Existem 57 Estados Islâmicos (TODOS ditaduras), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos patriotas portugueses e amigos de Israel.
Há quem seja crítico quanto ao estatuto da mulher no Islão. É certo que no Islão as mulheres são espancadas, lapidadas, que não gozam sequer de liberdade de sair à rua sozinhas, que raramente podem ter uma profissão (excepto ginecologistas), não podem guiar um carro ou sequer uma bicicleta, mas convenhamos que têm outras liberdades que as nossas não têm. Em matéria de terrorismo, são praticamente iguais aos homens.
Podem ter filhos expressamente para se fazerem explodir e matar infiéis:
Podem matar infiéis:
Podem rir deliciadas com as crianças infiéis que matam:
Estes são apenas três exemplos entre milhares. E você, ainda acha que o Islão é apenas uma religião?
Um ano no Poder, e Morsi fez da Primavera Egípcia é uma longínqua miragem no deserto do fundamentalismo islâmico.
O Público, que aparentemente recusa fazer a hiperligação para este post, traz um arttigo meiguinho para o presidente egípcio e o seu regime islâmico: aqui.
É esta facção e esta gente que Obama está a financiar e a quem fornece apoio militar. Excertos de uma manifestação pró-Morsi realizada no Egipto. A filmagem foi postada na Internet em 21 de Junho de 2013.
Mestre de Cerimónias: 1 significa um.
Multidão: 1 significa um.
Mestre de Cerimónias: Os media enlouqueceram. Multidão: Os media enlouqueceram.
(O que até é verdade, mas da maneira oposta...) Mestre de Cerimónias: 2 significa dois.
Multidão: 2 significa dois.
Mestre de Cerimónias: Não ao secularismo.
Multidão: Não ao secularismo.
Mestre de Cerimónias: 3 significa três.
Multidão: 3 significa três.
Mestre de Cerimónias: O povo egípcio é livre.
Multidão: O povo egípcio é livre.
Mestre de Cerimónias: O povo egípcio é livre.
Multidão: O povo egípcio é livre.
Mestre de Cerimónias: O povo egípcio é livre.
Multidão: O povo egípcio é livre.
Mestre de Cerimónias: 4 significa quatro.
Multidão: 4 significa quatro.
Mestre de Cerimónias: Vamos governar de acordo com a Constituição.
Multidão: Vamos governar de acordo com a Constituição.
Mestre de Cerimónias: 5 significa cinco.
Multidão: 5 meios cinco.
Mestre de Cerimónias: Por Allah, eu não tenho medo.
Multidão: Por Allah, eu não tenho medo.
Mestre de Cerimónias: 6 significa seis.
Multidão: 6 significa seis.
Mestre de Cerimónias: O coração da elite treme de medo.
Multidão: O coração da elite treme de medo.
Mestre de Cerimónias: 7 significa sete.
Multidão: 7 significa sete.
Mestre de Cerimónias: Qual Holocausto, seu malcheiroso?
[Nota: a referência é a Netanyahu, os cantores usar um trocadilho para produzir "Stink-yahu"]
Multidão: Qual Holocausto, seu malcheiroso?
Mestre de Cerimónias: 8 significa oito.
Multidão: 8 significa oito.
Mestre de Cerimónias: Se tivéssemos a lei sharia.
Multidão: Se tivéssemos a lei sharia. Mestre de Cerimónias: Se tivéssemos a lei sharia.
Multidão: Se tivéssemos a lei sharia.
Mestre de Cerimónias: 9 significa nove.
Multidão: 9 significa nove.
Mestre de Cerimónias: As elites são como o Frankenstein.
Multidão: As elites são como o Frankenstein.
Mestre de Cerimónias: As elites são como o Frankenstein.
Multidão: As elites são como o Frankenstein.
Mestre de Cerimónias: 10 significa dez.
Multidão: 10 significa dez.
Mestre de Cerimónias: Eu anseio pelo martírio.
Multidão: Eu anseio pelo martírio.
_____________________________
- A motivação dos islamistas contra o Mundo Livre em geral, e contra Israel em particular, é RELIGIOSA. No Egipto, os cristãos coptas são os primeiros a sofrer. Têm sido numerosos os massacres de cristãos pela polícia egípcia, tem havido assaltos à Catedral de S. Marcos (O "Vaticano" dos coptas) e outras atrocidades contra os "infiéis".
Atrocidades sortidas (atenção à parte final, quando crianças muçulmanas nas escolas se manifestam pela chacina dos cristãos):
Rapariga cristã copta violada por manifestantes islamistas à luz do dia, com os inevitáveis gritos de Allahu Akhbar:
Repórter ocidental atacada e sexualmente agredida por muçulmanos no Egipto (os clérigos muçulmanos decretaram que era permitido violar as mulheres aquando dos protestos). Gangues de violadores de mulheres e espancadores de homens foram contratados pela Irmandade Muçulmana para calar os protestos da Primavera Árabe no Egipto.
Clérigo muçulmano explica que é lícito aos muçulmanos egípcios chacinarem os cristãos coptas, tal como o profeta Maomé chacinou os judeus de Al Medina. Explica também que onde os muçulmanos estão mais fracos devem limitar-se a acções menos radicais, tais como aquilo que aconselha aos muçulmanos de Gaza: lançarem mísseis sobre Israel! Onde são mais fortes... ordem para chacinar!
A propósito de um novo episódio de violência junto à escola Seomara da Costa Primo, na Amadora, escreve um leitor na caixa de comentários do Público:
«o Nzingalis vai acontecer, quer os tugas queiram, quer não. Já há apoio
político, apoio social e jurídico. Só falta algum apoio militar. Vamos
vencer.»
Como não fazíamos ideia do significado de tal palavra, fomos ver de que se tratava. A concretizar-se este projecto, teremos
que começar a ceder território a este grupo supremacista, terrorista e racista, como faz Israel em relação aos «palestinianos». E daqui a uns anos, a ver pela taxa de natalidade orgulhosamente exibida pelos «nzingalistas», teremos que lhes dar lugar. O paralelo parece-nos perfeito.
E sabeis o mais engraçado? É que há-de haver gente a ler este post e a concluir que EU sou o racista! Como o Robert Spencer. Foi o ponto a que o politicamente correcto chegou!
Denominam-se Nzingalis e dele fazem parte alguns africanos de
segunda geração. E porque acreditam que a raça negra será a dominante
daqui a 50 anos na área metropolitana de Lisboa, querem um Estado
africano independente em Portugal chamado Nzingalis, em honra da rainha
angolana Nzinga e em homenagem a Lisboa.
Um site (www.blackmind.com/hosting/nzingalis) é a porta
de entrada para as aspirações destes jovens que escolheram a Internet
para divulgar as suas ideias. Assumem a criação de um Estado africano na
zona de Lisboa como uma inevitabilidade.
Um Estado, cujas fronteiras, a Sul, chegariam a Sesimbra/Setúbal, a
Este, a Benavente e Cartaxo e, a Norte, às Caldas da Rainha e Rio Maior.
No seu interior ficariam, naturalmente, Lisboa, Cascais, Sintra,
Setúbal, Almada e Torres Vedras.
Uma inevitabilidade que assumem por motivos de natalidade. Pelas suas
contas, bastarão menos de 50 anos para a região de Lisboa e vale do Tejo
se tornar «uma região de maioria negra». E, na lógica dos seus
argumentos, Portugal nada poderá fazer para limitar esse crescimento,
até porque também «já demonstrou que não consegue controlar a entrada de
um numero crescente de imigrantes africanos».
Citando o exemplo de Portugal em relação a Espanha e a determinação de
Portugal em conseguir a independência para Timor, os Nzingalis evocam o
direito de autodeterminação. Um direito que, para estes, será conseguido
a qualquer custo. «Será que os portugueses querem um novo "País Basco"
aqui em Portugal?», afirmam.
Mas não só. Os Nzingalis evocam apoios internacionais e lembram que «no
Kosovo, a NATO defendeu o direito dos Kosovares a uma pátria própria
apesar do território do Kosovo ser historicamente Sérvio».
E, se o mesmo não acontecer em Portugal, «nós temos os milhões de irmãos
afro-americanos nos Estados Unidos cuja influência nesta sociedade é
cada vez maior (...) que não deixarão de nos vir ajudar, caso seja
necessário».
O site tem vários links quer para partidos políticos portugueses,
com excepção do PSD e do PP, movimentos cívicos, como a SOS Racismo e a
Frente Anti-Racista ou ainda para «lutas irmãs», como é o caso do UÇK e
dos Curdos.
O Diário Digital tentou contactar os Nzingalis por e-mail mas não
obteve resposta. Contactou também a Frente Anti-Racista que não
comentou o assunto. O Diário Digital apurou que os movimentos que
defendem a criação de uma nação africana em Portugal são «acompanhados
há algum tempo» pelo Serviço de Informações e Segurança (SIS).
"Num golpesem precedentescontra a liberdade, o governo britânico proibiu Robert Spencer de entrar no país. Muhammadal-Arifi, que tem defendidoo ódio aos judeus, espancamento de mulheres e a violência da jihad, entrou no Reino Unidorecentementesem nenhuma dificuldade. Aonãopermitir a Spencerentrar no paísapenas por causa desuasafirmações verdadeirase precisassobre o Islão, o governo britânico está a comportar-se comoumEstado islâmicode facto.A nação quedeu ao mundo aCarta Magnaestá morta."
Na imagem seguinte: O deputado trabalhista britânico Tony Lloydconfraterniza com o seu amigo Ismail Haniyeh, líder do movimento terrorista Hamas:
Robert Spencer no site jihadwatch, tinha comentado há pouco a possível proibição:
Os simpatizantes da jihad estão desesperadamente com medo de Pamela Geller e de mim (Robert Spencer).Têm todo o dinheiro, todo o poder, e todos os meios de comunicação, e
ainda assim o medo é palpável, porque eles sabem que nós dizemos verdades e que
as suas mentiras grandes não o podem contrariar. O perseguidor obsessivo Nathan difama-me em todos os
lugares que pode, e tenta cancelar as até minhas
palestras sobre outros temas (assinar a petição para que eu possa
falar, aqui). E
agora Tony Lloyd publicou uma peça cheia de mentiras e distorções sobre
Geller e sobre mim (Robert Spencer), esperando para banir-nos do Reino Unido. Se formos proibidos, ou se entrarmos e formos agredidos, será em
grande parte devido à demonização e mentiras de Tony Lloyd.
O islamofascista Tony Lloyd já tinha lançado a sua jihad:
"Apelo de Tony Lloyd: Não deixemos os pregadores do ódio entrarem no Reino Unido"
O Comissário para o Crime e Polícia de Manchester Tony Lloyd está a apoiar aos apelos para negar a entrada aos dois pregadores no Reino
Unido.
Anjem Choudary, que prega a jihad na Sharia e se regozija sobre o assassinato de não-muçulmanos, é um pregador do ódio. Lloyd não tem nada a dizer sobre ele. Pamela
Geller e eu, que pregam a liberdade de expressão, a liberdade de
consciência ea igualdade de direitos para todos, somos os "pregadores do
ódio" para ele.
O grupo de extrema-direita Liga de Defesa Inglesa (EDL) convidou os dois
fascistas de falar em Woolwich neste fim de semana - no local do
assassinato brutal do soldado Lee Rigby.
Agora é-se "fascista" por defender a liberdade contra a Sharia.
A EDL convidou Pamela Geller e Robert Spencer dos EUA para falar na reunião. As revoltantes opiniões de Geller e Spencer são conhecidas nos EUA, onde foram severamente condenados.
Pelos jihadistas fomos, sim. Tony
disse: "Os dois indivíduos que a EDL convidou para
virem ao nosso país, não são nada menos do que pregadores do ódio - tão maus quanto aqueles
que usam o nome do Islão para propagar o ódio."
"Tão maus", como aqueles que pregam a violência e glorificam assassinato. Este homem é louco. "Eu acredito apaixonadamente na liberdade de expressão"
Não, você não acredita, você é um fascista. Apesar
do facto de o EDL representar tudo aquilo que eu sou contra, eu tenho defendido
o seu direito de se expressar - e isso apesar de o custo de
policiamento dos seus comícios. Mas este é um passo muito grande."Eu
odeio a ideia de transformar essas duas pessoas em mártires por tê-los
proibido, mas esta é uma situação extraordinária e peço ao
Ministro do Interior para usar os seus poderes extraordinários para negar
a estes extremistas entrada no nosso país.
"Cada cidadão deve estar orgulhoso de que este país é conhecido em todo o mundo por seus valores de abertura e de respeito. Mas não podemos tomar isso como garantido e aqueles que jorram ódio comprometer a liberdade que nós amamos no Reino Unido ".Geller e Spencer tem um longo historial de ódio. De
negar o genocídio bósnio a acreditar que Barack Obama é um muçulmano
secreto, eles e as organizações que os representam têm procurado mostrar
todos os muçulmanos como extremistas que têm um plano secreto para tomar
a Europa. Eles disseram também que os jovens assassinados por Anders Breivik na Noruega não foram vítimas inocentes.
Nada disso é verdade. Não dissemos nenhuma dessas coisas. Lloyd está a mentir abertamente.
"Geller e Spencer são perigosos, eles só querem vir para atiçar o ódio e incitam à violência. Vamos tomar uma posição em conjunto e dizer - não são bem-vindos na nossa orguilhosa nação", acrescentou Tony. Tony assinou uma carta aberta pedindo ao secretário do Interior para negar a Geller e Spencer um visto.
É Lloyd que é incitar o ódio e à violência. Se alguma coisa nos acontecer, na Inglaterra, o sangue estará nas suas mãos.
- Spencer e Geller foram banidos, enquanto os pregadores da jihad, que se alegram abertamente com a morte de infiéis e apelam abertamente à guerra santa, florescem no Reino Unido, com a bênção dos políticos e dos media.
Este precedente é extremamente grave, e coloca o Reino Unido como uma nação islâmica, onde dizer a VERDADE passa a ser proibido. É um precedente extremamente grave. Reiteramos que Spencer e Geller nada mais fazem do que apontar os FACTOS. Não há qualquer apelo racista ou de qualquer forma discriminatório nas suas publicações e palestras. Nem a English Deffence League é fascista. Passou foi a ser considerado «fascista» ser pela VERDADE!
Quando alguém se limita a relatar as acções terroristas islâmicas é apelidado de de racista, islamófobo, de extrema-direita, preconceituoso, é ameaçado, perseguido e sancionado pelos Governos ocidentais. Já o apelo à decapitação pura e simples dos infiéis, é bem-vindo e aplaudido!
Sites como www.thereligionofpeace.com, ou www.jihadwatch.org são regularmente postos em baixo sob acusação de "racismo" e "islamofobia". No Reino Unido um homem foi preso por estar a vender t-shirts num comício da Liga de Defesa Inglesa apelando aos muçulmanos para cumprirem as leis nacionais ou se irem embora.
Neste vídeo, um grupo de clérigos de topo, no Egipto, decapita um rapaz pelo crime de se ter convertido ao Cristianismo e se ter recusado a voltar ao Islão. O vídeo é explícito, embora pare antes do golpe fatal e já não mostre os piedosos executantes a segurarem a cabeça cortada com júbilo.
(Alcorão4:89) Eles querem tu não acredites, talqueelesnão acreditam.Nãotomesdentre elesaliadosaté que regressem à causa de Allah. Mas, sese recusarem,entãoaproveita e mata-osonde quer que se encontrem enãotomesdentre elesqualqueraliado ouajudante.
E você, ainda acha que o Islão cabe no conceito normal de religião? Ou tem apenas medo de perder a cabeça?
"Mortos na Síria já são mais de 100 mil" - Público
E com a ajuda de Obama, serão muitos mais...
(ATENÇÃO ÀS IMAGENS, ALTAMENTE CHOCANTES)
Excertos da entrevista com Ahmad 'Issa,
comandante das Brigadas Sírias Suqur Al-Sham, na Al Jazeera, a 12 de Junho de 2013, afirma que "o Irão será sempre o seu inimigo prioritário, e que o povo decidirá depois o que fazer com Israel".
Entrevistador:
O Suqur Al-Sham, ou o senhor pessoalmente, esperam ter um papel
político, caso o regime seja derrubado?
Ahmad 'Issa: Nós não queremos servir como uma ponte, para sermos preteridos e, em seguida, deitados fora. Entrevistador: Então você não aspiram a um papel político?
Issa Ahmad ': Concerteza.
[...]
Temos tido atenção às minorias e aos seus direitos, desde a criação do
Estado do Islão, desde o início do Califado, nos dias do profeta Maomé, e
nos dias dos califas justos, e até este dia. Ao longo da História, ninguém sofreu injustiça sob o Estado do Islão - o Estado da verdade e da justiça.
Entrevistador:
Em alguns emiratos islâmicos no curso da História - eu poderia
mencionar o califado abássida, por exemplo, e a Andaluzia, onde cristãos e
judeus ocuparam cargos ministeriais, e até mesmo a posição do
primeiro-ministro. Qual é a sua posição sobre um cristão se tornar um ministro, por exemplo?
Ahmad 'Issa: Nós temos três pré-requisitos para a adesão ao governo. A primeira é que o Islão deve ser a única fonte de autoridade do Estado. Nós não infringimos os direitos dos outros - este é o nosso direito, porque 85% dos sírios são muçulmanos sunitas.
[...]
Exigimos que o Presidente e o Parlamento sejam muçulmanos sunitas, e que a única fonte de autoridade do Estado seja o Islão. Assegurado isso, você pode chamá-lo um Estado constitucional, um estado parlamentar, uma monarquia, uma república - o que quiser.
Entrevistador: Você não se oporia a que um cristão se tornasse ministro, por exemplo?
Ahmad 'Issa: As nossas preocupações são o Chefe de Estado e fonte de autoridade do Estado.
Entrevistador: Você opõe-se a ter um cristão como Chefe de Estado?
Ahmad 'Issa: Sim, nós não aceitaríamos isso.
[...]
Entrevistador: Qual é a sua posição em relação à democracia?
Ahmad 'Issa: Estamos a falar de um Estado de justiça e verdade. Queremos que o povo a ser governado por uma lei infalível - a lei de Deus. Nós não queremos que as pessoas sejam governados por leis feitas pelo homem ...
Ainda hoje,
foi notícia a morte de uma mulher e das suas duas filhas de 15 e 16
anos, no Paquistão. Foram executadas pelo meio irmão, ajudado por quatro
amigos. O crime cometido pelas meninas foi o de terem feito um
vídeo em que assistiam alegres à chuva que caia sobre a relva. A alegria
demonstrada desonrou a família, e a única maneira de a restaurar foi
assassinar as meninas depravadas e a mãe que não soube dar-lhes a devida
educação, prevenindo-as contra o pecado da felicidade!
Aqui, por exemplo, temos uma mulher que ouve calada as acusações de "adultério" proferidas pelos taliban afegãos e a seguir é abatida. Não houve "adultério" nenhum, o que se passou foi que dois comandantes dos terroristas, perdão, dos estudantes de Teologia, estavam interessados nela, e optaram por uma justiça Salomónica. Mas com um fim islâmico, claro.
Aqui foi uma rapariga de 18 anos, xiita, que resolveu apaixonar-se por um muçulmano sunita. Foi apedrejada até à morte.
Aqui nos Estados Unidos, um pai muçulmano matou as filhas menores por estas... namorarem:
Aqui são quatro raparigas muçulmanas da Somália que atacam uma rapariga em leicester, Reino Unido, aos gritos de «MATEM A P*** BRANCA!!!»:
Poupamos os nossos leitores a mais vídeos. É fácil encontrá-los, às centenas, no youtube e noutros lugares. Não se pense que isto são "casos isolados". Os crimes de honra são regra no Islão.
E é mesmo! Até os intervalos têm uma animação muito maior que as nossas sensaboronas exibições da banda da guarda republicana!
CUIDADO! OREALITY SHOW FUTEBOLÍSTICO AFEGÃO DO VÍDEO PODE CHOCAR ALGUMAS PESSOAS MAIS SENSÍVEIS:
A família do marido de Zarmeena até a perdoou, e pediu que não a executassem, mas os taliban explicaram que o espectáculo já tinha sido anunciado na Rádio e como tal o público não poderia ser defraudado. Os gritos e choros de crianças são dos filhos de Zarmeena.
(Rádio Vaticano) - O PapaFrancisco diz quedevido às "nossas raízes comuns" com o povo judeu, "umcristão não pode seranti-semita!"
O Papafalavapara uma delegação doComitê JudaicoInternacional de Relações Inter-religiosas(IJCIC)que se reuniramno Salãodos PapasdoPalácio Apostólicoparauma audiência privada estasegunda-feira.OIJCICestá empenhada em desenvolveras relações com aComissãodo Vaticanoparaas Relações Religiosascom os Judeus, a Igreja Cristã Ortodoxa, o ConselhoMundial de Igrejase outrasorganizações religiosasinternacionais.
Embora conheça"importantes personalidadesdo mundo judaico", o Papa Franciscodisseque estafoi a primeiravez que se encontrou comum grupo de representantesoficiaisde organizações e comunidadesjudaicas.Lembrou que o Concílio Vaticano IIe a declaraçãoNostraAetatefoi um "ponto-chave dereferênciapara as relações como povo judeu."
"Os princípios fundamentaisexpressosna Declaração", continuou ele, "têm marcado o caminhodeuma maior consciencialização eentendimento mútuo,trilhadosnestas últimas décadasporjudeus e católicos" -um caminhomuitoapoiado, observou ele, pelos seus antecessores.
O PapaFranciscolembrouas própriasamizadescom líderesdo mundo judaico, quando eraarcebispo deBuenosAires, dizendo que estas "relações amigáveis são uma base para odesenvolvimento de um diálogomais oficial".
OPapa encorajouos presentes a"seguir este caminho, tentando,ao fazê-lo, envolver as gerações mais jovens". "A Humanidade", disse ele,"precisa do nossotestemunho comumafavorda dignidadedo homem e damulher ...eemfavordapaz."...
Sites cristãos tais como A Voz dos Coptas, publicam com alegria estas declarações do líder católico. Bom seria que confissões cristãs como a Igreja de Inglaterra, os Evangélicos Luteranos, o Conselho Mundial das Igrejas, os Presbiterianos, os Metodistas, os católicos-comunistas da Teologia da Libertação, lhe dessem ouvidos e extirpassem de uma vez por todas esse preconceito vergonhoso.
Se é que conhecemos a mensagem de Jesus (ele mesmo judeu), um cristão não só não pode ser antissemita como não pode alimentar qualquer tipo de preconceito.
Post Scriptum: Este cartoon explica melhor o tratamento da Imprensa ao conflito Israel x Islamistas, que a minha prosa toda:
É daqui, da página de facebook "TODA a VERDADE sobre o que acontece em ISRAEL".
Vão chegando notícias, não propriamente dos ataques dos terroristas de Gaza contra Israel, mas da resposta de Israel. Não devem tardar as condenações internacionais. Porque no fundo os mísseis lançados sobre Israel são mísseis bonzinhos, praticamente umas bombitas de Carnaval.
E os malandros dos israelitas, para além da malvadez de terem construído uma cerca de segurança (não gostam de se deixar matar, os sacripantas!), ainda têm o desplante de fazer levantar uns aviões de caça para destruir algumas bases de lançamento de mísseis. Em vez de desenharem um alvo gigante num descampado e se irem pôr todos lá no meio!
Não é fácil, a vida dos israelitas, tentando levar uma vida normal sendo uma ilha de normalidade num oceano islâmico cujo maior sonho é a sua destruição:
Tendo já cedido mais de 2/3 do seu território para os «palestinianos» estabelecerem o seu Estado inventado, Israel caiu na asneira de ceder também a faixa de Gaza, imediatamente transformada em base de terroristas para ataques com mísseis, atiradores furtivos e bombistas suicidas.
A vida dos israelitas debaixo do alcance das acções terroritas do Hamas e dos outros grupos terroristas que operam em Gaza é assim:
Em troca, Israel dá aos terroristas de Gaza água, electricidade, e envia diariamente um comboio de camiões com tudo o que eles precisam para estar confortavelmente a atacar Israel:
A "ajuda" da comunidade internacional (leia-se financiamento do terrorismo tendo em vista a destruição Israel), é maior do que a Europa recebia durante o Plano Marshall. Mas pelos vistos não chega, a avaliar pelas vozes chorosas em defesa do "martirizado povo palestiniano".
Ainda ontem falávamos aqui das duas actividades preferidas pelos terroristas islâmicos: terrorismo e festejar o terrorismo. E eis que nos chega a notícia de 6 mísseis disparados ontem à noite a partir de Gaza sobre Israel - decerto que para festejar a vitória no Arab Idol e para conseguir mais concessões de território por parte de Israel, até não sobrar mais Israel, naturalmente!
Antes de mais, e sobre a «Palestina», renovamos o desafio para que nos respondam às seguintes perguntas, prometendo desde já encerrar o blog, dar todos nossos meus bens materiais ao vencedor e tratar da inscrição na jihad islâmica:
1. Quando é que o país foi
fundado e por quem? 2. Quais foram as suas fronteiras? 3. Qual foi a sua
capital? 4. Quais foram as suas cidades mais importantes? 5. Quais
foram as bases de sua economia 6. Qual foi a sua forma de governo? 7.
Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat? 8. A Palestina
alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou
agora, não deixa margem a interpretação? 9. Qual era a língua da
Palestina? 10. Qual era a religião predominante da Palestina? 11. Qual
era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga
qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos
EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan
chinês na referida data. 12. E, finalmente, dado que este país não
existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é
que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre
nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa
e nobre?
Vale a pena voltar a aconselhar este vídeo, em que os dirigentes do grupo terrorista Hamas falam de si mesmos e dos seus objectivos de vida:
"Seis mísseis Disparados de Gaza sobre o Sul de Israel"
Seisprojécteisque foramdisparados pelaJihadIslâmicadesdeGazasobre osconselhos regionais deAshkeloneBneiShimonna noite de domingo. Não houve feridosou danosforam relatados.
(...) A Cúpula de Ferrointerceptoudois foguetesdisparadospara oConselho Regional deAshkelon. As sirenesde alertao foram ouvidasnos conselhosregionais deRahat, Netivot, BneiShimoneLahavim. OIDFlançoupesquisasda áreapara encontraros mísseis.
Os mísseisquebraramum longo períodode calmaapreciado pelos civis no sul deIsrael.
Na quarta-feirade manhã,as sirenes de alertatinham soado emAshkelone áreas circunvizinhas Pouco depoisas sirenessaiu, três mísseiscaíramem áreas abertas, pousando emáreas palestinianas, O ataquemarcou aprimeira vez queos terroristas palestinianosemGazatentaramatacarIsraelem quase dois meses.
Cerca de 20mísseisforam disparadosporgrupos militantesdurante este ano.Váriosforam disparadosdurante a visita dopresidente dos EUA,BarackObama, em Março.
Olançamento de mísseisquebrou um longoperíodo em que oregimedo Hamas emGaza não atacou. Desde a OperaçãoPilar deDefesa, em Novembro, só houve algunsincidentes dedisparos de mísseis.
Brevemente podermos também gozar as delícias do islamismo no conforto dos nossos próprios países:
O Concurso Ídolos tem versões nacionais e tem a versão árabe Arab Idol, porque para o mundo árabe e islâmico, há uma supra-nacionalidade: o Islão.
Nos outros países, o concurso é de talentos musicais. No mundo islâmico é, como tudo o resto, uma extensão do modo de estar unidimensional: o Islão.
E foi em nome do supremacismo religioso e da jihad, a guerra santa. que é pilar fundamental do Islão, que Mohammed Assaf venceu o concurso, com a canção “Ergue o teu kaffieyh”. O kaffieyh é aquele lenço que o terrorista egípcio Arafat usava e que popularizou entre os apoiantes do terrorismo islâmico de todo o mundo.
No Públicodescreve-se a alegria com a vitória "palestiniana", citando depoimentos que partem do princípio de que Israel não existe e é apenas um ocupante temporário desse país inventado pelo terrorista Arafat e Companhia. Há um indivíduo que afirma que Gaza "não é só rockets e bombas e pedras".
Pois não será, mas anda lá perto. Infelizmente. Cabe recapitular algumas perguntas acerca da «Palestina».
Se alguém nos responder a uma só destas perguntas encerraremos imediatamente este blog, entregaremos ao explicador todos os nosso bens materiais (quase nada, mas a intenção é que conta), e correremos a inscrever-nos no Hamas ou no Hezbollah:
1.Quando é que opaís foi fundadoe por quem? 2.Quais foramas suas fronteiras? 3.Qual foi a suacapital? 4. Quais foramas suas cidadesmais importantes? 5.Quais foram asbasesdesua economia? 6.Qual foia suaforma degoverno? 7.Pode citarpelo menos umlíder palestinoantes deArafat? 8.APalestina alguma vez foi reconhecida comoum país cujaexistência, entãoou agora, não deixa margemainterpretação? 9. Qual era a línguada Palestina? 10.Qual eraa religião predominanteda Palestina? 11.Qual era o nomede sua moeda? Escolhauma dataqualquerna história ediga qualeraa taxa de câmbioda moedapalestinianaem relação ao dólardos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ouaoyuanchinêsna referida data. 12.E, finalmente,dadoque este paísnão existe actualmente, queé o que causouo seu desaparecimentoe quando éque ocorreu? Você que lamenta o"afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f,quandoexactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?
OBVIAMENTE que não existe nem nunca existiu uma nacionalidade palestiniana. "Palestina" foi o nome que alguns invasores deram à Terra de Israel. O problema é que o supremacismo islâmico não admite que os Judeus possam ter a soberania da sua Pátria quadrimilenar, e para isso movem-lhe desde há 65 anos uma guerra constante, com todos os meios, incluindo os famosos bombistas suicidas.
A famosa Faixa de Gaza, um território «palestiniano» cedido por Israel, é governada pelo movimento terrorista Hamas, que foi escolhido em eleições e se dedica a lançar ataques terroristas Israel, na falta de imaginação e objectivos de vida para mais. Vale a pena ouvir o que têm os terroristas do Hamas a dizer acerca deles mesmos e das suas motivações:
Vale a pena rever como é a vida em Gaza sob o domínio dos terroristas do Hamas:
Lamentamos que poucos destes vídeos estejam legendados em Português. Sempre no campo dos FACTOS, voltamos a publicar este documentário acerca do Islamismo. Quem se dê ao trabalho de estudar e tentar perceber o que se passa no Médio Oriente não deixará de concordar que é impossível o diálogo e a paz com os islamistas, porque a estes apenas serve a extinção dos judeus e anexação de Israel, uma nação com mais de 4 mil anos, invadida e destroçada por vários povos, tendo sido os Árabes um deles. A diferença é que os Persas, os Romanos, os Turcos, ou os Ingleses, já não têm pretensões à ocupação de Israel, ao passo que na mentalidade árabe-islâmica, terra conquistada será sempre deles.
O que é verdadeiramente desconcertante é que boa parte do Mundo Livre continua a apoiar os terroristas do Hamas, do Hezbollah, da al-Qaeda, e de um modo geral o terrorismo islamista, que visa não apenas a destruição total de Israel, mas a instalação de um Califado Global, com a subjugação do resto do mundo.
Israel ocupa nesse processo um papel-chave, pois é o primeiro alvo a abater para os terroristas islâmicos, que têm nos judeus os mais odiados dos "infiéis". A Imprensa Ocidental, e os partidos da extrema-esquerda conseguem fazer uma lavagem cerebral à população, apesar de a máquina de propaganda "palestiniana" ser de uma infantilidade confrangedora.
Beneficiam de um sentimento antissemita que não acabou com o fim da II Grande Guerra e com o Holocausto. Os sectores políticos neonazis, erradamente conhecidos como de extrema-direita, estão de acordo com a extrema-esquerda relativamente à extinção de Israel. Ambos odeiam o Mundo Livre e suspiram pela Ditadura.
É curioso como os opositores do Sionismo (a opinião de que Israel tem o direito de existir), têm adeptos entre os maiores ditadores e assassinos de massas do Mundo:
Agora veja sff o mapa do Médio Oriente e Mundo Árabe e constate a pequenez do território de Israel:
Israel, logo aquando da sua independência há 65 anos, embarcou num acordo em que a parte de leão do seu território foi para os Árabes. mesmo assim, e debaixo de uma Guerra impiedosa, cedeu mais de 2/3 do seu território ao inimigo, para a instalação do tal Estado Palestiniano. A resposta do mundo Árabe foi a anexação desse território e a continuação da exigência da destruição de Israel:
As respostas árabes às iniciativas de Paz israelitas: NÃO, sempre NÃO:
A Europa já vai conhecendo o que é o dia-a-dia de Israel. Os islamistas acham-se donos do Mundo e simplesmente odeiam os "infiéis". Aqui é em Amsterdão, que um grupo de islamistas faz o que sabe fazer: ao som do inevitável estribilho de Allahu Akbar, culpa os outros pelos seus imaginados males, apela ao fim da democracia e da liberdade e à morte de toda a gente. Mas faz questão de o fazer em terra alheia. Querem Israel, a Europa, a América, o Mundo:
Por isso não podemos deixar de concordar. Gaza não é só terrorismo! É também festa e alegria, seja com os Ídolos seja com judeus assassinados, tudo é FESTA!