Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
É entrar, é entrar! Senhoras e senhores, meninas e meninos! É entrar!
Depois das feministas galopantes da Suécia, temos o prazer de apresentar a vosselências...
As feministas ladrantes da Alemanha!!!:
Estas boas senhoras procedem diariamente a estes rituais da nova religião extrema-esquerdista/islamista, como forma de protesto contra a AfD (Alternativa para a Alemanha) o partido que se opõe à invasão islâmica promovida pela senhora Merkel.
O prestigiado clérigo da Universidade de Al-Azhar Saeed Numan, não deixa margem a dúvidas: Fetos masculinos e femininos podem contrair matrimónio, por procuração dos respectivos guardiões.
O xeque Saeed Numan, da Universidade de Al-Azhar, ex-membro do Conselho Nacional de Fatwas, afirma que o casamento entre fetos pode efectuar-se, com a permissão dos guardiões de ambos os nubentes, e ficar em suspenso até as crianças nascerem e crescerem.
Wael Elbarashy, o entrevistador televisivo, respondeu-lhe:
"Uma menina pode casar-se no útero materno? Vocês são a nossa catástrofe. O nosso desastre começa aqui".
O xeque Numan não se impressionou e respondeu que Omar Ibn Al-Khattab era 30 anos mais velho que o pai da sua esposa. O programa foi emitido pela ON TV (Egipto) a 14 de Novembro de 2018.
- Aqui está a entrevista, cuja autenticidade pode ser atestada no MEMRI, o site que monitoriza os media do Médio Oriente:
A Universidade Al-Azhar, no Cairo, Egipto, é uma das mais antigas universidades islâmicas do mundo.A Universidade Al-Azhar, no Cairo, é a principal instituição educacional islâmica sunita.O
US News and World Report classificou a Al-Azhar como a 7ª melhor
universidade do Egipto e a 26ª de África.
Com
a abolição do califado e o ofício de Shaykh al-Islam em
Istambul em 1924, al-Azhar tornou-se a principal instituição islâmica.Isto não é uma madrassa manhosa qualquer.Isto é o ISLÃO.
Os hippies-halal adoram isto! As neo-feministas babam-se por isto!
No Islão, o exemplo do profeta Maomé é soberano. O profeta não usava fraldas, logo, os bebés maometanos devem borrar-se todos:
Jovens maometanas casadas. E felizes, como os semblantes atestam.
Clérigo maometano explica como é bom casar as moças cedo: com 1 aninho de idade:
O profeta desposou uma criança de 6 anos. Logo os muçulmanos podem casar com.. esperem lá; isto é ser mais maometano que o Maomé! Podem casar com moças a partir de 1 ano de idade!!!!!:
E que, caso discorde destas fatwas ou (que Alá não o permita!) se ria delas, você é um racista e arrisca prisão (já não seria o primeiro).
11. É proibido viver em Marte.
A Autoridade Geral dos Emirados Árabes Unidos para Assuntos Islâmicos emitiu uma fatwa proibindo a vida em Marte. Provavelmente a mais inócua fatwa nesta lista.
12. Fatwa condenando à morte Salman Rushdie, autor de "Os Versículos Satânicos".
Toda a gente conhece a fatwa contra Rushdie. O seu livro "Os Versículos Satânicos" criou bastante furor entre a comunidade islâmica.Uma fatwa foi emitida contra ele e o seu livro, e muitos juraram assassiná-lo.Isso resultou em tumultos e até na morte de algumas pessoas associadas ao livro.
(...) De acordo com o Muslim Internet Forum, os emoticons são proibidos porque imitam as criaturas de Alá.
E como poderia uma fatwa não envolver as mulheres? Então, além disso, uma mulher não pode usar essas imagens quando fala com um homem que não seja seu marido ou mahram (parente com quem não pode casar)!
O
Comité Superior de Pesquisa Científica e Lei Islâmica da Arábia Saudita
emitiu uma fatwa proibindo
videojogos e cartas do Pokémon, porque, nas suas palavras, "tais
actividades promovem o jogo e possuem a mente dos jovens".
Curiosamente, há dois anos, quando um grupo de maometanos tentou entrar em Portugal ilegalmente e o país esteve durante horas em alerta máximo de terrorismo, a reacção da população foi esta:
15.Osmuçulmanos podem fazer sexo com as suas esposas mortas!
Nesta bizarra fatwa, um
chefe da Associação Marroquina de Pesquisa em Jurisprudência divulgou
um documento que permite que os homens muçulmanos façam sexo com as suas
esposas recém-falecidas, porque nenhum livro sagrado proíbe sexo com
cadáveres.
Do tipo de roupa que usamos até ao que comemos, eles agora também têm um problema com as mulheres sentadas. Al-Habib Omar Bin Muhamad divulgou uma fatwa dizendo que as mulheres
não devem sentar-se em cadeiras porque, ao fazer isso, elas expõem-se a
um caso extraconjugal com os "jinn" (demónios).
Leonor Poeiras, neo-feminista e islamófila convicta (como toda a malta niova que entra na televisão), que se candidatou a receber maometanos em sua casa, parece já seguir a regra...
17. Homens e mulheres sem parentesco só podem trabalhar sozinhos se as mulheres amamentarem o homem.
(...) A fatwa foi emitida pelo clérigo Ezzat Attiya, que permite que
homens e mulheres sem parentesco trabalhem juntos sob uma
condição - a mulher amamenta o homem, tornando-o assim seu filho.
18. Uma fatwa permite aos homens comerem suas esposas se estiverem extremamente famintas.
O clérigo Abdul
Aziz bin Abdullahemitiu uma fatwa que permite que os homens
comam as suas esposas se estiverem com muita fome.De acordo com este clérigo claramente psicótico, essa acção representa o sacrifício da mulher e a obediência ao marido.A notícia foi amplamente divulgada.No entanto, Abdullah acabou por negar que a tivesse emitido *.
Esta até parece ter graça, mas deixa de ter quando pensamos na quantidade de pessoas que são executadas porque as acusam de crimes como "voarem em cima de vassouras pelo poder dos génios". A Arábia Saudita tem uma unidade especial de Polícia para combater os prevaricadores. Veja a percentagem de muçulmanos, por país que acredita em génios:
20. É crime falar enquanto se urina!
(...) O Comité de Pesquisa do Departamento de Fatwas, pela voz do xeque Abd al-Wahhab al-Turayri, emitiu uma fatwa ordenando que as pessoas não falem enquanto urinam. Só é aceitável se for para pedir água para se lavarem
Enfim, tudo isto pode parecer divertido e exótico, mas a verdade é que estas pessoas chegam cá, verificam que não nos regemos pelos seus parâmetros, e tratam de nos impor a "verdade". As consequências são por demais conhecidas.
Nota do autor (Isha Jalan): As opiniões expressas no artigo não são do autor. As fontes das notícias são mencionadas em cada ponto.
A
fatwa é uma decisão religiosa islâmica, que supostamente é uma opinião
académica sobre uma questão de lei islâmica e é emitida por uma
autoridade religiosa reconhecida. (...)
Desde a autorização de os
homens comerem as mulheres se estiverem com muita fome, aos
homens poderem fazer sexo com as suas esposas mortas, os clérigos religiosos emitem algumas fatwas bizarras. (...)
De vez em quando, publicamos algumas destas divertidas fatwas, só para a gente se ir habituando à lei sharia, que já aí está:
1. As mulheres só assistem ao futebol para olharem para as coxas dos homens e, portanto, são proibidas de assistir ao jogo.
Um
clérigo saudita emitiu uma fatwa contra as mulheres verem futebol,
alegando que elas só seguem o jogo para olhar para as coxas dos homens.Disse
que deve ser haram ou proibido para as mulheres, e que elas não se
importam com quem ganha a partida, tudo o que lhes importa é observarem as coxas dos
jogadores.(...)
2. Os homens devem usar roupas que cubram as coxas.
Ao
contrário da fatwa anterior, o xeque Abd al-Rahman al-Ajlan publicou
outra declaração afirmando que os homens devem usar roupas que cubram as
coxas inteiras, mesmo quando estão sentados.
3.
Um fatwa foi emitido contra Sania Mirza alertando-a para usar roupas
adequadas, ou então ela seria impedida de jogar, por estar a corromper a juventude.
Uma organização
islâmica sediada em Kolkata emitiu uma fatwa contra a tenista Sania
Mirza em 2005, alertando-a para usar "roupas adequadas", ou ela seria
impedida de jogar. (...)
4. És uma maria-rapaz? Cuidado! Os clérigos vêm aí!
O
Conselho Nacional de Fatwas da Malásia emitiu uma fatwa contra as meninas
que se vestem de maneira arrapazada, porque supostamente "violavam a natureza
humana".
5. Se um casal fizer sexo nu, o casamento é anulado.
(...) O
ex-reitor da Universidade Al-Azhar, no Cairo, Rashad Hassan Khalil,
emitiu uma fatwa dizendo que um casamento é considerado nulo se o
casal tiver relações sexuais em estado de nudez. (...)
6. Você pode dar uma olhadela furtiva na sua noiva, mas deve casar com ela depois disso.
Um
pregador, Ossama Al Quosy, disse que um homem pode dar
uma rápida olhadela na sua noiva enquanto ela toma banho! Mas só pode fazê-lo se se casar com ela a seguir.
O xeque Salman al-Oadah diz que não se pode ler romances porque eles deixam as pessoas num mundo de fantasia! Mas não é por isso que as pessoas lêem esses livros, Sr. Oadah? Mas não é tudo. Ele diz que "certos académicos" podem lê-los "para estarem cientes do que anda por aí". Pois...
9. Uma mulher foi estuprada pelo seu sogro e, em vez de puni-lo, a fatwa
disse que o seu marido agora se tornara seu filho!
Uma
mulher de 28 anos foi estuprada pelo seu sogro numa aldeia na Índia em
2005. Em vez de punir o velho, um tribunal islâmico de Deoband emitiu
uma fatwa dizendo que por causa do acto do sogro, ela agora deveria ser tratada como sua esposa e, portanto, o seu marido seria agora seu filho. (...)
10. As mulheres não podem
comer frutas nem vegetais de forma fálica, como pepino e banana, porque
estes as excitam, fazendo-as praticar actividades pecaminosas!
Um
pregador islâmico que mora na Europa disse que as mulheres não podem
comer frutas e vegetais de forma fálica, como pepinos, bananas e
cenouras, porque tê-los na mão pode motivá-las a participar em actividades
pecaminosas.
Via:
Enfim, tudo isto pode parecer divertido e exótico, mas a verdade é que estas pessoas chegam cá, verificam que não nos regemos pelos seus parâmetros, e tratam de nos impor a "verdade". As consequências são por demais conhecidas.
Se você achava que as universidades não poderiam piorar, pense novamente. Os
professores do departamento de jornalismo da Universidade Leeds Trinity foram
alertados para não escreverem EM MAIÚSCULAS, para não assustarem os
alunos.
Os professores foram proibidos de usar letras maiúsculas, porque isso pode perturbar os alunos. Um
memorando enviado à equipa do departamento de jornalismo da Leeds
Trinity sugeriu que usar letras maiúsculas pode "assustá-los". E também sugeriu maneiras de os professores se dirigirem aos alunos, tais como falar em tom
amigável e evitar linguagem arrogante e negativa. (...)
O
memorando diz: "Apesar das nossas melhores tentativas de explicar as
tarefas de avaliação, qualquer falta de clareza pode gerar ansiedade e
até mesmo desencorajar os alunos de tentarem a avaliação".
(...) O memorando segue-se aos de outras duas outras universidades,
que proibiram o uso de fantasias e o bater palmas. A
Universidade de Kent, no mês passado, introduziu a proibição de estudantes
vestindo trajes considerados "inapropriados e ofensivos", como trajes
de cow-boys e chapéus mexicanos, por poderem colocar em risco o "direito a
um espaço seguro na nossa universidade".
Aqui é nos Estados Unidos: estudantes universitários mostram-se ofendidos por um traje mexicano, enquanto que os mexicanos se mostram agradados.
Na Universidade de Manchester, o sindicato dos estudantes substituiu as
palmas pelos estalinhos com o polegar e o indicador, numa tentativa de evitar que as pessoas
sofressem de ansiedade ou problemas sensoriais. Um
porta-voz da Leeds Trinity disse que o memorando foi uma orientação
sobre como explicar tarefas aos alunos para que eles alcancem todo o seu
potencial.
Este caso foi falado: dois estudantes negros atacam um estudante branco judeu por este usar cabelo à Bob Marley, o que para eles é "apropriação cultural".
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- Já temos falado mais que o suficiente sobre a nova geração de desmiolados que a extrema-esquerda (que domina as Universidades) está a criar.
Incapaz de ganhar eleições ou mesmo de fazer a tão sonhada "Revolução" pela força, a Esquerda opta pela lavagem cerebral de massas.
O objectivo é enfraquecer todos os pilares da nossa sociedade, criar repulsa pelos nossos valores e usar os mais jovens como alavanca para a invasão do Mundo Livre pelas hordas islâmicas, o novo "proletariado".
Os idiotas da extrema-esquerda apoiam o terrorismo islâmico, ao mesmo tempo que exigem a prisão de quem mande um piropo.
Os partidos do sistema não têm força para contrariar o domínio avassalador da extrema-esquerda sobre os media, as universidades e a "cultura".
"Sinto muito. O que estou prestes a dizer é algo tão racista que nunca pensei que a minha alma pudesse sentir isto. Mas, sinceramente, eu nunca mais quero passar tempo com pessoas brancas (se é isso que os não-muçulmanos são chamados). Nem por um momento, seja por qual motivo for. Eles são nojentos".
- Shuhada 'Davitt (@ MagdaDavitt77) 6 de Novembro de 2018 Aparentemente o Islão é uma raça, afinal. A
nova muçulmana convertida Shuhada 'Davitt, antigamente conhecida como a
renegada cantora católica irlandesa Sinead O'Connor, twittou esta manhã
que nunca mais quer “passar tempo com pessoas brancas (se é
isso que não muçulmanos são chamados)”. Sendo uma muçulmana agora, aparentemente não é mais branca. Isto
lembra-nos aquele dia fatídico em que Linda Sarsour, que até aí havia sido "apenas
uma garota branca comum", vestiu um hijab e - shazam!- de repente ficou negra. Com tão augustas celebridades como O'Connor e Sarsour alinhando com a multidão de islamistas, o jogo acabou. Se você se opõe ao terror da jihad e à opressão da Sharia contra mulheres, gays e outros, você é um racista. Se você não concorda, você terá que responder perante estas duas ferozes maometanas de hijab.
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COMENTÁRIO
Já tínhamos ouvido falar muito da conversão da cantora ao Islão. E não tínhamos dito uma palavra sobre o assunto. Ainda que o Islão NÃO SEJA UMA RELIGIÃO, segundo as mais reputadas autoridades islâmicas, nada nos dizia que Sinead O'Connor não se tivesse tornado uma muçulmana moderada (que os há - cerca de meia dúzia em todo o Mundo).
As possibilidades de O'Connor não vir a ser "fundamentalista" eram de um para 1 bilião e 800 milhões (consulte a nossa secçãoEstatísticas Muçulmanaspara ter uma pequena ideia).
Mesmo tendo ela escolhido o nome árabe Shuhada, que significa "martírio" em nome da causa maometana, esperámos sempre pelo melhor. Ficámos a saber hoje que não foi assim.
Julgamos desnecessário apresentar Sinead O'Connor, que se tornou mundialmente famosa com a canção Nothing Compares 2U, um sucesso tão estrondoso que acabou por fartar, tantas foram as vezes que a rádio a tocou e as imitações em concursos de talentos.
De certa forma, foi pena, porque Sinead é um talento que não se esgota num hit. Este dueto com Imelda May ilustra bem o que afirmamos:
A cantora irlandesa protagonizou um episódio de certo impacto quando em 1992 rasgou uma foto do Papa João Paulo II em palco:
Viria mais tarde a ser ordenada padre pela Igreja Católica Ortodoxa Irlandesa:
E agora, depois de um período de transtornos mentais graves, converteu-se ao Islão, e já brindou os seus novos irmãos de fé com o seu talento:
Pode dar uma vista de olhos na nossa secção Mulheres, ou no canal YouTube daKhadija Kafir, uma ex-muçulmana que vive o terror diário da condenação à morte (a pena para quem deixa o Islão).
Agora levada em ombros pelos maometanos, quem protegerá Sinead quando, daqui a uns meses, inevitavelmente, deixar o Islão?
O lóbi pró-islâmico do YouTube está sempre a retirar este documentário, que valeu ao seu realizador, Theo Van Gogh, ter sido alvejado e decapitado pelo marroquino Mohammed Bouyeri, mais um "refugiado" muçulmano na Europa.
Veja-o agora, pois eles voltarão a retirar:
Este ex-muçulmano questiona o estado mental da cantora irlandesa, ao converter-se a uma religião tão inimiga das Mulheres:
Sinead é a segunda figura do espectáculo das Ilhas Britânicas a converter-se ao Islão. O cantor Cat Stevens mudou para Yusuf Islam já há alguns anos, e tem demonstrado tanto zelo que até apelou à execução do escritor Salman Rushdie, por este ter abandonado a Religião da Paz:
Yusuf Islam é o rosto de uma campanha esquerdista chamada "O Comboio da Paz", que consagra a aliança Esquerda-Islão.
Tornou-se corriqueiro expressar nojo e ódio pelas pessoas brancas, e mesmo apelar ao seu extermínio... Já para não falar da chacina que os jihadistas estão a levar a cabo, hoje como desde há 1400 anos, matando e estuprando pessoas brancas.
Mas não deveria espantar-nos, porque a doutrina oficial afirma que apenas as pessoas brancas podem ser racistas. É isso que empresas de extrema-esquerda, como o famigerado VICE, vão enfiando na cabeça da opinião pública. Não é de admirar que pessoas mentalmente mais vulneráveis, como a pobre Sinead O'Connor, acabem por ser racistas contra os brancos.