Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
Enquanto negoceia com o Ocidente, o Irão apela à sua morte e ruína
A liderança do Irão assinalou mais um
aniversário da sua revolução islâmica com os habituais gritos de "Morte à América e a Israel!". Muitos ocidentais acreditam que, oferecendo ao regime terrorista do Irão o direito de produzir bombas atómicas, este vai "apenas" varrer Israel do mapa. Não se iludam, românticos: a seguir a Israel seremos nós.
O presidente Rouhani - que o Ocidente considera um "moderado" - em Teerão, promete à multidão a destruição do Ocidente infiel. (Foto: PressTV)
Na quarta-feira, o Irão assinalou o 36º aniversário da sua Revolução Islâmica de
1979, com comícios maciços em que os participantes cantaram slogans anti-EUA e
anti-Israel, apelando à sua queda, relata a Associated Press.
Milhões reuniram-se em Teerão, capital do Irão, e em outras cidades, sob o lema "Abaixo a América" e "Morte a Israel", que foi ouvido em todo o país. A televisão estatal deu grande destaque aos eventos, transmitindo imagens dos comícios.
As negociações entre o Irão e os EUA em matéria de aspirações nucleares do Irão também
foram destaque nos eventos.
O presidente iraniano, Hassan Rouhani, dirigindo-se a uma multidão de milhares
de pessoas na Praça Azadi (Liberdade) de Teerão, e comprometeu-se a "não
poupar esforços" para proteger os "direitos assumidos da República Islâmica
ao poder nuclear" nas negociações com os países do grupo P5 + 1.
As paredes da Embaixada dos Estados Unidos no Irãoreflectem o ódio do regime ao Ocidente (Foto: arstechnica.com)
"As sanções não forçaram o Irão a entrar nas negociações", gabou-se Rouhani.
"A inutilidade das pressões sobre o Irão e os significativos
avanços no programa nuclear pacífico do Irão, obrigaram os Estados Unidos a vir para a
mesa das negociações. O Irão busca um sucesso em todaa linha nas negociações
nucleares com as potências mundiais" - disse Rouhani.
Tayyebeh Ahmadi, uma mulher que participou nas comemorações, disse à AP que as
conversações nucleares a inspiraram a participar: "Este ano, temos que comemorar ainda mais, por causa das negociações
nucleares em curso, para fazer a América entender que não pode alcançar os seus
objectivos nestas negociações."
Nos últimos anos, o Irã tem usado o aniversário da Revolução Islâmica para se
manifestar contra o Ocidente, enfatizando as sanções que este impôs ao Irão para fazer avançar o seu programa nuclear em rápido desenvolvimento, que o Ocidente suspeita
que está a ser usado para construir armas nucleares.
Está a fazer um ano que a TV do Irão incendiava os ânimos da população com a antevisão da destruição nuclear de Israel.
Estas comemorações referem-se ao 11 de fevereiro de 1979, quando os seguidores
do aiatolá Ruhollah Khomeini derrubaram o Xá Reza Pahlavi, apoiado pelos EUA. Pahlavi
foi colocado no poder pelos EUA, e depois de muitos anos de domínio tirânico foi
deposto num levantamento popular.
Dentro das nossas limitadas possibilidades, temos acompanhado a situação no Irão e o crescendo de ódio do seu regime contra o Ocidente - a começar pelo seu minúsculo vizinho israelita. Veja etiqueta IRÃO.
Localizada no norte do Neguev, perto da Faixa deGaza, fica a florestaShokeda. No final do Inverno, a floresta começa a florescer, com renovadavida e beleza.
Nestenovo vídeo, AmirAloni captoua beleza desta floresta-jardim, situada a norte do deserto do Negev e perto da Faixa de Gaza.
Se nos lembrarmos de que toda a Terra de Israel estava em estado desértico quando os judeus regressaram para reconstruir o seu Estado, este vídeotorna-seainda mais especial.
Agora, aTerra de Israelé um oásisno Médio Oriente.
E por falar em fantasia (ver post anterior) ainda noutro dia, um nazi semi-envergonhado nosso conhecido, andava todo entretido por aí a espalhar a brilhante teoria de que os ataques de Paris contra o Charlie Hebdo (parte das vítimas foram judeus) e contra a mercearia judaica (todas as vítimas foram judeus), tinham sido obra de... Israel!
Com a sua fúria tão característica quando se lhe toca no seu amado Islão ou no seu amado Nazismo, o nazi aveludado vociferava também que lamentar as vítimas dos ataques de Paris é "hipocrisia". E porquê? Porque - dizia ele - o Boko-Haram mata mais gente e não é tão falado.
Ora o indivíduo em questão costuma ter desses ataques de fúria quando se mostra as matanças do Boko-Haram! E quaisquer outras cometidas em nome do Islão. Porque mostrar a realidade"pode despertar o ódio", segundo a brilhante cabeça.
«É preocupante a complacência ocidental, politicamente correcta e boazinha, para com a barbárie e o terrorismo islâmico que invadem a nossa Sociedade. Noutro dia, alguém me chamou a atenção para que este blog «pode despertar o ódio».
Repare-se na inversão de valores! Estas pessoas matam, torturam,
violam, mutilam, perseguem, e está tudo bem. Devemos é ficar caladinhos,
para não «despertar o ódio». Para chegar a tal conclusão, o meu amigo que assim falou, baseou-se em 10 segundos aqui no blog, e na sua firme intenção de «não querer saber nada acerca do Islão, pois é tema que não lhe interessa».
Pessoa de elevadíssimos padrões morais (sem ironia), perguntou-me: «Mas tu queres salvar o mundo?!...».
Tem filhos, e quer o melhor para eles. Pensará nos filhos e nas filhas
dos outros, que aqui no Mundo Livre, como lá na barbárie islamista,
sofrem atrocidades? Ainda era capaz de ter ficado chateado comigo se o
tivesse mandado bardamerda.»
Há pessoas que podem estar a ver um cão, mas afirmam que é um gato, desde que a Imprensa lhes diga que assim é. Quem diz a Imprensa, diz a ideologia ou o preconceito.
Há dois anos, a organização terrorista Irmandade Muçulmana espalhava o terror no Egipto, com o apoio da administração Obama (aliás recheada de membros desse sinistro gangue). Acompanhámos quanto pudemos todo esse horror. O resultado está na nossa secção EGIPTO.
A Irmandade Muçulmana, com o apoio dos seus aliados terroristas do Hamas, queimou igrejas, assassinou cristãos (os bodes expiatórios da revolta popular) e opositores muçulmanos, raptou crianças cristãs, raparigas cristãs eram violadas e torturadas (publicámos os vídeos), os muçulmanos moderados eram atirados do alto dos edifícios (idem), e até os próprios partidários dos terroristas eram abatidos pelos seus correlegionários durante os confrontos com as forças da Ordem, para culpar estas últimas (ibidem).
A Imprensa Ocidental (com destaque em Portugal para o famigerado órgão de propaganda islamista Al-Público), gastou hectolitros de lixívia para branquear toda a sujidade da Irmandade.
Este é um dos vídeos que na altura demos a conhecer, em que se pode ver as técnicas de propaganda levadas pelos terroristas do Hamas para o Egipto. A Imprensa internacional, quase toda antissemita pró-islamista (como esta "coisa"), colabora na farsa, como podeis ver:
O gaio-comum (Garrulus glandarius) é uma ave da família Corvidae. Pode ser encontrado numa vasta área que vai desde a Europa Ocidental até ao noroeste africano, passando por toda a Ásia continental e sudoeste asiático. Gaiatoquer dizer ladino, alegre, esperto.
Ricardo Gaio Alves é professor na Universidade Lusófona, ativista político do LIVRE e difamador de Israel. O Charlie Hebdo pode ser, e é, vendido em Israel. Link para a notícia do Haaretz: http://www.haaretz.com/news/national/1.640958
O "Livre" é um partido de extrema-esquerda. E o Gaio também, naturalmente. Ou não fosse o gajo modernaço e politicamente correcto que é.
O
Ensino Superior está de há muito colonizado pela extrema esquerda. E é assim, com mestres deste calibre, que a extrema-esquerda vai formatando as
novas gerações e lançando as bases dos "amanhãs
que cantam" - e que passam necessariamente pela terraplanagem da
Democracia.
Odeiam Israel, naturalmente. Porque apoiam tudo quanto seja a
destruição da Democracia e da Liberdade:
Se Israel vende o Charlie nas livrarias, os Gaios dirão que está a "provocar". Se não vende, é porque "não é uma democracia". Preso por vender
e por não vender Charlie, portanto!
O dilema que se põe em Israel é precisamente o que todo o Mundo Livre enfrenta: liberdade de expressão versus terrorismo islâmico.
Como sociedade LIVRE que é (ao contrário de TODOS os países comunistas e islâmicos, que os Gaios apoiam), a questão discutiu-se.
Ora aqui vai um cacharolete de boas notícias de Israel:
Ainda se lembram do detective de ficção Dick Tracy e do seu relógio-TV-rádio? A companhia israelita Glide inventou um sistema de envio de mensagens em vídeo a partir de um relógio de pulso. Onde irá parar o progresso?...
ELEFANTE VERDE
Em Tel Aviv a estação central de autocarros é possivelmente o edifício mais detestado da cidade, de tão feio. Vulgarmente conhecido como "O Elefante", a sua demolição foi muitas vezes considerada, mas posta de parte, pelos prejuízos financeiros e ambientais que provocaria.
Com um tráfego diário de mais de 70 000 pessoas e 5000 autocarros, o edifício tem 15 entradas,quatrosinagogas,três igrejas, uma loja de animais,um estúdio de tatuagens, uma bibliotecaYiddish, umaorganização de defesados refugiados,sex shops, lojasde artigos judaicos, uma discotecada moda, um supermercado, duas clínicas, espaço para1.400lojas, um cinema (que não está a funcionar actualmente), galerias de arte, e... um abrigo antibomba atómica. Mais israelita não podia ser!
A fealdade do edifício nunca impediu que os jovens o usassem para praticar break-dance
O colectivo Onyaresolveu dar-lhe uma feição nova.Onde "cresciam"graffiti, crescem agoraalfaces, morangos, e outras plantas, iluminadas por luzes led e regadas com sistema gota a gota.
Nesta biblioteca pública - que funciona num sistema de confiança entre a instituição e os leitores - o verde já é visível.
A visão dos criadores é esta.
MAIS COMIDA COM MENOS ÁGUA
A Netafim foi fundada em 1965 e tem como lema produzir mais com menos gasto de água.
A companhia de águaisraelita Netafim, presente em vários países - nomeadamente Brasil e Portugal -foiseleccionada paraparticipar num projecto demicro-irrigação, no valor de 60 milhões dólares, no estado indianodeKarnataka.O projectovai abranger12 milhectares, ajudar6.700agricultoresem22 aldeias, aumentar a produção agrícolaeeconomizar 50por cento do consumo de água.
É assim - com esforço intelectual e físico - que Israel converte o deserto em horta, celeiro, pomar e jardim. Alguns "intelectuais de esquerda" afirmam estupidamente que Israel "rouba a água aos árabes".
A Netafim trabalha assim:
Três singelas boas notícias deste mês, de Israel. O incansável Michael Ordman tem mais, no seu arquivo. Quem nos dera dar muitas, muitas mais boas notícias de Israel.
Tu B'Shvat é uma festa hebraica que comemora os frutos da terra. Celebra-se hoje.
Esta festa deve o seu nome aodia em que se celebra, o 15º dia domês hebraico deShvat-Tu B'Shvaté considerado o "Ano Novo"das árvores - Rosh Hashaná La'ilanot,. É nesta épocaem que as árvoresem Israel começam a florescer.
Os povos Antigos adoravam a Natureza. Os Judeus inovaram, adorando o Criador através da Sua obra.
Os Judeus estão entre os primeiros ecologistas da História. Nas Escrituras encontramos diversos exemplos de amor à Natureza.
A Torá (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento), em Deuteronómio. 8:8, celebra as chamadas sete espécies: Trigo, Cevada, Videira, Figueira (Ficus carica), Romã, Oliveira, Tamareira.
As sete espécies
A cultura hebraica, desde as suas origens, celebra o amor pela Terra, e é conhecida a propensão dos judeus para a agricultura - basta que se veja como em poucos anos, após a Restauração da Independência, transformaram vastas regiões desérticas de Israel em terrenos produtivos, que alimentam a população nacional e ainda são exportados. Notável, para mais, num pequeníssimo país, cuja agricultura depende da água das chuvas.
Judeus e amigos de Israel celebram neste dia o seu amor pela Terra Santa e o desejo de voltar ou visitar Israel, através do Tu B'ShvatSeder, a ceia em que se apreciam os frutos novos.
É uma refeição e um convívio muito livre e criativo, que não segue um ritual específico. Decora-se a mesa com flores, canta-se, lê-se passagens da Torá, e... come-se!
Mas a descontracção não significa que a festividade tenha menos profundidade espiritual. Os judeus entendem a Natureza como manifestação da perfeição Divina, e, ao comerem, rendem-lhE homenagem e gratidão.
Na cultura judaica, o simbolismo é omnipresente, e assim, a árvore reflecte a vida e a evolução do ser humano. Como as árvores, também os homens devem crescer e dar frutos. Bons frutos.
Esta época do ano, em que em Israel as árvores acordam e retiram da terra os seus nutrientes, é também um lembrete para a conveniência de os homens se renovarem e se alimentarem dos bons nutrientes espirituais.
Também as partes da árvore têm as suas analogias: a raiz representa a ligação à Fé; o tronco representa o estudo da Torá e o cumprimento dos Mandamentos; e os frutos representam naturalmente os resultados atingidos, que se pretende sejam agradáveis e bons. Assim como as árvores de Israel dependem da chuva, também os judeus entendem que o Homem precisa de Deus para viver.
Seja o caro leitor judeu ou não, religioso ou não, cremos que vale a pena reflectir nesta tradição tão inspiradora.
Judeus longe de Israel, celebram esta festa:
(Se isto não é muito mais bonito do que andar a atirar bombas aos vizinhos, vou ali e já venho! Se os fachas de Gaza & Companhia experimentassem pegar numa enxada, talvez largassem a porcaria dos mísseis. Digo eu...).
Um leitor perguntou-nos o que tem a ver com Israel o post de ontem, sobre o Quintino Aires, afectuosamente apelidado por nós de Cabeça de Abóbora. Pois assim directamente directamente, não tem nada a ver. Mas o amigo está ver aqueles jornais que só falam de futebol, A BOLA, o Record e O Jogo?
Já reparou que todos eles têm, no fundo da página, uma tirinha
com outras notícias do Mundo? E que também têm umas moças em
trajes menores para alegrar a vista, e uns cartunezinhos para dispor
bem? Ora aqui o nosso humilde blog também sai do seu foco principal de
vez em quando. Porque a gente também precisa de rir um bocado. Infelizmente, acabamos a chorar.
RIR
Raquel Bulha e Quintino Aires (de gravata-bacalhau)
Retomando o fio da meada: contei-vos da minha surpresa quando
deparei com o tal Quintino Aires na Televisão, a mandar os pais verem pornografia com os
filhos de tenra idade.
O sinistro indivíduo, para meu espanto, não era comediante, mas psicólogo! Épsicólogo! Não ANDA no psicólogo!Mas precisava.
E não só é psicólogo como tem antena aberta para o Mundo na "Hora do Sexo" da Antena 3 (onde casualmente o ouvi), no "Consultório de Afecto" na revista Flash,
no "Consultório de Sexo" na revista TVmais e na revista Telenovelas. Na Televisão, está no ""Você na TV" da TVI, com a rubrica "Você Vê, Eu Explico", e nos programas "Fátima Lopes" (SIC), "Especial Informação" (TVI), "Elas
em Marte" (SICMulher), "Você na TV" (TVI), "6teen" (SICMulher), "Prova de Amor" (RTP)
e "Contacto" (SIC). Pelo menos!!!
Daquela inacreditável cabeça de abóbora (sem ofensa), daqueles beiços de lambão, daquela invulgar criatura que se repoltreia, contente de si mesma, saem pérolas como as que ontem vos mostrei, e muitas outras, com a chancela da sua autoridade de psicólogo (ainda que a contas com a respectiva Ordem). Como estas, que pode apreciar ampliando a imagem:
Transcrevemos:
"Tinha muito medo de morrer sem fazer
sexo. Quando ia a funerais, pensava se o morto teria ficado virgem."
Precisa de psicólogo, ai isso precisa...
"(...) como sou sensível aos cheiros nunca
irei fazer nada com defecação."
E por uma questão de higiene, se calhar também é melhor...
"Tenho curiosidade em experimentar sexo
com animais."
Leu bem. O psicólogo mais mediático de Portugal e arredores, aprova a zoofilia! E quer praticá-la, a crer na entrevista. Agora imagine-se o impacto que declarações destas têm nas pessoas de cabecinha fraca, para quem tudo o que aparece na TV e nas revistas é uma Escritura.
No meu grupo de amigos e conhecidos tenho um belo ramalhete de raparigas e senhoras que "andam a tratar-se com o Dr. Quintino Aires".Elas dos desgostos de amor e os filhos por via de serem muito mimados e mal educados (ou hiperactivos, como se diz agora).
É claro que nenhuma delas viu, em pessoa, o excelso Dr. Quintino. Vão só às clínicas.
Mas... será que a revista reproduziu com exactidão as palavras do psicólogo? As revistas às vezes inventam. Pode ter sido o caso, mas temos aqui o putativo zoófilo no programa do Fernando Alvim a gabar as virtudes de tal aberração, perdão, de tal prática sexual:
E está assim resolvido o enigma da semana, que vos propusemos no final do post de ontem. Mas só parcialmente. Porque resta saber que animal o Quintino prefere. Ou se tanto é capaz de despachar uma elefanta como uma jibóia, uma girafa como uma mosca da fruta.
Talvez seja mais prosaico na sua sede de aventura e se fique pacatamente pelas vaquinhas, pelas cadelinhas ou pelas ovelhinhas. O trivial.
CHORAR
Uma palavra final para o leitor:Este é um exemplo acabado daquilo a que se costuma chamar o marxismo cultural. O ideário marxista, totalitário e tirânico por natureza, só episodicamente vingou no Mundo Livre (vide o Nazismo na Alemanha e o Comunismo na Europa de Leste).
No Mundo Não Livre, o Marxismo impõem-se pela metralhadora, pela tortura, pelas execuções em massa. No Mundo Livre, o Marxismo impregna a Academia (viu o post recente sobre a divindade comunista Boaventura Sousa Santos, por exemplo?). No Mundo Livre, o Marxismo impregna a Imprensa. No Mundo Livre, o Marxismo apoia tudo quanto possa minar os alicerces da nossa Civilização. Repare no contrassenso: Os nossos "intelectuais de esquerda" (a Esquerda tem o monopólio do Pensamento e da Moral, aliás), a nossa Academia e a nossa Imprensa, apoiam entusiasticamente os regimes comunistas, como a Coreia do Norte, onde o senhor que manda lá ordenou a execução da ex-namorada por esta ter vestido calções. Apoiam fervorosamente os regimes islamistas, onde as pessoas homossexuais são enforcadas ou defenestradas. Mas aqui, no Mundo Livre, alinham ao lado de tudo quanto seja contrário ao mais elementar bom-senso. O objectivo é arrasar por completo os nossos valores mais essenciais, terraplanar a nossa Civilização, para erguer, do zero, a Utopia comunista.
No campo da moral sexual, tudo quanto sejam valores de decência (o próprio termo, "decência", já tem conotação negativa, repare), é pejorativamente apelidado de herdeiro da "tradição judaico-cristã". Instados a dar exemplos de "tradições" mais permissivas, os sábios revolucionários ficam embaraçados. Não lhes vem nada à mente, assim de repente.
Os mais jovens são naturalmente os mais manipuláveis (Lenine já o dizia). Os líderes de amanhã (de hoje?) são formados nesta autêntica inversão de valores.
O fruto desta mentalidade, os garotos criados à sombra das teorias dos Quintinos de cá e de Além-Mar, é o que esta foto documenta: um "evento cultural" realizado num campus universitário e aplaudido pelos professores de esquerda, que consistiu em drogas,
orgias sexuais, vaginas costuradas, bandeiras do Brasil enfiadas nos
orifícios corporais, mutilação, rituais satânicos que envolveram a profanação de restos humanos, e proclamações feministas.
Aconselhamos vivamente a leitura ou releitura do post que conta este evento em mais pormenor:
Não perca sobretudo as declarações finais do Grande Maurício, que são em si mesmas todo um épico revolucionário, todo um programa social e toda uma filosofia.
Ia de carro, como de costume tentando sintonizar algum posto de rádio que não debitasse música liofilizada para adolescentes, ou a inenarrável "nova música portuguesa". Numa estação qualquer estava gente a falar, pelo menos.
Um indivíduo, com uma voz entre o esganiçado e a cana rachada, disparatava como se não houvesse amanhã, num amalucado papel de Palhaço Pobre, e uma tal Raquel Bulha, fazia o correspondente papel de Palhaço Rico, um bocadinho mais sóbrio. O tema era sexo, e a "ideia" era que que vale tudo, tudo é normal, felatio para aqui, cunnilingus para acolá, vamos a isto que é uma pressa, numa indigesta salada de tomates, pepinos e grelos, regada com abundantes quantidades de maionese e servida pelas 5 da tarde.
Achei um humor um bocado estranho, uma coisa talvez escrita e interpretada pelo grupo cómico da Palmilha Dentada. Ou uma nova aventura radiofónica experimental do Nuno Markl. Passados uns tempos, a tal voz esganiçada de cana rachada
apareceu-me em casa, via TV, num programa da manhã. Era um tipo com
cabeça de abóbora (sem ofensa), que debitava as mesmas absurdidades.
Depressa constatei que o indivíduo era o mesmo, que se chama Quintino Aires, e que tem cabeça de abóbora de Halloween - daquelas que foram esvaziadas de miolo!
UM SERÃO IDEAL
A peça que a seguir reproduzo é uma das intervenções de Quintino Aires no programa da manhã da TVI. Perante uma plateia global, a estação de TV e o Cabeça de Abóboraexploram a inocência e a dignidade de um grupo de crianças, sujeitando-as a um interrogatório vergonhoso, e fazendo-as passar por mentirosas ou por anormais caso ainda não tenham visto pornografia.
Uma mãe modernaça, já devidamente doutrinada nestas "teorias", é incitada pela apresentadora a admitir que é capaz de ver pornografia com as filhas. E ai dela que não admitisse, que levava logo ali roda de retrógrada, quiçá de Salazarista...
O Cabeça de Abóbora apoia, claro! É para isso que ele lá está.
Um serão ideal, portanto: a mãe, o pai, e a filharada, todos juntos, a verem a Garganta Funda, e a "usarem as palavras próprias"!
Quintino é hoje a referência nacional em sexualidade. O bom do Júlio Machado Vaz não dá audiências.
- Aqui há tempos um jovem extrema-esquerdista escreveu-nos a dizer que aqui neste blog somos "uns estúpidos que só falam em coisas que não têm nada a ver umas com as outras". Olhe que não é tanto assim, caro amigo. O meu amigo é que, por obra dos quintinos da vida, não sabe ligar os pontos. Deixo-lhe aqui uma pista. Ligue os pontos e espere pelo próximo post:
Enigma da Semana: Quem está na imagem com Quintino Aires?
Esta foto correu a Imprensa mundial esta semana. Vimo-la em diversos jornais nacionais e estrangeiros, com legendas mais ou menos enganosas, como de costume. Nos piores casos, pôde ler-se que, em Gaza, o Hamas arma as crianças "para fazerem face a qualquer ataque de Israel".
Na realidade, é uma foto de uma cerimónia de graduação do grupo terrorista Hamas,
que domina a faixa de Gaza com mão de ferro, e onde as crianças não têm
direitos. Não têm o direito de crescer em paz, de brincar e de
aprender. A "escola" que o Hamas lhes ministra desde tenra
idade (na realidade já nascem terroristas, por vontade dos pais), é o
fanatismo religioso, ódio, o terrorismo e o bombismo suicida.
Em Gaza, o território com mais bilionários por metro quadrado do mundo, os cidadãos vivem na miséria e as crianças são usadas como terroristas e bombistas suicidas:
O MUNDO AO CONTRÁRIO
Crianças de Gaza: o único "produto" que Gaza exporta são crianças bombistas suicidas.
Crianças de Israel: no funeral dos três jovens israelitas Eyal, Gilad e Naftali, raptados e queimados vivos por terroristas islâmicos.
Onde estão os defensores dos direitos das crianças? Onde está a Unicef?
São anos seguidos de lavagens ao cérebro e de doutrinação na ideia fixa de aniquilar os infiéis, começando pelos judeus, naturalmente. Na nossa etiqueta HAMAS temos falado deste bando terrorista multimilionário, que, para além de ter parte de leão na exploração petrolífera do Médio Oriente, é financiado directamente pelos maiores potentados petrolíferos da região, pelos Estados Unidos e pela União Europeia.
Twitter de um dos braços do bando terrorista Hamas, as brigadas suicidas Al-Aqsa: "Assim brincam as nossas crianças. Elas amam a shahada, o 'martírio'".
No pequeno território que Israel deu de mão beijada aos Árabes,
equipado com tudo o necessário para ser uma Malásia do Médio Oriente,
tudo o que foi penosamente erguido pelas mãos dos israelitas foi
reduzido a cacos em menos de 24 horas. A partir daí, o território tem-se
dedicado a receber milhões de dólares, prontamente convertidos em armas
e munições com que o Hamas ataca Israel diariamente.
Lista de reprodução da Honest Reporting, que começa com a recolha de propaganda de terrorismo contra os judeus, conhecidos no Islão como "macacos" e "porcos":
A estratégia do Hamas numa imagem: Durante uma operação de
bombardeamento contra Israel, um terrorista pendura crianças num alvo
militar. Assim, caso Israel responda, o Hamas terá mais crianças mortas
para mostrar aos basbaques ocidentais.
E SE OS TERRORISTAS NOS ATACASSEM A NÓS?
Comemorações dos atentados terroristas de 11 de Setembro por parte dos colonos muçulmanos em Israel.
Forçando Israel a provocar perdas dentre os civis
Alan M. Dershowitz
À medida que os foguetes continuam a cair em Israel e em Gaza, é importante entendermos a tática do Hamas e como a comunidade e a mídia internacionais a estão estimulando. A tática do Hamas é tão simples quanto criminosa e brutal. Seus líderes sabem que, ao dispararem repetidamente foguetes contra as áreas civis israelenses, eles não darão escolha a Israel a não ser revidar. A resposta de Israel vai ter como alvo os foguetes e aqueles que os dispararam. A fim de maximizar suas próprias perdas dentre os civis e, portanto, ganhar a simpatia da comunidade e da mídia internacionais, os líderes do Hamas deliberadamente disparam foguetes a partir de áreas civis densamente habitadas. Os atiradores do Hamas se escondem em bunkers subterrâneos, mas o Hamas se recusa a proporcionar qualquer tipo de abrigo para seus próprios civis, a quem usa como “escudos humanos”. Esta tática ilegal coloca Israel diante de uma escolha trágica: simplesmente permitir que os foguetes do Hamas continuem a alvejar cidades e vilarejos israelenses ou responder aos foguetes com inevitáveis perdas de civis dentre os “escudos humanos” palestinos.
Criança morta por mísseis do Hamas apresentada à Imprensa como vítima de Israel, durante a Operação Protecção-Limite
Toda democracia se decidiria pela última alternativa se lhe fosse apresentada a escolha. Embora Israel faça grandiosos esforços para reduzir as perdas dentre os civis, a tática do Hamas está projetada para maximizá-las. A comunidade e a mídia internacionais devem entender isto e começar a culpar o Hamas, em vez de culpar Israel, pelos civis que são mortos pelos foguetes israelenses, mas cujas mortes são claramente parte da tática do Hamas.
Tanto a CNN como a BBC mostraram este "palestino" supostamente ferido, levado numa maca. Num vídeo posterior,
porém, ele aparece perfeitamente bem. É Pallywood. Os jornaleiros ocidentais a-do-ram!
Qualquer analista razoável concorda com o presidente Obama de que o Hamas começou esta batalha ao disparar milhares de foguetes contra civis israelenses. Qualquer analista razoável também concorda com o presidente Obama de que Israel tem o direito de defender seus cidadãos. Mas muitos comentaristas culpam Israel por causar perdas dentre os civis palestinos. No entanto, qual seria a opção de Israel a não ser simplesmente permitir que os foguetes sejam voltados para as suas próprias mulheres e filhos?