terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Nazi Soros patrocina Movimento "Marcha das Mulheres"

Na sequência do post anterior:

Nazi George Soros promete "demolir" o presidente Trump


A "Marcha das Mulheres" nada teve de espontâneo; o movimento feminista anti-Trump é patrocinado pelo nazi Soros.


(Nota nossa: Então mas este Soros não é judeu? É. Como aquele académico que pediu o genocídio dos Brancos, é Branco. E como ele há muitos. Há gente que se odeia a si mesma a esse ponto).


Donald Trump entrou em funções a 20 de Janeiro de 2017. Embora os protestos contra ele tenham sido muito menores que o que fora anunciado, a atenção mediática foi toda para o evento (que se tornou um movimento) "Marcha das Mulheres" (March of Women ). O relato da iniciativa na Imprensa segue o tipo de narrativa consagrado por Gene Sharp e suas "revoluções coloridas". O The Guardian fala de um movimento "espontâneo". [1] 
Os símbolos são facilmente identificáveis. Neste caso, a nova moda são os barretes cor-de-rosa com orelhas de gato [2].  Já que as "notícias falsas" (fake news) e teorias da conspiração estão na ordem do dia, pode-se perguntar se George Soros, que falhou na sua tentativa de impedir a nomeação de Donald Trump, está de qualquer forma ligado ao movimento. Afinal, o seu nome não aparece em qualquer artigo publicado em França sobre a "Marcha das Mulheres"
No entanto, a Imprensa de outros países tem-se revelado muito mais ágil e profissional, e investigou o apoio do misantropo Soros a esta marcha/movimento, através das muitas organizações que financia. É mais uma iniciativa desesperada, provavelmente uma das últimas, do George "O Flagelo das Nações".
A 13 de Novembro de 2016, Arthur Sulzberger Jr. e Dean Baquet, respectivamente editor e director executivo do New York Times, publicaram um mea culpa pela sua cobertura tendenciosa da eleição presidencial norte-americana e pelas suas posições violentamente anti-Trump, incompatíveis com a ética jornalística [3]. 
Os dois homens prometeram que o jornal iria agora exibir maior probidade. A 20 de Janeiro, um artigo descodificava a Marcha das Mulheres, com a manchete: "O bilionário George Soros está ligado a mais de 50 parceiros da Marcha das Mulheres para Washington" [4]. 
A autora, a ex-repórter do Wall Street Journal, Asra Q. Nomani, que se afirma de esquerda e feminista, e que votou em Trump, esclareceu: Não é uma marcha de mulheres, mas uma marcha de mulheres anti-Trump. A base de dados apresentada pela autora é impressionante, e prova sem margem para dúvidas que, entre as ​​mais de 403 organizações participantes, 56 são financiadas por George Soros (ver o diagrama abaixo) [ 5]. 
Outro detalhe divertido: os co-presidentes do movimento são os activistas Harry Belafonte e Gloria Steinem. O primeiro é financiado por Soros [6], enquanto que o combate feminista versão anos 50/60 da segunda, foi durante algum tempo financiado pela CIA [7].
Estamos ansiosos por que os media franceses, caçadores ardentes "notícias falsas" e copiadores em série dos comunicados da AFP relatem o papel de Soros neste "movimento espontâneo" (...)

 A « Women’s March » e os seus parceiros ligados a Soros e ao Partido Democrata:


[1] https://www.theguardian.com/us-news/2017/jan/14/womens-march-on-washington-protest-size-donald-trump[2] http://www.liberation.fr/planete/2017/01/19/le-bonnet-rose-a-oreilles-de-chat-symbole-des-femmes-contre-trump_1542610[3] https://www.nytimes.com/2016/11/13/us/elections/to-our-readers-from-the-publisher-and-executive-editor.html[4] http://nytlive.nytimes.com/womenintheworld/2017/01/20/billionaire-george-soros-has-ties-to-more-than-50-partners-of-the-womens-march-on-washington/[5]https://docs.google.com/spreadsheets/d/1zYoQoffWRAHrECq2PDshlPvNpNDSLtdmNjtW-gUuhqw/edit#gid=0[6] https://newsline.com/womens-march-against-trump-supported-by-soros-funded-group/[7] https://en.wikipedia.org/wiki/Gloria_Steinem#CIA_ties
 Via EUROPE-ISRAEL




MADONNA PROVA QUE TALENTO E FAMA NÃO SIGNIFICAM JUÍZO NA CABEÇA
Madonna admitiu que estava a planear bombardear a Casa Branca porque Donald Trump se tornou presidente. 
A cantora disse que "se recusa a aceitar a nova era da tirania", enquanto falava na Marcha das Mulheres para Washington este sábado.
- "Eu estou com raiva", disse Madonna, que terminou a sua loquaz exposição com um eloquente: 
- "Donald Trump, vai chupar um c*****!". *




* - Proposta assaz estranha, pois a distinta e recatada Madonna prometeu que faria isso mesmo a cada eleitor de Hillary Clinton (e não cumpriu, tal como todos os que prometeram abandonar os Estados Unidos se Trump ganhasse, e lá estão, no bem bom!).

2 comentários:

  1. O quê é mais vergonhoso que ele tem origem judaica se aliou aos inimigos de Israel mais não é de hoje pois ele fazia isso deste quando era menino quando colaborava com nazistas para se apossa dos bens dos judeus que iam ser mortos nos campos de extermínio.

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    1. É bem verdade, caro amigo. Este desagradável indivíduo, o também conhecido Noam Chomsky, e outros judeus, desde há milénios, têm sido uma vergonha para o respectivo povo. Todos os grupos humanos têm os seus traidores, mas os judeus aparentemente sofrem esse efeito de generalização. Os anti-comunistas acham que, sendo Marx judeu, a culpa dos horrores do comunismo, da responsabilidade de não-judeus como Stalin ou Mao, é dos judeus. Os anti-capitalistas acham que porque os Rotschild são judeus, todos os judeus são capitalistas. O Michael Laitman tem este artigo que publicámos, e que foca esse fenómeno (que a mim me deixa perplexo, pois não o vejo em relação a mais nenhum povo): http://amigodeisrael.blogspot.pt/2016/06/porque-e-que-as-pessoas-odeiam-os-judeus.html

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