Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
Numa campanha publicitária que foi para o ar dois meses antes dos ataques terroristas de terça-feira, o Departamento de Turismo de Bruxelas ridicularizou a noção de que a cidade era violenta ou propensa à violência terrorista.
A cidade idealizou uma série de telefones para os quais as pessoas poderiam ligar, de todo o mundo, e falar com transeuntes de Bruxelas. "Você viu alguém com armas ou bombas?" - pergunta um estrangeiro.
A pessoa que atendeu o telefone ri: ""Não! Oh meu Deus, de forma alguma!".
- Esta campanha é bem o exemplo do estado de imbecilidade colectiva a que a Europa se permitiu chegar. Estamos a ser invadidos por terroristas islâmicos, mas o poder político e os media acreditam que poderão esconder indefinidamente essa realidade. Há anos que avisamos. Infelizmente, os FACTOS dão-nos razão.
Não são apenas os dois ministros que deveriam sair. Toda esta classe política deveria ter a decência de dar o lugar a quem ainda não perdeu o contacto com a realidade. Tal como a um inoperante Neville Chamberlain, que se submetia a Hitler, sucedeu um decidido Winston Churchill, que salvou o seu País e ajudou a salvar a Europa.
É que ESTAMOS EM GUERRA! E não podemos dar-nos ao luxo de manter imbecis no Poder.
38 mortos e 700 feridos. Ainda terão vontade de rir?
No Dia Nacional da Hungria (15 de Março), o Primeiro-Ministro húngaro, Viktor Orbán, fez um importante discurso em honra de independência do país em 1848:
00:05 O destino da nação húngara está agora ligado ao dos países europeus (...) 00:14 Hoje há pessoas, incluindo o povo da Hungria, que não podem ser livres se a Europa não o for. 00:22 E hoje a Europa está fraca, frágil e doente (...) 00:31 Hoje, 168 anos após as grandes guerras da independência dos povos europeus, 00:38 a Europa, a nossa Pátria comum, não é livre! 0:43 Senhoras e Senhores Deputados, a Europa já não é livre, porque só existe
liberdade quando se é livre para dizer a verdade. 00:51 Agora, hoje, na Europa, é proibido de dizer a verdade. 00:55 Mesmo feita de seda, uma mordaça é uma mordaça. 1:02 É proibido dizer que os refugiados não o são e que a Europa está ameaçada por essas migrações. 01:14 É proibido dizer que dezenas de milhões de pessoas estão a preparar-se para marchar sobre a Europa. 01:20 É proibido dizer que esta imigração semeia terror e crimes por todo o lado. 01:27 É proibido dizer que estas massas de homens estranhos à nossa Civilização 01:33 ameaçam nosso modo de vida, a nossa cultura, os nossos costumes e tradições cristãs. 01:40 É proibido salientar que aqueles que já cá estão 01:45 que construíram o seu próprio mundo paralelo 01:51 com as suas próprias leis e ideais, estão prestes a fazer explodir a estrutura milenar da Europa. 02:00 É proibido fazer notar que isto não é consequência inesperada e acidental de eventos fortuitos 2:07 mas sim uma operação planeada e orquestrada; uma invasão terrestre da Europa. 02:15 É proibido dizer que Bruxelas está a tentar pensar em modos 2:19 de encaminhar o mais rapidamente possível essas massas extra-europeias para as instalar no meio de nós, nas terras da Europa. 02:26 Deve-se notar que o objectivo desta colonização 02:30 é mudar para sempre a paisagem religiosa e cultural da Europa, e derrubar as suas bases étnicas 02:39 eliminando o Estado-nação, o último obstáculo ao internacionalismo. 02:46 É proibido dizer que Bruxelas devora secretamente 2:51 faixas da nossa soberania nacional, 02:55 e que os eurocratas estão a elaborar um projecto de estabelecimento de uns Estados Unidos da Europa, 3:01 sem que ninguém jamais lhes tenha dado permissão. 3:11 Senhoras e Senhores, 3:14 Os inimigos da liberdade, hoje, não têm nada a ver com Reis e Imperadores de outrora 03:19 ou até mesmo com os líderes da antiga União Soviética. 03:23 Eles usam outros meios para nos forçar a submeter-mo-nos. 03:27 Hoje eles não nos põem na prisão nem nos campos de concentração. 03:32 Eles não enviam os seus tanques nem ocupam países que não querem desistir da Liberdade. 03:39 Agora, tudo o que eles precisam é de usar a artilharia pesada de uma Imprensa internacional às suas ordens, com as suas denúncias, ameaças e
chantagem. 03:46 - Ou melhor, isso foi suficiente até agora. 03:51 Os povos da Europa estão gradualmente a acordar, estão a reagrupar-se 03:56 e em breve recuperarão terreno. 03:59 Os alicerces do edifício europeu que assenta na supressão da verdade estão a fender-se. 4:07 Os povos da Europa parecem ter finalmente entendido que o seu futuro está em jogo: 04:14 Não é apenas a nossa prosperidade, as nossas vidas confortáveis, os nossos empregos, que estão ameaçados 04:20 é também a nossa segurança e a disposição pacífica das nossas vidas. 4:25 Os povos da Europa acabaram por compreender que adormeceram no silêncio da abundância e da prosperidade 4:31 e que os princípios vitais em que a Europa foi fundada estão em perigo. 04:37 A Europa, é uma comunidade de nações livres, independentes e cristãs, onde existe igualdade entre homens e mulheres, 04:47 concorrência leal e solidariedade, orgulho e humildade, justiça e mansidão. 04:57 Desta vez, não sofremos o golpe de guerras e desastres naturais 05:08 que se abateram sobre nós de surpresa. 5:14 Estas migrações em massa assemelham-se à lenta erosão da orla costeira sob a acção persistente da água. 05:21 Esta invasão ostenta a máscara de uma causa humanitária, quando na verdade o seu objectivo é conquistar os nossos territórios. 05:28 Cada palmo da nossa terra de que eles se apossam, está perdido para nós. 05:33 Alguns activistas de direitos humanos, que têm apenas vãs palavras na boca, dão-nos palestras 05:41 lançam-nos acusações 05:44 dizem-nos hostis e xenófobos 05:48 mas a verdade é que a nossa nação sempre acolheu bem os forasteiros 05:54 e baseia-se na fusão de diferentes culturas. 05:59 Abrimos as nossas portas àqueles que vieram querendo ser novos membros da família, que vieram como aliados 06:03 abrimos as nossas portas a refugiados que temiam pelas suas vidas 06:07 e todos eles foram capazes de criar aqui uma nova casa. 06:13 Mas aqueles que vieram para aqui com a intenção de mudar a face da nossa nação, 06:18 de reformular a sua imagem, que vieram contra a nossa vontade e pela força das armas 6:25 esses têm enfrentado a nossa resistência. 6:35 Senhoras e Senhores, 06:38 No início, disseram-nos que seriam apenas algumas centenas de pessoas deslocadas, umas mil, ou duas mil 06:45 mas nenhum líder europeu responsável se atreveu a fazer-nos a promessa solene 06:50 de que aqueles dois mil não se transformariam em dezenas ou centenas de milhar de pessoas. 06:57 Se queremos parar esta invasão, devemos absolutamente limitar os poderes de Bruxelas. 07:04 O maior perigo que nos ameaça não é das massas que se amontoam às portas da Europa 07:11 mas sim Bruxelas e o seu compromisso fanático com o internacionalismo. 7:14 Não devemos aceitar que os eurocratas estejam acima da Lei. 07:21 Não aceitamos que nos forcem a aceitar os frutos amargos das suas políticas de imigração e do seu louco cosmopolitismo. 07:31 Não vamos aceitar que a Hungria importe o terrorismo, o
crime, a homofobia e o anti-semitismo que incendeia sinagogas. 07:40 Não haverá bairros nas nossas cidades que se considerem acima das nossas leis ou perturbem a ordem pública 07:46 Não haverá motins de populações imigrantes. As nossas mulheres e filhas não vão ser caçadas por grupos de estrangeiros. 07:56 Nós não vamos deixar ninguém ditar-nos o que devemos permitir no nosso solo, quem pode viver connosco 08:07 com quem partilhamos a nossa terra natal. 08:10 Nós sabemos como as coisas se passam: no início, deixamos que nos digam quem devemos aceitar 08:18 depois, passamos a ser estrangeiros no nosso próprio país. 08:24 no final eles vão dizer-nos para fazermos as malas e nós abandonaremos a terra dos nossos antepassados. 08:30 Por isso, rejeitamos o plano de realojamento forçado dos
refugiados e não vamos deixar-nos intimidar por chantagem ou
ameaças. 08:47 Chegou o momento de dar o alarme. Chegou o tempo da oposição e da resistência. 08:56 Chegou o momento de apelar aos nossos aliados. Chegou o momento de acenar a bandeira das nações que ainda se mantêm de pé. 09:05 Chegou o tempo de evitar a destruição da Europa e de salvar o seu futuro. 09:12 Para isso apelamos a todos os cidadãos húngaros a que se unam, independentemente da sua filiação política 09:21 Apelamos a todas as nações europeias a que se unam
9:25 Os líderes e os cidadãos europeus não devem viver em mundos separados. 09:32 Precisamos de restaurar a unidade da Europa. Nós, os povos da Europa 09:36 não podemos ser livres individualmente se não pudermos ser todos livres. 09:43 Espera-nos a vitória se juntarmos forças, mas se for cada qual por si, corremos para a nossa perda. 09:49 Unidos somos fortes. Desunidos, somos fracos. Ou saímos todos juntos ou não saímos de todo - não há outro caminho. 09:58 Húngaras, húngaros, 10:02 Em 1848, foi escrito no livro do destino que nada poderia ser feito contra o Império Habsburgo 10:14 Se tivéssemos ficado resignados com o decreto, o nosso destino teria sido selado, 10:19 As águas alemãs teriam engolido os húngaros. 10:24 Em 1956, foi escrito no livro do destino que o nosso destino era permanecermos um país ocupado e sovietizado 10:34 até que o último suspiro de patriotismo saísse do último dos húngaros. 10:39 Se tivéssemos ficado resignados com o decreto, o nosso destino teria sido selado 10:45 e as águas soviéticas teriam engolido os húngaros. 10:49 Hoje está escrito no livro do destino que as potências mundiais escondidas e sem rosto 10:55 vão eliminar tudo o que é único 10:59 autónomo, nacional e secular. 11:03 Eles vão misturar culturas, religiões e povos, até que a nossa 11:08 bela e orgulhosa Europa multifacetada não seja mais que uma sombra dócil e pálida. 11:16 Se nos resignarmos a este fim, o nosso destino será selado, 11:21 Seremos engolidos pela enorme barriga dos Estados Unidos da Europa.
11:28 A tarefa diante do povo húngaro, das nações da Europa Central 11:36 e de outros países europeus que ainda não perderam todo o senso-comum 11:41 é de desfazer o destino que nos reservaram, reescrevê-lo e transformá-lo. 11:47 Nós, húngaros e polacos, sabemos como fazê-lo. Fomos ensinados 11:52 que apenas aqueles que são corajosos o suficiente conseguem olhar o perigo no rosto. 11:59 Por isso, vão buscar a velha virtude da coragem ao lodo do esquecimento. 24:07 Precisamos redescobrir o velho ousadia. 12:12 Devemos responder com clareza, numa voz que todos devem ouvir 24:19 à questão mais importante que irá determinar o nosso destino: 12:25 a pergunta que vai decidir o futuro da Europa, a sua vitória ou a sua queda - aqui está: 00:29 "Deixar-nos-emos escravizar, ou seremos homens livres?" - Esta é a pergunta a que devemos responder! 24:34 De pé Hungria! De pé, húngaros!
Viktor Orbán, juntamente com políticos comoNigelFarage (Inglaterra), Geert Wilders (Holanda), Marine Le Pen (França), Donald Trump (Estados Unidos) são alguns dos políticos demonizados pelos media e pelo sistema vigente - porque dizem a verdade sobre o Islão.
A deputada socialista da União Europeia, a portuguesa Ana Gomes, tem-se feito notar pelos seus discursos furiosos no Parlamento Europeu, defendendo que a Europa precisa dos "migrantes" muçulmanos. Já anunciou que vai processar a própria União Europeia por esta pretender agora impor regras à invasão do nosso Continente! - ver EXPRESS.
"Em
resposta aos ataques terroristas desta manhã, em Bruxelas, um homem
Flamengo chamado Ivar Mol twittou aos seus colegas professores: 'Como é que uma pessoa pode continuar a ensinar, quando os muçulmanos na nossa aula estão a festejar?". Em resposta, três polícias bateram-lhe à porta e pediram-lhe para não para postar mais tweets desse tipo."
Leve alegria nesta festa de Purimàsvítimas israelitasdoTerror
Leve alegriaebênçãosàs famíliasisraelitasque sofrerama dor e o traumadeum ataque terrorista. O seu presente vaitocar-lhes o seu e tornar acelebraçãoainda mais especial!
Se não puder contribuir materialmente, envie os seus votos de solidariedade e as suas orações. Pelos mortos, pelos sobreviventes e pelas suas famílias.
Em Israel, as crianças nos infantários são alvo de bombardeamentos, de tiros de snipers e
dos terroristas que chegam pelos túneis subterrâneos. Neste vídeo, o
dia-a-dia das crianças israelitas alvejadas pelos terroristas de Gaza,
mais um território que o minúsculo Estado de Israel deu aos árabes em
troca da paz que eles não querem. De 1960 a 2004, 95% de todos os actos terroristas no mundo foram islâmicos.
Crianças da cidade de Sderot sob fogo terrorista. Isto o seu telejornal
não mostra. Só lhe mostra quando Israel, após muito sofrimento, vai de
peito aberto destruir os redutos dos terroristas, que por sua vez usam
as próprias crianças como escudos humanos.
Vivendo debaixo de fogo, todos os dias. Neste vídeo, imagens que os media não mostram: os terroristas explicam como, após lhes ter sido dada Gaza, usam o território como base para tomarem o que resta de Israel e destruírem todos os judeus. Falam do seu ódio irreprimível aos judeus e do desejo de os exterminarem.
Que outra democracia do Mundo permite mísseis disparados sobre as suas crianças? Para grande desgosto de alguns, já não morrem tantas crianças israelitas hoje em dia, porque Israel teve que apurar a sua capacidade de se defender. E são os israelitas que são acusados de matarem crianças!
Jerusalém debaixo de mais um ataque de mísseis. Mas a podre Imprensa afirma que é Israel que ataca os Árabes. E o Mundo acredita.
Mais um jovem judeu espancado e humilhado pelos Árabes na Cidade Velha de Jerusalém. É o trivial. Os judeus aprenderam a levar pancada, a serem atacados, espancados e assassinados, na sua própria Pátria, e a não responderem na mesma moeda.
Ahlam Tamimi, um demónio terrorista que Israel libertou, ri-se, deliciada, ao saber que matou mais 8 crianças israelitas do que julgava. Mas a Imprensa, a extrema-esquerda e os neo-nazis, dizem que é Israel que mata crianças.
Madame Clinton exige a continuação da invasão da Europa.
A senhora Clinton, o protótipo do político islamófilo actual, ficou em grandes cuidados com a sorte dos terroristas em fuga, e exigiu que as fronteiras da Europa não sejam fechadas à invasão islâmica.
"A Europa é o Câncer, O Islão é a Resposta" - eis o programa islâmico. Um dos assassinos em massa de ontem tinha estado 9 anos na prisão por ter alvejado um polícia, e não foi expulso!
Quando a flores, velas e artes gráficas, estamos servidos:
Os terroristas devem estar a tremer de medo!!! É altura de equipar as Forças Policiais com desenhos, flores e velas! Ataquemos as posições do ISIS com desenhos, flores e velas, que é para eles verem o que é bom!
Em total sintonia com o que ontem aqui escrevemos, o artigo de Robert Spencer, responsável pelo site Jihad Watch e incansável combatente contra a jihad global:
Vitimas dos ataques terroristas na Bélgica
É hora de votos de não-confiança. É hora de os governos da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, e outros mais, caírem. Não estou a falar de uma revolução violenta. Existem
mecanismos para a substituição pacífica dos governos na maioria dos
países europeus, quando o governo existente demonstra ser inadequado para a tarefa que tem em mãos. É hora de usar esses mecanismos. Os
governos existentes são responsáveis por políticas que transformaram a
Europa numa zona de guerra, e a guerra está apenas a começar. As elites políticas e mediáticas falharam, na Europa e no Mundo Livre, e puseram a Europa a caminho de uma guerra civil e derramamento de
sangue nunca visto no continente desde os tempos de Hitler.
Um novo Hitler está na Europa. Não é Donald Trump. Não é a "direita". O novo Hitler é muito parecido com o velho Hitler: ele odeia judeus. Ele tem desprezo pelo património histórico da civilização Ocidental. Ele gosta de governar com punho de ferro e subordinar qualquer outro poder à sua vontade. Ele respeita unicamente a força, e despreza a fraqueza. O novo Hitler não é apenas um homem, mas milhões - milhões de pessoas
que acreditam numa ideologia que ensina a guerra e a subjugação
dos povos livres sob seu calcanhar.
Historicamente,
a Europa viu a ameaça que os homens fiéis a essa ideologia punham, e derramou sangue para resistir ao seu avanço. Agora,
os filhos e herdeiros daqueles que deram as suas vidas para garantir que os
seus filhos e os filhos dos seus filhos viveriam livres, escancararam os
portões e convidaram aqueles que quiseram escravizá-los. Convidaram-nos para os seus países em grande número, e vilipendiaram e
ostracizaram qualquer um que ousasse observar as lições da História e o
conteúdo da ideologia dos invasores.
Esta manhã, como resultado dessas políticas, Bruxelas está mergulhada no caos e no luto, pelo sangue derramado nesta guerra. E haverá muito, muito mais disto.
É hora de correr com eles. Todos
eles: os multiculturalistas, os relativistas culturais, os
internacionalistas, as elites que trouxeram esta morte e
destruição sobre Bruxelas hoje, sobre Paris ontem, e sobre o resto da Europa
amanhã. A Europa, se quer sobreviver como uma casa de pessoas livres, deve modificar o seu sistema político e os seus media. Isso ainda pode ser feito de forma pacífica, e deve ser feito rapidamente. Se
a Europa quiser sobreviver como uma casa de pessoas livres, ele precisa de
governos que reconheçam que os "refugiados" que invadem os seus países
incluem um número incontável de assassinos jihadistas que pretendem
matar o seu povo e destruir as suas sociedades.
A ditadura do politicamente correcto: os políticos que temos jamais dirão a VERDADE sobre o Islão.
Precisamos de governantes que tenham a coragem para se levantar, parar este fluxo de refugiados, e revertê-lo. A Arábia Saudita tem dezenas de milhares de tendas com ar-condicionado para peregrinos, e não aceita nem um refugiado. Porquê? Porque eles constataram, muito correctamente, que há terroristas da jihad entre os refugiados.
A ARÁBIA SAUDITA PODE DEFENDER-SE E A EUROPA NÃO PODE?
A deputada socialista da União Europeia, a portuguesa Ana Gomes, tem-se feito notar pelos seus discursos furiosos no Parlamento Europeu, defendendo que a Europa precisa dos "migrantes" muçulmanos. Já anunciou que vai processar a própria União Europeia por esta pretender agora impor regras à invasão do nosso Continente! - ver EXPRESS.
Esta é uma guerra. É uma guerra pela sobrevivência. É uma guerra que irá determinar se a Europa (e a América do Norte não está muito atrás) vai viver em liberdade ou na escravidão. As actuais elites políticas e mediáticas europeias estão a promover a escravidão do seu povo. Devem ser profundamente repudiadas. Há muito está em jogo para que continuemos a tolerar a auto-ilusão e fantasia dessas elites. Aqueles que estão a lutar para sobreviver não se podem dar ao luxo de ser irrealistas sobre o que estão a enfrentar. Nos
Estados Unidos, também, precisamos de líderes que falem honestamente sobre a natureza e a magnitude da guerra em que estamos.
Certamente há algumas pessoas na Europa que são ambos capazes de liderar
e dispostas a dizer a verdade. É tempo para elas serem instaladas de forma pacífica no poder - antes que seja tarde demais, uma vez que muito em breve será.
2013
- Um jovem alemão disse que a polícia invadiu o seu apartamento, que
partilha com a sua namorada, para remover uma bandeira de Israel, a fim
de acalmar os manifestantes. "Por causa da fúria dos muçulmanos, a Polícia invadiu o nosso apartamento e retirou a bandeira de Israel", escreveu ele."A
justificação da Polícia foi de que pretendia acalmar a situação, porque
muitos manifestantes estavam à beira de invadir nossa casa":
"Antes de a Polícia chegar, atiraram bolas de neve, facas e pedras contra as nossas janelas e contra todo o edifício. Nós vínhamos a chegar do outro lado da rua e ficámos chocados ao ver um agente da Polícia entrar no nosso quarto e abrir a janela para chegar à bandeira. ... a Polícia concordou com as exigências do turba".
A multidão aplaudiu efusivamente quando a bandeira israelita foi retirada.
A rede de satélite em língua árabe Al Jazeera relatou que muitos dos manifestantes eram da comunidade turca. Foi a Alemanha que também disse "Nunca mais"???...
Uma de muitas compilações em vídeo da invasão muçulmana da Europa (é natural que entretanto deixe de estar visível, pois o Islão não suporta a verdade e retira tudo quanto pode):
- As pedradas contra a Polícia já tinham começado, como primeira represália pela prisão do terrorista do Massacre de Paris. Os islamistas acharam-se no direito de assassinar pessoas inocentes em Paris, por serem "infiéis". Agora acharam-se no direito de "vingar" a prisão do irmão de crença Abdeslam. E achar-se-ão sempre no direito de se "vingarem" de todas as medidas anti-terroristas dos Governos "infiéis".
- Os governantes debitam as banalidades proverbiais em conferências de Imprensa, asseguram que estão de coração partido, mas são eles que asseguram incessantemente que o Islão é pacífico, e que apelidam de "racista" quem lhes mostre a evidência em contrário (VER POST ANTERIOR).
- Foram estes governantes que encorajaram a entrada de "migrantes" como os que fizeram o Massacre de Paris, o de hoje na Bélgica, e tantos outros ataques jihadistas que têm fustigado o Velho Continente. E mais se seguirão. A Europa está em guerra. Mas não sabe.
- O meu hippienazi preferido vai ler este post, abanar a cabeça, lamentar mais uma vez que eu tenha "enlouquecido", proclamar que eu (!!!) estou "cheio de ódio" e bombardear-me com emailes com citações pacifistas do Ghandi e apelos a "amar os nossos irmãos muçulmanos". Também já deve estar a preparar mais um dos seus lendários artigos de apologética islâmica, que proclamam que as "Cruzadas" é que foram más.
- Imagens acabadas de chegar da Bélgica - eis o resultado da política de fronteiras abertas aos terroristas:
- Os políticos, os jornalistas, os comentadores, ninguém se atreve a usar a palavra proibida, a que motivou mais esta tragédia: ISLÃO!
- O CORREIO DA MANHÃ já deve estar a preparar mais outro artigo sobre "os refugiados mais sexy". Talvez sobre "os bombistas suicidas mais sexy", para variar um bocadinho...
- Os amolecidos europeus, atarantados por décadas de doutrinação no Marxismo Cultural, já estão a substituir as bandeiras francesas por bandeiras belgas nos seus perfis de Facebook. Seguir-se-á o habitual concurso de artes gráficas. Já tivemos o "Je Suis Charlie!" e este da Torre Eiffel:
Pode ser uma oportunidade de algum jovem desempregado com licenciatura em Artes arranjar um empregozito mal pago. A Europa está em crise profunda, mas abre as portas e trata principescamente falsos migrantes com os bolsos a abarrotar de dinheiro. No meio deles chegam terroristas. Os verdadeiros refugiados não chegam cá.
- O senhor Angel Lee, um francês de origem asiática, que dizia ao filho pequenino que o terrorismo se combatia com velas e flores, deve estar em palpos de aranha para se justificar perante o seu sensato rebento:
- Os hipócritas blasèe (que jamais lamentaram um atentado islamista em África) já gozam por antecipação o prazer de chamar hipócritas aos que porão a bandeira da Bélgica no perfil "porque não puseram a bandeira da Nigéria, da Somália ou do Mali".
- Os idiotas profissionais estão em cuidados: os muçulmanos vão ficar com "má imagem" após mais este massacre! É o principal problema deles. As vítimas e as suas famílias? Bah!...
- A Ministra hippie extrema-esquerdista da Suécia, a que ri da Jihad Sexual, já deve estar a preparar a sua declaração a culpar Israel por mais este ataque igual ao que os israelitas sofrem constantemente.
- Os "palestinos" e o mundo islâmico em geral, já devem estar a celebrar efusivamente mais esta vitória sobre os "infiéis":
- Os neo-nazis e os islamistas já estão a escrevinhar as suas habituais teorias de que:
a) Não aconteceu nada, foi tudo uma encenação à Hollywood, com hologramas.
b) Os autores dos ataques foram os serviços secretos belgas, a CIA e a Mossad.
c) Ainda que as teorias se anulem mutuamente, a culpa é dos judeus.
- O Camarada Arnaldo Matos, Grande Educador da Classe Operária, deve estar prestes a emitir mais um comunicado a saudar mais esta "acção heróica por parte dos patriotas belgas contra o Imperialismo":
No nosso post original sobre as declarações do senhor Ahmed, alguns vídeos já foram censurados pelo lóbi islamista, mas ainda se encontra na Internet este vídeo, deste digno holandês, muçulmano e de origem Árabe, em directo na TV nacional, a mandar os bárbaros para onde vieram:
Os autores do Massacre de Paris declararam que o fizeram como punição aos "infiéis" por estes estarem a participar numa "festa indecente" (um vulgar espectáculo de rock'n'roll no Bataclan), a beberem bebidas alcoólicas nos bares e a assistirem a um jogo defutebol (que também é contra Alá).
Se não gostam de música, de cerveja , de bola e de infiéis, DESAPAREÇAM!!! E se não quiserem desaparecer, demos-lhe um empurrãozinho! Pelo voto, pela opinião - não pela violência ou pela vingança! Não somos da mesma laia dos terroristas! É urgente fazermos sentir aos nossos políticos que não queremos que a Civilização Ocidental se dissolva no caos e na barbárie. Se isto continua, é inevitável que surjam milícias, desordem social e guerra civil. E isso não queremos!
Enquanto o Mundo Livre (incluindo Israel), não perceber que o Islão lhe move uma guerra permanente desde há 1.400 anos, e não seguir os conselhos do senhor Ahmed, continuaremos em guerra diária.
- A nossa sentida homenagem às vítimas de mais esta tragédia e aos familiares. As nossas orações estão convosco. A vossa dor é a nossa dor.
Já que os órgãos de Informação não informam, e escamoteiam a realidade, tentaremos ir dando o nosso contributo para vos mostrarmos o que eles escondem.