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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Toda a profundidade da cosmovisão islâmica...



"Um jovem muçulmano de 26 anos, que se refugiou na Suécia aos 13 anos, assedia pessoas idosas num autocarro na Suécia. Ameaça matar pessoas se for expulso. Diz que é um mujahideen (lutador da jihad) dos Taliban e que sente a vingança no seu coração. Diz que sente raiva e que é capaz de comer carne humana. As pessoas mais velhas permitem-lhe expressar os seus pontos de vista, mas perguntam-lhe porque é que não vai lutar para o Afeganistão."
O diálogo, traduzido por nós:

Muçulmano: A minha namorada é sueca e tinha um cão. Mas eu tirei-lho.
E esta papelada toda… Sempre que vou ao hospital obrigam-me a preencher papéis.
Idoso sueco: Então porque é que veio para cá?

Porque é que estão esses soldados no meu país a matar crianças?
Olho por olho, dente por dente, percebem?
Você que é mais velho deve ter muita experiência.
Vou fazer 73. Sim, tenho experiência.
Pergunte aos africanos que não têm comida para comer.
E vocês comem almôndegas e batatas. Parem com isso já, porque eu tenho desejo de vingança, vingança, vingança… Eu só critico os europeus.
Mas você está na Suécia.
Até os países dos Balcãs vos odeiam.
Agora que os vossos soldados retiraram, os taliban e os mujahedin estão de volta.
Allahu Akbar estão de volta!
Dizem que o Big Bang nos criou. Quem é o Big Bang? Quem disse que descendemos dos macacos?
Vocês agora já não nos tiram aqui da Europa. Nunca mais!
Já desperdicei 10 anos da minha vida aqui. Se me mandarem embora mato 10 de vocês.
É importante tirar a vida aos outros. Porque vocês tiraram-nos as vidas no Afeganistão e tiraram a vida às pessoas todas em África, não entendem?
A Suécia não tem estado muito no Afeganistão…
Quem é que colabora com os Americanos? Quem é que colabora com a União Europeia?
Se vocês estão contra a NATO, então deixem a NATO!
Eu amo a Somália e a África. São eles que vão correr com os vossos barcos.
Fora com os vossos barcos do Mediterrâneo. Fora com os vossos barcos da Arábia Saudita.
E esses judeus? Vocês não vêem esses judeus por aí?

Já chega...

Só morreram talvez uns 20 judeus, ao passo que nós perdemos milhões de pessoas.
E eu perdi o meu tio.
Mas de que raio está você a falar?
Vocês bebem álcool e a nós não nos deixam fumar cannabis. Eu quero poder fumar quanto haxixe eu queira.
Porque é que vocês bebem o vosso álcool? “Droga legal, droga legal”...
A droga legal é o álcool, que deixa as pessoas violentas. Não é o haxixe, que deixa as pessoas calmas como um rato.
Por favor!...
Estou cansado! Tenho 23 anos e tenho a vingança aqui (no coração).
E isso significa que sou capaz de comer pessoas agora mesmo!

Se se sente assim, deve ir para o seu país e combater.

Os meus irmãos estão lá e gritam "Allahu Akbar"!
Então porque é que você não vai para lá lutar ao lado deles?
Porque as minhas irmãs são pequenas e podem ser violadas por pessoas como vocês.
Eu nunca violei ninguém.
Violadas por pedófilos nojentos como você.
Eu não sou pedófilo, compreende?
Você não, mas no geral. Seus pedófilos!
Sabem porque é que eu me sinto assim? Porque nunca dormi em paz e sossego no meu país.
Eu vim do Afeganistão quando tinha 13 anos. Vivi com as guerras dos taliban e dos mujahedin.

Vocês comeram boa comida com manteiga e coisas. E eu comi pão e água e sou mais forte do que vocês que medem 2 metros.
Vocês medem 2 metros mas eu consigo matar-vos em 0 segundos. Eu tenho coração.
Desculpe, mas você está a cuspir-me todo…
Desculpa-me, avó, mas eu juro que já não consigo aguentar esta vida. É só desta gente velha e racista. É só desta gente velha, que ganha a lotaria.

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Esperamos que a transcrição deste diálogo surrealista, que ilustra o modo de "pensar" islâmico, ajude os nossos leitores a compreenderem o problema de Israel, a única democracia do Médio Oriente, que se debate, como nós, com a barbárie, a criminalidade e o terrorismo de uma população muçulmana que odeia tudo e todos quantos não sejam muçulmanos.
Esta gente, tal como os nossos doentes da Síndrome de Fourier, culpa toda a gente pelos próprios problemas, pela sua infelicidade e frustração - assim como os meninos ricos da extrema-esquerda culpam os pais, que lhes dão de comer, ou a "Sociedade", que não lhes oferece um trono e um suprimento vitalício de drogas, e não culpam a própria inépcia e o permanente estado de estupor provocado pelo haxixe. Uns foram doutrinados pelo Islão, outros pelo Comunismo.
Recordamos:
"A maioria dos muçulmanos do mundo, 53 por cento, quer lei a Sharia como lei oficial dos seus países. Cerca de 39 por cento dos muçulmanos do mundo - 365 milhões de pessoas - acreditam que os crimes de honra são um castigo justo para uma mulher que teve relações sexuais extra-conjugais. Cerca de 27 por cento, 237 milhões de pessoas, acreditam que os apóstatas devem ser executados. 
"42 por cento dos muçulmanos franceses e 35 por cento dos muçulmanos britânicos com idades entre 18 e 29 anos acreditam que os atentados suicidas contra os não-muçulmanos são justificados."
"A comunidade judaica, especialmente os judeus israelitas, é, julgo eu, a única comunidade que compreende esta mensagem".
Raheel Raza - Activista muçulmana de Direitos Humanos


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Quando uma decapitação não é uma decapitação




Quando é que uma decapitação não é uma decapitação?
Quando uma menina escandinava é decapitada por um mujahid em Marrocos. Nesse caso, é uma "ferida de faca no pescoço".





    “Feridas de faca no pescoço”
- SVT continua a minimizar as decapitações.


    Para os media e para os poderes instituídos, a coisa mais problemática sobre as decapitações em conexão com os assassinatos em Marrocos não é o acto em si, mas que as pessoas espalham o vídeo nas redes sociais.
 
A SVT [TV estatal sueca] concentra-se no facto de que é considerado crime, na Suécia, divulgar o vídeo de decapitação, ao qual  a rede pública chama “ferimentos provocados por uma faca”.

    Porque a SVT apenas referiu “ferimentos de faca” quando abordou os assassinatos em Marrocos, muitos particulares optaram por postar o vídeo sangrento que mostra que se tratou de decapitação.

NDT: Foi o nosso caso!

    “Um vídeo que mostra os assassinatos foi divulgado nas redes sociais. Mas quem divulga o filme na Suécia pode ser culpado de um crime”. Foi o que o ex-promotor Sven-Erik Alhem disse a um entrevistador da SVT.

    Na peça da  SVT, aparece o aviso “disseminação é ilegal”. Além disso, a TV sueca repete a narrativa dos media de Marrocos, onde o repórter Diamant Salihu minimizou o que realmente aconteceu.

    "As meninas tinham feridas de faca no pescoço"
, disse o jornalista marroquino Salihu.
    Aqueles que querem mostrar que a SVT está errada na sua alegação de “ferimentos de faca no pescoço” e, para isso, divulgam os vídeos que mostram o que realmente aconteceu, podem arriscar vários anos de prisão.

    "Se o crime é agravado, leva até quatro anos de prisão e um mínimo de seis meses"
, disse Sven-Erik Alhem.

    Nas redes sociais, vários usuários dizem que o vídeo está a ser divulgado apenas porque a Imprensa sueca, em particular o serviço público, consistentemente recusa afirmar que ambas as mulheres tiveram as suas cabeças cortadas e separadas dos seus corpos. Nyheter Idag (News Today) entrou em contacto com a SVT na terça-feira, mas sem resultados.

 PORTÕES DE VIENA

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Pacto Global de Migração: críticas à Invasão Islâmica dão CADEIA

 






Sob o suicida Pacto Global de Migração da ONU, qualquer crítica (media, política ou Internet) das políticas muçulmanas de migração em massa pode levá-lo à cadeia
O membro do parlamento holandês Marcel de Graaff emitiu um grave alerta para os países membros que assinarem este pacto em Marrocos entre 10 e 11 de Dezembro.
Seguindo os Estados Unidos, Áustria, Austrália, Bulgária, Croácia, República Checa, Hungria, Itália, Israel e Polónia, a Eslováquia e a Suíça já declararam que NÃO assinarão o acordo.




Express: "Declarando-se a migração como um direito humano, será impossível criticar a política de boas-vindas de Angela Merkel, sem o risco de se ser preso por discurso de ódio".
O documento é um “acordo negociado inter-governamentalmente, preparado sob os auspícios das Nações Unidas, que cobre todas as dimensões da migração internacional de maneira holística e abrangente”.
Um dos “princípios orientadores” do documento pede uma "abordagem social" total para promover a migração em massa, incluindo o papel dos media.
Os governos são convidados a “promover relatórios independentes, objectivos e de qualidade… e parar a alocação de financiamento público ou apoio material a meios de comunicação que promovam sistematicamente intolerância, xenofobia, racismo e outras formas de discriminação contra os migrantes principalmente muçulmanos”.



Muita gente já compreendeu, finalmente, Israel.


Olhem quantas pessoas no Parlamento Europeu se dignaram ouvir o partido  Alternative for Germany (AfD) expressar as suas críticas ao Pacto Global de Migração da ONU:


Sala vazia, porque a AfD, ao opor-se ao fim da Europa e ao advento da Eurábia, está, naturalmente, "cheia de ódio".



ASSINEMOS A PETIÇÃO, PAREMOS A ISLAMIZAÇÃO:

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

Há vários anos que as autoridades globalistas europeias estão meter na prisão quem critique a invasão islâmica da Europa. Fizemos vários posts sobre este escândalo. Mas a leitura das vítimas da propaganda mediática é que "estamos cheios de ódio".

França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!

Entretanto:

Islão - 1 Cristão Massacrado a cada 5 minutos

 E ninguém se rala...

 

Os deputados PORTUGUESES de SOROS na União Europeia

 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

EURÁFRICA - Vêm aí 150 a 200 milhões de africanos *


NOTA: Não temos nada contra a presença de pessoas africanas na Europa - desde que respeitem a cultura dos países de acolhimento e se mostrem elementos ordeiros na sociedade. Mas mudar a África para a Europa parece-nos tão errado como mudar a Europa para África...


Migração em massa: "Dentro de trinta anos, a Europa terá entre 150 e 200 milhões de africanos, contra 9 milhões hoje"
Via:



. Hoje, 510 milhões de europeus enfrentam 1,3 bilião de africanos. Se os africanos tomarem o exemplo dos mexicanos que demandam os Estados Unidos, "dentro de trinta anos ... A Europa terá entre 150 e 200 milhões de africanos europeus, contra os 9 milhões hoje". Smith chama esse cenário de "Euráfrica"
. O já controverso sistema de cotas para migrantes falhou. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou a Hungria por deter migrantes. Os governos europeus não podem impedir a entrada, expulsar, prender ou até mesmo repatriar migrantes. O que sugerem as autoridades em Bruxelas? Trazer todos para a Europa? 
. De acordo com um artigo assinado, entre outros, pelo ex-presidente francês Nicholas Sarkozy, e o ex-primeiro-ministro francês Manuel Valls, os judeus franceses estão a ser vítimas de uma forma de limpeza étnica. 
. "Longe de levar à fusão, a crise migratória está a levar a Europa à fissão", escreveu recentemente Niall Ferguson, professor de História em Stanford. "Está cada vez mais claro que a questão da migração será considerada pelos futuros historiadores como o dissolvente mortal da UE". Semana após semana, a previsão de Ferguson vai tomando forma. 

NÃO SE ESQUEÇA DE ASSINAR:




A Europa não só está a fracturar-se à medida que avança a corrente da anti-imigração, como a crise migratória levou o governo italiano, e outros governos, incluindo a Áustria, a considerarem a Europa sem fronteiras de Schengen, o mais simbólico dos projectos europeus após a Segunda Guerra Mundial, uma  "área de risco"
A imigração está obrigar à redefinição do contrato intra-europeu.
A República Checa, a Hungria, a Polónia e a Eslováquia, conhecidos como Grupo Visegrad, apelaram recentemente à defesa das fronteiras externas da UE. "Precisamos ter uma Europa que possa defender-nos", disse o chanceler austríaco, Sebastian Kurz, depois de ser convidado a integrar o Grupo Visegrad.


Na cimeira em 21 de Junho, o chanceler austríaco Sebastian Kurz (segundo da esquerda) foi convidado a juntar-se aos líderes dos quatro países do "Grupo de Visegrad" (República Checa, Hungria, Polónia e Eslováquia). A migração em massa e a protecção das fronteiras estiveram no topo da agenda. (Fonte da imagem: Gabinete do Chanceler Federal da Áustria).

Depois de 700.000 imigrantes terem invadido a costa italiana nos últimos cinco anos, o novo governo populista italiano adoptou uma política de imigração inflexível. O ministro do Interior, Matteo Salvini, fechou os portos italianos aos navios de migrantes. Na Alemanha, o confronto entre a chanceler alemã e o seu ministro do Interior, Horst Seehofer, sobre a questão da migração, poderá levar ao "fim da era de Merkel"
"O novo governo populista italiano enfrentou o status quo europeu. Não sobre o euro, como a maioria dos observadores esperava, mas sobre a questão da migração, um caso em que o establishment europeu é particularmente vulnerável ", comentou Walter Russell Mead no Wall Street Journal.


Caos: "Migrantes" chegam à Polónia:


A onda migratória teve um impacto quase sísmico no consenso político europeu. A tal ponto que o New York Times acredita que a questão dos migrantes se tornou a questão política "mais tóxica" do momento. A recusa das elites políticas da UE em considerar os problemas gerados pela imigração maciça descontrolada está, de facto, no centro da crise.
Os fluxos migratórios maciços dos últimos anos desestabilizaram a Europa em profundidade, particularmente em termos de segurança. De acordo com um novo relatório da Heritage Foundation:
"Desde 2014, quase 1.000 pessoas foram feridas ou mortas em ataques terroristas relacionados com a questão da migração. Nos últimos quatro anos, 16% dos ataques - ou ataques terroristas - na Europa, foram cometidos por requerentes de asilo ou refugiados. O ISIS tem estado em contacto directo com quase todos esses ataques. A Alemanha foi o seu alvo mais frequente, e os sírios, mais do que qualquer outra nacionalidade, estão envolvidos nesses ataques. Quase três quartos dos terroristas entraram em acção dois anos depois de chegarem à Europa"
"Desde Janeiro de 2014, 44 refugiados ou requerentes de asilo estiveram envolvidos em 32 ataques terroristas islâmicos, que deixaram 814 feridos e 182 mortos na Europa".
A imigração também representa um sério desafio para a coexistência étnica e religiosa na Europa. Uma declaração assinada pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy e pelo ex-primeiro ministro francês Manuel Valls, entre outros, afirma que os judeus franceses são agora vítimas da limpeza étnica. "Dez por cento dos cidadãos judeus na região de Paris foram recentemente forçados a mudar-se por causa da insegurança em alguns subúrbios", disse o fórum. "É uma limpeza étnica discreta".



França: muçulmanos dentro, judeus fora







Stephen Smith, especialista em África e autor elogiado pelo presidente francês Emmanuel Macron, expôs claramente o perigo que a Europa enfrenta, caso se recuse a controlar as fronteiras. Em "Rumo à Europa: A Jovem África a Caminho do Velho Continente", Smith observa que 510 milhões de europeus enfrentam agora 1,3 mil milhões de africanos. Mas "em trinta e cinco anos, 450 milhões de europeus enfrentarão cerca de 2,5 biliões de africanos, cinco vezes mais". 
Se os africanos seguirem o exemplo dos mexicanos nos Estados Unidos, por exemplo, "em trinta anos, a Europa terá entre 150 e 200 milhões de afro-europeus contra os 9 milhões de hoje", diz Smith. 
Smith chamou a esse cenário "Euráfrica". A maior onda de migração na Europa desde a Segunda Guerra Mundial representa um problema urgente para uma Europa onde as populações indígenas continuam a envelhecer e a diminuir.  




O controverso sistema de cotas instituído pela UE para os migrantes já fracassou. Mas os governos europeus também não podem expulsar os migrantes. Desde 2012, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (CEDH) tem multado o Governo italiano - em vários milhares de euros - por ter recambiado para a Líbia duas dúzias de imigrantes. Da Líbia, os migrantes foram interceptados no Mediterrâneo quando tentavam chegar à ilha italiana de Lampedusa. Três anos depois, o Tribunal Europeu considerou a deportação injustificada e condenou o governo italiano. 
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos também condenou a Espanha pela expulsão de 75 a 80 migrantes do enclave de Melilla. O CEDH condenou a Hungria por deter migrantes. A Europa não pode opor-se, expulsar, deter ou mesmo repatriar migrantes. O que sugerem as autoridades em Bruxelas? Fronteiras abertas? 
Andrew Michta, decano da Faculdade de Estudos de Segurança Internacional no Centro Europeu de Estudos de Segurança George C. Marshall, escreveu recentemente que esta migração em massa dirigida às democracias europeias acarreta um risco de "decomposição" . Não é a "fusão" da União Europeia que está em causa, mas a destruição da civilização ocidental.




COMENTÁRIO
1. Naturalmente que, como acontece sempre que há problemas no globo terrestre, "a culpa é dos judeus". A invasão islâmica do Mundo Livre também é imputada aos judeus. 
No entanto, a União Europeia, que rivaliza em anti-semitismo coma ONU (financia os terroristas que atacam Israel, recebe-os no Parlamento Europeu, lança boicotes e condenações contra Israel, branqueia o islamismo, etc.), é a autora do programa oficial de islamização da Europa:


União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa

2. Uma das teorias da conspiração neo-nazis sobre a islamização da Europa promovida pela União Europeia é a de que o conde austríaco Kalergi planeou a coisa na primeira metade do século 20 (!!!!!). 
A ligação que os anti-semitas fazem é que o senhor terá sido casado com uma mulher de origem judaica - que decerto lhe terá segredado o plano...
Para além da aberração que tal teoria constitui, o senhor Kalergi era absolutamente contrário à descaracterização da Europa (e nunca existiu qualquer "plano Kalergi!"):




 NUNCA EXISTIU QUALQUER "PLANO KALERGI"

3. Outra falácia comum é a de que Israel "manda os muçulmanos invadirem a Europa".   
A ideia de os muçulmanos a obedecerem a Israel é suficientemente absurda, mas acontece que Israel recebe 10 vezes mais africanos do que a Europa:


Desmontando a propaganda sobre os imigrantes africanos em Israel




 Recordamos o que escrevemos sobre este assunto:

A pretexto da guerra na Síria, muçulmanos de todo o mundo (nomeadamente de África) continuam a inundar e a destruir a Europa - ver por exemplo post anterior.
Certos sectores políticos acham que se deve dispensar um tratamento privilegiado às pessoas africanas ou de origem africana. Nós temos tanta dificuldade em entender o racismo positivo como o racismo negativo. Ambos são degradantes.



Judeus etíopes. Negros. Com muita honra.

Quando o assunto é Israel e pessoas de origem africana, a propaganda é assim: 

'Denegrindo Israel de novo'


E a realidade é assim:

O Êxodo Moderno dos Judeus Etíopes

Família judaica da Etiópia celebra a Liberdade em Israel

A Miss é Linda! :-)



Já nos países islâmicos, os africanos são escravizados pelos muçulmanos, hoje como desde há 1400 anos. Mas disso os jornalistas-islamistas não falam...
Quando por rara excepção aparecem nos media mainstream notícias sobre escravidão em países islâmicos, os mesmos esquerdistas iluminados que verberam o direito de os países livres não serem invadidos, logo se apressam a passar a conhecida receita de que "é a cultura deles e temos que respeitar".
Os mesmos muçulmanos que compram e vendem seres humanos africanos (e infiéis em geral) para as mais diversas finalidades (desde a escravatura sexual ao tráfico de órgãos), acusam Israel de racismo por deportar ilegais.  
Nada de espantar, o que é para nós irracional é a própria essência do Islão.

 

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Refujihadista troça da ingenuidade de quem o sustenta

 

Ao volante do seu carro de luxo (pago pelo contribuinte alemão), um refujihadista conta a anedota do ano:
Um africano negro na Alemanha dirige-se a um alemão e diz: "Obrigado por me terem aceite na Alemanha como refugiado/migrante!".
O homem responde:  "Desculpe, mas eu não sou alemão. Sou albanês".
O processo repete-se, com o homem a interpelar um turco, e depois um árabe, pensando tratar-se de alemães.
Confuso, o africano pergunta: "Mas afinal onde estão os alemães?".
"Provavelmente a trabalhar!" - responde o árabe.

https://voiceofeurope.com/

Leia o comentário do VOICE OF EUROPE, um site obviamente definido como racista/fascista/etc.:
A Alemanha está a ser ridicularizada ... o humor dos migrantes revela a triste verdade, os migrantes troçam de nós.

A elite política e a Imprensa esquerdista tentaram convencer os alemães de que os jovens "refugiados" (soldados) ilegais que chegam às centenas de milhar à Alemanha ajudarão a reforçar a força de trabalho.
Os seus argumentos há muito têm sido que a migração é para preencher um vazio crescente na população e para sustentar o trabalho e a indústria. Este pequeno vídeo, que se tornou viral, revela claramente que não é o caso.

Além de que as estatísticas mostram que a maioria dos migrantes não está a trabalhar, em vez disso vive dos benefícios dos cidadãos que trabalham.

De há muito que avisamos, mas a negociata dos refujihadistas enche os cofres de certas instituições religiosas e ONG's, e oferece aos políticos votos certos para se manterem no poder. Este muçulmano explicava que que 80% dos muçulmanos na Europa não trabalham:





Os europeus, doutrinados por décadas de Marxismo cultural, não conseguem compreender que os muçulmanos não são como nós. Desconhecem conceitos como gratidão. Onde nós  damos hospitalidade, eles só conseguem entender fraqueza e oportunidade de imporem o seu profundo supremacismo:


As 4 Etapas da Conquista Islâmica


Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.


Cidadãos Portugueses contra a assinatura do Pacto Global para a Migração

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

segunda-feira, 16 de abril de 2018

O que os islamistas que vivem na Europa realmente querem



Por: Eduard Yitzhak Fonte: Porisrael.org via NOTÍCIAS DE ISRAEL

https://israelnoticias.com/

Assim como os partidos políticos oferecem aos eleitores (clientes) a ideologia (mercadoria) que eles querem, o Partido Islâmico da Bélgica sabe ao certo o que querem os seus futuros eleitores. O que eles querem é criar um Estado islâmico belga, com separação de homens e mulheres. [1]
Pela segunda vez em 6 anos, o Partido Islâmico vai participar nas eleições municipais da Bélgica. O partido quer criar um Estado Islâmico e separar homens e mulheres nos transportes públicos, relata o jornal belga HLN.

"O nosso objectivo é um Estado islâmico a 100%, mas isso não quer dizer que nós queiramos forçar as coisas", diz o fundador do partido, Redouane Ahrouch. "Ao estabelecer a lei da Sharia, queremos seguir o caminho do Profeta [Muhammad] e do Alcorão", acrescenta ele.
O Partido Islâmico tem dois membros eleitos como resultado das eleições de 2012. Este ano participará em 28 municípios. Ahrouch diz que quer alcançar as metas do partido "sem violar a Constituição belga". Não está claro como ele quer fazê-lo, mas ele está determinado a fazê-lo.
Especialistas dizem que o Partido Islâmico poderá obter bons resultados porque muitos partidos esquerdistas com candidatos muçulmanos estão a perder popularidade entre os eleitores marroquinos e turcos. O nome do Partido Islâmico também pode encorajar os muçulmanos a votarem nele, por causa das suas ideias bem reconhecidas: a aplicação da Sharia.


 Leia no LEI ISLÂMICA EM AÇÃO:

 

Bélgica: partido islâmico admite objetivo de implantar governo 100% islâmico; partidos islâmicos na Europa crescem com a imigração muçulmana



Pessoa nascida muçulmana, mas que não apoie a aplicação da Sharia é considerado um "traidor" ao Islão, e nos países onde vigora a Sharia o castigo para essa pessoa é a pena de morte.

Este jovem muçulmano tunisino converteu-se ao Cristianismo. A pena é aplica pelos clérigos muçulmanos:


P.S. - Os islmofascistas do Youtube retiraram, mas as pessoas voltaram a postar:


No Islão, os não-muçulmanos podem ser mortos, torturados, mutilados, escravizados, e no geral, servem apenas para trabalhar para os muçulmanos, pagando-lhes o imposto de infiel "com humilhação".


Muito perto de Bélgica, em Roterdão, na Holanda, o presidente da câmara é um muçulmano - Ahmed Aboutaleb nasceu em Marrocos e emigrou para a Holanda quando tinha 15 anos, e disse aos muçulmanos que anseiam pela Sharia e não apreciam a liberdade de viver no Ocidente, que façam as malas e "Fuck Off" ("que se vão fo***"). [2] 
Ahmed Aboutaleb, presidente de Roterdão, que sabe o que são muçulmanos, disse que "todos os muçulmanos são ligeiramente salafistas" e quando falou na NPO Radio 1 acrescentou que, por vezes, se considera a si mesmo também um jihadista. [3]
Essas declarações causaram bastante agitação nas redes sociais, com dezenas de pessoas comentando. "O presidente marroquino de Roterdão, Ahmed Aboutaleb, assumiu-se como salafista". Wilders disse no Twitter. "Um salafista como presidente da segunda maior cidade da Holanda é uma desgraça e uma ameaça total. Ele deve ser demitido imediatamente ".



Dentro do "ambiente" Salafista , 70 % dos estudantes muçulmanos em França não condenam atentados jihadistas jornal satírico francês Charlie Hebdo e no supermercado judaico em Janeiro de 2015. [4] Especialistas em terrorismo islâmico dizem que é religião, o Islão, e não os factores sociais que levam à radicalização da juventude muçulmana. [5]
O presidente turco, Tayyip Erdogan culpou, em Março 2017, pela hostilidade dos muçulmanos para com a Europa "os ataques da Cruz contra o Crescente", quando o Tribunal de Justiça Europeu (TJCE) decidiu que a proibição de "qualquer sinal político, filosófico ou religioso não constitui discriminação directa", razão pela qual Erdogan acusou a Europa de iniciar uma nova batalha entre o Islão e o Cristianismo. [6]
As ameaças contra Israel são muito mais claras e directas do que aquelas contra os "Cruzados", como os muçulmanos descrevem os europeus. O jornal turco Yeni Safak próximo do pretendente ao trono de Califa Neo Otomano e supremacista islâmico Recep Tayyip Erdogan, apelou à Organização de Cooperação Islâmica [OCI], de 57 países muçulmanos, para constituir um "Exército do Islão" e para dirigir as suas forças para o norte, sul, leste e oeste contra Israel.
O artigo, intitulado "Um Apelo Urgente à Acção", pede aos 57 membros da OIC que formem um "Exército do Islão" para sitiar e atacar o Estado de Israel. O artigo incluiu um plano estratégico com um mapa interactivo e saudou o Paquistão, "o único país islãmico nuclear", dizendo que ele tinha "um status especial" entre os países da OIC. [7]

Erdogan e o seu Parlamento criaram um Comité Turco sobre "Direitos Humanos" que visitará a Europa para investigar a "islamofobia" nos países europeus. [8]

Turquia e Direitos Humanos são incongruentes na mesma frase.
O regime islâmico turco apoia o ISIS/Estado Islâmico na Síria, aprisiona membros da oposição, culpa-os pelo golpe militar, controla os fluxos migratórios de muçulmanos que querem invadir a Europa, chantageia a Europa abrindo ainda mais portas à migração muçulmana, mata civis - com armas químicas - na Síria, financia e equipa o movimento terrorista islâmico e nazi Hamas, financia organizações terroristas islâmicas na China, assassina civis curdos, financia mesquitas obedientes à sua Diktat, e sobre as mesquitas afirma: "Os minaretes são as nossas baionetas, as cúpulas os nossos capacetes, as mesquitas são as nossas casernas e os crentes os nossos soldados" - as mais de 90.000 mesquitas, onde as orações de conquista do Islão pedem aos muçulmanos que sejam "implacáveis ​​contra os infiéis". [9]

Para os muçulmanos, o problema da Europa é que está cheia de europeus, mas eles vão corrigir essa anomalia:


Erdogan está determinado a espalhar a sua agenda islâmica nos Balcãs, e o Kosovo é um meio para promover os seus planos de expansão do islamismo na Europa, usando o seu Presidente submisso, Hashim Thaci, para fazer as suas jogadas.
Milhões de euros fluem da Turquia para o Kosovo através de rotas ilegais, evitando bancos e outras instituições financeiras legítimas. Já em 2015, o jornal albanês Zeri, com sede em Pristina, revelou que Erdogan está a aumentar a sua influência através da construção de instituições religiosas, incluindo dezenas de novas mesquitas e a restauração das existentes, construídas durante o Império Otomano. Estas novas e velhas estruturas religiosas são financiadas através de um dos principais doadores, a Agência de Cooperação e Coordenação da Turquia (TIKA), que é administrada directamente pela embaixada turca em Pristina. [10]
Progressivamente o Islão, e a sua vontade de fazer a Jihad, penetram mais e mais na juventude muçulmana europeia, e o poder de Erdogan fortalece esse desejo, enquanto a Europa Ocidental se baba na sua senescência buenista e decadência hedonista, sem estar ciente de que o cavalo de Tróia do Islão se fortalece.
A Europa aplaude imprudentemente o seu futuro desaparecimento, confundindo a liberdade com a docilidade e a submissão dhimmi ao Islão.
Se a Europa Ocidental não acordar do seu narcisismo, os sucessores de Erdogan controlarão a agenda europeia. A Europa não pode permitir que Erdogan, através da sua Imprensa, convoque uma "Exército do Islão" para atacar Israel a partir do norte, sul, leste e oeste, por terra, mar e ar.
Ou a Europa acredita que a Jihad vai parar em Israel?
Se Israel cair, a Jihad expandir-de-á rapidamente por toda a Europa.



NOTAS
[1]   https://voiceofeurope.com/2018/04/islam-party-in-belgium-wants-to-create-an-islamic-state-and-separate-men-and-women/
https://www.hln.be/nieuws/binnenland/mannen-en-vrouwen-apart-op-de-bus-opmerkelijk-voorstel-van-islam-partij-stuit-op-felle-kritiek~a6174662/
[2]    https://news.vice.com/article/mayor-of-rotterdam-tells-muslim-extremists-in-the-netherlands-to-fuck-off
[3]  https://nltimes.nl/2017/12/26/every-muslim-bit-salafist-rotterdam-mayor
[4]  https://www.politico.eu/article/charlie-hebdo-had-it-coming-say-french-students-study/
[5]  http://www.liberation.fr/debats/2018/04/04/olivier-galland-l-effet-islam-explique-mieux-la-radicalite-que-des-facteurs-sociaux_1641050
http://www.breitbart.com/london/2018/04/08/french-sociologist-says-islam-important-social-factors-radicalisation-process/
[6]  http://www.newsweek.com/erdogan-islam-christianity-battle-europe-569792
[7]  https://www.jihadwatch.org/2018/03/turkish-paper-close-to-erdogan-calls-for-oic-army-of-islam-attack-against-israel
[8]  https://www.jihadwatch.org/2018/04/turkish-human-rights-committee-to-visit-europe-to-probe-islamophobia
[9]  https://www.jihadwatch.org/2018/01/turkey-90000-mosques-pray-conquest-prayers-calling-on-muslims-to-be-ruthless-against-unbelievers
[10]  http://alonben-meir.com/writing/kosovo-erdogans-dangerous-islamic-agenda/


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NOTAS

[1]   https://voiceofeurope.com/2018/04/islam-party-in-belgium-wants-to-create-an-islamic-state-and-separate-men-and-women/
https://www.hln.be/nieuws/binnenland/mannen-en-vrouwen-apart-op-de-bus-opmerkelijk-voorstel-van-islam-partij-stuit-op-felle-kritiek~a6174662/
[2]    https://news.vice.com/article/mayor-of-rotterdam-tells-muslim-extremists-in-the-netherlands-to-fuck-off
[3]  https://nltimes.nl/2017/12/26/every-muslim-bit-salafist-rotterdam-mayor
[4]  https://www.politico.eu/article/charlie-hebdo-had-it-coming-say-french-students-study/
[5]  http://www.liberation.fr/debats/2018/04/04/olivier-galland-l-effet-islam-explique-mieux-la-radicalite-que-des-facteurs-sociaux_1641050
http://www.breitbart.com/london/2018/04/08/french-sociologist-says-islam-important-social-factors-radicalisation-process/
[6]  http://www.newsweek.com/erdogan-islam-christianity-battle-europe-569792
[7]  https://www.jihadwatch.org/2018/03/turkish-paper-close-to-erdogan-calls-for-oic-army-of-islam-attack-against-israel
[8]  https://www.jihadwatch.org/2018/04/turkish-human-rights-committee-to-visit-europe-to-probe-islamophobia
[9]  https://www.jihadwatch.org/2018/01/turkey-90000-mosques-pray-conquest-prayers-calling-on-muslims-to-be-ruthless-against-unbelievers
[10]  http://alonben-meir.com/writing/kosovo-erdogans-dangerous-islamic-agenda/
NOTAS
[1]   https://voiceofeurope.com/2018/04/islam-party-in-belgium-wants-to-create-an-islamic-state-and-separate-men-and-women/
https://www.hln.be/nieuws/binnenland/mannen-en-vrouwen-apart-op-de-bus-opmerkelijk-voorstel-van-islam-partij-stuit-op-felle-kritiek~a6174662/
[2]    https://news.vice.com/article/mayor-of-rotterdam-tells-muslim-extremists-in-the-netherlands-to-fuck-off
[3]  https://nltimes.nl/2017/12/26/every-muslim-bit-salafist-rotterdam-mayor
[4]  https://www.politico.eu/article/charlie-hebdo-had-it-coming-say-french-students-study/
[5]  http://www.liberation.fr/debats/2018/04/04/olivier-galland-l-effet-islam-explique-mieux-la-radicalite-que-des-facteurs-sociaux_1641050
http://www.breitbart.com/london/2018/04/08/french-sociologist-says-islam-important-social-factors-radicalisation-process/
[6]  http://www.newsweek.com/erdogan-islam-christianity-battle-europe-569792
[7]  https://www.jihadwatch.org/2018/03/turkish-paper-close-to-erdogan-calls-for-oic-army-of-islam-attack-against-israel
[8]  https://www.jihadwatch.org/2018/04/turkish-human-rights-committee-to-visit-europe-to-probe-islamophobia
[9]  https://www.jihadwatch.org/2018/01/turkey-90000-mosques-pray-conquest-prayers-calling-on-muslims-to-be-ruthless-against-unbelievers
[10]  http://alonben-meir.com/writing/kosovo-erdogans-dangerous-islamic-agenda/


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NOTAS
[1]   https://voiceofeurope.com/2018/04/islam-party-in-belgium-wants-to-create-an-islamic-state-and-separate-men-and-women/
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[2]    https://news.vice.com/article/mayor-of-rotterdam-tells-muslim-extremists-in-the-netherlands-to-fuck-off
[3]  https://nltimes.nl/2017/12/26/every-muslim-bit-salafist-rotterdam-mayor
[4]  https://www.politico.eu/article/charlie-hebdo-had-it-coming-say-french-students-study/
[5]  http://www.liberation.fr/debats/2018/04/04/olivier-galland-l-effet-islam-explique-mieux-la-radicalite-que-des-facteurs-sociaux_1641050
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[6]  http://www.newsweek.com/erdogan-islam-christianity-battle-europe-569792
[7]  https://www.jihadwatch.org/2018/03/turkish-paper-close-to-erdogan-calls-for-oic-army-of-islam-attack-against-israel
[8]  https://www.jihadwatch.org/2018/04/turkish-human-rights-committee-to-visit-europe-to-probe-islamophobia
[9]  https://www.jihadwatch.org/2018/01/turkey-90000-mosques-pray-conquest-prayers-calling-on-muslims-to-be-ruthless-against-unbelievers
[10]  http://alonben-meir.com/writing/kosovo-erdogans-dangerous-islamic-agenda/


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Consulte as nossas secções:


Nos vídeos abaixo podemos ver:

- A Bélgica já é uma República Islâmica

- A TOTAL impossibilidade de convivência do Islão com outras ideias
- Clérigo muçulmano afirma que quer trazer a luz à Europa para que os europeus decidam que querem o Islão.
- Jay Faiza explica porque é que o resto do Mundo é moralmente superior à barbárie maometana, e como os media e a Esquerda escondem o terrorismo islâmico e a islamização do Mundo Livre.