sábado, 4 de junho de 2016

História da Israel - O Renascer

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dos media afiliados ao islamismo (Al-Público & Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. 

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo:  O Melhor do 'Amigo de Israel'


História da Terra Santa desde 1516 sob a forma de mapa.

Os judeus são o povo nativo da região historicamente conhecida como Palestina, onde têm vivido ininterruptamente por mais de 3.000 anos. Mesmo depois da conquista romana, no primeiro século, as comunidades judaicas permaneceram, e, periodicamente, floresceram, e os judeus exilados regressaram, em ondas de imigração. 
Mas os judeus tornaram-se uma minoria oprimida na sua terra natal, e os seus números subiram e desceram ao sabor da bondade ou da crueldade dos diferentes governantes da região. Nos anos 1700 e no início dos anos 1800, os impostos exorbitantes, a discriminação, a perseguição e os desastres naturais trouxeram a comunidade judaica para uma nova depressão.


Esta imagem de judeus orando no Muro das Lamentações, em 1870, é tida como uma das primeiras fotografias de judeus rezando no local - ver notícia no Daily Mail. Por esta altura, pastavam rebanhos de cabras na agora tão "importante" Mesquita de Al-Aqsa.

Em meados de 1800, uma nova energia imbuiu a comunidade judaica na Palestina. Com a ajuda de filantropos como Sir Moses Montefiori e as doações de judeus anónimos em todo o mundo, os judeus foram saindo das cidades e começaram a comprar fazendas e a construir aldeias e escolas. Mais exilados voltaram. Em 1854, os judeus eram o maior grupo religioso em Jerusalém; em 1870, eles foram mais uma vez a maioria da população da cidade.
 
Sir Moses Montefiori

Entre 1882 e 1914, um novo tipo de imigrante judeu chegou - os "Amigos de Sião" e outros Sionistas pioneiros - que lançaram as bases para o Estado judaico moderno.



Estes imigrantes buscavam libertar-se da opressão e da perseguição que haviam atormentado os judeus na Europa e no Médio Oriente.

Eram jovens idealistas, enérgicos, imbuídos dos princípios políticos ocidentais e dos sonhos de libertação nacional que foram varrendo toda a Europa.

Os judeus que retornaram não tiveram nenhuma nação poderosa para os ajudar. Não tinham armas. Muitas vezes não tinham nem um tostão.



Im Nin'Alu (Se as Portas Estão Fechadas... ). Intérprete: Ofra Haza. Poema: Rabbi Shalom Shabazi (1619-1720). Música - Tradicional judaica Iemenita.
A terra, que fora escassamente povoada, tinha-se tornado estéril. Os judeus queriam restaurar a outrora famosa fertilidade da terra e construir aldeias e comunidades onde estas não existiam. A região era um recanto empobrecido do Império Otomano. Em 1880, havia apenas um número estimado de 250.000 a 400.000 pessoas, muitas das quais eram também recém-chegados, que não tinham senso de unidade ou identidade étnica ou nacional. A sua lealdade era para o Império Otomano, o seu grupo religioso, o seu clã e a sua comunidade local.


 Crescimento da população Árabe em Israel.


Os judeus compraram terras legalmente, sobretudo de proprietários ausentes, e desenvolveram-nas, fazendo o deserto florir, literalmente. A maior parte eram terras não cultivadas, pantanosas ou de dunas de areia.

Através de trabalho árduo, os primeiros pioneiros judeus limparam os terrenos baldios e os pântanos cheios de malária, reflorestaram as encostas e construíram cidades e aldeias.

    "Ninguém imagina as dificuldades, a doença e a miséria que eles [os primeiros Sionistas] sofreram. Nenhum observador longínquo pode sentir o que é estar sem uma gota de água durante dias, dormir durante meses em tendas apertadas, visitadas por todos os tipos de répteis, ou entender o que as nossas mulheres, crianças e mães passaram. ... Ninguém, olhando para um edifício concluído, percebe o sacrifício que custou construi-lo"- do diário de um dos primeiros Sionistas, em 1885.


 A região da Galileia, no norte de Israel, voltou à sua antiga glória com o regresso dos Judeus à sua terra natal  (landofisrael.com)

O relatório provisório sobre a Administração Civil da Palestina na Liga das Nações, em Junho de 1921, disse:

    "As colónias agrícolas judaicas desenvolveram a cultura de laranjas. Eles drenaram os pântanos. Eles plantaram árvores de eucalipto. Eles praticaram, com métodos modernos, todos os processos da agricultura. Cada viajante que chega à Palestina fica impressionado com as belas áreas de cultivo e a prosperidade que eles trouxeram".

Bibliografia: Stand With Us.

Jewish Virtual Library


(Re)leia:

A Terra Santa - Israel, e não "Palestina"


O mapa de Israel ao longo da História:


Há milhares de anos, o profeta Ezequiel falou da restauração de Israel na sua Terra nos últimos dias. Assim:
"Então Ele disse-me, 'Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; olha, dizem eles, 'os nossos ossos secaram, a nossa esperança pereceu. Estamos completamente separados.' Então vai e diz-lhes 'Assim diz o Senhor: Olhai, eis que vou abrir as vossas tumbas, Meu povo, e trazer-vos de volta à terra de ISRAEL".
Em 1867, Mark Twain - Samuel Clemens, o famoso autor de "Huckleberry Finn" e "Tom Sawyer", visitou a Terra Santa. Esta é a forma como ele descreveu a terra: "Não há uma aldeia solitária ao longo de toda a sua extensão - por trinta milhas em qualquer direcção. Há dois ou três pequenos grupos de tendas beduínas, mas podemos percorrer 10 milhas e não vemos 10 seres humanos."

Mas afinal quem são os "palestinos"?


 Documentário sobre a História de Israel:

História da Israel - As Cruzadas

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dos media afiliados ao islamismo (Al-Público & Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. 

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo: 

O Melhor do 'Amigo de Israel'


Hoje falamos das CRUZADAS:


Cavaleiros turcos.

As tensões no Império Bizantino tinha vindo a crescer desde o século VII, quando os exércitos turcos assumiram o controle da Palestina*, começando assim o enfraquecimento e a desintegração do império.

* Recordamos que "Palestina" foi o nome dado pelos ocupantes Romanos e mais tarde pelos Britânicos à Terra de Israel. Jamais existiu uma "Palestina" árabe.

Em 1009, a Igreja do Santo Sepulcro foi destruída. Os governantes muçulmanos viriam a permitir mais tarde a sua reconstrução, mas, na época, este acto de vandalismo e sacrilégio preocupou profundamente os cristãos em todo o Império. 


A Igreja do Santo Sepulcro em Israel, hoje. Israel é o único país do Médio Oriente onde os cristãos estão em segurança. Em nenhum país islâmico existe liberdade religiosa. E muitos menos nos do Médio Oriente, onde em alguns são mesmo proibidas outras religiões que não o islamismo.

Cada vez mais, a Europa, os cristãos eram também atacados e chacinados pelos muçulmanos turcos. Esses ataques e a indignação com a presença muçulmana na Terra Santa levaram a que fosse declarada a Primeira Cruzada, em 1095.  

Hoje apresentada pelos media, por políticos como o islamista Barack Hussein Obama, e pelos historiadores revisionistas de esquerda como uma iniciativa  bélica unilateral, a Primeira Cruzada começou por ser um acto de defesa contra as agressões turcas.


Nada mudou na natureza bárbara e na religião dos povos que cercam a Terra de Israel. Ontem os turcos a destruírem a Igreja do Santo Sepulcro, hoje os colonos árabes a destruírem o Túmulo de José, filho de Jacob/Israel, o famoso José do Egipto. Como destroem os templos e lugares sagrados de todas as outras religiões.
 

O objectivo declarado das Cruzadas era mais religioso que político. Tratava-se de recuperar a Terra Santa do domínio dos muçulmanos "infiéis". Qualquer soldado que participasse na reconquista de Jerusalém receberia a remissão imediata dos seus pecados, um incentivo atraente para os cristãos, fervorosamente religiosos. 

Ao princípio, as Cruzadas aparentemente não tinham nada a ver com a população judaica. No entanto, alguns Cruzados decidiram primeiro livrar-se de outros "infiéis" que viviam entre eles - os judeus da Europa.  



Mapa da Primeira Cruzada.

Populações inteiras de judeus eram brutalmente assassinadas quando os cruzados passavam, a caminho da Terra Santa. Muitas vezes, os bispos locais tentaram ajudar os judeus das suas cidades, mas geralmente não foram bem sucedidos. Os ataques contra os judeus durante as Cruzadas dizimaram a população judaica na Europa. Muitos kinnot (lamentos) foram escritos para expressar o desespero com a perda terrível de vidas, e os judeus ainda hoje recitam estes kinnot em Tisha B'Av, o dia nacional judaico de luto.


“Morrer, mas não transgredir” é a expressão que melhor descreve a postura dos judeus na época das Cruzadas. Martírio e Kidush Hashem (Santificação em Nome de D’us) eram valores essenciais para proteger os preceitos do Judaísmo. Na chegada dos cruzados toda uma geração foi testada, demonstrando actos de heroísmo pouco comuns - in Judeus durante a Primeira Cruzada


Quando os cruzados chegaram a Jerusalém durante a Primeira Cruzada, os judeus e os muçulmanos que lá viviam, trabalharam juntos para repelir o ataque. Finalmente, os cruzados saíram vitoriosos. As sinagogas foram queimadas, juntamente com os seus livros sagrados, e os judeus foram mortos ou detidos para resgate.  

A comunidade de judeus caraítas de Ashkelon fez tudo quanto pôde para resgatar os judeus e os textos. Em 1100, porém, os judeus restantes foram convertidos à força ou assassinados. Durante o período das Cruzadas, as populações de judeus em Jerusalém, Jaffa, e Ramleh foram aniquiladas. A Galileia permaneceu relativamente intocada, e continuou a ser um refúgio para o povo judeu.

Cruzados atacando Jerusalém.

As Cruzadas duraram centenas de anos, com as cidades santas e locais sagrados de Jerusalém constantemente a mudarem de mãos entre cruzados e muçulmanos. Os Cavaleiros Templários foram a fortaleza cristã final na Terra Santa. Em 1291, a autoridade cristã chegou ao fim, quando os cruzados foram derrotados pelos mamelucos, a casta militar muçulmana.


Os Cavaleiros Templários.

Mais uma vez, no entanto, a persistência do povo judeu e seu amor pela Terra Santa, mesmo durante tempos difíceis, é impressionante. Os mesmos anos que viram os terríveis massacres de judeus, também viram a ascensão de Judá HaLevi, autor do Kuzari, e Maimónides e Nahmanides, respeitado sábios e
prolíficos estudiosos da Torá.  

Judá Halevi arriscou a vida para viajar para a sua amada Terra Santa, embora tenha sido morto à chegada; Nahmanides, também arriscou tudo para viver em Israel, e foi bem sucedido em restabelecer a vida judaica e aprendizagem da Torá em todo o país.

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Embora tenham sido dizimados pelos cruzados, e ainda que nada tivessem a ver com o conflito, os judeus não guardaram rancor em relação aos cristãos. O mesmo não se pode dizer dos muçulmanos, que continuam a praticar a doutrina islâmica de que uma terra que foi ocupada pelos muçulmanos, será sempre muçulmana. 

Isso explica a acrimónia que cultivam em relação ao Ocidente, que os expulsou de Jerusalém e da Europa. Ainda hoje chamam "cruzados" aos ocidentais, como um todo, e pretendem reconquistar a Europa. Daí o presente afluxo de "refujiadistas", que nem escondem os seus propósitos, que são a reconquista da Europa e depois o domínio final do Mundo, como manda o Alcorão:



Nas cidades europeias, para além dos ataques terroristas e da jihad sexual são hoje comuns as manifestações de muçulmanos que juram que vieram para nos dominar. A esquerda esfrega as mãos e dá-lhes as boas vindas, pois têm como inimigo comum a Liberdade e a Democracia.

E daí também o medo que paira no inconsciente colectivo europeu, onde ainda vivem os horrores da ocupação islâmica. É por isso que devemos estudar:



quinta-feira, 2 de junho de 2016

TOME POSIÇÃO! DEFENDA A VERDADE! DEFENDA ISRAEL!


 

Unidos com Israel - o maior Movimento  Pro-Israel do mundo, pede:
Junte-se a nós para defender a verdade sobre Israel!

Dos esfaqueamentos brutais aos ataques com mísseis,  das ameaças de aniquilação por meio de boicotes, até às campanhas de mentiras mais ultrajantes, Israel está sozinho no meio de um mundo de nações hostis.

Agora mais do que nunca, Israel precisa de mais amigos como vocês em todo o mundo ...

Para defender a verdade.

Para permanecermos unidos com Israel durante estes tempos críticos.
Para afirmarmos que ao longo da História, Israel tem sido uma grande bênção para o mundo, e somente aqueles que abençoaram Israel foram abençoados. E aqueles que tentaram destruir Israel deixaram de existir.

Graças a amigos como vocês, a Unidos com Israel tornou-se o maior movimento popular pró-Israel em todo o mundo, atingindo milhões de pessoas em todos os cantos do globo.


Nós transformamos os nossos fãs e seguidores - uma rede de mais de 4 milhões de pessoas - em defensores pró-Israel que estão a fazer uma diferença real por Israel - todos os dias.
Os bravos soldados israelitas defendem os cidadãos de Israel do mal, e o nosso dedicado exército de base,  de activistas pró-Israel, defende a verdade, combatendo na batalha da opinião pública por Israel.
Com o seu apoio, podemos continuar a lutar - e vencer - a guerra contra a parcialidade da Imprensa ultrajante, contra os boicotes anti-Israel e contra o perverso incitamento online.
 

Os inimigos de Israel gastam biliões para espalhar mentiras. Para deslegitimar e demonizar o Estado de Israel.

Não podemos lutar esta batalha sozinhos. Precisamos do seu apoio para que Israel possa vencer esta guerra.

Juntos, podemos defender a verdade - e compartilhar os milagres e bênçãos de Israel com milhões mais em todo o mundo.

Por favor, abram os vossos corações para ajudar Israel de uma forma mais significativa.

Que Deus vos abençoe pela vossa bondade e generosidade.


Graças a doadores generosos, cada euro que você doe será duplicado! Cada euro que você dê é duas vezes mais valioso. Hoje você tem a capacidade não só de impacto, mas de impacto a dobrar.  
O relógio está a contar, e esta campanha é de tudo ou nada, então por favor junte-se a nós e ajude-nos a alcançar a nossa meta!


http://unitedwithisrael.org/es/


Caros amigos,

Não estamos a pedir para nós. Nem estamos a pedir por se tratar de Israel. Estamos a pedir a vossa colaboração na defesa de uma nação e de um povo, que, mais uma vez, está a ser o bode expiatório dos males do Mundo.

É possível que já tenha visto documentários sobre o Holocausto, e pensado: "Se eu lá estivesse, tinha ajudado aquela gente".  Hoje, o povo mais perseguido da História, precisa da sua ajuda. 

O objectivo é espalhar a verdade, contra as trevas do Mal, que se reerguem. Se não puder contribuir com  dinheiro que permitirá à Unidos Com Israel manter pessoal e recursos para defender a verdade, contribua passando a palavra. Contribua com as suas orações.

Que Deus lhe pague!




Unidos com Israel:
 

Estado Islâmico vende escravas sexuais no Facebook


Sempre pronto para usar a tecnologia para se propagandear, o Estado Islâmico tem agora uma outra corda no seu arco, para promover o seu tráfico macabro: a venda de mulheres através da rede social Facebook.

De acordo com o Washington Post, que divulgou a história, o grupo islâmico continua a ampliar a sua estratégia de mercado ao máximo, nomeadamente em relação ao tráfico de mulheres. Como uma empresa multinacional poderia fazer com outros produtos, a venda de escravas sexuais segue a lei da "oferta e procura" para justificar o seu preço, nas palavras do jornal norte-americano, que informou que centenas de mulheres capturadas estão a ser leiloadas no Facebook para aumentar a sua visibilidade.


Nadia Murad Basi Taha foi uma escrava sexual do Daesh, e avisa: "Mulheres e criançasYezidi  são vendidos diariamente na Síria".

Uma menina de 18 anos pode ser vendida por cerca de 8000 euros. (...)

A iniciativa encontra resistências de potenciais clientes: comentando o post e as fotos da infeliz, alguns consideram o preço muito alto para uma criatura considerada como não suficientemente atraente e não velada.

O Facebook demorou algumas horas para apagar as fotos, relata o Washington Post. Mas houve quem as tivesse guardado:




"Mercadoria".

Estas vendas não são caso isolado. O Estado Islâmico recorre cada vez mais ao comércio de mulheres vendidas como escravas para reabastecer os seus cofres e financiar os seus fornecimentos de alimentos e medicamentos.

Segundo Zainab Bangura, Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas contra a violência sexual em conflitos, as raparigas são vendidas como barris de petróleo.





Documentos do ISIS encontrados em Palmira, publicitando as escravas sexuais.


O tráfico é interminável: "Uma menina pode ser vendida várias vezes a pessoas diferentes por vários milhares de dólares, mas às vezes também pode ser vendida à sua família, para que os lucros do resgate se multipliquem", diz Zainab Bangura.

Em Agosto passado, a ONU apreendeu uma cópia da lista de preços do Daesh sobre a venda de mulheres e crianças. Uma criança de 1 a 9 anos pode ser vendida por cerca de 165 dólares, adolescentes e mulheres por 124 dólares, e mulheres com mais de 40 anos por 41 dólares.

Via:

http://www.europe-israel.org/2016/05/des-djihadistes-de-letat-islamique-vendent-des-esclaves-sexuelles-sur-facebook/


Já estamos a imaginar as reacções dos bem-pensantes de plantão. Por exemplo:

- É mentira.

- Não se deve falar dessas coisas para não provocar o ódio.

- É apenas uma minoria que faz isso.

- Quem faz isso não compreende o Islão.

- O Estado Islâmico não representa o "verdadeiro Islão".

O que sabem essas pessoas do Islão? O que sabem essas pessoas da realidade do mundo islâmico? Porque se recusam a tomar conhecimento e optam pela negativa obstinada?

Porque defendem o indefensável? Decerto porque o seu ódio ao Mundo Livre sobrepuja a natural repugnância humana por práticas bárbaras e diabólicas como a escravatura sexual.

Só assim entendemos que as camaradas Loperas queiram criminalizar o piropo e não abram a delicada boquinha sobre os islamistas que violam crianças de 1 ano!

 

"Ô téu pai dévé xér térrórista! Éxé cá umá bombá!" - expele a Adriana Lopera, com gula indisfarçável para uma camarada, no seu seminário "Engole o Teu Piropo"! Nunca vimos estas gajas (e os castrados que trazem à trela) condenarem o tratamento que o Islão dá às MULHERES (explore esta nossa secção, sff)!

Com o silêncio cúmplice dos rogeiros comentadeiros, da jornaleiragem e da politicagem Ocidental, o ISIS, em obediência ao Alcorão, continua a mutilar, matar, estuprar e vender mulheres e crianças como escravas sexuais. 

Alguns exemplos:




Há quem aprove tudo quanto leve o carimbo do Islão e nos aponte o dedo a nós, que, como tantos outros, damos as notícias que os jornalistas escondem. Uma certa ateísta (que se orgulha de vir a ser executada pelos islamistas por ser ateísta), escreveu-nos um dia:

«O que se deveria evitar é que proliferem núcleos de ódio como o desumano blogue "Amigos de Israel"(...)  fomenta o ódio, a xenofobia e a divisão e diz que defende a liberdade e a democracia! Quem, como ele, incita ao ódio e à rebelião, quem como ele deita acha após acha na fogueira da diferença para alimentar o fogo do ódio e da vingança, que poderá saber sobre liberdade e democracia? Todos os credos, todas as raças, todos os povos têm direito à sua forma de ser, aos seus costumes, às suas tradições! Há que respeitar os outros, pois, quer queiramos quer não, somos mesmo todos iguais!»

Porque "somos todos iguais", temos então que deixar que os terroristas cometam todas as atrocidades, não importa o quanto as vítimas sofram. Onde chegámos, como tanto bem-pensatismo...

Escravatura Sexual Século XXI

"A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima" - Salwa al-Mutairi


Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!

Isaías 5:20

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dalai Lama contra a invasão muçulmana da Europa


Dalai Lama diz que "há demasiados refugiados na Europa ... e que a Europa não pode tornar-se um país árabe".
 
Finalmente! Um líder religioso com coragem. Uau! 
Não creio que o dhimmi Papa o venha a felicitar. Esse reconhecimento especial vai para idiotas narcisistas como George Clooney, Salma Hayek, etc.. Lamentavelmente.

Espero que o Dalai Lama tenha uma excelente segurança, caso a religião da paz resolva agir.

E agora, Lisa?...

    "Dalai Lama sobre os Refugiados: a Europa não pode tornar-se um país árabe"
Red State,  01 de Junho de 2016:

    
Ele é o líder espiritual do Budismo Tibetano, bem como um símbolo pseudo-espiritual para boa parte da esquerda cultural: metade de Hollywood, incontáveis ​​'posers' universitários, e, claro, Lisa Simpson. E ele fez uma observação plena de senso comum, o que normalmente só vem da direita.(...)
    O Dalai Lama, esta semana teve a ousadia de sugerir que talvez um fluxo ilimitado de refugiados indefinidamente alojados não seja a melhor ideia de sempre. *suspiro*

Enquanto os muçulmanos espancam, roubam, matam e estupram,  o Papa Francisco compara o ISIS com Jesus Cristo e  aconselha as mulheres europeias a terem filhos dos muçulmanos e renderem-se à cultura islâmica - está AQUI.
Nisso (pelo menos) o Papa Francisco está com o imã de Jerusalém:

Imã de Jerusalém apela à jihad sexual na Europa


  
  Observe que a mensagem do Dalai Lama é compassiva, mas ainda assim razoável:

        "Quando olhamos para o rosto de cada refugiado, especialmente as crianças e as mulheres, podemos sentir o seu sofrimento", disse o líder espiritual tibetano, que  vive no exílio há mais de meio século.

        "Um ser humano que tenha um pouco mais de sorte tem o dever de ajudá-los. Por outro lado, agora são demasiados", disse ele, de acordo com a tradução alemã da entrevista ao Frankfurter Allgemeine Zeitung.

        "A Europa, como a Alemanha, não pode tornar-se um país árabe", acrescentou com uma gargalhada, relatou o jornal. "A Alemanha é a Alemanha".

    
O que uma óbvia verdade. É simplesmente factual dizer que, se a composição demográfica de uma área é completamente substituída por uma diferente, já não é o lugar que era anteriormente. Esta é uma afirmação tabu se você é de direita, mas não é
absolutamente estranha à esquerda, embora eles detestem a admiti-lo. É a própria essência dos argumentos contra a "gentrificação" e o colonialismo.

 
  Os esquerdistas não se cansam de dizer que a América do Norte pertencia às tribos antes de os brancos chegarem? Será que eles não afirmam que a reposição da população após a conquista europeia branca e a sua expansão mudou drasticamente a terra para os nativos? Claro que sim. O mesmo argumento é usado hoje em menor escala contra a invasão de pessoas brancas em bairros de minorias, com o fundamento de que estas mudam a identidade cultural do bairro ou apagam a sua história, carácter ou herança.

    
O que o Dalai Lama diz que não é diferente. É um argumento óbvio, matemático, dizer que se continuarmos a importar pessoas de um país para outro país, e as pessoas do outro país não se adaptam ao novo país, mas trazem consigo os costumes, língua e cultura do seu país de origem, o país de destino acabará por se tornar a nova localização geográfica para o que é, em essência, o país de origem. Esta não é uma ideia complicada!

Já há mais de 52 milhões de muçulmanos na Europa. É uma INVASÃO.

    
Mas voltemos ao Dalai Lama:

        
"Há tantos refugiados, que, na prática, torna-se difícil."

        
O Dalai Lama acrescentou que "de um ponto de vista moral também, eu acho que os refugiados só devem ser admitidos temporariamente".

        
"O objectivo deve ser que eles voltem, e ajudá-los a reconstruir os seus países."    

- Já mostramos sobejamente neste blogue que eles deixam lá as várias mulheres e as dezenas de filhos, à mercê do terrorismo, e vêm para cá invadir e desfrutar, como manda o Islão. 
Outra heresia para os esquerdistas. Será que o presidente Obama afirmará que o líder espiritual do Budismo Tibetano tem medo de mulheres e crianças, como ele diz dos republicanos que fazem a mesma observação? Lembremos que Obama chamou ao Dalai Lama "um poderoso exemplo do que significa a prática de compaixão", e disse que ele "nos inspira a falar em defesa da liberdade e da dignidade de todos os seres humanos."

    
Pergunto-me como é que o presidente Obama e os seus amigos vão reagir às declarações do Dalai Lama considerando os alemães nativos como seres humanos. Ou à sua opinião de que os refugiados devem voltar para casa.
    Sim, é moral ajudar os refugiados a regressarem aos seus países de origem para reconstrui-los em vez de abandoná-los. * Suspiro novamente *

   
Pode-se ser compassivo e querer ajudar os refugiados e, simultaneamente, estar vigilante sobre as ameaças à segurança que os seus números representam, e também estar preocupado com a preservação da própria herança cultural. Na verdade, pode-se fazer as três coisas ao mesmo tempo e ser um monge budista. E ser considerado um símbolo mundial da tolerância e paz.

Via Pamela Geller


Lembramos que o Dalai Lama é um Amigo de Israel:

Apoiemos o Tibete!



"Entre os refugiados Tibetanos estamos sempre a dizer a nós mesmos que devemos aprender o segredo dos Judeus para conservarmos as nossas tradições, em alguns casos sob circunstâncias hostis" - disse o Dalai Lama.

Se é novo aqui e neste tema, ou se não tem vivido neste planeta nos últimos 15 anos, convida-mo-lo a consultar os sites na barra lateral, sob o título O TERRORISMO GLOBAL. Não há um dia em que na Europa e em todo o Mundo os muçulmanos não cometam os mais variados actos criminosos, de terrorismo e de supremacismo.

20 minutos do caos provocado pela invasão dos muçulmanos na Europa:


PETIÇÃO: Ordem da Liberdade para Mário Nunes




Um acto da mais elementar justiça: 

Pela atribuição da Ordem da Liberdade (a título póstumo) a Mário Nunes, voluntário português do YPG na luta contra o autoproclamado "Estado Islâmico"


Para: Exmo. Sr. Presidente da República; Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República; Exmo. Sr. Primeiro Ministro



Mário Nunes, que se saiba, o primeiro voluntário português a ingressar as YPG (Unidades de Protecção Popular, em curdo) na luta contra o totalitarismo do autoproclamado “Estado Islâmico”, disse em 2015 que «preferia morrer a não fazer nada».
Segundo notícias recentes entretanto confirmadas um ano depois Mário Nunes morreu em resultado da sua luta contra a opressão terrorista. 
Alguns dirão que Mário Nunes foi um traidor à pátria, pois, sendo militar, desertou do seu posto numa messe da Força Aérea Portuguesa para ir lutar integrando um grupo paramilitar não reconhecido pelo Governo de Portugal.  
Quem assim pensa comunga do “legalismo” de Adolf Eichmann e seus correligionários, para quem o que importava era obedecer à hierarquia instituída em vez de fazer o que era moralmente correcto.  
Mas desde os Julgamentos de Nuremberga que a Humanidade afirmou inequivocamente um princípio moral: o de que a obrigação de obedecer às hierarquias — e até à Lei — cessa quando a ordem dada configura um crime contra a Humanidade.

Mas o mal alastra-se (e haverá maior mal do que crimes contra a Humanidade?) não só porque alguns, fanáticos, intolerantes e aguerridos, o instigam e o praticam. Não: o mal alastra-se também porque uma enorme massa humana, podendo, nada faz para o impedir. Assim, do “Princípio de Nuremberga” pode deduzir-se um corolário: o de que a desobediência (incluindo a deserção) é aceitável — e até um imperativo moral! — quando, perante crimes contra a Humanidade, a ordem é (implícita ou explicitamente) para nada fazer.

Assim agiu Mário Nunes: perante a inacção da esmagadora maioria do mundo civilizado, perante a ordem para nada fazer face ao horror na distante/próxima Síria, Mário Nunes tomou a iniciativa de dizer basta! Porque, como nos ensinou Antígona, e ecoando as palavras imortais desse outro herói nacional, Salgueiro Maia, «às vezes é preciso desobedecer».

Cremos, por isso, que Mário Nunes não só não é um traidor, como é merecedor do reconhecimento e do louvor nacional, na forma da atribuição, infelizmente a título póstumo, de um grau da Ordem da Liberdade, aquela que, segundo o art.º 28.º da Lei n.º 5/2011, de 2 de Março, se destina «a distinguir serviços relevantes prestados em defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e à causa da liberdade.»

Não encontramos melhores palavras que descrevam a decisão de Mário Nunes de integrar as milícias das YPG. Encontramos poucas pessoas tão merecedoras quanto Mário Nunes de uma tal condecoração.

Os signatários
ASSINAR PETIÇÃO


Actualização #1 Esclarecimento sobre a tatuagem de Mário Nunes

Quarta-feira, 1 de Junho de 2016
A notícia do JN (http://www.jn.pt/mundo/interior/peticao-pede-condecoracao-de-portugues-morto-pelo-estado-islamico-5202416.html) sobre esta petição diz a certa altura: «Mário estivera em 2014 na Turquia e no Iraque, de onde trouxera, tatuada num braço, a inscrição "morte aos americanos", alegadamente para "despistar" a verdade: era contra o islamismo.» Esta "informação" já fora desmentida pelo próprio Mário Nunes na entrevista de 2015 à revista Sábado (http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/escolhi_combater_o_estado_islamico.html): «Acabei por fazer uma tatuagem, em árabe, que diz "um mundo, um povo". Mas quando desertei vi uma notícia sobre mim que dizia que a minha tatuagem significava "morte aos americanos" e que a fiz para despistar, o que é completamente idiota!» É pena que, tantos meses depois, haja órgãos de comunicação social que continuem a divulgar boatos completamente idiotas...
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Embora seja compreensível que o sinta, não deixe de assinar por medo. O facto de termos medo, só demonstra que Mário Nunes teve toda a razão na sua luta.

Aristides de Sousa Mendes é um dos "desobedientes" famosos que poderíamos aqui citar.

Vamos assinar, em homenagem ao sacrifício deste HERÓI, e para ajudar a sacudir os nossos políticos da sua hipócrita e cobarde letargia.


VIVA PORTUGAL! VIVA A LIBERDADE!