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terça-feira, 26 de setembro de 2017

"Filho do Hamas" fala na ONU - e causa sensação...

O ex-membro do Hamas, Mosab Hassan Yousef, dirigiu-se às Nações Unidas, em 25 de Setembro de 2017. 


GENEBRA, 25 de Setembro de 2017 - Um ex-membro do Hamas tomou a palavra no Conselho de Direitos Humanos da ONU hoje e chamou à Autoridade Palestina o "maior inimigo do povo palestino". Veja o discurso completo abaixo.

"Se Israel não existisse, você não teriam ninguém para culpar; assumam a responsabilidade pelo resultado de vossas próprias acções", disse Mosab Hassan Yousef, cujo pai era membro fundador do Hamas.

Conforme relatado no filme O Príncipe Verde, Yousef tornou-se amigo ​​de Israel, evitando ataques letais e fazendo com que células terroristas fossem descobertas.

Yousef falou hoje em nome da UN Watch, uma organização de direitos humanos com sede em Genebra, tomando a palavra numa reunião sobre alegadas violações israelitas dos direitos humanos palestinos. Em contrapartida, o Conselho não tem nenhum item especial na agenda sobre a Síria, o Sudão, o Irão, a Coreia do Norte ou qualquer outro país ou região.

"Por uma boa razão, as democracias ocidentais mais uma vez boicotaram o debate de hoje", disse o director executivo da UN Watch, Hillel Neuer.

"No universo distópico de 1984 de George Orwell, todos foram obrigados a sofrer 'dois minutos de ódio'diários. No universo distópico do Conselho dos Direitos Humanos da ONU - de que Arábia Saudita, Qatar, Cuba e a Venezuela são membros - o cronograma incorporado de cada sessão inclui um dia dedicado unicamente ao ódio contra o Estado judeu".




Declaração da UN Watch  
para a 36ª Sessão, Conselho de Direitos Humanos da U.N.
Entregue por Mosab Hassan Yousef 
Obrigado, Senhor Presidente. 
Tomo a palavra em nome da UN Watch. 
O meu nome é Mosab Hassan Yousef. Cresci em Ramallah como membro do Hamas. 
Dirijo as minhas palavras à Autoridade Palestiniana, que afirma ser o "único representante legítimo" do povo palestino. 
Pergunto: de onde vem a vossa legitimidade? 
O povo palestino não vos escolheu, e não vos nomeou para o representarem.   
Vocês auto-nomearam-se. 
A vossa responsabilidade não é para com o vosso próprio povo. Isso é evidenciado por vossa violação total dos seus direitos humanos. 
Na verdade, o indivíduo palestino e o seu desenvolvimento humano são o que menos vos preocupa. 
Você sequestram estudantes palestinos do campus e torturam-nos nas vossas prisões. 
Vocês torturam os vossos rivais políticos. O sofrimento do povo palestino é o resultado dos vossos interesses políticos egoístas. Vocês são o maior inimigo do povo palestino. 
Se Israel não existisse, vocês não teriam ninguém para culpar. Assumam a responsabilidade pelo resultado das vossas próprias acções. 
Vocês sopram as chamas do conflito para manterem o vosso poder abusivo. 
Finalmente, vocês usam esta plataforma para enganar a comunidade internacional e confundir a sociedade palestina, fazendo crer que Israel é responsável pelos problemas que vocês criam. 
Obrigado.

Via UN Watch 
Canal YouTube da UN Watch.




Viste as nossas secções Hamas  e Gaza

Os líderes dos grupos terroristas Hamas e "Autoridade Palestina" são bilionários que coleccionam mansões de luxo em todo o mundo, aviões particulares, e levam uma vida cosmopolita opulenta, regada a álcool e não só. 
Quem paga são os contribuintes europeus, americanos e outros que são obrigados a pagar "ajuda humanitária" destinada às contas bancárieas destes senhores e a armas e munições para matar judeus. 
Enquanto isso, permitem que o povo seja fanatizado e se expluda, matando judeus. É porque se dedicam em especial a matar judeus que estes bandos são tolerados, ao contrário do ISIS, do Boko-Haram ou da Al-Qaeda.





  


Etc..

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Eis o que é hoje a ONU *



Publicado em 7 de jul de 2017
[Apoie o trabalho dos Tradutores de Direita. Contribua: https://apoia.se/tradutoresdedireita]

Seis coisas que você precisa saber a respeito do Conselho de Direitos Humanos da ONU ¹

1. O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) dedicou 56 das suas primeiras 103 resoluções a criticar Israel.
2. Entre 2006 e 2014, o CDH dedicou 33% de suas sessões extraordinárias a criticar Israel.
3. Durante o mesmo período de tempo, a ONU nunca dedicou uma sessão sequer à Arábia Saudita, à China ou à Rússia.
4. Em 2016, a ONU emitiu mais resoluções contra Israel do que à Coreia do Norte e à Síria juntas.
5. A ONU criou comitês dedicados exclusivamente a atacar Israel.
6. Até mesmo o Secretário Geral, Ban Ki-Moon, admitiu o viés anti-Israel da ONU.

Referência:
[1] James Barrett. “6 Things You Need To Know About The UN's Israel-Hatred.” The Daily Wire, 22 de dezembro de 2016. Artigo completo disponível em https://goo.gl/XjRJzC

Tradução: Yuri Mayal
Revisão: Hugo Silver

TRADUTORES DE DIREITA
Webpage: http://TradutoresdeDireita.org
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YouTube: https://www.youtube.com/c/Tradutoresd...
Instagram: https://instagram.com/tradutoresdedir...
Twitter: https://twitter.com/tradutores_br

Vídeo original: https://goo.gl/jpdLKF
Vídeo legendado no YouTube: https://youtu.be/UyaVKkX7poQ

 ....................................................................

- Chamamos a atenção para a nossa secção 

sexta-feira, 31 de março de 2017

Resposta de Hillel Neuer à pauta anti-Israel na ONU


Dos Tradutores de Direita:
Israel é uma vibrante democracia, com plenos direitos para mulheres e gays, com uma imprensa livre e um judiciário independente. Isso nos levaria a pensar que as Nações Unidas iriam celebrar tal pais, mas ao invés disso, a ONU condena Israel a cada oportunidade como que por obsessão.

Apesar deste tipo de conferência parecer algo tirado dos livros de Kafka ou ainda Orwell, se tornou prática bastante comum em concílios das Nações Unidas. Um show de absurdidade e manipulação ideológica se torna corriqueiro dentro dos quadros da organização, tendo o Estado de Israel como alvo, que é constantemente acusado de violação de direitos humanos por países que os violam de forma bem mais explícita (principalmente árabes). 38% de todos os ataques nos concílios de direitos humanos da ONU tem como alvo Israel. Esse concílio tem um relatório de 10 itens, sendo um deles sempre reservado, por alguns países, para criticar Israel (o item 7). Vejam o que já se tornou hábito na discussão dessa polémica pauta, e com o que a única democracia do Médio Oriente tem que lidar constantemente dentro da ONU.

Tradução: Israel Pestana
Revisão: Rodrigo Carmo

Agradecimentos: Alexandre Borges

TRADUTORES DE DIREITA
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Twitter: http://twitter.com/tradutores_br

Vídeo original CENSURADO pelos islamofascistas do YouTube:

sexta-feira, 17 de março de 2017

Guterres rejeita investida anti-semita na ONU


Richard Falk, ex-membro da ONU, apoiante de todas as tiranias islâmicas do Mundo (neste artigo exortava o mundo a apoiar os aiatolas do Irão), promotor do Califado Global com capital em Istambul, anti-semita fanático com um longo currículo


Richard Falk é um lendário odiador de Israel e dos judeus, e uma figura muito evocada pela publicação islamista jihadista Al-Público e pela Imprensa em geral, paga pelos mesmos patrões. 

Falámos dele por exemplo neste post:


Os vídeos estão permanentemente a ser retirados pelo lóbi islamista de que falámos no post anterior. O costume. 

Ora o português António Guterres, a quem já acusámos de ter ido presidir à ONU para servir cafés aos esbirros das ditaduras islamistas e comunistas que dominam actualmente a organização, leu os nossos piropos, ficou chateado e encheu-se de brios. 

A notícia chega-nos da UN Watch

No entanto, ao contrário das acusações sórdidas de Richard Falk, você não a verá na TV, não a ouvirá na rádio não a lerá no jornal na Internet politicamente correcta:

ONU rejeita relatório de Richard Falk acusando Israel de apartheid

O secretário-geral António Guterres rejeitou um relatório publicado pela ECSWA, uma agência baseada em Beirute, do organismo mundial que é composta por 18 Estados árabes, que acusa Israel de "apartheid"
O autor principal do relatório é Richard Falk, um ex-funcionário da ONU que foi condenado repetidamente pelo Reino Unido e outros governos por anti-semitismo. 
A embaixadora americana Nikki Haley exigiu que a ONU retirasse o relatório. A UN Watch queixou-se da Reuters, por relatar a história omitindo o infame registo de anti-semitismo e as teorias de conspiração sobre o 11 de Setembro*.
* - Richard Falk afirma que foram os Estados Unidos e não a Al-Qaeda os autores dos ataques de 11 de Setembro, reivindicados por Osama bin Laden em pessoa. Richard Falk jamais proferiu uma palavra contra as ditaduras islamistas e comunistas, mas vive para verberar Israel, a única democracia do Médio Oriente.
Depois de a Coreia do Norte, a Venezuela, a Síria, o Irão, a Rússia e outras das piores ditaduras do mundo contarem as habituais mentiras, foram concedidos a Hillel Neuer, da UN Watch, 90 segundos para falar:

Senhor Presidente, permita que a realidade mostre que tudo o que acabamos de ouvir de alguns dos piores abusadores de Direitos Humanos do mundo não tem base legal ou de facto.
Quando este conselho da ONU se regular de acordo com sua própria Carta, abordará os verdadeiros abusos contra os Direitos Humanos, que ocorrem nas seguintes regiões:
No Afeganistão: Misoginia.
Na Argélia: Força excessiva.
Na Bielorrússia: Autoritarismo.
Em Burundi: Aviso de genocídio.
No Camboja: Violência contra as mulheres.
Na República Centro-Africana: Abusos sexuais por parte das forças de paz.
Na China: Negação de liberdades básicas.
No Congo: Trabalho infantil.
Em Cuba: Ditadura.
No Equador: Supressão da dissidência.
No Egipto: Assassinatos extrajudiciais.
Em Eritreia: Trabalho forçado.
Na Etiópia: assassinatos arbitrários.
No Haiti: Corrupção crónica.
No Irão: Tortura.
No Iraque: assassinatos por milícias.
No Laos: Abuso de prisioneiros.
No Líbano: atrocidades do Hezbollah.
Na Líbia: assassinatos em massa.
Na Malásia: Homicídios policiais.
Em Maldivas: Prisão de membros da oposição.
No Mali: Tortura.
Na Mauritânia: escravidão.
Em Marrocos: Ausência de liberdade judicial.
Em Myanmar: Violência contra minorias.
Na Nigéria: Homicídios extrajudiciais.
Na Coreia do Norte: Campos de trabalho forçado.
No Paquistão: Pena de morte por blasfémia.
No Panamá: Corrupção.
No Qatar: Trabalho escravo.
Na Rússia: Perseguição de dissidentes.
Na Arábia Saudita: Decapitações.
No Sri Lanka: Detenções arbitrárias.
No Sudão: Bombardeamento de civis.
Na Síria: Massacre de civis.
Sr. Presidente, quando irá o mundo ouvir a ONU sobre os abusos reais de Direitos Humanos?

Traduzido do comunicado da UN WATCH.



O discurso acima é telegráfico. O que se passa nesses países encheria milhares de páginas de relatórios. 

Na Arábia Saudita, que é membro do Conselho de Direitos Humanos na ONU e condena regularmente Israel, por o país se defender do terrorismo islâmico, decapita-se por tudo e por nada:





Que crimes terão cometido estas pessoas decapitadas na Arábia Saudita? Terá sido adultério (entenda-se sair de casa sem acompanhante masculino, ou de cabeça descoberta)? Terá sido "bruxaria"? Terão deixado de ser muçulmanos? Terá sido crime de homossexualidade?

Olha se qualquer destas lindas cenas se passassem em Israel...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Guterres e ONU homenageiam apoiante de ditaduras e do terrorismo islâmico

Mais um exemplo de como a ONU está completamente ao serviço das ditaduras comunistas e islamistas. Mais um odiador confesso do Mundo Livre, apoiante de terroristas islâmicos e de tiranos comunistas, mais um anti-semita, vai ser homenageado, com a bênção de António Guterres, que, pela sua conhecida mansidão, foi uma escolha acertada por parte das forças sombrias que dominam a ONU.
A folha de serviços do senhor Jean Ziegler, de que hoje vos falamos, um "intelectual de esquerda" coerentemente incensado pelos media, pelos académicos e por boa parte da classe política, revela um perfil familiar - o daqueles que se acham “o primeiro escalão da espécie humana”:
 
"TODO O COMUNISTA, SEM EXCEPÇÃO, É CÚMPLICE DE GENOCÍDIO, É UM CRIMINOSO, UM CELERADO, TANTO MAIS DESPROVIDO DE CONSCIÊNCIA MORAL QUANTO MAIS IMBUÍDO DA ILUSÃO SATÂNICA DA SUA PRÓPRIA SANTIDADE."
Olavo de Carvalho




ONU vai homenagear o apoiante do Hezbollah Jean Ziegler  

Fundador do "Prémio de Direitos Humanos Kadafi"...


  Jean Ziegler defende o "o ódio ao Ocidente".


Carta enviada hoje pelo Director Executivo da Un Watch, Hillel Neuer, à Embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley:

Fevereiro 26, 2017

Cara Embaixadora Haley,


Estamos alarmados, porque o secretário-geral da ONU, António Guterres, vai amanhã abrir a sessão do Conselho de Direitos Humanos honrando o membro consultivo Jean Ziegler - um notório ideólogo anti-americano, que acusou os EUA de cometerem "genocídio" em Cuba, que apoia o grupo terrorista Hezbollah, e é co-fundador e vencedor do Prémio de Direitos Humanos Muammar Kadafi - como um dos seus porta-vozes de alto nível.

 
Além disso, o Sr. Eric Tistounet, chefe do Conselho de Direitos Humanos do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACDH) da ONU, falará com o Sr. Ziegler em Genebra, na apresentação do filme "Jean Ziegler: O Optimismo da Vontade", uma operação de publicidade que exalta Ziegler como um grande "intelectual".


Vimos solicitar que condene esta celebração obscena da ONU, deste apologista de ditadores brutais e de terroristas. Os Estados Unidos doam cerca de 40 milhões de dólares à OHCHR em orçamento regular e fundos voluntários, e ainda assim parece que este gabinete pretende insultar os EUA, honrando uma figura líder anti-americana.

Ziegler e mais um que venera o psicopata assassino "Che" Guevara. Uma espécie de Boaventura Sousa Santos suíço...


Ambos os eventos são apoiados pela ONU para obscurecer o histórico vergonhoso do Sr. Ziegler, que inclui:
    - Em 2006, o Sr. Ziegler disse: "Recuso-me a descrever o Hezbollah como uma organização terrorista. É um movimento nacional de resistência".

    - Ziegler actuou durante décadas como propagandista dos piores ditadores do mundo, incluindo Muammar Kadafi, Fidel Castro, Hugo Chàvez e Robert Mugabe, como documentado num ensaio de 2008.


    - Em 1989, quando terroristas líbios explodiram o avião Lockerbie do voo 103 da Pan Am sobre a Escócia, o Sr. Ziegler foi à Líbia para co-fundar o "Prémio Muamar Kadafi de Direitos Humanos". E anunciou-o ao mundo. Tudo isso está totalmente documentado no nosso relatório de 2006, confirmado pelo Neue Zürcher Zeitung.

  - Sob a supervisão do Sr. Ziegler, o prémio foi atribuído aos ditadores anti-ocidentais Fidel Castro e Hugo Chávez, e a anti-semitas como Louis Farrakhan e o primeiro-ministro malaio Mahathir Muhammad.

    - Em 2002, o próprio Sr. Ziegler recebeu o Prémio Kadafi, juntamente com o negacionista do Holocausto Roger Garaudy, que Ziegler já havia elogiado como um "pensador líder do nosso tempo".
- Surpreendentemente, quando confrontado em 2006, o Sr. Ziegler negou completamente qualquer envolvimento com o Prémio Kadafi. Mentiu descaradamente em repetidas ocasiões ao longo de sete anos, até que, em 2013, apareceram as provas em vídeo de Ziegler a receber o prémio.
Se não tivessem aparecido os vídeos, o senhor Zitler continuaria a negar que fundou e se agraciou a si mesmo com o "Prémio Kadafi para os Direitos Humanos" (!!!). Tudo isto faz lembrar o regime norte-coreano (que ele, aliás, apoia):
  - Ziegler nunca foi confrontado pelos estimados 100.000 dólares em dinheiro do prémio, o que viola as regras de ética da ONU.

   - Em 1986, o Sr. Ziegler serviu como assessor ditador etíope coronel Mengistu, que aboliu a Constituição instituindo regime de partido único.


   - Em 2002, o Sr. Ziegler exaltou o ditador do Zimbabué, Robert Mugabe, dizendo: "Mugabe tem uma história de moralidade a seu favor".



   - Segundo o Le Monde, o Sr. Ziegler fez visitas amigáveis ​​a Saddam Hussein no Iraque, e a Kim Il-Sung na Coreia do Norte.

   - Ziegler era um defensor veemente de ditador cubano Fidel Castro, cujo regime o Sr. Ziegler saudou durante uma visita oficial da ONU, na qual recusou atender os dissidentes cubanos.


   - Ziegler louvou Hugo Chàvez, da Venezuela, absurdamente dizendo que "ele acabou com a fome"; os venezuelanos estão agora a morrer de fome. Em troca, Chàvez indicou Ziegler para um posto na ONU em 2004. Ziegler tem um pacto semelhante com o regime de Maduro.

Os esquerdopatas (de barriguinha cheia!) conseguem ver bem-estar num país em que se morre de fome. Os óculos da ideologia...

Razões mais que suficientes para que o Sr. Ziegler tenha sido condenado:

   - A Embaixadora dos Estados Unidos Samantha Power declarou em 2013 que o Sr. Ziegler foi "impróprio" ao serviço da UNHRC.

   - Setenta membros do Congresso dos EUA enviaram uma carta à ONU em 2005 citando o Sr. Ziegler por anti-semitismo, e instando à sua remoção.


   - Ziegler foi nomeado como criminoso por membros do Congresso dos EUA na secção 501 (10) da proposta de lei sobre a Transparência nas Nações Unidas.


   - Ziegler foi condenado em 2005 pelo secretário-geral da ONU Kofi Annan e pela Alta Comissária dos Direitos Louise Arbour pelas suas considerações comparando israelitas com guardas de "campos de concentração". As suas referências a Israel foram, nas palavras de Arbour, "evocativas da Alemanha nazi" e "inflamatórias".
 - Quando o Sr. Ziegler serviu como Relator Especial da ONU sobre o Direito à Alimentação, o Director James T. Morris enviou cartas urgentes ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, avisando que Ziegler se tinha envolvido em actividades "profundamente imorais" e políticas "inflamatórias" que põem em perigo as vidas de milhões de pessoas famintas em todo o mundo.
(O senhor Ziegler é venerado como um deus, porque, quando estava neste cargo disse que "uma criança que morre de fome é uma criança assassinada". A frase é correcta, mas ele é cúmplice desses assassínios).

    - A
Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Suíço opôs-se à nomeação de Ziegler em 2013, dizendo que era "imprópria".   
O senhor Ziegler, de turbante e metralhadora, no deserto... Os "intelectuais de esquerda", sempre sensíveis ao sortilégio do terrorismo.

Da mesma forma, o Sr. Ziegler tem sido condenado por numerosos grupos da sociedade civil:

    
Um grupo de 45 ONGs condenou Jean Ziegler em 2011 pelo seu papel como propagandista de Kadafi, e pediram uma investigação.

   
- Em 2006, uma coligação de 20 activistas de direitos humanos condenaram a nomeação de Jean Ziegler para a reeleição.

    -
Ziegler tem sido repetidamente condenado por organismos de combate ao anti-semitismo, incluindo a Liga Anti-Difamação, o American Jewish Committee e o B'nai B'rith International.
Embaixadora Haley, a senhora tem falado firmemente contra os abusos que se passam na ONU e que traem os seus próprios princípios fundamentos.
Os 17 anos de carreira do Sr. Ziegler como um "expert" do Conselho de Direitos Humanos da ONU têm sido dedicados a apoiar tiranos e terroristas, e encarnam os valores degradados de uma determinada cultura política.
Assim, nós pedimos-lhe para intervir contra a elevação do Sr. Ziegler pelo Conselho de Direitos Humanos com a cumplicidade do Alto Comissariado.
Atenciosamente,
Hillel Neuer, Director executivo
Cc: Secretário-Geral U.N António Guterres
      Alto Comissário para os Direitos Humanos Zeid Ra'ad Al Hussein

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Primeiro governo FEMINISTA do Mundo desfila em hijab para o Presidente iraniano

O desfile da vergonha: o primeiro governo feminista do mundo - o da Suécia - apresenta-se em hijab perante o presidente iraniano Rouhani


GENEVA, Feb. 13, 2017  Numa declaração que se tornou viral no Twitter e no Facebook, a UN Watch, uma ONG não governamental de Direitos Humanos com sede em Genebra, expressou o seu desapontamento com o auto-declarado "primeiro governo feminista no mundo", por este ter traído os seus princípios e por ter traído os direitos das mulheres iranianas, quando a Ministra do Comércio, Ann Linde, e outros membros do governo do sexo feminino, caminharam perante o presidente iraniano Rouhani, no sábado, usando hijabs, tchadors e casacos longos, em deferência às opressivas e injustas  leis de modéstia do Irão, que tornam o hijab obrigatório - apesar da promessa de promoção internacional de "uma perspectiva de igualdade de género" e adopção de uma "política externa feminista" na qual "a igualdade entre mulheres e homens é um objectivo fundamental". 
Ao fazerem isso, as líderes femininas da Suécia ignoraram o recente apelo da activista dos Direitos Humanos iraniana, Masih Alinejad, que exortou os políticos europeus a "defenderem a sua própria dignidade" e a recusarem-se a cumprir a lei do hijab compulsório durante as suas visitas ao Irão. 
Alinejad criou uma página no Facebook para as mulheres iranianas resistirem à lei e mostrarem os seus cabelos como um acto de resistência, página que conta já com 1 milhão de seguidores. 
"As mulheres europeias são hipócritas", diz Alinejad. "Elas defendem as mulheres muçulmanas francesas e condenam a proibição de burkini - porque acham que a compulsão é má - mas quando se trata do Irão, eles só se preocupam com dinheiro"
A cena a que se assistiu em Teerão no sábado também foi um forte contraste com a postura feminista da vice-primeira-ministra Isabella Lövin contra o presidente dos EUA Donald Trump, num tweet viral e, em seguida, num editorial do Guardian na semana passada, em que escreveu que "o mundo precisa de uma liderança forte que defenda os direitos das mulheres"
A ministra do Comércio, Linde, que assinou vários acordos com ministros iranianos usando um véu, "não vê conflito" com a política de Direitos Humanos do seu governo, e assina acordos comerciais com uma ditadura opressiva que torturas prisioneiros, persegue homossexuais e executa menores. 

"Se a Suécia realmente se preocupa com os Direitos Humanos, elas não deveriam aprovar um regime que brutaliza os seus próprios cidadãos durante o genocídio na Síria; e se elas se preocupam com os Direitos das Mulheres, então as ministras nunca deveriam ter ido sequer ao Irão misógino", disse o director executivo da UN Watch, Hillel Neuer
O governo sueco está a ser criticado por parlamentares suecos, centristas e de esquerda, que disseram que as ministras não deveriam ter apoiado o "apartheid de género".


Masih Alinejad: Políticas femininas devem desafiar o hijab compulsório:


"Eles vão ao meu país", disse Aliinejad recentemente no Parlamento Europeu, "e ignoram milhões de mulheres que me enviam as suas fotos e se colocam em perigo, apenas para serem ouvidas. E [as mulheres políticas europeeis] mantêm o seu sorriso, e usam o hijab, e dizem que esta é uma "questão cultural" - o que é errado"
A Ministra do Comércio Ann Linde, que supervisiona a "Política Externa Feminista", adicionou ao seu traje uma capa preta.
A Ministra do Comércio, Ann Linde, uma das três ministras suecas que supervisionam a "política externa feminista" do país, decidiu voluntariamente ir coberta com um longo casaco preto, semelhante ao tchador, além de cobrir os seus cabelos com o hijab compulsório. 
Pode ser vista abaixo, em reunião com o Presidente Rouhani, e, em seguida, assinando um dos múltiplos acordos com representantes do regime teocrático. (...)



- Este é um artigo da UN WATCH, que tem uma pequena secção nosso pequeno blogue.


PEQUENO COMENTÁRIO A ESTE CARNAVAL ANTECIPADO:
Este desfile de hijab fez-nos lembrar outra célebre mascarada:


Todos nos lembramos do episódio da nossa excelente jornalista Márcia Rodrigues, carinhosamente conhecida como Mata-Hari da Buraca, toda amortalhada, a arrojar-se aos pés do assassino tirano nazi Ahmadinejad, a ser mandada calar, a ser posta na linha, ali, de rédea curta, compenetradinha e mansa, na sua condição de dhimmī .
Ver:



Feministas pedem: “Não nos protejam dos estupradores islâmicos!”
Se ainda não vou este vídeo, do imperdível canal da Khadija Kafir, NÃO PERCA:


Uma brevíssima amostra do que já escrevemos sobra o país recordista europeu da Jihad Sexual, a Suécia, e as suas líderes feministas de extrema-esquerda:



Rindo da Jihad Sexual na Europa - 2

Recordistas Mundiais de Estupro!

Jihad Sexual - Lá e Cá

'Ela estava a pedi-las'


E para terminar, um cidadão feminista sueco de extrema-esquerda, com um cartaz a pedir mais uns quantos milhões de invasores muçulmanos:
Como podemos ver, encarna o ideal do homem europeu do século 21: brincos, maquilhagem, malinha e sapatos de senhora, tudo em cor-de-rosa, collants pretos e saia cor-de-rosa.
Mas não percebemos porque é que ele não está também de tchador... São estas subtilezas que jamais estarão ao alcance de javalis reaccionários como a besta que escreve estas linhas.

sábado, 31 de dezembro de 2016

O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel

'Até quando julgareis injustamente, e aceitareis as pessoas dos ímpios?'
Salmo 82:2



Mapa de Israel (a amarelo, quase impossível de ver) cercado de países Árabes/Muçulmanos (a encarnado) que simplesmente não toleram a existência de judeus, e muito menos de Israel, que já existe há milénios, muito antes de qualquer país islâmico ter sido criado (sob as cinzas dos povos conquistados e exterminados).

Israel é 0,5% do Médio Oriente e 0,02% do mundo muçulmano. Nenhum outro país na História deu tanto território aos seus invasores, ocupantes e colonizadores, apenas em troca da paz. Israel, um micro-Estado, é apresentado como um "colonizador" e uma potência "expansionista".
E a ONU decidiu agora que Israel tem que dar Jerusalém, a Judeia, a Samaria, os Montes Golan. Como já deu a Jordânia,  Gaza, a Península do Sinai. E depois ainda vai ser obrigado a dar mais, E depois mais, e depois mais, até ficar com 1 metro quadrado e desse metro vai ser obrigado a dar meio metro e assim sucessivamente.
Jerusalém é muçulmana??? Quanto mais não seja, pegue-se na Bíblia, ou... no Alcorão! A Samaria e a Judeia são muçulmanas??? Seria cómico se não fosse trágico. A História de Israel não é escamoteável. Nenhumas Nações Unidas ao serviço do Comunismo e do Islamismo o poderão fazer.

A ONU declara guerra à civilização judaico-cristã

A ONU, dominada por regimes islamistas e comunistas, decidiu que Israel é "colonizador". O que é engraçado é que, não apenas Israel não é colonizador, mas sim COLONIZADO,  como os países que votaram a resolução, foram e são eles sim potências coloniais!




A votação da resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU  opondo-se aos "assentamentos no território palestino ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém", por Israel, denominado como a "força de ocupação", reflecte uma decadência moral global.
O território em questão foi conquistado por Israel ao defender-se da coligação de exércitos árabes que atacou o Estado Judaico em 1967 e nunca foi parte de uma entidade "palestina".
Os nativos americanos foram colonizados pelos Estados Unidos durante séculos. Obama, presidente dos Estados Unidos, decidiu enterrar Israel, não usando o seu direito de veto, e sabendo o que é uma colonização real - a que o seu país fez e faz sobre os nativos americanos. 
E como vamos ver, os outros membros do Conselho que apoiaram este texto não são melhores.
A abstenção dos EUA fez manchetes porque foi a primeira vez que Obama não vetou uma resolução hostil a Israel (embora não tenha sido o primeiro presidente dos EUA a agir assim).
    E que dizer dos outros 14 países, que votaram a favor deste texto? Entre eles, temos as ditaduras de que não há nada a esperar, mas as democracias que são o Reino Unido (dizia-se que a primeira-ministra Theresa May apoiava Israel), Nova Zelândia, Japão e França (que agora vota rotineiramente como se fosse um país árabe)...

    Porque haveremos de estar chocados por os Estados Unidos não terem exercido o seu veto, sem sequer repararmos que a França e o Reino Unido foram decisivos para que esta resolução passasse?

A posição destes países será evocada pelos inimigos de Israel como uma demonstração da opinião da "comunidade internacional", em iniciativas futuras. Ainda assim, a votação provavelmente não terá impacto no terreno, onde Israel já anunciou que não iria respeitá-la. E, com a chegada de Donald Trump, a posição dos EUA certamente será de reviravolta a favor do Estado judaico.

    
No entanto, a Imprensa internacional e, especialmente, a francesa, aproveita esta votação contra Israel para condenar por unanimidade a "colonização", lançada como dogma indiscutível, porque validado pela ONU.
Porque Israel não tem a intenção de cometer suicídio, dobrando-se às injunções da ONU, alguns meios de comunicação apresentam-no como o mau da fita:


"Resolução da ONU; Israel não a respeitará) como muitas outras anteriores)"

Os meios de comunicação, assim, incutem nas mentes a crença de que os judeus oprimem os árabes. Isso alimenta um ódio aos judeus que pode levar a ataques, não só em Israel mas mesmo na diáspora.

"COLONATOS"????? Eles falaram em "COLONATOS"????? Eis o que são "COLONATOS":


Jerusalém, Judeia e Samaria são Israel. Por outro lado, TODOS os países do continente americano são COLONATOS, países erguidos em terras ROUBADAS aos indígenas. A Austrália e a Nova Zelândia também. O Reino Unido e a França mantêm um IMPÉRIO COLONIAL. A Rússia e a China anexam países a seu bel-prazer. TODOS os países árabes foram conquistados em jihad e a sua população exterminada (veja-se por exemplo o Paquistão e todos os países do Norte de África). E são esses COLONOS que querem que o micro-Israel dê ainda mais terra aos TERRORISTAS, para eles fazerem como fizeram em Gaza e usarem o território para mais ataques contra Israel!
  O nosso Zé Povinho tem a resposta para esses HIPÓCRITAS:


O CLUBE DOS COLONOS DA ONU VOTA CONTRA A "COLONIZAÇÃO" 
Mas, na verdade, o que é uma colónia? De acordo com o Larousse, é um "território ocupado e administrado por uma nação fora das suas fronteiras, e ainda ligado ao continente por laços políticos e económicos estreitos."
Vejamos segundo este critério o que são os 15 países que votaram a favor da resolução:

    
CHINA - ocupou o Tibete e Turquestão Oriental / Xinjiang, exigindo às pessoas que vivem lá uma assimilação total à China, inclusive que falem o seu idioma, caso contrário enfrentam a liquidação.

A China faz regularmente 'tiro ao Tibetano'. Mais de 2 milhões de Tibetanos (país anexado pelos Chineses), já foram exterminados. A ONU acha muito bem!

    EGIPTO - um país que é árabe porque os árabes o conquistaram no século VII, impondo a sua língua e religião. Cerca de 10% dos residentes são cristãos coptas que estavam no Egipto séculos antes da colonização e que sofrem regularmente perseguições.
    FRANÇA - tem a maior Zona Económica Exclusiva (ZEE - espaço marítimo sobre a qual um Estado costeiro exerce direitos de soberania de exploração e aproveitamento de recursos) no mundo! Com a ocupação dos territórios conquistados em todo o mundo, os "territórios ultramarinos", a França tem um império marítimo real: Guiana, Guadalupe, Martinica, Reunião, Polinésia Francesa, Mayotte, a Nova Caledónia. Os Kanaks de Nova ... Caledónia, ou os nativos da Guiana não estão à espera de ver a França lutar contra a sua colonização das Nações Unidas.
  JAPÃO - deixou de ser expansionista desde que as suas últimas aventuras lhe renderam uma bomba atómica ... Antes disso, o Japão atacou a Coreia, Taiwan e a Manchúria chinesa. Durante a Segunda Guerra Mundial, ocupou grande parte do Sudeste da Ásia: Burma, Tailândia, Malásia, Indochina, Indonésia, Filipinas ... e a Guerra do Pacífico e o ataque em Pearl Harbor, no Havai. O Japão manteve a soberania sobre as ilhas de Ryukyu, conquistadas em 1872, das quais a mais conhecida é Okinawa.
    NOVA ZELÂNDIA - um país povoado por 74% dos europeus que colonizaram o território em detrimento dos indígenas Maori.
    RÚSSIA - colonizou muitos povos na Ásia Central, no Cáucaso, nos países Bálticos e ainda a Sibéria e o Extremo Oriente, que foram anexados ao território daquele que se tornou o maior país do mundo, depois de os seus povos terem sido subjugados pelos russos. Para não mencionar as aventuras recentes na Chechénia, Abkhazia, Ossetia, Crimeia; e, claro, na Síria, cujos povos não têm nada a ver com os russos;  
  ESPANHA - não tem intenção de desistir de suas pequenas colónias africanas de Ceuta e Melilla, restos de um dos maiores impérios coloniais, que contaram a maior parte das Américas;
 REINO UNIDO - cultivando laços com as suas antigas conquistas, agrupadas na Commonwealth, continua a manter o seu próprio império confetti longe de sua costa: em Gibraltar, no Caribe, nas Bermudas, no Oceano Índico ... O Reino Unido lutou contra a Argentina para não perder a posse das Malvinas / Falklands. Como a França, as ilhas oferecem-lhe uma grande zona económica exclusiva, fonte de riqueza;   
 URUGUAI - era povoada pelos índios Charruas antes de os antepassados ​​europeus dos actuais habitantes terem monopolizado o país;   
VENEZUELA - os 26 grupos indígenas representam apenas 2% da população;    
ESTADOS UNIDOS - um país construído por europeus que colonizaram uma terra povoada pelos índios americanos.
Eis então os Estados que condenam a colonização!  Junte-se-lhes ainda Senegal, Angola, Malásia e Ucrânia, cuja formação foi marcada, entre outras coisas, pela presença Francesa, Portuguesa, Britânica e Russa.
E Israel?

    
Apesar do que a ONU diz, é inegável que o povo judeu é indígena de Israel. Jerusalém é o berço do Judaísmo e muitos outros locais históricos atestam a presença milenar judaica em toda a região, independentemente da linha do Armistício de 1949 da ONU ser usada para impor um Estado árabe palestino na Judeia e Samaria .

    
Os Árabes conquistaram Jerusalém em 637. Se há colonos na região, são eles.
Ban Ki-Moon reconheceu recentemente, numa tirada invulgarmente franca, que a ONU durante décadas passou uma quantidade desproporcional de resoluções criticando Israel.
A Imprensa não demorou a explorar esta declaração da ONU, enquanto continua a desprezar a catástrofe humanitária na Síria.
A hipocrisia dos países que usam Israel para se armarem em professores de Moral baratos (ou mesmo muito baratos, ajudados pelos petrodólares) e evitarem ver -se no espelho, é clara.
Enquanto os media está passando o "colonatos judaicos" para um dos principais problemas do mundo, é importante para voltar aos fatos e dizer que realmente os colonizadores.
 INFOEQUITABLE/ EUROPE-ISRAEL




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Ban Ki-moon foi a Jerusalém em 2015 e admitiu que a ONU é injusta com Israel. Agora, no discurso de despedida, voltou a afirmá-lo. Há quem diga que na próxima declaração vai dizer que o Papa é católico...

  

VIVA ISRAEL! VIVA ISRAEL! VIVA ISRAEL!