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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

Tudo quanto mostre a realidade do Islão é removido do YouTube sob pretexto de que é "islamofobia". Não estamos a falar de nenhuma brincadeira: é executado 1 cristão a cada 5 minutos (fora os outros "infiéis").

Depois de Robert Spencer, Pamella Geller, Walid Shoebat, e tantos outros contra-jihadistas, tivemos a honra de sermos também silenciados pela santa aliança Google-Blogger-Twitter-Youtube-Facebook.

CENSURADOS







Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será. 
O YouTube está permanentemente a apagar os vídeos que demonstram o que é o Islão, e até já apagou até canais inteiros (como por exemplo o Palestinian Media Watch, que, felizmente, foi obrigado a restaurar, devido à indignação de milhões de pessoas).
O YouTube censura a crítica ao Islão, o Facebook bane os utilizadores que façam o mesmo, o Twitter foi comprado por um bilionário jihadista toxicodependente e impõe a sharia sem cerimónias, o Google promove o terrorismo islâmico e o Nazismo, bloqueia sites e altera as suas definições para branquear a brutal ideologia islamista:






 

Ora leia lá este artigo, que vale bem a pena:

GOOGLE ADERE À JIHAD 
O gigante dos motores de busca aproxima-se dos supremacistas islâmicos.



O Google, o omnipresente mecanismo de busca da Internet, está sob fogo esta semana por censurar os resultados negativos da pesquisa sobre o Islão.
Se você digitar "Cristianismo é" na caixa de busca do Google, imediatamente aparecerão uma série de complementos sugeridos para a frase, a maioria deles depreciativos: "O Cristianismo é m**da", "O Cristianismo não é uma religião", "O Cristianismo é uma mentira", "O Cristianismo é falso""O Cristianismo é errado ", "O Cristianismo é falso". Nenhum resultado positivo é sugerido.
O mesmo se passa com o "Budismo é", e a frase é mais uma vez completada com inúmeras sugestões negativas: "Budismo é errado", "Budismo não é o que você pensa", e assim por diante.
Mas digite "O Islão é", e nada surge. As sugestões negativas que inundam o pesquisador de outras religiões estão longe de ser vistas. 
O Google, no entanto, diz que foi tudo um erro, e nega favorecer o Islão. "É um bug", insistiu um porta-voz do Google, "e estamos a trabalhar para o consertar o o mais rápido possível". Por incrível que pareça, mesmo com todos os conhecimentos técnicos do Google, este "bug" persistiu durante dias, e persiste, muito tempo após o anúncio do Google de que seria rapidamente corrigido. 
Ou talvez não seja tão estranho, à luz da tendência de longa data do Google para favorecer a extrema-esquerda e seus aliados na jihad global.
Os críticos queixaram-se durante anos sobre a tendência do Google para decorar o seu logotipo colorido para dias acalentados pela Esquerda, como o Dia da Terra e o Dia Internacional da Mulher, ignorando o Natal e a Páscoa. 
Além disso, o YouTube, pertencente ao Google, removeu mais de uma vez o material crítico do supremacismo e da jihad islâmica, ao mesmo tempo em que permite que o material pró-jihad e o vil material anti-semita permaneçam.
As políticas do Google sobre a remoção de vídeos parecem seguir uma linha de esquerda: anti-americano, anti-Israel, pró-jihad.
É também uma coincidência notável que o "bug" não afecte o Google  no Judaísmo, no Cristianismo, no Hinduísmo, no Budismo, e só poupe o Islamismo.
A única religião protegida de julgamentos adversos no Google é também a única religião envolvida numa campanha organizada para sufocar a discussão honesta sobre os seus textos e ensinamentos que inspiram a violência.

Ainda há poucos dias o Google foi chamado à responsabilidade, por redireccionar as pesquisas sobre o Holocausto para sites nazis. O Google e as redes sociais NADA têm feito para combater a divulgação do terrorismo islâmico, do Nazismo e do anti-semitismo online, apesar de sucessivos processos judiciais.

"LINHAS VERMELHAS QUE NÃO DEVEM SER TRANSPOSTAS"

Os petrodólares compram jornalistas e políticos. 

Em 2008, Ekmeleddin Ihsanoglu, o secretário-geral da Organização das Conferências Islâmicas (OIC), o maior bloco eleitoral das Nações Unidas, que congrega 57 Estados, alertou o Ocidente sobre as "linhas vermelhas que não devem ser cruzadas" em relação à liberdade de expressão sobre o Islão e sobre o terrorismo. 
Desde há anos, a OCI tem liderado um esforço na ONU para obrigar os Estados membros a criminalizarem o que chama de "difamação das religiões", mas que significa claramente a proibição de qualquer discussão honesta dos textos e ensinamentos do Islão, que os jihadistas invocam para justificar a violência e o Supremacismo.  
Curiosamente, a OIC reforçou esta campanha na esteira da publicação de caricaturas de Maomé num jornal dinamarquês, que provocou distúrbios muçulmanos em todo o mundo.
O Google, no momento em que os tumultos estavam no auge, foi obediente e removeu os vídeos do YouTube que se referiam aos tumultos provocados pelas caricaturas. 
Quando a OIC (Organização das Conferências Islâmicas) manda no Google, não são sequer necessárias leis internacionais para silenciar a liberdade de expressão. Como a generalidade da Esquerda, o Google parece empenhado em apoiar a guerra do bloco islâmico contra a liberdade de expressão, e em submeter-se aos ditames totalitários e brutais da OCI, abstendo-se voluntariamente de fazer qualquer coisa que possa ofender os muçulmanos. 
Embora a restrição às sugestões de busca automatizada possa parecer coisa insignificante, o que tal revela sobre a submissão às sensibilidades islâmicas sobre qualquer crítica ao islamismo, é tudo menos trivial. 
Além do mais, sendo o Google de longe o principal motor de busca, a ideia de que os não-muçulmanos ocidentais devem vergar-se à vontade dos muçulmanos facilmente ofendidos estabelece um precedente que só pode dar frutos amargos no futuro.  
Em última análise, o Google e todos os indivíduos, grupos, empresas e autoridades governamentais no Ocidente, terão que decidir se vão representar os princípios duramente conquistados da liberdade de expressão e da livre investigação, ou enfrentar o supremacismo e a intimidação islâmica. Quando a censura é voluntária e auto-imposta, como no caso do Google, é ainda mais vergonhoso.


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- Este artigo, por nós traduzido, é da autoria de Robert Spencer e foi publicado há 7 anos no FrontPage Mag. Não só permanece actual, como a censura tem apertado ainda mais. Os jornalistas são quase todos islamófilos e de extrema-esquerda, e promovem a islamização do Mundo Livre, mentindo e omitindo. São bem pagos para o fazerem, aliás. E o capital islamista tem entrado a rodos na Internet, para a controlar, como já controla a Imprensa tradicional.
De vez em quando damos uma pincelada nestes assuntos:

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

A nova Inquisição na Internet

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos

Como a Arábia Saudita controla os media


Ainda hoje, o ex-líder do Ku Klux Klan, David Duke, foi notícia por ter postado um vídeo em que acusa os judeus de estarem a organizar (sempre o famoso plano para dominar o Mundo, que nunca se concretiza...) a "limpeza étnica dos brancos, ou seja, dos Americanos e dos Europeus". Peter Barron, da Google, afirma que o vídeo não reúne condições para ser removido. Ou seja: o YouTube censura os factos e permite as mentiras.


Para a ditadura vigente, dizer a VERDADE sobre o Islão, é crime de "islamofobia"


https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

sábado, 29 de dezembro de 2018

CENSURADOS



OS ISLAMOFASCISTAS DO GOOGLE E DO FACEBOOK TÊM O NOSSO BLOGUE SOB CENSURA. PORQUE DIZEMOS A VERDADE E PROVAMOS O QUE DIZEMOS.
SE ESTÁ A LER-NOS, PARABÉNS, POIS MUITA GENTE NÃO CONSEGUE ENTRAR.
A CENSURA É ISTO. A ISLAMIZAÇÃO É ISTO.
(DE QUALQUER FORMA, JÁ ESTÁVAMOS A PREPARAR-NOS PARA ENTRAR OUTRA VEZ EM HIBERNAÇÃO, DE MODO QUE VÃO BUGIAR, SENHORES CENSORES!)

Ainda há poucos dias andávamos pelas 14.000 visualizações diárias. Incomodámos a Besta islamonazi e os seus aliados comunistas. O Google de há muito que censura a VERDADE sobre o Islão, descaradamente. A nossa insignificância andava a poupar-nos, mas, assim que demos nas vistas a alguém, a Besta decapitou-nos.
Dizer e mostrar e provar a VERDADE, hoje em dia, chama-se "discurso de ódio" ou, mais polidamente, "conteúdos questionáveis".





Quando demos a notícia (aliás banal, insistimos), de que mais duas pessoas inocentes tinham sido decapitadas por jihadistas, em Marrocos, muitos comentários foram que se tratava de "fake news" e "palha para burros", que era, obviamente, mentira. Porque, segundo a visão esquerdista, um país islâmico como Marrocos é o Paraíso na Terra e os seus habitantes são todos imaculados anjos, invulneráveis ao pecado que só mancha o famigerado homem branco, ocidental e judeo-cristão.
(Para mais - supremo atestado de malvadez! - quando a notícia foi divulgada por um blogue que ostenta este nome!).
As massas, devidamente encarneiradas pelos media ao serviço dos políticos islamizadores, entendem que nada do que venha do Islão pode ser imputado ao Islão.
Apesar de as Escrituras e os clérigos islâmicos pregarem a destruição total dos "infiéis", a sua tortura, mutilação, escravização, estupro e execução sumária, e apesar de 1400 anos desse procedimento.




De 33.408 de visualizações, para 8 visualizações.


Visite a nossa secção:
 

Depois apareceu o vídeo, e nós, como outros media alternativos, passámos a ser os maus da fita em toda esta história (aliás banal, insistimos).
A esquerda, sempre islamizadora, pérfida e atenta, mobilizou os seus sequazes para sinalizarem o nosso blogue, e fomos CENSURADOS.
O pretexto, cinicamente abjecto, que está a ser usado para silenciar os media alternativos no caso presente, é o de que "é violento dar notícias como esta". Quanto aos estupradores-torturadores-decapitadores e à sua ideologia demoníaca, continuam a gozar de toda a simpatia e solicitude.
Segundo a mentalidade vigente, decapitar pessoas não é grave. O que é grave é dar a notícia.
O discurso oficial sobre mais estes dois sacrifícios humanos ao deus Alá é ainda mais asséptico e cínico do que o da Imprensa marroquina:
As duas raparigas foram encontradas "com ferimentos no pescoço", curiosamente  "estavam mortas" e as autoridades marroquinas estão a envidar esforços para deslindar o estranho caso.
O facto de os jhadistas terem declarado obediência ao Islão, as terem estuprado e torturado, e terem filmado o ritual, é um duro golpe no discurso oficial.
A Lei da Blasfémia (que proíbe que se diga a VERDADE sobre o Islão) está oficialmente em vigor na Europa. Quando alguém demonstra por A + B que o Islão é ainda mais pernicioso que o Nazismo e o Comunismo, as autoridades mandam-no prender, ou, como Portugal ainda vai tendo brandos costumes, censuram-no.
Os políticos estão a entregar-nos nas mãos dos maometanos. Os media do Sistema e os donos da Internet tratam de anestesiar as massas. E muito boa gente quer continuar anestesiada...
A carneirada islamófila não sente um pingo de compaixão para com estas duas pobres raparigas. Tudo o que a carneirada islamófila sente é raiva pelos danos à boa imagem da maravilhosa ideologia maometana, que as vitimou.
Continuariam a rir-se da ameaça islâmica, negando este caso como negam todos os que "não dão na televisão". Havendo um vídeo, e não podendo assim vingar a narrativa de que "misteriosos ferimentos no pescoço causaram a morte das duas jovens", a carneirada islamófila não se ri. Zanga-se com quem lhe mostrou mais uma verdade.
Porque se não forem pelos sábios lábios da Judite de Sousa, da Ana Lourenço, do José Alberto Carvalho, as coisas nunca aconteceram!
A Realidade, para o ser, tem que ir à SIC, à CNN ou à Globo, munida de uma folha de papel selado, pedir um atestado de existência.
AS LUZES APAGAM-SE, PAULATINAMENTE, NA INTERNET E NO MUNDO LIVRE, O ISLÃO INSTALA-SE, E COM ELE O TERROR, COMO MODO ÚNICO DE ESTAR E DE SER...


 
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Este foi um caso. O Islão mata diariamente, com esta mesma eficiência, há 1,400 anos.

O Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes

À cadência de uma vítima a cada 5 minutos.
E não é "apenas uma minoria"  que pratica e apoia o genocídio dos "infiéis":

1 BILIÃO* de muçulmanos querem a Sharia

Não colhe a falácia de que "isto não representa o Islão", porque  as autoridades islâmicas aprovam unanimemente a acção do ISIS e de todos os outros grupos jihadistas:

Maior autoridade do Islão sunita recusa declarar ISIS anti-islâmico

Quem não quiser ver, não vê. Quem quiser enfiar a cabeça na areia, enfia-a. Mas não é por isso que eles deixarão de lha cortar, hoje como desde há 1400 anos:
Nota: quem editou o vídeo e no-lo enviou, inseriu uma referência de um programa de TV aos Mártires de Marrocos.
 

O padre François Murad, enfrenta como herói os seus decapitadores, na Síria. Uma vítima apenas, num mar de ignorados e esquecidos mártires do Islão...

Aqui não houve vídeo, e portanto os jornaleiros (cúmplices esquerdalhos da islamização) puderam mentir acerca do tão heróico quanto bondoso padre Hamel, sacrificado ao deus Alá durante a Missa, na sua paróquia, em França. E os bem-pensantes não se engasgaram com o jantar. Está tudo bem, desde que não haja vídeo...

 Os líderes maometanos apelam ao sacrifício humanos dos "infiéis"

O Islão é claríssimo: "O sangue e as propriedades dos 'infiéis' pertencem aos maometanos":

Durante a ascensão do Nazismo, quem dizia a VERDADE também era escarnecido e apelidado de inimigo da Paz...