi o fim dos criminosos. (7:84)

Em seguida, o Alcorão diz aos seus seguidores:  
   Se dois homens entre vós são culpado de lascívia, puni-os a ambos. Se eles se arrependerem e mudarem, deixai-os em paz; porque Alá é Remissório Misericordiosíssimo. (4:16)
Os apologistas islâmicos vão dizer-lhe que essas leis são contra a violação homossexual. Eles vão dizer-lhe que o problema é a sua má interpretação, preconceituosa, do texto do Alcorão, que não olha ao contexto. Você deve responder-lhes que não é você que prescreve as punições severas para os homossexuais, mas os preciosos estudiosos islâmicos que sabem o Alcorão melhor do que os apologistas.
Você deve, então, mostrar-lhes as injunções da Sharia contra a homossexualidade. O único debate no Islão sobre a homossexualidade é que como é que um homossexual deve ser morto.
Os companheiros de Maomé, Abu Bakr e Ali, consideravam que as bichas deviam ser queimadas até à morte. Ibn Abbas, primo de Maomé, era da opinião de que deveriam ser atiradas do topo do edifício mais alto da cidade (imagine uma chuva de homens vinda da Estátua da Liberdade, uma fantasia islâmica tornada realidade).
Se os apologistas ainda insistirem que essas interpretações são falaciosas quanto à natureza do Alcorão, você deve apenas dizer-lhes:
"Eu apresento-vos o que é dito no Alcorão e o que os crentes mais fiéis do Islão prescrevem. Se vocês acreditam que essas interpretações estão erradas, não discutam comigo, discutam com os chamados estudiosos que interpretam o Islão desta maneira. Estou apenas a mostrar-vos o que o Islão diz sobre a homossexualidade".

E se um apologista, como Barack Obama, tentar silenciá-lo dizendo que condenar o radicalismo islâmico não vai servir de nada, diga-lhe que o silêncio é igual à morte.
O primeiro passo para combater uma ideologia viciosa é nomeá-la, para torná-la visível. Se uma ideologia não é nomeada, ela não pode ser criticada. Se ela não pode ser criticada, ela ganha poder. Quando se ganha poder, o derramamento de sangue acontece. Conte a um apologista a minha história.
Candidatei-me e obtive asilo nos Estados Unidos, e juntei-me à Academia.
E tornei-me o menino bonito dos justiceiros sociais de esquerda do Departamento de Humanidades. Pensei que os meus camaradas de esquerda se juntariam a mim na luta contra a regra hegemónica patriarcal islâmica, mas tive uma decepção.
Eu queria contar a minha história como um conto preventivo, mas fui proibido e silenciado. Foi-me dito que eu não entendia os meandros do Islão. Foi-me dito que eu tinha herdado a islamofobia dos meus amos imperialistas. Foi-me dito que eu sou Fox News. O Islão nunca fez nada de mal, disseram-me eles – o problema é a pobreza, a privação de direitos, o imperialismo ocidental, a reacção contra o colonialismo cisgénero branco, até mesmo o aquecimento global. Mas nunca o Islão.
Enquanto milhares de pessoas em todo o mundo são assassinadas porque o Islão inspirou os seus assassinos, a culpa nunca foi do Islão.
Eles já tentaram fazer da tragédia Orlando um problema de controle de armas, de masculinidade tóxica, de homofobia do assassino, eles querem fazer desta tragédia  qualquer coisa, menos consequência da ideologia tóxica do Islão.


Os seus detractores vão dizer que a maioria dos muçulmanos são boas pessoas. Sim! A maioria dos muçulmanos são pessoas boas, porque a maioria dos muçulmanos não segue o Islão correctamente.
Não os deixe desviar a conversa, não deixe que o silenciem. Eduque-se sobre o Islão. Critique essa ideologia.

Por Uzi Fasadi

 Uzi Fasadi é o pseudónimo literário de um ex-muçulmano
gay

Publicação original: “Obama Is ‘Apologist’ for Islam’s Toxic Ideology, Says Muslim Teacher Who Was Raped, Beaten for Being Gay,” by Uzi Fasadi, Heat Street, June 22, 2016

Diversos sites reproduziram este artigo. Por exemplo: 

Gay ex-Muslim: “Toxic Islamic ideology” behind Orlando jihad massacre

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Nunca na História houve acesso a tanta informação, documentada com testemunhos, fotos, vídeos, espectadores directos que estão vivos e contam o que presenciaram. Nunca, na História,  houve tanta gente a fazer absoluta questão de ser enganada.
O site The Religion of Peace regista os ataques que ocorrem todos os dias em nome do Islão. Estão disponíveis, com todos os dados, a cada dia, cada semana, cada mês e cada ano.
Em Junho deste ano, por exemplo, registaram-se 238 ataques islâmicos, morreram 2055 vítimas e 2006 ficaram gravemente feridas. Os ataques suicidas foram 43 e os países atingidos foram 33.
Desde o século 7, o Islão já ceifou mais de 270 milhões de vidas inocentes (entre estupros, torturas, mutilações e atrocidades de toda a ordem). O Islão é a ideologia mais imperialista, supremacista e assassina que a Humanidade já conheceu. 
Confira a actividade terrorista islâmica nos últimos 30 dias, deste ano e dos anos precedentes:
 Last 30 Days
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2012
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2006
2005
2004
2003
2002
2001 (Post 9/11)

Não há justificação para que a ignorância continue. Devemos exigir novos líderes, que salvem o Mundo Livre.
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