sexta-feira, 5 de julho de 2013

Os canibais são nossos amigos!


Abu Sakkar, o canibal preferido dos media ocidentais

 

Não se pense que é apenas em Portugal que a Imprensa mainstream distorce obscenamente os FACTOS, de modo a apresentar o terrorismo islâmico como aceitável. A Imprensa ocidental, de matriz ideológica anti-Ocidental, apoia fervorosamente a islamização do Mundo Livre.

Quem denuncia as atrocidades é imediatamente taxado de reaccionário, extremista de direita, racista e outros mimos. E enquanto isso, meios de informação de massas como a  prestigiada BBC, fazem uma lavagem completa do terror islamista.

Na Síria, os grupos de terroristas afectos à al-Qaeda e outras organizações supremacistas islâmicas, praticam o canibalismo. Mas jamais os media ocidentais se atreveriam a divulgar a verdade nua e crua.

(ATENÇÃO QUE O VÍDEO É ALTAMENTE CHOCANTE!)



Como a BBC brinca com a situação e torna os canibais simpáticos:
"Cara-a-cara com Abu Sakkar, da Síria,  o 'canibal comedor de corações" 

por Paul Wood para a BBC News:

     Parecia mais uma rebuscada propaganda - um
comandante rebelde sírio  que cortou o coração de um soldado inimigo caído, e comeu-o diante de uma multidão que aplaudia.

     A história acabou por ser verdadeira nos seus aspectos mais importantes, mas quando eu conheci o comandante, Abu Sakkar, na Síria, na semana passada, ele parecia vago sobre os detalhes.

     "Eu realmente não me lembro", diz, quando perguntei se era o coração do homem, como fora relatado, ou o fígado, ou um pedaço de pulmão, como um médico que viu o vídeo disse. Ele continua: "Eu não o mordi; eu apenas segurei para dar show."

     O vídeo diz o contrário. É um dos mais terríveis da guerra civil da Síria. Nele, Abu Sakkar está sobre um cadáver inimigo, cortando a carne.

     "Parece que você está a esculpir um coração do dia dos namorados", diz um de seus homens. Abu Sakkar pega um punhado de algo sangrento e declara: "Vamos comer os vossos corações e fígados, soldados de Bashar o cão."
A peça continua, e tem detalhes como:
"Eu não queria tê-lo feito, mas tive que o fazer", diz Abu Sakka. "Nós temos que aterrorizar os inimigos, humilhá-los, como eles nos fazem. A partir de agora, eles não se atreverão a enfrentar-me." 
A peça continua, com desculpas e apelos à "compreensão" por parte do canibal, mas também com ameaças:
"Se não nos enviarem ajuda, uma área de restrição aérea e armas pesadas, vai ser pior. Vocês ainda não viram nada."

 A BBC trata de "humanizar" os terroristas, torna-os simpáticos e esbanja compreensão e carinho. Esquece-se das vítimas. Ou então é um pequeno lapso não intencional. Ainda agora no Egipto, estavam 17 milhões de pessoas na rua e o Público contou cerca de 200 mil...

A Taste of Egypt

Quem ler a Imprensa nacional, e ocidental, em geral, fica com a ideia de que a Irmandade Muçulmana é um grupo de gente... bestial! Gente pacífica e amante da democracia, pois então! Diz o Público que a Irmandade Muçulmana convidou os seus apoiantes a "tomar as ruas e mobilizar-se pacificamente". Basta que os leitores procurem neste modestíssimo blog as posts sob a etiqueta Egipto, e poderão constatar algumas das atrocidades cometidas pela organização terrorista que governou o país.


Manifestantes pro-Morsi  dirigem-se a al-Sisi Abdul Fattah avisando que uma vaga de bombistas suicidas atacará cristãos, xiitas e todas as forças contrárias. Uma senhora coberta de negro apela à queima dos seus compatriotas cristãos.

O poder cessante encorajou e legitimou o extermínio de cristãos à luz do Corão :


 

E os partidários da Irmandade Muçulmana puseram amplamente em prática os ensinamentos dos veneráveis clérigos. Raptos de crianças cristãs, incêndios de igrejas, bombas contra cristãos, assassínios, violações de meninas cristãs como forma de conversão à Religião da Paz, valeu tudo:



DPA, July 5:
A situação agraveou-se na localidade de Naga Hassan village, a oeste de  Luxor, depois de um muçulmano ter morrido e um cristão ter ficado gravemente ferido. O número de casas de cristãos coptas incendiadas até agora é de 23. A Polícia disparou gás lacrimogéneo para pôr fim aos confrontos, e está a proteger dezenas de cristãos na área. A segurança foi reforçada à volta da igreja de Dabe’iya, por haver receio de um ataque. A Polícia e o Exército estão a fazer um enorme esforço ara conter as desordens.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Egipto, represálias e apoios


POST ACTUALIZADO:


Mohamed Badie, destacado supremacista islâmico e estratega da Irmandade Muçulmana, foi preso por incitamento à violência que vitimou oito pessoas, nas imediações da sede da Irmandade Muçulmana. O Público dá a notícia também. Nesse ataque da Irmandade Muçulmana contra os manifestantes pró-democracia, terroristas do Hamas abriram fogo sobre a multidão:




"Os manifestantes acusam Morsi e a Irmandade Muçulmana de lançarem um processo de islamização no país e de não conseguirem resolver os problemas económicos" - conta o Público. Mas muito fica por contar na Imprensa de todo o mundo.  

Esta notícia em Língua árabe diz que os atacantes foram os "simpatizantes da Irmandade Muçulmana e os salafistas", e que "saquearam dezenas de casas e tentaram incendiar igrejas cristãs coptas". A isto seguiu-se uma "proliferação de apelos em sites de redes sociais para retaliar contra os coptas, alegando que derrubaram o Presidente".


"ÁFRICA/EGIPTO - Após a deposição de Morsi, represálias contra os cristãos"
Notícia do site do Vaticano, News.va, 4 de Julho:

     Minya - Entre os episódios de violência no Egipto depois do derrube do presidente Morsi registou-se o ataque contra a paróquia cristã copta de St. George, na aldeia de Delgia, a 60 quilômetros de Minya. Desde quarta-feira, 3 de Julho, grupos de islâmicos fanáticos saquearam e incendiaram a casa do padre e edifícios da igreja. "Graças a Deus não houve vítimas nem feridos", disse à Agência Fides o bispo copta de Minya, Botros Fahim Awad Hanna, "mas o alarme continua. Os fundamentalistas fecharam as estradas de acesso à vila. Gritam slogans contra os cristãos, dizem que querem destruir tudo e agora eles estão a tentar novamente invadir a igreja. a polícia local está desamparada, liguei para o Cairo para pedir a intervenção do exército".
     O ataque à paróquia de St. George é até agora o mais grave incidente de violência contra os cristãos registrdo nas horas dramáticas vividas pelo país. Mas as ameaças e intimidações contra as comunidades cristãs também ocorrem em outros lugares do Egipto.
Bispo cristão copta egípcio já tinha avisado a Europa dos perigos da islamização. Veja no post anterior alguns exemplos das atrocidades dos radicais islamistas contra os cristãos no Egipto.



Nas manifestações ocorridas no Egipto, nenhuma das facções apoiava Morsi. Os democratas queriam democracia, mas a base eleitoral da Irmandade islâmica queria mais islamização e a aniquilação rápida de Israel. Nas Forças Armadas as lealdades estão à vista. Apesar de serem os islamistas atacar por exemplo os cristãos coptas, o Exército jura proteger... os islamistas!


"Exército Egípcio compromete-se a proteger os supremacistas islâmicos"

 Ahram Online, 4 de Julho:
As Forças Armadas do Egipto avisaram que não vão permitir represálias contra os islamistas, na sequência da queda de Morsi.
"À juventude egípcia de todas as religiões e orientações: ninguém questiona o vosso patriotismo e dedicação ao país", disse o porta-voz do Exército, Ahmed Ali. A declaração visou salvaguardar que nenhum grupo político-religioso seja marginalizado, acrescentou.
"As forças armadas não permitirão insultos, provocações ou ataques à comunidade muçulmana. Eles são iguais aos outros filhos do Egipto. As forças armadas têm igual estima por eles e pelos outros."
 (...)

______________________

Obama está na mira da contestação, como apoiante da Irmandade islâmica:




E com muita razão:

"CNN: Egípcios culpam Obama pela repressão exercida por Morsi"

David Lev para Israel National News, 4 de Julho:

Os egípcios vieram para a rua em número de vários milhões, contra o agora ex-presidente Mohammed Morsi, mas houve outros motivos de protesto, nomeadamente contra os Estados Unidos. A ditadura de Morsi esteve no centro dos protestos, mas  o presidente dos Estados Unidos, Barack H. Obama, também apareceu em muitos cartazes de protesto.

Obama, lembramos, foi  o principal apoiante da revolução contra Hosni Mubarak, e saudou entusiasticamente a eleição de Morsi nas primeiras eleições democráticas alguma vez realizadas  no Egipto.
(...) 
Obama enfatizou na altura o interesse na "colaboração entre o Egipto e os Estados Unidos em muitas áreas de interesse comum".
(...)
Ficou claro mais tarde que  os egípcios não se alegraram especialmente com o apoio de Obama. Em Setembro, uma mutidão de egípcios invadiram e atacaram a Embaixada dos EUA no Cairo, e ao mesmo tempo era atacado o consulado em  Benghazi, na Líbia. Obama declarou "não considerar o Egipto um aliado, mas também não um inimigo".
 (...)
Reza Sayah comentou na CNN os inúmeros cartazes que diziam que "Obama se tinha aliado aos terroristas" e "apoiado um regime fascista no Egipto", que "Obama está a matar egípcios" e que "os egípcios amam os americanos". Amam os americanos mas não a política externa dos EUA, disse o comentador, que lembrou que "durante décadas o país apoiou o ditador Hosni Mubarak e o seu brutal Estado Policial".
Avso do Egipto a Obama para não vir em apoio da organização terrorista Irmandade Muçulmana:
Júbilo no Egipto com a deposição do terrorista:

Obama contrariado!

Manchete em Inglês num jornal egípcio: «É UMA REVOLUÇÃO, NÃO UM GOLPE, SENHOR OBAMA!»:

A Irmandade Muçulmana está a ser travada no Egipto, e há muito quem chore, clamando que a Irmandade Muçulmana foi eleita democraticamente. Mas a vitória em eleições nunca deu carta branca para a ditadura.

As recentes declarações de Obama são bem reveladoras do seu desapontamento, e vêm dar força à Irmandade Muçulmana, que as pode usar como pretexto para voltar ao Poder no Egipto.

A Irmandade Muçulmana é um grupo terrorista cujo lema é "Allah é o único objectivo. Maomé o único líder. O Corão a única Lei. A jihad é o único caminho. Morrer pela jihad de Allah é a nossa única esperança". Após ter vencido as eleições no Egipto, A I.M. instalou um regime tirânico, ontem deposto, com a prisão domiciliária do Presidente Morsi, também ele implicado em actos terroristas.
Obama tem apoiado sempre e em toda a parte o supremacismo islâmico e a Sharia. Ficou contrariado.


"Obama lança revisão da ajuda ao Egipto na sequência do golpe militar"

- por Jilian Pecquet for The Hill, 3 de Julho :

O President Obama declarou-se ontem à noite "muito preocupado" com a reviravolta política ocorrida no Egipto, e, em consequência, decidiu rever a ajuda militar ao país.
Na sua primeira declaração desde que o povo e as Forças Armadas desalojaram Morsi e a Irmandade Muçulmana do Poder, Obama declarou que os Estados Unidos não tomam partido, e evitou usar a palavra "golpe" para descrever o ocorrido. Apelou aos militares para que "providenciem rapidamente a restauração do poder e a sua entrega a um governo civil e democraticamente eleito".
"Os Estados Unidos estão a acompanhar a situação incerta no Egipto e acreditamos que o futuro do Egipto só pode ser decidido pelos egípcios", declarou Obama, "contudo, estamos profundamente preocupados com a decisão das Forças Armadas do Egipto de removerem o presidente Morsi e suspenderem a Constituição".
"Apelo aos militares para que rápida e responsavelmente devolvam a autoridade total a um governo civil eleito, assim que possível, através de um processo inclusivo e transparente, e que evite as prisões arbitrárias, como a de Morsi e seus colaboradores. Atentendo aos desenvolvimentos de hoje, decidi também dar ordem aos departamentos estatais norte-americanos para reverem a nossa assistência ao Governo do Egipto".
Os Estados Unidos dão 1 bilião e meio de dólares de auxílio ao Egipto, sendo 1,3 biliões sob a forma de assistência militar. Muita da ajuda é requerida pelos tratados de paz de 1979 com Israel, mas a lei norte-americana não autoriza a ajuda financeira a países geridos por militares.

Entretanto, Mohamed Al Zawahiri, alta figura da al-Qaeda a residir no Egipto, considerou que "os muçulmanos moderados são apóstatas e devem ser mortos, de modo a evitar-se a divisão". Apelou à "guerra santa" contra eles.

Nos Estados Unidos, vários movimentos islamistas próximos de Obama e do Hamas, e financiados pelo Governo, protestaram contra a deposição do Governo de Morsi e da Irmandade Muçulmana.

Os cristãos egípcios, para além de toda a espécie de perseguições e actos bárbaros que têm sofrido, foram ameaçados para não contestarem o Governo nas manifestações.

Exemplar de uma carta de ameaça aos cristãos egípcios

O rapto e tortura de crianças cristãs tem sido amplamente usado pelos islamistas radicais no Egipto.

Em Abril, islamistas radicais egípcios atacavam a Catedral de S. Marcos e queimavam exemplares da Bíblia. S. Marcos é para os coptas o que o Vaticano é para os católicos. Nos últimos anos os terroristas islâmicos fizeram explodir bombas em diversas igrejas do pais, nas celebrações do Natal. E cá fora a Polícia esmagava com carros de combate os cristãos que fugiam.

Alguns exemplos da jihad aos cristãos egípcios:

Atrocidades sortidas (atenção à parte final, quando crianças muçulmanas nas escolas se manifestam pela chacina dos cristãos):




Aqui, uma menina cristã copa é violada em grupo por muçulmanos, um processo de islamização muito usado por lá. Detalhes em http://atlasshrugs2000.typepad.com/atlas_shrugs/2011/06/christian-girl-being-sexually-abused-to-make-her-convert-to-islam.html


Rapariga cristã copta violada por manifestantes islamistas à luz do dia, com os inevitáveis gritos de Allahu Akhbar:


Repórter ocidental atacada e sexualmente agredida por muçulmanos no Egipto (os clérigos muçulmanos decretaram que era permitido violar as mulheres aquando dos protestos). Gangues de violadores de mulheres e espancadores de homens foram contratados pela Irmandade Muçulmana para calar os protestos da Primavera Árabe no Egipto.




Clérigo muçulmano explica que é lícito aos muçulmanos egípcios chacinarem os cristãos coptas, tal como o profeta Maomé chacinou os judeus de Al Medina.

Explica também que onde os muçulmanos estão mais fracos devem limitar-se a acções menos radicais, tais como aquilo que aconselha aos muçulmanos de Gaza: lançarem mísseis sobre Israel! Onde são mais fortes... ordem para chacinar!


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Causa Nobre?




Anteontem foi detida pela Polícia de Fronteiras de Israel, no controlo ‘Tsalbanit’ (perto do Túmulo dos Patriarcas), uma terrorista "palestiniana" de 20 anos, que se preparava para atacar as autoridades. Acabava de sair da prisão, onde cumprira uma pena de alguns meses por tentativa de homicídio.

Na imagem: as facas transportadas pela terrorista.

Mas de onde vêm estas iniciativas terroristas?

Estes actos terroristas são o produto de 30 anos de lavagens ao cérebro ao serviço da erradicação dos judeus. Estes são os programas que passam na TV palestiniana:


O maior revés de Obama!


Nestes pendões afixados no Cairo, os democratas egípcios mostram o seu repúdio pela política externa dos Estados Unidos e o seu amor aos norte-americanos. Como se pode constatar, ser-se contra a ditadura do chamado Islão radical não é ser-se preconceituoso. Estas pessoas são árabes e muçulmanas e repudiam a ditadura islamista terrorista.


Obama andou quatro anos a favorecer a Irmandade Muçulmana, e agora  tem aqui o seu maior revés. O Exército do Egipto entra finalmente em cena, para impedir que uma vitória eleitoral permita a continuação de um poder despótico e terrorista.

"O presidente egípcio, Mohammed Morsi em prisão domiciliária"

Al Hayat TV, John Gregory para KABC, 3 de Junho:

     CAIRO (KABC) - O presidente egípcio Mohammed Morsi está oficialmente sob prisão domiciliária, depois de expirado o ultimato militar esta quarta-feira, relata a Al Hayat TV. (...) De acordo com a ABC News, a palavra prisão domiciliária provocou aplausos na Praça Tahrir.

     Esta medida surge quando o poder militar aperta o controle sobre as instituições-chave.

     Os militares estão estacionados na redaçcão de televisão estatal, perto das margens do rio Nilo, no centro do Cairo. Tropas foram colocados em serviços de produção de notícias.

     Oficiais do departamento de Informação do exército estão na redacção e monitorizam a produção, embora ainda não interferindo. Funcionários da TV, falando sob anonimato, confirmaram a ocupação.

     Este movimento indica a intenção dos militares para uma quase certa remoção do presidente islâmico do país.
ACTUALIZAÇÃO: Morsi foi deposto!

O Amigo Paquistanês


O título do Público: "Drones americanos matam 17 pessoas no Paquistão"

Quem morreu:  "Dezassete pessoas, a maioria combatentes da rede Haqqani, o mais encarniçado dos grupos islamistas activos no Paquistão" (filial da Al-Qaeda)

A reacção da população: "Há muito que os ataques de aviões não tripulados – uma operação coordenada pela CIA e o Pentágono – alimentam a hostilidade da população paquistanesa contra os EUA."

O que disse disse o chefe do Estado-Maior do Exército afegão, Sher Muhammad Karimi “Os EUA não começaram sozinhos os ataques de drones” (...) o Paquistão “fornece a lista” de rebeldes a eliminar. (...) Islamabad quase nunca fornece dados sobre taliban afegãos (que Cabul sempre suspeitou serem apoiados pelos militares paquistaneses), mas apenas de rebeldes paquistaneses e acrescenta: se o Paquistão quisesse, a guerra no Afeganistão “terminaria em algumas semanas”.

O que não é notícia: Hoje, no Paquistão, taliban fizeram mais um dos habituais ataques contra esquadras da Polícia. Foi perto da cidade de Peshaware e mataram seis polícias, numa batalha que durou horas.

O Governo "amigo" do Paquistão fica sempre contrariado quando são atingidos terroristas islâmicos. Quando o terrorista Osama bin Laden foi descoberto a viver em luxuoso complexo no Paquistão também foi assim.

A generalidade da Imprensa informa que foram 16 os mortos, todos jihadistas, e que o alvo foi um «tribunal» onde os taliban aplicavam a Sharia.



Foi visível a desolação no Paquistão quando bin Laden foi finalmente descoberto e liquidado. "Eu teria aberto fogo sobre os americanos para o defender!» - declarou um vizinho, furioso.

Hamas mata no Egipto!


“Se o preço que devo pagar por defender a legitimidade é o meu sangue, estou disposto a pagá-lo", disse Morsi. Já depois do discurso, pelo menos 16 pessoas foram mortas."

Público

Com a paixão do costume, a publicação filo-muçulmana atribui as mortes aos que contestam a islamização do país.
Um novo relatório afirma que pelo menos quatro membros palestinianos do Hamas estiveram envolvidos no recente tiroteio e na morte de oito egípcios durante os protestos anti-Morsi. Os confrontos ocorreram perto da sede da Irmandade Muçulmana em Muqattam.
Um vídeo divulgado ontem mostra pessoas dentro do prédio - agora não apenas os membros da Irmandade, mas aparentemente do Hamas, disparando contra os manifestantes:



Nada disto deveria surpreender: o Hamas é o ramo palestiniano da Irmandade Muçulmana - para não mencionar que uma recente decisão do tribunal confirmou que em 2011 a evasão de Morsi foi auxiliada pelo Hamas.
O Hamas tem uma longa história de vir em socorro de Morsi - outro indicador das ligações terroristas do presidente egípcio.

in Jihadwatch/Observatório da Guerra Santa

Bombas islamistas no Dia do Canadá



 
 Bomba de panela de pressão e pregos, como ensinam os sites de terrorismo islâmico.


  

Canadá: mais dois muçulmanos presos por conspiração jihadista para assassinar milhares de pessoas no Dia Nacional do Canadá

Agora repare bem no contra-senso: Estes dois muçulmanos, entre os muitos outros que diariamente  planeiam atentados, «não agem por ódio», na opinião dos políticos e da Imprensa. Mas quem faz eco da notícia será considerado um «propagador de ódio». E os maiores meios de comunicação nem dão estas notícias. Já viu bem o ponto a que se chegou?




"Presos planeavam matar milhares de pessoas com bombas feitas de panelas de pressão, no Dia do Canadá"

por Erica Ritz para The Blaze, 02 de Julho 



Surrey, British Columbia (theblaze / AP) - A polícia do Canadá prendeu e acusou um homem e uma mulher de terrorismo por tentarem detonar bombas-panela de pressão na província da Colúmbia Britânica, nas comemorações do Dia do Canadá, onde eram esperados milhares de pessoas.
John Stewart Nuttall e Amanda Marie Korody foram inspirados pela ideologia da Al-Qaeda, mas segundo o comissário assistente James Malizia, da Real Polícia Montada do Canadá, "auto-radicalizaram-se". O comissário classificou este acto como "uma ameaça nacional, sem ligações internacionais."
Malizia disse em entrevista colectiva que não havia provas ou indicação para sugerir uma conexão com os atentados mortais da Maratona de Boston, em Abril, que também usaram bombas feitas de panelas de pressão (Nota: como o site da Al-Qaeda ensina e encoraja os simpatizantes a construírem e detonarem).
O superintendente da RPMC, Wayne Rideout, disse que o público nunca esteve em risco, e que a ameaça foi detectada precocemente.
(...)
"Este plano foi concebido para criar o máximo impacto e danos a cidadãos canadianos, em dia de feriado nacional", disse Rideout. "Eles tiveram instrução em terrorismo, para serem capazes de produzir artefactos explosivos concebidos para causar a lesão e morte."
O casal foi acusado de conspiração, actividade terrorista e fabrico de dispositivos explosivos.
"Um dia depois de milhares de canadianos patriotas se terem reunido para comemorar a fundação de nossa nação, estou incrivelmente aliviado ao saber que nunca houve qualquer risco para ninguém", disse o Primeiro-Ministro, Christy Clark, esta terça-feira. "Estamos também certos de que os suspeitos não têm ligações com nenhum grupo, dentro ou fora do Canadá. Mais uma vez, um alívio incrível, porque estes dois indivíduos operavam sozinhos. "...


- A primeira constatação óbvia é que os insultos de "racista", aplicados a quem  se preocupa com a jihad islâmica, são improcedentes. Agora mesmo, 22 milhões de árabes no Egipto opõem-se à islamização do país. Estes dois terroristas canadianos, a ver pelos nomes, são de origem europeia. E a nossa indignação e preocupação são as mesmas! Tal como o apoio aos árabes egípcios democratas é o mesmo!

- Não há absolutamente nenhum tipo de racismo ou outra forma de discriminação da parte de quem se opõe à jihad. O nosso único desejo é que os muçulmanos vivam a sua religião como os adeptos de outras religiões as vivem: como crença e disciplina interior, sem a quererem impor pelo terrorismo!

- O «alívio» de Christy Clark, deve-se exactamente a quê? No seu país e em todo o mundo há muita gente com o mesmo ideário terrorista de destruição dos «infiéis», tenham ou não ligação directa a grupos terroristas internacionais!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Reino Unido: Dia da Rendição




Aqui está um excelente resumo do triste episódio: 


por Jonathon Narvey no The Propagandist, 26 de Junho:
    "...O Islão é uma religião e um sistema de crenças que obriga à guerra contra os 'infiéis' com a finalidade de estabelecer um modelo de sociedade que é absolutamente incompatível com a sociedade ocidental. Os media ocidentais e a falta de vontade dos governos para enfrentarem o terrorismo islâmico, continuam a ser maioritariamente desconhecidos do grande público ".

(...)

    A questão importante aqui é: você concorda com a guerra ordenada pelo Corão contra os 'infiéis'? Concorda com a Sharia - a lei que manda cortar as mãos aos ladrões; a lei que obriga as mulheres a encontrar quatro testemunhas no caso de terem sido estupradas, ou serão consideradas culpadas; a lei  em que quem se converte ao Cristianismo deve ser preso? Acha a Sharia compatível com a sociedade ocidental?
Acha que os media e os governos estão dispostos a lembrar ao público que o terrorismo islâmico é inspirado pelo Islão? Sério? Você acredita nisso?
(...)
    Se você for um jihadista, na Grã-Bretanha o Governo vai financiar as suas actividades jihadistas. As autoridades apoiam organizações islâmicas que habitualmente acolhem jihadistas pregadores do ódio, a fim de condenar a onda de ódio contra os muçulmanos que na verdade nunca ocorreu. Mas se você criticar esse procedimento e apontar o facto inconveniente que a jihad é inspirada nos textos islâmicos  - então você não é bem-vindo na Grã-Bretanha. Foi o que aconteceu com Robert Spencer e Pamela Geller.

    Os dois dispunham-se a ir palestrar à Grã-Bretanha, na sequência do assassinato jihadista do soldado Lee Rigby, para mostrar solidariedade com aqueles que acreditam na liberdade de todos. Iam falar da ameaça do fascismo teocrático - algo que todos os britânicos deveriam apoiar. O Ministério do Interior considerou que as intervenções e escritos de Robert Spencer e Pamela Geller contêm as seguintes violações:

    - fomentam ou justificam a violência terrorista em prol de determinadas crenças.
    . encorajam actos terroristas.
   - fomentam outras actividades criminosas graves.
    fomentam o ódio, que pode levar a violência inter-comunitária no Reino Unido.

    Nenhum dos oradores alguma vez justificou a violência terrorista em prol de determinadas crenças - apenas criticou terror jihadista! Tão pouco encorajaram actos terroristas, a menos que o  Ministério do Interior entenda que falar sobre o terrorismo islâmico é suficiente para estimular os jihadistas para a acção
(Um argumento do do género "não deves dizer coisas que possam levar o teu marido a bater-te").

    O governo do Reino Unido está essencialmente a dizer que fazer declarações razoáveis e informadas sobre a conexão entre o Islão e a jihad vai criar terror.

    É isso. Este é o dia a Grã-Bretanha se rendeu. A família de Lee Rigby e as vítimas dos atentados de 07/07 e outros actos de terrorismo islâmico deve sentir vergonha do seu país no momento."
A declaração de um dos terroristas após terem assassinado Lee Rigby:

Neste sábado, 29 de Junho, dois elementos da Liga de Defesa Inglesa que iam homenagear o compatriota decapitado, foram agredido por muçulmanos, e... presos!




O que Spencer e Geller iam dizer de viva voz era isto:

Casa do Passal

 Work Towards Fairness
 Site do projecto aqui.
Familiares de Aristides de Sousa Mendes e refugiados da II Guerra Mundial visitam Cabanas de Viriato 

Sobreviventes judeus ajudados por Aristides de Sousa Mendes e familiares do antigo cônsul português, juntaram-se em Cabanas de Viriato. O encontro aconteceu na abertura de uma instalação que recorda o diplomata que salvou 30 mil pessoas durante a segunda guerra mundial.




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Egipto dá o exemplo!



Protestos em frente à sede da Irmandade Muçulmana, ontem no Egipto

Os resultados das eleições no Egipto, que deram o Poder à Irmandade Muçulmana (IM) foram de 51% para os islamistas contra 49% para os democratas.

A Irmandade Muçulmana é um movimento terrorista que tem como lema: "Allah é o único objectivo. Maomé o único líder. O Corão a única Lei. A jihad é o único caminho. Morrer pela jihad de Allah é a nossa única esperança".

Uma vitória eleitoral não confere a ninguém poder para instaurar uma tirania!

Entretanto, os protestos vieram para a rua. Os egípcios que compreendem o valor da Liberdade e da Democracia exigem o mesmo que nós: que a religião seja uma questão pessoal e não a lei nacional, que parem as perseguições e os massacres dos "infiéis". Os eleitores da IM foram 13 milhões, as assinaturas para a sua demissão são 22 milhões.

A política externa de Obama tem aqui um revés sério, pois o presidente dos EUA tem financiado e armado a AI no Egipto.


O Egypt Independent relata assim os acontecimentos:

O exército egípcio ameaçou esta segunda-feira assumir o poder, se as forças políticas não conseguiram chegar a um consenso sobre o futuro do país.

Um porta-voz do Comando Geral das Forças Armadas, falando em comunicado transmitido pela televisão estatal, deu a todos os grupos políticos no Egipto um período de 48 horas para responderem às exigências do povo.

O Exército reiterou o seu que as 
exigências do povo devem ser cumpridas e dá às partes 48 horas, como última chance de assumirem a responsabilidade pelas circunstâncias históricas que o país está a passar".

"Se as reivindicações das pessoas não forem atendidas neste período o Exército vai anunciar um futuro programa e medidas para supervisionar a sua implementação."

A declaração elogiou os protestos de domingo contra o governo da Irmandade Muçulmana e o presidente Mohamed Morsy.

Em 23 de Junho, o ministro da Defesa Abdel Fattah al-Sisi disse que a responsabilidade moral do exército para com o povo obriga a intervir e evitar que o país caia em conflito, luta interna, criminalidade e traição.

Esta responsabilidade exigiu do Exército salvar o Egipto de se tornar um Estado falido.

Ele também pediu a todas as forças políticas para chegar a uma fórmula de entendimento e reconciliação genuína para proteger o Egipto e seu povo.

- Reiteramos que os adeptos da Democracia, da Liberdade e da Paz no Egipto, defendem o mesmo que no Ocidente defendem os que como nós se opõem à islamização crescente das nossas Sociedades, à Sharia e à Jihad. Por cá há quem defenda islamização e apode de "racistas" e preconceituosos" os que se lhe opõem...

- Notícias relacionadas:

"A Irmandade Muçulmana vai ter um papel importante no Egipto pós-Mubarak. E isso é bom." -- Reza Aslan

- E eis que a política externa de Obama se desfaz em fumo; "Egipto: Protestos frente à sede da Irmandade Muçulmana", por Hamza Hendawi para a  Associated Press,1 de Julho.

O Ocidente Nada de Novo


No Mundo Livre de hoje abundam simpatizantes de regimes tirânicos - sejam as teocracias islâmicas, sejam as autocracias comunistas.
Nos anos 30 também havia muitos simpatizantes de Hitler fora da Alemanha. Muitos acabaram por sofrer amargamente as consequências da demência Hitleriana.

Na História da Segunda Guerra Mundial continuam a aparecer histórias surpreendentes; em Hollywood fez-se negócios com os nazis, segundo conta Ben Urwand no livro The Collaboration: Hollywood’s Pact with Hitler.

Um excerto do artigo do Público:
"Encorajados por Joseph Goebbels, homem de confiança de Hitler que viria a ser ministro da Propaganda do Reich, membros do partido soltaram ratos e lançaram bombas de mau cheiro nas salas berlinenses onde o filme de Milestone* estava a ser exibido."
* - O filme é  All Quiet on the Western Front/ A Oeste Nada de Novo (da famosa cena em que dois soldados inimigos ficam numa trincheira até raiar o dia, extenuados após tentativas vãs de se matarem um ao outro). 

Com outros protagonistas, revive-se esse espírito de simpatia ou indiferença para com ameaças muito sérias à Liberdade e à Democracia. 

TODOS contestam Morsi!

"Movimento de oposição no Egipto faz ultimato a Morsi" - Público


No Egipto há 17 milhões nas ruas a protestar contra a islamização do país, a exigir que a Sharia seja levantada, que acabe a tirania e a perseguição. Mas também há quem proteste contra a "exagerada moderação" do Governo, que ainda não rasgou os acordos de Camp David e está a atrasar a aniquilação de Israel. Foi para isso primeiramente que correram com Mubarak e votaram em Morsi  e na Irmandade, e sentem-se defraudados.


Israel, a única democracia do Médio-Oriente, o pequenino oásis de Liberdade e Democracia num oceano de Islamismo. O alvo do ódio obsessivo dos fundamentalistas islâmicos de todo o mundo, dos neonazis e dos antissemitas em geral. Israel resiste e resistirá. Sempre.


MILHÕES exigem LIBERDADE!

O Egipto está na rua porque é um país traído e amordaçado pela Irmandade Muçulmana.

A Publicação filo-muçulmana Público afirma que são 200 mil egípcios a pedir a demissão de Morsi (!). A Al Arabyia fala de milhões, a Antena 3 há pouco referiu 14 milhõesZaid Benjamin, no terreno, diz que são 17 milhões. As imagens e os abaixo-assinados mostram que são milhões:



Os manifestantes querem que o Islão seja no país apenas uma religião, não querem a Constituição substituída pela Sharia, o retrocesso civilizacional e  a barbárie. Nem querem que Obama continue a financiar a Irmandade Muçulmana:


Ver O Egipto e a Mordaça.

Ver Notícias do Egipto.

O Público não fez a hiperligação para este post. Vá lá saber-se porquê...

Actualização: No artigo de hoje (só para assinantes), a mesma jornalista já fala de "centenas de milhares". Está a melhorar...

Síria: Franciscano decapitado

A Europa e os Estados Unidos estão a armar os terroristas sírios, também conhecidos pelos media ocidentais pelo simpático eufemismo de "rebeldes". Pode ser que nos esteja a escapar alguma coisa aqui, para além da desgraça toda que temos relatado em posts anteriores, devidamente ilustrada com vídeos.

Quando relatámos o assassínio do sacerdote católico franciscano François Murad, houve quem dissesse que os jornais que era mentira, que os "rebeldes" são bonzinhos, que é tudo contra-informação, costume... Entretanto, chegaram hoje imagens do martírio do padre, também relatado pelo site Catholic Online. O Vaticano confirma.

O vídeo, que é extremante chocante, mostra a turba em delírio a gritar o habitual Allahu Akhbar (Allah é grande) enquanto os carrascos decapitam o sacerdote, que manteve uma dignidade bíblica durante todo o episódio.

REPETIMOS: O VÍDEO É EXTREMAMENTE CHOCANTE. (mais chocante só o silêncio vergonhoso dos media e da opinião pública):