sexta-feira, 27 de maio de 2016

Irão nuclear - Obama compra jornalistas e engana o Mundo



ACTUALIZADO A 6 DE DEZEMBRO DE 2016 - OS VÍDEOS QUE EXPÕEM O ISLÃO (COMO O QUE ORIGINALMENTE POSTÁMOS, ABAIXO), SÃO PERMANENTEMENTE RETIRADOS. O YOUTUBE ESTÁ AO SERVIÇO DO ISLÃO. TAMBÉM ESTE VÍDEO DESAPARECERÁ. O ISLÃO É MENTIROSO E MALÉFICO POR NATUREZA.

Antes do acordo nuclear, durante o acordo nuclear, após o acordo nuclear: "MORTE À AMÉRICA!" é o mote. Obama apoia.


Quando se trata de destruir a América, Israel ou o Mundo Livre em geral, o terrorista muçulmano da Casa Branca apoia:

Irão aumenta o seu poder destrutivo. Obama apoia.


Mais de uma vez expressámos a nossa relativa perplexidade perante os respeitados comentadores que reiteradamente tecem elogios ao acordo que deu ao Irão a possibilidade de construir bombas atómicas para pulverizar o Mundo não muçulmano. Começam a aparecer as primeiras provas de que essa maralha é PAGA para apoiar Barack Hussein Aldramaba.


O grupo J Street foi pago para ajudar a Administração Obama a promover o acordo nuclear com o Irão

J Street, um grupo americano de extrema-esquerda, que se apresenta como pró-Israel, mas muitas vezes age contra os interesses de Israel, recebeu 576.500 dólares para defender o acordo nuclear com o Irão. Foi um dos vários destinatários do dinheiro do Fundo Ploughshares, que trabalhou com o governo Obama para influenciar a opinião pública a favor do acordo.
 

Grupos de todos os tipos estão cada vez mais a dar dinheiro às agências de notícias para projectos especiais ou cobertura de notícias em geral. A maioria das agências de notícias, incluindo a Associated Press, têm regras rígidas que definem de quem podem aceitar dinheiro, para proteger a independência jornalística.

A actuação do Ploughshares teve um papel proeminente no aceso debate sobre o acordo nuclear com o Irão.

A Universidade de Princeton recebeu 70.000 dólares para apoiar o ex-embaixador iraniano e porta-voz nuclear Seyed Hossein Mousavian.




OS AMIGOS DE OBAMA: "Todos os anos, na última sexta-feira do mês sagrado muçulmano do Ramadão, milhões de iranianos vão para as ruas praticar um ritual bizarro. Incessantemente e ritmicamente cantam 'Morte à América' e 'Morte a Israel' durante a queima de efígies dos líderes e bandeiras desses países. Ocasionalmente, queimam a Union Jack também. Abrilhantam o espectáculo os discursos inflamados dos líderes militares, políticos e religiosos, regurgitando as mesmas banalidades sobre como o 'Grande Satã' e a 'Entidade Sionista', que acabarão por ser destruídos e substituídos pela bandeira do Islão" - Obama Assina Acordo com o Irão Enquanto Rouhani Participa no Evento 'Morte à América'".


O Ploughshares ofereceu dinheiro a diversos grupos de notícias.



No "Relatório de Estratégia Cultural" publicado no seu site, o grupo traçou o objetivo mais amplo de "assegurar a cobertura regular e precisa das questões nucleares em meios de comunicação respeitáveis ​​e estratégicos", como o The Guardian, o Salon, o Huffington Post ou o ProPublica.
(Em linguagem de gente, esta fastidiosa declaração politicamente correcta significa simplesmente "COMPRAR JORNALISTAS").
 

A National Public Radio recebeu 100.000 dólares no ano passado para dar notícias sobre o acordo nuclear e afins, de acordo com o relatório anual do grupo, que também tem financiado repórteres e parcerias com outras agências de notícias.

A Associação de Controle de Armas recebeu 282.500 dólares; a Brookings  Institution recebeu 225.000; o Conselho Atlântico recebeu 182.500 dólares.
Todos receberam o dinheiro para promoverem o acordo nuclear com o Irão, através de proselitismo nos media.
TRANQUILIZADOR:  O "Punho de Ferro"  é um cartaz de propaganda iraniana, com um gigantesco punho feito de bombas nucleares. Khameini posta-o regularmente no twetter, com outros de igual "bom gosto". Em Agosto de 2015 os iranianos  riam-se do acordo nuclear e garantiam que o Irão seria a sepultura dos infiéis.


Mais de 281.000 dólares foram para a National Iranian American Council.

A missão do Fundo Ploughshares é "construir um mundo seguro e protegido, bem como desenvolver e investir em iniciativas para reduzir e finalmente eliminar os arsenais nucleares do mundo", o que encaixa nos esforços de controle de armas do presidente Barack Obama

(Este nobre objectivo é conseguido oferecendo armamento nuclear ao país líder no financiamento do terrorismo global, a teocracia islâmica totalitária do Irão, que jura diariamente destruir-nos!).

Mas o seu papel por detrás do palco,  defendendo o acordo com o Irão, obteve mais atenção este mês depois de Ben Rhodes, um dos principais assessores de política externa do presidente, ter admitido que a administração Obama enganou o Mundo no acordo nuclear.



Ben Rhodes admitiu que a administração Obama enganou o Mundo.

Num artigo do New York Times Magazine, Rhodes explicou como a administração trabalhou com organizações não-governamentais, especialistas em proliferação e com repórteres "de confiança", ​​para construir o apoio para o acordo nuclear com o Irão, que também suavizou as sanções financeiras internacionais sobre Teerão.

"Criámos uma câmara de eco", disse Rhodes, assessor de segurança nacional, acrescentando que "grupos externos como o Ploughshares" ajudaram a fazer passar a agenda do governo de forma eficaz.

A OBRA DO MUÇULMANO DA CASA BRANCA: Na sequência do aclamado "acordo nuclear", o aiatolá Khameini, líder do país que mais patrocina o terrorismo global, anunciou ao Irão a "rendição das superpotências", o "ocaso do poderio norte-americano" e a "ascensão do Irão a superpotência".



O artigo dá razão às críticas do Partido Republicano, que sempre defendeu que a Casa Branca enganou o povo americano no acordo nuclear com o Irão.

Os esforços anteriores não conseguiram gerar uma cobertura favorável suficiente, observou Rhodes. Esses esforços incluíram o "financiamento de repórteres do The Nation e Mother Jones, e uma parceria com o Centro para a Integridade Pública".

Imagem de satélite da instalação nuclear de Parchin, no Irão. (Instituto para Ciência e Segurança Internacional)

Rhodes afirmou que sugeriu o uso de "web vídeos, podcasts, histórias baseadas em fotos" e outros "formatos apelativos de chamam a atenção para criativamente reformular a questão".
 
O Ploughshares gastou pelo menos 700.000 dólares neste tipo de actividades desde 2005.

Todas as descrições de subvenções desde 2010 mencionam especificamente o Irão. 

A Comissão de Supervisão da Câmara, controlada pelos republicanos, tentou convocar Rhodes para uma audiência intitulada "A Casa Branca e a Narrativa sobre o Acordo Nuclear com o Irão", mas ele recusou.


Entre os muitos mísseis disparados em provocação ao Mundo, o Irão disparou recentemente dois mísseis de médio alcance (1.400 km) com a inscrição "ISRAEL DEVE SER APAGADO DO MAPA". A 13 de Março deste ano, a Embaixadora Samantha Power condenou a atitude do Irão. E eles raladíssimos...

AP via UNITED WITH ISRAEL. Traduzido e condensado. 



Para estar a par das notícias sobre Israel, visite o site da UNITED WITH ISRAEL - também em Espanhol:

http://unitedwithisrael.org/es/





Mais aventuras de OBAMA.



Mais aventuras do IRÃO.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Muçulmanos executam sacrifícios humanos de cristãos

Walid Shoebat é um ex-terrorista islâmico da OLP, que se tornou cristão, amigo de Israel e do Mundo Livre em geral. A sua organização RESCUE CHRISTIANS  /SALVEM OS CRISTÃOS tem resgatado muitos infelizes de uma morte certa às mãos do Islão. O seu trabalho é exemplar.


Walid Shoebat participou, por exemplo, no documentário Islão - O que o Ocidente Precisa Saber:


Se as pessoas dotadas de mais que duas células cerebrais vissem apenas este documentário, muita coisa mudaria no Mundo Livre. Mas o grau de alienação e de desinformação são de tal monta, que é uma tarefa impossível, em muitos casos.

Em 11 de Março de 2014, Walid e o seu filho Teodore conseguiram finalmente vídeos para comprovar o que de há muito sabiam. Na Síria, e em outros locais do novo Califado (o Estado único islâmico que o ISIS se propõe restaurar - e está a conseguir!), estão a decorrer sacrifícios humanos rituais. 

Não vamos publicar o vídeo neste blog, para não dar motivos a que nos imponham restrições de idade.
Pode conferir o vídeo no artigo de Walid Shoebat: AQUI. Pode também ver no LIVE LEAK.

Este e outros vídeos são regularmente removidos, por influência do lóbi islamista e extrema-esquerdista.

Este é um "frame" do vídeo:


O indivíduo que conduz o "evento" usa o termo Qurban (em árabe: قربان), que indica que o abate filmado nada mais é que um sacrifício humano ritual.

Noutro vídeo recente, outro sacrifício humano islâmico ficou registado:


Pode vê-lo na íntegra no artigo original de Walid Shoebat: AQUI.

Walid Shoebat, nascido e criado no Médio Oriente, avisa que os cristãos estão a ser mortos nestes mesmos rituais todos os dias, e que o derramamento de sangue não vai parar.  

A RESCUE CHRISTIANS tem vindo a trabalhar com a irmã Hatune Dogan no resgate de cristãos na Síria, Iraque, Jordânia e Turquia. Inexplicavelmente, o Mundo dorme, as próprias Igrejas cristãs dormem, durante o que será o maior Holocausto da História - e que temos vezes sem conta aqui mostrado.
 
Há anos que Shoebat documenta o renascimento do sacrifício humano islâmico, sem ter logrado sensibilizar as hierarquias das Igrejas cristãs, mesmo com provas em vídeo e testemunhos sem fim.
 
A oração islâmica que se ouve nos vídeos e que precede os sacrifícios humanos, é uma reminiscência da oração na cena do sacrifício no filme Apocalypto, que é historicamente preciso no que diz respeito às representações dos sangrentos rituais aztecas:



Num dos seus artigos, cujos vídeos foram infelizmente apagados pelo lóbi islamista, Shoebat mostrou a chegada dos muçulmanos a uma aldeia cristã. Deram a escolher aos cristãos entre converterem-se ou abandonarem as suas casas e os seus bens, caso contrário seriam mortos. Se optassem por ficar, teriam que pagar a jizya, o imposto exigidos aos "infiéis", previsto pela lei islâmica. 

Recusando a conversão, a fuga ou o imposto, os cristãos seriam executados, e a palavra usada para a execução foi, em Árabe, dhabaha, que designa o abate ritual de animais para o sacrifício.
 

Walid Shoebat explica que o Islão é uma religião pagã e sangrenta, à maneira dos antigos Aztecas, uma religião assente no sacrifício humano, no canibalismo, no verter de sangue humano.
  
Perante a realidade do Holocausto dos Cristãos (e dos Yazidis, e dos Curdos, e dos Judeus, e de todos os "infiéis", em todo o Mundo), a cartilha do Politicamente Correcto manda dizer que "isso são apenas meia dúzia de malucos que não compreendem o Islão".

Ainda que fosse a tal "meia dúzia", seria uma meia dúzia muito activa, pois desde o 11 de Setembro de 2001, início da presente ofensiva islâmica, a Jihad, são 28.444 ataques contabilizados.  



Relatório semanal de 14 de Maio de 2016 a 20 de Maio de 2016:
48 ataques terroristas islâmicos 
382 mortos
457
feridos
9 ataques bombistas suicidas
16 países atingidos

E só estão aqui contabilizados os ataques terroristas. Não estão os estupros, as torturas, as mutilações, as execuções bárbaras em nome do Islão! A teoria da "meia dúzia de malucos" só pode servir a quem insiste em ignorar a realidade e se está nas tintas para a sorte de milhões de inocentes. O cenário da Segunda Grande Guerra e do Nazismo repete-se. A mesma desgraça, a mesma indiferença! "Enquanto não for comigo, está tudo bem!" - é o lema.

Todas as evidências apontam para que a vasta maioria dos muçulmanos se identificam com a Jihad, com o terrorismo, com a lei islâmica sharia, com o massacre dos "infiéis".

Ainda ontem recordámos alguns posts em que exemplificámos o apoio dos muçulmanos à Jihad:











A seguir ao Massacre de Paris, na "moderada" Turquia, a multidão que enchia o estádio em que se disputava o Turquia x Grécia, observou o minuto de silêncio pelas vítimas com uivos de Allahu Akbar, o grito supremacista que os muçulmanos entoam ao matarem os "infiéis":

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Barbárie islâmica: ISIS executa 25 espiões por imersão em ácido nítrico





As câmaras de filmar instaladas na jaula, testemunham o horror.

A organização terrorista, que amplia permanentemente os limites da sua própria barbárie, quis desta vez  enviar uma mensagem aos seus adversários encarcerando 25 iraquianos e atirando-os para um tanque cheio de ácido.

As vítimas, acusadas ​​pelos terroristas de espionagem a favor do governo iraquiano, foram friamente executadas em Mosul, no norte do Iraque, informou a IraqiNews, agência de notícias local.

Uma testemunha que pediu anonimato informou que os 25 alegados "espiões" foram amarrados e imersos, vivos, numa grande bacia, até se dissolverem.

O tanque continha ácido nítrico, um líquido fumegante com odor pungente e extremamente corrosivo.

A substância é geralmente utilizada para a produção de nitrato de amónio, que pode ser usado para fazer fertilizantes, mas também explosivos.

As execuções ocorreram em Mossul, após vários ataques contra a capital, Bagdad, enquanto o ISIS/Daesh espera recuperar de uma série de derrotas militares no país.

De acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os combatentes islâmicos perderam o controle de quase 40% do território que detinham no Iraque e cerca de 10% na Síria.

Além das decapitações e de outras execuções públicas, o ISIS/Daesh multiplicou ultimamente as atrocidades e meios de tortura contra os seus oponentes. Em 10 de Maio, todos os membros de uma família iraquiana que tentaram fugir de uma cidade controlada pelos terroristas, foram queimados vivos em público, como forma de aviso à população. Antes, outros tinham sido já enterrados vivos enquanto tentavam, também, escapar do jugo de jihadistas.
- Esta notícia chegou-nos através da newsletter da EUROPE-ISRAEL.

 http://www.europe-israel.org/
 

Os planos de expansão do Califado Islâmico:
 

Ataques como os de Londres, Madrid, Paris ou Bruxelas são apenas o prelúdio.


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BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE MAIS ESTE RELATO DAS ATROCIDADES DO NOVO CALIFADO, QUE ALASTRA DIARIAMENTE E SE APROXIMA DA EUROPA A PASSOS LARGOS (ALIÁS, ELES JÁ CÁ ESTÃO):

- Se é assim que eles tratam os outros muçulmanos, imagine como estão a tratar os não muçulmanos, nomeadamente os cristãos! Não nos temos cansado de avisar que está em curso o maior Holocausto da História.
 


 Como qualquer déspota terceiro-mundista, anda na boa-vai-ela enquanto o mundo arde.
 

- Enquanto Bruxelas era atacada pelo ISIS, o terrorista da Casa Branca dançava o tango na Argentina. O líder do Mundo Livre (!!!) não pode estar-se mais nas tintas para a sorte das vítimas do islamismo.

O muçulmano Barack Hussein nem considera genocídio o massacre sistemático das populações cristãs em territórios conquistados pelo ISIS!  


Crucificações, decapitações, sangue Cristão a escorrer pelas ruas, não são suficientes para que Obama e o seu gangue declarem o Genocídio dos Cristãos. Walid Shoebat, que foi terrorista islâmico "palestino" e é hoje cristão e amigo de Israel, dedica a sua vida a salvar os cristãos perseguidos.  

- Ao contrário do que aos media esquerdistas/filo-muçulmanos propalam, os terroristas do ISIS são recebidos com amplo apoio popular nas áreas "libertadas":


 

O ISIS goza do apoio entusiástico das populações muçulmanas, que ajudam a conduzir os terroristas aos esconderijos dos "infiéis", para que possam ser exterminados.


- Ao contrário do que aos media esquerdistas/filo-muçulmanos propalam, a grande maioria da população islâmica global apoia o ISIS, a lei sharia e o Califado Global - com tudo o que isso implica para nós, os "infiéis", condenados ao massacre.  



Alguns dados sobre o apoio dos muçulmanos ao chamado terrorismo islâmico, que mais não é do que a essência do Islão, a Jihad, ou "guerra santa":

   

Como podemos constatar nesta imagem, os milhões de muçulmanos que aportam à Europa são claramente criancinhas, mulheres e velhinhos sírios.




Fique atento, porque em breve vamos mostrar muito mais. - Você já ouviu alguma condenação dos partidos de esquerda às atrocidades do ISIS ou de outros grupos islamistas? Nós não! Pelo contrário, temos ouvido rasgados louvores ao Hamas, Hezbollah, Fatah, aos que  têm como objectivo exterminar os judeus. 

  - Em Portugal temos até um partido político que apoia o ISIS, pela voz do seu secretário geral, o diabólico Arnaldo Matos:






O psicopata Arnaldo Matos (ao centro) aplaudiu o Massacre de Paris:  «Não são fanáticos: são franceses patriotas em luta contra o imperialismo francês», disse o monstro. 
Mas o MRPP foi mais longe e disse como entende a morte de uma centena de pessoas «que julgam ter o direito de se poderem divertir impunemente no Bataclan»: «atenção: não só não foi um massacre, como foi um acto legítimo de guerra».

Muito se devem divertir os bandidos do MRPP a verem os desgraçados acima a derreterem em ácido! A canalha hippie-halal do Louçã e outros bandalhos que tais, também devem gozar bastante, mas ainda não desenvolveram a frontalidade do Grande Educador da Classe Operária.



E não são presos, estes indivíduos! 
O estado a que isto chegou...

Irão quer destruir Israel em menos de 8 minutos. Obama apoia.


AMEAÇA IRANIANA: Irão adverte que pode destruir Israel em menos de 8 minutos
Um militar iraniano advertiu que o Irão está pronto para destruir a "entidade sionista" em oito minutos, se o aiatolá emitir a ordem.

Ahmad Karimpour, conselheiro sénior da unidade de elite militar do Irão, disse que a Guarda Revolucionária pode "apagar o regime sionista em menos de oito minutos", se o líder supremo Ali Khamenei (na imagem) der a ordem, segundo a agência semioficial de notícias Fars.

"Se as ordens líder supremo forem executadas com as capacidades e os equipamentos à nossa disposição, destruiremos o regime sionista em menos de oito minutos", disse  Karimpour.

Khamenei reiterou o seu objectivo de destruir o Estado de Israel, ao qual se refere como "a entidade sionista", e a República Islâmica tem vindo a aumentar a sua capacidade nuclear militar, apesar do acordo nuclear assinado com as seis potências mundiais, e pela administração Obama, no Verão passado.

No início deste mês, não pela primeira vez, o Irão testou um míssil balístico de alta precisão que pode atingir Israel.

O míssil supostamente tinha um alcance de 2.000 km e uma precisão máxima de oito metros, disse o vice-chefe do Estado Maior das Forças Armadas iranianas, brigadeiro-general Ali Abdollahi.

"Há duas semanas, testámos o lançamento de um míssil com um alcance de 2.000 quilómetros e uma margem de erro de oito metros", disse Abdollahi numa conferência científica em Teerão.

Também este mês, Ben Rhodes, assessor de política do presidente dos EUA, Barack Obama, vangloriou-se sobre como ele e sua equipa tinha manipulado o público com informações "enganosas ou falsas" para angariar apoio para o acordo nuclear de Julho do ano passado com o Irão.

Também foi revelado que o Fundo Ploughshares, um grupo próximo da Casa Branca, colaborou no acordo nuclear do Irão, dando centenas de milhares de dólares a organizações influentes, incluindo a J Street, e a proeminente meios de comunicação, a fim de 'vender' o acordo nuclear com Irão ao público.

Via UNITED WITH ISRAEL

 Clique e subscreva a newsletter em Espanhol:

http://unitedwithisrael.org/es/


 - O regime iraniano continua diariamente a emitir ameaças de destruição de Israel, dos Estados Unidos e de todo o Mundo Livre.

- O terrorista muçulmano queniano Barack Hussein Obama enganou o Mundo para poder assinar este acordo nuclear (pela sua vaidade, para servir o Islão, para ajudar a destruir Israel, por ambas as razões, ele lá saberá porquê).

- Os media, tão críticos de George Bush, nada dizem. Os comentadores louvam o terrorista Hussein Obama e tecem louvores à "moderação" do Irão. Eles lá saberão porquê.
 
TERRORISTA TRAIDOR - Barack Husein Obama, também conhecido como  Barry Soetoro, Bari Malik Shabazz, Harrison J. Bounel, etc.. Ninguém sabe onde nasceu, de onde veio, quem é realmente. Um aliado assumido da Irmandade Muçulmana, qu por diversas vezes jurou publicamente fidelidade ao Islão. Um cúmplice do genocídio dos cristãos. 


Veja mais sobre OBAMA e sobre o IRÃO.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Eagles of Death Metal - após a tragédia do Bataclan, a CENSURA...

NOTA PRÉVIA:

Bélgica - Muçulmanos dançaram para festejar massacre

O primeiro-ministro Charles Michel confirmou que houve muitas manifestações de apoio de muçulmanos aos ataques de Bruxelas.



Pode reler mais notas dobre os ataques em Bruxelas e o júbilo dos muçulmanos na nossa secção BÉLGICA

Já em França, o governo, eleito com o voto islâmico, foi mais lesto a CENSURAR a divulgação das mesmas manifestações. A narrativa oficial é sempre de que o terrorismo é cometido por "meia dúzia de doidos que não compreendem o Islão"

Agora é uma das vítimas do ataque ao Bataclan que está a ser CENSURADA em França:

OPINIÃO: Vítima do terrorismo islâmico está ser alvo da polícia do pensamento politicamente correcto
Jesse Hughes, músico de rock, líder dos Eagles of Death Metal, e vítima do terrorismo islâmico, está a ser alvo de cancelamentos em massa dos seus concertos. Tudo porque se atreveu a dizer que, na sua opinião, os empregados muçulmanos do Bataclan ajudaram no ataque que matou 90 pessoas.
A banda estava a actuar no teatro Bataclan, em Paris, durante o ataque terrorista, em Novembro passado - um dos três ataques simultâneos do Estado Islâmico (ISIS) na cidade, que matou 130 pessoas e causou centenas de feridos. Os Eagles of Death Metal passaram a ter os seus concertos cancelados depois de o seu líder ter relatado que viu muçulmanos a comemorarem o ataque.
Os Eagles of Death Metal foram alvo de boicote por parte de dois grandes festivais de rock em França, depois de o vocalista Jesse Hughes ter dito a uma revista norte-americana que acha que os empregados muçulmanos do Bataclan colaboraram no ataque.

"Eu vi os muçulmanos a celebrarem na rua durante o ataque. Eu vi com os meus próprios olhos. Em tempo real! Como é que eles sabiam o que estava a acontecer? Deve ter havido coordenação", disse Hughes em entrevista à Taki, uma revista de direita norte-americana.
"Por estarem em total desacordo com as alegações recentes de Jesse Hughes, em entrevista à Imprensa americana, os festivais Cabaret Vert e Rock en Seine decidiram cancelar a apresentação da banda", disseram os dois festivais num comunicado conjunto.

Uma mulher é evacuado do teatro Bataclan depois do ataque terrorista islâmico em Paris. (AP / Jerome Delay)

Não é razoável esperar que um homem que sobreviveu a um terrível ataque em que 90 pessoas foram mortas se abstenha de especular sobre a natureza do ataque que poderia tê-lo matado. (...)
Mesmo que os empregados muçulmanos do Bataclan tenham especificamente estado envolvidos no ataque, algo que nós não sugerimos que seja verdade, isso ainda não significa que todos os muçulmanos sejam terroristas, que o Islão seja uma religião do Mal ou quaisquer outras teorias anti-muçulmanas. Hughes alegar que eles podem ter estado envolvido, evidencia apenas que ele está a tentar deslindar o que aconteceu durante o seu espectáculo.

No entanto, as suas observações foram consideradas como estando além dos limites do discurso aceitável, o que resulta que seja tratado como um pária. A declaração emitida pelos festivais de rock não demonstra compreensão por Hughes, após a sua experiência traumática, poder pelo menos estar nervoso em relação aos muçulmanos e ao Islão, especialmente em relação aos muçulmanos que trabalham no Bataclan.
Pelo contrário, os festivais tentam silenciar todo o discurso sobre os acontecimentos em Novembro.

Mais de 800 pessoas foram mortas em ataques ISIS em 2015. O grupo terrorista lançou um novo vídeo de propaganda no último mês ameaçando atacar em Roma, Berlim e Londres, com força ainda maior do que usaram em Paris e Bruxelas.

Enquanto isso, uma das vítimas - um músico cujo concerto foi atacado - está a ser atacado novamente.

Se alguém tem o direito de falar abertamente sobre os seus medos em relação ao terrorismo islâmico, são as vítimas dos ataques terroristas. Silenciar e punir Jesse Hughes e outros por falarem sobre as suas experiências, em vez de mostrar compaixão e compreensão, só irá fomentar indignação e atiçar as chamas do ódio entre as comunidades.
Por The Clarion Project e United with Israel
Tradução nossa.
Leia também:
Muçulmanos no Califado do ISIS usam distintivo islâmico e conduzem os terroristas aos "infiéis" a massacrar.

Os pregadores do ódio islâmicos, que advogam publicamente a extinção dos "infiéis" (nós todos, os não muçulmanos), actuam livremente por toda a Europa, nomeadamente em França. As manifestações islamonazis estalam pelas ruas. com a Polícia a assistir. Mas qualquer observação que envolva muçulmanos e não esteja de acordo com a submissão tácita ao Islão, é punida. São so europeus que voluntariamente adoptam a lei islâmica sharia, boicotando a VERDADE sobre o Islão!


 

Nas ruas de França, campeia a Intifada. A Polícia tem ordens para ver e calar.

Recordamos, por exemplo:

Na manhã dos ataques terroristas em Bruxelas, Ivar Mol, professor belga, twitou: "Como é que uma pessoa pode continuar a ensinar, quando os alunos muçulmanos na nossa aula estão a festejar?". Em resposta, três polícias bateram-lhe à porta e pediram-lhe para "não para postar mais tweets  desse tipo."

Molenbeek: 90% dos estudantes consideram terroristas de Bruxelas e Paris como heróis


Os israelitas são diariamente atacados pelo Hamas, Fatah, Hezbollah e outros bandos, mas a opinião pública está contra as vítimas e a favor dos terroristas! Igualmente para não correr o risco de desagradar ao islamismo! Os amolecidos Ocidentais rendem-se voluntariamente!

Entrevista dos Eagles of Death Metal ao site filo-muçulmano VICE: